quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Ex-baixista do Death Angel, Dennis Pepa enfrenta câncer em estágio 4

 Dennis Pepa, ex-baixista do Death Angel, foi diagnosticado com câncer duodenal em estágio 4. O músico tem 59 anos e gravou os cinco primeiros álbuns de estúdio da banda – que conta até hoje com seu primo Rob Cavestany (guitarra) –, tendo sido também o vocalista nos dois primeiros anos, antes da entrada de Mark Osegueda.



Nele, o artista declara:


"Meu nome é Dennis. Você talvez me conheça pela capa de um álbum do Death Angel, pelo trabalho ou por anos de amizade. Ou talvez estejamos nos conhecendo agora. Seja qual for a circunstância que o trouxe à minha página para ler esta mensagem, obrigado por dedicar seu tempo a isso. Significa muito para mim.

Peço desculpas, mas vou direto ao ponto porque, bem, já me sinto muito vulnerável e não há maneira fácil de dizer tudo isso. Em fevereiro de 2026, fui diagnosticado com câncer de duodeno em estágio 4. Eu já havia perdido meu emprego de quase 20 anos. De repente, minha família e eu tivemos que encontrar recursos para o tratamento do câncer enquanto tentávamos pagar as contas do dia a dia.

Estou pedindo ajuda para realizar o tratamento no Immunocine Cancer Center, no México, e para sustentar minha família nos próximos meses. Tenho pesquisado sobre o centro, e eles oferecem algo chamado imunoterapia com células dendríticas, que utiliza as próprias células do sistema imunológico do paciente e material do tumor para preparar um tratamento personalizado. O objetivo, segundo o centro, é ajudar o sistema imunológico a reconhecer e atacar o câncer da melhor maneira possível, com base nas características únicas do organismo de cada paciente.

Nossa meta de arrecadação é de US$ 150.000. Esse valor ajudará a custear o tratamento de que preciso no México e a manter o suporte à minha família. É extremamente difícil definir um valor em dinheiro, mas essa é a minha realidade atual, e estou pedindo ajuda porque nossa família não consegue arcar com essas despesas sozinha.

O tratamento representa a maior parte da meta. Uma lista pública da Heal Navigator aponta o custo do tratamento no Immunocine em US$ 120.000. Ainda preciso confirmar o custo específico do meu caso, mas isso já dá uma ideia do valor que precisamos cobrir, antes mesmo de considerar passagens aéreas e despesas de estadia.

Os recursos serão destinados a quatro áreas:

* Tratamento: Custear o atendimento na Immunocine, caso a equipe confirme que posso prosseguir

* Viagem: Deslocamento até o México para o tratamento e retorno para casa

* Acomodação: Um lugar para ficar durante o período em que eu precisar estar lá

* Apoio à família: Ajudar com compras de mercado, contas domésticas e outras despesas do dia a dia enquanto busco o tratamento

Não preciso de nada extravagante. Só preciso conseguir chegar lá, ter um teto sobre a cabeça durante essas 6 semanas e saber que minha família consegue manter as coisas funcionando em casa. Neste momento, somar todos esses custos é algo extremamente avassalador. O apoio gentil de vocês nos daria os meios necessários para organizar tudo.

US$ 150 mil parece um valor enorme, muito além do que qualquer pessoa poderia oferecer sozinha. Mas é preciso uma rede de apoio, e cada centavo conta. Uma doação de US$ 5, multiplicada muitas vezes, vale muito mais do que apenas US$ 5; portanto, qualquer ajuda é bem-vinda. De verdade.

Como vocês certamente podem imaginar, nada disso é fácil - inclusive escrever esta mensagem -, mas me vejo em uma situação em que jamais quis estar e, por isso, isso precisa fazer parte da minha luta... pois ainda há muito pelo que quero viver.

Quero continuar acompanhando meus filhos, Maddox (22) e Roman (19), crescendo e construindo suas próprias vidas. E quero estar ao lado deles, ajudando-os a continuar se tornando homens fortes e compassivos. Quero me casar com minha noiva, Gemalyn, e continuar presente na vida das pessoas que mais amo. Como família, temos tantos planos, tantas memórias para criar e tantos momentos especiais pela frente.

Mais uma vez, obrigado por dedicarem um tempo para ler esta mensagem.

Com carinho e meus melhores votos, Dennis."

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Além do Death Angel, Pepa foi baixista do The Organization e vocalista e guitarrista no Big Shrimp. Também registrou backing vocals em "Twisted Into Form" (1990), segundo álbum do Forbidden.


Fonte: Whiplash.net

Graças ao TikTok, Type O Negative está maior do que nunca, diz Kenny Hickey

 

Em uma nova entrevista para Ed Hackimer, do This Day In Metal, Kenny Hickey refletiu sobre seu tempo como membro do TYPE O NEGATIVE, que efetivamente acabou após o falecimento do vocalista Peter Steele em abril de 2010, devido a uma insuficiência cardíaca aos 48 anos.

“Bem, olhando para trás, acho que tudo tinha que ser do jeito que foi com o TYPE O”, disse o guitarrista. “Quero dizer, você sempre pode melhorar algo, mas acho que, historicamente, se tornou o que é. E ninguém vai querer mudar isso. Eu não mudaria agora.”

O TYPE O NEGATIVE foi formado originalmente no final dos anos 1980, após o fim da banda anterior de Steele, o CARNIVORE. A banda existiu por 20 anos e construiu um forte público por meio de turnês frequentes e sete álbuns de estúdio.

Sobre como a música do TYPE O é vista pelos fãs de hard rock e heavy metal hoje, Kenny disse: “A banda está maior do que nunca. Está maior do que nunca. Minha filha mais nova tem 24 anos agora. Eu fui à faculdade dela. Ela estava cercada por fãs do TYPE O. Então nós alcançamos toda uma outra geração… Nossa geração original ainda não morreu, em sua maioria, e agora nós apenas adicionamos mais duas gerações em cima disso. Então, estamos indo melhor do que nunca, cara.”

Ilustrando como a popularidade do TYPE O NEGATIVE cresceu nos últimos anos, Hickey continuou: “Nós acabamos de receber um single de ouro por streams. Você sabe quantos streams precisa para isso? 250 milhões. São 250 milhões de streams para I Don’t Wanna Be Me. Ele viralizou no TikTok, e isso simplesmente fez a banda explodir, e agora todo o resto da música foi exposto a essa garotada. Então é isso que está acontecendo. Deus abençoe o TikTok. Deus abençoe o TikTok.”

Kenny acrescentou: “Olhe o que o TikTok fez com o CROWBAR. Quero dizer, uma banda super doom heavy que não tem nenhum valor comercial agora tem 1,9 milhão de ouvintes no Spotify. Eles estão explodindo em todos os lugares, e é porque… Isso só poderia acontecer no TikTok. Foi descoberto por essa garotada.”

Perguntado se ainda é possível que ele se reúna com os outros membros sobreviventes do TYPE O NEGATIVE para realizar um show em homenagem a Steele com vários músicos convidados, Kenny disse: “Logisticamente, agora não, não é possível. Mas nunca diga nunca. As propostas estão aí. Mas não neste momento.”

Hickey havia dito anteriormente que o ex-tecladista do TYPE O NEGATIVE, Josh Silver, que é casado com a irmã da esposa de Kenny, não está disposto a se comprometer com um projeto de homenagem a Steele, tendo passado um longo tempo trabalhando em Nova York como paramédico.

Kenny também confirmou que a gravação completa de um show da banda extinta está sendo preparada para um lançamento oficial.

O TYPE O NEGATIVE, conhecido por suas paisagens sonoras sombrias e status cult nos anos 1990 e início dos anos 2000, viu recentemente um resurgimento cultural à medida que novas gerações descobrem a música que definiu o gênero.

O TYPE O NEGATIVE era uma banda de goth metal baseada em Nova York, formada em 1990 por Steele, ao lado de Hickey, Silver e do baterista Sal Abruscato — mais tarde substituído por Kelly. Sua estreia em 1991, “Slow, Deep And Hard”, apresentou seu estilo sombrio, seguido pelo provocativo “The Origin Of The Feces” (1992). O TYPE O NEGATIVE alcançou um sucesso estrondoso com “Bloody Kisses” (1993), que conquistou um público cult e trouxe o single “Black No. 1”. A banda continuou a evoluir com álbuns como “October Rust” (1996), “World Coming Down” (1999), “Life Is Killing Me” (2003) e “Dead Again” (2007).

Venerada por sua mistura distinta de goth e metal, bem como pelos vocais graves e icônicos de Steele, o TYPE O NEGATIVE deixou um legado duradouro na música pesada. A banda encerrou suas atividades em 2010 após a morte de Steele, mas sua influência permanece por todo o cenário do metal e do rock alternativo


Fonte: Rockbrigade.com.br

Parkway Drive anuncia lançamento de Home – Live At The Sydney Opera House

 


O Parkway Drive anunciou o lançamento de Home – Live At The Sydney Opera House para o dia 04 de dezembro pela Epitaph. O show que serviu de pano de fundo para o trabalho aconteceu em junho de 2025 ao lado de uma orquestra sinfônica completa em um evento único.

Como prévia ao álbum ao vivo, a banda liberou o vídeo de Prey. Confira no player logo abaixo:


Em uma mudança radical em relação ao espetáculo pirotécnico característico do PD, Home marca o show ao vivo mais ambicioso da banda até hoje, reinventando sua música com uma orquestra sinfônica completa e convidados especiais.

A trilha sonora imerge o público na performance tecnicamente mais desafiadora da carreira da banda, com os cinco músicos autodidatas do grupo tocando ao lado de alguns dos músicos orquestrais mais talentosos do mundo.

O álbum conta com a participação de Nooky, em Shadow Boxing, e da ex-vocalista do Tonight Alive, Jenna McDougall, em A Deathless Song. O disco abre com Welcome To Country, com participação de Matthew Doyle.

Financiada de forma independente, num nível normalmente reservado para uma turnê completa em arenas europeias, a banda arriscou tudo para redefinir o que é o Parkway Drive, por uma única noite, diante de apenas 2 mil pessoas sentadas. O show esgotou em três minutos, com fãs viajando de todo o mundo para testemunhar o evento histórico.

Track listing de Home – Live At The Sydney Opera House:

01. Welcome To Country (com Matthew Doyle)
02. Home Is For The Heartless
03. Glitch
04. Prey
05. Carrion
06. Soul Bleach
07. Horizons
08. Shadow Boxing (feat. Nooky)
09. Chronos
10. The Colour Of Leaving
11. The Greatest Fear
12. Cemetery Bloom
13. The Void
14. Drums Of War
15. Dark Days
16. Darker Still
17. Crushed
18. A Deathless Song (com Jenna McDougall)
19. Sacred  

20. Wild eyes 


Fonte: Rockbizz.com.br

Down lança “The Myth”, segundo single de “Volume V”, primeiro álbum completo em 19 anos


O Down lançou nesta quarta-feira, 7 de outubro, “The Myth”, segundo single de “Volume V”, novo álbum de estúdio que chega em 20 de novembro pela Nuclear Blast Records. A faixa sucede “Blood Oath”, apresentada em agosto, e abre oficialmente o disco.

Com pouco mais de cinco minutos, “The Myth” aposta justamente naquilo que tornou o grupo de Nova Orleans reconhecível desde os primeiros segundos: guitarras pesadas, andamento arrastado em alguns momentos, riffs construídos sobre muito groove e a voz de Philip H. Anselmo dominando a composição.

A gravadora descreve a faixa como uma abertura agressiva, conduzida por vocais poderosos, ritmos pesados e palhetadas precisas.


Primeiro álbum completo desde “Over The Under”

“Volume V” terá um peso especial na discografia do Down.

Será o primeiro álbum completo do grupo desde “Down III: Over The Under”, lançado em 2007. Nesse intervalo, a banda disponibilizou os EPs “Down IV – Part I: The Purple EP”, em 2012, e “Down IV – Part II”, em 2014, além de passar por longos períodos de atividades reduzidas.

A formação atual reúne Philip H. Anselmo nos vocais, Pepper Keenan e Kirk Windstein nas guitarras, Jimmy Bower na bateria e Pat Bruders no baixo.

O material começou a tomar forma durante duas sessões de composição realizadas no Nodferatu’s Lair, estúdio de Anselmo que há anos funciona também como ponto de encontro do grupo. Segundo informações divulgadas pela própria banda, as músicas nasceram principalmente de jams realizadas com os cinco integrantes tocando juntos.

Pepper Keenan e Kirk Windstein gravaram juntos

Uma das decisões utilizadas para preservar a dinâmica característica do Down foi registrar simultaneamente as guitarras de Pepper Keenan e Kirk Windstein.

As composições ganharam forma ao longo de 2025, e a banda procurou manter a sensação de músicos tocando juntos em uma sala, em vez de construir o álbum exclusivamente através de gravações individuais e edições posteriores.

Anselmo já havia definido o resultado como um trabalho que preserva a essência da banda, embora apresente algumas características próprias.

“O disco definitivamente é uma jornada. É classicamente Down, mas também é único.”

Kirk Windstein foi ainda mais direto ao comparar a química das sessões com aquela encontrada no clássico de estreia “NOLA”, embora agora os músicos carreguem aproximadamente 35 anos adicionais de experiência como compositores.


King Diamond participa de “Merciful Fate”

“The Myth” abre um disco que guarda pelo menos uma participação bastante inesperada.

Na faixa “Merciful Fate”, King Diamond divide os vocais com Anselmo em uma espécie de duelo entre os dois cantores. Livia Zita, esposa de King Diamond, também participa da gravação com vocais adicionais.

A participação já coloca a segunda música de “Volume V” entre as maiores curiosidades do trabalho antes mesmo de seu lançamento.

Outra conexão importante aparece no fim do álbum.

Ozzy Osbourne deixou sua marca no novo disco

“Volume V” contém uma faixa chamada “Ozz”, enquanto o encerramento, “Twice-Told Tales”, carrega uma influência que Anselmo relacionou diretamente a Ozzy Osbourne, morto em julho de 2025 durante o período em que o álbum ainda estava sendo desenvolvido.

Ao falar sobre “Twice-Told Tales”, Anselmo explicou:

“É uma mistura de riffs precisos e Blues Rock com a disciplina do Metal clássico. É uma música importante para nós. Eu conseguia sentir a influência de Ozzy Osbourne sobre mim da maneira mais estranha.”

O álbum foi produzido por Eddie Mapp em conjunto com o Down, mixado por Dave Fortman e masterizado por Maor Appelbaum, na Califórnia.

Confira a arte de capa e o tracklist de “Volume V”



The Myth

  1. Merciful Fate — com King Diamond

  2. Turn Out The Light

  3. The Message

  4. Causeway Grief

  5. Blood Oath

  6. They Walk The Night

  7. They Came From Dust

  8. Ozz

  9. Twice-Told Tales

Não quer perder os principais lançamentos de 2026?

O Radar de Novidades do Mundo Metal acompanha semanalmente os principais singles, álbuns e EPs lançados no Rock e no Heavy Metal, além de garimpar trabalhos que muitas vezes acabam passando fora do radar.

E se você prefere descobrir as novidades ouvindo, o Mundo Metal mantém uma playlist de lançamentos no Spotify, atualizada ao longo do ano com músicas novas de bandas consagradas e nomes que merecem atenção.

Fonte: Mundometalbr.com



segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Rammstein divulga vídeo da performance de Sonne do show Live In Mexico City

                                 

                              

                          

    

O Rammstein divulgou o vídeo da performance de Sonne do show Live In Mexico City. O trabalho é o registro definitivo da trinca triunfal de shows na Cidade do México – presenciada por quase 200 mil fãs – e da turnê mundial em estádios que, entre 2019 e 2024, lotou gramados ao redor do globo com chamas e som pesado.



Anteriormente, o Rammstein liberou o vídeo de Armee der Tristen em promoção a Live in Mexico City. Veja no player abaixo:



O longa-metragem do show, que chegará aos cinemas de todo o mundo em 04 de novembro, levará toda a intensidade e a adrenalina da experiência ao vivo do grupo alemão para as telas de cinema, com os caras apresentando versões grandiosas de sucessos que abrangem toda a sua trajetória, incluindo Armee Der Tristen, Deutschland, Du Riechst So Gut, Sonne, Du Hast, Te Quiero Puta e muitas outras.

Com direção de Paul Dugdale (The Rolling Stones, Taylor Swift, Elton John e Adele), Rammstein – Live In Mexico City também sairá nos formatos físico e digital em 20 de novembro.

Desde o seu começo de carreira na cidade de Berlin, o Rammstein tem em sua formação o sexteto: Till Lindemann (vocal), Paul Landers (guitarra), Richard Z. Kruspe (guitarra), Flake (teclado), Oliver Riedel (baixo) e Christoph Schneider (bateria).


Fonte: Rockbizz.com.br



Epica lança o álbum digital Live at the Symphonic Synergy

                                     

                                                    

 

O Epica lançou o álbum digital Live at the Symphonic Synergy. Gravada no dia 20 de setembro de 2024 perante uma casa lotada, a apresentação celebra mais de duas décadas de trajetória do grupo com uma performance mágica ao lado de orquestra e coral completos, mesclando o peso do metal a arranjos orquestrais grandiosos.


Junto ao álbum, a banda também lançou o clipe ao vivo de Consign To Oblivion. Veja no player logo abaixo

Track listing de Live at the Symphonic Synergy:

01. Welcome to The Symphonic Synergy
02. Unleashed
03. The Essence of Silence
04. Menace of Vanity
05. Sensorium
06. The Fifth Guardian
07. Crimson Bow & Arrow
08. Arcana
09. The Skeleton Key
10. The Ghost in Me – Danse Macabre
11. Storm the Sorrow
12. Symphonic Synergy Medley
13. Tides of Time
14. Sirens – of Blood and Water
15. Unchain Utopia
16. Beyond the Matrix
17. Code of Life
18. Cry for the Moon
19. Aspiral
20. Consign to Oblivion

É importante lembrar que Live At The Symphonic Synergy é um material que está disponível como conteúdo bônus das versões digipak, earbook e boxset do álbum Aspiral.

Liderado por Simone Simons (vocal) e Mark Jansen (guitarra), o grupo tem mais de 20 anos de estrada e 400 milhões de streams no catálogo. Conhecida pelos sons orquestrais, vocais operísticos e riffs pesados, a banda de symphonic metal é dona de hits como Cry for the Moon e Sensorium.


Fonte: Rockbizz.com.br

Grave Digger lança “The Number” e anuncia novo álbum “Faces Of Pain” para janeir

 


                                      

 

O Grave Digger lançou nesta sexta-feira, 2 de outubro, o single “The Number”, primeira amostra de Faces Of Pain, novo álbum de estúdio que chegará em 15 de janeiro de 2027, pela Reaper Entertainment. O sucessor de Bone Collector (2025) terá 11 faixas e dará continuidade à abordagem mais direta e tradicional adotada pelo grupo alemão nos últimos anos.

Musicalmente, “The Number” aposta no Heavy Metal característico do Grave Digger, com andamento intermediário, riffs pesados e os vocais ásperos de Chris Boltendahl. O conteúdo lírico, entretanto, aborda um dos períodos mais sombrios da história recente.

Segundo Boltendahl, a música trata da desumanização promovida durante o Holocausto, quando prisioneiros dos campos de concentração tiveram seus nomes substituídos por números tatuados na pele. Para o vocalista, a composição funciona como um alerta contra o esquecimento e contra processos que retiram a dignidade de outros seres humanos.

“‘The Number’ é muito mais do que apenas uma música — é um grito contra o esquecimento e um memorial à humanidade”, explicou o músico. Ele acrescentou que a faixa também pretende transmitir uma mensagem de esperança, paz e respeito à dignidade individual.


Grave Digger mantém caminho de “Bone Collector”

Com Faces Of Pain, o Grave Digger pretende aprofundar a direção apresentada em Bone Collector, álbum comemorativo dos 45 anos da banda. Chris Boltendahl destacou principalmente sua parceria criativa com o guitarrista Tobias Kersting, apontando a combinação entre riffs, letras e a visão dos dois como elemento central do novo material.

O vocalista descreveu o disco como um dos trabalhos mais variados da fase recente do grupo. Faixas como “Faces Of Pain” e “Satan’s Tango” devem apresentar uma abordagem mais veloz, enquanto “The Number”, “Legends Never Die” e “When The World Is Calling You” seguem por caminhos mais cadenciados e guiados pelos riffs. Já “Dead Sun” e “Say Hello To The Devil” representam o lado mais pesado e sombrio do álbum.


Faces Of Pain foi produzido pelo próprio Chris Boltendahl no Graveyard Studios, em Senden, na Alemanha. A arte da capa ficou novamente sob responsabilidade de Uwe Jarling.

Confira abaixo a arte de capa e o tracklist de “Faces Of Pain


                                  


 

The Gate

  1. Faces Of Pain

  2. Satan’s Tango

  3. The Number

  4. Legends Never Die

  5. Hell To The King

  6. Dead Sun

  7. The Grave That Should Not Be

  8. When The World Is Calling You

  9. Soul Reaper

  10. Say Hello To The Devil

A partir de janeiro, o Grave Digger também inicia a Legends Never Die Tour 2027, acompanhado por Motorjesus e WarWolf, com datas anunciadas na Alemanha e na Suíça.

Fonte: Mundometalbr.com 



terça-feira, 29 de setembro de 2026

Leprosy lança “Abandono” com mensagem contra maus-tratos a animais

 

Os goianos do Leprosy lançaram o single “Abandono”, faixa que antecipa o EP Sangue e Gelo, previsto para 14 de outubro pela Sangue Frio Records. O novo trabalho terá um peso especial para a banda, já que trata-se de uma homenagem ao ex-baixista Remus Silva, falecido em julho.

Todas as letras do EP são em português e de autoria de Remus Silva. Em “Abandono”, a banda aborda diretamente os maus-tratos e o abandono de animais, utilizando a agressividade do Death/Thrash Metal como veículo para uma mensagem de conscientização e incentivo à adoção.

A faixa foi gravada no Rocklab, em Anápolis, com produção de Gustavo Vasques, e chegou às plataformas digitais em 18 de setembro.


O conceito também está no merchandising oficial do lançamento. A camiseta de “Abandono”, criada pela Warmagedom Merch com arte de Emerson Maia, traz nas costas a frase “Resgate, Adote, Desfaça Essa Maldade”.

Sangue e Gelo chegará no dia 14 de outubro, data escolhida para preservar a memória de Remus Silva e apresentar ao público as últimas letras deixadas pelo músico. 



 Fonte: Mundometalbr.com