O
Iron
Savior
lançou Light
in the Dark,
terceiro single de Deathbringer,
seu próximo álbum de estúdio, que chega em 13 de novembro pela
Frontiers
Music Srl.
A música ganhou também um visualizer oficial.
Segundo
Piet
Sielck,
vocalista, guitarrista e produtor do Iron
Savior,
Light
in the Dark
integra a história conceitual construída pela banda ao longo de
três décadas.
“O
terceiro single, ‘Light In The Dark’, faz parte da história
épica do Iron Savior, que começou há 30 anos, quando escrevi as
letras para o álbum de estreia autointitulado. É uma história
sobre esperança e desespero, bravura e determinação, vida e morte,
escuridão e luz… Assim como às vezes acontece na vida real. Com o
refrão como coração da música, este ataque veloz fará você
enxergar a luz na escuridão diante dos seus olhos imaginários”,
declarou.
Confira
o vídeo visualizer:
Deathbringer
será o primeiro álbum de estúdio inédito do Iron
Savior desde Firestar,
de 2023. O trabalho sucede ainda o terceiro capítulo da série
Reforged, que
revisitou e regravou músicas da fase da banda na Noise
Records, e um álbum dedicado a versões.
Produzido,
mixado e masterizado por Piet
Sielck
no Powerhouse
Studio,
o novo disco também marca os 30 anos de atividade do Iron
Savior.
Musicalmente, a proposta mantém a combinação de power metal veloz,
grandes refrões e elementos de ficção científica que acompanha a
trajetória do grupo.
Além
de Light
in the Dark,
o repertório inclui a faixa-título Deathbringer,
Climbing
Higher
e The
Creature’s Tale.
O
álbum também retoma o formato de conceito. Na história, após 200
anos de paz, a galáxia volta a ser ameaçada pelos Shadows, antiga
espécie inimiga da humanidade. A bordo da gigantesca nave
Deathbringer, sua Rainha imortal preservou os últimos remanescentes
de sua espécie em uma colmeia digital eterna, sustentada pela força
vital de inúmeros mundos.
Agora,
o Iron
Savior
e a Aliança precisam enfrentar uma ameaça ainda maior.
Em
apoio a Deathbringer,
o Iron
Savior
sairá em turnê ao lado do Mystic
Prophecy.
“Halloween”,
o picture disc de três faixas de KING DIAMOND disponibilizado
originalmente em 1986, será relançado mundialmente com nova arte
por Mario Lopez em 23 de outubro via Metal Blade Records, bem a tempo
para a temporada.
A
faixa-título “Halloween” vem do álbum de estreia de KING
DIAMOND, “Fatal Portrait” (1986), assim como “The Candle”,
que serviu como faixa de abertura em “Fatal Portrait”, e fez
parte da abordagem inicial de narrativa que se tornaria central para
a futura discografia de KING DIAMOND. “The Lake”, embora gravada
durante o mesmo período geral de “Fatal Portrait” e associada
àquelas sessões, não foi incluída no álbum original de nove
faixas.
“Halloween”
foi produzido por KING DIAMOND e Rune Höyer, com assistência de
produção por Michael Denner e engenharia de som por Roberto Falcao.
A
pré-venda para o LP está disponível neste local.
Lista
de faixas de “Halloween”:
A1.
Halloween
B1.
The Candle
B2.
The Lake
Formação
de gravação de KING DIAMOND em “Halloween”: King Diamond –
vocal principal, vocais de apoio Andy La Rocque – guitarra
principal Michael Denner – guitarra principal Timi Hansen – baixo
Mikkey Dee – bateria
KING
DIAMOND recentemente se separou do guitarrista de longa data Andy La
Rocque e o substituiu pelo virtuoso grego da guitarra Gus G
(FIREWIND, ex-Ozzy Osbourne).
A
Crypta iniciou uma nova etapa da carreira com o clipe da música A
Portrait Of Decay. A faixa foi escolhida justamente para apresentar
ao público a atmosfera que irá conduzir esse novo capítulo de sua
trajetória.
A
Portrait Of Decay também marca a estreia em estúdio da guitarrista
Victoria Villarreal com a Crypta, sendo a primeira música lançada
pela atual formação. Mais do que apresentar uma nova integrante, o
single funciona como uma declaração de intenções para o que está
por vir.
A
composição concentra diferentes elementos e aponta para um death
metal que mantém a agressividade característica da Crypta, mas
amplia sua carga atmosférica e emocional.
Esta
faixa aborda a dissociação como um mecanismo para suportar a dor e
o sofrimento. Essa dualidade entre sofrimento, percepção e
distanciamento da realidade também ganhou uma representação visual
no videoclipe.
Em
contraste com a brutalidade da música, o videoclipe aposta
inicialmente em uma estética etérea e quase onírica.
A
baterista Luana Dametto, que também assina o roteiro do clipe,
explicou sobre o vídeo: “A paisagem representa um estado interior
de clareza, com pensamentos límpidos e emoções leves, mas essa
sensação começa lentamente a desaparecer conforme o tempo passa e
o ambiente ao redor se transforma. A chegada da noite modifica
completamente esse cenário. O que antes transmitia serenidade passa
a carregar uma atmosfera mais escura, acompanhada por sentimentos de
estar à deriva e sem direção”.
“O
conceito traduz visualmente uma das ideias centrais da composição:
as circunstâncias e a passagem do tempo podem alterar profundamente
a maneira como uma pessoa enxerga a si mesma, sente e se relaciona
com aquilo que está ao seu redor”, completou a musicista.
A
Portrait Of Decay teve sua gravação na Bélgica em junho de 2026,
com mixagem e masterização de Yarne Heylen, no Project Zero Studio,
enquanto a arte ficou a cargo de Marcos Miller
A
Trafalgar
Releasing
divulgou nesta quinta-feira (24) o trailer oficial de “Ozzy
& Black Sabbath: Back To The Beginning”,
filme-concerto produzido pela Mercury
Studios
que chegará aos cinemas de todo o mundo em 28 de outubro de 2026. A
produção registra a última apresentação de Ozzy
Osbourne
ao lado da formação original do Black
Sabbath,
composta por Tony
Iommi,
Geezer
Butler
e Bill
Ward.
Performance esta realizada no estádio Villa
Park,
em Birmingham, no dia 5 de julho de 2025. Confira o trailer!
O
espetáculo aconteceu apenas 17 dias antes da morte de Ozzy
Osbourne
e decerto marcou sua despedida dos fãs em sua cidade natal. Além do
show solo do vocalista,
a noite também proporcionou a primeira apresentação conjunta da
formação original do Black
Sabbath
em mais de duas décadas. O filme combina os registros da
apresentação com depoimentos de músicos influenciados pelo grupo e
imagens dos bastidores daquele dia.
“Ele
queria dizer adeus e obrigado”
Sharon
Osbourne,
esposa e empresária de Ozzy,
explicou que o evento nasceu de um desejo simples do cantor.
‘Back
To The Beginning’
surgiu porque perguntei a Ozzy
o que realmente o faria feliz. E ele disse que a única coisa que o
faria feliz seria se pudesse se apresentar novamente e se despedir de
seus fãs. Era tudo o que ele queria fazer. Ele queria dizer adeus e
obrigado.”
Realizado
com ingressos esgotados em poucos minutos, o evento reuniu diferentes
gerações de fãs e alguns dos maiores nomes do Rock
e do Metal.
A apresentação contou com Alice
In Chains,
Anthrax,
Gojira,
Guns
N’ Roses,
Halestorm,
Lamb
Of God
e Mastodon.
Assim como Metallica,
Pantera,
Rival
Sons,
Slayer
e Tool,
além de participações especiais de diversos músicos.
Produção
pensada para a experiência cinematográfica
O
filme também apresentará reflexões pessoais de artistas que foram
influenciados pelo Black
Sabbath,
ampliando o registro para além do palco. Jason
Momoa
comandou o evento original, enquanto Tom
Morello,
guitarrista do Rage
Against The Machine,
atuou como diretor musical. Entre os convidados especiais estavam
nomes como Billy
Corgan,
Chad
Smith,
David
Draiman,
David
Ellefson,
Jake
E. Lee,
K.K.
Downing,
Nuno
Bettencourt,
Ronnie
Wood,
Sammy
Hagar,
Steven
Tyler,
Travis
Barker
e Yungblud.
A
direção da versão cinematográfica ficou a cargo de Ben
Wainwright-Pearce,
conhecido por trabalhos como “Taylor
Swift: The Eras Tour”
e “George
Michael: The Faith Tour”.
Enquanto paralelamente, Tim
Van Someren
dirigiu o concerto. A produção de Jim
Parsons,
Jamie
Silk
e Dan
Seliger
teve seu desenvolvimento especificamente para as salas de cinema,
assim buscando preservar tanto a grandiosidade do estádio quanto a
dimensão mais íntima da despedida de Ozzy
Osbourne.
Os ingressos começam a ser vendidos logo nesta quinta-feira, 24 de
setembro, às 10h no horário de Brasília equivalente ao horário de
10h ET, pelo
site oficial do evento.
A banda estadunidense de thrash metal Whiplash divulgou nesta quarta-feira (23 de setembro) a música "Bullet Train", que integra seu próximo disco de estúdio. Intitulado "Roar", o álbum tem lançamento previsto para o dia 27 de novembro.
"'Bullet Train' é o nosso hino de alta octanagem para os viciados em velocidade. É sobre aquela adrenalina de viver a vida a 320 km/h; o vício em velocidade, caos e a busca constante que sempre fizeram parte do estilo de vida do heavy metal", declarou o guitarrista e vocalista Tony Portaro.
O Whiplash foi formado em 1984. A atual formação da banda conta com Tony Portaro (guitarra/vocal), Will Winton (baixo) e Mitch Hull (bateria).
John Bush é a voz de toda a obra do Armored Saint. Mesmo no período em que fez parte do Anthrax, a banda nunca buscou um substituto. Durante entrevista à rádio TotalRock, o baixista Joey Vera reconheceu que o grupo é privilegiado por ter um cantor tão singular como seu frontman.
Com certeza. Sem dúvida alguma. Eu sempre rasgo elogios ao John, porque ele é a voz do Armored Saint. Ninguém conseguiria ocupar o lugar dele, nem de longe. É um daqueles cantores únicos, que têm aquele algo a mais, aquele dom que Bon Scott e Ronnie James Dio tinham e Rob Halford tem. Quando você os ouve, sabe na hora quem é. Uma voz muito marcante."
Além do talento do colega, Vera ressalta a relação de amizade que vem de muito antes da carreira artística. "Nós dois crescemos juntos, nos conhecemos desde que tínhamos seis ou sete anos de idade, assim como o Gonzo (Sandoval, baterista). Passamos pela puberdade juntos. Talvez seja informação demais, mas passamos por tudo juntos (risos). Nossos primeiros shows, nossas primeiras bandas, as primeiras apresentações em casas noturnas, os primeiros grandes shows em arenas."
Desde o começo da carreira fonográfica, o Armored Saint sofreu apenas uma mudança de formação. Ela aconteceu em 1990, quando o guitarrista Dave Prichard faleceu em decorrência de leucemia. Jeff Duncan assumiu a posição e a banda segue até hoje com o quinteto que ainda tem os membros citados acima, além do também guitarrista Phil Sandoval
A banda Queens of the Stone Age divulgou nesta quarta-feira (23 de setembro) "Where The Goth Girls At?", single de seu novo disco de estúdio. Intitulado "Perfecth", o álbum tem lançamento programado para 30 de outubro.
De acordo com nota divulgada pelo site Blabbermouth, em "Where The Goth Girls At?", o vocalista Josh Homme reflete sobre sua juventude nos subúrbios de Palm Desert, na Califórnia. "Ver as garotas góticas trabalhando na JCPenney e fazendo transformações no visual das senhoras mais velhas... Foi aí que percebi que o único lugar onde quero estar é onde estão as garotas góticas. Amor adolescente, não é uma maravilha?", declarou o cantor e compositor.
A nova música do Queens of the Stone Age ganhou um clipe. Dirigido por Christopher Gruse e Tony Wolski, o vídeo pode ser visto a seguir.
"Where The Goth Girls At?" é o terceiro single de "Perecth". Os dois primeiros são "Easy Street" e "Insignificant Other".
No mês passado, os pioneiros do metal progressivo Enslaved anunciaram oficialmente o lançamento de seu novo álbum de estúdio, "Mið", previsto para o dia 30 de outubro pela Nuclear Blast Records. Ao longo de 35 anos de carreira e 17 álbuns lançados, a vanguarda norueguesa redefiniu constantemente os limites do black metal progressivo, entrelaçando a história e as tradições sagradas nórdicas em paisagens sonoras modernas e complexas. Em seu mais recente trabalho, o Enslaved direciona seu olhar para o conceito fundamental do ecrã e do eixo: o centro, a origem e o alcance infinito do momento presente.
Aproveitando o impulso gerado pelos singles anteriores 'Solar Will' e 'Spirit Helper' (com participação de Kevin Kicking Woman), a banda revela agora a cativante faixa 'Tales Of Trees'. A música utiliza a imponência e a fragilidade do mundo natural como um espelho para a condição humana. Por meio da fusão entre estruturas progressivas intrincadas e a atmosfera marcante do black metal, o grupo traça um paralelo profundo entre a Mãe Natureza e a psique.
O vocalista e baixista Grutle Kjellson comenta: "Tales of Trees é, de fato, sobre árvores, mas não necessariamente sob uma perspectiva botânica. Árvores crescem, resplandecem e florescem, mas também podem definhar e queimar. Elas precisam de cuidados e atenção de uma forma ou de outra, servindo como um paralelo perfeito para a mente humana e para a humanidade como um todo. A árvore como símbolo de algo além de um elemento botânico sempre esteve presente na história, na mitologia e no folclore. Acredito que essa narrativa seja o acompanhamento perfeito para as composições pesadas e dinâmicas desta faixa."
O guitarrista Ivar Bjørnson acrescenta: "'Tales of Trees' pode ser tanto uma homenagem aos nossos parentes de madeira neste planeta - que têm tido bastante paciência conosco - quanto uma metáfora para algo muito mais amplo. As métricas e compassos da música folclórica e o espírito aventureiro do prog clássico são elementos naturais no meu processo de composição, e eles se encaixam perfeitamente aqui. Há algo em nossa afinidade com as árvores que é ao mesmo tempo profundamente familiar e estranhamente misterioso: encontros cotidianos com algo que mal compreendemos. Esse sentimento de reconhecimento e mistério é a essência desta música, abrindo mais um caminho para o universo de 'Mið'."
O
Prong
apresenta Fear
The Sun,
primeiro single de sua nova fase pela Napalm
Records.
A faixa resgata elementos do groove metal que ajudaram a definir a
identidade da banda nova-iorquina, enquanto o vídeo oficial já está
disponível.
Para
Tommy
Victor,
a música representa um retorno às raízes do grupo. “Acho
que voltamos no tempo com essa música. É uma versão modernizada
das bases do groove metal que o Prong estabeleceu com Beg to Differ.
Liricamente, ‘Fear The Sun’ reflete, de forma metafórica, sobre
viver sem mudanças sazonais”,
explica o vocalista e guitarrista.
Com
riffs pesados e uma construção marcada pela cadência
característica do grupo, Fear
The Sun
também recupera a atmosfera agressiva do circuito nova-iorquino que
ajudou a moldar o som doProng.
Assista:
Novo
álbum, Prong,
foi mixado e masterizado por Andy
Sneap e reúne 13
faixas na edição em CD. O disco será disponibilizado em
diferentes formatos, incluindo LP preto, LP nas cores Inkspot
Cristallo/Red, edição com White Label, CD e digital, além de
pacotes especiais com camiseta.
O
Prong
tem como formação atual Tommy
Victor
(guitarra e vocais) e Tyler
Joseph
(bateria). Ao longo de sua trajetória, a banda se tornou uma das
referências da fusão entre metal, industrial e hardcore, com
participações em festivais como Wacken
Open Air
e Brutal
Assault.
Fear
The Sunabre,
assim, o caminho para a estreia do Prong
pela Napalm
Records,
mantendo a agressividade que acompanha a banda desde seus primeiros
trabalhos.
Em
uma nova entrevista para Steve Harkins do TalkShopLive, os membros do
AMON AMARTH Johan Hegg (vocal) e Ted Lundström (baixo) falaram sobre
o próximo álbum da banda, “The Allfather Awakens”, que chegará
em 2 de outubro via Metal Blade Records.
Assim
como nos discos anteriores, Oden, o pai de todos nórdico que é uma
divindade da guerra, sabedoria, morte, magia e poesia, é o fio
condutor nas letras e artes do AMON AMARTH. Mais uma vez, Oden é a
inspiração da banda, mas “The Allfather Awakens” não é um
álbum conceitual, e sim uma coleção de contos épicos
historicamente inspirados sobre conflito e sacrifício por um bem
maior.
Johan
declarou sobre os temas líricos abordados em “The Allfather
Awakens”: “É um álbum temático, eu diria, onde a maioria das
músicas, não todas as músicas, mas a maioria delas, está de uma
forma ou de outra conectada ao deus nórdico Odin. E está imerso em
muitos dos aspectos mitológicos de Odin da mitologia nórdica, mas
também em alguns motivos históricos, quando se trata da história
viking e das relações dos vikings com esse deus, por assim dizer.”
Perguntado
se ele e seus companheiros de banda eram fascinados pelo folclore
viking quando estavam crescendo, Johan disse: “Eu me interessava
por vikings desde quando era muito jovem. E acho que começou de uma
forma muito boba, de certa forma, porque eu me interessava por
história em geral. Obviamente eu sabia sobre os vikings, mas não me
interessei por eles até que minha irmã realmente escreveu com lápis
runas na parede dela. E eu fiquei maravilhado. Eu tinha talvez uns
nove ou 10 anos, e fiquei impressionado por termos esse idioma
escrito na Suécia de mil anos atrás. Então foi meio que onde meu
interesse começou, e depois eu encontrei essa série incrível de
quadrinhos chamada série Valhalla por um cartunista dinamarquês. E,
sim, simplesmente continuou a partir dali, basicamente.”
Ted
interveio: “Os vikings eram um interesse desde jovem. E então
quando começamos a banda, quando começamos a trabalhar em música
em 92, estávamos apenas procurando nosso próprio pequeno gênero,
para nos destacarmos de todas as outras bandas em Estocolmo e na
Suécia na época. Então nós meio que colocamos nosso interesse
pela mitologia viking na banda, o que funcionou muito bem para nós.
Havia algumas bandas antes de nós que escreviam sobre vikings, mas
não eram muitas, então era como um gênero muito pequeno.”
Hegg
e Lundström também falaram sobre a relação de trabalho do AMON
AMARTH com o produtor dinamarquês Jacob Hansen, que comandou “The
Allfather Awakens”. Johan disse: “Foi a primeira vez que
trabalhamos com ele, e foi ótimo. Ele é um bom cara.”
Ted
acrescentou: “Fomos até Jacob em uma turnê anterior que fizemos
na Europa. Tínhamos um dia de folga na Dinamarca, então ligamos
para ele e dissemos: ‘Queremos ir aí conversar e dar uma olhada no
estúdio.’ Então tivemos um bom dia conversando com ele sobre o
que queríamos fazer e perguntando o que ele poderia trazer do lado
dele para a nova produção, e tudo pareceu muito bom. Então ele foi
muito, muito fácil de trabalhar. Foi tudo muito tranquilo, toda a
sessão de gravação.”
Perguntado
se houve algum momento em que quis dar uma gravata em Jacob e mandar
ele ir embora, Johan disse: “Não, não, definitivamente não. Acho
que talvez o oposto, porque eu continuava querendo fazer outros novos
takes e versões diferentes do que eu já tinha feito. Mas não, foi
super tranquilo. Acho que ele esteve muito aberto às nossas ideias,
eu acho, e ao que queríamos dessa gravação. E então ele sugeriu,
pelo que me lembro de qualquer forma, ele sugeriu algumas ideias
legais para aprimorar toda a produção.”
Em
relação ao processo de composição para “The Allfather Awakens”,
Ted disse: “No passado, depois que terminávamos a turnê,
começávamos o novo álbum. Mas desta vez, como a turnê foi muito
mais longa do que antecipamos no início — conseguimos muitas
turnês legais que não podíamos dizer não —, então começamos,
ou principalmente os guitarristas, Olavi [Mikkonen] e Johan
[Söderberg], eles já estavam começando os riffs e trocando ideias
na turnê, na verdade. Então, quando terminamos a turnê do último
álbum, já tínhamos uma vantagem com algumas músicas boas na
bagagem.”
Johan
acrescentou: “Eu também me lembro que pela primeira vez… Uma das
coisas é que não temos um estúdio de ensaio adequado há mais de
uma década. E eu sei que especialmente o Olavi sente falta da
oportunidade de trabalhar em suas ideias em um ambiente de sala de
ensaio. E acho que uma das razões pelas quais funcionou muito bem
trabalhar na turnê foi que podíamos ter uma sala de aquecimento com
uma estrutura com bateria, como bateria digital e pequenos
amplificadores, e eles podiam fazer jam das músicas lá dentro, o
que eu sei que o Olavi realmente gosta de fazer. Então acho que essa
também é uma das razões pelas quais funcionou tão bem termos que
compor na turnê, o fato de termos tido essa oportunidade.”
Hegg
e Lundström confirmaram que o AMON AMARTH optou por gravar “The
Allfather Awakens” focando em uma faixa por vez, em vez de
construir o álbum inteiro gravando cada instrumento separadamente
para todas as músicas que aparecem no LP final.
“Sim,
essa foi uma das ideias que levamos para o Jacob, perguntando se ele
estava de acordo em fazer música por música”, explicou Ted. “E
nós também dividimos o álbum inteiro em duas sessões de estúdio.
Então basicamente tínhamos apenas cinco ou seis músicas a cada
vez, apenas para ser capaz de focar 100 por cento em cada música.
Porque se você grava 10 músicas seguidas, você realmente fica
tipo… É tanto riff na sua cabeça, que acaba tendo menos qualidade
de certa forma. Então gravamos uma música por vez com bateria,
baixo, guitarras, vocais, e isso também deu ao Johan bastante tempo
para descansar a voz até que a próxima música estivesse pronta
para os vocais. Então foi algo muito relaxante e com 100% de foco em
cada música.”
Johan
acrescentou: “E também o benefício é que você grava a música
completa e depois pode deixá-la de lado. E no final da sessão, você
volta e escuta as músicas e vê: ‘Tudo bem, tem algo aqui que
precisamos mudar? Tem algo que realmente não funciona aqui? Seria
melhor ter esse tipo de virada de bateria em vez daquele?’ E
trabalhando do jeito que costumávamos fazer no passado, onde você
grava toda a bateria para todas as músicas e depois desmonta a
bateria, você não pode mudar nenhuma bateria, por exemplo, no final
da sessão de gravação. Então é um bom jeito de trabalhar porque
você pode sempre fazer umas pequenas mudanças aqui e ali… Para a
primeira sessão nós tínhamos seis músicas, e gravamos aquelas. E
depois tivemos que gravar mais algumas músicas, mas tínhamos que
compô-las primeiro também.”