quarta-feira, 28 de outubro de 2026

NervoChaos anuncia retorno à Austrália em turnê de sete apresentações com o Bloodbath

 

O NervoChaos, veterano representante do Death Metal brasileiro, anunciou uma turnê pela Austrália ao lado dos suecos do Bloodbath. A excursão acontecerá entre 27 de fevereiro e 7 de março de 2027, com sete apresentações, incluindo participações em dois festivais dedicados ao Metal extremo.

O grupo brasileiro acompanhará o Bloodbath durante toda a programação, que marcará o retorno das duas bandas ao país após oito anos.

A última passagem do NervoChaos pela Austrália aconteceu em 2019, quando realizou uma turnê com os norte-americanos do Incantation.

Desta vez, a banda dividirá o palco com um dos principais representantes do Death Metal sueco, formado originalmente por músicos ligados ao Opeth, Katatonia e Paradise Lost.

A formação atual do Bloodbath tem como vocalista Nick Holmes, também conhecido por seu trabalho à frente do Paradise Lost.


Turnê percorrerá sete cidades australianas

A série de apresentações começará em 27 de fevereiro, no Perth Dethfest, seguindo por Adelaide (28/02), Hobart (02/03), Brisbane (04/03), Sydney (05/03) e Canberra (06/03).

O encerramento acontecerá em 7 de março, no Melbourne Dethfest, onde as duas bandas também ocuparão posições de destaque na programação.

Os ingressos começarão a ser vendidos em 29 de outubro.

NervoChaos mantém presença no cenário internacional

Formado em São Paulo, em 1996, o NervoChaos construiu sua trajetória através de uma intensa atividade de shows e turnês internacionais, levando sua mistura de Death Metal, Thrash Metal e influências do Black Metal a diferentes continentes.

Ao longo de três décadas, o grupo consolidou uma discografia extensa e estabeleceu relações com diferentes cenas underground, realizando apresentações pela Europa, Ásia e Américas.

A nova excursão australiana representa mais um capítulo dessa trajetória e reforça a presença de bandas brasileiras em circuitos internacionais tradicionalmente dominados por artistas europeus e norte-americanos.


fonte: Mundometalbr.com

Claustrofobia oficializa parceria com agência internacional e prepara novo álbum e retorno aos palcos brasileiros

 

O Claustrofobia, um dos nomes mais respeitados do Thrash/Death Metal brasileiro, anunciou uma parceria oficial com a agência norte-americana Continental Touring, responsável por representar artistas como David Ellefson, Moonspell, Krisiun e Deicide.

A empresa assumirá a representação da banda no mercado norte-americano, com planos de desenvolver novas oportunidades também na Europa. O acordo representa mais uma etapa da trajetória internacional do grupo, que está estabelecido nos Estados Unidos desde 2020.

O vocalista e guitarrista Marcus D’Angelo comemorou a novidade e explicou que o relacionamento com a agência já existia, mas agora foi formalizado.

“É uma honra oficializar a entrada do Claustrofobia para o casting da Continental Touring, uma das grandes agências de booking dos Estados Unidos.”

O músico destacou que a banda já havia trabalhado com a empresa em apresentações isoladas e durante uma turnê norte-americana. Para ele, a parceria permitirá ampliar as possibilidades de atuação internacional sem comprometer a independência artística do grupo.

Marcus também ressaltou que, mesmo após mais de três décadas de atividades, o Claustrofobia continua buscando oportunidades para levar o Metal brasileiro a novos públicos.


Novo álbum e retorno ao Brasil em 2027

Formado em 1994 pelos irmãos Marcus e Caio D’Angelo, o Claustrofobia construiu uma discografia que inclui trabalhos como Thrasher (2002), Fulminant (2005), Peste (2011) e Unleeched (2022).

Ao longo da carreira, a banda realizou turnês com artistas como Exciter, Exmortus, Crypta e Hatriot, além de participar da etapa norte-americana da turnê de despedida do Sepultura, em 2024, ao lado de Obituary e Agnostic Front.

Atualmente, a formação reúne Marcus D’Angelo nos vocais e guitarra, Caio D’Angelo na bateria e Garrett Davis no baixo.

O grupo também está trabalhando em seu oitavo álbum de estúdio, ainda sem data oficial de lançamento.

Outra novidade é o aguardado retorno aos palcos brasileiros. O Claustrofobia está confirmado no Bangers Open Air 2027, encerrando um longo período sem apresentações no país.

A combinação entre o novo contrato, o próximo trabalho de estúdio e o retorno ao Brasil coloca o grupo diante de uma nova etapa de sua trajetória internacional.  


Fonte: Mundometalbr.com

Amon Amarth conquista o topo das paradas com novo álbum “The Allfather Awakens”

 

O Amon Amarth alcançou o primeiro lugar em diferentes paradas internacionais com “The Allfather Awakens”, seu novo álbum, lançado no início de outubro pela Metal Blade Records. O trabalho liderou os rankings de Hard Rock nos Estados Unidos, Canadá e Suécia, além de ocupar a primeira posição na categoria Rock/Metal na Alemanha, conforme divulgado em 28 de outubro de 2026.

O disco também conquistou posições expressivas em outros mercados. No Reino Unido, ficou em segundo lugar na parada de Rock & Metal Albums e em sexto na Independent Albums. Já na Suíça, alcançou a quinta posição no Top 100 Charts, enquanto na Áustria chegou ao segundo lugar no Top 40 Charts. Nos Estados Unidos, o lançamento ainda apareceu em oitavo na Top Digital Albums e em 13º na Indie Store Albums. Na Austrália, por sua vez, garantiu a oitava colocação entre os álbuns digitais.


Uma nova fase para os guerreiros suecos

Formado em 1992, na cidade de Tumba, na Suécia, o Amon Amarth construiu uma carreira marcada por letras inspiradas na mitologia nórdica, discos de Melodic Death Metal e apresentações grandiosas. Em “The Allfather Awakens”, o grupo explora novos caminhos musicais sem abandonar as narrativas épicas que caracterizam sua trajetória.

A mitologia de Odin, divindade associada à guerra, à sabedoria, à morte, à magia e à poesia, continua no centro do imaginário lírico e visual da banda. Entretanto, o vocalista e letrista Johan Hegg esclarece que o álbum não é conceitual: trata-se de uma coleção de histórias épicas inspiradas em acontecimentos históricos. Assim abordando conflitos e sacrifícios em nome de um bem maior.

Novas experiências no estúdio e nos palcos

Entre as novidades do repertório está “Upphaf”, a primeira incursão acústica da história do Amon Amarth. A faixa apresenta uma atmosfera solene, como uma narrativa ancestral sussurrada sob a sombra do Pai de Todos. Em contrapartida, os singles “Gjallarhorn” e “Eight Legs Of Thunder” retomam a sonoridade vigorosa do grupo, enquanto “The Allfather Awakes”, faixa final de destaque do álbum, sintetiza sua mensagem central.

Johan Hegg ao comentar o tema da música:

“Sabedoria, conhecimento e fatos precisam se tornar o guia para o futuro.”

A frase se conecta à lenda de Odin, que sacrificou um dos próprios olhos no poço da sabedoria, Mímisbrunnr, em troca de conhecimento e capacidade de enxergar o destino de deuses e homens.



O processo de composição também trouxe mudanças. Em vez de esperar o fim das turnês para escrever, os músicos começaram a desenvolver as canções enquanto estavam na estrada. As gravações aconteceram em duas sessões, separadas por alguns meses, no estúdio dinamarquês do produtor Jacob Hansen. A banda concentrou-se intensamente em cada faixa, tratando todas como unidades individuais, e adotou uma abordagem um pouco menos moderna para as guitarras, deixando os amplificadores 5150 de lado para voltar aos modelos Marshall. Além disso, a música surgiu antes das letras, ajudando a definir a atmosfera de cada composição.

Atualmente, o Amon Amarth apresenta o repertório de “The Allfather Awakens” com uma produção de palco inédita, inspirada no lendário Salão Dourado de Odin. A proposta transforma os shows em uma extensão visual do álbum, levando suas narrativas mitológicas para o palco.  

    Ouça Aqui!   


Amon amarth - The Alfather  Awakens  2026 



Fonte: Mundometalbr.com

terça-feira, 27 de outubro de 2026

Crowbar começará a trabalhar em novo álbum ainda em janeiro

 

Em uma nova entrevista ao Metalcavern, Kirk Windstein, fundador, vocalista e guitarrista das lendas do metal de Louisiana CROWBAR, falou sobre um possível sucessor para o trabalho de estúdio mais recente da banda, o aclamado pela crítica “Zero And Below”, lançado em abril de 2022 via MNRK Heavy. 

“Nós vamos começar a compor no início do ano. Mas nós compomos rapidamente, e se conseguirmos manter um tipo de rotina de uns três dias por semana e realmente nos atermos a isso, vai sair muito rápido, porque faz um tempo desde a última vez que compusemos. Obviamente, eu componho a maioria dos riffs, mas o [guitarrista] Matt [Brunson] compõe — o que ele compõe é ótimo. Ele pode não compor tanto, mas o que ele compõe é ótimo. E o [baixista] Pat [Bruders] é um compositor incrível. Ele também compôs muitas das coisas realmente excelentes no novo [álbum] do DOWN. Ele é um ótimo, ótimo compositor, cara. Então, as coisas vão se juntar, cara. Nós só precisamos nos ajustar com a agenda do [baterista] Tommy [Buckley].”

“Matt, Pat e eu moramos mais perto do estúdio de ensaio do que o Tommy. Ele mora a cerca de 15 minutos de onde o Phil [Anselmo, colega de banda de Kirk no DOWN] mora, na margem norte de Nova Orleans, então ele está lá na… Ele diz Covington, mas eu digo a ele o tempo todo, tipo, cara, você deve morar na última rua de Covington. Porque você não está longe do Phil em Folsom. Mas é uma ótima região lá. É muito bonita. Mas ele está a 10, 15 minutos do Phil, o que é uma caminhadinha para ele para ir ao ensaio. Felizmente, a sala de ensaio fica perto da ponte e da rodovia principal por onde… Fica a apenas um bloco de onde ele vem, então não é tão longo. Mas, sim, estamos prontos para mergulhar no novo CROWBAR no início do ano e colocar essa engrenagem para rodar, cara.”

“Zero And Below” foi produzido, mixado e masterizado por Duane Simoneaux no OCD Recording And Production em Metairie, Louisiana. O LP foi descrito em um comunicado à imprensa como o disco “mais imperdoavelmente movido a doom” do CROWBAR desde o trabalho marco do grupo de 1998, “Odd Fellows Rest”.

O CROWBAR foi criado em 1990 a partir das cinzas do THE SLUGS! Os membros originais Kirk Windstein e Jimmy Bower (DOWN, EYEHATEGOD) tinham a visão de se afastar do som thrash mais modismo daquela época e criar seu próprio estilo de doom metal misturado com um pouco de hardcore acelerado. Fortemente influenciado por THE MELVINS, CARNIVORE, TROUBLE, SAINT VITUS e uma mistura de BLACK SABBATH com hardcore da costa leste, o CROWBAR se propôs a criar um som original que se tornou influente para muitas bandas ao longo dos últimos 36 anos. Windstein é o único membro original e ajudou a conduzir a banda por inúmeras formações e doze álbuns aclamados pela crítica. 



Fonte: Rockbrigade.com.br 



Gloria Cavalera festeja vitória de Lula e publica vídeo de Max tocando Territory, do Sepultura

 

No concorrido pleito presidencial brasileiro deste ano, o mineiro Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) foi firme em sua posição e declarou apoio a Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

Na campanha, ele publicou em suas redes sociais: “Poder pro povo lutando contra o fascismo. Vamos proteger a Amazônia. Protejam as tribos. A vida e pra todos não somente pros ricos com poder”. A postagem ainda tem uma foto do músico segurando uma placa com os dizeres: “Contra o racismo, contra os fascistas; Refuse/Resist, vote Lula”.

Com a vitória esmagadora de Luiz Inácio, cuja diferença de votos foi superior a 4,4 milhões, a galera que o apoiou está em festa, como é o caso justamente de Max e sua esposa, a americana Gloria.

Em publicação nas redes sociais, a empresária festejou a vitória de Lula e publicou um vídeo de Max tocando Territory, do Sepultura.

O músico tocou guitarra e cantou o primeiro verso do clássico do metal nacional, que é uma crítica aos conflitos armados, à manipulação política e religiosa, ao racismo e à intolerância. “Unknown man/Speaks to the world/Sucking your trust/A trap in every word” – “Homem desconhecido/Fala para o Mundo/Sugando sua confiança/Uma armadilha a cada palavra”, em tradução livre.

Já na legenda da publicação, Gloria escreveu: “Parabéns, Brasil! Estados Unidos, vocês são os próximos”, se referindo à extinção da extrema-direita no país.

Territory

Territory é a segunda canção de Chaos A.D., quinto trabalho de estúdio do quarteto brasileiro – Andreas Kisser (guitarra), Iggor Cavalera (bateria) e Paulo Xisto Júnior (baixo) -, o qual saiu em setembro de 1993.

O disco foi a consagração do Sepultura no mercado internacional e estabeleceu a banda como uma força da cena heavy metal noventista. Grupos como Korn, Slipknot, Deftones e Coal Chamber beberam na fonte de Chaos A.D. para criar as suas respectivas obras musicais.




 Fonte: Rockbizz.com.br

Angela Gossow explica como Laurent Hart se tornou a nova vocalista do Arch Enemy

 


Depois de muito suspense o sueco Arch Enemy encerrou a novela de sua nova frontwoman ao assumir Lauren Hart como sua vocalista. O anúncio oficial saiu em 19 de fevereiro deste ano, na companhia do novo single To The Last Breath.

A norte-americana, que chegou a cantar no Once Human e Divine Heresy, passou a ocupar a vaga da canadense Alissa White-Gluz que desistiu do trabalho de frontwoman do grupo, após doze anos de parceria.

Agora, durante participação no podcast She’s With The Band, a empresária Angela Gossow, que também ocupou o posto de forntwoman na banda entre os anos de 2000 e 2014, explicou como Laurent Hart se tornou a nova vocalista do Arch Enemy.

“Conheço a Lauren desde que ela surgiu com o Once Human, no primeiro e segundo álbuns que eles lançaram. E eu a notei porque havia muitas semelhanças entre nós duas, principalmente vocalmente. Além disso, ela é uma pessoa muito enérgica no palco.

Ela deu uma entrevista em que disse que Wages Of Sin [do Arch Enemy, de 2001] basicamente a inspirou a fazer esse tipo de vocal gutural. Então, obviamente, isso apareceu no meu feed também, e eu achei muito interessante e legal de ver”.

“Sempre acho interessante quando as pessoas dizem: ‘Você é minha influência’, mas o resultado é completamente diferente”, continuou. “Elas seguem por outro caminho com essa influência. Acho que é o que todos nós fazemos, mas é interessante acompanhar.

E não havia tantas mulheres no metal, então eu meio que acompanhei cada uma delas. E, sim, acho que começamos a conversar casualmente há um tempo, porque o Once Human não estava acontecendo, e a Lauren estava procurando algo novo para fazer, e eu gostei muito de alguns covers que ela estava fazendo.

Então, um dia, eu simplesmente disse a ela: ‘Acho que você deveria estar em algum tipo de híbrido entre Arch Enemy, Dimmu Borgir e Machine Head’, vocalmente falando. E ela disse: ‘Sim, se alguma coisa surgir, se você pudesse…’ Eu estava pensando em abordar músicos, do ponto de vista de gerenciamento, montar algo, um novo grupo, porque você não se candidata a vagas que já estão preenchidas”.

“Tive a ideia de fazer isso com ela ou para ela, e fiquei perguntando por aí, pensando em quem eu poderia convidar. Isso foi há um tempo. Acho que foi bem chocante quando um dia eu perguntei se ela toparia fazer um cover do Arch Enemy, só para testar, ver como ela reagiria. Ela nem sabia do que se tratava.

Ela se saiu muito bem. Ela tinha suas preocupações e medos, mas conseguiu. E eu acho que se alguém simplesmente vai lá e faz, é porque tem muita coragem. É disso que você precisa. Além disso, eu sabia que ela tinha experiência em turnês. Aconteceu tudo muito depressa, ficamos meio que sem vocalista em dezembro de 2025 e pensamos: ‘Caramba, a gente só quer continuar em turnê e quer continuar com a banda’. Então ela teve que ser muito rápida. Ela teve que se adaptar rapidamente”, concluiu Angela.




Fonte: Rockbizz.com.br

Saxon promove o novo álbum Gods Of Thunder com o clipe de Medusa

 

O Saxon está promovendo o novo álbum Gods Of Thunder com o clipe de Medusa. O trabalho, que será o vigésimo quinto registro de estúdio do grupo britânico, chegará ao mercado no dia 22 de janeiro de 2027 via Silver Lining Music.

Inspirada na terrível Górgona da mitologia grega, cujo olhar podia transformar mortais em pedra, Medusa ataca com um riff matador e a potência clássica do metal. Com os vocais inconfundíveis de Biff Byford liderando o ataque, o Saxon traz a antiga lenda à vida com um som que impacta como um raio dos próprios deuses.

Sobre o som, Byford comentou: “Uma imersão no mundo da mitologia grega Medusa, uma deusa que podia transformar você em pedra com um olhar! Metal épico, história épica! Aproveitem”.

Com produção de Byford e mixagem de Andy Sneap, Gods Of Thunder captura a banda no auge de sua potência, combinando performances impactantes com uma narrativa vívida e meticulosamente elaborada. Baixo e bateria pulsantes, guitarras intensas e a voz inconfundível de Biff se unem para criar uma avalanche sonora de puro metal britânico, carregando o espírito do passado, presente e futuro.

O álbum mostra uma das maiores bandas ao vivo do mundo trazendo seu poder e energia lendários para o estúdio, entregando uma obra-prima do metal digna do legado duradouro do Saxon.

Cada faixa é construída em torno do peso, da dinâmica e dos arranjos intrincados que há muito definem a música do grupo, enquanto o álbum como um todo mantém um forte senso de foco e propósito.

Gods Of Thunder, que será o sucessor de Hell, Fire And Damnation, de 2024, estará disponível em diversas versões em vinil, CD, pacotes exclusivos e formatos digitais.

A formação que deu vida ao disco consiste em Biff Byford (vocal), Nigel Glockler (bateria), Doug Scarratt (guitarra), Brian Tatler (guitarra) e Tim “Nibbs” Carter (baixo).  


fonte: Rockbizz.com.br

Armored Saint considerou substituir John Bush quando vocalista foi para o Anthrax, revela Phil Sandoval

 

O guitarrista Phil Sandoval, do Armored Saint, revelou que a banda chegou a considerar a possibilidade de contratar outro vocalista após a saída de John Bush, que se juntou ao Anthrax em 1992.

A declaração foi feita durante uma entrevista ao portal britânico Eonmusic, publicada em 26 de outubro, na qual o músico relembrou diferentes momentos da trajetória do grupo, incluindo sua convivência com o Metallica durante os primeiros anos da cena de Heavy Metal de Los Angeles.

Ao comentar a saída de Bush, Sandoval reconheceu que a decisão provocou um impacto significativo no futuro do Armored Saint.

“É claro que isso prejudicou a banda, mas, ao mesmo tempo, ele estava seguindo seu próprio caminho.”

Questionado sobre a possibilidade de continuar com outro cantor, o guitarrista revelou que a ideia chegou a ser discutida, mas não avançou.

“Acho que pensamos nisso, mas foi apenas uma ideia que acabou sendo deixada de lado. John é uma parte fundamental da nossa equipe.”

Para Sandoval, o vínculo entre os integrantes sempre foi um dos elementos fundamentais da identidade do grupo. Ele descreveu o Armored Saint como uma verdadeira família, ressaltando a importância das relações construídas ao longo dos anos.


A saída de John Bush e o futuro do Armored Saint

Quando John Bush aceitou o convite para integrar o Anthrax, o Armored Saint ainda enfrentava as consequências da morte do guitarrista Dave Prichard, falecido em 1990, vítima de leucemia.

Mesmo diante da perda, a banda havia conseguido concluir Symbol Of Salvation (1991), um dos trabalhos mais importantes de sua discografia.

A saída do vocalista, entretanto, interrompeu aquela fase do grupo. Bush seguiu com o Anthrax, estreando em Sound Of White Noise (1993), enquanto o Armored Saint entrou em um período de inatividade.

O retorno de Bush permitiu que a banda retomasse suas atividades posteriormente, consolidando uma formação que permanece reunida até hoje.

Em 2026, o Armored Saint lançou Emotion Factory Reset, seu nono álbum de estúdio, e continua realizando apresentações internacionais.

Phil Sandoval também relembra os primeiros anos do Metallica

Durante a mesma entrevista, o guitarrista comentou sobre a efervescência da cena musical de Los Angeles nos anos 1980, quando bandas como Metallica, Slayer, Mötley Crüe e Anthrax estavam desenvolvendo suas carreiras.

Sandoval relembrou especialmente a turnê de Ride The Lightning, quando o Armored Saint dividiu apresentações com o Metallica e o Anthrax

Segundo ele, ninguém imaginava que o Metallica se transformaria em uma das maiores bandas do planeta.

O guitarrista também revelou que James Hetfield acompanhou uma apresentação recente do Armored Saint e participou de um documentário sobre a banda, intitulado Band Of Brothers, ainda sem data de lançamento confirmada.



fonte: Mundometalbr.com