sábado, 9 de maio de 2026

TESTAMENT lança a remasterização do clássico álbum “Practice What You Preach”

 Os ícones do thrash metal da Bay Area, TESTAMENT, lançaram hoje a reedição remasterizada de seu aclamado álbum de 1989, Practice What You Preach, via Nuclear Blast Records.

A versão Practice What You Preach (2026 Remaster) foi remasterizada por Justin Shturtz na Sterling Sound. O lançamento está disponível em formato digital e em vinil 180g (edição Yellow and Orange Swirl com Black Splatter, limitada a 1250 cópias no mundo). A edição conta com uma arte de capa inédita de Bill Benson (criador da arte original), um livreto de 20 páginas com fotos raras e documentos do arquivo pessoal de Chuck Billy e Eric Peterson, além de novas notas de encarte (liner notes).




obre o relançamento, Chuck Billy comentou:

“Estou muito empolgado com o lançamento remasterizado de Practice What You Preach pela Nuclear Blast. Com nova arte e um som muito mais encorpado que o original. Solte a agulha e bata cabeça!”

Compre aqui: https://testament.bfan.link/practice-what-you-preach-remastered

 

 

‘ENVY LIFE (2026 REMASTER)’ VISUALIZER:

 

Testament de volta à América do Sul em 2026:

Os fãs poderão conferir o TESTAMENT em turnê pela América Latina no final de 2026. Abaixo datas confirmadas:

20. Nov. – Mexico City – Mexico – Circo Volador
22. Nov. – San Jose – Costa Rica – Palacio de los Desportes
25. Nov. – Panama City – Panama – Vasco Nuñez de Balboa
27. Nov. – Bogota – Colombia – Chamorro City Hall
29. Nov. – Santiago – Chile – Teatro Caupolican
01. Dez. – Buenos Aires – Argentina – Teatro Flores
03. Dez. – Montevideo – Uruguay – MMbox
05. Dez. – Curitiba – Brazil – Tork N Roll – INGRESSOS
06. Dez. – São Paulo – Brazil – Carioca Club – INGRESSOS
08. Dez. – Limeira – Brazil – Mirage INGRESSOS
10. Dez. – Belo Horizonte – Brazil – Mister Rock – INGRESSOS
13. Dez. – Rio De Janeiro – Brazil – Sacadura 154 – INGRESSOS


O mais recente trabalho do TESTAMENT, Para Bellum, surge como um grito de guerra e uma observação sobre a complexa relação da humanidade com suas próprias criações. Em um cenário de aceleração tecnológica e desconexão crescente, o álbum reflete o caos moderno através de uma sonoridade urgente, afiada e visceralmente humana. O álbum foi lançado no Brasil pela parceria Shiinigami Records/Nuclear Blast e pode ser adquirido AQUI.


Fonte: RoadieCrew.com

Testament, Municipal Waste e Immolation fazem turnê conjunta no Brasil

 

A Liberation Music Company anuncia a passagem pelo Brasil de uma das turnês mais pesadas do calendário do metal em 2026. Testament, Municipal Waste e Immolation se apresentam juntos no país em dezembro, em uma sequência de cinco shows: Curitiba/PR, São Paulo/SP, Limeira/SP, Belo Horizonte/MG e Rio de Janeiro/RJ.

A reunião das três bandas em uma mesma turnê dá ao público brasileiro um amplo e pesado panorama do metal atual. É um encontro de escolas, gerações e públicos que se conectam pela intensidade, pela longevidade e pela influência exercida sobre diferentes camadas da música pesada.


Os shows acontecem no dia 5 de dezembro, no Tork n’ Roll, em Curitiba; no dia 6 de dezembro, no Carioca Club, em São Paulo; no dia 8 de dezembro, no Mirage, em Limeira; no dia 10 de dezembro, no Mister Rock BH, em Belo Horizonte; e no dia 13 de dezembro, no Sacadura 154, no Rio de Janeiro.

O Testament, um dos nomes centrais do thrash metal da Bay Area, chega ao país para a turnê do mundialmente elogiado Para Bellum, de 2025, o 14º álbum de estúdio. Uma banda clássica que a cada ano fica mais potente.

O Municipal Waste representa a retomada do crossover thrash no século 21, com uma trajetória construída entre a urgência do hardcore punk, a velocidade do thrash e a energia física dos shows. Será o primeiro show da banda, em casas de shows, após 15 anos!

Já o Immolation ocupa há décadas um lugar de referência no death metal norte-americano, com uma obra marcada por peso, atmosfera sombria e coerência artística. O novo álbum, “Descent”, mantém a identidade clássica do death metal, com riffs intrincados e uma atmosfera pesada.


Fonte: Rockbrigade.com.br

Marabô faixa a faixa: Conheça o significado e a força por trás das composições da banda

 Celebrando com orgulho as religiões de matriz africana e dando voz a uma estética sonora única e poderosa, o Marabô nasceu do encontro entre músicos consagrados do underground nacional, unindo diferentes vivências e trajetórias em torno de uma proposta artística ousada. Inspirado em um dos mais emblemáticos Exus da Umbanda e do Candomblé, o nome Marabô traduz a essência do grupo: intensidade, ancestralidade e resistência.


Com Felipe Chehuan (Norte Cartel, ex-Confronto) nos vocais, Davi Baeta (Fataar, Solstício, Metafísica da Carne) na guitarra, Paulinho Coruja (Diabo Verde, Cabeçudos, ex-Carandiru) no baixo e Henrique Pucci (Noturnall, ex-Project46, ex-Endrah) na bateria, a banda construiu uma sonoridade agressiva, multifacetada e profundamente brasileira: pesada na forma, ritualística no conteúdo.


Neste especial, vamos mergulhar faixa a faixa nas três músicas que compõem o primeiro lançamento do grupo, revelando os contextos, simbolismos e mensagens que tornam o Marabô uma das bandas mais originais e relevantes do cenário atual

"Estacas"

"Estacas" nos apresenta de forma contundente à sonoridade multifacetada do Marabô, combinando momentos avassaladores que flertam com o Metal Extremo a passagens melódicas carregadas de feeling. Tudo é conduzido por uma estética contemporânea, que não abre mão de suas raízes brasileiras, latinas e negras, elementos que se manifestam com força tanto nos ritmos quanto nas temáticas. A faixa abre o EP como um verdadeiro manifesto, sintetizando a proposta artística da banda com peso, identidade e autenticidade.


A letra de "Estacas" é um atentado às estruturas de poder que historicamente oprimem e perpetuam desigualdades. Em versos curtos e diretos, a música denuncia a herança de sistemas coloniais, autoritários e elitistas que continuam a moldar a realidade brasileira. As estacas surgem como símbolo de resistência e confronto direto, não mais armas místicas contra o mal folclórico, mas ferramentas cravadas no coração das injustiças sociais, desnudando uma sociedade corroída por mentiras, exclusão e necropolítica, onde a esperança não vem de utopias distantes, mas da ação concreta, da diversidade insurgente e da purificação ardente da verdade.


"Asco"

"Asco" eleva ainda mais o tom combativo do Marabô, com riffs cortantes e breakdowns estonteantes que convocam o ouvinte a bater cabeça. Carregada por uma fúria rítmica implacável, a música evidencia a influência do Metal Moderno na estética da banda, sem jamais perder o vínculo com suas raízes. Assim como o Sepultura fez em "Roots", o Marabô constrói aqui uma ponte entre tradição e contemporaneidade, criando um som que é, ao mesmo tempo, ritualístico, atual e brutalmente impactante.




A letra de "Asco" é um ataque direto à hipocrisia, ao autoritarismo e às estruturas de poder que alimentam o retrocesso social. Com tom agressivo e urgente, a composição canaliza o desprezo diante de figuras opressoras e sistemas corrompidos, traçando uma crítica clara ao fascismo, à omissão política e à desigualdade. Ao mesmo tempo, a letra exalta a resistência como caminho, destacando a importância da maturidade emocional e da firmeza diante da dor e da opressão.


"Marabô"

A faixa que carrega o nome da banda e do seu EP de estreia - e que também recebeu o primeiro videoclipe do Marabô - retrata uma jornada espiritual guiada pela força e proteção de Exu Marabô, um guardião poderoso e protetor, que simboliza a força espiritual necessária para enfrentar os desafios da vida e atravessar momentos de incerteza. A letra explora a ideia de que, embora o caminho seja individual e inevitavelmente difícil, a conexão com o sagrado, especialmente com os Exus, oferece proteção e resiliência. A referência ao fechamento de corpo reforça a importância da blindagem espiritual contra energias negativas, enquanto a jornada pela mata sugere uma travessia pelo desconhecido, onde a fé e o amparo do guardião são fundamentais para seguir em frente.





Fonte: submundodorock.wixsite.com