quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Grave Digger prepara novo capítulo com o álbum “Faces Of Pain”

 

O Grave Digger lançará seu novo álbum de estúdio, “Faces Of Pain”, em 15 de janeiro de 2027 pela Reaper Entertainment. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (16), com a revelação da capa criada pelo artista Uwe Jarling. O disco dará sequência à abordagem direta e tradicional apresentada pela banda alemã em “Bone Collector”, trabalho que celebrou seus 45 anos de carreira.

Há mais de quatro décadas, o Grave Digger ocupa um lugar importante na história do Heavy Metal alemão. Liderado pelo vocalista Chris Boltendahl, o grupo construiu sua trajetória com clássicos como “Heavy Metal Breakdown”, “Tunes Of War” e “Rebellion (The Clans Are Marching)”. Agora, “Faces Of Pain” mantém as raízes Old-School da banda, mas aposta em uma composição descrita como energética, agressiva e diversificada.

Chris Boltendahl destaca nova parceria criativa

O frontman Chris Boltendahl comentou:

Finalmente chegou a hora: com nosso novo álbum “Faces Of Pain”, estamos abrindo um novo capítulo furioso. Este disco está repleto de uma quantidade incrível de coração, suor e pura paixão. Como podemos descrever melhor o resultado?”



Arte de capa do vindouro álbum “Faces Of Pain”

“O que ficou para trás foi um esforço criativo extraordinário. Em particular, minha colaboração com Tobias Kersting na guitarra cresceu incrivelmente forte e se desenvolveu em uma parceria criativa profundamente enraizada. Os riffs dele, minhas letras e nossa visão compartilhada desencadearam uma dinâmica incrível. O resultado é um trabalho maduro, porém altamente explosivo, da fase mais recente da carreira, que combina de maneira intransigente todas as características clássicas que nossos fãs amam há décadas.”

Em seguida, Chris concluiu:

“Faces Of Pain” mostra o Grave Digger em uma de suas fases mais diversificadas dos últimos tempos. Seguimos consistentemente nosso próprio estilo — um estilo que nós mesmos moldamos ao longo dos anos. O notável é que não nos copiamos por um único segundo, mas cada música e cada nota carregam inequivocamente o som poderoso e característico da banda. Preparem-se para um verdadeiro monstro do Metal!”

Riffs, refrões e um lado mais sombrio

Musicalmente, “Faces Of Pain” combina riffs afiados, refrões grandiosos e os vocais ásperos de Boltendahl. Faixas como “Faces Of Pain” e “Satan’s Tango” exploram o Heavy Metal veloz, enquanto “The Number”, “Legends Never Die” e “When The World Is Calling You” seguem uma abordagem mais cadenciada e guiada pelos riffs. Já “Dead Sun” e “Say Hello To The Devil” revelam uma faceta especialmente pesada e sombria do grupo.

Produzido por Chris Boltendahl no Graveyard Studios, em Senden, na Alemanha, o álbum chega enquanto o Grave Digger ultrapassa 45 anos de existência. A partir de janeiro de 2027, o grupo também levará as novas composições aos palcos durante a “Legends Never Die Tour”, mantendo a celebração de sua longa trajetória ao lado do material inédito.


Fonte: Mundometalbr.com

Disco novo do Anthrax tem música que mistura Slayer e Metallica da era "Load"

 Os fãs da banda de thrash metal Anthrax aguardaram 10 anos por um novo disco de inéditas. O intervalo começou após o lançamento de "For All Kings" (2016) e será encerrado no dia 18 de setembro, quando "Cursum Perficio" enfim chegará às plataformas digitais.

"Cursum Perficio" foi resenhado por Paul Travers, da Metal Hammer. Em seu texto, parcialmente reproduzido a seguir, ele cita uma música do trabalho que apresenta elementos de dois nomes do "Big Four" do thrash metal:

"'Watch It Go' traz uma pegada áspera do Slayer e a combina com riffs graves e grudentos que não soariam totalmente deslocados na era 'Load' do Metallica."


Ouça Aqui!


quarta-feira, 16 de setembro de 2026

Rammstein: filme do show Live In Mexico City chegará aos cinemas de todo o mundo em novembro

 

Notícia bacana para quem é fã de metal industrial e Rammstein! O filme do show Live In Mexico City chegará aos cinemas de todo o mundo em 04 de novembro. O trabalho é o registro definitivo da trinca triunfal de shows na Cidade do México – presenciada por quase 200 mil fãs – e da turnê mundial em estádios que, entre 2019 e 2024, lotou gramados ao redor do globo com chamas e som pesado.

Filmado em 4K, o longa-metragem do show levará toda a intensidade e a adrenalina da experiência ao vivo do grupo alemão para as telas de cinema, com os caras apresentando versões grandiosas de sucessos que abrangem toda a sua trajetória, incluindo Armee Der Tristen, Deutschland, Du Riechst So Gut, Sonne, Du Hast, Te Quiero Puta e muitas outras.

A obra terá distribuição mundial pela Trafalgar Releasing, exceto na Alemanha, Áustria, Suíça, Liechtenstein, Alto Ádige e Luxemburgo, onde o filme chegará pela Filmwelt Distribution.

Com direção de Paul Dugdale (The Rolling Stones, Taylor Swift, Elton John e Adele), Rammstein – Live In Mexico City também sairá nos formatos físico e digital em 20 de novembro.

Desde o seu começo de carreira na cidade de Berlin, o Rammstein tem em sua formação o expediente de Till Lindemann (vocal), Paul Landers (guitarra), Richard Z. Kruspe (guitarra), Flake (teclado), Oliver Riedel (baixo) e Christoph Schneider (bateria).



Fonte: Rockbizz.com.br

Autobiografia de Dani Filth, vocalista do Cradle of Filth, chega em junho

 


A autobiografia do vocalista do CRADLE OF FILTH, Dani Filth, “The Filth: My Life In Devilry And Debauchery”, chegará em junho de 2027 via Little, Brown Book Group, uma divisão da Hachette UK. O livro foi coescrito por Joel McIver, o autor britânico cujos cerca de 25 livros até o momento incluem o best-seller “Justice For All: The Truth About Metallica”, publicado pela primeira vez em 2004 e lançado em nove idiomas desde então.

Filth comentou: “Filthlings, eu tenho uma notícia épica, eu escrevi um livro! Publicando no próximo mês de junho, em ‘The Filth: My Life In Devilry And Debauchery’, vou levar vocês em uma jornada de 50 anos, desde uma infância idílica no condado de bruxas de Suffolk, passando pelos meus anos rebeldes de adolescência com skate, trapaças e palhaçadas satânicas, até a minha descoberta do extreme metal, hardcore punk e algumas viagens movidas a cogumelos pelos reinos do caos psíquico”.



Passamos rapidamente por minhas primeiras bandas, como Carnival Fruitcake, Feast On Excrement e Hash Gordon & the Drug Barons From Mars, antes do nascimento violento do CRADLE OF FILTH e do início de uma campanha de batalha de quatro décadas ao redor do mundo. Ao longo do caminho, visitamos o ‘Never Mind The Buzzcocks’ da BBC e o ‘Viva La Bam’ da MTV, policiais franceses tentam quebrar meus polegares, assassinos confessam seus crimes, sou mantido sob a mira de uma arma no Vaticano, quase sou decapitado por uma lata de feijão que explode e tanto Jagermeister é consumido que meu sangue praticamente fica verde. Você pode não terminar este livro com sua sanidade intacta. Eu mal consegui!”


Fonte: Rockbrigade.com.br

Godflesh lança a música ‘Master And Slave’, que estará no álbum ‘Decay’

 

Os pioneiros britânicos do industrial metal GODFLESH lançarão seu décimo e penúltimo álbum, “Decay”, em 25 de setembro via Relapse Records. A feroz faixa de abertura do LP, “Master And Slave”, já pode ser ouvida abaixo.

A música, para mim, raramente está completa”, diz o idealizador do GODFLESH, Justin Broadrick, “mas ela precisa chegar a um ponto em que já chega. Criativamente, precisa haver autodisciplina. A pessoa tem que terminar.”

Broadrick está se referindo principalmente ao processo nebuloso de compor e arranjar músicas em suas várias formas potenciais, mas ele poderia muito bem estar descrevendo a conclusão iminente do GODFLESH. Apenas três anos após o peso hipnótico de “Purge”, 25 anos após um hiato incerto que quase destruiu a banda, e 38 anos desde o início do grupo, Broadrick e o baixista Ben Green se preparam para esmagar impiedosamente este mundo frio com seu décimo e penúltimo álbum, “Decay”, que chega em 25 de setembro de 2026 pela Relapse.





Ao longo das décadas, o GODFLESH emergiu como um pioneiro indiscutível do metal, talvez até mesmo um gênero à parte. Enquanto os anos 1980 ruíam para dar lugar aos anos 1990, o GODFLESH atingiu o mundo da música pesada com toda a força do asteroide de Yucatán. No impacto, o álbum de estreia “Streetcleaner” vaporizou qualquer coisa em sua vizinhança imediata, encantando totalmente seu público inicial, e à medida que sua pluma de fumaça e influência atingia todos os continentes habitados do planeta, músicas de menor expressão foram extintas ou rastejaram para a irrelevância. Assim começou um reinado de mais de dez anos de destruição sonora por meio de álbuns como “Pure” e “Hymns”, que agarraram as entranhas e colonizaram a psique, por meio de EPs como “Slavestate” e “Messiah”, que detonaram como granadas de morteiro miradas com precisão, e por meio de todos os experimentos com batidas e samplings que provaram o quão versátil o GODFLESH poderia ser enquanto operava dentro de seus próprios limites autoimpostos.

Após um hiato de nove anos, o GODFLESH despertou novamente, e o EP “Decline & Fall” inaugurou outra era fértil que nos presenteou com o violento disco de retorno, “A World Lit Only By Fire”, e sua sequência com nuances de textura mais sutis, “Post Self”.

É tudo puramente instintivo”, diz Broadrick sobre os altos e baixos da banda ao longo dos anos. “Eu componho e crio quando apropriado, e conforme sinto e preciso.”

Então, quando “Post Self” foi concluído, Broadrick parou, porque não sentia mais que o GODFLESH era necessário. Mas durante o isolamento da pandemia em 2020, novas chamas se acenderam na mente de Broadrick — no meio da noite, segundo ele — e o GODFLESH brilhou novamente, desta vez com resultados quase avassaladores.

“‘Decay’ nasceu das mesmas sessões de ‘Purge'”, declarou Broadrick sobre as seis faixas do novo disco. “Era um grande conjunto de músicas. Escolhi o que achei apropriado para o que queria alcançar com ‘Purge’, com a intenção de lançar as músicas que não se encaixavam como um novo álbum no prazo de um ano após o lançamento de ‘Purge’. Infelizmente, dois anos se passaram enquanto eu considerava gravadoras externas, para que eu não precisasse mais lançar o GODFLESH de forma independente, mas levou um tempo enorme para estabelecer um lar confortável para mim. As gravações estavam prontas, mas como é costume para mim, mudei muita coisa assim que voltei a elas.”

Tendo unindo forças agora com a Relapse Records, o GODFLESH está pronto para lançar uma série de sons ainda mais ousada e sombria em “Decay”. Essas músicas chegam pouco depois de Broadrick publicar uma declaração pública sobre uma grande cirurgia abdominal a que foi submetido no início deste ano.

Felizmente, todas as gravações para ‘Decay’ foram concluídas muito antes da cirurgia, incluindo os vocais… embora a parte final de algumas músicas tenha sido gravada com a própria hérnia, e isso foi uma luta”, explicou Broadrick. “Eu já tinha consciência de que o grito do GODFLESH, por assim dizer, estava exacerbando muito a hérnia, assim como cada apresentação do GODFLESH no período que antecedeu a cirurgia, uma vez que a hérnia apareceu, e a hérnia foi causada principalmente por anos e anos gritando no GODFLESH. O álbum foi mixado após a cirurgia, enquanto eu ainda estava com alguma dor e um desconforto considerável, mas felizmente o GODFLESH é geralmente eu expressando minha dor, embora [normalmente] mental, filosófica e existencial, enquanto esta era uma dor física.


”Fonte: Rockbrigade.com.br

Trivium lança vídeo de sua nova música, "Dead Inside of Me"

 O Trivium divulgou nesta quarta-feira (16 de setembro) o vídeo de sua nova música, intitulada "Dead Inside of Me". A faixa dá continuidade ao EP "Struck Dead" (2025) e marca a estreia em estúdio do baterista Alex Rüdinger, que passou a integrar a formação da banda no final do ano passado.

Segundo nota oficial, a nova música do Trivium mostra a banda "em sua melhor forma, com [Matt] Heafy e companhia diminuindo o ritmo para encontrar uma batida pulsante que culmina em um refrão que vai ficar na sua cabeça por dias. Há floreios entre as batidas, criando uma composição enganosamente complexa que é realmente arrasadora".

"Dead Inside of Me" ganhou um clipe, dirigido por Pavel Trebukhin e produzido por Denis Kotegov. O vídeo foi disponibilizado no YouTube e pode ser visto no player a seguir.


Fonte: Whiplash.net

At the Gates relembra o vocalista Tomas Lindberg, falecido há um ano

 Um dos grandes nomes da história do metal extremo, Tomas Lindberg, vocalista do At the Gates, faleceu no dia 16 de setembro de 2025. O músico sueco tinha 52 anos e morreu em decorrência de complicações relacionadas ao tratamento de um câncer.



No dia em que a morte de Tomas completou um ano, o At the Gates homenageou seu frontman. Por meio de suas redes sociais, a banda de melodic death metal compartilhou uma bonita mensagem, abaixo reproduzida:

"Hoje faz um ano que você nos deixou. Ainda parece incompreensível, e a dor de te perder continua imensa. O mundo sem você parece um lugar vazio e ainda estamos aprendendo a navegar pela vida sem sua presença."

"Você foi uma das pessoas mais gentis, generosas e engraçadas que tivemos a oportunidade de conhecer, e nos sentimos incrivelmente afortunados por termos tido a chance de sermos seus amigos e de criar música juntos."

"Gostaríamos também de expressar nossa mais profunda e sincera gratidão a todos os fãs por suas palavras gentis, histórias e fotos do Tomas."


O último disco gravado por Tomas é "The Ghost of a Future Dead", oitavo álbum de estúdio do At the Gates, lançado em abril de 2026. O trabalho sucede "The Nightmare of Being" (2021).


Ouça aqui!



Fonte: Whiplash.net

Falling in Reverse lança "Joseph" com Corey Taylor e Serj Tankian em colaboração inédita

 O FALLING IN REVERSE acaba de lançar "Joseph", novo single que reúne Ronnie Radke, Corey Taylor, do SLIPKNOT, e Serj Tankian do SYSTEM OF A DOWN. A faixa marca a primeira vez que Taylor e Tankian aparecem juntos em uma mesma música.


Comandado pelo versátil RONNIE RADKE - cujos vocais transitam entre o gutural, o rap e até o operático com uma fluidez impressionante - o FALLING IN REVERSE aposta em uma composição que alterna momentos mais delicados, conduzidos pelo piano, com riffs explosivos de guitarra, elementos eletrônicos, bateria tonitruante e trocas de andamento de causar torcicolo até nos headbangers mais calejados. A dinâmica da faixa permite que cada convidado explore características bastante conhecidas de seus respectivos trabalhos.



Corey Taylor surge em uma sequência de clima mais agressivo, utilizando sua verdadeira metralhadora gutural enquanto participa de uma batalha simulada com Radke no videoclipe. Já Serj Tankian aparece tanto em um trecho mais pesado repleto das harmonias vocais típicas do SYSTEM OF A DOWN no início, assim como em um trecho mais melódico no final, cuja sonoridade remete à melancolia de faixas como "Aerials" e "Soldier Side", antes de reunir os três frontmen para mais uma pedrada sonora.

O videoclipe foi novamente dirigido por Jensen Noen, cineasta que se tornou uma peça fundamental na construção da identidade visual do FALLING IN REVERSE ao lado de RONNIE RADKE. Os dois desenvolveram, ao longo de uma série de produções, um universo cinematográfico interconectado em que os videoclipes funcionam como capítulos de uma narrativa maior, com continuidade entre personagens, acontecimentos e elementos visuais.


Essa abordagem ganhou força com trabalhos como "Zombified", "Watch the World Burn", "Ronald" e "Prequel", que apresentam RADKE como uma figura recorrente, quase divina, capaz de atravessar diferentes cenários e confrontar robôs, magos, demônios e outras ameaças em meio a paisagens apocalípticas. As produções combinam ficção científica, fantasia, violência e efeitos visuais de grande escala.


"Joseph" é o terceiro lançamento do FALLING IN REVERSE desde o álbum "Popular Monster", de 2024. Antes dele, a banda divulgou "God Is a Weapon", com MARILYN MANSON, e "All My Women", colaboração com HARDY.


Até o momento, o FALLING IN REVERSE não anunciou um novo álbum. Portanto, ainda não se sabe se as três faixas serão incluídas em um futuro disco ou permanecerão como lançamentos independente


Fonte: Whiplash.net

terça-feira, 15 de setembro de 2026

Rammstein anuncia filme "Live In Mexico City" para novembro

 Em 2022, o Rammstein levou sua grandiosa produção de estádio à América do Norte pela primeira e até agora única vez. Sete aviões 747 e cerca de 210 membros da equipe transportaram a experiência pirotécnica e teatral em 12 apresentações ao ar livre que começou em 21 de agosto e incendiou Canadá e Estados Unidos. O encerramento aconteceu com uma série de três noites no estádio Foro Sol, na Cidade do México - com capacidade para 65.000 pessoas -, nos dias 1, 2 e 4 de outubro.


"Rammstein - Live In Mexico City" é o registro definitivo dessa trinca triunfal de apresentações, presenciada por quase 200.000 fãs extasiados. Filmado em 4K, o filme conta com direção do premiado Paul Dugdale (cujos trabalhos anteriores incluem parcerias com Rolling Stones, Taylor Swift, Elton John e Adele). A obra será lançada nos cinemas de todo o mundo dia 4 de novembro, por tempo limitado. O álbum ao vivo correspondente será disponibilizado em formatos físico e digital em 20 de novembro.

A lista completa de cinemas estará disponível no site a partir de 23 de setembro. Para atualizações sobre as exibições e para se cadastrar para receber mais informações, acesse este site [www.rammsteinmexico.live]. O trailer oficial pode ser conferido no player abaixo.



Nos últimos dois anos, o Rammstein não realizou qualquer atividade. Meses atrás, os fãs ficaram eufóricos quando a banda registrou títulos de novas composições no banco de dados da GEMA (Sociedade Alemã para Direitos de Execução e Reprodução Mecânica da Música).


Fonte: Whiplash.net

Segundo álbum solo de Kerry King será uma ‘extensão’ do primeiro disco

 

Durante uma aparição no último episódio do podcast “100 Songs That Define Heavy Metal”, apresentado pelo CEO da Metal Blade Records, Brian Slagel, o guitarrista do SLAYER, Kerry King, falou sobre o próximo álbum de sequência de sua estreia solo, “From Hell I Rise”, que saiu em maio de 2024 via Reigning Phoenix Music.

Estou empolgado com isso. Há tantas, tantas coisas divertidas rolando sobre este disco. O produtor Josh Wilbur está fazendo isso de novo, e minha assessora de imprensa me daria um soco se eu entregasse demais. Mas acho que é uma extensão maravilhosa do primeiro álbum. Acho que todo mundo que foi meu fã ao longo da história vai gostar totalmente. A introdução, para mim, é uma das melhores introduções que já criei, então estou ansioso para ouvir o que as pessoas dizem sobre ela quando sair. É um tiro certeiro. É esmagador pra caralho.”

King e sua banda solo se apresentaram ao vivo pela primeira vez em nove meses no dia 4 de julho no Summerfest em Milwaukee, Wisconsin.

King foi a atração principal do palco Miller Lite Oasis no evento como substituto do MEGADETH, que cancelou sua participação no Summerfest em abril, citando um “conflito imprevisível de agenda”.

Kerry estava programado para entrar em estúdio em abril de 2026 para começar a gravar a sequência de “From Hell I Rise”. Uma nova turnê em apoio ao próximo trabalho será lançada no início de 2027, de acordo com a agência de talentos Independent Artist Group, que recentemente assinou com o SLAYER e a banda solo de King para representação fora dos EUA e Canadá.

Em uma entrevista de 2025 para a Reigning TV da Reigning Phoenix Music, King disse sobre seus planos para seu segundo álbum solo: “Bem, é vago porque há planejamento, há a perspectiva de uma gravadora, mas já temos material suficiente para o próximo. Acabei de começar a escrever letras para ele. Enviei para o cantor Mark Osegueda. Ele recebeu a primeira música no outro dia. Então, contanto que eu consiga mexer meu traseiro e fazer algumas letras acontecerem, adoraria gravar antes do Ano Novo e depois simplesmente entregar para a gravadora e dizer: ‘Quando vocês quiserem, está aí.’ Se ficar para janeiro, fevereiro, tudo bem também, porque não acho que faremos nenhum show. Mas quero manter esses caras trabalhando porque você tem que manter o trem rodando… Mark gosta das letras também.” Osegueda concordou, dizendo: “Eu gosto. As letras para a música nova são viscosas.”

Juntando-se a Kerry em sua nova banda estão Osegueda (DEATH ANGEL), o guitarrista Phil Demmel (MACHINE HEAD, VIO-LENCE), o baixista Kyle Sanders (HELLYEAH) e o baterista Paul Bostaph (SLAYER)


Fonte: Rockbrigade.com.br



KISS lançará uma edição de luxo para celebrar os 50 anos de Rock And Roll Over

 

O KISS lançará uma edição de luxo para celebrar os 50 anos de Rock And Roll Over. O álbum, que foi o quinto registro de estúdio da banda e saiu originalmente em 1976, chegará em um box set oferecendo aos fãs uma experiência em 4 CDs e Blu-ray de áudio, com um total de 130 faixas – incluindo mixagens inéditas.

A mixagem original do trabalho foi recentemente remasterizada a partir das fitas analógicas estéreo originais para o CD 1 por Bernie Grundman, responsável pela masterização de todo o áudio. O CD 2 apresentará uma mixagem estéreo totalmente nova, realizada pelo produtor original Eddie Kramer, conferindo ao álbum uma sonoridade de rock mais moderna e aproveitando os 50 anos de experiência técnica de Kramer desde a entrega inicial do trabalho.

O CD 3 trará 22 faixas inéditas, incluindo demos, sobras de estúdio e mixagens alternativas, entre elas nove demos de Gene Simmons, as gravações do Davlen Sound Studios, versões estendidas e a faixa instrumental inacabada Queen For A Day.

No final da Rock And Roll Over Tour, em abril de 1977, o KISS se apresentou no Japão pela primeira vez na história. Com isso, o CD 4 trará uma seleção de músicas das quatro noites no Nippon Budokan, em Tóquio, com novas mixagens feitas a partir das fitas analógicas multipista originais por Eddie Kramer.

Já o Blu-ray contará com novas mixagens em Dolby Atmos e som surround 5.1 para a mixagem original do álbum de 1976, realizada por David Frangioni, bem como mixagens em Dolby Atmos e som surround 5.1 para a nova mixagem do álbum de 2026, feita por Eddie Kramer.

Além disso, o disco Blu-ray oferecerá áudio de alta resolução (24 bits/192 kHz e 24 bits/96 kHz) da mixagem estéreo original do álbum de 1976 e da inédita mixagem estéreo do álbum de 2026 (24 bits/96 kHz), assinada por Kramer.


Fonte: Rockbizz.com.br

Burton C. Bell finaliza primeiro álbum solo e promete reunir diferentes fases de sua carreira

 

O ex-vocalista do Fear Factory, Burton C. Bell, está nos estágios finais de gravação de seu primeiro álbum solo. Em entrevista a Pierre Gutiérrez, do Rock Talks, o cantor revelou que trabalha atualmente em Los Angeles para concluir o material, que terá dez músicas inéditas e buscará reunir diferentes influências acumuladas ao longo de sua trajetória. Antes do disco, Bell apresentou quatro singles: “Du Hast”, cover do Rammstein, em 2023, “Anti-Droid” e “Technical Exorcism”, em 2024, e “Savages”, em 2025.

Estou aqui em L.A. [Los Angeles] finalizando isso agora, gravando. Temos 11 músicas, músicas novas. Tenho mais uma música para gravar — bem, duas músicas para terminar — e então vou começar a procurar [uma gravadora].”

O vocalista esclareceu ainda que os singles anteriores não farão parte da edição principal do trabalho.

São 10 músicas novas — músicas completamente novas.”

Savages”, contudo, poderá aparecer como faixa bônus, por ter sido o primeiro single gravado com a banda que atualmente o acompanha.


Busca por gravadora e possíveis convidados

Quanto ao lançamento, Bell espera colocá-lo no mercado em breve e pretende encontrar uma gravadora que ofereça distribuição e suporte para divulgação. Depois de administrar os singles de maneira independente, ele considera que uma parceria poderia facilitar investimentos em assessoria de imprensa e até mesmo em uma futura turnê. Por fim, o cantor também afirmou estar disposto a conversar com qualquer selo que apresente uma proposta interessante:

Vou falar com quem quer que eu possa”, explicou. “Eu e minha equipe de gerenciamento vamos conversar com quem quer que possamos.”

Um álbum que reúne diferentes lados de Burton

A proposta musical também pretende escapar de uma fórmula específica. Burton C. Bell explicou que não deseja simplesmente reproduzir o som de nenhuma das bandas que fizeram parte de sua carreira, mas incorporar elementos de todas elas:

Algo que eu queria fazer com minha carreira solo — eu não queria focar em uma banda específica ou em um gênero específico, porque não estive apenas no Fear Factory. Estive no G/Z/R, no Ascension Of The Watchers e no City Of Fire. Fui vocalista convidado de muitas bandas diferentes. Fui vocalista convidado do Ministry por alguns anos. Então, o que decidi fazer foi encapsular tudo o que já fiz. Eu amo música pesada, groovada, sombria e melancólica. Portanto, estou pegando todas as minhas partes favoritas de todas essas bandas e criando um som completamente novo. Não estou tentando ser o Fear Factory, não estou tentando ser o City Of Fire, não estou tentando ser o The Watchers, não estou tentando ser o G/Z/R. Mas você pode ouvir elementos de tudo o que já fiz em todas as novas músicas.”

Ele continuou:

E é inconfundível. Assim que as pessoas ouvirem a música, talvez pensem: ‘Uau, o que está acontecendo aqui?’. Quer dizer, ainda é pesado, mas é como: ‘Ah, obviamente é ele cantando’. Então é como: ‘Ok, parece o Burton’. E aí: ‘Ah, isso é legal’.”

O disco ainda poderá contar com participações especiais. Burton revelou que conversa com algumas pessoas indicadas a ele, mas preferiu manter os nomes em segredo, limitando-se a dizer que são “velhos amigos”. Paralelamente, o músico prepara Obsolete By Word Of Mouth”, experiência de spoken word que celebrará os 30 anos de Obsolete”, clássico de 1995 do Fear Factory, com três eventos especiais programados para outubro em San Diego, Los Angeles e Las Vegas. A saída do Fear Factory, oficializada por Bell em setembro de 2020, encerrou uma longa fase marcada por conflitos internos. Em 2022, o vocalista explicou que abandonar o grupo havia sido difícil, mas que os anos anteriores, envolvendo processos e desentendimentos, o levaram a perceber que sua identidade e seu valor pessoal não dependiam do dinheiro, royalties ou direitos associados à banda. Seu último trabalho com o Fear Factory foi Aggression Continuum”, lançado em 2021, e agora Burton C. Bell prepara uma obra inteiramente nova para iniciar outro capítulo de sua carreira. 


segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Documentário ‘Long Live Def Leppard’ chega aos cinemas do exterior em janeiro

 

A divisão de cinema de eventos da Bleecker Street, a Crosswalk, adquiriu os direitos para a América do Norte do primeiro documentário de longa-metragem autorizado sobre o DEF LEPPARD, “Long Live Def Leppard”, um relato completo e com acesso total à jornada épica que a banda percorreu desde seus humildes começos no Reino Unido até um público global de fãs que continua até hoje. O documentário foi dirigido por Jeff Feuerzeig (“The Devil And Daniel Johnston”, “Author: The JT LeRoy Story”), que também produziu o documentário ao lado de Alice Rhodes e Sam Bridger para a VICE Studios, Nicholas Ferrall e Jeanne Elfant Festa da White Horse Pictures, Danny Gabai da The Searchers Documentary Films, e Brian T. Nugent da Sobey Road Entertainment. O filme está previsto para um lançamento nos cinemas no início de 2027.

Com mais de 110 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, dois prestigiados prêmios de diamante nos EUA e uma indução ao Rock And Roll Hall Of Fame, o DEF LEPPARD continua a causar um impacto duradouro na música rock, ultrapassando limites com seus shows ao vivo eletrizantes. Produzido em estreita colaboração com a banda, “Long Live Def Leppard” levará os fãs a uma jornada alucinante pelo mundo desta icônica banda de rock inglesa, com filmagens nunca antes vistas e acesso incomparável aos seus membros.

Nascida na cidade trabalhadora de Sheffield, a história do DEF LEPPARD é de uma irmandade inquebrável. Depois de explodir na cena global do rock com seus álbuns de sucesso “Pyromania” e “Hysteria”, a banda enfrentou dois capítulos devastadores: o acidente que mudou a vida do baterista Rick Allen, custando-lhe o braço, e a perda do guitarrista Steve Clark, cujos riffs marcantes e dinâmicos lhe renderam um lugar permanente entre as lendas da guitarra de todos os tempos. Essas tragédias se tornaram momentos definidores na história da banda, enquanto o DEF LEPPARD se reconstruía e se tornava uma das forças mais duradouras do rock. Hoje, o DEF LEPPARD continua a provar seu poder de permanência, lotando estádios e arenas ao redor do mundo e recentemente concluindo uma residência com ingressos esgotados no Caesars Palace em Las Vegas.

O filme teve produção executiva de Nigel Sinclair e Cassidy Hartmann da White Horse Pictures, Stuart Goldstein e Rosie Taylor da VICE Studios, Andrew Trapani da Sobey Road Entertainment, Emmerson G. Farrell, David Sze, David B. Kirk, Bruce Resnikoff e Adam Barker do Universal Music Group, Natalia Nastaskin e Rob Dippold da Primary Wave Music, Todd Lieberman da Hidden Pictures, Brian Monaco da Sony Music Publishing, e Mike Kobayashi da CSM Management. Amy Rattray, da VICE Studios, atua como produtora de linha. O acordo foi negociado por Avy Eschenasy para a Crosswalk e Kevin Iwashina da Audiovisuel em nome dos cineastas.

No verão de ’81, depois de ler sobre o DEF LEPPARD na Creem, eu vi a banda ainda não famosa abrir para Ozzy Osbourne em sua primeira turnê ‘Blizzard Of Ozz’ no Convention Hall de Asbury Park”, disse Jeff Feuerzeig, diretor, roteirista e produtor. “Aqueles jovens rapazes da classe trabalhadora de Sheffield estavam superando todas as expectativas e jogando para valer. Fiquei encantado, um fã para a vida toda. Tem sido uma honra colaborar com os caras e trazer sua história única, emocionante e muitas vezes bem-humorada de superação para as telas. Este não é o seu típico relato de sexo, drogas e rock ‘n’ roll. Vida longa ao DEF LEPPARD, com certeza!”

DEF LEPPARD é uma banda de rock única na vida, cuja história e apresentações ao vivo exigem ser vistas e ouvidas na tela grande”, disse o CEO da Bleecker Street, Kent Sanderson. “Fãs de longa data e aqueles que estão sendo apresentados ao grupo agora vão ficar impressionados com este olhar de alta energia, envolvente e, em última análise, emocionante sobre esta banda lendária.”


Fonte: Rockbrigade.com.br



Dominum pratica o zombie metal em uma mistura de Ghost, Sabaton e The Walking Dead

 

Dominum ainda é um nome relativamente anônimo fora de sua terra natal, Alemanha, mas isso pode mudar com o recém-lançado álbum, o quarto de sua carreira, que leva o nome de Night Is Calling. Em linhas gerais, o Dominum pratica o zombie metal em uma mistura de Ghost, Sabaton e The Walking Dead.

Em conversa com a Metal Hammer, Felix Heldt, sob o alter ego de Dr. Dead, falou sobre o conceito visual e sonoro do grupo.

Eu sei por que não existem outras bandas de zumbis: é porque é um pesadelo completo”, disse o cantor aos risos. “Conseguir o visual e encontrar uma maneira de levá-lo para a turnê sem parecer algo barato. E também ser rápido com isso. Não dá para levar três horas para fazer a maquiagem. Tivemos que agilizar o processo”.

Não é só a máscara, mas também os figurinos e as camadas de roupa”, acrescentou o cantor. “E todos nós suamos muito. Tem gente que sai do palco e você pensa: ‘Será que você realmente tocou’? A gente parece que acabou de sair de uma máquina de lavar. Mas você não percebe tanto isso quando está imerso na apresentação”.

Lembro que estava assistindo The Walking Dead e pensei: ‘Ok, existem bandas de piratas, bandas de lobisomens, muitas bandas de vikings… por que não existe uma banda de zumbis’? Resolvemos suprir esta lacuna na cena metal”, pontuou.

á em relação à perspectiva musical, ele falou: “Acho que, se você combinar Ghost e Sabaton, terá uma ideia de para onde isso caminha, pois sempre há um componente dramático. É algo emocional, mas que também busca ser épico o tempo todo”.

Quando você vê as máscaras, pensa que deve ser uma banda de death metal brutal, mas nós não somos caras do death metal. Nós gostamos de melodias”, completou o artista. 





Fonte: Rockbizz.com.br