segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Angela Gossow afirma que não é a nova vocalista do Arch Enemy

 Angela Gossow teve seu nome vinculado ao Arch Enemy nos últimos dias. Integrante da banda entre 2000 e 2013, ela foi marcada em vídeos recentes publicados pelo grupo.

Na manhã desta segunda-feira (16), Angela declarou, por meio das redes sociais, que não é a nova vocalista do Arch Enemy. A cantora afirmou estar empolgada por participar do atual momento da banda, atuando nos bastidores. Confira abaixo a postagem.



Não sou eu. Mas obrigada por todo o carinho. Estou muito animada para participar ativamente deste novo capítulo como manager. Vai ser INCRÍVEL!"

A cantora apagou a postagem de seu perfil pessoal pouco depois, mas postou o mesmo texto nos comentários do teaser mais recente veiculado pelo grupo.

Até o momento da publicação desta nota, o Arch Enemy não havia anunciado a nova formação. Assim que a banda se pronunciar, publicaremos mais informações sobre o assunto.


Fonte: Whiplash.net

EXHUMED lança clipe de “The Iron Graveyard” e anuncia álbum “Red Asphalt”

 A banda americana Exhumed divulgou o videoclipe de The Iron Graveyard, nova faixa do próximo álbum Red Asphalt, que será lançado em 20 de fevereiro pela Relapse Records. O disco marca mais um capítulo na trajetória do grupo dentro do deathgrind com temática gore.

Sobre a nova música, o baixista e vocalista Ross Sewage afirmou que a proposta é direta e agressiva. “Os golpes continuam vindo, vindo e vindo, esmagando seu carro até virar um túmulo retorcido de cromo e aço no nosso novo single, The Iron Graveyard. Pise fundo e ouça isso no caminho para o trabalho, desviando dos maníacos furiosos na estrada. Depois de escutar, achamos que você vai concordar que o gari local é mal pago demais para lidar com toda a carnificina espalhada pelas ruas da América.”

Assista:


O vocalista e guitarrista Matt Harvey, principal compositor da banda, também comentou o conceito do novo trabalho. Segundo ele, os álbuns recentes exploraram cenários como cemitérios da Escócia do século XIX, salas de cirurgia e referências ao universo do horror. “Desta vez, estamos convidando vocês para um lugar onde passamos uma parte desproporcional das nossas vidas — um espaço familiar, mas muito mais perigoso do que parece, capaz de levar alguém ao hospital ou ao túmulo de maneiras que você nem imagina: as estradas americanas.”

Com temática centrada em acidentes automobilísticos, violência nas rodovias e o imaginário mórbido ligado ao asfalto, Red Asphalt mantém a identidade do Exhumed ao combinar riffs rápidos, grooves marcantes e mudanças bruscas de andamento. Faixas como Unsafe At Any SpeedShovelhead e The Iron Graveyard reforçam essa abordagem, equilibrando peso e senso de ironia macabra.




Fonte: Roadiecrew.com

Ghost compartilha vídeo picante de novo single ‘Umbra’

 


GHOST está enviando ao mundo um presente de Valentine Day no formato do novo vídeo picante para “Umbra”, uma faixa do álbum número 1 internacional da banda, “Skeletá”, que atualmente tem arenas lotadas de fãs do GHOST clamando por mais cowbell.


Dirigido por Amir Chamdin, o clipe de “Umbra” segue a trajetória de um casal de amantes desafortunados avançando inevitavelmente em direção à sua queda mútua, tudo sob o olhar atento e a narração de Papa V. Perpetua do GHOST.

No mês passado, o GHOST cancelou três shows da etapa norte-americana de 2026 da “Skeletour” — 24 de janeiro em Knoxville, 25 de janeiro em Charlotte e 26 de janeiro em Greenville — devido ao estado de emergência decretado na Carolina do Norte, Carolina do Sul e Tennessee.

A etapa norte-americana de 2026 da turnê mundial “Skeletour” do GHOST começou em 21 de janeiro no Kia Center em Orlando, Flórida, e está programada para seguir até 23 de fevereiro no Intuit Dome em Los Angeles, Califórnia.

A turnê mundial “Skeletour” 2026 é uma experiência livre de celulares. Os aparelhos são guardados em bolsas Yondr. Os convidados mantêm a posse de seus telefones o tempo todo.

Marcando uma evolução ousada nas performances ao vivo do GHOST, “Skeletour” é a produção mais teatral e cinematográfica da banda até agora. Projetada pelo diretor criativo Tobias Rylander e pelo líder do GHOST, Tobias Forge, a turnê abrange uma escala mais grandiosa e ambiciosa do que nunca. O design do cenário é uma mistura impressionante de simbolismo gótico e arquitetura brutalista, fundindo o drama ornamentado das catedrais com as linhas rígidas das formas de concreto modernistas. Inspirado por catedrais brutalistas em toda a Europa, o palco se transforma em um santuário de majestade sombria: parte templo sagrado e parte coliseu do rock.


Fonte: Rockbrigade.com.br

Arch Enemy: “Foi definitivamente difícil, mas a mudança é sempre uma mistura intensa de medo e empolgação”, diz Alissa White-Gluz

 


Enquanto os fãs sonham com o retorno de Angela Gossow aos microfones do Arch Enemy), Alissa White-Gluz, ex-vocalista que deixou o Arch Enemy após 11 anos de um trabalho primoroso à frente de uma das bandas modernas mais bem-sucedidas da atualidade, concedeu uma nova entrevista à Metal Hammer e revelou como se sentiu ao anunciar a sua saída do grupo:

“Foi definitivamente difícil, mas a mudança é sempre uma mistura intensa de medo e empolgação. Quando você passa tantos anos com algo, isso se torna uma parte enorme da sua vida e identidade. Então, fazer esse anúncio não foi algo que eu encarei de forma leviana. Eu dediquei uma enorme quantidade da minha energia criativa ao projeto por mais da metade da minha carreira.

Eu realmente amo música e arte, não consigo encarar isso como um dia qualquer no escritório. É por isso que dedico tanto cuidado e intenção a cada letra, performance, gravação e visual que faço. Senti uma grande responsabilidade em lidar com o anúncio com respeito aos fãs, à música e a mim mesma. Ir direto ao ponto me pareceu a única maneira de honrar meu passado e, ao mesmo tempo, seguir em frente com confiança rumo ao que está por vir.”

Sobre como os fãs e os colegas da indústria reagiram ao anúncio de sua saída, Alissa White-Gluz comentou:

“As respostas dos fãs e dos colegas da indústria me impressionaram muito. Houve muito amor, incentivo e apoio genuíno, mais do que nunca, e isso me energizou bastante. O que realmente me chamou a atenção foi a forte conexão que as pessoas sentiram com a ideia do meu crescimento e evolução. Isso me fez sentir profundamente grata e também muito motivada. Reforçou a ideia de que a conexão que construímos é forte e que naturalmente continua. Isso é algo em que sempre me concentrei na minha carreira: sair da minha zona de conforto e pensar fora da caixa para ter liberdade artística sem ser rotulada. Esse apoio me deu muita confiança e entusiasmo para o futuro, porque realmente acredito que a arte e os artistas devem evoluir.”

Com relação ao seu primeiro single “The Room Where She Died”, que ela lançou imediatamente após sua saída da banda — música esta composta por Oliver Palotai, tecladista do KamelotAlissa disse:

“A intenção sempre esteve lá, mas eu nunca quis apressar algo tão pessoal ou forçar o lançamento no momento errado. Eu sabia que este projeto precisava do espaço mental, foco e liberdade criativa certos para realmente ganhar vida. Agora parece certo porque há um impulso real. Tenho clareza, entusiasmo e espaço para me dedicar totalmente a ele, e tudo está se alinhando criativamente. Sei o que quero expressar, sei como quero que soe e seja sentido, e estou genuinamente energizada pelo processo. Este álbum parece uma evolução natural, algo que venho construindo há muito tempo, e isso faz com que este momento pareça emocionante e perfeito.”



Fonte: Mundometalbr.com

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Após 11 anos, PRO-PAIN anuncia novo álbum: “Stone Cold Anger”; veja o primeiro clipe

 A veterana banda nova-iorquina Pro-Pain inicia um novo capítulo ao assinar contrato com a Napalm Records e anunciar seu décimo sexto álbum de estúdio. Intitulado Stone Cold Anger, o trabalho será lançado em 15 de maio de 2026 e marca o primeiro registro do grupo em estúdio após onze anos.

Liderado por Gary Meskil, o quarteto retorna com um disco que reforça sua identidade agressiva, combinando riffs pesados, grooves marcantes e vocais diretos. O álbum sucede o período iniciado com Voice of Rebellion (2015), faixa que alcançou milhões de execuções nas plataformas digitais, e reafirma a proposta combativa que acompanha a banda há mais de três décadas.

Para apresentar a nova fase, o grupo divulgou o single Oceans of Blood, faixa de abertura do disco. A música já ganhou videoclipe oficial e sintetiza o tom do álbum: andamento cadenciado, peso constante e discurso voltado à indignação social.

Sobre o single, Gary Meskil comentou: “Há um fio condutor na maioria das letras de Stone Cold Anger. Muito disso tem a ver com retribuição, e nosso primeiro single, Oceans of Blood, representa bem essa ideia. A frustração das pessoas ao redor do mundo diante da corrupção e da criminalidade de seus governos chegou ao limite. Guerras são travadas em seus nomes, sem consentimento, financiadas com o dinheiro dos próprios impostos. Com o aumento do custo de vida e a inflação corroendo o valor do dinheiro, as tensões crescem. Já vimos isso atingir níveis críticos em países como Sri Lanka, França e Nepal, onde cidadãos desesperados tomaram medidas drásticas contra políticos corruptos. Quando quem está no poder evita prestar contas por seus atos, resta à população reivindicar seus direitos e retomar o controle.”

Confira o video:


O disco também marca o retorno do guitarrista Eric Klinger à formação. Além da faixa de abertura, o álbum traz a faixa-título Stone Cold Anger, que começa com guitarras melódicas em clima de alerta antes da entrada firme dos vocais. March of the Giants aposta em peso direto e andamento robusto, enquanto Uncle Sam Wants You! adiciona uma pegada mais rock’n’roll ao repertório, sem abrir mão da crítica social.

A sequência inclui ainda Demonic InterventionRinse & RepeatHell Or High WaterScorched EarthJonestown Punch e Sky’s The Limit, fechando um conjunto de dez faixas que mantém a energia característica do grupo.

A formação atual conta com Gary Meskil (baixo e vocal), Jonas Sanders (bateria), Greg Discenza (guitarra solo) e Eric Klinger (guitarra base).


Fonte: Roadiecrew.com

DOWN, de PHIL ANSELMO, celebra o Mardi Gras com cover de DR. JOHN; veja o divertido clipe

 O Down divulgou uma versão especial de Right Place, Wrong Time, clássico de Dr. John, como forma de celebrar o Mardi Gras e prestar homenagem a um dos nomes mais emblemáticos da música de New Orleans.

Right Place, Wrong Time foi lançada originalmente em 1973 como single do álbum In the Right Place e se tornou a faixa mais popular da carreira de Dr. John. A música, que mistura blues, funk, soul e a tradição musical de New Orleans, acabou atravessando gerações e também marcou presença em produções como Dazed and Confused e na série American Horror StoryCoven.

A releitura do Down ganhou ainda um videoclipe gravado em março do ano passado, sob direção de Mike Holderbeast, e funciona como tributo não apenas ao artista, mas também às suas aparições no programa The Midnight Special, exibido entre 1972 e 1981.

Sobre a escolha da música, o vocalista Philip H. Anselmo comentou: Right Place, Wrong Time, de Dr. John, foi provavelmente uma das primeiras músicas que eu aprendi ou conheci quando era criança. Nós crescemos no French Quarter e a música de Dr. John estava em todo lugar. Gravar essa canção era algo que eu sempre quis fazer e fico feliz por ter feito isso com o Down. O vídeo foi extremamente divertido de gravar. Até minha mãe participa! Por causa dela, conheço muito bem a música de Dr. John.”


Formado por Philip H. Anselmo (vocal), Pepper Keenan e Kirk Windstein (guitarras), Jimmy Bower (bateria) e Pat Bruders (baixo), o Down carrega uma identidade sonora marcada por riffs densos, influência do blues do sul dos Estados Unidos e uma atmosfera carregada que se tornou característica do grupo desde os anos 1990.

Com integrantes que também passaram por nomes como PanteraCorrosion of ConformityCrowbar e Eyehategod, a banda estreou em 1995 com o álbum Nola, iniciando uma trajetória que inclui ainda Down II: A Bustle in Your HedgerowDown III: Over the Under e os dois volumes de Down IV. Ao longo dos anos, o grupo construiu reputação sólida nos palcos, dividindo turnês com Metallica e Heaven & Hell, além de marcar presença em festivais como Download Festival Ozzfest.


Fonte: Roadcrew.com

Ghost compartilha clipe de Umbra em celebração ao Valentine’s Day

 

O Ghost envia ao mundo um presente de Valentine’s Day – celebrado no dia 14 de fevereiro nos Estados Unidos e em alguns países da Europa e equivalente ao nosso Dia dos Namorados – na forma do novo e sensual videoclipe de Umbra, faixa do álbum Skeletá.

Dirigido por Amir Chamdin, o vídeo de Umbra acompanha a trajetória de um casal predestinado, rumo à sua ruína mútua, tudo sob o olhar atento e a narração de Papa V. Perpetua.


Em maio de 2025, o álbum Skeletá alcançou o primeiro lugar na parada Billboard 200 com 86.000 unidades equivalentes vendidas nos Estados Unidos em sua primeira semana de lançamento. Segundo a Billboard, 89% desse total (77.000) correspondeu a vendas de álbuns físicos, com as compras de vinil representando mais de 44.000 cópias.

Vale destacar que Skeletá foi o primeiro álbum de hard rock a alcançar o primeiro lugar na Billboard 200 desde Power Up do AC/DC em 2020.


fonte: Rockbizz.com.br

O sonho durou pouco: Mayara Puertas diz que não é a nova vocalista do Arch Enemy

 

Em novembro de 2025, a canadense Alissa White-Gluz desistiu do cargo de frontwoman do Arch Enemy, após doze anos de parceria. A cantora informou que vai se concentrar nos próprios projetos e prometeu aos seus seguidores grandes novidades para este ano.

Dessa forma, a vaga de frontwoman no Arch Enemy está sem uma dona oficial! E não demorou para que os internautas brasileiros ventilassem a ideia de Mayara Puertas (Torture Squad) ser a nova vocalista do Arch Enemy.

Infelizmente o sonho do público brasileiro durou pouco! Em conversa com o Wikimetal, Mayara Puertas disse que não é a nova vocalista do Arch Enemy.

“Não, eu não sou a vocalista do Arch Enemy! Isso tudo começou na internet, porque as pessoas associaram uma publicação minha. Eu sou muito fã do Arch Enemy, acompanho o trabalho e admiro muito a Angela [Gossow] e me sinto inspirada pelo trabalho dela”.

Mayara completou: “Agradeço às pessoas, principalmente os fãs da América Latina, que me escolheram como essa sucessora da Alissa. Li muitas mensagens de apoio. Mas sigo trabalhando com a minha banda aqui no Brasil”.

A banda sueca vem trabalhando com o mistério para deixar os fãs bastante ansiosos. As pistas que os caras já liberaram levam a crer que Angela Gossow voltará ao posto de vocalista do conjunto.

Show

O próximo show do grupo será no Brasil, no Bangers Open Air, em São Paulo, no finalzinho do mês de abril. Caso o rumor se torne fato, a reestreia da cantora será na nossa casa, com o apoio da melhor plateia do mundo.



Fonte: Rockbizz.com.br

Novo disco da Nervosa levará a banda a outro patamar, segundo Prika Amaral

 


Durante uma nova entrevista concedida ao canal Chuva TV, a guitarrista/vocalista/fundadora da NervosaPrika Amaral, revelou novos detalhes sobre o que será apresentado aos fãs no novo disco “Slave Machine” que chegará às lojas e plataformas de streaming em de abril de 2026 via Napalm Records:

“Eu posso dar alguns spoilers! O tema desse disco, eu acho que engloba todo mundo e é um tema muito atual e fala muito do que nós estamos vivendo como sociedade, como o nosso comportamento mudou. É uma coisa muito focada nisso. Não é um álbum cem por cento conceitual, mas baseado em um conceito, sim. Por que eu não gosto muito de me prender a uma coisa só. Eu não gosto muito de limitação. Então assim, foi muito inspirado nisso e, cara… Nós experimentamos muita coisa. Eu me senti muito mais segura, porque no primeiro disco eu nem sabia como era cantar e agora eu já tenho três anos de experiência e de estrada, muita turnê e tal. Então eu já sabia muito o que eu queria fazer, como eu queria soar, como eu queria cantar e o que eu tinha que fazer com a garganta e tal. Foi um processo muito legal e eu amei o resultado. Todas nós estamos muito empolgadas com o disco novo e eu realmente acredito muito que vai levar a Nervosa para um outro nível.”

Enquanto o novo disco da Nervosa não chega, você pode curtir o primeiro single (faixa-título) liberado recentemente:


Fonte: Mundometalbr.om

Saiba quem é o novo vocalista do Nevermore

 

A lendária banda americana Nevermore assinou com a Reigning Phoenix Music para o lançamento do primeiro álbum após quinze anos, desde “The Obsidian Conspiracy” com o saudoso Warrel Dane nos vocais.

O comunicado oficial da banda pode ser conferido abaixo:

“Estamos entusiasmados por anunciar que o Nevermore assinou oficialmente com a Reigning Phoenix Music! Era óbvio desde o início que eles eram os parceiros perfeitos para a nova era do Nevermore. Sua paixão pela música Metal combinada com o extenso pedigree da indústria da sua equipe tornou a escolha fácil. Mal podemos esperar para voltar aos palcos diante dos nossos fãs em Istambul no dia 1 de abril, e estamos muito entusiasmados por terminar de escrever e montar o novo álbum do Nevermore!”

O cofundador da Reigning Phoenix MusicGerardo Martinez, acrescentou:

“Não há palavras para descrever o quão orgulhoso e entusiasmado a RPM está na perspectiva de fazer parte do próximo capítulo do Nevermore. Tendo sido fã desde 1995, quando os vi em turnê com o Death, segui-os durante toda a sua jornada musical e mal posso esperar pelo que ainda está por vir!”

Nevermore comandado pelo guitarrista Jeff Loomis e o baterista Van Williams, revelou a sua nova formação completa, e ela inclui os novatos Jack Cattoi na guitarra, Semir Özerkan no baixo, bem como o novo vocalista Berzan Önen.

Quem é Berzan Önen?

Antes do anuncio e a confirmação como vocalista do NevermoreBerzan Önen já havia construído uma trajetória sólida no cenário do metal. Ele era especialmente conhecido como cantor de estúdio e colaborador em diversos projetos. Natural de Istambul, na Turquia, Berzan se apresenta como cantor profissional, compositor e também professor de técnica vocal. O inicio de seus estudos de canto foi ainda na época de universidade. Ao longo de mais de uma década de atividade constante, participou de várias bandas e gravações. Assim, o músico acumula experiência tanto em shows quanto em trabalhos como vocalista convidado para artistas de diferentes países.

Conhecido por sua versatilidade, Önen transita entre vocais limpos, rasgados e extremos. Ele também possui técnicas como throat singing e overtones, características que chamaram atenção em seus trabalhos anteriores. Ele esteve à frente de projetos como Inner Urge, responsável pelo álbum Consume and Waste (2022), mas também passou por bandas e colaborações como Alkera, Preludium Fury e diversos lançamentos independentes. Tudo isso certamente o consolidou como um nome ativo na cena metal internacional antes de receber o convite para integrar o Nevermore.


Fonte: Mundometalbr.com

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Draconian anuncia novo álbum de estúdio, "In Somnolent Ruin"

 A banda sueca de gothic metal Draconian confirmou o lançamento do seu novo álbum de estúdio para 8 de maio. "In Somnolent Ruin" é o oitavo trabalho de estúdio do grupo e conta com 9 faixas em seu tracklist. O disco marca o retorno da vocalista Lisa Johansson, presente nos cinco primeiros discos.



A banda sueca de gothic metal Draconian confirmou o lançamento do seu novo álbum de estúdio para 8 de maio. "In Somnolent Ruin" é o oitavo trabalho de estúdio do grupo e conta com 9 faixas em seu tracklist. O disco marca o retorno da vocalista Lisa Johansson, presente nos cinco primeiros discos.

Exatos oito dias após o play ser disponibilizado, o sexteto abre a turnê pelo Brasil, com show exclusivo em São Paulo. A apresentação acontece no Carioca Club e os ingressos já estão à venda.

Além de Lisa, a formação atual conta com Johan Ericson (guitarra, teclado e vocal), Anders Jacobsson (vocal), Daniel Arvidsson (baixo), Niklas Nord (guitarra) e Daniel Johansson (bateria). A estreia do Draconian em palcos nacionais aconteceu em 2023. A demanda foi tão grande que a banda realizou um show extra na capital paulista.


01. I Welcome Thy Arrow

02. The Monochrome Blade

03. Anima (feat. Daniel Änghede)

04. The Face Of God

05. I Gave You Wings

06. Asteria Beneath The Tranquil Sea

07. Cold Heavens

08. Misanthrope River

09. Lethe


Fonte: Whiplash.net

Melvins e Napalm Death anunciam álbum colaborativo "Savage Imperial Death March"

 


Parceiros de palco em diversas ocasiões, Melvins e Napalm Death decidiram levar a colaboração ao estúdio. As bandas lançam, dia 10 de abril, o álbum "Savage Imperial Death March" – mesmo nome das turnês conjuntas realizadas nos anos de 2016 e 2025.

Não se trata de um split, quando cada grupo registra suas faixas de forma individual e o tracklist é dividido. Músicos das duas formações performaram juntos. Do lado do Melvins, participaram Buzz Osborne (vocal e guitarra) e Dale Crover (bateria). Já o Napalm Death figurou com Barney Greenway (vocal), Shane Embury (baixo) e John Cooke (guitarra).

A faixa de abertura, "Tossing Coins Into The Fountain Of Fuck", pode ser conferida no player abaixo



Em material promocional, Embury destacou: "Sempre adorei os Melvins e a visão que eles têm da música. A oportunidade de fazer um álbum de loucura musical eclética juntos foi uma verdadeira honra e muito divertido, que é, sem dúvida, o objetivo principal! Vamos fazer outro em breve."


Osborne retribuiu: "Napalm Death é uma das minhas bandas favoritas de todos os tempos. Foi um prazer absoluto e um sonho realizado fazer essa colaboração com eles. Compusemos músicas juntos. Eu criava um riff e nós o aprendíamos e gravávamos na hora. Eles compunham coisas e nós também as aprendíamos imediatamente. Foi uma parceria verdadeiramente 50/50."


01. Tossing Coins Into The Fountain Of Fuck

02. Some Kind Of Antichrist

03. Awful Handwriting

04. Nine Days Of Rain

05. Rip The God

06. Stealing Horses

07. Comparison Is The Thief Of Joy

08. Death Hour



Fonte: Whiplash.net

Corrosion Of Conformity lança em abril o álbum duplo ‘Good God/Baad Man’

 As lendas americanas do heavy metal CORROSION OF CONFORMITY lançarão seu aguardado novo álbum duplo, “Good God / Baad Man”, em 3 de abril via Nuclear Blast.

Muita coisa aconteceu no universo do CORROSION OF CONFORMITY desde que seu último álbum nos atingiu em cheio. Em 2018, quando “No Cross No Crown” caiu como uma bomba atômica de rock n roll, a formação testada e aprovada do CORROSION OF CONFORMITY com Pepper Keenan (vocal, guitarra), Woody Weatherman (guitarra), Reed Mullin (bateria) e Mike Dean (baixo) ainda estava forte. Quatro irmãos unidos em uma história de décadas iniciada por um bando de punks adolescentes em Raleigh, Carolina do Norte, por volta de 1982.


Os primeiros quatro álbuns do CORROSION OF CONFORMITY deixaram uma marca permanente em headbangers, cabeludos e punks de rua em todos os lugares: os clássicos do underground “Eye For An Eye” (1984) e “Animosity” (1985), seguidos por sucessos um pouco mais populares “Blind” (1991) e “Deliverance” (1994). Na época em que o CORROSION OF CONFORMITY esculpiu “No Cross No Crown” quase um quarto de século depois, eles eram lendas em seu próprio tempo, reverenciados por duas gerações de fãs de punk, metal e rock.

Então a tragédia aconteceu: em janeiro de 2020, Mullin deixou este plano terreno. Foi um golpe devastador, tanto pessoal quanto profissionalmente. Como você substitui um irmão? Você não substitui. Tudo o que você pode fazer é seguir em frente em sua memória. O que foi o que o resto do CORROSION OF CONFORMITY fez — até que a COVID-19 paralisou o mundo. Então Dean decidiu seguir seu próprio caminho. Foi uma separação amigável, mas deixou Pepper e Woody contemplando seu próximo passo. Eles se entocaram na casa de Keenan no Mississippi, ouvindo toda a música que amam. DISCHARGE. ZZ TOP. MOTÖRHEAD. Neil Young. BLACK SABBATH. Você sabe: as coisas boas.

Eles começaram a escrever. Eles não pararam; não por um longo tempo. Na verdade, eles compuseram um enorme álbum duplo.

“Conforme avançávamos, tínhamos uma pletora tão louca de músicas, era quase como duas direções diferentes”, diz Pepper. “Sabíamos que tínhamos que dividi-lo em dois álbuns diferentes. Então tivemos essa ideia para o conceito.”

O conceito por acaso é o título do disco. Chama-se “Good God / Baad Man”.

“Nosso produtor, Warren Riker, vivia chamando de ‘Dark Side Of The Doom'”, relembra Pepper. “Na minha cabeça, é uma carta de amor estranha para todas as coisas do rock n roll. Usamos isso para ter a liberdade de ir em direções diferentes. Cada álbum é seu próprio pequeno universo e tem sua própria identidade. ‘Good God’ tende para o lado mais pesado e irritado do espectro. ‘Baad Man’ está mais no escopo do rock de agito. Conforme avançávamos, ficou claro quais músicas iam para qual álbum.”

Eles trouxeram o baterista Stanton Moore, que tocou no álbum de 2005 do CORROSION OF CONFORMITY “In The Arms Of God”. Eles trouxeram o baixista Bobby Rock Landgraf, que passou um tempo com Pepper nos pesos pesados de New Orleans DOWN quando não estava aterrorizando os locais em sua própria banda HONKY.

“Com muitas dessas músicas, estamos tentando deixar Reed Mullin orgulhoso”, diz Pepper. “Ele era um cara incrível e um baterista único. E as apostas eram altas.”

A primeira prévia da banda para esta oferta gigantesca vem na forma do single principal, “Gimme Some Moore”. A faixa conta com vocais de apoio de Al Jourgensen do MINISTRY e do guitarrista da Madonna, Monte Pittman. O refrão da música é, “Struggle is worth the fight/Leather, chains and spikes.”

“Eu e Woody queríamos escrever uma música como se tivéssemos 17 anos novamente”, explica Pepper. “Nós até fizemos um compacto de sete polegadas para ela.”

O referido compacto, lançado durante a turnê deles pelo México e América do Sul no mês passado, é um resgate do punk do início dos anos 80, completo com uma colagem de fotos em preto e branco e um cover do FEAR no lado B. É arrasador.

 

Fonte: Rockbrigade.com.br

The Rolling Stones: noiva de Mick Jagger, Melanie, sofre ataque ao sair de boate em Londres

 

O mundo não está fácil para ninguém, com violência e ranger de dentes para todos os lados. A coisa está tão bizarra que até os familiares e amigos das estrelas de rock estão sofrente perrengues e episódios de agressão, o que é lamentável em todos os sentidos.

O caso mais recente aconteceu com a noiva de Mick Jagger, Melanie, que sofreu um ataque ao sair de boate em Londres, Inglaterra.

Na noite da última terça, 10, em uma publicação nos stories do Instagram, a modelo e bailarina escreveu: “É incrivelmente difícil compartilhar isso, mas fui agredida fisicamente na Annabel’s esta noite. Duas pessoas me agarraram por trás e, graças a Deus, havia pessoas boas que intervieram para me ajudar. Estou abalada, triste e com o coração partido por ver pessoas se tratarem dessa forma”.


O jornal britânico The Sun noticiou posteriormente que o incidente pode ter sido uma tentativa de assalto. No então, até o fechamento desta matéria, a boate, a Polícia Metropolitana e a assessoria de Jagger não se pronunciaram sobre o caso.

Melanie Hamrick e o vocalista do The Rolling Stones se conheceram em 2014. O casal teve um filho, Deveraux — o oitavo filho de Jagger — em 2016.



Fonte: Rockbizz.com.br

Behemoth cancelado na Turquia reacende debate sobre religião e censura no Metal

 


O cancelamento dos shows da banda polonesa Behemoth na Turquia voltou a acender uma discussão antiga dentro do Heavy Metal: até que ponto a religião aceita o Metal — e até que ponto o Metal deve aceitar a religião? A decisão das autoridades turcas, tomada após pressão de grupos religiosos, reacendeu memórias de um passado em que o estilo sofreu perseguições constantes de instituições políticas e religiosas.

As apresentações em Istambul e Ancara foram suspensas após autoridades alegarem incompatibilidade com “valores sociais”. A decisão ocorreu depois de uma onda de críticas online que acusavam a banda de promover satanismo. Além dos shows do Behemoth, eventos de outros artistas também foram cancelados no mesmo período, incluindo a apresentação da banda Slaughter To Prevail.

O vocalista Adam “Nergal” Darski classificou a decisão como mais um exemplo de ideologia sendo usada para suprimir a expressão artística e restringir a liberdade cultural. Segundo o músico, a banda sempre defendeu a independência criativa e o direito dos artistas de se expressarem sem censura, reforçando que a música não representa uma ameaça — mas o silenciamento, sim.


Quando a história se repete

Casos como o da Turquia mostram que o conflito entre religião e Metal não pertence apenas ao passado. Durante décadas, bandas e fãs enfrentaram acusações de satanismo, campanhas moralistas e até processos judiciais. O próprio Behemoth carrega esse histórico: Nergal já foi alvo de processos na Polônia por supostamente ofender sentimentos religiosos, seja por declarações no palco, seja por imagens divulgadas nas redes sociais.

Embora alguns desses casos tenham sido arquivados ou revertidos, o padrão se repete em diferentes países e contextos. Sempre que o estilo ganha visibilidade, surgem setores religiosos dispostos a combatê-lo, classificando o Metal como ameaça moral, espiritual ou cultural.

Ao mesmo tempo, o cenário atual parece paradoxal. Hoje existem bandas cristãs dentro do Heavy Metal, e muitos fãs conciliam fé religiosa com a paixão pelo som pesado. Em uma análise superficial, não haveria contradição: música é música, fé é fé. No entanto, episódios como o cancelamento do Behemoth revelam que essa convivência nem sempre é recíproca.



O paradoxo entre fé e distorção

Enquanto parte do público tenta harmonizar religião e Metal, muitos líderes religiosos continuam vendo o estilo como algo perigoso ou indesejado. Em várias regiões do mundo, comunidades religiosas ainda pressionam autoridades e organizadores para barrar shows, festivais e até a circulação de determinadas bandas.

Esse contraste levanta um questionamento inevitável: se determinados grupos religiosos não toleram o Metal, o Metal deveria tolerar essas mesmas instituições? A resposta não é simples, principalmente porque o estilo sempre se orgulhou de defender a liberdade individual e a diversidade de ideias.

Ainda assim, a realidade mostra que essa convivência pode ser frágil. Fãs religiosos podem viver esse paradoxo sem grandes conflitos pessoais, mas episódios como o ocorrido com o Behemoth servem como alerta. Em contextos onde determinada religião ganha força política e social, o Rock e o Metal frequentemente se tornam alvos de censura.

Liberdade artística em jogo

O cancelamento dos shows do Behemoth na Turquia, portanto, vai além de um caso isolado. Ele expõe uma tensão estrutural entre visões de mundo incompatíveis. De um lado, um estilo musical que celebra a liberdade artística, o questionamento e a individualidade. Do outro, instituições que, em certos contextos, tentam limitar aquilo que consideram ofensivo ou perigoso.

A história mostra que, quando essa balança pende para o lado da censura, o Metal costuma ser um dos primeiros a sentir o impacto. Por isso, cada novo caso reacende o debate e reforça uma constatação incômoda: a coexistência entre religião institucional e Metal pode existir no plano individual, mas, no campo coletivo, continua sendo uma relação marcada por conflito.

BEHEMOTH - The Shit Ov God (Full Album 2025)



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Fonte: Mundometalbr.com