terça-feira, 25 de agosto de 2026

WALLS OF JERICHO lança “Agency”, segundo single do próximo álbum “System Error: Humanity”



A banda de hardcore e metalcore Walls of Jericho prepara seu retorno com o álbum System Error: Humanity, que será lançado em 13 de novembro de 2026 pela Napalm Records. O trabalho chega na sequência de The Ascent, primeiro single divulgado do disco, e agora ganha uma nova prévia com Agency.

A faixa combina velocidade e agressividade, partindo de uma abordagem próxima ao thrash metal antes de desembocar em um breakdown de grande impacto. A vocalista Candace Buckingham conduz a música com uma interpretação voltada à autonomia individual e à defesa dos direitos humanos.

Sobre AgencyBuckingham declarou:

Agency é uma música sobre liberdade. O tipo de liberdade que vive dentro de você, que ninguém pode tirar e pela qual você precisa lutar todos os dias.”

Assista ao videoclipe:


Nas letras, o Walls of Jericho aborda temas relacionados à reivindicação, autodeterminação e direitos humanos. Além de Agency, músicas como Borrowed Ground e Last Judgement seguem essa linha temática.

O disco também conta com participações especiais. Randy Blythe, do Lamb of God, aparece em Broken Mouths Can’t Speak, enquanto Guy Kozowyk, do The Red Chord, participa de Humanity. A Brighter Fire, por sua vez, traz Patsy Puopolo e Matthew Ruby como convidados.

A produção ficou a cargo de Kurt Ballou, guitarrista do Converge e produtor que já trabalhou com nomes como Nails, The Dillinger Escape Plan, Code Orange e Every Time I Die. A proposta foi registrar a intensidade das apresentações do grupo sem abrir mão de uma produção definida.

O álbum estará disponível em CD digipak e em diferentes versões de vinil, incluindo edições limitadas em verde sólido, dourado sólido, amarelo translúcido, splatter e uma versão com selo branco acompanhada de livreto, cartão de capa e certificado.

Walls of Jericho é formado por:

Candace Buckingham – vocais
Aaron Ruby – baixo
Dustin Robert – bateria
Bobby VaLeu – guitarra
Kyle Gailey – guitarra
Chris Towning – guitarra


Fonte: RoadieCew.com


QUEENS OF THE STONE AGE anuncia o álbum “Perfecth” e apresenta o clipe de “Insignificant Other”




O Queens of the Stone Age sempre se manteve duradouramente e singularmente magnético. Não é apenas o seu som; é o seu espírito. Eles são provocativos no sentido mais essencial: sem medo de explorar o obscuro, o sexual, o surreal e o absurdo. É uma arte que rosna e seduz em igual medida, e nunca tanto quanto no nono álbum da banda, Perfecth, que será lançado no dia 30 de outubro pela Matador Records.  

Lançado hoje, o mais recente single “Insignificant Other” pode ser considerado a peça central do álbum. A faixa é a segunda de apenas duas tomadas e captura o quinteto tocando de forma solta e desprotegida, abrindo espaço um para o outro de forma improvisada. “É uma música sobre distância”, diz o vocalista Joshua Homme. “Sobre como alguém pode ser o seu mundo inteiro para simplesmente desaparecer. E sobre a estranha vertigem de estar no lado receptor disso”.  

O anúncio do álbum é acompanhado por um videoclipe dirigido por Chapman Baehler, estrelado por Big Chongus como a personificação de “perfecth”. Acompanhado pelos bons garotos e garotas Ruby Homme, Max Homme, Pumpkin Van Leeuwen, Isabella Puppolini (Izzy) Van Leeuwen e Reesa Shuman, o clipe revela se Big Chongus encontra ou não o lar perfeito. Os fãs também podem assistir ao já infame teaser de “Five Finger Filet” que anunciou a data em que o disco NÃO seria lançado.  

Assista ao videoclipe:




Sobre o álbum Perfecth:

Produzido por Homme e pelo membro da banda Michael Shuman, o projeto extrai inspiração do Kintsugi — a arte japonesa de consertar cerâmicas quebradas preenchendo as suas rachaduras com ouro, defendendo que o que foi despedaçado se torna mais bonito (e não menos) pelo ato de consertar.  


Este é o espírito no qual Perfecth foi feito. Um álbum que só poderia ter sido concebido agora, graças a Homme, Troy Van Leeuwen, Michael Shuman, Dean Fertita e Jon Theodore dando passos evolutivos significativos como um coletivo e chegando a uma clarez

a duramente conquistada. As suas nove músicas mapeiam diferentes formas de amor: de família, amigos e outros, tanto significativos quanto insignificantes; os amores que te quebram além da sobrevivência e os amores que te consertam.  

Nascida de sessões gravadas em vários lugares, de Nova Orleans a Los Angeles, a música é destemida e sem limites, temperamental e ameaçadora, gentil e estranha. Aqui, o Queens alinhou os pedaços irregulares de uma carreira inteira. “Cada música soa como se fosse de um mundo diferente”, diz Homme. “E isso é de propósito, porque tenta costurar todas essas emoções que giram em torno do amor, luxúria, tolice e o tipo de sabedoria que vem como um presente de tudo isso”.  

O disco se chama Perfecth porque “perfeito” (“perfect”), como palavra, nunca foi honesto. Não existe. Então, Homme quebrou a palavra e a transformou em “perfecth”, uma grafia mais apropriada para um termo que nunca pareceu certo desde o início. “Nada neste mundo é perfeito, mas tudo parece ser ‘perfecth'”, ele explica. “E esse título é engraçado quando você está em um grupo, mas não é tão engraçado quando você está sozinho”.



Fonte: Roadiecrew.com

sábado, 22 de agosto de 2026

Ministry faz Donald Trump provar de seu próprio veneno no clipe de We Hate

 


O Ministry fez Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, provar de seu próprio veneno no clipe de We Hate, faixa presente no álbum Hate To Go (Take Out Or Delivery). O disco, que sairá em 30 de outubro pela Cleopatra Records, será o último registro de estúdio do grupo, que irá pedir o chapéu após 45 anos de carreira.



Hate To Go (Take Out Or Delivery), que será o décimo sétimo trabalho do grupo, trará a última colaboração com o veterano Paul Barker na faixa de encerramento do álbum, We’re Still Here, ao lado do trabalho dos atuais integrantes da banda: os guitarristas Monte Pittman e Cesar Soto, o baixista Paul D’Amour, o tecladista John Bechdel e o baterista Pepe Clarke Magaña.

O álbum estará disponível em versões como CD, vinil preto, vinil colorido (verde, prata, roxo), cassete, boxset e digital (download e streaming).

Track listing de Hate To Go (Take Out Or Delivery):

01. Crickets
02. Voices of Hate
03. Clown Car
04. We Hate
05. Delete
06. Grifter
07. The White Man Lied *
08. Singularity
09. Burned Out
10. We’re Still Here (com Paul Barker)


Fonte: Rockbizz.com

Angelus Apatrida assina com a Napalm Records, anuncia EP Reckoning e lança single “Cycle Of Ruin”

 

O Angelus Apatrida iniciou oficialmente um novo capítulo de sua carreira ao anunciar contrato com a Napalm Records. A parceria chega depois de mais de uma década e meia ligada à Century Media Records, selo pelo qual o grupo espanhol lançou trabalhos como Clockwork, The Call, Hidden Evolution, Cabaret de la Guillotine, Angelus Apatrida e, mais recentemente, Aftermath, de 2023. Para marcar imediatamente essa mudança, os espanhóis também confirmaram o lançamento do EP Reckoning, que chegará em 19 de novembro de 2026.

Dessa forma, o novo trabalho contará com apenas três faixas e funcionará como a primeira amostra da fase do quarteto ao lado da nova gravadora. Além de “Cycle Of Ruin”, o EP apresentará a outra inédita “Burn It Down” e uma versão de “Propaganda”, clássico do Sepultura originalmente lançado no álbum Chaos A.D., de 1993. A releitura já se encontra disponível nas plataformas digitais. O próprio Angelus Apatrida produziu Reckoning, enquanto Juanan López ficou responsável pelas gravações. A mixagem e a masterização novamente ficaram nas mãos de Zeuss, colaborador de longa data da banda.

Angelus Apatrida celebra nova fase com a Napalm Records

Ao comentar a assinatura, os integrantes revelaram que a aproximação com a Napalm Records não começou agora. Segundo o quarteto, a gravadora tentava trabalhar com eles havia anos, mas somente neste momento ambas as partes entenderam que existiam as condições ideais para concretizar a parceria. Os músicos destacaram principalmente o entusiasmo, a ambição e a compreensão demonstrados pelo selo sobre a identidade do grupo e seus próximos passos.

Agora é hora de virar a página”, declarou o Angelus Apatrida, acrescentando que continua “tão faminto quanto sempre” nesta nova etapa. A banda também definiu a Napalm Records como sua nova casa e descreveu Reckoning como um trabalho agressivo, pesado e sem concessões.

Formado em Albacete, na Espanha, em 2000, o Angelus Apatrida construiu gradualmente uma posição de destaque dentro do Thrash Metal europeu. Atualmente, a formação permanece composta por Guillermo Izquierdo nos vocais e guitarra, David G. Alvarez na guitarra, José J. Izquierdo no baixo e Victor Valera na bateria. Assim, ao longo de mais de duas décadas, o quarteto também passou por festivais de grande porte como Wacken, Hellfest, Graspop Metal Meeting e Download Festival.


Faixas de Reckoning

  1. Cycle Of Ruin

  2. Burn It Down

  3. Propaganda (Sepultura cover)

Cycle Of Ruin” apresenta primeiro material da nova parceria

Junto ao anúncio do acordo com a Napalm Records, o Angelus Apatrida disponibilizou “Cycle Of Ruin”, primeiro single oficial dessa nova fase e faixa de abertura de Reckoning. A composição aposta em riffs certamente cortantes, vocais agressivos e passagens conduzidas por grooves, antes de avançar para um solo de guitarra mais explosivo. O lançamento também ganhou um videoclipe oficial.

Para a banda, a escolha da música como apresentação desta etapa não aconteceu por acaso. Os espanhóis queriam que o primeiro lançamento pela nova gravadora funcionasse como uma declaração clara de intenções. Musicalmente, “Cycle Of Ruin” combina a velocidade e agressividade tradicionalmente associadas ao grupo com uma leitura mais atual do Thrash Metal clássico que sempre esteve no centro de sua sonoridade.

O videoclipe acompanha a mesma proposta de energia e espontaneidade. Em vez de criar uma produção excessivamente elaborada, os músicos organizaram uma verdadeira festa na piscina, reuniram amigos e deixaram a situação se desenvolver diante das câmeras. Ao apresentar a faixa, o quarteto resumiu o significado simbólico do momento: “Um ciclo termina. Outro começa. Bem-vindos a Reckoning”.

O lançamento do EP acontecerá três anos depois de Aftermath, oitavo álbum de estúdio do Angelus Apatrida, que chegou em outubro de 2023 pela Century Media Records. Aquele disco sucedeu o autointitulado Angelus Apatrida, trabalho de 2021 que levou a banda ao primeiro lugar da parada oficial de álbuns da Espanha e inegavelmente ampliou sua projeção internacional.





Fonte: Mundometalbr.com

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Paradise Inc lança novo single "Angel"


 A banda paulista de Hard Rock e AOR PARADISE INC. lança seu mais novo single, "Angel". A faixa dá continuidade à intensa e elogiada fase de retorno do grupo, servindo como mais um importante capítulo na preparação para o lançamento de seu novo álbum de inéditas - o primeiro registro de longa duração da banda desde o aclamado disco de estreia Time (2011).

Gravado e lapidado no Dharma Studios, com produção, mixagem e masterização de Rodrigo Oliveira (renomado baterista do Korzus), "Angel" traduz perfeitamente a proposta desta nova era do quinteto: uma ponte harmoniosa entre o peso e a elegância clássica do AOR tradicional e a clareza e potência exigidas pela produção musical contemporânea.

Em "Angel", a banda destaca toda a sua versatilidade e maturidade instrumental e composicional. O vocalista Ivan Martins entrega uma interpretação marcante, conduzindo as linhas melódicas com feeling, paixão e grande alcance vocal. O guitarrista e fundador Marcos Peres assina riffs memoráveis e um trabalho de solo expressivo e virtuoso, que ressalta a identidade sonora que consagrou o grupo

A sustentação rítmica traz a solidez precisa do baixista Renato Rush combinada ao groove contagiante e pegada enérgica do baterista Allan Juliano. Envelopando a faixa, o tecladista Collins Freitas adiciona camadas e texturas atmosféricas fundamentais para criar o clima envolvente e emocionante que define a canção.

O vocalista Ivan Martins comentou: "Essa música foi a minha primeira colaboração em termos de composição após me juntar ao projeto, o que a torna muito especial para mim. Ao mesmo tempo, ela tem um profundo significado lírico que coincide entre mim e o Allan."

O guitarrista Marcos Peres complementou: "Esse som tem um lugar especial para mim. A começar pela intro, que está super marcante e já chega dando aquele punch logo de cara. A gente apostou em uma estrutura simples e direta, sem enrolação, o que criou a combinação perfeita com a melodia de voz e a letra. Outro detalhe que faz toda a diferença para mim é a linha de baixo: ela vem toda desenhada e casa direitinho com o arranjo do refrão, dando uma pressão sensacional. E, para fechar com chave de ouro, o teclado entra amarrando tudo e dando o toque final que a música pedia. O som está pesado, envolvente e com uma energia incrível

O baixista Renato Rush adicionou: "Angel está oficialmente no ar! 🤘🔥 É muito bom finalmente poder compartilhar essa música com todos. Angel é daquelas faixas que foram ganhando personalidade a cada etapa da produção, e o resultado ficou exatamente com a energia que a gente queria para a Paradise Inc. Ela começa com carinha de balada, mas o arranjo vai crescendo sem perder a objetividade, deixando espaço para um peso marcante, para a melodia e para a voz conduzirem a história que a faixa conta. E há alguns detalhes que, para mim, fazem essa música funcionar de um jeito especial: o baixo trazendo o riff principal, o teclado preenchendo os espaços certos e toda a banda trabalhando para criar aquele clima intenso que é tão característico do nosso som."


O baterista Allan Juliano comentou: ""Angel" é uma música com as características do hard rock: guitarras fortes, enérgicas, e melodias e refrões bem marcantes, associados a elementos eletrônicos modernos. É muito importante destacar a parte vocal, a interpretação do Ivan e a letra, que marcam essa música como uma das melhores do nosso álbum."


O tecladista Collins Freitas concluiu: ""Angel" é uma faixa que remete ao contraste perfeito entre peso e leveza, características que o próprio nome traz. Acredito que a banda conseguiu unir o impacto que uma música deve ter sem perder suas nuances e detalhes. Não poderia deixar de citar o refrão, que traz uma emoção muito forte acompanhada de uma interpretação única. Assim, temos Angel como uma belíssima canção, mantendo o rock e a emoção juntos - ou melhor, vivos


Fonte: Whiplash.net

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Butcher Babies anuncia novo álbum de estúdio, "Nightbloom"

 A Butcher Babies confirmou o lançamento do seu quinto álbum de estúdio para o próximo dia 2 de outubro, via Judge & Jury Records. "Nightbloom" conta com 10 faixas e é o primeiro trabalho após a saída da vocalista Carla Harvey, ocorrida em 2024. Heidi Shepherd passou a cuidar da função sozinha desde então.



Em material promocional, a cantora revelou que a inspiração para as músicas partiu da decisão de fazer terapia pela primeira vez na vida. O processo a levou a encarar situações que nunca havia abordado antes, além de descobrir coisas sobre sua personalidade que nem imaginava existir


"Ao longo de um ano, fui inundada por lembranças de traumas e emoções que eu havia reprimido. Comecei a sentir que, naquela escuridão avassaladora, aquelas memórias precisavam de uma saída. Então, comecei a escrever. Escrevi sobre o fracasso do meu casamento 'perfeito' de mais de 20 anos. Escrevi sobre a estrada sinuosa e perigosa no cânion que nos levou ao divórcio. Escrevi sobre ver o amor da minha vida se apaixonar por outra pessoa bem na minha frente. Escrevi sobre uma aventura de uma noite que me assombrou por décadas. Escrevi sobre um ex-namorado que tirou a própria vida. Escrevi sobre como a religião mórmon me excluiu, enquanto seus membros - e meus vizinhos - envergonhavam minha família por me apoiar. E, mais recentemente, escrevi sobre o abandono de perder uma melhor amiga de 20 anos. Escrevi sobre momentos que eu não percebia que pesavam tanto no meu coração, até que os escancaramos na terapia."


 O videoclipe para o single "Blame it on the Wind" pode ser conferido no player abaixo.


Fundado em Los Angeles no ano de 2009, o Butcher Babies tem no guitarrista Henry Flury o outro único membro presente desde o início além de Heidi. Completam a formação atual o baixista Sean Violet o baterista Dave Nickles – ambos realizando suas estreias em estúdio no novo trabalho.


Além do próximo álbum, a discografia da banda conta com "Goliath" (2013), "Take it Like a Man" (2015), "Lilith" (2017) e "Eye for an Eye... / ...'Til the World's Blind" (2023). As principais influências sonoras transitam entre o groove e o nu metal.


01. Lost in Your Touch

02. Sincerity

03. Blame it on the Wind

04. Broken & Beautiful

05. Are You Waiting Up?

06. Black Clouds Over Georgia

07. Fever in my Neck

08. Songbird

09. Leaving California

10. Black Dove


Fonte: Whiplash.net


Down anuncia novo álbum "Volume V" e lança single e videoclipe

 


O DOWN nunca foi apenas uma banda. É uma irmandade enraizada em amizades de infância que já duram décadas. É uma homenagem à cidade de New Orleans, Louisiana. É uma música feita para qualquer pessoa que já balançou a cabeça, tocou guitarra no ar (air guitar) ou vestiu uma camiseta surrada de turnê como se fosse uma armadura. Por mais de três décadas, o quinteto - Philip H. Anselmo, Pepper Keenan, Kirk Windstein, Jimmy Bower e Pat Bruders - construiu silenciosamente um legado sem igual. Quando esses caras se reúnem, a mágica acontece: invocada por grooves avassaladores, vocais rasgados direto da alma e riffs altos o suficiente para despertar uma divindade ancestral.


Neste outono, o DOWN começa mais um capítulo com Volume V.


"Estávamos todos muito empolgados com isso", sorri Anselmo. "Havia uma sensação de leveza no ar. A atitude de todo mundo estava positiva e tínhamos mais foco do que nunca. Parecia algo novo de novo. Cada um de nós buscou dar o seu melhor individualmente, e acredito que alcançamos o que queríamos. O disco é uma verdadeira jornada. É o DOWN clássico, mas também com sua própria identidade."

"Todo mundo tocou com a alma, escreveu riffs incríveis, e o Philip está cantando demais", acrescenta Windstein. "Há muita energia quando nos reunimos. Para mim, tem a mesma vibe da nossa estreia com NOLA, mas agora com mais 35 anos de experiência como compositores."


"Nós cinco somos da mesma época, crescemos juntos e conquistamos muita coisa individualmente", observa Keenan. "Todos tínhamos sons diferentes, mas ainda somos do mesmo raio de 20 quarteirões. O que torna o DOWN especial é que já nos conhecíamos antes de qualquer um de nós ter conquistado algo. Existe uma história ali."

Os laços do DOWN são profundos. Os integrantes se cruzaram pela primeira vez ainda adolescentes, tocando em várias bandas locais de New Orleans. Ao longo dos anos, cada músico seguiu seu caminho e fez seu próprio nome: Anselmo se destacou à frente do Pantera, Keenan assumiu a guitarra e os vocais do Corrosion Of Conformity, Windstein liderou o Crowbar e Bower assumiu as guitarras no Eyehategod.


Duas sessões de composição renderam a maior parte do material de Volume V. Mantendo uma tradição que remonta a Down II, os membros se isolaram no estúdio caseiro de Anselmo - seu ponto de encontro oficial -, o Nodferatu's Lair. As músicas surgiram na hora, em jams cara a cara. Ao longo de 2025, o som foi ganhando forma naturalmente. Keenan e Windstein optaram por gravar as guitarras simultaneamente, garantindo ao álbum um peso e uma pegada atemporais

O disco abre com uma pedrada avassaladora, 'The Myth'. A faixa dá o tom da obra com vocais potentes, ritmos esmagadores e palhetadas precisas para baixo (down-picking). Em seguida vem 'Merciful Fate', com a participação de King Diamond. A música atinge o ápice em um duelo vocal entre Anselmo e King Diamond, além de solos alucinantes executados em um ritmo acelerado de 120 bpm. A esposa de King, Livia Zita, ainda abençoa a faixa com seus próprios detalhes sombrios. O encerramento fica por conta de 'Twice-Told Tales', que conclui a viagem com um desfecho pesado e hipnótico. "É um aglomerado de riffs afiados e blues rock misturado com o rigor do metal clássico", revela Anselmo. "É uma música muito importante para nós. Pude sentir a influência de Ozzy Osbourne em mim da forma mais curiosa."


O primeiro single, 'Blood Oath', é sustentado por um riff que alterna momentos de puro peso e melancolia marcante, culminando em um refrão poderoso e marcante. Com uma sutil reverência às suas origens, a faixa praticamente transborda as cores tradicionais de sua terra natal (ouro velho, preto e branco). "Qualquer pessoa de New Orleans vai se divertir com as referências à cidade", sorri Anselmo. "Musicalmente, tem um gancho enorme. É uma música típica do DOWN, mas que surpreende."



"Você vai saber que é o DOWN logo no primeiro segundo", acrescenta Keenan. "O ataque é pesado pra caralho.


Fonte: Whiplash.net

Ghost: longa-metragem 2 Big To Rig chegará às telas de mais de 2.000 cinemas ao redor do mundo

 

O Ghost informou que o longa-metragem 2 Big To Rig chegará às telas de mais de 2.000 cinemas ao redor do mundo. O material foi registrado em película de 16 mm durante os dois shows ‘sold out’ no Palacio de los Deportes, na Cidade do México.

Sendo o segundo longa-metragem do grupo, o filme transporta o espectador através do tempo e do espaço para o meio da multidão de quase 40 mil pessoas que testemunharam aquelas noites de magia sombria em setembro de 2025.

O título 2 Big To Rig faz referência ao encerramento da Skeletour em fevereiro de 2026, depois de 70 shows na América do Norte, Europa e México.

O longa chegará aos cinemas e em IMAX em todo o mundo a partir de quarta-feira, 26 de agosto, por tempo limitado. Os ingressos já estão oficialmente à venda. Para saber detalhes das exibições e saber mais detalhes sobre a obra, basta acessar 2BigToRig.com.

Pelas redes sociais, o grupo informou: “Queremos informar que a Skeletour finalmente chegará às telas em mais de 2.000 cinemas de 52 territórios – incluindo aqueles onde o show foi… 2 Big to Rig. De qual desses 52 locais você vai assistir?”



Fonte: Rockbizz.com.br

Primal Fear lançará o álbum Shadow Riders em abril de 2027

 


Em entrevista a George Dionne, do Knac, o baixista e líder do Primal Fear, Mat Sinner, revelou que o nome do novo álbum da banda se chamará Shadow Riders e que sairá em abril de 2027. O disco será o sucessor de Domination, que saiu em setembro de 2025 pela Reigning Phoenix Music.

O novo álbum do Primal Fear será lançado em abril de 2027! No entanto, antes disso, como sempre, nós teremos dois singles e videoclipes, e isso pode começar já em janeiro. Estou muito ansioso para lançá-lo”.

Ao ser perguntado se já poderia revelar o título do próximo álbum do grupo, Mat disse: “Sim. Vou contar. Não me importo. O álbum se chamará Shadow Riders. Será bem Sombrio. Shadow Riders será uma das faixas do álbum. Uma faixa excelente. Então, vamos começar a gerar expectativa”.

Atualmente, o Primal Fear conta com os trabalhos de Ralf Scheepers (vocal), Mat Sinner (baixo e vocal), Magnus Karlsson (guitarra), Thalìa Bellazecca (guitarra) e André Hilgers (bateria).


fonte: Rockbizz.com.br

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Municipal Waste já tem novo álbum composto, garante Ryan Waste

 


Em uma nova entrevista para a Gear4music do Reino Unido, o guitarrista Ryan Waste, dos metaleiros de Richmond, Virginia, MUNICIPAL WASTE, falou sobre os planos da banda para os próximos meses. Ele disse:

Estamos trabalhando em um disco novo, sim. Nós praticamente temos um disco escrito. Então vamos finalizar isso para um lançamento no ano que vem. Vamos para a América do Sul com TESTAMENT e IMMOLATION no final do ano… A América do Sul está atrasada. Não fazemos isso há muito tempo. E depois temos alguns shows entre isso com CIRCLE JERKS nos EUA. Então nós sempre tocamos com bandas de punk e bandas de metal, e todos amigos também, então vai ser um bom momento.”

Em relação ao processo de composição do MUNICIPAL WASTE, Ryan disse:

Todos nós contribuímos. Nós entramos em uma sala. Geralmente alguém traz uma ideia para a sala de ensaio, tipo de um riff a três riffs. Quer dizer, isso já é uma música ali mesmo, e você simplesmente trabalha nas transições junto com Dave, conectando os pontos mais ou menos, e todos nós sentamos em uma sala e mandamos ver. Quer dizer, nós temos feito assim por anos, cara. No estúdio, é a mesma coisa. Todos nós entramos lá. Todos nós tocamos juntos. Sem metrônomo. Nós tocamos com a bateria, exatamente como no ensaio. É assim que fazemos.”

Ouça Aqwui!


MUNICIPAL WASTE - Electrified Brain 2022 



Pergunta sobre como a nova música do MUNICIPAL WASTE se compara estilisticamente ao EP “Tango & Thrash”, que saiu em 2024, Ryan disse:

Bem, ‘Tango & Thrash’ é de 2002. Esse não é um álbum novo. E as pessoas ficam confusas com isso. Então aquele foi um EP curto que fizemos com nosso baterista, que é falecido, que lançamos antes do ‘Waste ‘Em All’. Então aquelas músicas nós escrevemos em, tipo, cinco minutos e lançamos. E é engraçado, eu tenho que corrigir as pessoas sobre isso porque aquilo foi um relançamento. Nunca esteve disponível digitalmente. É uma homenagem a Kurt Russell que era um lado B de um split de sete polegadas com a banda BAD ACID TRIP, e ninguém realmente sabia sobre isso no panorama geral. Então nós ficamos tipo, ‘Vamos relançar isso na pandemia e ter algo apenas para manter as coisas em andamento.’ E nós queríamos isso disponível para mais pessoas ouvirem, mas é apenas uma homenagem divertida a Kurt Russell. Quer dizer, é bem ridículo quando você pensa sobre isso.”

Sobre se o próximo álbum do MUNICIPAL WASTE vai soar mais como “Electrified Brain”, que saiu em 2022, Ryan disse:

Eu acho que ele eleva o nível ainda mais, sim. Então mais dinâmica, mais coisas que você não esperaria de nós, sim, mas sempre a fórmula direta ao ponto, no estilo WASTE.”

Desde 2001, o MUNICIPAL WASTE tem se mantido intransigente em suas posições como porta-bandeiras festeiros e ainda mais marcantes do thrash metal do século 21. O quinteto de Richmond, Virginia — Tony Foresta, Ryan Waste, Philip “Landphil” Hall, Dave Witte e Nick Poulos — se transformou de um favorito cult em pilares do metal para uma geração. Ao longo do caminho, a Decibel exaltou “The Art Of Partying” em seu cobiçado Hall Of Fame e afirmou que ele “renovou o interesse no thrash e inspirou uma nova onda de bandas jovens.” A Metal Hammer batizou “The Art Of Partying” como um dos 50 Melhores Álbuns de Thrash Metal de Todos os Tempos, enquanto a Loudwire classificou “The Art Of Partying” como O Melhor Álbum de Thrash de 2007 e “Hazardous Mutation” como O Melhor Álbum de Thrash de 2005. Os caras esgotaram inúmeros shows em múltiplos continentes e acumularam dezenas de milhões de reproduções no processo. “Slime And Punishment” de 2017 estreou no Top 3 da parada Heatseekers Albums da Billboard, e o EP “The Last Rager” apenas acelerou seu ritmo em 2019.



Fonte: Rockbrigade.com.br