Uma estátua enorme do falecido Ozzy Osbourne foi erguida em preparação para o Hellfest deste ano, que começou em 18 de junho e vai até o fim de semana em Clisson, França.
A estátua de quase seis metros de altura foi criada pelo artista contemporâneo e escultor francês Phillipe Pasqua. Sharon Osbourne compartilhou a notícia da estátua em uma publicação nas redes sociais e, embora não estivesse lá quando ela foi erguida, agradeceu a todos os envolvidos por fazer isso acontecer.
“Sinto muito por não poder estar no Hellfest para a inauguração da estátua do Ozzy”, disse Sharon na legenda de sua publicação no Instagram. “Infelizmente, tive uma ida inesperada ao hospital no início da semana. Um grande obrigado a Olivier Garnier, Ben Barbaud e a todos do Hellfest. Um agradecimento especial para @philippe_pasqua_officiel pela estátua absolutamente deslumbrante!”
O Hellfest também já apresentou estátuas de artistas falecidos em festivais passados, Ozzy Osbourne não é o primeiro. Notavelmente, eles revelaram uma nova estátua do falecido ícone do Mötörhead, Lemmy Kilmister, para o festival em junho de 2022, substituindo uma escultura anterior que tinha começado a se deteriorar. A estátua de 2022 foi feita pela escultora francesa Caroline Brisset.
O Hellfest deste ano conta com mais de 170 bandas, com Bring Me The Horizon, Iron Maiden, Limp Bizkit e The Offspring como atrações principais de cada respectivo dia.
Os ícones suíços SAMAEL, uma das bandas mais duradouras e influentes da cena de industrial/black metal, lançaram um novo single. “Hail To The Sun” é uma faixa igualmente pesada e grandiosa que trata das dificuldades da vida e, em vez disso, de arriscar. A música empolgante, cheia de um ritmo marcante, continua o caminho brilhante do SAMAEL rumo à nova era, iniciada em 2025 com “Black Matter Manifesto”, a primeira composição de música inédita da banda em oito anos.
Formado em 1987, com quase 40 anos de atividade contínua, SAMAEL está entre as forças mais influentes do metal extremo. Clássicos como “Worship Him” (1990) e “Passage” (1996) remodelaram os gêneros sombrios por meio de sua mistura única de black, industrial e symphonic metal. Com essa sonoridade característica, SAMAEL continua a expandir fronteiras com precisão sombria e grandeza apocalíptica, permanecendo tão relevante como sempre.
SAMAEL comenta sobre “Hail To The Sun”: “Em tempos difíceis, é bom nos unirmos em torno de algo que seja significativo para todos nós… e que coisa melhor do que o sol, que é um só, mas vivenciado de forma diferente por cada um de nós? ‘Hail To The Sun’ é um hino que guiará você pelo verão e o manterá aquecido quando o inverno chegar. A música é sobre superar a adversidade e agarrar as oportunidades da vida.”
Em uma entrevista de março de 2025 para a Chaoszine da Finlândia, o líder do SAMAEL, Michael “Vorph” Locher, falou sobre o progresso das sessões de gravação para a aguardada continuação da banda para o álbum de 2017, “Hegemony”. Ele disse: “O álbum está praticamente gravado. Está pronto, mas o Xy [baterista do SAMAEL, Alexandre ‘Xytras’ Locher] ainda está fazendo alguns ajustes na edição. Estamos procurando pela mixagem. Quero dizer, era para termos começado a mixar em janeiro [de 2025], mas não aconteceu. Então, vai ser antes do verão, imagino, e depois a masterização. Portanto, nosso plano é lançar pelo menos uma música este ano, e muito provavelmente o álbum no ano que vem. Não está gravado em pedra, mas, sim, esse é o plano até agora.”
Em relação à direção musical do novo material do SAMAEL, Vorph disse: “Bem, terá uma ligação forte com ‘Hegemony’, mas não é a mesma coisa. Quero dizer, nós meio que tentamos tirar proveito do fato de termos feito coisas diferentes ao longo dos anos. Então, temos um espaço em que as pessoas vão aceitar que isso é SAMAEL. Então nós meio que tentamos desfrutar desse espaço. Parte do público gosta [quando uma banda segue uma fórmula] — você sabe o que vai receber. Conosco é um pouco diferente, mas não será uma surpresa total. Não há experimentação de coisas que nunca, jamais fizemos antes, mas a mixagem é diferente e há muito mais guitarra. É muito mais focado na guitarra. Então, sim, essa é uma das diferenças, eu diria.”
Quando o entrevistador observou que também é “às vezes um pouco perigoso” quando os músicos passam tempo demais mexendo nas gravações, Vorph concordou. “É sim. Definitivamente é”, disse ele. “Quero dizer, todo o trabalho que o Xy está fazendo agora, para mim não é tão importante. Porque ele vai tocar a música para mim e eu vou dizer, bem, ‘Ah, aquela quebra ali com a bateria, aquilo não [estava lá antes], ah, é legal, mas será que realmente melhora a música?’ Ah, talvez [muito pouco], mas para ele é muito importante, especialmente porque demorou tanto tempo para ele, então ele não quer deixar passar nenhum detalhe… Eu sou um pouco mais do tipo ‘vamos fazer’. Ele é realmente muito exigente com tudo.”
O Behemoth liberou o videoclipe da nova música I, Scvlptor. O som é a faixa-título do próximo álbum de estúdio da banda, que tem previsão de sair em 04 de setembro. O clipe teve produção do grupo polonês Grupa 13, enquanto a arte da capa teve criação de Bartek Rogalewicz.
Sobre a faixa, o frontman da banda, Adam “Nergal” Darski, disse: “I, Scvlptor é uma nova música do Behemoth enraizada na tradição de faixas monumentais como O Father O Satan O Sun!, Lucifer ou Nieboga Czarny Xiądz, ao mesmo tempo que abre um novo capítulo.
Ela carrega esse peso épico, mas também toma um rumo inesperado que a torna fresca e diferente das composições anteriores. Liricamente, é uma metáfora para o processo infinito de moldar a si mesmo – uma luta desigual com a matéria e as limitações pessoais.
O paradoxo é que, desde o momento em que nascemos, já estamos destinados a morrer, então talvez não se trate da vitória em si, mas do ato constante de esculpir quem somos”.
I, Scvlptor é um lançamento exclusivo com oito músicas inéditas – sete novas gravações de estúdio e uma faixa ao vivo. Trata-se de uma obra autônoma que conecta o passado fundamental da banda com sua atual chama criativa.
O álbum estará disponível em CD, vinil, MC e box set de edição limitada pela Massacre em todo o mundo e em formato digital pela Nuclear Blast.
Track listing de I, Scvlptor:
01. I, Scvlptor 02. Lord Ov The Horizons 03. Rise Of The Blackstorm Of Evil 04. In Thy Pandemaeternum 05. Begotten 06. In League With Satan 07. The Return Of Darkness And Evil (live) 08. Lord Ov The Horizons (versão alternativa)
O Epica lançou o clipe ao vivo de Sirens – Of Blood And Water com Alissa White-Gluz, Elize Ryd e Charlotte Wessels. A performance teve sua gravação no Ziggo Dome, Holanda, em 07 de fevereiro deste ano. Na ocasião, Epica e Amaranthe encerraram a primeira etapa de sua turnê conjunta Arcane Dimensions Tour.
Esta versão, que também teve registro em vídeo, contou com a gravação no maior show como headliner do Epica até hoje. Foi uma noite com ingressos esgotados no famoso Ziggo Dome, em Amsterdã, diante de 10.000 fãs.
E por falar na banda holandesa, ela está em turnê pela Europa participando de alguns festivais. Além disso, o grupo tocará ao lado do Sabaton, Iron Maiden e Savatage em alguns eventos.
No mês de agosto os músicos vão tirar uns dias para recarregar as energias para chegar com tudo na turnê asiática em setembro. O giro passará por Tóquio, Osaka, Xangai e mais.
Formado em Los Angeles em 1982, o Armored Saint surgiu como parte da resposta norte-americana à explosão da New Wave of British Heavy Metal (NWOBHM), movimento que posteriormente ficou conhecido como US Metal ou US Power Metal. Ao longo de mais de quatro décadas de carreira, a banda construiu uma discografia tão consistente quanto difícil de rotular. Com exceção do álbum de estreia, “March Of The Saint” (1984), fortemente ancorado no Heavy Metal tradicional, cada trabalho subsequente apresentou características próprias e abordagens distintas. Embora todos os registros permaneçam dentro do universo do Heavy Metal, poucos grupos desenvolveram uma identidade sonora tão singular quanto a do Armored Saint. A banda sempre preferiu seguir seu próprio caminho, incorporando elementos mais modernos, acessíveis e contemporâneos sem perder sua essência.
Os dois discos de estúdio anteriores — “Win Hands Down” (2015) e “Punching The Sky” (2020) — evidenciaram essa característica ao combinar composições relativamente simples com uma personalidade marcante. Já em “Emotion Factory Reset”, apesar das declarações dos integrantes indicando uma proposta mais direta e conservadora, o DNA do grupo permanece intacto. A principal diferença em relação aos antecessores talvez esteja na ausência de faixas mais extensas e elaboradas, algo que marcou boa parte dos trabalhos recentes da banda.
Menos ambição estrutural, mesma identidade sonora
Com 11 músicas distribuídas ao longo de pouco mais de 48 minutos, “Emotion Factory Reset” aposta na objetividade. Quase todas as canções transitam entre três e quatro minutos de duração, privilegiando estruturas enxutas, refrãos memoráveis e linhas vocais de assimilação imediata. Quem aprecia um Heavy Metal mais épico ou tradicional pode estranhar essa abordagem em um primeiro momento. Por outro lado, os fãs veteranos do Armored Saint provavelmente encontrarão exatamente aquilo que esperam: canções diretas, carregadas de personalidade e conduzidas por uma execução impecável.
Entre os momentos mais rápidos e energéticos, destacam-se “Close To The Bone”, “Hit A Moonshot” e “Epilogue”, faixas que mantêm a intensidade elevada e mostram a banda em plena forma. Já “Every Man-Any Man”, “Compromise” e “Throwing Caution To The Wind” exploram uma faceta mais melódica e descontraída, remetendo ao espírito de clássicos cult como “Raising Fear” (1987) e “Symbol Of Salvation” (1991). Existem outros bons momentos espalhados pelo álbum, porém, à medida que a audição avança, surge uma sensação de familiaridade excessiva. Determinadas fórmulas acabam se repetindo com frequência, o que reduz um pouco o impacto de algumas composições. Não chega a comprometer a experiência, mas impede que o trabalho alcance voos mais altos.
Entre a eficiência das composições e a repetição de fórmulas
No aspecto técnico, os elogios são inevitáveis. John Bush continua sendo um dos vocalistas mais carismáticos e competentes do Heavy Metal, entregando uma performance certamente segura, versátil e cheia de personalidade. Instrumentalmente, o grupo também mantém o alto padrão habitual. A produção assinada por Joey Vera, aliada à mixagem de Jay Ruston e à masterização de Paul Logus, valoriza cada instrumento bem como preserva a identidade sonora que acompanha a banda há décadas.
Ao final da audição, fica a impressão de que tudo funciona exatamente como deveria. Os músicos executam suas funções com excelência, a produção é irrepreensível e várias faixas apresentam qualidade acima da média. Ainda assim, “Emotion Factory Reset” soa mais confortável do que inspirado. O Armored Saint optou por atuar integralmente dentro de sua zona de conforto e, embora isso não represente um defeito por si só, acaba limitando o potencial criativo do álbum. Faltam aqueles momentos verdadeiramente surpreendentes capazes de transformar um bom disco em uma obra memorável. É um lançamento sólido, agradável e digno da trajetória da banda, mas que dificilmente figurará entre os pontos mais altos de sua discografia.
Em meio à turnê que celebra um dos álbuns mais importantes da história do Metal brasileiro, Max Cavalera voltou a revisitar o processo criativo de “Chaos A.D.”, trabalho lançado em 1993 e responsável por levar o Sepultura a um novo patamar de reconhecimento internacional. Ao lado do irmão Igor Cavalera, o músico tem apresentado o disco na íntegra em uma série de shows pela Europa e América do Norte, ao mesmo tempo em que compartilha histórias dos bastidores de sua criação.
Quando chegou às lojas, “Chaos A.D.” representou uma mudança significativa na trajetória do grupo. Após a sequência formada por “Schizophrenia” (1987), “Beneath The Remains” (1989) e “Arise” (1991), álbuns que ajudaram a consolidar a reputação da banda dentro do Death/Thrash Metal, o quarteto decidiu seguir por um caminho menos previsível. Em vez de repetir a fórmula que os havia tornado uma referência mundial do gênero, o Sepultura passou a incorporar elementos de Groove Metal, Hardcore/Punk e até mesmo passagens industriais em sua sonoridade.
A aposta deu resultado. Com faixas como “Refuse/Resist”, “Territory”, “Slave New World”, “Propaganda” e “Biotech Is Godzila”, o álbum conquistou espaço na imprensa especializada de diversos países e ajudou a transformar o grupo em um fenômeno global.
O álbum que expandiu as fronteiras do Sepultura
Além da evolução musical, “Chaos A.D.” também chamou atenção pelo conteúdo de suas letras. Questões políticas, conflitos sociais, violência urbana, manipulação midiática e críticas ao sistema aparecem ao longo de todo o trabalho. Canções como “Refuse/Resist” tornaram-se verdadeiros hinos da banda, enquanto “Biotech Is Godzilla”, escrita por Jello Biafra, trouxe discussões sobre biotecnologia e teorias conspiratórias para dentro do repertório.
O sucesso comercial certamente acompanhou a repercussão artística. Ao lado de “Roots” (1996), “Chaos A.D.” tornou-se um dos discos mais bem-sucedidos da carreira do Sepultura, alcançando inclusive certificação de ouro nos Estados Unidos ao ultrapassar a marca de 500 mil cópias vendidas. O álbum também ajudou a ampliar a presença da banda em diferentes mercados, fortalecendo seu nome como uma das maiores exportações do metal brasileiro.
A identidade visual do trabalho também marcou época. Dessa forma, a arte foi criada especialmente para o álbum pelo renomado ilustrador Michael Whelan, responsável pelas capas de “Beneath The Remains” e “Arise”. Diferentemente dos trabalhos anteriores, “Chaos A.D.” recebeu uma ilustração inédita desenvolvida especificamente a partir do conceito proposto pelos músicos.
Uma nova geração descobrindo os clássicos
Mais de três décadas após seu lançamento, o álbum continua atraindo novos ouvintes. Durante entrevista ao Mystic Festival, da Polônia, Max Cavalera comentou como tem sido tocar o repertório completo ao lado de Igor Cavalera.
Segundo o músico, a experiência tem um significado especial porque permite apresentar essas músicas para fãs que jamais tiveram a oportunidade de assistir à formação clássica executando o material ao vivo.
“Acho que é a melhor sensação possível porque nós amamos esse material. Prestamos homenagem àquela era. Existe toda uma nova geração de fãs que nunca teve a chance de ver a formação original tocando essas músicas.”
O vocalista e guitarrista também destacou a formação atual da banda que acompanha os irmãos na estrada. Ela é composta pelo guitarrista Travis Stone e pelo baixista Igor Amadeus Cavalera, filho de Max.
“A banda é incrível porque você tem eu e o Igor como os caras mais velhos, e o Travis e meu filho Igor como os jovens. Eles trazem juventude, trazem energia. Quando olho para os lados no palco, eles estão enlouquecendo porque amam esse disco.
Por que o Sepultura não fez “Arise Part II”
Ao recordar o período de composição de “Chaos A.D.”, Max Cavalera revelou que a banda sabia que enfrentaria uma decisão importante após “Arise”. Muitos esperavam uma continuação direta daquele estilo, mas o grupo preferiu seguir em outra direçã.
“É bem diferente de ‘Arise’. Eu me lembro de muita gente perguntando: ‘Eles vão fazer um ‘Arise Part II’ ou tentar algo diferente?’. E nós escolhemos a segunda opção.”
Na visão do músico, superar a sequência formada por “Schizophrenia”, “Beneath The Remains” e “Arise” seria uma tarefa praticamente impossível.
“Eu adoro ‘Arise’, mas é difícil superar aquilo. Entre ‘Schizophrenia’, ‘Beneath The Remains’ e ‘Arise’, existe uma trilogia de discos de death-thrash quase perfeitos. É muito difícil superar isso.”
Diante desse cenário, a banda optou por desacelerar o andamento das músicas e buscar composições mais diretas e impactantes.
“Seguimos por outra estrada. Queríamos desacelerar tudo, simplificar e tentar criar músicas mais sólidas.”
O próprio Max admite que vê “Chaos A.D.” como um trabalho peculiar dentro da discografia do grupo. Ele cita faixas como “We Who Are Not As Others” e “Kaiowas” como exemplos da liberdade criativa que dominava o processo naquele momento.
“É um disco estranho para mim também. Tem várias músicas quase instrumentais. Além disso, colocamos um cover do New Model Army no meio do álbum. Nós adorávamos a banda e pensamos: ‘Que se dane, vamos colocar isso no disco’. Era assim que fazíamos as coisas. Não existiam regras.”
O FAITH NO MORE está sugerindo um possível retorno aos palcos para o próximo ano. A influente banda californiana de alt-metal compartilhou uma imagem em suas redes sociais apresentando o logotipo da estrela de oito pontas do FAITH NO MORE e 2027 sobrepostos a uma foto de uma plateia ao vivo.
Enquanto isso, a Pollstar informou que a empresa brasileira de entretenimento 30e anunciou um acordo global com o FAITH NO MORE para as futuras turnês mundiais da banda.
“A 30e parece uma empresa que quer quebrar o status quo e, como artistas, entendemos o valor disso”, disse o FAITH NO MORE em um comunicado. “A abordagem deles não parece com a engrenagem usual; parece que vem de um lugar diferente, com um tipo diferente de energia, e estamos dispostos a apoiar isso.”
“O FAITH NO MORE sempre foi sinônimo de ruptura. Eles moldaram gerações inteiras precisamente porque se recusaram a jogar pelas regras óbvias do mercado, e é esse mesmo espírito audacioso que move a 30e”, disse Pepeu Correa, CEO da 30e. “Este acordo visa construir conjuntamente uma plataforma para experiências globais que respeite o DNA transgressor da banda e apresente nossa visão de entretenimento para o mundo.”
Em outubro passado, o tecladista do FAITH NO MORE, Roddy Bottum, foi questionado por Greg Prato, da Alternative Nation, se consideraria fazer shows novamente com seus companheiros de banda. Ele respondeu: “Acho que não. Não.” Pressionado por um motivo para sua relutância em se reunir com o resto da banda, que cancelou todas as suas apresentações de outono de 2021 anunciadas anteriormente, há mais de quatro anos, sob a justificativa de que o cantor Mike Patton não pôde se apresentar como esperado devido a problemas de saúde mental, parcialmente agravados pela pandemia, Roddy explicou: “Não sou apenas eu. Acho que ninguém está muito a fim de fazer isso neste momento. Tínhamos uma série de shows que iríamos fazer, e eles foram cancelados, apenas por vários motivos. Mas não acho que o rumo em que estávamos tenha se consertado. Eu simplesmente não vejo isso acontecendo de novo, honestamente. Acho que fizemos um trabalho muito bom. Fizemos várias turnês de reunião e acho que fizemos o que pretendíamos fazer. Então, não acho que ninguém esteja chateado com isso ou algo assim. Mas quero dizer, com certeza, voltar a se reunir significaria um grande pagamento, mas acho que todos nós estamos muito bem com o que fizemos, tipo, artisticamente com a banda e nos comprometendo conosco e tocando uns com os outros. Acho que todos nós estamos muito bem com as decisões que tomamos até agora, e não vejo o que realmente poderia acontecer de mais voltando a nos reunir e fazendo mais shows.”
O FAITH NO MORE, que não faz um show desde 2016, inicialmente se reuniu para fins de turnê em 2009, 12 anos após lançar seu trabalho de estúdio anterior, “Album Of The Year”, e deu sequência com o álbum “Sol Invictus” de 2015. Perguntado pela Alternative Nation sobre o que ele lembrava dos shows de reunião do FAITH NO MORE, Bottum disse: “Quando fizemos a primeira turnê de reunião, estávamos separados há tipo… quase 15 anos. E foi meio que, eu costumava ter sonhos quando era mais jovem — eu chegava na escola e, ‘Meu Deus, esqueci de estudar para a prova.’ E aí a prova é bem naquela hora, e eu fico tipo, ‘Meu Deus, vou reprovar.’ Em algum momento depois que o FAITH NO MORE acabou, continuei tendo esses sonhos de que eu aparecia e, ‘Meu Deus. O FAITH NO MORE estava fazendo uma turnê de reunião e esqueci de aprender as músicas.’ Isso se tornou algo que meio que substituiu aquele cenário de sonho para mim. Então, continuei tendo esses sonhos. Esse era um pesadelo que eu continuava tendo. E então estruturamos uma turnê inteira e aprendemos as músicas e tocamos as músicas e fizemos a turnê, e é como se eu tivesse sido capaz de lidar com aquele pesadelo em um sentido real, físico e real. E acho que foi fundamental para seguir em frente na minha vida de alguma forma estranha. Além disso, foi muito divertido. Billy [Gould, baixista do FAITH NO MORE] e eu somos amigos desde que tínhamos, tipo — não sei — nove ou 10 anos de idade. Então, foi divertido meio que resgatar essa amizade e apenas passar um tempo juntos.”
O guitarrista e vocalista alemão Kai Hansen disponibilizou um novo single solo. A música "Feeding the Beast" pode ser conferida no player abaixo, com seu videoclipe. Até o momento, não há maiores indicações se a canção antecipa um novo álbum completo ou é um lançamento avulso.
Nascido em Hamburgo, Alemanha, Kai Michael Hansen foi um dos fundadores do Helloween, banda que se tornou referência na criação do power metal. Iniciou como vocalista e guitarrista, ficando apenas com a segunda função posteriormente. Saiu em 1989, voltou em 2016 e segue até hoje.
A seguir formou o Gamma Ray, fazendo o caminho inverso do Helloween: começou apenas como guitarrista e reassumiu os vocais com o passar dos anos. Também integrou o começo do Iron Savior, com seu amigo de juventude Piet Sielck. No ano de 2011 se juntou ao Unisonic, com Michael Kiske, além de membros do Pink Cream 69 e Krokus.
Em 2016 lançou seu único álbum solo até o momento, "XXX – Three Decades in Metal", usando o nome Hansen & Friends. Ainda gravou e excursionou com Avantasia, Blind Guardian, Angra, Stormwarrior, Primal Fear, Hammerfall e Heavens Gate, entre outros.
Durante entrevista ao Rock Talk, o baixista Billy Gould se manifestou pela primeira vez sobre a volta do Faith No More. A banda anunciou a retomada de atividades em parceria com a produtora brasileira 30e a partir do ano que vem. Os detalhes ainda serão anunciados.
"Nossa música é muito física, e uma grande preocupação é que, em breve, não conseguiremos mais tocá-la da maneira como a compusemos. Nós a escrevemos quando tínhamos vinte e poucos anos e ela sempre foi muito física. Tem que ser assim. Sinceramente, eu não consigo tocar se não for desse jeito. Mas todos nós meio que decidimos que achamos que podemos fazer isso por mais alguns anos do jeito certo, então vamos tentar."
O grupo publicou uma breve nota anteriormente se manifestando sobre o que os fez aceitar a iniciativa. "A 30e é uma empresa que quer desafiar o status quo e, como artistas, entendemos o valor disso. A abordagem deles não soa como a engrenagem de sempre; parece vir de outro lugar, com outro tipo de energia, e estamos dispostos a apoiar esse movimento."
Por enquanto, não há maiores detalhes sobre as atividades. O Faith No More tinha uma turnê europeia marcada para 2020, mas ela foi adiada por conta da pandemia de Covid-19. Posteriormente, foi cancelada em definitivo devido a problemas de saúde mental enfrentados pelo vocalista Mike Patton.
A formação mais recente ainda contava com o vocalista Mike Patton, o guitarrista Jon Hudson, o tecladista Roddy Bottum e o baterista Mike Bordin. O último disco até o momento foi "Sol Invictus", disponibilizado em 2015.
O Edguy confirmou seu primeiro show em uma década para o dia 25 de junho de 2027. A apresentação acontecerá em Fulda, Alemanha, justamente onde a banda se originou em 1992. O momento também representa a despedida do grupo, que não deixou claro se será apenas um concerto ou uma turnê para encerrar a história.
A breve nota oficial nas redes sociais se limita a declarar: "Algumas histórias merecem um capítulo final. Vamos escrever o nosso juntos."
O Edguy lançou 10 álbuns de estúdio, o mais recente sendo "Space Police: Defenders of the Crown" (2014). A última apresentação da banda até o momento aconteceu em 2 de dezembro de 2017. Em entrevistas, o vocalista Tobias Sammet mencionou o desgaste de relações entre os integrantes e dificuldades para se chegar a um acordo sobre decisões importantes como fatores para a pausa.
O frontman vem se dedicando ao Avantasia, projeto que surgiu quando o grupo ainda estava na ativa. O baterista Felix Bohnke também o acompanhou na maior parte das turnês desde então. A última formação do conjunto ainda contava com os guitarristas Jens Ludwig e Dirk Sauer, além do baixista Tobias "Eggi" Exxel.
Nem sempre o músico mais famoso acaba sendo a escolha definitiva. O Testament descobriu isso durante o processo de gravação de seu novo álbum, Para Bellum. Embora Dave Lombardo tenha sido inicialmente recrutado para assumir a bateria da banda, foi Chris Dovas quem acabou registrando o trabalho — e, segundo Chuck Billy, sua participação foi tão determinante que o resultado final provavelmente seria diferente com o lendário ex-integrante do Slayer.
Durante a conversa com o repórter Valtemir Amler, publicada na nova edição da ROADIE CREW, #292, Chuck Billy falou sobre a chegada de Dovas.
“Quando estávamos fazendo audições porque Gene (Hoglan) não estaria disponível, vimos o vídeo do Chris e gostamos do jeito que ele tocava. Mas, no último minuto, Lombardo ligou dizendo: ‘Ei, soube que estão procurando um baterista’. Como já tínhamos trabalhado com ele antes, dissemos: ‘OK, paramos de procurar, você está dentro’”, contou o vocalista.
A chegada de Lombardo encerrou imediatamente as buscas. O plano era que o ex-Slayer acompanhasse o grupo tanto na estrada quanto em estúdio. No entanto, a situação mudou durante a turnê.
“Fizemos uma turnê com ele e deveríamos gravar o disco com ele, mas Dave não conseguiu se comprometer com o álbum. Durante a primeira turnê americana, não pôde fazer os primeiros cinco ou seis shows, então chamamos Chris para cobrir”, explicou.
Foi justamente nesse momento que Chris Dovas começou a impressionar seus futuros companheiros de banda. Segundo Chuck, o jovem músico chegou aos ensaios demonstrando uma preparação que surpreendeu até mesmo os integrantes veteranos do Testament.
“Quando ele apareceu para os ensaios, ele sabia mais músicas do que nós! Ele tocou tudo sem erros. Ficamos tipo: ‘Caramba, esse garoto sabe tocar e está pronto!’ Ficamos tão confiantes que nem precisamos praticar mais”, relembrou
A apresentação foi tão convincente que a banda não teve dúvidas sobre quem deveria assumir a vaga quando Lombardo confirmou que não conseguiria participar das gravações.
“Quando chegou a hora de gravar e Dave não pôde assumir o compromisso, chamamos Chris. Ele estava ansioso, pronto e faminto. Ele e Eric começaram a trabalhar imediatamente”, afirmou o cantor.
O resultado, na visão de Chuck Billy, acabou justificando completamente a escolha. Embora reconheça toda a importância de Dave Lombardo para a história do metal, o vocalista acredita que a participação de Chris Dovas ajudou a moldar a identidade do álbum de uma maneira única.
“Não acho que seria o mesmo disco se Lombardo estivesse nele. Não acho que Dave faria o que Chris fez neste álbum. Sem desmerecê-lo, mas são estilos diferentes”, concluiu.
Em uma nova entrevista com Dev Gohil, Ted “Nocturno Culto” Skjellum do Darkthrone falou sobre seu projeto emergente de heavy rock, Avrak, no qual ele se junta a Anders Hegna do Nød, El Kayenne e Svidd Grevling. O Avrak fez sua estreia ao vivo em abril passado na Noruega, com a dupla apoiada pelos irmãos Kråbøl, Terje Kråbøl (bateria) e Stian Kråbøl (baixo).
Sobre como surgiu a ideia para o Avrak, Skjellum disse (conforme transcrito pelo Blabbermouth.net): “Na verdade, eu conheço esse cara [Anders] há — não sei — 12 anos ou algo assim. E eu sabia que ele estava em outras bandas. E nós conversamos sobre talvez fazermos algo uma vez e testar para ver no que dava. Nós vínhamos de ângulos ligeiramente diferentes ao olhar para a música, mas temos muito em comum. Eu ouvi Kreator até 87 no máximo, e ele gosta de ouvir coisas de 88 em diante. Então eu tenho um caminho um pouco mais old-school. Mas é divertido. Quando decidimos tocar juntos pela primeira vez, nós nos trancamos em uma cabana nas montanhas por, tipo, cinco dias”, ele adicionou.
“Nós tínhamos um monte de equipamentos conosco, e nós nunca tínhamos tocado juntos antes, e vamos ver como isso funciona. E poderia ser que após a primeira noite nós apenas disséssemos, ‘Ok, isso não funciona. Nós vamos ficar sentados aqui por mais cinco dias.’ Mas nós estávamos no caminho de algo bem cedo. E são muitas coincidências sobre como isso está funcionando.”
No assunto da direção musical do Avrak, Skjellum disse: “No álbum que gravamos em fevereiro, [Anders] tem o tipo de, vamos dizer, um som de guitarra um pouco mais rock, e eu tenho o som de guitarra mais metal, e eles meio que se misturam. A música é muito… Quero dizer, nós tocamos duas coisas diferentes quase o tempo todo neste álbum, e parece realmente caótico, mas esta é a parte difícil para nós trabalharmos. Para acertar isso, leva muito tempo, e também nossos arranjos e pequenos detalhes.”
Ele continuou: “Eu acho que o álbum do Avrak vai sair neste outono em algum momento. E estamos ansiosos por isso. Para nós, é como um marco por causa de todas as horas que colocamos neste projeto, e nós também tocamos de fato um show agora no final de abril. Então, o objetivo para o Avrak é tocar mais ao vivo. Quero dizer, nós temos uma ótima banda juntos. Então, nós tivemos essa confirmação em abril de que, sim, claro que podemos tocar ao vivo. Não é problema.”
Perguntado como sua abordagem de composição para o Avrak é diferente daquela para o Darkthrone, Skjellum disse: “Bem, é diferente, especialmente da maneira mais óbvia, que é que eu e o outro guitarrista estamos fazendo tudo juntos. Ele não mora longe de mim, então temos um espaço de ensaio aqui perto, e estamos trabalhando de perto em todos os detalhes desta música. E a música em si definitivamente difere do Darkthrone porque… É um pouco mais de heavy metal clássico, hard rock. Pode haver algumas coisas de doom lá e talvez alguns elementos de black metal, mas é mais uma coisa clássica de — o que eu deveria dizer? — heavy metal pesado. E eu acho que essa é uma das coisas que torna isso interessante para mim porque eu sou um grande fã do heavy metal clássico dos anos 80 e coisas assim, a década mais otimista de alguma forma, algo assim. Quero dizer, o heavy metal nos anos 80 era muito diferente porque o heavy metal europeu versus o heavy metal americano era… Estava muito, muito distante um do outro porque os europeus, claro, têm mais história. E então a música deles é mais sombria de alguma forma. Então a coisa do heavy europeu era — não como aquela coisa de festa, mas era uma coisa diferente. Sim, eu gosto.”
O último álbum de estúdio do Darkthrone, “Pre-Historic Metal”, saiu em 8 de maio via Peaceville Records. O LP foi gravado no Chaka Khan Studios, em Oslo, com o trabalho de produção conduzido por Ole Øvstedal, Silje Høgevold e Mads Luis. A masterização foi realizada por Jack Control no Enormous Door e Maor Appelbaum Mastering.
Andy La Rocque, guitarrista do King Diamond, foi novamente questionado sobre o andamento da trilogia de terror da banda dinamarquesa, que começará com “Saint Lucifer’s Hospital 1920”. Veja o que disse Andy La Rocque em uma nova entrevista com Sakis Fragos doHard Rock Greecequando perguntado sobre o que está acontecendo com este tão aguardado novo álbum:
“[Risos] É, o que está acontecendo com isso? Não posso dizer muita coisa porque já temos algumas músicas. Escrevi algumas músicas, tipo, uns quatro ou cinco anos atrás, que teremos para o próximo álbum. E já comecei com as faixas de guitarra certas. Acho que o Matt [Thompson] até tocou bateria em uma das minhas músicas. E a gente tem tocado ‘Electro Therapy’ ao vivo também, na verdade, há um tempo. Tocamos essa ao vivo por um tempo. E só precisamos compor mais algumas músicas antes de começarmos a gravar. E, bem, na verdade, já temos as músicas, então não sei. Não posso dizer quanto tempo vai levar para fazer isso. Ninguém sabe. [Risos] Ninguém sabe. Veremos. Mas tudo o que posso dizer é que… Estamos trabalhando nisso.”
La Rocque também falou sobre a extensa pela Europa em 2025:
Ah, foi ótimo. Fizemos uma turnê pelos EUA em 2024, e foi um pouco difícil, na verdade, porque tivemos muitos problemas. Tínhamos muita gente nova na banda. Tudo era meio novo depois da situação da COVID. Então, tudo era novidade. Os custos aumentaram bastante e muitas coisas aconteceram naquela turnê. Mas a turnê europeia no verão passado, em 2025, foi muito melhor em todos os sentidos, porque já tínhamos feito uma turnê com praticamente as mesmas pessoas. Nos divertimos muito fazendo isso. Acho que fizemos uns 30 shows, algo assim, por toda a Europa — Reino Unido, Grécia, Turquia, Finlândia. E nos divertimos muito fazendo isso. Foi ótimo. Foi muito bom.”
A banda brasileira de Thash Metal, Nervosa, acaba de anunciar a “Slave Machine Tour 2026” pela América do Sul para promover o novo álbum lançado em 3 de abril de 2026 pela Napalm Records.
Em um comunicado nas redes sociais, a banda informou:
“Finalmente Brasil! Estamos super felizes em anunciar a primeira parte da nossa turnê que passará por cidades que há muito tempo não tocamos. Mas fiquem tranquilos que a turnê “Slave Machine” terá parte 2 no Brasil no próximo ano. A ideia é expandir para todo o território nacional.
Mas atenção! Informamos que os 50 primeiros ingressos de cada cidade terá um benefício extra, cujos detalhes deverão ser divulgados nas próximas semanas.”
No Brasil, a Nervosa passará pelo Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Piracicaba, Catanduva, Goiania, Brasília, Teresina, Fortaleza, Natal, Aracajú e Recife, além de uma data cujo local ainda não está definido.
O canal TapeheadToo no YouTube enviou um vídeo de câmera focada na bateria de todo o concerto de 7 de junho do Rush no Kia Forum em Los Angeles, Califórnia. A apresentação foi o show de abertura da turnê “Fifty Something”, que marca a primeira do Rush com a formação reformulada da banda, contando com os membros clássicos Geddy Lee (vocal, baixo) e Alex Lifeson (guitarra) ao lado de Anika Nilles, uma baterista alemã que excursionou com o lendário guitarrista Jeff Beck em 2022, e o recém-adicionado tecladista Loren Gold, que é mais conhecido como membro de turnê do The Who e Chicago.
Em suas notas que acompanham o vídeo, que pode ser visto abaixo, TapeheadToo escreveu: “Eu só consegui um assento na lateral do palco. Shows completos com visão lateral são meio ruins, então decidi fazer uma câmera focada na Anika. Ela absolutamente arrasou! Você também pode usar esta página para ouvir o áudio completo; eu não cortei nada. Divirtam-se!”
O norueguês Dimmu Borgir trará a Grand Serpent Rising Tour ao Brasil no final do ano, segundo o jornalista José Norberto Flesch, que é uma espécie de Mãe Dináh da cena musical brasileira, visto que antecipa muitas das atrações que passarão pelo nosso país.
De acordo com o comunicador, o giro será entre novembro e dezembro, o que fará a alegria dos fãs de black e death metal.
A tour será em promoção ao novo álbum Grand Serpent Rising, que saiu em maio pela Nuclear Blast. É o primeiro lançamento de inéditas dos caras em oito anos, desde Eonian.
A gravação de Grand Serpent Rising aconteceu mais uma vez em Gotemburgo, Suécia, ao lado do produtor de confiança Fredrik Nordström. O profissional trabalhou nos famosos discos Puritanical Euphoric Misanthropia e Death Cult Armageddon.
Track listing de Grand Serpent Rising:
01. Tridentium 02. Ascent 03. As Seen In The Unseen 04. The Qryptfarer 05. Ulvgjeld & Blodsodel 06. Repository Of Divine Transmutation 07. Slik Minnes En Alkymist 08. Phantom Of The Nemesis 09. The Exonerated 10. Recognizant 11. At The Precipice Of Convergence 12. Shadows Of A Thousand Perceptions 13. Gjǫll