quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Obituary anuncia relançamentos remasterizados de “Xecutioner’s Return” e “Darkest Day”

 

A banda americana de Death Metal Obituary lançará versões remasterizadas dos álbuns “Xecutioner’s Return” (2007) e “Darkest Day” (2009) em 11 de dezembro, pela Relapse Records. Os discos voltarão ao mercado em formatos físicos e chegarão às plataformas de streaming pela primeira vez. Em comunicado, o grupo celebrou a oportunidade de disponibilizar novamente os trabalhos. Além disso, homenageou dois músicos importantes de sua história: o baixista Frank Watkins e o guitarrista Ralph Santolla.

“Estamos muito empolgados com os relançamentos remasterizados de ‘Xecutioner’s Return’ e ‘Darkest Day’. Esses álbuns não estão disponíveis há muitos anos, e é ótimo saber que em breve os fãs finalmente poderão adquiri-los. Isso dará a todos a oportunidade de apreciar e recordar Frank Watkins e as últimas gravações do Obituary com ele, além de permitir que os fãs celebrem os solos incríveis e cheios de técnica que Ralph Santolla gravou nesses discos durante seu período conosco.

Descansem em paz, nossos dois irmãos… vocês se foram, mas não foram esquecidos.”

Os relançamentos estarão disponíveis em LP, álbum duplo em vinil (2LP), CD e fita cassete. Os fãs já podem fazer a pré-venda pelo site oficial da Relapse Records. Além da remasterização de “Xecutioner’s Return”, originalmente lançado em 2007, a nova edição de “Darkest Day” trará duas faixas bônus: “Dethroned Emperor”, cover do Celtic Frost, e uma versão de “Slowly We Rot” gravada em 2008. Ambas apareceram originalmente no EP “Left To Die”, lançado naquele mesmo ano.

Dois capítulos da trajetória do Obituary

Batizado em referência ao nome original da banda, Xecutioner, “Xecutioner’s Return” marcou o retorno do grupo em 2007 com riffs pesados, andamento agressivo e o groove característico de sua sonoridade. Na época, o disco foi uma demonstração de Death Metal old-school com uma pegada orgânica e uma atmosfera sombria.

Lançado posteriormente, “Darkest Day” deu continuidade a essa abordagem, com destaque para os riffs cadenciados e o peso que ajudaram a consolidar a identidade do Obituary dentro do Death Metal. Os dois trabalhos também registram a participação de Frank Watkins e Ralph Santolla, cuja contribuição a banda faz questão de celebrar nos novos relançamentos.

Em 2022, a Decibel Books publicou “Turned Inside Out: The Official Story Of Obituary”, biografia oficial autorizada do grupo escrita por David E. Gehlke, autor de livros sobre Chuck Schuldiner, do Death, e a gravadora Noise Records, entre outros nomes importantes da música pesada.




 fonte: Mundometalbr.com

Fear Factory prepara álbum diverso e amplia reflexões sobre inteligência artificial, diz Dino Cazares

 

O guitarrista Dino Cazares, do Fear Factory, afirmou que o próximo álbum de estúdio da banda explorará diferentes caminhos musicais sem abandonar os elementos que definem sua identidade. Em entrevista ao GRIMM Gent, o músico comentou o single “Roboticist”, lançado no fim de agosto pela Nuclear Blast. Do mesmo modo, antecipou que o restante do disco também apresentará novas abordagens. A faixa marca a estreia em gravações de Milo Silvestro nos vocais e Pete Webber na bateria integrantes da formação de turnê há mais de três anos e meio.

Cazares explicou que a composição surgiu originalmente como uma faixa instrumental, criada três anos antes para demonstrar os recursos de seu plugin Toneforge Disruptor. A música explorava timbres limpos, texturas lo-fi, diferentes distorções e afinações mais graves. A entrada de Milo Silvestro, porém, deu ao material o impulso necessário para chegar ao público.

“Quando Milo entrou e cantou sobre a música, e fez o refrão, pensei: ‘É isso. É isso’. Ela precisava ser lançada. Também fizemos alguns pequenos rearranjos. A parte intermediária costumava ser o trecho final da música, mas mudamos isso. No vídeo original que fiz três anos atrás para a versão instrumental, eu tocava duas guitarras diferentes, uma de sete cordas e outra de oito. Agora, uso apenas uma guitarra de oito cordas, um modelo de assinatura da Kiesel. Fizemos alguns ajustes para os vocais, e o resultado ficou ótimo.”

O guitarrista também comentou as reações divergentes à nova formação, principalmente as comparações entre Silvestro e o antigo vocalista Burt Burton C. Bell.



Não entendo por que as pessoas precisam dizer isso, porque o Fear Factory é basicamente o meu estilo. Já li muitos comentários dizendo: ‘É parecido demais com o Fear Factory’, ‘Não parece o suficiente com o Fear Factory’, ‘Ele é parecido demais com Burt’ ou ‘Não é parecido o suficiente com Burt’. Você não consegue vencer. Então você lança a música e espera pelo melhor.”

Próximo disco terá outras facetas do Fear Factory

Apesar das opiniões divididas, Dino afirmou estar satisfeito com o novo material e ansioso para que os fãs conheçam o álbum completo.

“Eu, pessoalmente, adoro a música nova. Adoro o disco que está por vir e mal posso esperar para que as pessoas ouçam o restante. Ele é diverso. Tem muitos elementos do Fear Factory que as pessoas conhecem, mas também explora outras coisas. E, claro, Milo introduz diferentes estilos vocais. Queríamos lançar algo direto, uma música curta e matadora. Acho que a próxima faixa que lançaremos também será um pouco diferente. Mas você ainda vai dizer: ‘Certo, isso continua sendo Fear Factory’. A fórmula ainda estará lá, sim, mas haverá novos elementos.”





Inteligência artificial e a relação entre humanos e máquinas

As letras também darão continuidade à reflexão sobre tecnologia e à relação entre seres humanos e máquinas, tema presente desde “Soul Of A New Machine”, álbum de estreia lançado em 1992. Cazares explicou que não pretende revelar todo o conceito do novo trabalho. Todavia, adiantou que as composições abordarão questões que ganharam ainda mais relevância com o avanço da inteligência artificial.

Para o guitarrista, a IA já está profundamente integrada ao cotidiano, dos celulares e aplicativos aos algoritmos e processos de criação. Ele reconheceu que a tecnologia apresenta vantagens e desvantagens, mas criticou a falta de controle dos usuários sobre o uso de seus dados. Além dos recursos naturais necessários para manter grandes centros de processamento. Também apontou uma contradição nas críticas publicadas na internet: muitas pessoas usam as próprias plataformas digitais para reclamar de uma tecnologia presente nesses ambientes.

Ao recordar o álbum “Obsolete”, lançado em 1998, Dino citou exemplos de mudanças que a banda já abordava naquela época, como o declínio das revistas impressas de música e a transformação das rádios tradicionais em serviços cada vez mais digitais. Para ele, a relação entre humanidade e tecnologia continua mudando, e o Fear Factory pretende explorar os novos desdobramentos desse cenário nas próximas composições.


Turnês e nova formação

Produzida, gravada, mixada e masterizada por Damien Rainaud, “Roboticist” chegou acompanhada de um videoclipe cinematográfico dirigido por Vincente Cordero e produzido por Arion Csihar. O lançamento coincidiu com a turnê europeia Cybernetic Domination, que contou com Crystal Lake, Hate e The Nocturnal Affair e terminou em 10 de outubro, em Londres.

A banda também anunciou uma turnê pelos Estados Unidos em novembro de 2026, com Darkest Hour e Brotality, após uma série de shows em conjunto com o Mushroomhead. A entrada de Milo Silvestro foi anunciada oficialmente em fevereiro de 2023, e ele e Pete Webber fizeram seu primeiro show como atração principal do Fear Factory em 5 de maio daquele ano, no Whisky A Go Go, em West Hollywood, na Califórnia.




 Fonte: Mundometalbr.com

terça-feira, 20 de outubro de 2026

DIETH apresenta nova formação com o brutal single e videoclipe de “Pound of Flesh”

Com a chegada do baixista sueco Tobias Cristiansson, banda inicia uma nova fase e antecipa seu segundo álbum de estúdio, previsto para março de 2027 pela Fireflash Records


O Dieth está de volta, mais pesado e agressivo do que nunca! A banda acaba de lançar “Pound of Flesh”, seu novo single acompanhado de um videoclipe oficial, marcando o início de um novo capítulo em sua trajetória. A faixa apresenta a atual formação do grupo, que agora conta com o experiente baixista sueco Tobias Cristiansson (Grave, Necrophobic, ex-Dismember), e oferece uma primeira amostra do segundo álbum de estúdio, previsto para março de 2027, pela Fireflash Records.

Sem espaço para concessões, “Pound of Flesh” mergulha em uma combinação devastadora de death e thrash metal, conduzida por riffs cortantes, velocidade e uma atmosfera de brutalidade implacável. A composição evidencia a proposta musical do Dieth nesta nova etapa, apostando em uma sonoridade direta, intensa e visceral.

A inspiração para a letra vem de um dos episódios mais sangrentos da história europeia: o Saque de Magdeburgo, ocorrido em 1631, durante a Guerra dos Trinta Anos. A partir desse acontecimento, a banda estabelece uma conexão perturbadora entre as atrocidades do passado e os conflitos armados que continuam devastando populações ao redor do mundo.

Longe de qualquer glorificação da violência, “Pound of Flesh” expõe as consequências mais cruéis da guerra: cidades reduzidas a escombros, vidas interrompidas e vítimas esquecidas. O refrão, marcado pelas expressões “Pound of Flesh” e “Beating Heart”, reforça a mensagem central da composição: independentemente das disputas políticas, territoriais ou ideológicas, são as vidas humanas que representam o verdadeiro preço de qualquer conflito.

Essa abordagem também ganha força no videoclipe oficial, que traduz a violência da narrativa em uma sequência de imagens impactantes. Intercalando cenas de performance da banda com representações gráficas de carne sendo cortada, dilacerada e destruída, a produção acompanha a escalada de brutalidade descrita na letra, passando de “Beating Heart” para “Ripped Apart” e culminando em “World Torn and Marred”.

Para o vocalista e guitarrista Guilherme Miranda, a música representa exatamente a intensidade que o grupo pretende imprimir nesta nova fase.

“‘Pound of Flesh’ é brutal, e é exatamente isso que eu queria para essa música. Musicalmente e liricamente, essa é uma das minhas coisas favoritas que já fizemos, e estou muito animado porque é um novo capítulo para o Dieth. Nova música, nova formação, novo vídeo, novo álbum a caminho – mal posso esperar para vocês ouvirem e verem no que temos trabalhado”, comenta o músico.




Além de Guilherme Miranda (guitarra e vocal) e do recém-chegado Tobias Cristiansson (baixo), a formação atual reúne Michał Łysejko (bateria) e Hubert Więcek (guitarra).

Com “Pound of Flesh”, o Dieth dá o primeiro passo rumo ao seu próximo trabalho de estúdio, deixando claro que a nova formação chega disposta a explorar os limites da agressividade musical. O lançamento abre caminho para uma fase que promete consolidar ainda mais a identidade do grupo dentro do metal extremo. 


 Fonte: RoadieCrew.com

Motörhead lança em novembro edição de 40 anos de ‘Orgasmatron’

 



A edição de 40º aniversário do clássico álbum “Orgasmatron”, do MOTÖRHEAD, será disponibilizada em 6 de novembro A edição de 40º aniversário do clássico álbum “Orgasmatron”, do MOTÖRHEAD, será disponibilizada em 6 de novembro via BMG.




Seguindo na celebração de 40 anos, “Orgasmatron” engrena a marcha mais alta com “Built For Speed”, o segundo single da novíssima remixagem do álbum completo feita por Cameron Webb, criada a partir das multifaixas originais. Um clássico do MOTÖRHEAD com carga total e presença constante nos shows, “Built For Speed” faz exatamente o que promete: riffs enormes, o baixo e os vocais inconfundíveis de Lemmy e um ataque implacável do início ao fim.



Lançado originalmente em 1986, “Orgasmatron” contou com a formação de Lemmy, Phil Campbell, Würzel e Pete Gill. O trabalho marcou um novo capítulo para a banda, avançando ainda mais em um território mais pesado, ao mesmo tempo em que mantinha a velocidade, a agressividade e a energia bruta que definiram o MOTÖRHEAD desde o início.

A produção do álbum foi objeto de muita discussão entre a banda e seus fãs, mas por baixo dela havia uma coleção formidável de músicas. “Orgasmatron”, “Deaf Forever” e “Built For Speed” tornaram-se partes fundamentais do repertório ao vivo do MOTÖRHEAD, enquanto a combinação de influências de hard rock, heavy metal e punk deu ao disco um caráter totalmente próprio. Quatro décadas depois, “Orgasmatron” ocupou seu lugar como um dos registros mais distintos e respeitados do catálogo do MOTÖRHEAD.

Agora, 40 anos após seu lançamento original, “Orgasmatron” é revisitado em uma nova edição comemorativa que explora tanto o álbum em si quanto a história por trás de sua criação. As gravações originais de estúdio foram remasterizadas para o aniversário e cortadas em meia velocidade a partir das fitas originais, enquanto o colaborador de longa data do MOTÖRHEAD, Cameron Webb, criou uma nova remixagem e remasterização a partir dos stems originais.

A equipe do MOTÖRHEAD explica: “‘Orgasmatron’ é um álbum especial. Parte disso se deve à produção estilizada de Bill Laswell, que abordou o trabalho a partir de uma perspectiva única. O trabalho de Bill se sustenta por si só como algo especial na biblioteca do MOTÖRHEAD, e ‘Orgasmatron’ se destaca como um puta álbum. No entanto, houve alguma controvérsia no sentido de que tanto Lemmy quanto Phil Campbell sentiram que parte da força, da morde e da energia havia se perdido na entrega final de Laswell.

“Como fãs das antigas do MOTÖRHEAD, nos vimos sentados ao redor da mesa de centro uma noite, vários meses atrás, com copos na mão, refletindo sobre como ‘Orgasmatron’ soaria se fosse mixado pelo produtor de longa data do MOTÖRHEAD, Cameron Webb. Cameron comandou seis álbuns de estúdio e é justo dizer que ele tinha a confiança, o amor — e as reclamações também! — de Lem, Phil e Mikkey. Seria ‘correto’ perguntar a ele se ele queria tentar mixar ‘Orgasmatron’? Seria desrespeitar o álbum original se oferecêssemos tal coisa ao lado do trabalho original de Bill? Concluímos um grande ‘não’! Seria uma aventura adicional se as pessoas quisessem encarar. Então perguntamos a Cameron se ele estava topando. E ele gritou um ‘sim’ bem entusiasmado! 



 Fonte: Rockbrigade.com.br

Bloodstock lança vídeo do Nevermore tocando ‘The River Dragon Has Come’

Um vídeo filmado profissionalmente do NEVERMORE tocando a música “The River Dragon Has Come” na edição de 2026 do festival Bloodstock Open Air em 8 de agosto em Catton Park, Walton-on-Trent, Reino Unido, pode ser visto abaixo.





Como relatado anteriormente, o NEVERMORE retornará à estrada na próxima primavera para a turnê europeia “Liminal Spaces” 2027, uma turnê principal de 21 datas que começará em Berlim em 29 de abril e levará a banda por toda a Europa antes de culminar com dois shows na Turquia no final de maio — um retorno apropriado ao país onde este novo capítulo do NEVERMORE subiu ao palco pela primeira vez.

Juntando-se ao NEVERMORE como convidados especiais nas datas europeias estarão RIVERS OF NIHIL e URNE, reunindo três forças distintas para um pacote de turnê formidável.

Antes de pegar a estrada novamente, o NEVERMORE continuará os trabalhos em seu altamente antecipado novo álbum.

O NEVERMORE entra em 2026 com propósito, fogo e um sentido claro de quem eles são. Forjada após o SANCTUARY, a banda construiu um som definido por musicalidade precisa, composições destemidas e intensidade emocional. Desde sua estreia homônima em 1995 até lançamentos marcantes como “Dead Heart In A Dead World” e “This Godless Endeavor”, o NEVERMORE construiu uma legião de fãs global e uma reputação como uma das vozes mais distintas do metal moderno.

Agora esse legado segue em frente sob a liderança do guitarrista Jeff Loomis e do baterista Van Williams, acompanhados pelo guitarrista Jack Cattoi, pelo baixista Semir Özerkan e pelo vocalista Berzan Önen. Após anos separados, a faísca que acendeu a banda pela primeira vez retornou com um foco renovado. Para Van, o momento parece natural.

“Isso vem se desenrolando há bastante tempo e acabou de começar a se manifestar no agora”, diz Van. “Então, qual momento é melhor para dar o pontapé inicial do que agora?”

Músicas novas já estão tomando forma. Van sorri com os resultados iniciais. “Se a nova música tivesse que ser descrita por uma palavra, essa palavra teria que ser deliciosa”, diz ele. “Porque é tão boa que vai deixar você com fome de mais.” O processo de composição está se desenrolando ao lado das preparações para o palco, com a banda focada igualmente em honrar o catálogo e construir o que vem a seguir.

A adição de Berzan sinalizou uma evolução poderosa. Jeff se lembra da primeira vez que viu o vídeo de audição de Berzan. “Ele realmente se destacou fortemente de muitas maneiras logo na primeira escuta”, diz o guitarrista. “Eu pude realmente sentir a emoção e a paixão quando o ouvi cantar pela primeira vez. Ele não estava apenas fazendo por fazer.” A conexão foi imediata. “Eu pude perceber de cara que ele era um fã do canto do falecido cantor do NEVERMORE, Warrel Dane, apenas pelo jeito que ele interpretava e dizia certas palavras. Eu fiquei realmente impressionado ao assistir pela primeira vez.”


Fonte: Rockbrigade.com.br

Evan Seinfeld sobre reunião do Biohazard: ‘Incrível estarmos vivos!’

 







Em uma nova entrevista para o Laughing Monkey With Shawn Ratches, o baixista e vocalista do BIOHAZARD, Evan Seinfeld, falou sobre o álbum mais recente da banda reunida, “Divided We Fall”, que foi gravado e lançado em 2025 depois que ele e seus companheiros de banda passaram dois anos em turnê pelo mundo.

“Escute, a razão pela qual o novo álbum do BIOHAZARD, ‘Divided We Fall’, soa como soa, o que parece — pelo feedback que recebemos, as resenhas, eles dizem, ‘Isso é como um ‘Urban Discipline 2.0′. É como se vocês tivessem voltado para 1994 e como se tivessem pegado um pedaço do tempo,’ mas soa moderno porque Matt Hyde o produziu, que produziu SLAYER e HATEBREED.”

Evan continuou dizendo que “Divided We Fall” é de longe o álbum mais bem produzido do BIOHAZARD até agora. “E eu também acho que são algumas das melhores performances vocais que já fizemos,” ele adicionou. “A bateria do Danny [Schuler] é excelente. A guitarra solo do Bobby [Hambel], acho que é a melhor dele. E os vocais do Billy [Graziadei] são os melhores, eu acho, que já foram. E a forma como interagimos uns com os outros entre as músicas e vamos e voltamos — nós temos uma fórmula e ela funciona.”

Seinfeld admitiu que inicialmente estava inseguro sobre qual direção musical o novo álbum do BIOHAZARD deveria seguir, não tendo gravado nada com o grupo desde o trabalho “Reborn In Defiance”, de 2012.

“Eu estava um pouco confuso quando estávamos escrevendo porque nos reunimos e apenas saímos e fizemos alguns shows, e imediatamente houve essa enorme demanda e fomos reservados para turnê, e estávamos tocando e tocando e tocando e tocando,” ele explicou. “E de repente a BLKIIBLK [o selo de heavy metal da Frontiers Label Group] nos contata. Eles dizem, ‘Ei, queremos que vocês sejam a primeira banda que vamos assinar, e queremos apoiar vocês fazendo um novo álbum.’ E eu começo a pensar na minha cabeça, tipo, ‘Como contribuo para isso para ajudar a reinventar o que é o BIOHAZARD.’ Os caras originais de 1989 vão fazer um disco, e queremos respeitar nosso legado, e queremos dar aos nossos fãs o que eles querem, mas ainda queremos crescer e evoluir como artistas. É um lugar difícil. E na minha cabeça, eu ficava pensando em algo diferente e novo. E Matt Hyde se voltou para nós e disse, ‘Vocês estão pensando demais nisso. Vocês são o BIOHAZARD. Façam um disco do BIOHAZARD.’ Ele disse, ‘Pensem sobre o que vocês estavam escrevendo naquela época e apenas fluam.’ Ele disse, ‘Vocês não precisam tentar fazer diferente. Tentem fazer como vocês fazem.’ Você não vai à Joe’s Pizza em Nova York na 6th Avenue com Bleecker e Carmine para eles terem alguma variação. Você quer a coisa pura.”

Elaborando sobre o motivo de achar que “Divided We Fall” soa tão semelhante aos primeiros álbuns clássicos do BIOHAZARD, Evan disse: “Você quer ouvir algo interessante? Eu estava em uma entrevista. Esqueci — era Metal Hammer ou algo assim, e o cara disse para mim, ele disse, ‘Há esse enorme ressurgimento de todas essas bandas dos anos 90, e até algumas dos anos 80 agora estão maiores do que nunca.’ E eu não sabia para onde ele estava indo com isso. E ele começa a nomear todas as bandas com as quais temos tocado em festivais. E eu não entendo para onde ele está indo com isso, e ele diz, ‘Quero que você saiba que tenho feito minha pesquisa, e o BIOHAZARD é a única banda na cena hardcore, na cena metal underground, onde é a banda original.’ Danny entrou na banda no final de 1989, ou 1990, no início de 1990. E nosso primeiro baterista, [Anthony] Meo, faleceu recentemente, mas quando Danny entrou na banda, foi aí que se tornou uma banda de verdade, e conseguimos um contrato de gravação e saímos em turnê. E 38 anos depois, os mesmos quatro caras estão aqui, e isso é realmente um testamento do nosso comprometimento com o que fazemos. E é incrível que estejamos todos vivos. Todo mundo está em boa forma.”

“Divided We Fall” chegou em outubro de 2025 via BLKIIBLK. As sessões de gravação para o LP ocorreram no Shorefire Recording Studios em Long Branch, Nova Jersey e no The Hydeaway em Van Nuys, Califórnia, com engenharia de Joseph DeMaio e gravação adicional de Matt Hyde. As funções de técnica de guitarra e produção foram tratadas por Phil Caivano.

O primeiro show de reunião da formação clássica reunida do BIOHAZARD ocorreu em maio de 2023 no Milwaukee Metal Fest em Milwaukee, Wisconsin.

Antes da reunião mais recente do BIOHAZARD, o grupo, que é reconhecido como um dos primeiros a fundir hardcore punk e heavy metal com elementos de hip-hop, esteve fora dos olhos do público desde que Scott Roberts deixou a banda há mais de 10 anos.

Roberts, que tocou guitarra no álbum “Means To An End”, de 2005 do BIOHAZARD, voltou ao grupo em junho de 2011 como substituto de Seinfeld. Scott esteve à frente do BIOHAZARD por quase cinco anos antes de sair da banda em fevereiro de 2016.


O ultimo album do Biohazard lancado em 2025 chama-se:  Divided We Fall.

 Ouça aqui !


Fonte: Rockbrigade.com.br