quinta-feira, 2 de julho de 2026

ENSLAVED lança novo single/clipe colaborativo “Spirit Helper” com KEVIN KICKING WOMAN

 Hoje, os pioneiros do metal progressivo norueguês, Enslaved, têm a honra de revelar ‘Spirit Helper’, uma colaboração única e profundamente poderosa com Kevin Kicking Woman, um Ancião da Nação Blackfeet.

‘Spirit Helper’ nasceu, em parte, da relação da banda com o festival Fire In The Mountains, que acontece anualmente na Nação Blackfeet, em Montana (EUA). O Enslaved retornará ao festival no final deste mês para se apresentar. Abaixo, Ivar Bjørnson, do Enslaved, e Kevin Kicking Woman explicam o conceito e o longo processo de criação por trás da faixa.

 

Ouça ‘Spirit Helper’ aqui: enslaved.bfan.link/spirit-helper

Assista ao clipe de ‘Spirit Helper’ aqui:




Kevin Kicking Woman (vocais):

“As canções são a forma de conhecimento do povo Blackfoot. Elas expressam relacionamento e responsabilidade, pertencimento e prestação de contas. O propósito desta música é trazer uma expressão performática que dê significado à vida, conectando-nos aos universos por meio do cosmos, dos seres da terra, dos seres da água e dos seres espirituais. ‘Spirit Helper’ é a documentação física desse processo.”
Ivar Bjørnson (Enslaved) explica a história por trás de ‘Spirit Helper’:

“‘Spirit Helper’ começou a tomar forma muito antes de a música em si existir. Suas origens estão em anos de conversas, festivais, viagens e experiências compartilhadas que gradualmente conectaram pessoas, tradições, paisagens e comunidades.

Para o Enslaved, o caminho em direção a essa colaboração começou no Colorado, em 2019. Por meio da nossa família musical estendida — incluindo conexões compartilhadas com o Wardruna, nossa equipe de empresários de longa data e a comunidade que cerca o Fire in the Mountains — fomos apresentados a um dos organizadores do festival, Shane McCarthy, e à visão por trás do evento que eventualmente nos levaria à Nação Blackfeet, em Montana. O que inicialmente começou como conversas sobre apresentações e colaboração artística evoluiu lentamente para algo muito mais profundo: uma troca de perspectivas, histórias e tradições espirituais moldadas por muitas pessoas ao longo do caminho.

Essas conexões continuaram a crescer nos anos seguintes, tanto através do Fire in the Mountains quanto da comunidade ao redor da By Norse Music — o selo e plataforma artística fundada por membros do Enslaved e Wardruna, junto com nosso empresário Simon Füllemann. Através da By Norse, surgiram novos diálogos, encontros e intercâmbios culturais que ajudaram a criar as condições para que ‘Spirit Helper’ fosse possível.

Quando o Fire in the Mountains retornou em 2025 nas terras Blackfeet em East Glacier, Montana, esses laços se aprofundaram ainda mais. O festival reuniu artistas, organizadores, anciãos e membros da comunidade em um ambiente focado no diálogo, na música e na troca cultural. Fomos acolhidos em conversas e cerimônias que nos causaram um impacto profundo. Ao longo da história do Enslaved, a mitologia e as tradições espirituais sempre funcionaram como uma linguagem em nossa música — uma forma de conectar a experiência pessoal com a memória e a história humana mais profunda. Conhecer os membros da comunidade Blackfeet foi como encontrar outra expressão dessa mesma busca por significado, continuidade e conexão.

Durante o festival, conheci Nick Rink, da Nação Blackfeet, e através dele fui apresentado a Kevin Kicking Woman, ancião da Nação Blackfeet, cuja presença se tornou central para o desenvolvimento da música. Através dessas amizades — junto com a abertura e o incentivo demonstrados pela comunidade Blackfeet em geral e pelas pessoas por trás do Fire in the Mountains —, as conversas gradualmente se transformaram em confiança mútua e, eventualmente, na ideia de criarmos música juntos. Durante todo o processo, houve um entendimento compartilhado de que essa colaboração precisava ser abordada com honestidade, transparência e respeito.

Em um encontro posterior em Nova York, que contou com a presença de representantes da comunidade Blackfeet, do Fire in the Mountains, da Firekeeper Alliance e do Enslaved, Kevin compartilhou conosco uma canção tradicional de oração matinal — uma peça profundamente pessoal e espiritual que ele generosamente confiou a mim e ao Enslaved como base para uma nova composição. Reconheci imediatamente a responsabilidade que vinha com esse gesto. Em vez de simplesmente construir algo ao redor da contribuição de Kevin, tornou-se importante para mim permitir que a própria música se adaptasse ao pulso, ao ritmo e ao espírito já presentes na canção dele.

Nos meses seguintes, trabalhamos para encontrar uma linguagem musical onde esses mundos pudessem coexistir naturalmente — permitindo que o Enslaved continuasse totalmente fiel a si mesmo, enquanto honrávamos a cadência, o cerne emocional e a energia espiritual da oração de Kevin. O processo foi guiado não apenas pela colaboração em si, mas também pelo incentivo, diálogo e abertura demonstrados por toda a comunidade que cerca o projeto. Gradualmente, a música revelou sua própria identidade.

Esse processo finalmente se transformou em ‘Spirit Helper’.

Para nós, a música representa muito mais do que uma colaboração entre artistas de origens diferentes. Ela reflete o que pode acontecer quando as pessoas se encontram de peito aberto, escutam com atenção e se deixam transformar pelo encontro. A generosidade, a confiança e a sabedoria compartilhadas conosco por Kevin Kicking Woman, Nick Rink, a comunidade Blackfeet, o Fire in the Mountains, a Firekeeper Alliance, nossos parceiros da By Norse e todos que ajudaram a moldar essa jornada são coisas que carregamos com profunda gratidão.

No fim das contas, ‘Spirit Helper’ é uma música sobre conexão — entre o passado e o presente, tradições e pessoas, e os mundos espiritual e humano. Para o Enslaved, ela representa uma das jornadas musicais mais significativas que já realizamos.”


Nicholas Rink explica o significado e o simbolismo da arte de ‘Spirit Helper’:

“Vejo a onda azul clara na parte inferior como uma representação do oceano entre nós, mas também como a vibração de fundo da existência que conecta a todos nós e dá origem à vida e, claro, à própria música.

Imagino a linha vermelha nos conectando ao redor do globo, representando nossa humanidade compartilhada e nossa irmandade — a vida viva e pulsante em todos nós. A espiral amarela representa a música se movendo entre todas essas coisas.

As ‘Estrelas’ faziam parte da concepção original de Ivar e passaram a representar o poder e a fonte da música. O círculo negro com o raio representa o canto de Kevin e o poder espiritual que ele carrega, e o arco-íris de triângulos representa os músicos.

Eu queria incluí-los simbolicamente e achei que a figura tradicional do ‘homem-triângulo’ seria uma forma autêntica. Demorei um pouco para decidir como usá-la, mas finalmente me veio a ideia de prestar uma homenagem ao Dark Side of the Moon do Pink Floyd, incluindo as cores do arco-íris de uma forma única.

Tudo isso está sobre um mapa antigo da Noruega que minha avó guardou de uma edição antiga da revista National Geographic. Gosto de usar mapas porque a TERRA é fundamental para nos moldar, moldar nossa humanidade e a forma como nos expressamos.”



Sobre o Enslaved

Sem nunca vacilar, o icônico Enslaved continua a existir como um dos pilares mais originais e confiáveis da espinha dorsal indestrutível do nosso cenário musical. Donos da reputação de ser uma das bandas ao vivo mais eletrizantes da atualidade, eles nunca deixam de entregar talento do mais alto calibre, sempre fazendo justiça ao seu som característico que une o black metal ao progressivo. O Enslaved foi formado em 1991 por Ivar Bjørnson e Grutle Kjellson, lançando sua primeira demo, Yggdrasill, no verão de 1992, seu lendário mini-álbum Hordanes Land em 1993, e seu álbum de estreia, Vikingligr Veldi, na primavera de 1994.

O Enslaved vive uma fase estelar — uma banda em seu estado mais existencialista e autoconsciente, orgulhosos cidadãos de Bergen carregando a tocha da extraordinária história musical de sua cidade natal. Seus trabalhos mais recentes mostram o Enslaved em seu momento mais livre e milimetricamente pensado — uma combinação letal que desperta o furor de seus primeiros trabalhos, enquanto dança graciosamente por suas composições mais ambiciosas, marcantes e musicais até hoje. Uma contradição? A própria vida é uma contradição. E, ainda assim, todos vivemos para provar o contrário.

 

Enslaved

Ivar Bjørnson | Guitarras
Grutle Kjellson | Vocais
Arve ‘Ice Dale’ Isdal | Guitarra
Håkon Vinje | Teclados, vocais limpos
Iver Sandøy | Bateria


 Fonte: Rockbrigade.com

Kamelot libera vídeo de Ashen World com participação da Miss Mundo Chile 2025 Ignacia Fernández

 

O Kamelot liberou o vídeo de Ashen World com participação da Miss Mundo Chile 2025 Ignacia Fernández. A faixa estará presente no álbum Dark Asylum, que vai sair no dia 28 de agosto via Napalm Records.

O guitarrista e líder do Kamelot, Thomas Youngblood, falou sobre o som: “Ashen World captura o momento de estar na encruzilhada entre a escuridão e a esperança, na qual a jornada adiante começa. É o Kamelot clássico em sua essência, ao mesmo tempo em que abre novas portas para o mundo de Dark Asylum”.



O trabalho teve a produção de Sascha Paeth (Avantasia, Shaman, Angra, Epica, Edguy e mais) e a mixagem e masterização de Jacob Hansen (Amaranthe, Volbeat, Epica, Primal Fear e Evergrey).

Dark Asylum contará com muitas participações especiais como Tobias Sammet (Avantasia, Edguy), Lea-Sophie Fischer (Eluveitie), Clémentine Delauney (Visions Of Atlantis), Ignacia Fernández (Decessus), Sara Leupold e Billy King.

Track listing de Dark Asylum:

01. Sanctorium
02. Ashen World (com Ignacia Fernández)
03. ⁠Dark Asylum
04. Sanctuary (com Clémentine Delauney & Ignacia Fernández)
05. Nocte Veritas
06. One Last Masquerade (com Tobias Sammet)
07. ⁠Ivy, My Dear
08. Godlike Alchemy
09. The Sleeping Mind (Orphic Paradigm)
10. Kaleidoscope
11. Enigma (Think Of Me)
12. Cassandra’s Disease
13. Beneath the Moon (Tunglið) (com Rannveig Sif Sigurðardóttir, Sólveig Sara Leupold, Lea-Sophie Fischer)
14. ⁠The Puppet King
15. ⁠Sanctum Requiem


Fonte: Rockbizz.com.br

quarta-feira, 1 de julho de 2026

‘Next to Die’, do Six Feet Under, ganha edição nacional pela Rock Brigade Rec.

 

A Rock Brigade Records, em parceria com a Heavy Metal Rock, anuncia o lançamento no Brasil de Next to Die, décimo quinto álbum de estúdio do Six Feet Under. Originalmente lançado em abril passado pela Metal Blade Records nos Estados Unidos, o disco reafirma a excelente fase criativa vivida pela banda liderada por Chris Barnes e chega agora ao mercado brasileiro em edição especial em CD, acondicionada em caixa acrílica com obi, contendo encarte completo e reprodução fiel da arte original.

UMA NOVA ETAPA PARA O SIX FEET UNDER

Após a excelente recepção de Killing for Revenge (2024), o Six Feet Under manteve o ímpeto criativo e voltou rapidamente ao estúdio para registrar Next to Die. A formação, hoje consolidada em torno de Chris Barnes, Jack Owen, Ray Suhy, Jeff Hughell e Marco Pitruzzella, demonstra um entrosamento evidente, refletido em composições que equilibram agressividade, técnica e identidade.

A parceria entre Barnes e Owen — ex-companheiros de Cannibal Corpse — continua sendo o principal motor criativo da banda. Desde a reunião da dupla em 2017, o Six Feet Under atravessa um período de renovação artística que culmina em um de seus trabalhos mais consistentes dos últimos anos.


UM NOVO MARCO NA DISCOGRAFIA

Next to Die representa uma evolução natural do caminho retomado nos lançamentos mais recentes. O álbum foi concebido a partir de uma proposta bastante clara: dividir o repertório entre canções mais velozes e agressivas e outras fortemente calcadas no groove que caracterizou os primeiros discos da banda.

Produzido por Chris Barnes e Jack Owen, com mixagem e masterização de Mark Lewis, o disco alia uma sonoridade moderna à essência do death metal clássico, preservando o peso característico do Six Feet Under sem abrir mão de riffs memoráveis e excelente dinâmica entre as faixas. 

MORTE, GROOVE E O DNA DO SIX FEET UNDER

Musicalmente, Next to Die sintetiza diferentes momentos da carreira da banda. A primeira metade privilegia o death metal mais veloz e brutal, enquanto a segunda recupera o groove pesado que marcou álbuns clássicos como Haunted e Warpath. Essa divisão confere variedade ao repertório sem comprometer sua unidade.

As letras permanecem fiéis ao universo característico de Chris Barnes, explorando assassinatos, horror, violência extrema, morte e terror psicológico, sempre sob uma perspectiva cinematográfica e visceral.

Entre os destaques estão “Approach Your Grave”, que abre o álbum de maneira devastadora; “Destroyed Remains”, marcada pela velocidade e intensidade; “Mister Blood and Guts”, uma descarga de death metal direto e agressivo; “Unmistakable Smell of Death”, que combina brutalidade e refrão memorável; “Skin Coffins” e “Grasped from Beyond”, representantes da vertente mais cadenciada e grooveada do disco; além da faixa-título “Next to Die”, que sintetiza perfeitamente o equilíbrio entre violência sonora e precisão técnica alcançado pela banda.



LINE-UP

Chris Barnes — vocais

Jack Owen — guitarra

Ray Suhy — guitarra

Jeff Hughell — baixo

Marco Pitruzzella — bateria

TRACKLIST

  1. Approach Your Grave
  2. Destroyed Remains
  3. Mister Blood and Guts
  4. Mutilated Corpse in the Woods
  5. Unmistakable Smell of Death
  6. Wrath and Terror Takes Command
  7. Skin Coffins
  8. Mind Hell
  9. Naked and Dismembered
  10. Grasped from Beyond
  11. Next to Die
  12. Ill Wishes



Fonte: rockbrigade.com.br

Prophetic Age celebra 30 anos de carreira com novo álbum ‘Evolution’s Decay’

 

Enquanto gênero musical, o heavy metal se aproxima da marca de 60 anos desde sua criação. Naturalmente, as primeiras bandas do gênero somam várias décadas de existência. Para alguns grupos, de fato, essa longevidade não significa muita coisa além de soma de tempo, para outras, porém, o tempo testemunha a favor de sua relevância artística e expressiva, uma solidificação de talento e competência musical. Pois bem, esse é o caso do Prophetic Age.

Formada em Mauá na Grande São Paulo em 1996, por 30 anos o Prophetic Age vem sustentando com maestria o título de uma das principais bandas de metal extremo do país. Os álbuns “Prophetic Age” de 2001 e “Forged In The Blackest Of Metals” de 2003, ambos lançados pela Hellion Records, são obras seminais do black metal nacional. Não obstante, em termos de palco o Prophetic Age ficou conhecido por entregar apresentações tão surpreendentes, que foram convidados para abrir shows históricos no Brasil, como o do Marduk na Led Slay em São Paulo em 2003 – que também contou com o Ocultan – e o Behemoth em 2004, também na Led Slay em São Paulo.

Depois do EP mais recente, “Desolated Landscape”, lançado em 2022, o Prophetic Age lança agora seu mais novo álbum intitulado “Evolution’s Decay”.

Gravado no estúdio Dual Noise em São Paulo com produção de Rogerio Wecko, “Evolution’s Decay” reúne 10 faixas inéditas: “Doomsday Clock”, “Ravenous”, “Visitors”, “Dive Into Darkness”, “Abomination”, “Evolution’s Decay”, “Dark End Storm”, “None Of The Weak Will Stand”, “The Living Dead” e “Beasts Of The Haunted Night”.

Musicalmente, “Evolution’s Decay” não só refina a já consolidada identidade musical do Prophetic Age, mas disponibiliza a estética do som pesado para uma instância de significação.

Já em termos de letras, o disco propõe uma travessia pelo lado sombrio do tempo e da consciência humana.

“Em “Evolution’s Decay”, passado, presente e futuro são vistos através de uma lente que recusa o otimismo fácil”, comenta o vocalista Sferatu, principal compositor das letras. “Essas letras articulam uma visão de mundo marcada pela decadência, pelo peso do imaginário e pela obsolescência programada da humanidade — um olhar lúcido e perturbador sobre o que fomos, o que somos e o destino que construímos para nós mesmos. Esse conceito lírico, aliado ao som, nos possibilita não apenas soarmos pesado, mas significarmos pesado — fazer da nossa arte um organismo único, onde cada elemento reforça a sensação de inevitabilidade e escuridão que o álbum quer provocar no ouvinte.”

A capa de “Evolution’s Decay” é uma arte do baterista Miction Mastemas e sintetiza todo o conceito do álbum.

“Evolution’s Decay” foi lançado em CD físico pela gravadora UBL e está disponível nas principais lojas físicas e online. Uma versão também será lançada em Fita K7 pela Sapo Discos.

Além do vocalista Sferatu e do baterista Miction Mastemas, completam a formação atual do Prophetic Age o guitarrista Rheiss, o baixista Gregor e o tecladista Brahms Kermanns.

 

Fonte: Rockbrigade,com.br

AMON AMARTH: show da “The Allfather Awakens Tour 2026” passará por Barcelona

 Os guerreiros suecos do metal viking estão de volta à Espanha. O AMON AMARTH desembarcará em Barcelona no dia 13 de novembro de 2026, trazendo ao Sant Jordi Club toda a grandiosidade da nova “The Allfather Awakens Tour 2026”, uma produção concebida para grandes arenas e que promete elevar ainda mais o padrão dos grandes shows da banda.

Barcelona receberá a primeira das duas datas espanholas da turnê, seguida por uma apresentação em Madrid no dia seguinte, consolidando a forte relação entre o público espanhol e uma das bandas mais importantes do metal extremo contemporâneo. A excursão espanhola contará ainda com dois convidados de peso do metal sueco: os veteranos do Soilwork e a ascendente força do metal moderno Orbit Culture, formando um pacote inteiramente escandinavo que promete uma das noites mais intensas do calendário europeu de 2026.

O espetáculo acontece na sexta-feira, 13 de novembro de 2026, no Sant Jordi Club, em Barcelona. Os ingressos já estão disponíveis através dos canais oficiais da Route Resurrection: https://www.resurrectionfest.es/route/amon-amarth-tour-2026/

Sobre o AMON AMARTH: Formado em 1992, o grupo sueco tornou-se uma das maiores referências do death metal melódico moderno ao incorporar temática viking e sonoridade épica ao gênero, criando trabalhos estupendos como Once Sent from the Golden Hall (1998), Versus the World (2002), With Oden on Our Side (2006) e Twilight of the Thunder God (2008).





Fonte: RoadieCrew.com

MANOWAR retorna a Barcelona com show épico

 Os reis do True Metal estão de volta à Espanha. O lendário MANOWAR desembarca em Barcelona no dia 20 de março de 2027, levando sua monumental “Kings Of Metal – Fighting The World Tour 2027” ao palco da histórica Olimpic Arena de Badalona, um dos principais locais de grandes espetáculos da zona metropolitana de Barcelona.

Barcelona será uma das três datas exclusivas da banda na Espanha em 2027, ao lado de Madrid e Valência, reforçando a importância do mercado espanhol para o grupo.

A apresentação na capital catalã terá um caráter especial: a banda executará na íntegra o clássico álbum “Fighting The World” (1987), além de uma seleção de hinos imortais que marcaram gerações de fãs ao redor do planeta. Após o enorme sucesso da turnê europeia “Blood Of Our Enemies”, o quarteto liderado pelo baixista e fundador Joey DeMaio promete uma produção completamente renovada, com novos elementos visuais e toda a grandiosidade pela qual seus espetáculos são conhecidos há décadas.

Ingressos à venda em: https://www.entradas.com/artist/manowar

Sobre o MANOWAR: Formado em 1980, o MANOWAR é considerado um dos pilares do epic “true” heavy metal e uma das bandas mais influentes da história do gênero. Entre seus trabalhos mais celebrados estão os álbuns Hail To England (1984), Sign Of The Hammer (1984), Fighting The World (1987) e Kings Of Metal (1988), referências absolutas para gerações de fãs e músicos do metal mundial.




Fonte: RoadieCrew.com

Brasil de fora da tour de despedida do Rhapsody, mas Epica promete "celebração especial"

 As bandas Epica e Rhapsody confirmaram uma turnê conjunta pela América Latina para março de 2027, mas o anúncio oficial trouxe um balde de água fria para os fãs brasileiros: o país ficou de fora da rota que inclui Chile, Argentina, Costa Rica e Colômbia. No entanto, uma das bandas prometeu algo diferente para o nosso país.


Ao ser questionada por uma fã brasileira sobre a ausência do Brasil, a conta oficial do Epica no Instagram respondeu: "Porque você terá uma celebração diferente, mas muito especial. Mais notícias após o verão."

A grande dúvida que fica no ar é a participação do Rhapsody. Enquanto a turnê latina é vendida como uma das últimas oportunidades de ver a formação clássica dos italianos (com Fabio Lione e Luca Turilli), a "celebração especial" mencionada pelo Epica não deixou claro se os companheiros de estrada estarão presentes no evento brasileiro.

O mistério só deve ser desvendado a partir de setembro, após o fim do verão europeu. Entre as principais apostas está a especulação de que o anúncio envolva o Bangers Open Air 2027, que será realizado nos dias 24 e 25 de abril, no Memorial da América Latina, em São Paulo. O festival seria o palco ideal para uma "celebração especial" de grande porte, ocorrendo pouco depois da tour.





Fonte: Whiplash.net

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Sinner compartilha vídeo de novo single de álbum de despedida

 Com “Leave It All Behind”, os veteranos alemães do hard rock SINNER apresentam o próximo single de seu próximo e último álbum de estúdio, “Boom Bang Goodbye”, programado para lançamento em 31 de julho de 2026, via Reigning Phoenix Music. A faixa começa com a atmosfera de uma power ballad clássica e gradualmente ganha intensidade antes de culminar em um refrão grandioso e hínico. Combinando melodias inspiradas nos anos 1980 com um som moderno e potente, a música traz o tipo de dinâmica emocional que os fãs de hard rock sempre valorizaram.

O líder do SINNER, Mat Sinner, comenta: “Como um filho dos anos 80, esta música se encaixa perfeitamente na paisagem sonora que imaginei. Vibrações dos anos 80 e um som ultra-encorpado e moderno. Com groove, contagiante — foi um barato fazer essa música. Meu amigo Ronnie Romero realmente se superou. Que performance vocal incrível — tiro o chapéu para ele!”


O vídeo que acompanha complementa perfeitamente “Leave It All Behind”. Junto com Ronnie Romero e Mat Sinner, ele apresenta Alex Scholpp, Jim Müller, Leonie Jakobi, Sascha Krebs, bem como Thalia Bellazecca e André Hilgers (PRIMAL FEAR). Juntas, as imagens da performance capturam exatamente o que “Leave It All Behind” representa — emoção, energia e a alegria visível de fazer música juntos.

Liricamente, “Leave It All Behind” olha para os tempos passados enquanto lida com memórias, transitoriedade e o ato de desapegar. Linhas como “Do you remember our wild days?” e “I leave it all behind” dão à música um toque reflexivo sem perder de vista o que está por vir.

Com Ronnie Romero nos vocais, “Leave It All Behind” entrega um impacto feroz. Sua performance apaixonada carrega a tensão emotiva entre os momentos mais calmos dos versos e os picos energéticos da música, adicionando uma qualidade ardente ao som.

Mais uma vez, os músicos principais do álbum, Ronnie Romero (vocais principais e de apoio), Mat Sinner (baixo e vocais), Alex Scholpp (guitarras e guitarras solo), Lisa Müller (teclados) e Moritz Müller (bateria), deixam sua marca inconfundível.



Fonte: Rockbrigade.com.br

Five Finger Death Punch lança em julho seu álbum ‘Legacy’: ouça single

 

FIVE FINGER DEATH PUNCH lançará seu décimo álbum de estúdio, “Legacy”, no final deste verão. A versão digital chega em 31 de julho, enquanto as versões em CD, vinil e fita cassete chegarão em 18 de setembro.

“Cada álbum é um instantâneo de quem éramos naquele momento específico no tempo, e Legacy é exatamente o que o título sugere”, declara o guitarrista do FIVE FINGER DEATH PUNCH, Zoltan Bathory. “É uma reflexão sobre a jornada, as lições, as vitórias, as lutas e tudo o que vivenciamos nas últimas duas décadas.”

Ele continua: “O que torna essa jornada significativa é que não a fizemos sozinhos. Viajamos por essa estrada ao lado de milhões de fãs ao redor do mundo e, de alguma forma, nos tornamos parte da vida uns dos outros. Isso é algo incrível para se refletir vinte anos depois.”

O vocalista do FIVE FINGER DEATH PUNCH, Ivan Moody, afirma: “Ao mesmo tempo, ‘Legacy’ não é sobre olhar para trás. 20 anos é um marco, não um destino. Estamos incrivelmente orgulhosos deste disco porque ele captura tudo o que as pessoas amam no FIVE FINGER DEATH PUNCH, ao mesmo tempo em que aponta para onde estamos indo a seguir.”

Ele finaliza: “Nossa filosofia sempre foi a de que essa jornada não vem com um teto autoimposto. Cada objetivo que alcançamos simplesmente revelou outro horizonte além dele. Nunca acreditamos que o céu era o limite; se tanto, é onde a verdadeira jornada começa. Um brinde ao nosso legado compartilhado.”

A nova música “De Oppresso Liber” já está disponível. Ouça a faixa abaixo.



“‘De Oppresso Liber’ é mais do que apenas um lema”, afirma Bathory. “É um chamado. É uma filosofia. Representa a disposição de se colocar entre o perigo e aqueles que não podem se defender. Ao longo da história humana, sempre existiram pessoas que foram atraídas a aceitar essa responsabilidade. Esta música é a nossa maneira de prestar respeito a essa mentalidade.”


O primeiro single do álbum lançado no mês passado, “Eye Of The Storm”, está no Top 5 das rádios de rock esta semana e já gerou mais de 3,9 milhões de transmissões no Spotify e 1,6 milhão de visualizações no YouTube no vídeo oficial com a letra. A Revolver aclamou a faixa como enorme, continuando a elogiar como ela mistura uma enxurrada de batidas de metal com um senso de melodia, além das letras pensativas, mas latidas, de Ivan Moody sugerindo medos, arrependimentos, fardos, culpa e a busca por algum tipo de paz interior. A Loudwire entusiasmou-se: “A música é uma paulada energética e furiosa que inicia o que se espera ser um novo ciclo de álbum em grande estilo.”



Fonte: Rockbrigade.com.br

Matt Barlow sobre possível retorno ao Iced Earth: “Estou ansioso para conversar com ele (Jon Schaffer)”

 

A possibilidade de um retorno do Iced Earth voltou a animar os fãs após novas declarações do ex-vocalista Matt Barlow. Embora tenha deixado claro que ainda não conversou com Jon Schaffer sobre uma eventual reunião da banda, o cantor revelou estar ansioso para saber quais são os planos futuros do guitarrista e garantiu que apoiará qualquer decisão que ele tomar.

As declarações foram dadas durante uma nova entrevista ao This Day In Metal , pouco depois de Jon Schaffer retomar oficialmente suas atividades musicais. No momento, o músico está focado no relançamento do material do projeto Sons Of Liberty.

“Estou ansioso para conversar com ele”

Questionado se já havia discutido com Schaffer a possibilidade de trabalharem juntos novamente, Barlow respondeu:


“Jon e eu ainda não conversamos sobre isso, cara. Obviamente, mal posso esperar para que o Jon faça alguma outra coisa musicalmente. Não acho que ele vá ficar apenas com o Sons Of Liberty. Sei que ele está bastante focado em promover o projeto e colocá-lo na estrada. Espero que consiga fazer alguns shows com essa banda.

O Iced Earth, obviamente, é o filho dele, assim como o Sons Of Liberty, mas acho ótimo vê-lo relançando aqueles discos e fazendo exatamente o que queria desde o começo com aquele som. Pelo que sei, ele regravou as baterias de ‘Thought Crimes (Volumes 1 & 2)’ e fez outras mudanças, e acho que tudo isso ficou muito bom. Então estou ansioso para conversar com ele sobre como estão indo as vendas, sobre esses lançamentos e também sobre quaisquer planos para o futuro. Mas, até o momento, ainda não falamos sobre isso.”



 

Na ocasião, ele declarou:

“Jon e eu não conversamos sobre isso. Mal posso esperar para que ele volte a fazer música. Não sei se será com o Iced Earth ou com qualquer outro projeto, mas espero sinceramente que ele retorne. Sempre apoiarei o Jon quando ele decidir voltar.”

O cantor também comentou que compreende a decepção de muitos fãs em relação aos acontecimentos envolvendo Schaffer nos últimos anos.

“Já disse isso em outras entrevistas: entendo a decepção das pessoas com a forma como tudo aconteceu, e acho que o Jon também está decepcionado e já pediu desculpas. Espero que exista uma história de redenção aqui e que as pessoas consigam entender que todos nós temos falhas, diferenças de opinião e cometemos erros. No fim das contas, se o Jon conseguir voltar ao universo da música, acredito que isso poderá resultar em algo muito, muito positivo.”

“O Iced Earth é do Jon”

Apesar do entusiasmo dos fãs, Barlow deixou claro que jamais tentaria convencer o antigo companheiro a ressuscitar a banda.

“Não. Porque eu realmente não quero pressionar o Jon a fazer nada. No fim das contas, o Iced Earth é do Jon, e qualquer projeto que ele decidir fazer será uma escolha exclusivamente dele. Ele é um músico e compositor fantástico, e acredito que qualquer trabalho que decidir realizar será algo muito bom


 A declaração mais recente reforça que um reencontro entre Matt Barlow e Jon Schaffer ainda está longe de ser uma realidade. Embora o vocalista demonstre entusiasmo com o retorno do cunhado à música — os dois são parentes por casamento —, ele garante que nenhuma conversa sobre uma nova formação do Iced Earth aconteceu até agora.

Ainda assim, o simples fato de Barlow afirmar que está ansioso para conversar com Schaffer sobre seus próximos passos certamente alimentará as expectativas dos fãs, especialmente depois dos recentes sinais de que o guitarrista pretende retomar definitivamente sua carreira musical.


Fonte: Mundometalbr.com

 

sexta-feira, 26 de junho de 2026

HIGH ON FIRE: histórica banda de stoner anuncia estreia no Brasil em outubro

Banda norte-americana vencedora de Grammy e liderada por Matt Pike, do Sleep, se apresenta dia 4/10 em São Paulo




A Solid Music Entertainment anuncia para outubro de 2026 a seminal banda de stoner/sludge High on Fire pela primeira vez no Brasil. A banda norte-americana vencedora do Grammy, formada em 1998 por Matt Pike, guitarrista e vocalista também conhecido por seu trabalho no Sleep, se apresenta no dia 4 de outubro, domingo, em show único na Burning House, em São Paulo, dentro da Latin America Tour.

Formado em Oakland, na Califórnia (EUA), o High on Fire se consolidou como um dos nomes mais respeitados do metal pesado contemporâneo. A banda construiu uma identidade própria ao levar o peso do doom e do stoner para uma zona mais agressiva, acelerada e física, em diálogo com Black Sabbath, Motörhead, sludge e thrash metal.

Ao longo de nove álbuns de estúdio, o High on Fire construiu uma discografia que serve de referência para o metal norte-americano das últimas duas décadas.

Blessed Black Wings (2005), produzido por Steve Albini, é frequentemente citado como um dos melhores álbuns de metal dos anos 2000. Death Is This Communion (2007) consolidou a chegada de Jeff Matz no baixo e aprofundou o alcance da banda.

Já Snakes for the Divine (2010) chegou com o grupo já em outro patamar na música pesada, incluindo uma tour em suporte ao Metallica. De Vermis Mysteriis (2012) também foi muito bem recebido por fãs e crítica.

Em 2019, o High on Fire venceu o Grammy de Melhor Performance de Metal com “Electric Messiah”, faixa-título do álbum lançado em 2018.

Atualmente a banda divulga Cometh the Storm, nono álbum de estúdio, lançado em 2024 e com produção assinada pelo genial Kurt Ballou, do Converge.

Cometh the Storm mantém as coordenadas de sempre: riffs densos, bateria de ataque direto, letras que transitam por guerra, mitologia e ocultismo, mas abre espaço para algo inédito na obra da banda. Jeff Matz (baixo), que passou o período de hiato aprofundando o estudo da música turca e aprendendo o bağlama, instrumento de cordas do folclore da região, trouxe esse vocabulário para dentro do disco.

Para a Latin America Tour, o baterista é Ben Koller, do Converge e All Pigs Must Die.

Mike Pike, uma lenda viva do stoner

Pike ficou conhecido primeiro pelo Sleep, trio de Oakland que ajudou a definir o doom e o stoner metal com discos como Holy Mountain (1992) e o lendário Dopesmoker, álbum de uma única faixa de 52 minutos que uma gravadora major recusou lançar e que se tornou um dos objetos de culto mais duradouros do gênero.

Quando o Sleep entrou em hiato no fim dos anos 1990, Pike começou o High on Fire com uma proposta deliberadamente diferente: menos peso contemplativo, mais velocidade e agressividade, em algum lugar entre o Black Sabbath, o Motörhead e o thrash metal.



Fonte: Roadiecrew.com

Novo clipe de “Gutter Ballet” emociona fãs e resgata uma das fases mais brilhantes da história do Savatage

 

O Savatage possui uma das histórias mais bonitas e emblemáticas de todo o Heavy Metal. Ao longo de sua trajetória, a banda enfrentou inúmeros percalços, atravessou períodos turbulentos e sofreu tragédias irreparáveis, como a morte do genial guitarrista Criss Oliva, vítima de um acidente automobilístico em 1993. Ainda assim, o grupo jamais abriu mão da excelência artística, construindo uma discografia marcada pela originalidade e por uma identidade musical única. Após encerrar suas atividades depois da turnê de “Poets And Madmen”, de 2001, o quinteto viu sua legião de admiradores crescer de maneira impressionante durante mais de duas décadas longe dos palcos. O retorno finalmente aconteceu em 2025 e, antes mesmo de apresentar um aguardado álbum de inéditas, a banda resolveu prestar homenagem ao próprio passado com um lançamento que celebra uma de suas formações mais adoradas.

Nesta sexta-feira, 26 de junho, chega ao mercado “Madness Reigns From The Gutter (1990)”, registro oficial ao vivo gravado durante a histórica turnê de “Gutter Ballet”. Como aperitivo, o grupo disponibilizou o videoclipe de “Gutter Ballet (Live 1990)”, produzido com imagens inéditas da época. Segundo a descrição oficial, o vídeo “encapsula imagens nunca vistas da banda, memorabilia e material de arquivo, formando um poderoso tributo para homenagear uma das eras mais celebradas do Savatage“.

Um retrato da banda em seu auge

Em 1990, o Savatage atravessava um momento decisivo de sua carreira. O lançamento de “Gutter Ballet” ampliou os horizontes criativos da banda, que passou a unir riffs pesados, melodias marcantes, piano, teatralidade e uma carga emocional cada vez mais intensa. Enquanto boa parte da cena da Flórida caminhava para sonoridades cada vez mais extremas, o grupo escolheu um caminho diferente. A aposta era na evolução artística sem abandonar a força do Heavy Metal.

Mais de três décadas depois, “Madness Reigns From The Gutter (1990)” recupera esse momento histórico a partir das fitas master originais, restauradas, remixadas e remasterizadas. O álbum reúne 19 faixas e registra uma formação considerada por muitos fãs como a melhor da história da banda. O linep era composto por Jon Oliva, Criss Oliva, Chris Caffery, Johnny Lee Middleton e Steve “Doc” Wacholz. O repertório percorre toda a primeira fase do grupo, incluindo clássicos como “Hall Of The Mountain King”, “Sirens”, “Power Of The Night” e “Gutter Ballet”.


Jon Oliva relembra a lendária turnê

Ao recordar aquele período, Jon Oliva destacou a energia que cercava a banda durante a excursão de 1990:

“A turnê de ‘Gutter Ballet’ representou o auge do Savatage ao vivo. Foram seis meses em que a loucura realmente reinou nas ruas. Aproveitem, meus amigos!”

 A turnê realmente marcou uma fase especial para o grupo. Foram mais de 100 apresentações entre Europa e América do Norte, consolidando o Savatage como uma das atrações mais intensas e carismáticas do cenário mundial. Cada show ajudava a fortalecer o entrosamento, enquanto Criss Oliva entregava performances que até hoje figuram entre as mais reverenciadas da história do Heavy Metal.

Lançamento celebra o passado enquanto prepara o futuro

Além do lançamento digital mundial nesta sexta-feira, “Madness Reigns From The Gutter (1990)” também chega ao mercado europeu em versões CD Digipak e Heavyweight Black 3LP Gatefold, enquanto a edição física nos Estados Unidos será lançada em 18 de setembro. O projeto coincide com a aguardada turnê “Prelude To Madness” em 2026. Os shows reunirão novamente os chamados SAVA-heads para celebrar o retorno de uma das bandas mais cultuadas da história do Heavy Metal.

Mais do que um simples registro ao vivo, “Madness Reigns From The Gutter (1990)” funciona como uma verdadeira cápsula do tempo. O novo videoclipe de “Gutter Ballet” reforça exatamente essa proposta: permitir que uma nova geração conheça o brilho daquela formação histórica. É claro que ao mesmo tempo oferece aos fãs antigos a oportunidade de reviver uma época em que Criss Oliva encantava plateias com seu talento.


Fonte: Mundometalbr.com