segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

MATANZA INC lança EP “Obscurantista”; confira o lyric video do single “Sangue Na Festa”

 

Obscurantista” é o primeiro registro completo do Matanza Inc com a formação atual e reafirma a continuidade criativa do projeto | Foto: Daniel Agapito

Por assessoria 

O Matanza Inc lança, em parceria com o selo Monstro Discos, o EP “Obscurantista”, primeiro trabalho completo da banda com sua formação atual. O lançamento marca uma nova etapa do grupo, preservando a identidade construída ao longo dos anos, mas apontando para uma evolução natural de sua sonoridade, agora mais madura, densa e direta. Com cinco faixas, o EP reúne “Marcha para Asmodeus”, “Presença Nefasta”, “Sangue na Festa”, “A Única Certeza” e a faixa-título.

As composições seguem explorando temas centrais no universo do Matanza, como crítica social, ironia ácida, violência simbólica e o desconforto diante de um mundo em constante colapso. Musicalmente, “Obscurantista” reforça o peso característico da banda ao combinar riffs agressivos, grooves sólidos e a já conhecida aproximação com elementos do country, agora apresentados de forma ainda mais coesa entre composição e interpretação.

O EP foi gravado por Rodolfo Duarte no High Five Estúdio, mixado e masterizado por Gabriel Zander e produzido por Marco Donida, principal compositor do Matanza Inc e responsável por conduzir a essência criativa do projeto. A formação se completa com Daniel Pacheco no vocal, Marcelo Albuquerque no baixo e Marcos Willians na bateria, um lineup que imprime identidade própria sem romper com o legado que consagrou o nome Matanza. Trata-se da continuidade direta do trabalho do guitarrista, compositor e letrista Marco Donida após o encerramento do Matanza, em 2018.

Criado como um desdobramento natural de sua trajetória, o Matanza Inc nasceu para manter viva a identidade construída ao longo de anos, sem repetir fórmulas de maneira automática. O álbum de estreia, “Crônicas do Post Mortem” (2019), estabeleceu a base estética e conceitual da banda, aprofundada posteriormente em “Retórica Diabólica” (2022), com um discurso mais direto e um som ainda mais coeso.

A atual formação, consolidada a partir de 2023, marca um período de reconstrução, ajustes e amadurecimento criativo, refletido tanto na dinâmica interna quanto na proposta musical. Segundo Daniel Pacheco, o EP buscou preservar a essência do Matanza, ao mesmo tempo em que aponta para o futuro. “Trabalhamos muito para preservar a alma do Matanza em cada uma dessas músicas, mas também tentamos trazer um respiro de novidade, olhando para frente e fazendo desse trabalho um pontapé inicial para um novo capítulo na história dessa banda que marcou e marca a vida de tanta gente. Espero, de verdade, que ao ouvir esse disco vocês encontrem o que procuram quando bate aquela vontade de ouvir um bom e velho countrycore, como só o MTZ sabe fazer.”

Veja o lyric video de “Sangue na Festa”:






Fonte: RoadieCrew.com

Sepultura lança ‘The Cloud Of Unknowing’, que deve ser seu último EP

 

O SEPULTURA definiu “The Cloud Of Unknowing” como o título de seu EP final. O pacote VIP para a etapa final da turnê “Celebrating Life Through Death” da banda na América do Norte inclui, entre outras coisas, um vinil exclusivo para o EP “The Cloud Of Unknowing”.

No ano passado, o guitarrista do SEPULTURA, Andreas Kisser, falou sobre os planos de lançar novas músicas com o atual baterista de turnê do SEPULTURA, Greyson Nekrutman, de 23 anos, que substituiu oficialmente o baterista de longa data do grupo, Eloy Casagrande, em fevereiro de 2024. Ele disse na época: “Nós gravamos quatro músicas novas com Greyson na bateria. Acho que ninguém sabe disso, mas aqui vai. Temos quatro músicas novas e temos a intenção, no próximo ano, de lançar um EP, apenas para celebrar este momento. São músicas originais nas quais trabalhamos. Já está gravado e tudo mais, e estamos levando nosso tempo, realmente, para ver quando será o momento certo para fazer isso.”

Sobre como o novo material do SEPULTURA surgiu, Andreas disse: “Foi muito espontâneo. Tivemos uma situação em que tocamos no cruzeiro 70000 Tons Of Metal em janeiro de 2025 e ficamos em Miami. Temos este estúdio. Temos algumas ideias. Ok, vamos fazer isso. [Risos] E foi ótimo. Sem pressão de gravadoras, sem data de entrega… Mas é ótimo… Fizemos no nosso tempo, sem pressa… E é ótimo. Por causa da ideia da turnê de despedida, podemos fazer isso também, planejar algo assim, ou não planejar algo assim, planejar o mínimo que pudermos para realmente nos desafiarmos artisticamente a trabalhar algo assim.”

Questionado se a decisão do SEPULTURA de embarcar em uma turnê de despedida de dois anos e meio foi motivada de alguma forma por seu desejo de explorar outros estilos de música longe do heavy metal extremo, Andreas disse: “Eu nunca me senti meio que trancado no mundo do SEPULTURA para escrever em um estilo específico. Sempre fomos muito destemidos para fazer o que quisermos. Quero dizer, “Nation” é um álbum muito diferente, “A-Lex”, todos esses álbuns que foram inspirados por livros e coisas do tipo. É, eu acho, mais a rotina de estar em uma banda como o SEPULTURA. 40 anos — 40 anos, cara. Você já fez algo por 40 anos, como o seu trabalho? Pense nisso. [Risos] É uma conquista incrível dentro do negócio do entretenimento ter uma banda assim por tanto tempo, e altos e baixos, ter seguidores. Cada vez que fazíamos álbuns, estávamos tocando, tínhamos um contrato com a gravadora, independentemente da formação, independentemente do tempo em que estávamos. Tocamos para 10 pessoas, depois voltamos a tocar em lugares grandes e tal. É uma história linda. É uma história linda de arte e vida. E eu estava meio que sentindo que entrar nesse modo de fazer outro álbum, fazer outra turnê, é meio previsível demais. Quero dizer, um artista tem que não estar na zona de conforto. Se você está lá, você está ferrado, porque vai perder o contato com a realidade. Você vai começar a viver nesta bolha do que o SEPULTURA deveria ser. Não existe deveria. Existe um novo SEPULTURA todos os dias. Podemos fazer qualquer coisa que quisermos, musicalmente falando, porque conquistamos isso. SEPULTURA é isso. Não é thrash metal. Não é heavy metal. Não é dark metal. Não é metal brasileiro. É metal do SEPULTURA. É por isso que temos um nome, certo? [Risos] Caso contrário, por que ter um nome? Este é o SEPULTURA. É o que somos — muito livres. Não temos medo de correr riscos. Arte é risco. Se você faz algo novo, vai correr riscos. Não há outro jeito. E é aí que você aprende, com seus erros ou com seus equívocos e tudo mais. Mas é ótimo parar em um grande momento sem brigas, sem um fator externo acabando com esta banda. É nos nossos próprios termos. Escolhemos isso de forma muito pacífica, uma decisão consciente. Levamos dois anos conversando sobre como trabalhar, preparando isso, e agora estamos nos divertindo. É incrível. E por que não? Quero dizer, é um privilégio ter isso, ter essa possibilidade, parar enquanto podemos ou parar neste momento. E então o futuro é o futuro. Vamos ver. [Risos]”

Kisser também falou mais uma vez sobre como poderia ser o show final do SEPULTURA. Ele disse: “A ideia é fazer por volta de outubro de 2026 em São Paulo, Brasil. Um grande show do tipo SEPUL-fest, uma festa com bandas que são importantes. E como parte da história do SEPULTURA, gostaríamos de convidar cada membro que fez parte do SEPULTURA, incluindo os irmãos Cavalera, Max e Igor, para fazer parte do show, para tocar, fazer uma jam. Quero dizer, é totalmente irrelevante discutir o passado, quem está certo, quem está errado. Nunca chegaremos a um ponto — teremos duas visões diferentes disso, e tudo bem. Isso é irrelevante. Vamos tocar para os fãs, para nós mesmos, para nossas famílias que nunca nos viram juntos. Mas não apenas eles — Jairo Guedz, Eloy Casagrande, Jean Patton e Roy Mayorga, músicos que fizeram parte do SEPULTURA em momentos muito específicos e importantes que mantiveram o SEPULTURA fluindo e seguindo, independentemente dos nossos problemas e dos desafios que tivemos. Então, espero que isso aconteça. Eles serão convidados. Se você quiser fazer parte desta festa, você é bem-vindo. Se não, tudo bem.”


Fonte: Rockbrigade.com.br

Wattie Buchan (The Exploited) sofre colapso no palco em show na Alemanha

 

A lenda do punk rock mundial Wattie Buchan (The Exploited) sofreu um colapso no palco em show na Alemanha. O caso rolou no último sábado, dia 31 de janeiro, na apresentação em Schlachthof.

Buchan caiu durante a primeira música do set e precisou de atendimento médico imediato. Ele foi levado a um hospital local, onde seu estado de saúde foi considerado estável.

No dia seguinte ao concerto, pelas redes sociais, a banda se pronunciou sobre o incidente: “Como o Wattie desmaiou ontem durante o show em Wiesbaden, na Alemanha, tivemos que cancelar os próximos shows em Tallinn e Riga. Estamos tentando encontrar novas datas o mais rápido possível. Anunciaremos as datas de Rostock e Berlim assim que tivermos mais informações”.

“Wattie está no hospital neste momento para observação e exames. Ele estava com gripe nos últimos dias e desidratado. Foi por isso que ele desmaiou. Agradecemos e enviamos nosso carinho a todas as pessoas gentis que cuidaram dele e prestaram os primeiros socorros imediatamente. Manteremos vocês informados”, finalizou o grupo.

Em maio de 2025, o artista passou mal e vomitou sangue em show no Rio de Janeiro. O episódio aconteceu na terceira canção do concerto, Dogs of War.

Outra lembrança importante é que o artista já sofreu um ataque cardíaco no palco em 2014, quando se apresentava em Portugal. Em 2022, na Colômbia, ele desmaiou, ou seja, é uma pessoa que demanda bastante cuidado com a saúde.


Leia mais em RockBizz: Wattie Buchan (The Exploited) sofre colapso no palco em show na Alemanha | https://www.rockbizz.com.br/wattie-buchan-the-exploited-sofre-colapso-no-palco-em-show-na-alemanha/

Fonte: Rockbizz.com.br

Ice-T adota postura contra o ICE e em protesto troca trechos da polêmica “Cop Killer” para “ICE Killer”

 


Lamb Of God, Converge, Tom Morello, Dropkick Murphys, Green Day, Bruce Springsteen e agora Ice-T: a lista de nomes de peso do rock que estão adotando uma postura pública contra o ICE (“Serviço de Imigração e Alfândega”, agência de imigração dos EUA) aumenta a cada dia.

Durante entrevista para o podcast The Breakfast Club, o rapper, músico e ator, explicou que substituiu espontaneamente o termo “Cop Killer” para “ICE Killer”. Isso aconteceu durante uma apresentação do Body Count em Los Angeles, cidade natal do grupo, ainda em julho do ano passado. Inclusive, isso foi muito antes das ondas de protestos contra o ICE explodirem nos EUA por conta de prisões arbitrárias e até assassinatos.

“Estou apenas protestando. Como eu disse, acho que estamos indo para um terreno muito feio e os negros não têm nada a ver com isso. É ruim. Acho que no momento em que alguém atirar em um agente do ICE, vai ficar ruim.”

Recentemente em outra entrevista, agora para o TMZ, ele deixou um aviso para aqueles que estão se juntando aos protestos contra as operações de imigração: “Fique firme e fique fora do caminho. Esses gatos vão te matar.”

A música “Cop Killer” foi lançada em 1992 pelo Body Count e causou uma verdadeira onda de controvérsias devido a sua letra explicitamente contra a polícia. Na época, a polêmica em torno da música tomou uma dimensão tão grande que até mesmo o então presidente dos Estados Unidos George H. W. Bush e seu vice, Dan Quayle, se manifestaram a respeito. “Cop Killer” foi lançada no autointitulado disco de estreia do Body Count, mas devido as pressões, a edição foi recolhida das lojas e as prensagens seguintes saíram sem ela.

Abaixo Ultimo Album da Body Count

Ouça Aqui!





Fonte: Mundometal.com



quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Sharon Osbourne admite conversas para retomada do Ozzfest

 Durante conversa com a Billboard, Sharon Osbourne admitiu estar em contato com a Live Nation visando a retomada do Ozzfest. O evento teve início em 1996, se tornando um festival itinerante nos anos seguintes. A edição mais recente foi realizada em 2018.



Era algo que Ozzy defendia com muita paixão: dar aos jovens talentos um palco para se apresentarem diante de um grande público. Nós realmente começamos os festivais de metal neste país. Eles foram replicados, mas nunca com o mesmo espírito do nosso, que era um lugar para novos talentos, um acampamento de verão para os jovens."

A empresária ainda destacou estar trabalhando em um projeto visando parcerias com orquestras de todo o mundo para executar músicas do Black Sabbath. Artistas visuais também participariam do espetáculo.

Além do Madman e da banda que o revelou, nomes clássicos como Iron Maiden, Judas Priest, Motörhead, Mötley Crüe e Megadeth participaram do cast. O festival também serviu como base de lançamento para grupos como Slipknot, System of a Down, Deftones, Mastodon e Killswitch Engage, entre vários outros. Fora dos Estados Unidos, o Ozzfest teve edições em vários países da Europa, Canadá e Japão.


Fonte: Whiplash.net

“Wake Up Calling” é o novo single do PAPA ROACH; confira

 Duas vezes indicado ao GRAMMY e com discos de Platina, o Papa Roach dá continuidade ao seu mantra “Rise of the Roach” com o novo single “Wake Up Calling”, já disponível via New Noize Records / ADA – Ouça AQUI. A faixa segue os passos de baladas rock de sucesso certificado do catálogo da banda, como “Scars” e “Leave A Light On (Talk Away The Dark)”, e destaca o lado melódico e emocionalmente vulnerável da composição do grupo, sem abrir mão da intensidade e da honestidade que definem sua carreira há mais de duas décadas.

“Wake Up Calling” foi apresentada pela primeira vez em uma performance surpresa em Nashville, na semana passada, para um público formado por artistas e profissionais da indústria durante a renomada Whiskey Jam, na Broadway. Produzida por Colin Brittain (Linkin Park, All Time Low, A Day To Remember), a música explora temas como conexão, autoavaliação e dependência emocional, conduzidos por refrões grandiosos que evoluem até um clímax intenso e carregado de emoção.

O vocalista Jacoby Shaddix comenta:
“‘Wake Up Calling’ é uma música sobre estar à beira do desastre, ser puxado de volta do abismo e, no fim, escolher o amor em vez da autodestruição”, descreve Shaddix. “É uma das canções mais cruas e emocionais que já escrevemos nesta nova fase.”

O lançamento em áudio vem acompanhado de um lyric video e dá sequência a uma série de sucessos que lideraram paradas em 2025, como “Even If It Kills Me” e “BRAINDEAD” (feat. Toby Morse), além dos melhores resultados de turnê da carreira da banda, que se apresentou para mais de um milhão de fãs em 2025. “The Rise of the Roach” é tanto um apelido para a banda quanto uma indicação clara do seu futuro.


Sobre o Papa Roach

Papa Roach, pioneiros do Alternative Hard Rock, duas vezes indicados ao GRAMMY e com discos de Platina, celebram em 2025 o 25º aniversário de seu álbum revolucionário INFEST. Conhecida por sua abordagem franca sobre saúde mental, a banda há muito utiliza sua visibilidade para conscientizar e apoiar a prevenção ao suicídio — começando com o clássico “Last Resort” e seguindo até a colaboração recente com Carrie Underwood em “Leave A Light On (Talk Away The Dark)”, que arrecadou mais de US$ 500 mil para a American Foundation for Suicide Prevention (AFSP).

Sempre em evolução, a banda já lançou onze álbuns de estúdio, incluindo o mais recente, Ego Trip, por seu próprio selo, New Noize Records. O catálogo do Papa Roach soma mais de 1 bilhão de streams globais, com Ego Trip rendendo quatro singles #1 e contribuindo para um total impressionante de 28 músicas no Top 10 e 14 #1s nas paradas Rock, Alternative e Hot AC. Após turnês esgotadas em arenas no Reino Unido, Europa e América do Norte, o Papa Roach levará seu eletrico show ao vivo para a Ásia e a Austrália nesta primavera. O novo single “WAKE UP CALLING” estará disponível em todas as plataformas em 28 de janeiro


Fonte: Roadiecrew.com

HANK LIN lança “One More Minute” com a banda AVIDIOUS e celebra abertura para o NAILBOMB nos EUA

 Chia-Hung “Hank” Lin, baterista e multi-instrumentista à frente do Avidious, lançou “One More Minute”, terceiro single que antecipa o álbum de estreia “Death Knows My Name”, com chegada prevista para 13 de fevereiro. A novidade vem na esteira de um momento importante na estrada: em 20 de janeiro, a banda se apresentou no 1720 Warehouse, em Los Angeles, como atração de abertura do Nailbomb, projeto de Max Cavalera.


“Essa música representa um momento muito importante para mim. Ela veio de um lugar de dúvida e angústia, mas também de beleza e catarse”, afirma Hank. “É sobre como, às vezes, é mais fácil se agarrar à dúvida do que encarar a esperança de frente. É intensa e vulnerável ao mesmo tempo.”

No aspecto musical, “One More Minute” aposta em uma combinação de vocais agressivos, riffs contundentes e um refrão melódico e melancólico, além de um solo de guitarra emocional e até um solo de bateria, reforçando o perfil detalhista de Hank no estúdio. A faixa foi composta por Hank, com letras escritas com o vocalista Isaac Jones, e recebeu produção, mixagem e masterização do produtor brasileiro Adair Daufembach. Hank gravou todos os instrumentos, com exceção do solo de guitarra, co-escrito com o guitarrista brasileiro Gabriel Franzese e executado por ele.



O show no 1720 Warehouse encerrou um período de agenda movimentada para o músico nos Estados Unidos. O local é conhecido por receber atrações de peso do heavy music, e a apresentação com o Nailbomb ampliou a visibilidade do Avidious em um momento-chave da campanha do novo álbum. Nos últimos meses, Hank também esteve em turnê com o Thrown Into Exile, participando de datas de abertura para o Cavalera (Chaos A.D.) e para o Fear Factory na mais recente passagem das bandas pelo país.

“Abrir para o Nailbomb, com Max Cavalera, é uma honra enorme. Foi uma noite que vamos lembrar para sempre”, diz Hank.


Fonte: Rockbrigade.com.br


Savage Lands lança ‘Army of the Trees’ mirando projetos ambientais

 


Após ouvirem em primeira mão como incorporadores imobiliários estão destruindo a floresta tropical da Costa Rica, dois metallers furiosos decidiram que não iriam ficar parados enferrujando em paz. O baterista do Megadeth, Dirk Verbeuren, e seu antigo guitarrista, Sylvain Demercastel, fundaram a Savage Lands, a primeira organização ambiental sem fins lucrativos da indústria musical dirigida por artistas. 100% dos royalties do álbum de estreia da Savage Lands, “Army of the Trees”, apoiam seus projetos de preservação contínuos na Costa Rica, França e outros países.


Hoje, a banda Savage Lands está anunciando uma nova parceria bruta e intransigente com a Insomnio, uma marca de mercadorias da Costa Rica forjada na cultura underground, suor e distorção. A primeira colaboração das organizações é a Pura Vida Motherfucker, uma nova marca que apoiará a proteção da biodiversidade local na Costa Rica.



Savage Lands e Insomnio estrearão novos designs exclusivos de mercadorias da Pura Vida Motherfucker esta semana durante dois eventos comunitários na Costa Rica.

“Savage Lands existe por um motivo: proteger a terra, as florestas e a vida – não os egos”, diz Demercastel. “Insomnio existe porque a cultura underground não pede permissão. Juntos, estamos construindo um modelo local, agressivo e financeiramente eficiente onde a venda de mercadorias financia a conservação, a cultura metal permanece radical e a biodiversidade da Costa Rica é defendida, não comercializada”.

O álbum de estreia da Savage Lands já está disponível pela Season of Mist. “Army of the Trees” conta com Alissa White-Gluz + membros do Obituary, Sepultura, Heilung, Benighted, Lord of the Lost e mais.

 

Fonte: Rokbrigade.com.br

Saxon finaliza mixagem de novo álbum que sai ainda neste ano

 



As lendas do heavy metal britânico SAXON concluíram o trabalho em seu vigésimo quinto álbum de estúdio para um lançamento previsto para o final de 2026.

O vocalista do SAXON, Biff Byford, publicou uma mensagem de vídeo através das redes sociais na qual ele disse: “Nós terminamos o álbum agora. O produtor de longa data do SAXON e guitarrista de turnê do JUDAS PRIEST, Andy Sneap, terminou de mixar o álbum, o novo álbum. Então, vocês ouvirão falar sobre isso durante o verão, eu tenho certeza”.

Byford também ofereceu uma atualização sobre sua luta contra o câncer de intestino, dizendo: “Eu tenho algumas novas notícias sobre a operação. Faz seis meses agora desde a minha operação de câncer, e eu fiz uma tomografia computadorizada e está tudo limpo. Então isso é uma boa notícia após a cirurgia, então nada voltou. Então isso é muito bom”.

O próximo LP do SAXON será o sucessor de “Hell, Fire And Damnation”, que saiu em janeiro de 2024 pela Silver Lining Music.

Em julho passado, Byford disse ao Metal XS do Riff X sobre o progresso das sessões de composição para o próximo trabalho do SAXON: “Bem, nós começamos a escrever o próximo álbum. Estou fazendo as letras agora. E eu tenho muitas ideias do guitarrista Doug Scarratt, do baterista Nigel Glockler também, e de Nibbs, o baixista Tim Carter. Então, sim, eu tenho muitas ideias, as quais estou compilando em casa no meu estúdio. Então eu acho que talvez estejamos prevendo — dedos cruzados — um novo álbum no outono do ano que vem, setembro ou outubro”.

 


Fonte: Rockbrigade.com.br

Resenha: Deathraiser – “Forged In Hatred” (2026)

 


Após 15 anos, o Deathraiser retorna com o visceral “Forged In Hatred”, segundo trabalho de estúdio do quarteto mineiro.

Na contramão das tendências

Quando o Thrash Metal surgiu no início dos anos 1980, com bandas pioneiras como MetallicaSlayerExodus e Kreator, o ouvinte de Metal mais convencional foi apresentado a um novo patamar de agressão sonora. Naquele momento, o gênero representava o ápice da brutalidade musical e, com o passar dos anos, passou por um processo natural de lapidação. Diversos grupos incorporaram novas camadas sonoras, adicionaram técnica e, consequentemente, aprenderam a produzir discos mais bem acabados, tornando-os mais acessíveis a um público mais amplo.

Ainda assim, apesar de alguns poucos seguirem empunhando a bandeira da música rápida, suja, ríspida, cortante e visceral, durante os anos 1990 grande parte dos nomes seminais suavizou suas propostas. Como resultado, o estilo enfrentou quase uma década de declínio. O Thrash Metal só voltou a impactar de forma realmente contundente com a chegada dos anos 2000. Nesse período, uma nova geração se misturou à velha guarda, promovendo uma renovação significativa. Já em 2026, o cenário se mostra forte, porém repleto de bandas que apostam em um Thrash permeado por influências modernas.

É justamente na contramão dessa tendência que o Deathraiser se posiciona. Lançado em 22 de janeiro pela Xtreem Music“Forged In Hatred” surge como um resgate visceral da essência furiosa dos anos dourados. Sem concessões ou artifícios contemporâneos, o segundo álbum de estúdio do quarteto de Leopoldina (MG) apresenta produção analógica e nove faixas que funcionam como um ataque direto e impiedoso aos ouvidos menos preparados.



Um retorno honesto as origens do Thrash

Com apenas 34 minutos de duração e absolutamente nenhum espaço para trégua, o novo registro promove um retorno honesto às origens do Thrash Metal. As composições soam cruas e diretas, sustentadas por riffs imponentes, linhas vocais raivosas e um constante senso de urgência, capaz de transportar o ouvinte diretamente para algum ponto entre 1983 e 1989.

Em diversos momentos, surgem referências claras ao Sepultura da fase “Beneath The Remains” (1989), ao Dark Angel do clássico “Darkness Descends” (1986) e, em outros trechos, ao Kreator dos álbuns “Pleasure To Kill” (1986) e “Terrible Certainty” (1987). Ainda assim, o Deathraiser consegue imprimir sua própria identidade ao trabalho, evitando que essas influências transformem o disco em uma simples coleção de clichês.

O tracklist enxuto apresenta destaques imediatos, começando pela impiedosa faixa de abertura “Severe Atrocity”, que evidencia a precisão da cozinha formada por William, nas baquetas, e Junior, no baixo. Em seguida, “Primitive Medicine” dá continuidade à devastação sonora e soa como um híbrido feroz entre “Schizophrenia” e “Persecution Mania”. Já “Everything Dies” aposta em um riff inicial extremamente pesado e em um andamento mais cadenciado nos primeiros momentos. Aqui, a influência de “Beneath The Remains” se torna ainda mais perceptível e, somada à identidade da banda, resulta em um dos grandes pontos altos do álbum.


Tracklist irretocável

“Corporation Parasite” e “Empire Of Ignorance” ocupam com inteligência o miolo do disco, permitindo que o álbum avance sem perder intensidade, ao mesmo tempo em que mantém o ouvinte completamente envolvido. As guitarras da dupla Ramon/Thiago despejam riffs afiados e demonstram competência tanto na construção das bases quanto nos solos, que, embora diretos, cumprem sua função com extrema eficiência. Essa característica se torna ainda mais evidente na instrumental “Symphony Of Violence”, cujo título já entrega boa parte das influências. Os solos remetem quase diretamente à performance de Andreas Kisser em “Iquisition Symphony”, enquanto a composição preserva o caos característico do Kreator em seus primeiros anos.

Na sequência, “Toxic Legacy” surge como mais uma arauta do caos, entregando exatamente tudo aquilo que o fã de Thrash Metal old school espera ouvir. O encerramento fica por conta da poderosa dobradinha “One Step To The Grave” e “Dead Generation”, que, diga-se de passagem, representa um dos momentos mais altos da audição, senão o mais impactante. O final da primeira praticamente se funde ao início da segunda e, apesar de serem faixas distintas, a sensação é de completa complementaridade. Um desfecho arrebatador para um álbum irretocável.


De Minas Gerais para o mundo

Vale destacar que a proposta do Deathraiser não passa por reinventar a roda. O objetivo aqui consiste em proporcionar ao fã de Thrash Metal contemporâneo uma verdadeira experiência de imersão em uma época em que o gênero buscava apenas ser brutal, rápido e impactante. Não há espaço para modismos, modernidades forçadas ou misturas enfadonhas em “Forged In Hatred”. O álbum funciona quase como uma cartilha sonora para a nova geração.

Mais de quatro décadas depois, a cena mineira continua exportando suas joias para o Brasil e — quem sabe — para o mundo. Além disso, passados mais de dez anos desde o disco de estreia “Violent Aggression” (2011), o Deathraiser se mostra afiadíssimo e pronto para ocupar a linha de frente do campo de batalha do Metal. Resta torcer para que o grupo não demore tanto para lançar o próximo trabalho e mantenha o nível elevado apresentado aqui.

Não recomendado para ouvidos sensíveis!

Nota: 9

Ouça o Album completo

 



Fonte: Munfometalbr.com

Obituary retorna ao Brasil com turnê especial celebrando 35 anos de Cause of Death

 


A lenda do Death Metal Obituary volta ao Brasil em fevereiro para uma série de shows comemorativos que destacam os 35 anos do álbum Cause of Death, um dos registros mais importantes da história do estilo. A banda norte-americana promete apresentações focadas nesse repertório clássico, além de outros momentos marcantes da carreira, reforçando a conexão histórica com o público brasileiro.

A turnê passa por quatro capitais e reúne produtores já conhecidos do cenário pesado. Em Belo Horizonte, o show acontece no Mister Rock no dia 20 de fevereiro. Logo depois, em 21 de fevereiro, o grupo sobe ao palco do Carioca Club, em São Paulo, integrando a programação do Overload Beer Fest 2026. Na sequência, a banda toca em Curitiba, no Tork n Roll, dia 22, e no Rio de Janeiro, no Agyto, dia 24. Os ingressos já estão disponíveis pela plataforma 101Tickets.

Além do Obituary, o público também poderá conferir nomes relevantes da cena extrema nacional. No festival paulistano, o lineup inclui Vulcano, com participação especial do vocalista Angel, além de SurraD.E.R. e Cemitério.


Bandas, datas e celebração histórica

Formado na Flórida pelos irmãos John Tardy e Donald Tardy, o Obituary construiu sua trajetória com uma sonoridade pesada, direta e facilmente reconhecível dentro do death metal. Ao longo dos anos, a banda manteve sua identidade baseada em riffs densos e climas sombrios, o que torna essa turnê comemorativa ainda mais significativa.

Lançado em 1990, Cause of Death inegavelmente representa um ponto central na discografia do grupo e segue como referência para músicos e admiradores do gênero. Por isso, os shows no Brasil ganham caráter especial ao resgatar esse momento histórico ao vivo, celebrando não apenas um álbum, mas toda uma era do metal extremo.

Com produção da Xaninho Discos e da Caveira Velha, a passagem do Obituary pelo país certamente reforça a força contínua do death metal no Brasil e evidencia a relevância de eventos que unem artistas consagrados e bandas atuais. A expectativa é de casas cheias e apresentações intensas, à altura da importância desse capítulo da música pesada.

Serviço – Obituary

Fonte: Mundometalbr.com

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Savatage lançará álbum ao vivo da turnê de "Gutter Ballett"

 Jon Oliva, líder do Savatage, fez uma publicação nas redes sociais revelando que um álbum ao vivo da banda será lançado em breve. O registro foi feito durante um show realizado em 1990, durante a turnê do álbum "Gutter Ballet", quinto da carreira do grupo.



O álbum triplo ao vivo com o Criss será entregue à gravadora nesta segunda-feira, dia 26, e será lançado em breve.

Este show é do Palace em Los Angeles, durante a turnê 'Gutter Ballet', e na minha opinião, é um dos melhores shows que já fizemos. Criss e eu estávamos absolutamente inspirados naquela noite - a performance dele foi incrível, meu canto estava ótimo e, sim… eu também estava bem engraçado.

Remixamos e remasterizamos o show inteiro, e o resultado está absolutamente incrível. A seleção de músicas é fantástica e a energia daquela noite transparece.

Este é um item indispensável para todo fã de Savatage. Mal posso esperar para que vocês ouçam.


City Beneath the Surface

White Witch

Of Rage and War

She's in Love

Mentally Yours

24 Hrs. Ago

Legions

Strange Wings

Hounds

Temptation Revelation

When the Crowds are Gone

The Dungeons Are Calling

Holocaust

Sirens

Power of the Night

Hall of the Mountain King

Gutter Ballet

Thorazine Shuffle

Devastation



Fonte: Whiplash.net

SODOM revisita “Get What You Deserve” com novo single e vídeo de “Jabba the Hutt”

 Lançado em 1994, Get What You Deserve representou uma ruptura consciente do Sodom com expectativas estéticas e sonoras da época. Em vez de seguir caminhos mais alinhados ao thrash tradicional, o grupo apostou em uma abordagem direta, ruidosa e propositalmente áspera, com produção crua e composições que flertavam com o punk e o caos deliberado. A intenção era simples: fazer música sem concessões, sem se preocupar com tendências ou com a recepção do público.

Esse espírito volta à tona com o lançamento da versão remixada de Jabba the Hutt, agora apresentada como single e acompanhada de um novo videoclipe. Apesar da associação imediata com o personagem da saga Star Wars, a faixa faz referência a uma pessoa real. Questionados sobre o assunto, Tom Angelripper e Andy Brings preferiram não esclarecer, limitando-se a dizer, em resposta conjunta: “Não vamos comentar isso.”

O videoclipe foi montado a partir de imagens de arquivo gravadas em 1994, durante as sessões de fotos que resultaram na capa original de Get What You Deserve e também do EP Aber Bitte Mit Sahne. O material, captado de forma informal em camcorders, revela bastidores daquele período e ajuda a contextualizar o clima interno da banda em uma de suas fases mais controversas. Confira:


Agora, três décadas depois, o álbum retorna em uma edição deluxe e expandida, com remasterização e novas mixagens realizadas por Andy Brings. O relançamento inclui também o EP Aber Bitte Mit Sahne em versão revisitada, além do primeiro show gravado com Atomic Steif, disponibilizado como LP duplo bônus, e um DVD com apresentações ao vivo adicionais.




O pacote traz ainda diferentes versões da arte gráfica: a capa original ambientada em um quarto de hotel, a edição censurada com foto da banda e o conceito visual inicialmente planejado, baseado em uma pintura de Andreas Marschall, artista conhecido por seu trabalho com bandas do metal extremo. Para Maik Weichert, guitarrista do Heaven Shall Burn, o disco mantém sua relevância histórica: “O melhor álbum punk dos anos noventa.”

A edição deluxe e expandida de Get What You Deserve será lançada em 27 de fevereiro de 2026 pela BMG e já está disponível para pré-venda. Os formatos incluem um box set com cinco LPs coloridos, livro, pôster e DVD; uma edição dupla em vinil translúcido com capa gatefold; e uma versão em CD triplo com encarte de 24 páginas.



Fonte: Roadiecrew.com

NERVOSA inicia sua nova era com o álbum “Slave Machine”; confira o clipe da faixa-título




 A Nervosa confirmou o lançamento de seu sexto álbum de estúdio, intitulado Slave Machine, previsto para chegar ao público em 3 de abril de 2026 pela Napalm Records. O trabalho marca mais um capítulo na trajetória da banda, que segue explorando o thrash metal com abordagem direta e atual.

Com presença constante em grandes festivais internacionais, a Nervosa construiu reconhecimento ao longo dos anos por suas apresentações ao vivo e por uma discografia focada em velocidade e agressividade. Slave Machine surge como continuidade desse caminho, agora com Prika Amaral definitivamente estabelecida também como vocalista, função assumida no álbum anterior, Jailbreak (2023).

O novo disco foi novamente produzido por Martin Furia, conhecido por seu trabalho como guitarrista da banda alemã Destruction. A parceria reforça a combinação entre elementos do thrash metal tradicional e uma sonoridade alinhada aos tempos atuais. Ao todo, o álbum apresenta 12 faixas inéditas e já se encontra disponível para pré-venda.

Junto com o anúncio, a Nervosa revelou a faixa-título, Slave Machine, que antecipa a direção do disco. A música aposta em andamento acelerado, riffs diretos e inclui uma ponte com abordagem diferente dentro do repertório habitual da banda, apontando nuances que devem aparecer ao longo do álbum.

Sobre a canção Slave Machine, a Nervosa declarou em comunicado: “Essa música é tudo o que queremos dizer e tocar, com várias camadas vocais e melodias de guitarra que soam como um grito, para dizer que todos nós fazemos parte da ‘máquina escrava’.”

Assista ao videoclipe de Slave Machine:


O lançamento de Slave Machine está programado para abril de 2026 e dá início a uma nova fase criativa da Nervosa, que segue ativa no circuito internacional do metal extremo.

Nervosa surge como um vulcão em erupção com seu novo álbum. Sempre em movimento e aberta à experimentação, a banda apresenta Slave Machine como uma declaração direta, construída riff após riff, reforçando sua identidade dentro do metal extremo.

Nervosa comenta sobre Slave Machine:
Slave Machine é o álbum mais agressivo e melódico da Nervosa, e temos orgulho de dar esse passo adiante, mantendo nossas raízes.”




Slave Machine na visão da gravadora:

“Doze faixas inéditas mostram o quinteto explorando seu estilo pesado de forma mais elaborada. A abertura, Impending Doom, cresce de maneira ameaçadora, apoiada em riffs densos e bateria marcada, estabelecendo o clima do álbum. A faixa-título, Slave Machine, acelera logo de início e incorpora uma ponte com abordagem alternativa ao refrão direto, revelando uma faceta um pouco diferente da banda.

Na sequência, Ghost Notes apresenta uma sucessão de riffs fortes e facilmente identificáveis, conduzidos por uma bateria constante e pelos vocais intensos de Prika Amaral, além de um solo de guitarra que se destaca na composição. Em Beast Of Burden, a Nervosa evidencia seu lado mais agressivo, enquanto You Are Not A Hero aposta em um refrão amplo, funcionando como um dos momentos mais diretos do disco.

Hate se desenvolve com crueza, e The New Empire segue por um caminho de peso aliado a linhas melódicas bem definidas. 30 Seconds amplia a dinâmica do álbum, enquanto Crawl For Your Pride combina a crítica social recorrente da banda com uma construção direta. Já em Learn Or Repeat e The Call, surgem elementos de groove moderno mesclados a referências mais tradicionais do thrash metal, antes de o disco se encerrar com Speak In Fire, faixa de atmosfera sombria e tensa.”

Slave Machine tracklisting:

  1. Impending Doom
  2. Slave Machine
  3. Ghost Notes
  4. Beast Of Burden
  5. You Are Not A Hero
  6. Hate
  7. The New Empire
  8. 30 Seconds
  9. Crawling For Your Pride
  10. Learn Or Repeat
  11. The Call
  12. Speak In Fire