sábado, 22 de agosto de 2026

Ministry faz Donald Trump provar de seu próprio veneno no clipe de We Hate

 


O Ministry fez Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, provar de seu próprio veneno no clipe de We Hate, faixa presente no álbum Hate To Go (Take Out Or Delivery). O disco, que sairá em 30 de outubro pela Cleopatra Records, será o último registro de estúdio do grupo, que irá pedir o chapéu após 45 anos de carreira.



Hate To Go (Take Out Or Delivery), que será o décimo sétimo trabalho do grupo, trará a última colaboração com o veterano Paul Barker na faixa de encerramento do álbum, We’re Still Here, ao lado do trabalho dos atuais integrantes da banda: os guitarristas Monte Pittman e Cesar Soto, o baixista Paul D’Amour, o tecladista John Bechdel e o baterista Pepe Clarke Magaña.

O álbum estará disponível em versões como CD, vinil preto, vinil colorido (verde, prata, roxo), cassete, boxset e digital (download e streaming).

Track listing de Hate To Go (Take Out Or Delivery):

01. Crickets
02. Voices of Hate
03. Clown Car
04. We Hate
05. Delete
06. Grifter
07. The White Man Lied *
08. Singularity
09. Burned Out
10. We’re Still Here (com Paul Barker)


Fonte: Rockbizz.com

Angelus Apatrida assina com a Napalm Records, anuncia EP Reckoning e lança single “Cycle Of Ruin”

 

O Angelus Apatrida iniciou oficialmente um novo capítulo de sua carreira ao anunciar contrato com a Napalm Records. A parceria chega depois de mais de uma década e meia ligada à Century Media Records, selo pelo qual o grupo espanhol lançou trabalhos como Clockwork, The Call, Hidden Evolution, Cabaret de la Guillotine, Angelus Apatrida e, mais recentemente, Aftermath, de 2023. Para marcar imediatamente essa mudança, os espanhóis também confirmaram o lançamento do EP Reckoning, que chegará em 19 de novembro de 2026.

Dessa forma, o novo trabalho contará com apenas três faixas e funcionará como a primeira amostra da fase do quarteto ao lado da nova gravadora. Além de “Cycle Of Ruin”, o EP apresentará a outra inédita “Burn It Down” e uma versão de “Propaganda”, clássico do Sepultura originalmente lançado no álbum Chaos A.D., de 1993. A releitura já se encontra disponível nas plataformas digitais. O próprio Angelus Apatrida produziu Reckoning, enquanto Juanan López ficou responsável pelas gravações. A mixagem e a masterização novamente ficaram nas mãos de Zeuss, colaborador de longa data da banda.

Angelus Apatrida celebra nova fase com a Napalm Records

Ao comentar a assinatura, os integrantes revelaram que a aproximação com a Napalm Records não começou agora. Segundo o quarteto, a gravadora tentava trabalhar com eles havia anos, mas somente neste momento ambas as partes entenderam que existiam as condições ideais para concretizar a parceria. Os músicos destacaram principalmente o entusiasmo, a ambição e a compreensão demonstrados pelo selo sobre a identidade do grupo e seus próximos passos.

Agora é hora de virar a página”, declarou o Angelus Apatrida, acrescentando que continua “tão faminto quanto sempre” nesta nova etapa. A banda também definiu a Napalm Records como sua nova casa e descreveu Reckoning como um trabalho agressivo, pesado e sem concessões.

Formado em Albacete, na Espanha, em 2000, o Angelus Apatrida construiu gradualmente uma posição de destaque dentro do Thrash Metal europeu. Atualmente, a formação permanece composta por Guillermo Izquierdo nos vocais e guitarra, David G. Alvarez na guitarra, José J. Izquierdo no baixo e Victor Valera na bateria. Assim, ao longo de mais de duas décadas, o quarteto também passou por festivais de grande porte como Wacken, Hellfest, Graspop Metal Meeting e Download Festival.


Faixas de Reckoning

  1. Cycle Of Ruin

  2. Burn It Down

  3. Propaganda (Sepultura cover)

Cycle Of Ruin” apresenta primeiro material da nova parceria

Junto ao anúncio do acordo com a Napalm Records, o Angelus Apatrida disponibilizou “Cycle Of Ruin”, primeiro single oficial dessa nova fase e faixa de abertura de Reckoning. A composição aposta em riffs certamente cortantes, vocais agressivos e passagens conduzidas por grooves, antes de avançar para um solo de guitarra mais explosivo. O lançamento também ganhou um videoclipe oficial.

Para a banda, a escolha da música como apresentação desta etapa não aconteceu por acaso. Os espanhóis queriam que o primeiro lançamento pela nova gravadora funcionasse como uma declaração clara de intenções. Musicalmente, “Cycle Of Ruin” combina a velocidade e agressividade tradicionalmente associadas ao grupo com uma leitura mais atual do Thrash Metal clássico que sempre esteve no centro de sua sonoridade.

O videoclipe acompanha a mesma proposta de energia e espontaneidade. Em vez de criar uma produção excessivamente elaborada, os músicos organizaram uma verdadeira festa na piscina, reuniram amigos e deixaram a situação se desenvolver diante das câmeras. Ao apresentar a faixa, o quarteto resumiu o significado simbólico do momento: “Um ciclo termina. Outro começa. Bem-vindos a Reckoning”.

O lançamento do EP acontecerá três anos depois de Aftermath, oitavo álbum de estúdio do Angelus Apatrida, que chegou em outubro de 2023 pela Century Media Records. Aquele disco sucedeu o autointitulado Angelus Apatrida, trabalho de 2021 que levou a banda ao primeiro lugar da parada oficial de álbuns da Espanha e inegavelmente ampliou sua projeção internacional.





Fonte: Mundometalbr.com

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

Paradise Inc lança novo single "Angel"


 A banda paulista de Hard Rock e AOR PARADISE INC. lança seu mais novo single, "Angel". A faixa dá continuidade à intensa e elogiada fase de retorno do grupo, servindo como mais um importante capítulo na preparação para o lançamento de seu novo álbum de inéditas - o primeiro registro de longa duração da banda desde o aclamado disco de estreia Time (2011).

Gravado e lapidado no Dharma Studios, com produção, mixagem e masterização de Rodrigo Oliveira (renomado baterista do Korzus), "Angel" traduz perfeitamente a proposta desta nova era do quinteto: uma ponte harmoniosa entre o peso e a elegância clássica do AOR tradicional e a clareza e potência exigidas pela produção musical contemporânea.

Em "Angel", a banda destaca toda a sua versatilidade e maturidade instrumental e composicional. O vocalista Ivan Martins entrega uma interpretação marcante, conduzindo as linhas melódicas com feeling, paixão e grande alcance vocal. O guitarrista e fundador Marcos Peres assina riffs memoráveis e um trabalho de solo expressivo e virtuoso, que ressalta a identidade sonora que consagrou o grupo

A sustentação rítmica traz a solidez precisa do baixista Renato Rush combinada ao groove contagiante e pegada enérgica do baterista Allan Juliano. Envelopando a faixa, o tecladista Collins Freitas adiciona camadas e texturas atmosféricas fundamentais para criar o clima envolvente e emocionante que define a canção.

O vocalista Ivan Martins comentou: "Essa música foi a minha primeira colaboração em termos de composição após me juntar ao projeto, o que a torna muito especial para mim. Ao mesmo tempo, ela tem um profundo significado lírico que coincide entre mim e o Allan."

O guitarrista Marcos Peres complementou: "Esse som tem um lugar especial para mim. A começar pela intro, que está super marcante e já chega dando aquele punch logo de cara. A gente apostou em uma estrutura simples e direta, sem enrolação, o que criou a combinação perfeita com a melodia de voz e a letra. Outro detalhe que faz toda a diferença para mim é a linha de baixo: ela vem toda desenhada e casa direitinho com o arranjo do refrão, dando uma pressão sensacional. E, para fechar com chave de ouro, o teclado entra amarrando tudo e dando o toque final que a música pedia. O som está pesado, envolvente e com uma energia incrível

O baixista Renato Rush adicionou: "Angel está oficialmente no ar! 🤘🔥 É muito bom finalmente poder compartilhar essa música com todos. Angel é daquelas faixas que foram ganhando personalidade a cada etapa da produção, e o resultado ficou exatamente com a energia que a gente queria para a Paradise Inc. Ela começa com carinha de balada, mas o arranjo vai crescendo sem perder a objetividade, deixando espaço para um peso marcante, para a melodia e para a voz conduzirem a história que a faixa conta. E há alguns detalhes que, para mim, fazem essa música funcionar de um jeito especial: o baixo trazendo o riff principal, o teclado preenchendo os espaços certos e toda a banda trabalhando para criar aquele clima intenso que é tão característico do nosso som."


O baterista Allan Juliano comentou: ""Angel" é uma música com as características do hard rock: guitarras fortes, enérgicas, e melodias e refrões bem marcantes, associados a elementos eletrônicos modernos. É muito importante destacar a parte vocal, a interpretação do Ivan e a letra, que marcam essa música como uma das melhores do nosso álbum."


O tecladista Collins Freitas concluiu: ""Angel" é uma faixa que remete ao contraste perfeito entre peso e leveza, características que o próprio nome traz. Acredito que a banda conseguiu unir o impacto que uma música deve ter sem perder suas nuances e detalhes. Não poderia deixar de citar o refrão, que traz uma emoção muito forte acompanhada de uma interpretação única. Assim, temos Angel como uma belíssima canção, mantendo o rock e a emoção juntos - ou melhor, vivos


Fonte: Whiplash.net

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Butcher Babies anuncia novo álbum de estúdio, "Nightbloom"

 A Butcher Babies confirmou o lançamento do seu quinto álbum de estúdio para o próximo dia 2 de outubro, via Judge & Jury Records. "Nightbloom" conta com 10 faixas e é o primeiro trabalho após a saída da vocalista Carla Harvey, ocorrida em 2024. Heidi Shepherd passou a cuidar da função sozinha desde então.



Em material promocional, a cantora revelou que a inspiração para as músicas partiu da decisão de fazer terapia pela primeira vez na vida. O processo a levou a encarar situações que nunca havia abordado antes, além de descobrir coisas sobre sua personalidade que nem imaginava existir


"Ao longo de um ano, fui inundada por lembranças de traumas e emoções que eu havia reprimido. Comecei a sentir que, naquela escuridão avassaladora, aquelas memórias precisavam de uma saída. Então, comecei a escrever. Escrevi sobre o fracasso do meu casamento 'perfeito' de mais de 20 anos. Escrevi sobre a estrada sinuosa e perigosa no cânion que nos levou ao divórcio. Escrevi sobre ver o amor da minha vida se apaixonar por outra pessoa bem na minha frente. Escrevi sobre uma aventura de uma noite que me assombrou por décadas. Escrevi sobre um ex-namorado que tirou a própria vida. Escrevi sobre como a religião mórmon me excluiu, enquanto seus membros - e meus vizinhos - envergonhavam minha família por me apoiar. E, mais recentemente, escrevi sobre o abandono de perder uma melhor amiga de 20 anos. Escrevi sobre momentos que eu não percebia que pesavam tanto no meu coração, até que os escancaramos na terapia."


 O videoclipe para o single "Blame it on the Wind" pode ser conferido no player abaixo.


Fundado em Los Angeles no ano de 2009, o Butcher Babies tem no guitarrista Henry Flury o outro único membro presente desde o início além de Heidi. Completam a formação atual o baixista Sean Violet o baterista Dave Nickles – ambos realizando suas estreias em estúdio no novo trabalho.


Além do próximo álbum, a discografia da banda conta com "Goliath" (2013), "Take it Like a Man" (2015), "Lilith" (2017) e "Eye for an Eye... / ...'Til the World's Blind" (2023). As principais influências sonoras transitam entre o groove e o nu metal.


01. Lost in Your Touch

02. Sincerity

03. Blame it on the Wind

04. Broken & Beautiful

05. Are You Waiting Up?

06. Black Clouds Over Georgia

07. Fever in my Neck

08. Songbird

09. Leaving California

10. Black Dove


Fonte: Whiplash.net


Down anuncia novo álbum "Volume V" e lança single e videoclipe

 


O DOWN nunca foi apenas uma banda. É uma irmandade enraizada em amizades de infância que já duram décadas. É uma homenagem à cidade de New Orleans, Louisiana. É uma música feita para qualquer pessoa que já balançou a cabeça, tocou guitarra no ar (air guitar) ou vestiu uma camiseta surrada de turnê como se fosse uma armadura. Por mais de três décadas, o quinteto - Philip H. Anselmo, Pepper Keenan, Kirk Windstein, Jimmy Bower e Pat Bruders - construiu silenciosamente um legado sem igual. Quando esses caras se reúnem, a mágica acontece: invocada por grooves avassaladores, vocais rasgados direto da alma e riffs altos o suficiente para despertar uma divindade ancestral.


Neste outono, o DOWN começa mais um capítulo com Volume V.


"Estávamos todos muito empolgados com isso", sorri Anselmo. "Havia uma sensação de leveza no ar. A atitude de todo mundo estava positiva e tínhamos mais foco do que nunca. Parecia algo novo de novo. Cada um de nós buscou dar o seu melhor individualmente, e acredito que alcançamos o que queríamos. O disco é uma verdadeira jornada. É o DOWN clássico, mas também com sua própria identidade."

"Todo mundo tocou com a alma, escreveu riffs incríveis, e o Philip está cantando demais", acrescenta Windstein. "Há muita energia quando nos reunimos. Para mim, tem a mesma vibe da nossa estreia com NOLA, mas agora com mais 35 anos de experiência como compositores."


"Nós cinco somos da mesma época, crescemos juntos e conquistamos muita coisa individualmente", observa Keenan. "Todos tínhamos sons diferentes, mas ainda somos do mesmo raio de 20 quarteirões. O que torna o DOWN especial é que já nos conhecíamos antes de qualquer um de nós ter conquistado algo. Existe uma história ali."

Os laços do DOWN são profundos. Os integrantes se cruzaram pela primeira vez ainda adolescentes, tocando em várias bandas locais de New Orleans. Ao longo dos anos, cada músico seguiu seu caminho e fez seu próprio nome: Anselmo se destacou à frente do Pantera, Keenan assumiu a guitarra e os vocais do Corrosion Of Conformity, Windstein liderou o Crowbar e Bower assumiu as guitarras no Eyehategod.


Duas sessões de composição renderam a maior parte do material de Volume V. Mantendo uma tradição que remonta a Down II, os membros se isolaram no estúdio caseiro de Anselmo - seu ponto de encontro oficial -, o Nodferatu's Lair. As músicas surgiram na hora, em jams cara a cara. Ao longo de 2025, o som foi ganhando forma naturalmente. Keenan e Windstein optaram por gravar as guitarras simultaneamente, garantindo ao álbum um peso e uma pegada atemporais

O disco abre com uma pedrada avassaladora, 'The Myth'. A faixa dá o tom da obra com vocais potentes, ritmos esmagadores e palhetadas precisas para baixo (down-picking). Em seguida vem 'Merciful Fate', com a participação de King Diamond. A música atinge o ápice em um duelo vocal entre Anselmo e King Diamond, além de solos alucinantes executados em um ritmo acelerado de 120 bpm. A esposa de King, Livia Zita, ainda abençoa a faixa com seus próprios detalhes sombrios. O encerramento fica por conta de 'Twice-Told Tales', que conclui a viagem com um desfecho pesado e hipnótico. "É um aglomerado de riffs afiados e blues rock misturado com o rigor do metal clássico", revela Anselmo. "É uma música muito importante para nós. Pude sentir a influência de Ozzy Osbourne em mim da forma mais curiosa."


O primeiro single, 'Blood Oath', é sustentado por um riff que alterna momentos de puro peso e melancolia marcante, culminando em um refrão poderoso e marcante. Com uma sutil reverência às suas origens, a faixa praticamente transborda as cores tradicionais de sua terra natal (ouro velho, preto e branco). "Qualquer pessoa de New Orleans vai se divertir com as referências à cidade", sorri Anselmo. "Musicalmente, tem um gancho enorme. É uma música típica do DOWN, mas que surpreende."



"Você vai saber que é o DOWN logo no primeiro segundo", acrescenta Keenan. "O ataque é pesado pra caralho.


Fonte: Whiplash.net

Ghost: longa-metragem 2 Big To Rig chegará às telas de mais de 2.000 cinemas ao redor do mundo

 

O Ghost informou que o longa-metragem 2 Big To Rig chegará às telas de mais de 2.000 cinemas ao redor do mundo. O material foi registrado em película de 16 mm durante os dois shows ‘sold out’ no Palacio de los Deportes, na Cidade do México.

Sendo o segundo longa-metragem do grupo, o filme transporta o espectador através do tempo e do espaço para o meio da multidão de quase 40 mil pessoas que testemunharam aquelas noites de magia sombria em setembro de 2025.

O título 2 Big To Rig faz referência ao encerramento da Skeletour em fevereiro de 2026, depois de 70 shows na América do Norte, Europa e México.

O longa chegará aos cinemas e em IMAX em todo o mundo a partir de quarta-feira, 26 de agosto, por tempo limitado. Os ingressos já estão oficialmente à venda. Para saber detalhes das exibições e saber mais detalhes sobre a obra, basta acessar 2BigToRig.com.

Pelas redes sociais, o grupo informou: “Queremos informar que a Skeletour finalmente chegará às telas em mais de 2.000 cinemas de 52 territórios – incluindo aqueles onde o show foi… 2 Big to Rig. De qual desses 52 locais você vai assistir?”



Fonte: Rockbizz.com.br

Primal Fear lançará o álbum Shadow Riders em abril de 2027

 


Em entrevista a George Dionne, do Knac, o baixista e líder do Primal Fear, Mat Sinner, revelou que o nome do novo álbum da banda se chamará Shadow Riders e que sairá em abril de 2027. O disco será o sucessor de Domination, que saiu em setembro de 2025 pela Reigning Phoenix Music.

O novo álbum do Primal Fear será lançado em abril de 2027! No entanto, antes disso, como sempre, nós teremos dois singles e videoclipes, e isso pode começar já em janeiro. Estou muito ansioso para lançá-lo”.

Ao ser perguntado se já poderia revelar o título do próximo álbum do grupo, Mat disse: “Sim. Vou contar. Não me importo. O álbum se chamará Shadow Riders. Será bem Sombrio. Shadow Riders será uma das faixas do álbum. Uma faixa excelente. Então, vamos começar a gerar expectativa”.

Atualmente, o Primal Fear conta com os trabalhos de Ralf Scheepers (vocal), Mat Sinner (baixo e vocal), Magnus Karlsson (guitarra), Thalìa Bellazecca (guitarra) e André Hilgers (bateria).


fonte: Rockbizz.com.br

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Municipal Waste já tem novo álbum composto, garante Ryan Waste

 


Em uma nova entrevista para a Gear4music do Reino Unido, o guitarrista Ryan Waste, dos metaleiros de Richmond, Virginia, MUNICIPAL WASTE, falou sobre os planos da banda para os próximos meses. Ele disse:

Estamos trabalhando em um disco novo, sim. Nós praticamente temos um disco escrito. Então vamos finalizar isso para um lançamento no ano que vem. Vamos para a América do Sul com TESTAMENT e IMMOLATION no final do ano… A América do Sul está atrasada. Não fazemos isso há muito tempo. E depois temos alguns shows entre isso com CIRCLE JERKS nos EUA. Então nós sempre tocamos com bandas de punk e bandas de metal, e todos amigos também, então vai ser um bom momento.”

Em relação ao processo de composição do MUNICIPAL WASTE, Ryan disse:

Todos nós contribuímos. Nós entramos em uma sala. Geralmente alguém traz uma ideia para a sala de ensaio, tipo de um riff a três riffs. Quer dizer, isso já é uma música ali mesmo, e você simplesmente trabalha nas transições junto com Dave, conectando os pontos mais ou menos, e todos nós sentamos em uma sala e mandamos ver. Quer dizer, nós temos feito assim por anos, cara. No estúdio, é a mesma coisa. Todos nós entramos lá. Todos nós tocamos juntos. Sem metrônomo. Nós tocamos com a bateria, exatamente como no ensaio. É assim que fazemos.”

Ouça Aqwui!


MUNICIPAL WASTE - Electrified Brain 2022 



Pergunta sobre como a nova música do MUNICIPAL WASTE se compara estilisticamente ao EP “Tango & Thrash”, que saiu em 2024, Ryan disse:

Bem, ‘Tango & Thrash’ é de 2002. Esse não é um álbum novo. E as pessoas ficam confusas com isso. Então aquele foi um EP curto que fizemos com nosso baterista, que é falecido, que lançamos antes do ‘Waste ‘Em All’. Então aquelas músicas nós escrevemos em, tipo, cinco minutos e lançamos. E é engraçado, eu tenho que corrigir as pessoas sobre isso porque aquilo foi um relançamento. Nunca esteve disponível digitalmente. É uma homenagem a Kurt Russell que era um lado B de um split de sete polegadas com a banda BAD ACID TRIP, e ninguém realmente sabia sobre isso no panorama geral. Então nós ficamos tipo, ‘Vamos relançar isso na pandemia e ter algo apenas para manter as coisas em andamento.’ E nós queríamos isso disponível para mais pessoas ouvirem, mas é apenas uma homenagem divertida a Kurt Russell. Quer dizer, é bem ridículo quando você pensa sobre isso.”

Sobre se o próximo álbum do MUNICIPAL WASTE vai soar mais como “Electrified Brain”, que saiu em 2022, Ryan disse:

Eu acho que ele eleva o nível ainda mais, sim. Então mais dinâmica, mais coisas que você não esperaria de nós, sim, mas sempre a fórmula direta ao ponto, no estilo WASTE.”

Desde 2001, o MUNICIPAL WASTE tem se mantido intransigente em suas posições como porta-bandeiras festeiros e ainda mais marcantes do thrash metal do século 21. O quinteto de Richmond, Virginia — Tony Foresta, Ryan Waste, Philip “Landphil” Hall, Dave Witte e Nick Poulos — se transformou de um favorito cult em pilares do metal para uma geração. Ao longo do caminho, a Decibel exaltou “The Art Of Partying” em seu cobiçado Hall Of Fame e afirmou que ele “renovou o interesse no thrash e inspirou uma nova onda de bandas jovens.” A Metal Hammer batizou “The Art Of Partying” como um dos 50 Melhores Álbuns de Thrash Metal de Todos os Tempos, enquanto a Loudwire classificou “The Art Of Partying” como O Melhor Álbum de Thrash de 2007 e “Hazardous Mutation” como O Melhor Álbum de Thrash de 2005. Os caras esgotaram inúmeros shows em múltiplos continentes e acumularam dezenas de milhões de reproduções no processo. “Slime And Punishment” de 2017 estreou no Top 3 da parada Heatseekers Albums da Billboard, e o EP “The Last Rager” apenas acelerou seu ritmo em 2019.



Fonte: Rockbrigade.com.br

Running Wild: ‘Masquerade’ ganha edição nacional em CD Pela Rock Brigade Rec.

 

Chega ao mercado brasileiro, via Rock Brigade Records, o emblemático Masquerade, décimo trabalho de estúdio do Running Wild. Este lançamento de 1995 exemplifica a maturidade do grupo liderado por Rolf Kasparek. O público brasileiro agora pode adquirir esta obra em uma edição especial em CD (caixa acrílica) com obi, que preserva fielmente a arte original e inclui encarte completo.

Em meados da década de 1990, o Running Wild vivia seu apogeu criativo e desfrutava de grande reconhecimento internacional, consolidado por uma sequência de álbuns clássicos como Death or Glory (1989) e Black Hand Inn (1994). Foi neste cenário de estabilidade que a banda lançou, em setembro de 1995, Masquerade.

O álbum surgiu da busca por um refinamento musical: equilibrar o peso do heavy metal germânico com composições mais diretas, sem sacrificar a atmosfera épica característica do grupo. Embora muitas vezes rotulado como um trabalho de transição, Masquerade envelheceu bem e conquistou o status de disco cult entre os fãs.



Este lançamento também marcou a consolidação daquela que é considerada uma das formações mais técnicas do Running Wild: Rolf Kasparek, Thilo Herrmann, Thomas Smuszynski e Jörg Michael. Com uma sonoridade mais enxuta e objetiva, as faixas ganharam um impacto devastador ao vivo, garantindo presença constante nos setlists da turnê subsequente.

Liricamente, o disco expande os horizontes da banda. Apesar de manter o foco em temas históricos e aventuras marítimas, o conceito central da “máscara” é usado como metáfora para discutir manipulação social, poder e identidade, levando as letras além do clichê pirata.

Musicalmente, Masquerade é um mergulho no heavy metal clássico, repleto de riffs marcantes, melodias fortes e refrães feitos para arenas. A produção, assinada por Rolf Kasparek, é limpa e robusta, valorizando o ataque das guitarras e evidenciando o amadurecimento do grupo.

Os destaques ficam por conta da abertura atmosférica com “The Contract / The Crypts of Hades”, da melódica faixa-título, e da agressividade de “Demonized”. Contudo, são “Black Soul” (pelo tom sombrio), a épica “Wheel of Doom” e o encerramento versátil com “Men in Black” que definem a força do álbum.


Ouça Aui!




Fonte: Rockbrigade.com.br

sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Marilyn Manson lança clipe de Unalive do álbum One Assassination Under God – Chapter 2

 

Marilyn Manson lançou clipe de Unalive do álbum One Assassination Under God – Chapter 2. O som é o open track do disco que saiu nesta sexta-feira, dia 14 de agosto, pelo selo Nuclear Blast Records.


Sobre o disco, Manson disse: “Tenho orgulho de apresentar a vocês o segundo capítulo de One Assassination Under God. Isso completa a minha história. Usei cada pedra que me atiraram para afiar minhas lâminas. Superei o purgatório e esculpi essas canções na pele do mundo. Ao ouvi-las, espero que elas formem uma cicatriz que vocês jamais esquecerão”.

Vale ressaltar que o novo álbum é o sucessor One Assassination Under God – Chapter 1, de 2024. O trabalho tem em seu repertório sons como Sacrilegious, Raise The Red Flag e As Sick As The Secrets Within.

O novo álbum está disponível em diferentes formatos como CD, vinil preto, vinil colorido (rosa e verde marinho) e digital.

Track listing de One Assassination Under God – Chapter 2:

01. Unalive
02. Don’t Answer The Door
03. Front Toward Enemy
04. All The Vilest Things
05. None of the Suns
06. Lucifer’s Teardrop
07. The Arsonist
08. Exit Wound
09. Enantiomorph






Fonte: Rockbizz.com.br

terça-feira, 11 de agosto de 2026

Nevermore já conta com ideias para novas músicas registradas

 Após os primeiros shows com a nova formação, o Nevermore está se preparando para gravar material inédito. Em entrevista ao Moshpit Passion, o guitarrista Jeff Loomis destacou que a banda assinou contrato com a Reigning Phoenix Music e tem algumas músicas nos estágios iniciais.


"Tenho umas seis ideias em andamento; algumas ainda em estágio bem inicial, outras já praticamente prontas. Acho que o fato de o Berzan (Önen, vocalista) vir aos Estados Unidos a partir de novembro vai ser algo enorme. Hoje em dia, a gente consegue facilmente trocar demos pela internet e tudo mais. Mas, no fundo, eu adoro trabalhar pessoalmente. Dá para sentir a vibe de verdade e gerar mais energia dessa forma. Queremos aproveitar ao máximo esses seis meses para fazer o melhor álbum das nossas vidas. Vai acontecer basicamente entre outubro e março, esses são os planos. Já temos uma estrutura definida do que vamos fazer."

O instrumentista ainda deixou claro que a ideia não é fazer do novo cantor uma cópia de Warrel Dane. "Vocalmente, Berzan tem uma personalidade própria. Simplesmente consegue cantar as partes de Warrel quase com perfeição. Mas, ao mesmo tempo, queremos que ele tenha sua própria identidade também. Queremos oferecer a oportunidade de ser ele mesmo, sem ficar limitado a cantar exatamente como Warrel fazia. Mas, no que diz respeito a cumprir os requisitos, ele atendeu a todos."

A atual formação do Nevermore ainda conta com o baterista Van Williams do lineup clássico. Completam a banda o baixista Semir Özerkan e o guitarrista Jack Cattoi. O álbum mais recente, "The Obsidian Conspiracy", saiu em 2010. As atividades foram interrompidas no ano seguinte e retomadas apenas em 2024 – sete anos após o falecimento de Warrel Dane.


Fonte: Whiplash.net

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Sepultura "rouba o show" no maior festival de heavy metal da Inglaterra, diz a Metal Hammer

 O Sepultura foi uma das principais atrações do Bloodstock 2026, maior festival dedicado ao heavy metal na Inglaterra – o Download, herdeiro do Monsters of Rock, é um evento muito mais abrangente atualmente. Em resenha onde deu nota máxima à apresentação, a Metal Hammer deixou claro que a banda brasileira "roubou o show". Confira o texto assinado por Stephen Hill.



"Lendas do metal, Sepultura se despede em grande estilo, roubando a cena no Bloodstock 2026


A máquina brasileira do metal está em sua reta final, e sua apresentação incrível no Bloodstock pode muito bem ter sido o show do dia


Independentemente do que se pense sobre quem ou o que define o Sepultura, o fato de a banda ser uma presença constante no mundo da música pesada há quatro décadas é uma conquista notável. Nesta noite, a turnê de despedida que celebra seus 40 anos de história (embora a banda já conte com 42 anos de trajetória) chega ao festival Bloodstock para o último show deles em solo britânico.


Há uma nítida atmosfera de empolgação no local, e a banda é recebida como heroína ao subir ao palco e atacar com a imortal 'Inner Self'. Para uma música lançada em 1989, ela ainda soa incrivelmente atual; uma obra-prima que mistura groove e thrash, ela exemplifica exatamente porque a banda é tão respeitada.


É claro que, por mais que o público queira ouvir todos os clássicos da era de ouro do Sepultura - quando a banda era liderada por Max Cavalera -, seria um erro ignorar o material mais recente. Pode-se afirmar com convicção que Derrick Green é um dos vocalistas mais subestimados do metal; 'Kairos' e 'Means To An End', ambas do período em que ele integra a banda, soam grandiosas hoje em dia, e Green as interpreta com sua habitual postura imponente.


O Sepultura também detona com três músicas inéditas do seu recente EP 'The Cloud Of Unknowing' - algo que a maioria das bandas em sua turnê de despedida jamais cogitaria fazer. A faixa 'The Place', com sua sonoridade quase progressiva, encaixa-se perfeitamente ao lado de seu material mais lendário.


No fim das contas, porém, por mais incrível que tudo isso seja, a energia atinge o auge absoluto na reta final do show. Será que alguma banda do universo do heavy metal consegue superar a sequência de cinco músicas formada por 'Territory', 'Refuse/Resist', 'Arise', 'Ratamahatta' e 'Roots Bloody Roots'? O público do Bloodstock claramente acha que não e vai à loucura total durante esses 20 minutos de pura perfeição do metal.


Enquanto os acordes finais de 'Roots...' ecoam, o guitarrista Andreas Kisser agradece a todos pelos 42 anos de apoio e parabeniza o Bloodstock pelo seu 25º aniversário; enquanto ele fala, Green permanece ao seu lado, com os olhos marejados e visivelmente emocionado, ciente de que aquela será a última vez que se apresentará diante de um público do Sepultura no Reino Unido. Que banda, que maneira de se despedir."


O Sepultura segue na contagem regressiva para o encerramento da sua tour de despedida, "Celebrating Life Through Death". O último show acontece dia 7 de novembro no Pacaembu, São Paulo. Krisiun, Sacred Reich e Metal Allegiance também estão confirmados no evento.



Fonte: Whiplash.net

SHANE EMBURY fala da luta contra o alcoolismo e mergulha no prog em novo álbum solo

 

Conhecido principalmente pelo trabalho no Napalm Death, o baixista transforma experiências pessoais recentes em um disco que explora suas influências progressivas, eletrônicas e experimentais


Shane Embury sempre encontrou maneiras de ultrapassar os limites do que se espera de um músico de grindcore. Paralelamente ao trabalho no Napalm Death, o baixista construiu uma extensa trajetória por projetos que transitam por música eletrônica, industrial, ambient e metal experimental. Agora, porém, ele mergulha em um território ainda mais pessoal com Bridge To Resolution, primeiro álbum lançado sob seu próprio nome.



Em entrevista à revista ProgEmbury explicou que o disco nasceu inicialmente dentro da mesma proposta de seu projeto Dark Sky Burial, mas ganhou outra direção quando começou a incluir vocais. O resultado combina elementos eletrônicos, pós-punk, avant-pop e rock progressivo, revelando de maneira mais evidente influências de bandas como Cardiacs e Rush.

 

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O álbum também está diretamente relacionado a um período de intenso questionamento pessoal. Depois da pandemia de Covid-19, Embury conta que enfrentou dificuldades tanto em casa quanto durante as turnês. Foi nesse contexto que iniciou um processo de terapia de orientação junguiana, que o levou a confrontar aspectos de sua própria personalidade e a utilizar a música como uma forma de expressar essas descobertas.

Ainda sou um trabalho em andamento. Depois da Covid, eu estava tendo dificuldades em casa e também estava tendo dificuldades em turnê. A criatividade estava fluindo, mas às vezes eu ainda não gosto de mim mesmo, da maneira como sou perto de outras pessoas. Comecei a fazer terapia junguiana e vi muitas coisas nas quais preciso trabalhar, e a música me permitiu expressar um pouco disso”, afirmou.

O músico também revelou que voltou a enfrentar problemas com álcool nos últimos anos. Segundo Embury, a situação foi particularmente difícil, mas ele conseguiu interromper novamente o consumo.

Tive um problema sério com álcool novamente nos últimos dois anos. Parei agora, finalmente, mas da última vez foi bastante difícil.”

O processo de autoconhecimento acabou se conectando diretamente com a maneira como Embury passou a enxergar algumas de suas maiores referências musicais. Entre elas está Neil Peart, baterista e principal letrista do Rush, cuja obra ganhou um significado diferente para o baixista à medida que envelheceu.

Nós achávamos que éramos indestrutíveis quando éramos jovens, mas não éramos. Sempre gostei da frase de Neil Peart: ‘Somos imortais apenas por um tempo limitado’ (N.R.: referência à letra da música Dreamline, do álbum Roll the Bones). Ele acertou em cheio, como sempre.”

A relação com Peart vai além da admiração pelo músico. Embury afirma que, depois de começar a estudar filosofia junguiana e outras correntes de pensamento, voltou aos textos escritos pelo baterista e passou a perceber novas camadas em suas letras.

Para mim, o Rush era principalmente sobre os riffs insanos e a musicalidade, mas, à medida que envelheço, as letras tiveram um impacto enorme.”

Apesar de Bridge To Resolution apresentar uma faceta mais progressiva e experimental, Embury não abandonou a agressividade e a estranheza que marcam sua trajetória. Ele cita especialmente o Cardiacs como uma influência importante na construção do material, ao lado de referências como Devin Townsend e a fase mais experimental do Killing Joke.

A ideia de explorar esse lado também representa um desafio pessoal para o baixista, que considera a possibilidade de levar o material aos palcos. Ele revelou que tenta conseguir uma oportunidade no festival holandês Roadburn e já conta com o interesse de Adrian Erlandsson, do At The Gates, para assumir a bateria. Embury também convidou guitarristas para participar e chegou a consultar Kavus Torabi, do Cardiacs.

Seria bom fazer isso. É algo diferente. Por mais nervoso que eu fique, quero me jogar um pouco no desconhecido.”

A agenda do músico, entretanto, continua longe de ficar vazia. Embury trabalha com Russ Russell na conclusão do segundo álbum do Tronos, projeto que mantém a parceria entre os dois. Paralelamente, está gravando material novo do Napalm Death e afirma que já existem 12 músicas registradas. Outro álbum do Dark Sky Burial também está nos planos.

Mas há ainda um projeto que parece ocupar um espaço especial em sua lista de prioridades: um disco inspirado pelo CardiacsEmbury explica que nem todo o material segue essa direção, embora algumas faixas tenham uma sonoridade próxima à banda britânica. Outras, segundo ele, remetem ao Gong e a diferentes vertentes da música experimental.

A multiplicidade de projetos não parece ser apenas uma questão de produtividade. Para Embury, criar tornou-se uma necessidade pessoal.

Às vezes fico deitado pensando: ‘Sim, eu tenho um problema’. Não consigo parar de fazer isso, e é uma necessidade. Me dizem para me acalmar porque estou sempre dez passos à frente. Mas não sei o que faria sem essa válvula de escape. Isso me ajuda a atravessar o dia. Faça o que você ama.”

Com Bridge To Resolution, o baixista apresenta justamente esse outro lado: menos interessado em reproduzir a brutalidade pela qual ficou conhecido e mais disposto a transformar experiências, influências e conflitos internos em música. O resultado é provavelmente seu trabalho mais abertamente progressivo e, sobretudo, um dos mais pessoais de sua trajetória.