quarta-feira, 22 de julho de 2026

Hatebreed anuncia lançamento do novo álbum Fatal Paradox e libera o single Kill Count Increase

 

O Hatebreed anunciou o lançamento do novo álbum Fatal Paradox e liberou o single Kill Count Increase para promover o material. O disco, que vai sair no dia 06 de novembro pelos selos BLKIIBLK e Frontiers Label Group, teve a colaboração de Chris “Zeuss” Harris, profissional que já trabalhou com nomes como Rob Zombie e Accept.

Sobre Kill Count Increase, que é a faixa de abertura de Fatal Paradox, o vocalista Jamey Jasta disse: “É o nosso primeiro álbum em seis anos. É o Hatebreed direto e visceral. Rápido e pesado. A música vai direto ao ponto e só dá uma trégua dois minutos e meio depois. O ambiente e todos nele são destruídos e saem querendo mais”.

O trabalho possui a participação especial de John Tardy, frontman do peso-pesado Obituary, no som Sacrifice Season.

Além do cantor Jamey Jasta, o conjunto conta com os trabalhos de Wayne Lozinak (guitarra), Frank Novinec (guitarra), Matt Byrne (bateria) e Carl Schwartz (baixo).

Track listing de Fatal Paradox:

01. Kill Count Increase
02. The Carrion Choir
03. Decisions Become Destinies
04. Total Invincible
05. Fatal Paradox
06. Still A Threat
07. Sacrifice Season (com John Tardy)
08. Truth Is A Lion
09. Make The Demons Obey
10. None Left To Save
11. Poison Planet




Fonte: rockbizz.com.br

Slaughter to Prevail estreia videoclipe do single Koschei

 

O Slaughter to Prevail estreou o videoclipe do single Koschei. A canção está presente no novo álbum Grizzly, que saiu no dia 18 de julho pelo selo Sumerian Records. O disco tem a participação de Ronnie Radke (Falling In Reverse) na música Imdead e Babymetal em Song 3.

Sobre a música, o vocalista Alex Terrible disse. “Ele é um feiticeiro ancestral que não pode ser morto por meios comuns, pois sua morte está escondida fora de seu corpo. Segundo a lenda, sua morte está oculta dentro de uma agulha; a agulha está dentro de um ovo; o ovo dentro de um pato e assim por diante – escondida em um lugar quase impossível de encontrar.

É por isso que Koschei representa algo muito maior do que a imortalidade física. Ele personifica a ideia de que a verdadeira essência de um ser existe além do próprio corpo”.





Já sobre o novo trabalho, Terrible disse: “Acho que este é o melhor álbum que já escrevemos. Nos dedicamos muito a ele. Dedicamos muito tempo a cada detalhe e realmente colocamos nossa alma nas músicas.

No passado, estávamos sempre correndo para terminar os álbuns e lançando o que tínhamos em mãos. Desta vez, dedicamos nosso tempo, trabalhamos cuidadosamente em cada faixa e garantimos que tudo estivesse exatamente como queríamos. Espero que tenha valido a pena”.

Além de Alex Terrible, o Slaughter to Prevail conta com os trabalhos de Jack Simmons (guitarra), Dmitry Mamedov (guitarra), Mikhail Petrov (baixo) e Evgeny Novikov (bateria).

Track listing de Grizzly:

01. Banditos
02. Russian Grizzly In America
03. Imdead (com Ronnie Radke)
04. Babayka
05. Viking
06. Koschei
07. Song 3 (com BABYMETAL)
08. Lift That Shit
09. Behelit
10. Rodina
11. Conflict
12. Kid Of Darkness
13. 1984



Fonte: Rockbizz.com.br

Amon Amarth mostra detalhes do novo álbum The Allfather Awakens e libera a pedrada Gjallarhorn

 

O Amon Amarth mostrou detalhes do novo álbum The Allfather Awakens e liberou a pedrada Gjallarhorn para promover a obra musical. O disco é uma obra avassaladora de 10 faixas com lançamento previsto para 02 de outubro pela Metal Blade. Além de Gjallarhorn, o álbum incluirá o single We Rule The Waves, que saiu no ano passado.

Para o Amon Amarth, um novo álbum marca o início de um novo mundo”, informou a banda sueca em nota. “Assim como nos discos anteriores, Odin – o ‘Pai de Todos’ da mitologia nórdica, divindade da guerra, sabedoria, morte, magia e poesia – é o fio condutor das letras e da arte da banda.

Mais uma vez, Odin serve de inspiração para o grupo, mas The Allfather Awakens não é um álbum conceitual; trata-se, na verdade, de uma coleção de contos épicos inspirados em fatos históricos, abordando temas como conflito e sacrifício em prol de um bem maior”.

O grupo produziu o novo álbum de uma maneira diferente em relação aos 12 anteriores, gravando-o ao longo de duas sessões no estúdio do produtor Jacob Hansen, na Dinamarca, na primavera de 2025 e em março de 2026. As músicas foram compostas enquanto a banda estava em turnê.

Trabalhamos em uma música de cada vez e deixamos cada uma delas o melhor possível”, disse o guitarrista Olavi Mikkonen. “Depois, gravamos uma música de cada vez até que cada faixa estivesse totalmente finalizada: bateria, guitarras e vocais. Só então começamos a próxima”.

Track listing de The Allfather Awakens:

01. Gjallarhorn
02. Eight Legs Of Thunder
03. Kvasir’s Blood
04. We Rule The Waves
05. Upphaf
06. Die With A War Cry
07. Raven God
08. The Allfather Awakes
09. Oden’s Hunt
10. Ascending Like An Eagle





Fonte: Rockbizz.com.br

terça-feira, 21 de julho de 2026

Crowbar cancela turnê devido a problema de saúde do vocalista e guitarrista Kirk Windstein

 O Crowbar anunciou o cancelamento da turnê europeia que teria início no próximo dia 27 de julho. Seriam 12 shows, finalizando o itinerário em 7 de agosto. O motivo é a saúde do vocalista e guitarrista Kirk Windstein. O músico de 61 anos enfrenta um problema de coluna, tendo feito shows recentes sentado. O próprio se manifestou nas redes sociais.

"Tenho um cisto sinovial bilateral na coluna que está começando a inflamar novamente e me causando muitos problemas. Indo direto ao ponto: ele está atacando - já faz algumas semanas -, por isso começo a fisioterapia amanhã de manhã. Estou na estrada há 36 anos e nunca cancelei uma turnê. Mas, devido à minha condição física atual, não tenho condições de pegar aviões, viajar de van por duas semanas e depois pegar dois voos de volta para casa. Peço desculpas e entendo que vocês ficarão decepcionados - o que é compreensível -, mas faremos todo o possível para compensar esses shows. Não vamos remarcar a turnê inteira, mas sim realizar apresentações nessas cidades no ano que vem, quando estivermos na Europa com o Crowbar. Obrigado pela compreensão e tudo de bom."

De acordo com informações coletadas no Google, "o cisto sinovial na coluna é uma formação benigna preenchida por líquido articular que surge devido a desgastes e inflamações. Quando ocorre de forma bilateral (nos dois lados), o tratamento inicial foca no controle da dor com fisioterapia ou infiltrações, podendo evoluir para cirurgia minimamente invasiva caso haja compressão de nervos."


"Zero and Below", álbum mais recente do Crowbar, saiu em 2022. Kirk também faz parte do Down, que vem trabalhando em um novo disco paralelamente às atividades principais de seus integrantes. Também integra o Sun Don't Shine, com ex-integrantes do Type O Negative, além de ter lançado o álbum solo "Ethereal Waves" ano passado.


Fonte: Whiplash.net

As bandas brasileiras que se apresentarão no Wacken Open Air 2026

 Há anos o Brasil se tornou presença constante no Wacken Open Air, mais tradicional festival dedicado ao heavy metal em todo o planeta. Em 2026 não será diferente. Duas bandas estão escaladas para o evento, que acontece entre 29 de julho e 1º de agosto no vilarejo do norte da Alemanha que lhe empresta o nome.


A primeira atração nacional a subir em um dos palcos é o The Troops of Doom. O grupo se apresenta na quarta-feira, 29/07, no Wasteland Stage, às 21h30 – 16h30 no horário de Brasília. No início do ano, o grupo anunciou a entrada do guitarrista alemão Frank "Blackfire" Gosdzik (Sodom, ex-Kreator), substituindo Marcelo Vasco.

Logo a seguir, o grupo lançou um cover para "God of Thunder", do Kiss, com participações de Chuck Billy (vocalista do Testament), PJ (baixista do Jota Quest), Martin Furia (guitarrista do Destruction) e Andria Busic (baixista e vocalista do Dr. Sin). A versão pode ser conferida no link abaixo.

Na sexta-feira, 31/07, será a vez de o Sepultura subir ao Harder Stage, um dos palcos principais do Wacken. A banda se apresenta já na madrugada do domingo, uma da manhã local – 20h em Brasília. Antes, no mesmo espaço, o Judas Priest fará um dos shows como headliner do festival.

O grupo mais bem-sucedido da história do heavy metal nacional realizará um dos últimos shows da "Celebrating Life Through Death", sua turnê de despedida. O encerramento do giro acontece dia 7 de novembro no Pacaembu, em São Paulo.




O Wacken Open Air 2026 contará com 174 shows e receberá 85 mil pessoas por dia. A lista completa de atrações, com a ordem e divisão de palcos, pode ser conferida clicando aqui. Será a 35ª edição do evento, que acontece anualmente desde 1990 – exceção a 2020 e 2021, devido à pandemia de covid-19.


Fonte: Whiplash.net

Do aguardado álbum “Space 1993: Wrath of Kor-Virliath” GLORYHAMMER lança clipe animado de “Ultimate Sacrifice”


Após anunciar seu quinto álbum de estúdio, Space 1993: Wrath of Kor-Virliath, previsto para 16 de outubro pela Napalm Records Gloryhammer disponibilizou o primeiro single, Ultimate Sacrifice, acompanhado de um videoclipe animado dirigido por Alex Henderson.

A nova música apresenta os primeiros acontecimentos da história que será contada ao longo do disco. Na trama, o Deus Ancião Kor-Virliath retorna para tentar conquistar o universo após o fracasso do ritual de Zargothrax, enquanto o Reino Espacial de Fife parece condenado. Cabe aos heróis do Gloryhammer enfrentar a ameaça em uma batalha épica.

Sobre o single, a banda declarou:

Poderosos guerreiros! Preparem-se para batalhas de aço galáctico! Angus McFife V realizará seu sonho de voar em um unicórnio? Qual foi o verdadeiro destino de Hootsman após sua implosão? Descubram agora, no próximo episódio de Gloryhammer!”

Assista:



O novo álbum dá sequência direta à história iniciada em Space 1992: Rise of the Chaos Wizards (2015). A narrativa acompanha Angus McFife V, apresentado no single Fly Away (2022), em uma jornada através do espaço-tempo que o leva ao distante futuro de 1993, onde seu destino será decidido.

Produzido pela própria banda e mixado por Jacob Hansen (VolbeatAmaranthe), Space 1993: Wrath of Kor-Virliath promete ampliar ainda mais a sonoridade do grupo. O trabalho transita entre power metal tradicional, thrash metal, synth rock e grandes passagens orquestrais, mantendo a identidade épica que tornou o Gloryhammer um dos nomes mais populares do power metal contemporâneo.

Em comunicado, o grupo comentou:

Poderosos guerreiros, alegrem-se! O glorioso Gloryhammer retorna triunfante com um novo capítulo da longa e turbulenta história do Império Intergaláctico de Fife. Buracos de minhoca multidimensionais, estações espaciais abandonadas e batalhas épicas aguardam na fronteira final de Space 1993. Pela glória eterna de Dundee!”

O álbum contará com 11 faixas, encerrando sua narrativa com a composição The Celestial Warhost of the Dundonian Empire Marches to Space Against the Dark Sorcerer: Final Assault on Battlemoon X-22, uma suíte de quase 13 minutos dividida em quatro capítulos.



Tracklist de Space 1993: Wrath of Kor-Virliath

  1. Ultra Portam Astralem

  2. Ultimate Sacrifice

  3. On a Quest for Aberdeen

  4. Die with a Sword in My Hand

  5. Silver Talon

  6. Starfighters of Leuchars

  7. Warriors of Auchtermuchty

  8. Pax Galactica

  9. Demonic Devotion

  10. Hammer of Fate

  11. The Celestial Warhost of the Dundonian Empire Marches to Space Against the Dark Sorcerer: Final Assault on Battlemoon X-22







Fonte: RoadieCrew.com


Napalm Death desafiou as expectativas mais uma vez e desafiou as probabilidades mais uma vez em sua carreira de quarenta anos, já que os pioneiros do grindcore foram apresentados no Tiny Desk da NPR, coordenado por Lars Gotrich. Você pode assistir ao set completo abaixo. A banda inglesa de metal fez os funcionários da NPR valerem o investimento, já que a descrição do YouTube incluiu que: “a apenas alguns passos de onde a equipe da NPR Music escreve e edita histórias, um turbilhão de camisetas pretas e coletes de batalha abriu uma pequena roda de bate-cabeça.”


O absurdo do momento não passou despercebido por nós, mas os sorrisos irônicos nas massas reunidas para ver uma banda de metal inglesa rasgar o tapete do escritório da NPR mantiveram o ímpeto apropriadamente (mas respeitosamente) caótico. A campanha contínua do Napalm Death para a destruição musical tinha chegado ao Tiny Desk,” a emissora pública continuou a explicar.

Gotrich explicou por que escalou o Napalm Death para a lendária série de concertos ao vivo, dizendo: “A primeira banda de grindcore no Tiny Desk tinha que ser os pais fundadores. Eu recusei ou disse ‘talvez mais tarde’ para tantas outras — foi por isso que era tão importante para mim acertar nisso. Existe apenas um Napalm Death, não apenas exemplar de música extrema, mas também do que é preciso para ser humano no que parece ser um tempo desumano.”

O vocalista Barney Greenway ecoou sentimentos semelhantes, oferecendo nada além de respeito pelo veículo de mídia: “Eu entrava e saía do Democracy Now! através da NPR Radio por décadas para obter minhas notícias norte-americanas sem filtros, mas ponderadas. Então, quando a coisa do NPR Tiny Desk surgiu, meio que explodiu minha mente minúscula um pouco. Percebemos que iríamos alcançar muito mais pessoas do que o normal com a apresentação no TD, mas como você pode esperar do Napalm Death, nós nunca iríamos moderar a apresentação de forma alguma. Esperamos que todos pelo menos tirem algo disso, mesmo que seja apenas uma compreensão da abrasão musical sendo levada ao enésimo grau.”

Mais importante ainda, Greenway adicionou: “Por favor, sempre apoiem a transmissão de acesso público em vista dos ataques implacáveis contínuos sobre ela.”


Fonte: Rockbrigade.com.br

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Metal Church estreia nova formação com David Ellefson, ex-Megadeth

A nova formação do Metal Church fez sua estreia ao vivo nos EUA na sexta-feira, 17 de julho, no Tupelo Music Hall em Derry, New Hampshire. Um vídeo do show gravado por fãs pode ser visto abaixo.


De acordo com o Setlist.fm, o setlist do Metal Church foi o seguinte:

  1. Ton Of Bricks”

  2. Start The Fire”

  3. Fake Healer”

  4. Gods Of Wrath”

  5. F.A.F.O.”

  6. Badlands”

  7. Date With Poverty”

  8. Watch The Children Pray”

  9. Brainwash Game”

  10. Dead To Rights” (estreia ao vivo) Bis:

  11. Beyond The Black”

  12. Metal Church”

A formação atual do Metal Church consiste no guitarrista fundador Kurdt Vanderhoof ao lado do guitarrista de longa data Rick Van Zandt, do baixista David Ellefson (Megadeth), do baterista Ken Mary (Flotsam And Jetsam, Fifth Angel, Alice Cooper, House Of Lords, TKO, Chastain) e do novo vocalista Brian Allen (Vicious Rumors). A nova formação do Metal Church fez sua estreia ao vivo em 17 de maio no San Luis Metal Fest no Teatro del Pueblo em San Luis Potosí, México. Em um episódio recente de “The David Ellefson Show”, Ellefson declarou sobre seu primeiro show como membro do Metal Church: “Você ensaia para fazer esse único show — e foi apenas uma questão de tempo no calendário que recebemos essa oferta para ir fazer esse festival em San Luis, México. [E] o Armored Saint estava lá. Foi um festival legal de dois dias, eu acho. Então deu uma oportunidade perfeita para apenas dar uma acelerada, ensaiar. Nós tivemos sessões de fotos, todas as coisas grandes de quando você está lançando uma turnê. E então fizemos apenas um show, porque o resto agora começa aqui em meados de julho. Então estou feliz que já esteja funcionando, porque conforme eu pego o baixo agora, as músicas estão bem ali. Tudo volta. Então parte disso é apenas aquela aceleração, aprender as partes, ensaiar, tocar. Uma vez que você toca algo ao vivo com sua banda, seja qual for o local, para 10 pessoas ou para 10.000 pessoas, não importa, uma vez que você passou por isso e se apresentou, agora isso fixa de um jeito diferente.” Ellefson continuou: “Mas foi ótimo. Nós acabamos fechando o festival. Fomos a última banda a tocar — eu esqueci se foi na noite de domingo, talvez. E isso foi de volta em maio. E foi ótimo. A banda tocou muito bem, soou muito bem. Fiquei muito impressionado com Brian Allen como frontman. É engraçado — artistas, especialmente provavelmente cantores, alguns caras roteirizam tudo, e outros caras são apenas como um lobo selvagem”, David adicionou. “Assim que você pisa no palco, a adrenalina bate, e você liga o carisma. Então ele tinha isso, e foi ótimo. Então foi divertido. Eu disse a Kurdt Vanderhoof depois — eu fui para o lado direito dele no palco e agitei um pouco com ele. E mesmo quando eu estava fazendo isso, eu pensei, ‘Cara, quão incrivelmente foda é isso? Estou tocando com Kurdt Vanderhoof e a banda dele Metal Church, cara. Quão legal é isso?’ E eu disse a ele depois, eu disse, ‘Cara, isso foi uma honra real, cara, apenas estar lá em cima e agitar com você.’ E então [houve] apenas uma espécie de respeito mútuo. Então é bom. É hora de gente grande. Todo mundo está no seu melhor jogo e fazendo isso há um tempo, então há um bom profissionalismo também.”

 


Fonte: Rockbrigade.com.br


João Gordo é um punk rocker que leva sua inquietação para a música e ação social

 

Por mais de quatro décadas, o nome João Gordo esteve diretamente ligado ao peso, atitude e irreverência do Ratos de Porão, uma das bandas mais importantes da história do punk e do crossover mundial. Mas reduzir sua trajetória apenas à figura do vocalista explosivo dos palcos é ignorar uma carreira marcada pela experimentação, criatividade e constante reinvenção.

Aos 62 anos, Gordo segue provando que continua sendo um dos artistas mais inquietos da música brasileira. Entre shows, gravações, programas de entrevista, podcasts e iniciativas sociais, ele transita por universos completamente diferentes sem perder sua identidade.

Um dos exemplos mais curiosos dessa versatilidade é o Brutal Brega, que conquistou público justamente por transformar clássicos da música popular brasileira em versões pesadas, irreverentes e surpreendentemente fiéis ao espírito original.

O repertório dos álbuns passeia por nomes como Reginaldo Rossi, Odair José, Waldick Soriano, Sidney Magal, Reginaldo Rossi, Ângelo Máximo, Jane e Herondy, e muitos outros, mostrando que o músico nunca teve preconceitos.

Outro capítulo dessa inquietação musical é Babylons P. e João Gordo, que rompe qualquer expectativa ao unir o peso do doom metal com elementos de dubstep e música eletrônica, criando uma experiência sonora intensa e experimental que reforça a disposição do cantor em desafiar rótulos.

Fora da música, Gordo também consolidou seu espaço como comunicador. Seu estilo direto, bem-humorado e sem filtros transformou seus programas e podcasts em referências para quem acompanha cultura, comportamento e música pesada. Conversando com artistas de diferentes gerações e estilos, ele demonstra a mesma autenticidade que o tornou um dos personagens mais respeitados do rock brasileiro.

Mas talvez sua faceta menos conhecida seja justamente a mais importante. Há anos (ao lado da esposa Vivi Torrico), João dedica parte significativa de sua rotina ao trabalho voluntário na Solidariedade Vegan, projeto social responsável pela produção e distribuição de refeições para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Muito longe dos holofotes, participa ativamente das ações solidárias, reforçando que o espírito contestador do punk também pode se traduzir em empatia, acolhimento e compromisso social.

Essa combinação de músico, apresentador, produtor, ativista e artista experimental faz de João Gordo um personagem único na cultura brasileira. Enquanto muitos artistas permanecem presos ao sucesso que os consagrou, ele segue expandindo horizontes, colaborando com diferentes cenas e mostrando que a criatividade não conhece limites.




Fonte: Rockbizz.com.br

Jennifer Finch, baixista do L7, morre aos 59 anos após luta contra câncer no cérebro

 

Jennifer Finch, baixista do L7, morreu neste sábado, 18 de julho, aos 59 anos, após enfrentar uma forma agressiva de câncer no cérebro. Poucos dias antes, a musicista havia anunciado que não participaria da turnê de despedida The Last Hurrah Tour, planejada originalmente quando as quatro integrantes estavam em boas condições de saúde. Mesmo diante do diagnóstico, ela pediu que as companheiras mantivessem os compromissos marcados.

O avanço rápido da doença provocou complicações, assim como exigiu diversas cirurgias, deixando Jennifer Finch com limitações físicas significativas e necessidade de cuidados contínuos. Amigos, familiares e integrantes do L7 abriram uma campanha no GoFundMe para custear enfermagem domiciliar, equipamentos médicos, fisioterapia, terapia da fala, despesas da residência e a conclusão de um projeto criativo previsto para 2027. Assim, a arrecadação ultrapassou US$ 392 mil, superando a meta inicial de US$ 350 mil. Entretanto, a baixista não resistiu.

L7 lamenta a morte de Jennifer Finch

Ao comunicar o falecimento, o L7 publicou uma nota emocionada em suas redes sociais:

É com o coração muito pesado que anunciamos que nossa amada companheira de banda, amiga e parceira de confusões, Jennifer Finch, faleceu hoje. Ela travou uma longa e corajosa batalha contra o câncer no cérebro e recebeu o amor de muitos amigos maravilhosos, colegas músicos e fãs ao redor do mundo.”

Na sequência, Donita Sparks, Suzi Gardner e Demetra Plakas destacaram a importância da baixista para a história do grupo:

Estamos devastadas pela perda de nossa amada companheira, irmã e amiga, cujo espírito feroz, humor e criatividade sem limites ajudaram a moldar o L7 e mudaram para sempre a vida de todas nós. Jennifer era uma verdadeira original, que viveu inteiramente de acordo com seus próprios termos, e o impacto que causou na música, na arte e em todos que tiveram a sorte de conhecê-la não pode ser medido.”

A mensagem terminou com uma despedida direta:

Nós a amamos além das palavras e sempre a carregaremos conosco. Descanse em poder, nossa querida amiga. Com amor, L7.”

Integrante da formação clássica responsável por discos como Bricks Are Heavy, Hungry For Stink e The Beauty Process: Triple Platinum, Jennifer Finch ajudou a construir a mistura de Punk Rock, Grunge, peso e irreverência que transformou o L7 em uma das bandas mais importantes do Rock alternativo norte-americano.


fonte: Mundometalbr.com

sexta-feira, 17 de julho de 2026

CHUCK BILLY anuncia autobiografia que aborda carreira no TESTAMENT e luta contra o câncer



O vocalista do TestamentChuck Billy, lançará em 10 de novembro sua aguardada autobiografia, Holding My Breath: The Two Testaments of Chuck Billy, publicada pela Permuted Press. A obra promete revisitar tanto a ascensão da banda como um dos pilares do thrash metal da Bay Area quanto a batalha do cantor contra o câncer, diagnosticado em 2001.

Escrito em parceria com Dave Erickson, o livro é dividido em duas partes, chamadas de “Velho Testamento” e “Novo Testamento”. A primeira acompanha o surgimento do Testament, a explosão do thrash metal nos anos 1980, as rivalidades, amizades e os bastidores de uma das cenas mais importantes da história do gênero.

Já a segunda parte mergulha em um dos momentos mais difíceis da vida de Billy. Aos 38 anos, o cantor recebeu o diagnóstico de um câncer que quase interrompeu sua carreira. O livro aborda seu tratamento, a influência de suas raízes indígenas Pomo e mexicano-americanas, a espiritualidade e o apoio recebido da comunidade do metal durante o processo de recuperação.

Um dos capítulos centrais é dedicado ao histórico Thrash of the Titans, show beneficente realizado em 2001 para arrecadar fundos para o tratamento de Chuck Billy e do então vocalista do DeathChuck Schuldiner. O evento reuniu diversas bandas da cena thrash e é considerado um dos momentos mais marcantes da história do estilo, além de impulsionar uma nova fase de popularidade do gênero.

Sobre a obra, Billy afirmou:

Este livro fala sobre duas versões de mim que, na verdade, contam uma única história: o cara que achava que era invencível e o cara que aprendeu como a vida pode ser realmente frágil.”

O editor da Permuted PressAnthony Ziccardi, destacou a importância do lançamento.

Chuck Billy é uma das vozes mais influentes da cena thrash metal. A Permuted Press está entusiasmada por publicar essa extraordinária jornada pessoal.”

A autobiografia também contará com um prefácio assinado por Rob Halford, vocalista do Judas Priest, e um posfácio escrito por Randy Blythe, do Lamb Of God.

Além de sua trajetória musical, Chuck Billy aborda no livro sua identidade cultural e o reconhecimento que recebeu por seu trabalho junto às comunidades indígenas norte-americanas. Ao longo da carreira, o vocalista participou da exposição Up Where We Belong: Native Musicians In Popular Culture, do Smithsonian National Museum of the American Indian, e conquistou o prêmio de Melhor Videoclipe no American Indian Film Festival com Native Blood.

Fonte: Rockbrigade.com.br