terça-feira, 12 de maio de 2026

Resenha: Venom – “Into Oblivion” (2026)

 

Seria Conrad Thomas Lant, mais conhecido pelo pseudônimo Cronos, o elemento-chave para dizer qual versão do Venom é a principal? Muitos dizem que sim, porém outros falam sobre a importância de Jeff “Mantas” Dunn e Anthony “Abaddon” Bray com relação a um dos grandes nomes da NWOBHM – do Speed Metal e do despertar do Black Metal, idem. A dupla realizou uma apresentação comemorativa aos 45 anos do clássico “Welcome to Hell”. O evento ocorreu no Keep It True Festival 2026, na cidade alemã de Lauda-Königshofenm.

O Venom Inc. é liderado pelo baixista e vocalista Tony “Demolition Man” Dolan. Ou seja, há um emaranhado da clássica banda, com muitas situações pessimamente resolvidas e resultando de subdivisões de um mesmo nome. Dolan iniciou bem essa jornada com o ótimo “Avé” (2017). Lembro desse disco e dos comentários super positivos com relação a ele. Em comparação, esse disco supera com folga vários álbuns do Venom. Principalmente, se comparado com discos lançados nos anos 2000 em diante.

Os trabalhos recentes do Venom

Cronos retorna após dez anos ausente, para o lançamento de “Cast in Stone”. Aqui, estarei fazendo uma linha do tempo apenas com relação aos álbuns de estúdio para facilitar o andamento do trâmite. No exato ano 2000, foi lançado o álbum “Resurrection”, e seis anos à frente, “Metal Black” – uma sequência a qual considero muito boa. “Hell” veio em 2008 e “Fallen Angels” em 2011.

Dentre os quatro discos citados, “Resurrection” seguiu como o preferido da maioria dos adeptos, inclusive o dono do nanquim virtual macabro também pensa assim desde aquela época.

Além disso, tivemos os lançamentos de “From the Very Depths” (2015) e “Storm the Gates”, ambos considerados medianos e esquecíveis. Assim como o próprio “Hell”. Embora “Fallen Angels” também não seja muito requisitado, também considero um bom álbum. Mas aqui não vejo nada de espetacular e de suma importância para ter na coleção. Você até pode ter ou querer adquirir, mas não é algo que se possa considerar um insulto em não ter as peças em mãos.

Homenagem a si próprio

Oito anos se passaram até a chegada de mais um lançamento do Venom. Todavia, esse novo trabalho tinha um propósito em específico – recuperar o prestígio de sua discografia e ascender para novos horizontes. No entanto, a banda tratou de inserir um caminho adicional para essa nova saga. A banda resolveu homenagear o seu importante passado e o seu legado dentro do Heavy Metal como um todo. Afinal, todos sabem que o Venom foi e sempre será peça fundamental para renovação de bandas extremas – a partilha vem desde o Speed Metal afiado e enferrujado até o Black Metal mais vulgar e carniceiro.

Além de tudo isso, “Into Oblivion” vem mostrar aos desavisados de plantão que a sonoridade do Venom nunca foi voltada ao Black Metal propriamente dito. A temática é que ajudou a desenvolver o estilo que conhecemos hoje. O Speed Metal venoso está de volta e revigorado. Porém, basta saber se esses novos ares deram uma inspiração maior ao Cronos e cia. limitada ou se a banda simplesmente resolveu jogar pro gasto novamente e garantir apenas um empate.

O primeiro single chamado “Lay Down Your Soul” veio com indícios de possível autoplágio, mas a audição do single fez muita gente fechar o bico e confirmar que se tratava de um belo cartão de visita. A homenagem funcionou bem, agradando até aquele tipo de fã que só ouve dois discos de cada banda e finge conhecer tudo. Entretanto, o Venom é o tipo de banda que, se você ouviu os três primeiros álbuns, já ouviu todos (risos).

Veio mais um single, “Kicked Outta Hell”, e ninguém reclamou. Ou pelo menos ninguém ficou com chateação para cima da música. Cronos, finalmente, estava resgatando parte daquilo que o colocou como um grande frontman e baixista de uma das bandas mais importantes do Metal. Porém, faltava conferir o conteúdo completo e ver se o disco realmente iria se sustentar com tranquilidade.

Informações sobre “Into Oblivion”

Acompanhado pelo guitarrista John Stuart Dixon, vulgo Rage, e pelo baterista Daniel Jon Needham, que atende por Danté, Cronos têm a seu dispor dois ótimos músicos e que se dispõem a executar um som que remete ao passado da banda, mas sem se perder diante do presente.

A missão em questão nem é tanto quanto a se aproximar dos grandes clássicos, mas recuperar o prestígio com relação aos lançamentos mais recentes e dando um fôlego para os principais trabalhos. Afinal, estamos falando sobre o agora décimo sexto álbum de estúdio da banda inglesa. De fato, existem fãs dos trabalhos mais recentes e até mesmo de todos os discos. Mas é fato também que, o Venom vive bastante do seu passado – isso para não dizer somente.

“Into Oblivion” foi lançado no dia 1º de maio via Noise Records. O power trio britânico disponibilizou os vídeos para os singles “Lay Down Your Soul” e “Kicked Outta Hell”. Ambos os singles trouxeram bastante expectativa aos adeptos e isso ajudou a elevar a importância do novo lançamento.

Venom


Caminhos bem escolhidos e outros nem tanto

A nova joia do submundo foi lapidada com a intenção de recuperar parte do brilho do nome repleto de história e importância que a banda de Speed Metal carrega. O som veloz, ríspido, sujo e moribundo do Venom é a alma do negócio. Quando o Venom trata com carinho a sua verdadeira estirpe, esse caminho acaba sendo facilitado pela real identidade da banda. Porém, o lado experimental e flertes com outros subgêneros acaba gerando dúvida e torna o percurso mais tortuoso.

Nesse papiro submundano, as faixas serão divididas com relação ao brilhantismo, qualidade e intensidade de cada uma.

Experimentações e pouca sombra

O Venom faz esse tipo de experimentação desde muito tempo, quebrando o ritmo de sua sonoridade habitual. Talvez até para não parecer “mais do mesmo”, mas fica evidente aquele freio de mão puxado com direito a atolar as rodas do off-road na lama.

Todavia, existe luz até nos planos mais profundos quando o assunto é música. O disco não apresenta pontos fracos para sair xingando por aí. O que acontece é que existem músicas com bastante e outras que acabam ficando em segundo ou até terceiro plano – o terceiro plano começa aqui.

Uma das faixas que já destoa de outras realmente sensacionais é a “Man & Beast”, com o seu nome sendo dito através dos backing vocals e soando muito baixos e repetitivos demais. A base principal da música é cadenciada, com palhetadas contínuas e sem se arriscar em um riff mais ousado. É simples de propósito e não leva a lugar algum. O seu contraponto é a parte dos solos, estes sim esplendorosos e acompanhados por bases ríspidas e velozes – o Rock veloz invade o cenário e torna a faixa meio chata e meio ótima, portanto.

“Dogs of War” é uma faixa cadenciada e distorcida, tanto nos riffs quanto aos vocais. Isso traz uma sensação de espiral girando e esticando lentamente, além de incluir muitas notas harmônicas e soando como se fosse uma vinheta. Ultrapassa os dois minutos de duração e não possui nenhuma ligação estrutural com a faixa seguinte. Ou seja, acaba não se fazendo por necessária. Ou tão necessária quanto a maioria das faixas do disco.

Bons compassos e equilíbrio sonoro considerável

De volta ao início do álbum, temos a faixa-título como sendo a abertura do novo trabalho. “Into Oblivion” não é uma música tão chamativa assim, a ponto de empolgar logo de cara. Porém, a mesma possui um andamento que funciona como um preparativo para a sequência da jornada. Os primeiros riffs, somado à linha de bateria e o baixo tradicional do Cronos, já dão uma ideia do que está para acontecer. A sonoridade vem num crescendo forte e equilibrado, mostrando uma impulsão a partir do refrão. Quando a velocidade toma conta do cenário, você se sente em segurança até a chegada da próxima faixa e, portanto, entendendo a mesma como uma boa abertura para o disco.

A terceira faixa do álbum também marca boa presença. “Nevermore” joga na segurança, mas também usa de seu experimentalismo para alcançar uma personalidade maior e única dentro do tracklist. Os riffs cavalgados e um retorno mais cadenciado trazem mais força aos refrãos, dos quais são muito bons e sem qualquer firula. A partir da metade, a música ganha mais ímpeto e fica ainda mais interessante. Esse aumento de velocidade funciona como um estender de tapete vermelho para os solos. Entretanto, surge adiante um momento mais surrado e fechando o som de forma direta e sem qualquer enrolação.

As primeiras audições de “Legend” me deram a impressão de que se tratava de mais uma faixa sem peso na arquitetura do álbum. Todavia, mais audições me fizeram ter outra sensação sobre a mesma. Então, ela acabou melhorando no meu conceito e fazendo parte das faixas que possui um brilho bastante considerável. É um som que começa somente com a bateria e o baixo ditando o ritmo principal, enquanto a guitarra aparece como um aperitivo inicial. Após isso, ela ganha uma roupagem mais interessante, embora retome esse início. A alternância através de um refrão bem construído faz a música ganhar mais energia, isso sem contar os breves solos bastante funcionais.

Apoteose e seus bons momentos

As duas últimas faixas se comunicam muito bem, mesmo não fazendo parte do seleto grupo de melhores canções do disco. Depois de uma antepenúltima música sem tanto brilho, o que vem depois acaba por cumprir bem o seu papel. Estou falando de “Deathwitch” e “Unholy Mother”.

A primeira apresenta em seu prontuário riffs mais pujantes e robustos, aliados ao baixo sempre bastante presente. Não é uma música rápida, mas a sua estrutura casa bem com o momento. O refrão é bem simples, um tanto baixo por utilizar backing vocals, mas sem desagregar toda a aura maligna envolvida.

A faixa ganha mais embalo a partir de sua metade e mais uma vez funciona como trampolim para solos invocados e até mesmo melódicos.

A segunda enfrenta o nobre desafio de fechar “Into Oblivion” com responsabilidade e também trazer aquela vontade de ouvir novamente o disco. Um pano de fundo é formado a partir da junção de seu som, assim provocando uma neblina densa e convidativa ao ouvinte. A bateria avança e velocidade média através dos pedais, enquanto os riffs formam um caminho favorável a melodias densas e condizentes com a trama. O “mochila de criança” está presente na brincadeira e invoca os seus poderes junto aos solos rápidos, melódicos, distorcidos e intensos, enquanto a música decola como o avançar das criaturas do submundo. A chuva torrencial começa e fecha o álbum com o olhar para o horizonte.

O puro suco do Rock veloz venoso com assinatura intacta

Seis representa um dos números da besta e seis é o número de músicas que considero excelentes dentro do novo artefato sonoro do Venom.

Entregue a sua alma logo de uma vez!

Logo de cara, temos que falar sobre a homenagem que a banda faz a si mesma e também aos seus fãs. “Lay Down Your Soul” chega com o pé na porta, mostrando do que a banda ainda é capaz. É hora de entregar a sua alma de uma vez por todas ao deus do Rock n’ Roll!

O inferno está em chamas e aparece diante dos seus olhos e ouvidos. Um ritmo alucinante comanda as hordas para a celebração antidivina. O refrão é cativante e força a sua alma a cantar junto antes de ser levada ao senhor de tudo. Os riffs “navalhantes” estão mais do que presente e há espaço para ter algo de Metallica, especialmente na parte em que as palhetadas mantém um ritmo – um belo preparativo para o início dos solos tortuosos e afiados como arame farpado. Viradas rápidas de bateria ocorrem de maneira coesa, fazendo desta um dos pontos bem altos do disco.

“Antecipação, a noite se aproxima
O medo se intensifica, não falta muito para chegar
Trepiedade, corações batendo com sinceridade
Satanás anuncia o Black Metal”


 

Contemple a dona do equilíbrio da vida

Para ela, indefere questões sobre posição ou ocupação de cada ser, se vale mais ou se vale menos. Se possui cargo de elite ou se é um simples moribundo. Um rei, um presidente, um nômade, um qualquer. Todos a abraçarão cedo ou tarde. Não importa qual seja a sua exigência ou rejeição, ela não dará ouvidos a sua opinião. Ela somente escutará o seu silêncio. “Death the Leveller” começa naquela famosa ameaça de pancadaria sonora e é isso o que ocorre em poucos segundos de audição.

Para o dono do nanquim maligno virtual esse é um dos pontos mais altos do disco, se não for o maior. Speed Metal até os ossos e muita nostalgia aos fãs mais antigos, além da soma com uma bateria repleta de grandes nuances. O diferencial de maior destaque é quando a música tira a velocidade e aponta para um groove bem feito, apoiado por breves solos, condizentes com toda a trama.

Após o assobio de Cronos, a pancadaria retoma o seu lugar de direito e joga mais gasolina no local já incendiado. O final é marcado pelo tradicional “fim de som ao vivo”.

“Reis e rainhas, todos se curvam diante de sua visão
Com mãos ossudas, conduz você para a noite
Frio como a escuridão do espaço
Abraço eterno e sem idade
Foice afiada na mão esquerda
Guiando almas audaciosas e grandiosas”

Um demônio é um deus invertido

Um som mais denso e misterioso entra em cena e começa a evoluir para um dedilhado carregado de trevas. A bateria executa o plano inicial de forma breve, abrindo caminho para o baixo dar os últimos retoques até que…

A cavalaria de “As Above So Below” chega com ódio e peso o suficiente para arrancar os trilhos do trem através de um refrão poderoso e pegajoso. Estamos diante de outro brilho forte em forma de música. O ímpeto dessa criatura em forma de música a coloca em pé de igualdade com outras faixas excelentes. O seu ritmo não é o mais veloz, mas a trepidação percussiva ataca impiedosamente e ganha ainda mais força no refrão. Suas variações trazem um ar ainda maior de maldade e caos, servindo de banquete para um trecho mais sujo e violento – os solos lacrimejam sangue de anjos.

Reconheça que um demônio é um deus invertido e que a verdadeira onisciência pertence ao outro plano.

“Salve, Rei Lúcifer, anjos de fogo, incendeiem-se
A palavra de Deus morreu, não mais exaltada
Com espadas de guerra em punho, bravos se envolvem na luta
Através dos vales da morte, a arte do mal é infinita

Daemon est deus inversus
Daemon est deus inversus
Daemon est deus inversus
Daemon est deus inversus
Satanás, o anjo caído, está despertando agora”

Sentindo o ódio por toda parte

“Kicked Outta Hell” é um dos principais singles, mas que não me chamou atenção de primeira. Notei o poderio da faixa, mas ainda não havia compreendido ela muito bem. É uma faixa que flerta com o Thrash e também com o Heavy, de certa forma. Os riffs iniciais e bastante invocados – além do baixo cantando nota, adicionando peso e intimidação – soam como um Judas Priest endiabrado. A levada seguinte mostra uma aproximação ao Metallica, principalmente por conta das palhetadas potentes e com intervalos específicos. O pré-refrão possui versos rápidos e a sua estrutura traz à mente Anthrax e o conterrâneo Raven. Ou seja, um cardápio bastante apetitoso e promissor. Não acha?

Os solos possuem uma inclinação voltada ao Oriente Médio e permite que a banda possa trazer alguns diferenciais antes de partirem para mais um refrão e sequência normal da jornada. Lembrando que, ao ser expulso do inferno e dominar toda a situação, muitas criaturas ambiciosas irão te seguir e tentar te parar, mas você está mais ágil e tem o apoio desta canção, em meio à escuridão.

“Acordei na escuridão
Em meio a um mar de gritos
Mãos frias em volta do meu pescoço
Reagi violentamente
Fora de controle, gritando meu nome
Enquanto o ceifador desviava o olhar, eu ri enquanto arrancava sua cabeça”

Turn the fucker up!

O subtítulo em questão é o primeiro verso de “Live Loud” e carrega consigo o anseio de tocar alto, ouvir um som a todo vapor e sentir livre para tal. Em meio a uma letra mais descompromissada, homenageando a própria arte, o Venom apresenta um riff arrastando que remete ao Slayer. Isso fica ainda mais evidente quando a bateria passa a utilizar os pedais duplos em velocidade condizente com o riff principal.

Entretanto o formato Venom de tocar Metal vem em seguida e te joga em um redemoinho de Speed Metal venoso e impiedoso. Os efeitos de guitarra soam como um atrito causado pela elevação sonora. Os solos são excelentes e variam entre a correria dedilhada e ares mais melódicos, porém, sempre priorizando o bom, velho e sujo Rock veloz. Musicaço!

“Live loud (Yeah motherfuckers)”

Homenagem indireta ao Black Sabbath?

De fato, a lembrança e semelhança fica totalmente notória logo de cara. “Metal Bloody Metal” sempre irá lembrar o grande clássico do Black Sabbath, “Sabbath Bloody Sabbath”. E se forçar mais um pouco, poderá lembrar de “Roots Bloody Roots”, clássico do Sepultura. Mas e o som? Será que lembra algo dessas bandas?

Sim, lembra! Porém, apenas a banda brasileira.

O início é marcado por uma bateria pesada, explorando a percussão e sendo aliada de riffs secos e sem mudanças. Ou seja, Sepultura total. O mais interessante é que essa estrutura coloca à tona o Sepultura de outrora e o de agora, mas sem causar nenhum tipo de estranheza. O refrão tem a primeira parte meio que surrada, voz baixa, e a sequência é esticada pelo próprio Cronos.

Os pedais e o baixo somam forças e garante um exímio desempenho da trama. Isso reforça a explosão causada pelos solos e o que vem em seguida só aumenta os pontos positivos da música.

“Lutadores indignados
De carne e osso
Gloriosos e justos      
Metal gravado em pedra”

Considerações e curiosidades infernais

Primeiramente, destaco a harmonia entre os músicos e a sensação de que o ambiente durante a gravação de “Into Oblivion” esteve bastante leve, o que é bastante importante. Facilita a obtenção de grandes resultados.

Cronos se mostra muito bem ao longo do disco, tanto no baixo quanto aos seus vocais. Rage se mostra bastante versátil, experimentando quando há espaço e sendo tradicional e respeitoso com o passado. E o último e não menos importante, o baterista Danté se mostra bastante capaz e confiante de seus atos como baterista de altíssimo nível.

Sobre o som em si, em resumo, o Venom sabe jogar no modelo tradicional e de acordo com suas origens. Entretanto, as experimentações e grooves podem causar a perda de qualidade das músicas específicas ao longo das audições.

A lenda do gigante Corr

Os versos de “Legend” se entrelaçam entre a lenda do gigante Corr, que vivia na região do rio Tyne, localizado no nordeste da Inglaterra. Ele atravessa o condado de Tyne and Wear, passando por cidades importantes como Newcastle upon Tyne (na margem norte) e Gateshead (na margem sul), antes de desaguar no Mar do Norte.

“Lay down your soul
Lay down your soul to the god rock n’ roll”

Fonte: Mundometalbr.com 

Resenha: Kreator – “Krushers Of The World” (2026)

 


Krushers Of The World – O Triunfo da Vontade Alemã

Em 2026, o cenário do Heavy Metal já não admite mais o “automático”. Para uma banda com mais de 40 anos de estrada e 16 álbuns nas costas, o risco de se tornar uma paródia de si mesma ou um mero exercício de nostalgia é gigante. No entanto, o Kreator parece ignorar as leis da biologia e do cansaço. “Krushers Of The World” não é apenas mais um disco na prateleira; é certamente um dos melhores lançamentos do ano e a prova definitiva de que Mille Petrozza e seus asseclas ainda detêm o cetro do Thrash Metal europeu.

Produção de Elite e DNA Nuclear

O álbum marca o retorno da parceria vitoriosa com o produtor sueco Jens Bogren. Gravado no cultuado Fascination Street Studios, o som é uma muralha: cristalino, mas com uma densidade que faz as guitarras soarem como britadeiras. É o equilíbrio perfeito entre a sofisticação da Nuclear Blast e a crueza necessária ao gênero. No Brasil, o petardo chega via Shinigami Records, garantindo que o fã nacional tenha em mãos uma edição à altura da grandiosidade da obra.

Faixa a Faixa: Entre a Arena e o Mosh Pit

O disco abre com “Seven Serpents”, onde Mille soa visceral, quase como se estivesse exorcizando demônios reais sobre riffs que lembram a urgência de outrora, mas com uma roupagem épica.


O clima de celebração sombria continua em “Satanic Anarchy”, que equilibra passagens de puro Death Metal, mas com um dos refrões mais grudentos da carreira da banda — um “Arena Thrash” de respeito. Já a faixa-título, “Krushers Of The World”, divide opiniões por sua cadência mais lenta e marcial, funcionando como um hino de convocação para os festivais de verão que certamente dominará em 2026.


Um dos grandes momentos é “Tränenpalast”. A homenagem ao mestre do horror Dario Argento e ao filme Suspiria ganha vida com a participação luxuosa de Britta Görtz (Hiraes). A atmosfera de trilha sonora de giallo italiano mesclada à agressividade alemã é um dos pontos mais altos e criativos do trabalho.

Para os saudosistas do “Pleasure to Kill”, faixas como “Barbarian” e “Psychotic Imperator” entregam inclusive a velocidade desenfreada e o ataque técnico do baterista Ventor, que segue sendo uma máquina de precisão. “Blood Of Our Blood” e “Combatants” trazem grooves modernos e intrincados, mostrando que o entrosamento entre Mille e o guitarrista Sami Yli-Sirniö, amparado pelo baixo pulsante de Frédéric Leclercq, atingiu um nível de maestria quase inalcançável.

O encerramento com “Loyal To The Grave” é pomposo. Com corais e uma pegada que flerta com o Power Metal (o tal “cheddar” que alguns críticos apontam, mas que os fãs devoram com prazer), a música encerra o álbum com uma sensação de triunfo e lealdade inabalável ao Metal.

Veredito

Krushers Of The World é um disco vibrante. Ele aceita as melodias grandiosas da fase atual sem abrir mão da ferocidade que colocou o Kreator no mapa nos anos 80. Mille Petrozza é um mestre de cerimônias incansável, e sua banda soa mais jovem e perigosa do que muitos grupos com metade de sua idade. Se você busca o Thrash “pé na porta” ou hinos para cantar de punho erguido, este álbum é o seu destino obrigatório em 2026.


Fonte: Mundometalbr.com

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Dez Fafara, do Coal Chamber, exalta novo trabalho do Devildriver

 Em uma nova entrevista com Jai That Aussie Metal Guy, o líder e mentor do DEVILDRIVER, Dez Fafara, falou sobre o décimo primeiro álbum de estúdio da banda, “Strike And Kill”, que chegará em 10 de julho via Napalm Records. Juntando-se a Dez na formação atual do DEVILDRIVER estão a dupla de guitarristas Alex Lee e Gabe Mangold, o baterista Davier Ortega Perez e o baixista Jon Miller, que está de volta.

Falando sobre o novo single do DEVILDRIVER, “Dig Your Own Grave”, Dez disse a Jai That Aussie Metal Guy: “Quando recebi a música pela primeira vez, fiquei intrigado com o que estávamos escrevendo. E acho que todo mundo sabia que era hora de meio que voltar ao início um pouco. Eu tenho Alex, meu guitarrista, e Davi, meu baterista, comigo há muito tempo agora, na verdade. Recuperei meu baixista original após um hiato de, não sei, 12 ou 15 anos; ele esteve fora. Então, tê-lo de volta e escrevendo, e depois tive o Gabe também, que produziu o disco e está tocando guitarra. Mas assim que começamos a escrever, todos meio que dissemos, ‘Qual é a direção?’ E eu disse, ‘Olhem para o logo, cara. O logo dirá o que nós precisamos escrever.’ Tipo, ponto final. E até para mim mesmo. Então, quando recebi as primeiras três ou quatro faixas, fiquei impressionado. Eu estava tipo, ‘Ok, é para cá que queremos ir.’ E comecei a fazer notas de voz para todo mundo, enviando-as, e eles responderam sobre as notas de voz e disseram, ‘Olha, não mude nada. Você está indo na direção certa.’ E tudo simplesmente começou a se encaixar, cara.”


Dez continuou: “Sinto-me abençoado por ter esse grupo de caras ao meu redor neste momento da minha vida, depois de tudo o que passei na vida, por isso estar acontecendo. E acho que observar as pessoas vindo para a mesa com este primeiro single… Eu realmente não leio comentários e essas porcarias — não me coloco online dessa forma — mas nos meus ouvidos estão meus empresários, minha gravadora, meus companheiros de banda, e eles dizem, ‘As pessoas estão amando isso.’ E eu respondo, ‘Ótimo. Vamos dar a elas mais do mesmo.’ Então o próximo single que virá é muito old school, quase old school do primeiro ou segundo disco, e isso simplesmente surgiu. Nós não decidimos, tipo, ‘Vamos voltar ao começo.’ Nós apenas dissemos, ‘Vamos escrever algo pesado e com groove como o que somos,’ e foi isso que saiu. Então acho que as pessoas realmente vão gostar do segundo e do terceiro single. Mas a melhor coisa é esta: quando você pegar o disco, você vai ouvi-lo em sua totalidade e, ao final, você vai ficar tipo, ‘Eu queria que tivesse mais.’ Mas já existem 13 faixas… Quero dizer, até a gravadora disse, ‘Olha, estamos satisfeitos com 11,’ e eu disse, ‘Ok, e estas outras duas músicas? Vocês querem deixá-las de fora?’ E eles ficaram tipo, ‘Ah, porra, não.’ Eu disse, ‘Bem, então aqui está.’ Se as pessoas vão gastar dinheiro, vamos dar a elas o valor do dinheiro delas. E acho que foi isso que fizemos com 13 faixas.”

Elaborando sobre a apresentação geral de “Strike And Kill”, Dez disse: “Olha, as pessoas vão amar este disco. Eu amo tudo, desde a arte da capa até a música que me foi entregue. Deixei os caras escolherem os arranjos das músicas, tipo o que vai primeiro no disco. Até o setlist, qual set vocês querem tocar? E é bom para mim ter uma equipe poderosa atrás de mim, porque posso relaxar e dizer, ‘Não, vocês me digam o que querem tocar. Vocês me digam a ordem das músicas no disco. Vocês me digam se gostam do visual que eu criei.’ E é uma ferramenta poderosa ser capaz de deixar isso acontecer e ouvir, cara.”

“A primeira vez que ouvi o disco em sua totalidade foi há cerca de duas semanas,” Dez adicionou. “E estávamos atravessando as montanhas aqui na Califórnia. Eu estava sem sinal no meu telefone, o que, para mim, é um milagre, e eu pensei, ‘Ótimo.’ Não recebi chamadas por 45 minutos e colocamos o disco para tocar. E quando terminou, eu realmente disse à minha esposa, que estava dirigindo, eu disse, ‘É só isso?’ E ela respondeu, ‘Sim, é isso, cara. Vocês têm 13 faixas.’ E eu fiquei tipo, ‘Eu quero mais.’ Então isso é uma coisa muito boa, eu acho, com certeza para se ter. E esta coisa está de volta aos trilhos. E esperem até ver isso ao vivo, cara. É um confronto sem frescuras.”

Quando “Strike And Kill” foi anunciado pela primeira vez em abril, Fafara disse em um comunicado: “Minha mentalidade não mudou. Não me tornei complacente ou suave na minha visão do mundo ou na minha música. Metal é a nossa válvula de escape como ouvintes e compositores, então neste disco focamos em ‘colocar tudo para fora’ liricamente, e apoiar essas letras com música selvagem e implacável que alimenta o heavy California groove como nenhum outro. O DEVILDRIVER nunca soou como qualquer outra banda, fazemos nossas próprias coisas do nosso próprio jeito, e é disso que tenho mais orgulho.”

“Estou tão orgulhoso desses músicos, desta música e da vibe em torno deste disco,” ele acrescentou. “O DEVILDRIVER não soa como ninguém mais por aí agora, estamos aqui para golpear e matar!”

“Dig Your Own Grave” foi anteriormente descrita como “um ataque vitriólico de riffs de metralhadora e agressão intransigente, criticando liricamente os tolos responsáveis por seus próprios destinos indesejáveis.”

Sobre a faixa, Fafara declarou: “‘Dig Your Own Grave’ é sobre como uma decisão errada, um movimento errado pode ver todo o seu mundo virado de cabeça para baixo, efetivamente ‘cavando’ sua própria sepultura… é simples assim. Também pode se referir a como suas decisões podem foder com outra pessoa. É por isso que existe a frase ‘Seis pés não são profundos o suficiente para você,’ porque apenas um buraco muito, muito profundo é adequado para o que você fez ou tentou fazer aos outros. Tenha cuidado ao escolher tomar decisões à meia-noite.”


Fonte: Rockbrigade.com.br

Vídeos mostram estreia de Alissa White-Gluz, ex-Arch Enemy, pelo Dragonforce

 O DRAGONFORCE fez sua estreia oficial ao vivo com a nova cantora Alissa White-Gluz (ex-ARCH ENEMY) na noite de sábado (9 de maio) no festival Welcome To Rockville em Daytona Beach, Flórida.


Devido a problemas contínuos de perda auditiva e zumbido que afetaram cada vez mais a capacidade do cantor de longa data do DRAGONFORCE, Marc Hudson, de excursionar, ele não se juntou ao DRAGONFORCE no palco no Welcome To Rockville.


DRAGONFORCE comentou: “Esta não foi uma decisão repentina, mas algo que Marc vem gerenciando nos bastidores há algum tempo. Após uma consideração cuidadosa, ficou claro que fazer uma pequena pausa é a melhor decisão para sua saúde e recuperação a longo prazo.”

“Sabemos que muitos de vocês estavam ansiosos para ver Marc no palco novamente com Alissa, mas não se preocupem. Temos músicas novas com Marc e Alissa em andamento. Enquanto isso, Billy Wilkins, que vem cuidando de guitarras adicionais e backing vocals para o DRAGONFORCE desde o final de 2023, assumirá as próximas duas apresentações ao vivo.”

“Obrigado por todo o seu amor e apoio.”


Wilkins também cuidará dos vocais principais, ao lado de White-Gluz, para a aparição do DRAGONFORCE em 17 de maio no festival Sonic Temple em Columbus, Ohio.

A aparição do DRAGONFORCE no Welcome To Rockville deu início à celebração da banda do vigésimo aniversário de “Inhuman Rampage”. Como o álbum de 2006 que deu origem ao fenômeno global de vendas de platina “Through The Fire And Flames”, que passou 23 semanas consecutivas na Billboard 200 e foi certificado como ouro, “Inhuman Rampage” apresentou a banda e sua música a dezenas de milhões de novos fãs e contando.

Quando a adição de Alissa ao DRAGONFORCE foi anunciada pela primeira vez em 6 de maio, o cofundador e guitarrista principal do DRAGONFORCE, Herman Li, disse em um comunicado: “Alissa se juntando à banda é uma expansão de tudo o que fizemos até este ponto. Vinte anos é muito tempo para fazer qualquer coisa, quanto mais sobreviver à indústria musical e ainda estar tão inspirado para continuar fazendo o que amamos. Juntos, honraremos o que fez “Inhuman Rampage” importar, enquanto mostramos às pessoas exatamente para onde estamos indo a seguir. Ter Alissa na sala muda tudo. Ela não apenas canta, ela melhora todos os aspectos da nossa música. E ela soa incrível ao vivo! Mal posso esperar para que os fãs a vejam e ouçam o que temos trabalhado.”

Através de seu trabalho com todos, de THE AGONIST a KAMELOT, ARCH ENEMY e seu recém-lançado BLUE MEDUSA, Alissa se tornou um ícone sinônimo de força, independência, versatilidade e destemor criativo, representando um novo padrão para mulheres nos níveis mais altos da heavy music. Ao longo de duas décadas passadas no palco, misturando teatralidade feroz e melódica com temas líricos de filosofia, psicologia, ética e a experiência humana, ela construiu uma história que abrange mais de 15 horas de música gravada, mais de 60 videoclipes, mais de 40 colaborações e mais de 2.000 concertos em uma infinidade de subgêneros.

Sobre sua nova parceria com o DRAGONFORCE, e unindo sua proeza vocal com a precisão de distorção temporal e o espetáculo do show ao vivo da banda, Alissa disse: “Estou além de animada por dar vida a uma música tão icônica com esses músicos incrivelmente habilidosos em um ambiente tão divertido e inspirador. É ótimo mostrar todas as cores da minha voz e utilizar todos os meus estilos de canto em músicas tecnicamente desafiadoras, profundamente energizantes e altamente viciantes. Estou muito grata pelo apoio incrível que tive a sorte de receber do mundo do metal ao longo desta carreira selvagem que construí; quero continuar ultrapassando meus limites e entregando músicas e experiências ao vivo excepcionais aos fãs que eu tanto prezo.”


Fonte: Rockbrigade.com.br

MASTERPLAN lança “Electric Nights”, antecipando novo álbum “Metalmorphosis”; veja o clipe

 O veterano Masterplan revelou o single Electric Nights, acompanhado de um visualizer, como nova prévia do próximo álbum de estúdio, Metalmorphosis, que será lançado em 26 de junho de 2026 pela Frontiers Music Srl.

Segundo o guitarrista Roland Grapow, a faixa foi pensada como um hino de estrada. Electric Nights é nosso hino de turnê: alto, rápido e feito para a vida na estrada. Está saindo justamente no meio da nossa excursão europeia, então o momento não poderia ser melhor. É heavy metal clássico: riffs grandes, energia forte e sem enrolação. Apenas diversão e poder. Dedicamos este lançamento aos fãs leais que estão conosco em cada show, cantam cada palavra e mantêm viva a chama do heavy metal.”

Confira o visualizer:


O disco marcará o retorno do Masterplan ao estúdio com material inédito desde Novum Initium, lançado em 2013. Grapow também comentou o significado do título do novo trabalho. Metalmorphosis representa bem o que este álbum significa para nós: uma transformação, mas mantendo o espírito do Masterplan. Crescemos ao longo dos anos como músicos e pessoas, e isso pode ser ouvido nas novas canções. Algumas ideias nasceram há muitos anos e finalmente ganharam vida agora. É poderoso, melódico e emocional: o Masterplan clássico, mas com nova energia.”

Formado em 2001 por Roland Grapow e Uli Kusch após suas saídas do Helloween, o Masterplan construiu reputação sólida dentro do power metal europeu ao unir melodias marcantes, técnica apurada e peso moderno. O álbum de estreia, Masterplan, de 2003, ajudou a consolidar o grupo como um dos nomes relevantes do estilo.

Na sequência vieram trabalhos como Aeronautics, MK II, Time To Be King e Novum Initium, mantendo a identidade do Masterplan e ampliando sua base de fãs em turnês internacionais.

Agora, após um longo intervalo sem discos inéditos e já sob contrato com a Frontiers Music Srl, o Masterplan inicia uma nova fase com promessa de sonoridade mais agressiva, sem abrir mão das melodias que marcaram sua trajetória.

Faixas de “Metalmorphosis”

  1. Chase The Light
  2. Electric Nights
  3. Shadow Man
  4. Bound To Fall
  5. Pain Of Yesterday
  6. Metalmorphosis
  7. Through The Storm
  8. Ghostlight
  9. The Call
  10. Rise Again (versão do álbum




Fonte: RoadieCrew.com

Sacred Reich confirma título do novo álbum de estúdio

 O Sacred Reich confirmou que o seu novo álbum de estúdio se chamará "Into the Abyss". O trabalho será o sexto de inéditas da banda americana de thrash metal e deve sair no final deste ano, via Metal Blade Records. De acordo com os próprios músicos, 11 faixas integrarão o tracklist.



O disco marcará a estreia da nova formação, com a entrada do baterista brasileiro Eduardo Baldo, ex-Hibria e Red Devil Vortex. Ele substitui Dave McClain, ex-Machine Head, que encerrou sua segunda passagem, que durou de 2018 a 2025 – com a primeira tendo acontecido entre 1991 e 1996.

O lineup ainda conta com o baixista, vocalista e fundador Phil Rind, além dos guitarristas Wiley Arnett e Joey Radziwill. O play mais recente, "Awakening" (2019), chegou ao topo da parada Heatseekers da Billboard, dedicada a bandas que nunca entraram no Top 100

Ultimo album lançado foi em 2019  "Awakening "


Ouça Album completo Aqui !


 

Fonte: Whiplash.net

sábado, 9 de maio de 2026

TESTAMENT lança a remasterização do clássico álbum “Practice What You Preach”

 Os ícones do thrash metal da Bay Area, TESTAMENT, lançaram hoje a reedição remasterizada de seu aclamado álbum de 1989, Practice What You Preach, via Nuclear Blast Records.

A versão Practice What You Preach (2026 Remaster) foi remasterizada por Justin Shturtz na Sterling Sound. O lançamento está disponível em formato digital e em vinil 180g (edição Yellow and Orange Swirl com Black Splatter, limitada a 1250 cópias no mundo). A edição conta com uma arte de capa inédita de Bill Benson (criador da arte original), um livreto de 20 páginas com fotos raras e documentos do arquivo pessoal de Chuck Billy e Eric Peterson, além de novas notas de encarte (liner notes).




obre o relançamento, Chuck Billy comentou:

“Estou muito empolgado com o lançamento remasterizado de Practice What You Preach pela Nuclear Blast. Com nova arte e um som muito mais encorpado que o original. Solte a agulha e bata cabeça!”

Compre aqui: https://testament.bfan.link/practice-what-you-preach-remastered

 

 

‘ENVY LIFE (2026 REMASTER)’ VISUALIZER:

 

Testament de volta à América do Sul em 2026:

Os fãs poderão conferir o TESTAMENT em turnê pela América Latina no final de 2026. Abaixo datas confirmadas:

20. Nov. – Mexico City – Mexico – Circo Volador
22. Nov. – San Jose – Costa Rica – Palacio de los Desportes
25. Nov. – Panama City – Panama – Vasco Nuñez de Balboa
27. Nov. – Bogota – Colombia – Chamorro City Hall
29. Nov. – Santiago – Chile – Teatro Caupolican
01. Dez. – Buenos Aires – Argentina – Teatro Flores
03. Dez. – Montevideo – Uruguay – MMbox
05. Dez. – Curitiba – Brazil – Tork N Roll – INGRESSOS
06. Dez. – São Paulo – Brazil – Carioca Club – INGRESSOS
08. Dez. – Limeira – Brazil – Mirage INGRESSOS
10. Dez. – Belo Horizonte – Brazil – Mister Rock – INGRESSOS
13. Dez. – Rio De Janeiro – Brazil – Sacadura 154 – INGRESSOS


O mais recente trabalho do TESTAMENT, Para Bellum, surge como um grito de guerra e uma observação sobre a complexa relação da humanidade com suas próprias criações. Em um cenário de aceleração tecnológica e desconexão crescente, o álbum reflete o caos moderno através de uma sonoridade urgente, afiada e visceralmente humana. O álbum foi lançado no Brasil pela parceria Shiinigami Records/Nuclear Blast e pode ser adquirido AQUI.


Fonte: RoadieCrew.com