sexta-feira, 11 de setembro de 2026

10 músicas de rock e metal diretamente inspiradas pelo 11 de setembro

 Os atentados de 11 de setembro de 2001 completam 25 anos nesta sexta-feira. Naquela manhã, quase 3 mil pessoas morreram quando aviões sequestrados pela Al-Qaeda atingiram as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, e o Pentágono, nos arredores de Washington, enquanto um quarto avião caiu em um campo da Pensilvânia. O choque não demorou a chegar aos estúdios, e o rock e o metal responderam de formas bem diferentes entre si.


Por isso, o Whiplash.Net resolveu reunir canções inspiradas nos ataques. Entre as bandas pesadas e os nomes do rock, há de tudo: tributos aos bombeiros, relatos de quem viu as torres desabarem, faixas escritas na cabeça de um sequestrador e até teoria da conspiração. Abaixo, dez dessas músicas e o que os próprios autores disseram sobre elas.


Rush – "Peaceable Kingdom" (2002)

Faixa de "Vapor Trails", disco que marcou a volta do trio canadense depois das tragédias pessoais de Neil Peart, "Peaceable Kingdom" foi pensada como instrumental. Alex Lifeson contou ao Jam! Showbiz que a música se transformou em uma meditação sobre os ataques. Sem dar entrevistas na época, Peart explicou em comunicado que o título vem das quase 60 versões que o pintor quacre Edward Hicks fez da mesma cena bíblica, e que a carta de tarô A Torre "parecia um reflexo arrepiante dos acontecimentos de 11 de setembro de 2001".



W.A.S.P. – "Hallowed Ground" (2002)

Blackie Lawless dedicou "Dying for the World", décimo álbum de estúdio do W.A.S.P., às vítimas dos atentados, e "Hallowed Ground" aparece no disco em duas versões, uma com a banda completa e outra acústica. No anúncio do lançamento, publicado pelo Blabbermouth, o vocalista contou que o trabalho nasceu de cartas de soldados de divisões de tanques na Guerra do Golfo, que entravam em combate ouvindo "Wild Child" e "Animal (F**k Like a Beast)". Depois do 11 de Setembro, a banda quis entregar material novo a eles. "Nós literalmente fizemos um álbum para ir matar gente ao som dele", declarou.



Bruce Springsteen – "The Rising" (2002)

Dias depois dos ataques, Springsteen saía de uma praia em Nova Jersey quando um motorista passou com o vidro aberto e gritou "Bruce, we need you" ("Bruce, precisamos de você"). O episódio, lembrado pelo National Catholic Reporter, está na origem de "The Rising", primeiro trabalho com a E Street Band completa desde 1984. Em entrevista à Associated Press reproduzida pela CBS News, o cantor descreveu o disco como a tradução de um sentimento que pairava no ar naquele momento: "As músicas que escrevi meio que acontecem nesse contexto."



My Chemical Romance – "Skylines and Turnstiles" (2002)

Gerard Way era estagiário do Cartoon Network em Nova York quando viu as torres desabarem. Segundo a Kerrang!, o choque o levou ao porão da casa dos pais, onde compôs "Skylines and Turnstiles", primeira música do My Chemical Romance, lançada em "I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love". A banda considera 12 de setembro de 2001 sua data de fundação. Nos 20 anos dos ataques, em publicação repercutida pela mesma revista, o grupo lembrou que o mundo mudou naquele dia e que "no dia seguinte começamos a tentar mudar o mundo".




Porcupine Tree – "Collapse the Light Into Earth" (2002)

Steven Wilson trabalhava em outra canção no estúdio de casa em 11 de setembro e, cerca de dois dias depois, escreveu a faixa que fecha "In Absentia". No documentário sobre o álbum, dirigido por Lasse Hoile e lançado pela Kscope em 2020, ele explicou que não se trata de uma música sobre os ataques, e sim de uma canção de amor impregnada daquele momento. "Para mim, era um réquiem para o 11 de Setembro", resumiu. Wilson comparou a faixa a "The Disintegration Loops", de William Basinski, obra que também carrega a atmosfera daqueles dias.




Bon Jovi – "Undivided" (2002)

Faixa de abertura de "Bounce", "Undivided" canta a união dos americanos após os ataques. Jon Bon Jovi explicou à Billboard que todo artista precisou repensar o que colocava no mundo depois daquele dia. "Para mim, foi inevitável", disse o vocalista, lembrando que o condado onde mora foi o mais atingido de Nova Jersey, com 163 famílias afetadas. Como recordou o Ultimate Classic Rock, o disco estreou em segundo lugar na parada Billboard 200, embora o cantor tenha avisado que não queria fazer um "álbum do 11 de Setembro".




Iced Earth – "When the Eagle Cries" (2004)

Balada de "The Glorious Burden", "When the Eagle Cries" saiu antes em versão acústica no EP "The Reckoning", com clipe dirigido por Brian Smith. Em entrevista ao Blabbermouth, Jon Schaffer disse que o vídeo captava tragédia, solidariedade e retaliação. "Ele me trouxe lágrimas aos olhos na primeira vez que o vi", contou. Os atentados também mexeram na formação: Matt Barlow, que já tinha gravado as vozes do álbum, perdeu o interesse pela banda e foi trabalhar na polícia de Georgetown, em Delaware. Tim "Ripper" Owens, ex-Judas Priest, regravou tudo.




Slayer – "Jihad" (2006)

Composta principalmente por Jeff Hanneman, com letra dividida com Tom Araya, "Jihad" narra os ataques do ponto de vista de um dos sequestradores e termina com palavras deixadas por Mohamed Atta, apontado pelo FBI como líder dos terroristas do primeiro avião. A faixa de "Christ Illusion", disco que marcou a volta de Dave Lombardo, foi comparada a "Angel of Death" e contribuiu para que a EMI recolhesse o álbum na Índia. Em entrevista de 2006 republicada pelo Louder, Araya disse que chocar nunca foi o objetivo e atribuiu a polêmica à ignorância alheia: "Não estamos endossando ações terroristas."



Testament – "The Evil Has Landed" (2008)

A resposta do Testament veio quase sete anos depois, em "The Formation of Damnation", disco que trouxe de volta Alex Skolnick e Greg Christian. O atraso tinha explicação. Em entrevista ao Metal-Rules, Chuck Billy contou que a banda praticamente não existia em 2001: o vocalista enfrentava um câncer, e todo o equipamento estava guardado em um depósito. "Naquele momento, eu não sabia se voltaria a tocar música algum dia", disse. A prioridade, segundo ele, era apenas viver e passar o máximo de tempo com a família.



Fear Factory – "Controlled Demolition" (2010)

Nem toda resposta foi homenagem. Em "Mechanize", álbum que marcou a volta de Dino Cazares após a reconciliação com Burton C. Bell, o Fear Factory abraçou a tese de que os ataques teriam sido uma operação interna, ideia rejeitada pela comissão oficial que investigou os atentados e responsabilizou a Al-Qaeda. No guia faixa a faixa divulgado pelo Blabbermouth, Bell questionou por que seria tão difícil acreditar em corrupção entre autoridades eleitas e afirmou que, considerando o pensamento alternativo, "talvez você veja que há verdade por trás da falsa bandeira" (ataque executado para parecer obra de outro grupo).




Fonte: Whiplash.net


quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Slipknot lança “Arsenal”, primeira música oficial com Eloy Casagrande

 



Depois de meses de expectativa em torno das gravações com Eloy Casagrande, finalmente é possível ouvir o resultado. O Slipknot lançou de surpresa “Arsenal”, primeira música inédita do grupo em mais de três anos e também a primeira gravação oficialmente disponibilizada com o baterista brasileiro.

A faixa chegou acompanhada de um videoclipe dirigido por M. Shawn “Clown” Crahan, com participação do ator Jackson White. Para Corey Taylor, a composição consegue resumir diferentes aspectos da identidade do Slipknot dentro de uma única música.

É uma experiência absolutamente esmagadora. Acho que ela encapsula tudo aquilo que fazemos.”


Eloy finalmente entra na discografia do Slipknot

Eloy foi anunciado como integrante do Slipknot em 2024, depois de sua saída do Sepultura. Desde então vinha construindo sua história com o grupo exclusivamente nos palcos.

Isso muda com “Arsenal”. O brasileiro já havia participado das sessões recentes da banda e Jim Root revelou, em julho, que uma quantidade considerável de material estava sendo desenvolvida com o produtor Matt Wallace. Na ocasião, o guitarrista descreveu algumas dessas ideias como algo diferente de tudo que o Slipknot havia feito anteriormente.

O Mundo Metal acompanhou essas declarações, mas até agora faltava justamente a parte mais importante: uma música terminada.

Arsenal” oferece a primeira oportunidade de observar como a bateria de Eloy será utilizada dentro de material criado especificamente com ele na formação, em vez de vê-lo interpretando as partes originalmente gravadas por Joey Jordison e Jay Weinberg.

Uma música hiperativa que muda de direção no final

Corey chama atenção principalmente para a dinâmica da faixa. Segundo o vocalista, “Arsenal” possui momentos de hiperatividade antes de chegar a uma queda pesada no trecho final. A composição passa ainda por elementos de Metal, Punk e cadências próximas do Hip Hop, algo que faz parte do vocabulário do Slipknot desde seus primeiros trabalhos.

A música estreou mundialmente no programa de Jack Saunders, na BBC Radio 1. Até o momento, o grupo não confirmou “Arsenal” como parte de um novo álbum. O último disco completo continua sendo “The End, So Far”, lançado em 2022.

Arsenal” é o primeiro lançamento do Slipknot através da (sic)est Records, selo próprio da banda, depois do encerramento de uma relação de aproximadamente 25 anos com a Roadrunner Records.

Portanto, a música inaugura duas fases ao mesmo tempo: Eloy finalmente entra oficialmente na discografia e o Slipknot passa a controlar seus novos lançamentos fora da gravadora que acompanhou praticamente toda sua ascensão mundial.

Ainda não sabemos se “Arsenal” é o primeiro passo para um álbum ou se o grupo continuará trabalhando com singles independentes.

O que já podemos afirmar é que a era Eloy Casagrande no Slipknot deixou de existir apenas no palco.

Checagem factual: Blabbermouth confirma “Arsenal” como a primeira música inédita do Slipknot em mais de três anos, primeira da fase com Eloy e primeiro lançamento pela (sic)est Records; o Mundo Metal já havia noticiado as sessões com Matt Wallace em julho.




Fonte: Mundometalbr.com

Shane Embury revive a paixão pelo heavy metal clássico no novo Absolute Power

 

O Absolute Power, projeto de Shane Embury e do produtor e vocalista Simon Efemey, divulgou Needs Must When The Devil Drives”, faixa-título de seu segundo álbum, que chegará em 6 de novembro pela Time To Kill Records. A música conta com a participação especial de Tim “Ripper” Owens, ex-vocalista do Judas Priest e Iced Earth, responsável pelos característicos gritos que aparecem em um dos momentos mais intensos do trabalho. O lançamento acontece 15 anos depois do primeiro álbum autointitulado do projeto. Ouça a nova faixa!



Além da participação de Ripper Owens, a composição possui um significado pessoal para Embury, que relembra o ambiente industrial e operário em que cresceu ao lado de Efemey, no West Midlands, durante a década de 1980.

Essa música, embora seja a faixa-título do nosso novo disco, também fala sobre como Simon e eu crescemos no West Midlands ouvindo Heavy Metal dos anos 1980 — todos os clássicos, como seria de esperar. As áreas de onde nós dois viemos eram muito industriais. Famílias da classe trabalhadora e, para nós, adolescentes, o Heavy Metal era nossa fuga das realidades cotidianas das nossas regiões — você fazia o que precisava fazer apenas para sobreviver.”

Um tributo ao metal que moldou a dupla

Essa relação com a música pesada clássica está no centro de “Needs Must When The Devil Drives”. O projeto buscou recuperar a sensação de aventura, grandiosidade e entusiasmo associada ao Heavy Metal que marcou a juventude de seus integrantes. Assim combinando riffs old school, melodias marcantes e composições de grande escala com uma energia contemporânea. Entre as principais referências estão Judas PriestSaxonBlack SabbathDio e a New Wave Of British Heavy Metal.



A produção do álbum levou cinco anos e reuniu músicos convidados para ampliar a sonoridade construída por Efemey e Embury. Ripper Owens, que já havia participado do primeiro disco, retorna justamente na faixa-título. Enquanto isso, Mark Gemini Thwaite, guitarrista de The Mission e Tricky, acrescenta camadas e texturas a diferentes músicas. O resultado procura, antes de mais nada, preservar a essência tradicional do projeto sem limitar suas possibilidades instrumentais.

Arte, formação e convidados

Porém, não há informa divulgadas quanto aos créditos da arte de capa de “Needs Must When The Devil Drives”. Na gravação, Simon Efemey assume os vocais, enquanto Shane Embury toca baixo e instrumentos adicionais. Entre os convidados estão Tim “Ripper” Owens nos vocais, Mark Gemini Thwaite e John Cooke nas guitarras. Assim como Carl Stokes e Joe Taylor na bateria, além de Dominik Gryzbon e Ilsa Nielson nas guitarras solo. O novo álbum do Absolute Power terá 11 faixas


01 “Needs Must When The Devil Drives” feat. Tim “Ripper” Owens

  • 02 “Saviour”

  • 03 “Kernscmelze”

  • 04 “Stand Up And Be Counted”

  • 05 “Within”

  • 06 “Mountain Of Hope”

  • 07 “Insanity”

  • 08 “Hammer Of Justice”

  • 09 “Praise The Fire”

  • 10 “Sheer Heart Attack”

  • 11 “Orphans Of The Storm” 


Fonte: Mundometalbr.com

terça-feira, 8 de setembro de 2026

Bangers Open Air anuncia primeiras atrações nacionais para a edição 2027

 A organização do Bangers Open Air anunciou mais três atrações para sua quinta edição. Em ritmo de comemoração ao Dia da Independência, o festival exalta o orgulho e a riqueza do metal brasileiro com a confirmação de três renomadas bandas nacionais no line-up: Claustrofobia, Tuatha de Danann e Taurus.



Confirmado para os dias 24 e 25 de abril de 2027, no Memorial da América Latina, em São Paulo, o evento celebrará a diversidade e o vigor do metal e do rock pesado em dois dias épicos.


CLAUSTROFOBIA

Após oito anos longe dos palcos nacionais, o Claustrofobia - referência do metal brasileiro fundada pelos irmãos Marcus e Caio D'Angelo em 1994 - marca seu retorno ao Brasil como atração confirmada do Bangers Open Air 2027. Com uma sonoridade agressiva que mescla thrash, death metal e hardcore, a banda consolidou sua carreira internacional nos últimos anos em Las Vegas, lançando o álbum Unleeched (2022) e realizando turnês ao lado de ícones do gênero, incluindo a turnê de despedida do Sepultura em 2024. Agora, com nova formação e trabalhando em seu oitavo disco de estúdio, o grupo se prepara para celebrar mais de três décadas de estrada em um show explosivo no país.



TUATHA DE DANANN

Pioneiros incontestáveis do folk metal na América Latina, os mineiros do Tuatha de Danann trazem ao Bangers Open Air sua assinatura sonora inconfundível: uma mistura vibrante de peso extremo com melodias ancestrais e instrumentos tradicionais celtas. Com 30 anos de estrada acumulados desde a sua fundação em Varginha (MG), o grupo traz na bagagem o peso histórico de marcos como a icônica apresentação no festival de Wacken (Alemanha), em 2005, e uma discografia aclamada que vai de Tingaralatingadun (2001) ao mais recente The Nameless Cry (2023). Flautas, violinos e gaitas de fole se somarão aos riffs pesados para transformar o show em uma celebração festiva e mística.



TAURUS

Verdadeira instituição do thrash metal nacional, o Taurus desembarca em 2027 para celebrar mais de quatro décadas na vanguarda da música pesada brasileira. Formado no Rio de Janeiro em 1985 e revelado pela lendária Rádio Fluminense, o grupo é responsável por obras fundamentais do estilo no país, a começar pelo clássico Signo de Taurus (1986). Liderado por Rudi Sgarbi (vocal), Cláudio Bezz (guitarra), Felipe Melo (baixo) e Sérgio Bezz (bateria), o quarteto apresenta a turnê "Taurus 1985", que faz um apanhado histórico de sua discografia. O show também antecipa a nova fase da banda, impulsionada pelo single recente "Dark Ages" (com participação de Prika Amaral, da Nervosa) e pelo anúncio de um novo álbum de estúdio.



GARANTA SUA PRESENÇA NO FESTIVAL DE METAL MAIS AMADO DO BRASIL


SÁBADO, 24 DE ABRIL DE 2027


LACUNA COIL

FLOOR JANSEN

SOEN

QUIET RIOT

KK'S PRIEST

W.E.T.


DOMINGO, 25 DE ABRIL DE 2027


ELUVEITIE

SOILWORK

KANONENFIEBER

BLAZE BAYLEY

METAL CHURCH


A venda geral dos ingressos para o Bangers Open Air 2027 está oficialmente aberta desde 04 de setembro. Os ingressos estão disponíveis pela plataforma Clube do Ingresso.


Acesse para conferir valores, condições e setores disponíveis.


Fonte: Whiplash.net

Summer Breeze vende todos os ingressos para a edição 2027 em tempo recorde

 A organização do festival alemão Summer Breeze anunciou já ter vendido todos os ingressos para a edição 2027. O evento acontecerá entre 18 e 21 de agosto e celebrará 30 anos de sua primeira realização, tendo ocorrido de forma ininterrupta desde então – com exceção de 2020 e 2021, devido à pandemia de Covid-19.

Até o momento, 63 atrações foram confirmadas. O cast pode ser conferido na imagem abaixo. A previsão é de que mais de 120 novos nomes sejam acrescentados até o início da festa.



"Estamos muito felizes em anunciar que todos os ingressos para o Summer Breeze 2027 estão esgotados. Este é um momento histórico para nós, pois pela primeira vez conseguimos anunciar que os ingressos se esgotaram logo no início de setembro.

Estamos imensamente gratos pela confiança e lealdade de vocês. O fato de terem escolhido o Summer Breeze com tanta antecedência não é algo que tomamos como garantido. Muito obrigado! Já estamos extremamente empolgados com a celebração do nosso 30º aniversário no ano que vem."

O Summer Breeze se tornou um dos maiores festivais independentes voltados ao heavy metal e suas diferentes vertentes em todo o planeta. Chegou a ter duas edições no Brasil em 2023 e 2024. Atualmente, o evento nacional se chama Bangers Open Air.


Fonte: Whiplash.net



SLAYER faz primeiro show do ano comemorando 40 anos de “Reign in Blood”; veja vídeos

 


Slayer realizou na sexta-feira, 4 de setembro, seu primeiro show de 2026 no Mystic Lake Amphitheater, em Shakopee, Minnesota. A apresentação deu início às celebrações pelos 40 anos de Reign in Blood, terceiro álbum do grupo. DownSuicidal Tendencies e Hatebreed fizeram a abertura da noite.

O repertório apresentado por Tom Araya (baixo e vocais), Kerry King (guitarra), Gary Holt (guitarra) e Paul Bostaph (bateria) foi dividido em duas partes. Inicialmente, o quarteto apresentou 13 músicas de diferentes momentos da carreira da banda, incluindo South of HeavenWar EnsembleSeasons in the AbyssDead Skin Mask e Hell Awaits.

Na segunda parte, o grupo executou Reign in Blood na íntegra, encerrando a apresentação com, claro, Raining Blood. Tocar o disco em sua totalidade assegurou alguns resgates importantes: Piece By PieceNecrophobic e Criminally Insane não eram tocadas desde 2014; Altar of Sacrifice não aparecia no repertório desde 2015; e Jesus Saves estava fora dos shows desde 2019.

Veja vídeos, gravados por fãs, ao final desta matéria.

Setlist

  1. South Of Heaven

  2. Hate Worldwide

  3. Disciple

  4. Mandatory Suicide

  5. Repentless

  6. War Ensemble

  7. When The Stillness Comes

  8. Jihad

  9. Seasons In The Abyss

  10. Born Of Fire

  11. Dead Skin Mask

  12. Hell Awaits

  13. 213

 

Reign in Blood:

  1. Angel Of Death

  2. Piece By Piece

  3. Necrophobic

  4. Altar Of Sacrifice

  5. Jesus Saves

  6. Criminally Insane

  7. Reborn

  8. Epidemic

  9. Postmortem

  10. Raining Blood

 

ESPECIAL REIGN IN BLOOD NA NOVA EDIÇÃO DA ROADIE CREW, #293

A nova edição da revista ROADIE CREW, #293, traz como matéria de capa um especial dedicado aos 40 anos do álbum Reign in Blood, do Slayer.


SLAYER NO BRASIL EM 2026


O Slayer virá a América-Latina em dezembro. A banda passará por Bogotá (COL), Santiago (CHI), Buenos Aires (ARG), São Paulo (BRA) e Cidade do México (MÉX), com produção da 30e e da Move Concerts.

Em São Paulo, o Slayer se apresenta no dia 17 de dezembro, no Nubank Parque, estádio da Sociedade Esportiva Palmeiras. Tom Araya, Kerry King, Gary Holt e Paul Bostaph tocarão a obra-prima Reign in Blood na íntegra, em celebração de 40 anos do disco, além de outros clássicos de sua discografia.

No Brasil, o Slayer terá a companhia de outros dois peso-pesados do metal: Kreator e os paulistanos do Korzus.




Fonte: Rockbrigade.com.br