sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Iron Maiden lança ‘Somewhere In Time: The Graphic Album’ no aniversário do LP

 


A Z2, a principal editora de graphic novels e livros ilustrados baseados em música, está colaborando mais uma vez com as lendas do heavy metal IRON MAIDEN para comemorar o aniversário de 40 anos de “Somewhere In Time” com uma nova antologia de álbum gráfico recheada de estrelas que mergulha fundo no ameaçador futuro de ficção científica imortalizado em suas oito faixas históricas.

Enquadrando as histórias inspiradas nas músicas dentro de “Somewhere In Time: The Graphic Album”, estão um prólogo e um epílogo que entregam o que todo fã do MAIDEN quer: mais Eddie! Escritas pela premiada Kelly Sue DeConnick e ilustradas por Andy MacDonald, essas histórias contam a trama do que poderia ter acontecido nos momentos que antecederam aquela capa de álbum icônica que capturou a imaginação de gerações de fãs do MAIDEN.

O livro será lançado mundialmente na terça-feira, 2 de março de 2027.

O guitarrista do IRON MAIDEN, Adrian Smith, diz a respeito do apelo dessa encarnação de Eddie em “Somewhere In Time”: “Sim, quero dizer, é simplesmente uma ótima versão do Eddie, provavelmente minha versão favorita do Eddie. Há um poder real ali, sabe, um poder e uma ameaça genuínos. Ele é muito musculoso, não é? Parece que tem malhado. Como eu disse, complementa a música, o que é fantástico.”

Mergulhando fundo nas oito histórias de ficção científica que abrangem o tempo, está um elenco estelar de criadores dos quadrinhos e do cinema, incluindo Steve Niles, Goran Parlov, Benjamin Raab, Deric Hughes, Matt Haley, Dan Hernandez, Adam Markiewicz, David Dastmalchian, Stan Yak, Corin Hardy, Montos, Stefano Cardoselli, John Reppion, Leah Moore, Vincent Locke, Henry Sansom e Davide Frabbi. Dando início ao volume, há uma introdução da lenda dos quadrinhos e colaborador de Bruce Dickinson, Bill Sienkiewicz.

Encerrando essa empolgante coleção de novas histórias, há uma entrevista aprofundada com o guitarrista e compositor do IRON MAIDEN, Adrian Smith, conduzida por Dave Shack, da Phantom, relembrando o processo criativo de escrita e gravação de “Somewhere In Time” e o apelo duradouro de suas músicas.

O editor-chefe da Z2, Rantz Hoseley, disse o seguinte sobre o impacto do clássico do IRON MAIDEN: “‘Somewhere In Time’ foi lançado no meu último ano do ensino médio e, como muitos outros escritores e artistas, tudo sobre aquele álbum… as músicas, a arte, aquela encarnação poderosa do Eddie… evocava um milhão de histórias possíveis. É uma honra tão grande reunir essa equipe criativa para explorar esses mundos!”

Este é um projeto onde você realmente pode julgar um livro pela capa, já que as edições deluxe e platinum vêm alojadas em uma caixa metálica no formato de Máquina do Tempo, com uma lente de mira DieCut em acetato verde com arte de capa por Blake Armstrong. Uma capa por Tony Harris está disponível exclusivamente no varejo, com uma capa por Jay Geldhof disponível via EMP e uma capa por Dan Mumford disponível via Rarewaves. As edições deluxe e platinum vêm com impressões de arte de todas as quatro capas, e a edição platinum vem com quatro cards emoldurados exclusivos do Eddie em “Somewhere In Time” pelo artista Davide Fabbri e um ex-líbris assinado pelo guitarrista do IRON MAIDEN, Adrian Smith. 



 Fonte: Rockbrigade.com.br

Resurrection Fest anuncia primeiras 72 atrações para edição 2027

 O festival espanhol Resurrection Fest anunciou 72 atrações para sua edição 2027, que acontece entre 30 de junho e 3 de julho. É apenas a primeira leva de shows, com novos nomes sendo agregados ao cast até a realização do evento, que acontece no vilarejo de Viveiro, município da província de Lugo, na comunidade autônoma da Galiza.

A lista de nomes pode ser conferida no cartaz da imagem abaixo.



O Resurrection Fest acontece desde 2006, reunindo grandes nomes do heavy metal, hard, punk e classic rock. Este ano, o evento recebeu mais de 140 mil espectadores em seus quatro dias, batendo o próprio recorde histórico. Mais de 100 bandas se apresentaram, tendo Iron Maiden, Limp Bizkit, Sabaton e Marilyn Manson como headliners.


Fonte: Whiplash.net

quinta-feira, 5 de novembro de 2026

DEATH ANGEL transforma egocentrismo em munição para novo single, “The Never Was”

 


O Death Angel encontrou inspiração em um dos comportamentos humanos mais irritantes para seu novo ataque sonoro. A banda californiana lançou The Never Was, single inédito acompanhado de um lyric video, no qual o vocalista Mark Osegueda direciona sua indignação a pessoas incapazes de deixar qualquer assunto girar em torno de si mesmas.

A temática vai muito além de uma simples reclamação. Osegueda observa que esse tipo de egocentrismo se manifesta em situações das mais variadas, desde tragédias e conquistas de outras pessoas até a morte de alguém. Com as redes sociais, segundo ele, esses indivíduos ganharam ainda mais espaço para expor suas opiniões e alimentar a própria vaidade.

“O que mais me impressiona é que a maioria desses egomaníacos insuportáveis nem percebe o que está fazendo. No entanto, isso fica escancarado para todos ao redor”, comentou o cantor.

Para traduzir musicalmente seu desprezo por esse comportamento, Osegueda encontrou uma combinação bastante peculiar: “Esta música é basicamente o filho bastardo do thrash metal com You’re So Vain, da Carly Simon”. O vocalista explicou que algumas pessoas reais serviram de inspiração para a composição, embora provavelmente não tenham consciência de que motivaram a letra.

“Todos nós conhecemos alguém assim. Eu só queria expressar meu nojo por esse traço humano da melhor maneira possível: com música pesada e irada!”, concluiu.

No aspecto visual, o lyric video de The Never Was apresenta ilustrações originais e produção de Tamara Llenas, da Aimed & Framed. A arte da capa do single ficou a cargo de Mark Richards. Confira:



O lançamento chega em meio à preparação do Death Angel para uma extensa agenda internacional, com compromissos na Europa e na Austrália, além dos tradicionais shows de fim de ano. Formado na região da Bay Area, na Califórnia, o grupo mantém sua identidade agressiva e veloz após mais de quatro décadas de trajetória. 


Fonte:  RoadieCrew.com


quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Jairo Guedz sobre as regravações dos Cavalera: "A magia, para mim, está no original"

 Jairo Guedz (The Troops of Doom), ex-guitarrista do Sepultura, disse que gostou das regravações feitas pelos irmãos Cavalera, mas as considera desnecessárias. A opinião foi dada em bate-papo com o Balcão360.



Max e Iggor Cavalera regravaram "Bestial Devastation" e "Morbid Visions" em 2023 e "Schizophrenia" em 2024. Jairo tocou nos dois primeiros lançamentos originais do Sepultura

"Desnecessário, eu acho"

Questionado se gostou das regravações, Jairo disse: "Gostei. Mas, assim, desnecessário, eu acho."


"Toque de caixa"

O guitarrista comentou o resultado técnico. "É ruim? Não. Não é ruim. Eu achei meio toque de caixa, feito para fazer esse negócio rápido. Achei a mixagem meio rápida, em termos técnicos. Acho que falta um pouco", avaliou.


"A magia está no original"

Ele explicou por que prefere as versões de época. "[…] Eu gostei, achei legal, mas, assim, desnecessário. Eu não quero ouvir 'Cowboys From Hell' como seria hoje. Eu não quero ouvir 'The Wall' como seria hoje. A magia, para mim, está no original", concluiu.



Fonte: Whiplash.net

Novo livro detalha a história do Children of Bodom em textos e imagens inéditos

 Será lançado em abril de 2027 "Children of Bodom Hate Crew - A Visual History". A obra documenta, em 240 páginas, a trajetória da banda finlandesa Children of Bodom em novos textos e imagens inéditas. Organizado pelo jornalista musical e autor finlandês Timo Isoaho, o livro abrange mais de três décadas da história do grupo - desde o início, sob o nome Inearthed, até o sucesso internacional.



Diz o press release: "O livro, elaborado com esmero, apresenta inúmeras fotografias inéditas, memórias pessoais, trechos de entrevistas e material de arquivo raro. Seu conteúdo inclui credenciais de bastidores, repertórios de shows, fotos de infância dos integrantes da banda, artes de demos antigas, além de relatos sobre sessões de gravação, turnês e a vida nos bastidores. Para além da evolução musical da banda, a obra também explora as relações pessoais entre seus integrantes, as experiências que compartilharam e o crescimento de sua comunidade internacional de fãs, conhecida como 'Hate Crew'."

É o segundo livro de Timo Isoaho sobre a banda. Em 2025, ele publicou a biografia oficial, que levava o nome do conjunto. Nela, os integrantes contaram em detalhes a história, incluindo os problemas que levaram ao rompimento em 2019, com a morte do vocalista e guitarrista Alexi Laiho no ano seguinte.

Recentemente, os membros remanescentes reativaram o grupo para shows em tributo ao frontman. Em seu lugar está Samy Elbanna, da banda Lost Society. Novas apresentações já estão agendadas para 2027.


Fonte: Whiplash.net



Chuck Billy (Testament) lembra tentativa de audição para o Sepultura em 1997

 

O vocalista e guitarrista Max Cavalera deixou o Sepultura no final de 1996, devido problemas pessoais com os outros três músicos – Andreas Kisser (guitarra), Paulo Xisto Jr. (baixo) e Iggor Cavalera (bateria). Cabe lembrar que a ruptura foi no momento em que a banda gozava de maior sucesso e prestígio no mercado internacional por conta do álbum Roots.

Depois disso, a banda brasileira começou uma peregrinação para encontrar o substituto ideal para o posto de frontman. E quem se candidatou à vaga foi o norte-americano Chuck Billy, do Testament, que é uma das lendas thrash metal.

Em conversa com o Mostly Yelling, Chuck Billy lembrou a tentativa de audição para o Sepultura em 1997. Ele contou que chegou atrasado, pois o Sepultura já tinha escolhido Derrick Green.

“Bem, eu acredito muito que as coisas acontecem por uma razão, e eu estava atrasado. Entreguei minha demo tarde demais. E achei que tinha feito um bom trabalho. Eles gostaram, mas também disseram: ‘Poxa, cara, obrigado por enviar, mas já escolhemos o Derrick’.

Eles já tinham tomado a decisão quando entreguei a demo. Mas foi divertido fazer. Naquele momento, eu não me lembro se fiz antes ou depois do álbum Demonic, do Testament, mas devíamos estar compondo a música naquele ano anterior.

Então, acho que foi nessa época, porque nós [do Testament] tínhamos feito todos os seis álbuns acordados com a Atlantic Six, e Demonic foi o nosso primeiro álbum fora da Atlantic, e éramos agentes livres. E não me lembro se foi pela Spitfire ou pela Eagle Rock ou com qual gravadora lançamos o álbum, mas as coisas definitivamente estavam mudando naquela época”.


Mesmo não fechando parceria com o Sepultura, Chuck Billy vem se mantendo muito bem na cena metal com o Testament. E apesar das críticas dos fãs, o grupo brasileiro também se saiu muito bem com os trabalhos de Derrick, lançando álbuns importantes como Kairos (2011), Machine Messiah (2017) e Quadra (2020).



Fonte: Mundometalbr.com

terça-feira, 3 de novembro de 2026

Metal Church lança o vídeo da faixa-título do álbum ‘Dead To Rights’


 Os veteranos do metal da Costa Oeste METAL CHURCH lançaram um videoclipe para “Dead To Rights”, a faixa-título de seu décimo terceiro álbum de estúdio, que foi lançado em abril via Rat Pak Records. O clipe, que pode ser visto abaixo, traz filmagens do show avassalador do METAL CHURCH no festival Alcatraz em Kortrijk, Bélgica, em agosto passado, capturando toda a força da nova formação da banda diante de um dos públicos de metal mais apaixonados da Europa.



A formação atual do METAL CHURCH conta com o guitarrista fundador Kurdt Vanderhoof ao lado do guitarrista de longa data Rick Van Zandt, do baixista David Ellefson (MEGADETH), do baterista Ken Mary (FLOTSAM AND JETSAM, FIFTH ANGEL, ALICE COOPER, HOUSE OF LORDS, TKO, CHASTAIN) e do novo vocalista Brian Allen (VICIOUS RUMORS).

A nova formação do METAL CHURCH fez sua estreia ao vivo em 17 de maio no San Luis Metal Fest no Teatro del Pueblo em San Luis Potosí, México.

“Não dá para fingir em um palco de festival. Você entra, o público te atinge como uma parede, e ou você se supera ou não”, diz Mary.

“Alcatraz foi um daqueles dias em que tudo se encaixou, e queríamos que os fãs sentissem exatamente o que sentimos lá em cima. ‘Dead To Rights’ foi feita para ser tocada alto e ao vivo, e este vídeo prova isso.”

Vanderhoof acrescenta: “Quando escrevemos ‘Dead To Rights’, eu sabia que seria uma música para tocar ao vivo, e ver um campo cheio de fãs na Bélgica banguando e cantando de volta para nós confirmou isso. Esta formação está no seu melhor diante de uma plateia, e registrar essa energia em vídeo era indispensável. É um retrato de onde o METAL CHURCH está agora: pesado, com sede e nos divertindo como nunca.”

Na próxima semana, o METAL CHURCH unirá forças com o ARMORED SAINT, com suporte do LIVEKILL, para a “Metal Saint Tour”, uma turnê conjunta de 16 shows pelo oeste dos Estados Unidos e Canadá. A turnê começará em 2 de novembro no Coach House em San Juan Capistrano, Califórnia, e encerrará em 21 de novembro no Canyon Club em Agoura Hills, Califórnia.  


Fonte: Roockbrigade.com.br


Rob Zombie compartilha vídeo de Halloween de ‘Sir Lord Acid Wolfman’

 

O ícone do rock e do terror Rob Zombie comemora o Halloween com o lançamento do seu novo videoclipe para “Sir Lord Acid Wolfman”, retirado de seu mais recente álbum de estúdio, “The Great Satan”, já disponível via Nuclear Blast Records.





Chegando no dia mais apropriado do ano, o novo vídeo traz à vida mais um capítulo do universo musical distorcido de Zombie. Movido por riffs monstruosos, grooves contagiantes e sua inconfundível marca de teatralidade macabra, “Sir Lord Acid Wolfman” entrega tudo o que os fãs esperam do lendário músico e cineasta.

A faixa também foi lançada como Lado B do novo single da esposa de Rob, Sheri Moon Zombie, “I Love My Robot”, que foi lançado recentemente em disco de imagem de edição limitada (esgotado no mundo todo).

Lançado no início deste ano, “The Great Satan” marcou o primeiro álbum de estúdio de Zombie em cinco anos e contou com destaques como “Punks And Demons”, “Heathen Days”, “(I’m A) Rock ‘N’ Roller”, “F.T.W. 84”, “The Black Scorpion” e “Tarantula”. O disco consolidou ainda mais sua posição como uma das vozes criativas mais marcantes da música pesada, entregando outra coleção de hinos memoráveis e grandiosos.

Como um ícone do rock e cineasta com uma visão única, Rob Zombie tem desafiado continuamente o público à medida que amplia os limites da música e do cinema. Ele vendeu mais de quinze milhões de álbuns no mundo todo e é o único artista a alcançar um sucesso sem precedentes tanto na música quanto no cinema como roteirista e diretor de nove longas-metragens, incluindo “House Of 1000 Corpses”, “The Devil’s Rejects”, “The Munsters” e o grande sucesso de bilheteria “Halloween”.

No último verão, Rob Zombie se uniu a Marilyn Manson para uma turnê pela América do Norte. A turnê “Freaks On Parade” começou em West Palm Beach em 20 de agosto no iTHINK Financial Amphitheatre, seguida por shows em Charlotte, Toronto, Kansas City, Auburn e Ridgefield, parando em locais ao longo do caminho como Xfinity Center em Mansfield, Credit Union 1 Amphitheatre em Tinley Park, Utah First Credit Union Amphitheatre em West Valley City e Pine Knob Music Theatre em Clarkston, antes de encerrar em 20 de setembro no Toyota Pavilion em Concord, Califórnia.

O sétimo álbum de estúdio de Rob, “The Lunar Injection Kool Aid Eclipse Conspiracy”, foi lançado em março de 2021 via Nuclear Blast. O LP marcou o primeiro novo álbum de Rob em quase cinco anos. O sucessor de “The Electric Warlock Acid Witch Satanic Orgy Celebration Dispenser”, de 2016, foi produzido por Chris “Zeuss” Harris.

“The Lunar Injection Kool Aid Eclipse Conspiracy” foi o terceiro trabalho consecutivo a contar com Zombie e o guitarrista John 5 ao lado do baixista Matt “Piggy D.” Montgomery e do baterista Ginger Fish.

No outono de 2022, John 5 deixou a banda de Rob para se juntar ao MÖTLEY CRÜE como substituto do guitarrista fundador daquele grupo, Mick Mars. Desde então, John 5 foi substituído na banda de Zombie pelo guitarrista Mike Riggs, que retornou ao grupo.

Riggs já havia passado seis anos como membro do ROB ZOMBIE. Riggs uniu forças com Rob nos anos 90 e permaneceu com ele até o início dos anos 2000, eventualmente saindo em 2004 (quando Rob Zombie estava focado principalmente em filmes em vez de música) para iniciar um projeto próprio. As composições e guitarras pesadas de Riggs podem ser ouvidas nos discos “Hellbilly Deluxe”, “American Made Music To Strip By”, “The Sinister Urge” e “The Past, Present & Future” de Rob Zombie.  


Fonte: Rockbrigade.com.br

Novo material do Cro-Mags mistura Black Sabbath com Discharge, diz H. Flanagan

 

Em uma nova entrevista à WSOU 89.5 FM, o frontman do CRO-MAGS, Harley Flanagan, falou sobre o progresso das sessões de composição e gravação do próximo álbum de estúdio da banda. A sequência de “In The Beginning”, de 2020, seguirá o lançamento da primeira música inédita do CRO-MAGS em seis anos, “Wired For Chaos”, disponibilizada em junho.

“Estamos quase terminando o novo álbum”, revelou Harley. “Então temos algo que deve ser [lançado], eu diria, no início do próximo ano. Não sei exatamente quando. Mas temos nove músicas gravadas [e] mais seis músicas escritas que vamos gravar em algumas semanas… Eu sempre tento colocar algumas extras, então seis provavelmente se transformarão em oito.”

A respeito da inspiração musical para o novo material do CRO-MAGS, Harley disse: “É tudo com o que cresci. Estou sempre evoluindo, mas são todos os mesmos ingredientes. Quero dizer, você tem um pouco de MOTÖRHEAD, tem um pouco de BAD BRAINS, tem um pouco de DISCHARGE, tem todas essas coisas misturadas, algum [BLACK] SABBATH. Tudo o que é pesado que cresci ouvindo sempre deu um jeito de se esgueirar para a minha música. Todas essas coisas.”

De acordo com Harley, “Wired For Chaos” “fazia parte da sessão do novo álbum. Então isso vai te dar uma espécie de referência de onde a direção deste álbum começou”, explicou. “Na verdade, gravei ‘Wired For Chaos’ e as outras oito músicas todas juntas. Portanto, é uma continuação dessa mesma sessão. Então você pode esperar mais disso.”

Elaborando sobre seu processo de composição, Harley disse: “Bem, eu realmente não tenho um jeito definido. Eu crio riffs o tempo todo. Às vezes, quando estou andando por aí, gravo no meu celular. Às vezes, quando estou sentado no sofá… Bem, quer saber? Simplesmente vem quando vem. E normalmente as letras são uma coisa separada. Eu recebo inspiração — bem, na maioria das vezes enquanto estou caindo no sono, começo a pensar em algo e tenho que simplesmente me levantar e escrever. Depois tenho que dar um jeito de fazer essas palavras se encaixarem nas melodias que estou ouvindo na minha cabeça. É aí que fica complicado. Mas realmente não há um método definido. Apenas acontece. Acho que é um pouco de um transtorno mental ou algo assim. O cérebro está sempre inquieto. Fico tão inundado de ideias que, muitas vezes, fico tipo, ‘Não consigo nem gravar isso. Venho gravando ideias demais.’ Se for bom, vai continuar voltando para mim.”

O CRO-MAGS lançará “The Age Of Quarrel: 40 Years Of Quarrel”, uma regravação de seu álbum de estreia de 1986, “The Age Of Quarrel”, em 13 de novembro via BLKIIBLK. Juntando-se a Flanagan estão o guitarrista original de “The Age Of Quarrel”, Doug Holland, e o ex-guitarrista do CRO-MAGS/SUICIDAL TENDENCIES, Rocky George, além de Meg Mills, Zach Blair e Arthur Rizk para novas versões de clássicos como “Hard Times”, “World Peace” e “Malfunction”, juntamente com a adição da favorita da era da demo de 1985, “Everybody’s Gonna Die”. Flanagan também conta com a companhia dos atuais membros da banda, Dominic Dibenedetto e Dave Sharpe. A bateria em todas as faixas ficou a cargo do fenômeno Greyson Nekrutman (SEPULTURA). O trabalho foi produzido e mixado por Arthur Rizk, que trabalhou anteriormente com KREATOR, POWER TRIP, BLOOD INCANTATION e SOULFLY, entre outros.   


Fonte: Rockbrigade.com.br

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Korzus lança single/videoclipe "Blind Deaf Mute"

 Banda aposta em lançamento surpresa global e apresenta uma obra conceitual inspirada em Caravaggio e nas tensões sociais contemporâneas

Existem nomes que não apenas atravessam décadas, mas que moldam o próprio aço da história. O KORZUS é um desses pilares. Mantendo o ritmo avassalador de sua nova fase, a lendária banda paulistana de Thrash Metal surpreende o mercado mundial com o lançamento surpresa do single e videoclipe de "Blind Deaf Mute".



Acompanhando o marco do lançamento anterior, "No Light Within", a nova faixa atua como o contraponto perfeito na discografia da banda. Enquanto a música que abriu os caminhos da nova era trazia velocidade e uma estética predominantemente clara, "Blind Deaf Mute" mergulha em uma atmosfera cadenciada, densa e cheia de groove, acompanhada por uma produção audiovisual dramática com fundo escuro, explorando o claro-escuro e o dinamismo do Chiaroscuro clássico.

O clipe, idealizado, produzido e dirigido de forma independente pelos guitarristas Jean Patton e Jessica Falchi, traduz de maneira lúdica e conceitual as camadas de opressão e alienação presentes na letra. Inspirado pela profundidade visual do mestre da pintura italiana Michelangelo Merisi da Caravaggio, a estética do vídeo utiliza o contraste marcante para propor reflexões sobre o silenciamento, a manipulação social, a religião e a perda dos sentidos fundamentais no mundo moderno. A produção conta ainda com a participação especial do criador de conteúdo Cauê Moura, que interpreta a figura central opressora na narrativa.




O guitarrista Jean Patton detalha a busca estética e conceitual da produção:

"Buscamos construir uma imagem muito forte e dramática. Um quadro não vem com bula; ele te dá múltiplas óticas e deixa espaço para que cada pessoa interprete a partir da sua própria vivência. 'Blind Deaf Mute' fala sobre as diversas formas de opressão que vivenciamos diariamente, seja na sociedade, no trabalho, na política ou na religião, propondo o questionamento sobre estarmos cegos, surdos ou mudos para o que nos cerca. A arte tem o poder de propor reflexões, influenciar a realidade e enaltecer a revolução interior."

Para a guitarrista Jessica Falchi, a faixa reflete um momento de libertação e posicionamento:

"A letra aborda o sentimento de quem é oprimido e privado de sua liberdade e expressão. No clipe, construímos uma narrativa onde os personagens passam do automatismo e da dominação para o desespero e a busca pelo despertar. Cada elemento foi minuciosamente pensado para representar essas barreiras e a união necessária para superar o opressor. É uma mensagem forte, atual e muito alinhada com o papel do Metal como força transformadora."

Com uma estratégia de lançamento direto e sem avisos prévios nas plataformas digitais e redes sociais, o KORZUS reforça a intensidade da "Flesh Machine Era". Unindo o peso histórico de Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria) à virtuosidade e visão estética de Jean Patton e Jessica Falchi, o quinteto demonstra que sua longevidade é impulsionada por constante renovação e relevância artística.


Fonte: Whiplash.net

Benediction compartilha o videoclipe de Engines Of War

 

O Benediction compartilhou o videoclipe de Engines Of War. A faixa está no repertório do álbum Ravage Of Empires, o qual sairá no dia 04 de abril pela Nuclear Blast Records.

O novo disco será o nono full-length do grupo britânico, que começou as suas atividades na cidade de Birmingham, Inglaterra, em 1989.


Para os trabalhos de Ravage Of Empires, o Benediction contou com os trabalhos de Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Dave Ingram (vocalista), Giovanni Durst (bateria) e Nik Sampson (baixo).

Outra novidade sobre o grupo é que a Tales Of The Triple Death Tour será ao lado do Jungle Rot e Master. O quinteto também se apresentará em festivais como Wacken Open Air e Maryland Deathfest. 


 Fonte:  Mundometalbr.com




Benediction, com vocalista do Massacre, começará turnê brasileira no dia do Halloween

 

O Benediction, uma das bandas que estabeleceram a identidade do death metal britânico na virada dos anos 1980 para os 1990, retornará ao Brasil com Kam Lee, fundador do Massacre e personagem central na formação do death metal da Flórida (EUA).

São Paulo abrirá a tour em 31 de outubro, seguida por Belo Horizonte (1º/11), Rio de Janeiro (3/11), Porto Alegre (4/11) e Curitiba (5/11). O giro é dentro da turnê mundial do álbum Ravage of Empires.

Lee substitui Dave Ingram, afastado das apresentações por questões de saúde. A formação preparada para a América Latina junta músicos que participaram da consolidação do death metal nos Estados Unidos e na Inglaterra desde o fim dos anos 1980.

Antes do Massacre, Kam Lee tocou com Chuck Schuldiner e Rick Rozz no Mantas, banda que daria origem ao Death. Já em Birmingham, o Benediction surgiu em 1989, quando o metal extremo britânico ganhava projeção com Napalm Death, Carcass e Bolt Thrower.

O primeiro vocalista do Benediction foi Mark “Barney” Greenway, que deixou a banda para ingressar no Napalm Death. Dave Ingram assumiu o posto durante a gravação de Subconscious Terror, estreia lançada em 1990 pela Nuclear Blast.

No ano seguinte, o Massacre lançou From Beyond. Os dois discos registram respostas diferentes ao mesmo momento do metal extremo. O Benediction trabalhava riffs compactos, andamentos médios e elementos herdados do punk britânico. O Massacre seguia a sonoridade grave e sombria desenvolvida na Flórida, estado que se tornaria um dos centros mundiais do death metal.

Essa diferença também aparece na forma como cada banda construiu sua reputação. O grupo ganhou espaço com uma sequência de discos e turnês pela Europa, enquanto o Massacre se tornou referência principalmente pelo impacto de From Beyond e pela atuação anterior de seus integrantes na formação da cena da Flórida.

Após Subconscious Terror, a banda lançou The Grand Leveller (1991) e Transcend the Rubicon (1993), considerados trabalhos fundamentais do death metal britânico. Naquele período, a banda excursionou com Bolt Thrower, Nocturnus, Dismember e Massacra e ampliou sua presença fora do Reino Unido.

A discografia continuou ao longo das décadas seguintes, mesmo com mudanças na formação e longos intervalos entre alguns lançamentos. Ao contrário de parte das bandas surgidas na mesma época, o Benediction preservou a base de sua música: riffs pesados, vocais cavernosos, pouca ornamentação e alternância entre velocidade e cadência.

Kam Lee percorreu um caminho mais irregular com o Massacre, marcado por separações e retomadas. Sua voz, porém, permaneceu associada aos primeiros anos do death metal norte-americano e ao gutural grave que seria adotado por inúmeras bandas depois de “From Beyond”.

O encontro com o Benediction acontece quase quatro décadas após o início dessas duas carreiras. Lee cantará um repertório formado por diferentes fases da banda britânica, incluindo músicas de Ravage of Empires, nono álbum de estúdio, lançado em abril de 2025 pela Nuclear Blast.

Produzido por Scott Atkins, Ravage of Empires mantém o andamento pesado característico do Benediction e abre espaço para acelerações próximas ao thrash metal e ao d-beat. A Carrion Harvest, Engines of War e Crawling Over Corpses estão entre as faixas que sustentaram a recepção positiva do disco.

O álbum sucede Scriptures (2020), que encerrou um intervalo de 12 anos sem material inédito e marcou o retorno de Dave Ingram aos vocais. Os dois trabalhos recolocaram o Benediction em ciclos regulares de gravações e turnês, sem alterações bruscas na direção musical construída desde os anos 1990.


Fonte: Mundometalbr.com


Nergal, do Behemoth, rebate haters da internet: “Se não tem coragem de falar na minha cara, pode se f*”

 

Adam “Nergal” Darski, vocalista e guitarrista do Behemoth, criticou aqueles que usam a internet para atacar músicos sem coragem de confrontá-los pessoalmente. Em entrevista à rádio finlandesa Radio Rock, ao lado de Sven “Silenoz” Kopperud, guitarrista do Dimmu Borgir, o polonês também defendeu sua postura artística sem concessões, citando “The Shit Ov God” (2025), álbum mais recente da banda, e “I, Scvlptor” (2026), lançamento posterior que dá sequência à fase atual do grupo. Os músicos conversaram durante a turnê europeia conjunta In League With Satan.

Questionados sobre a possibilidade de suavizar suas composições para conquistar um público maior, Silenoz respondeu que nunca sentiu essa pressão. Para ele, o crescimento gradual tem seu lado positivo, já que o metal não se faz para agradar às massas. O guitarrista citou Iron Maiden e Judas Priest como exemplos de grandes nomes que, apesar do sucesso, não recebem espaço frequente nas rádios convencionais.

Nergal, por sua vez, apontou o título provocativo de “The Shit Ov God” como uma demonstração de sua disposição para desafiar expectativas.

“Isso diz tudo. Sempre fui assim, sem pedir desculpas, e nunca me importei muito com o que os outros pensam do meu trabalho. Na verdade, fiz questão de escolher esse título porque sabia que não havia provocação maior. Também sabia que as pessoas falariam muito sobre ele. Então pensei: ‘É isso’. Isso mostra o quanto posso ser intransigente. Gostem ou não, achem estúpido ou qualquer outra coisa, sei o que ele significa e sustento minha escolha. Ponto final.”






“As pessoas só são corajosas atrás dos teclados”

Ao comentar as críticas que Behemoth e Dimmu Borgir recebem nas redes sociais, Nergal afirmou que não há necessidade de ver opiniões polarizadas como algo negativo. Ele recorreu a uma metáfora para explicar sua postura:

“Alguém muito mais inteligente do que eu disse: ‘Se eu tivesse que prestar atenção em cada cachorro que late para mim, nunca conseguiria chegar em casa’. É exatamente assim que me sinto.”

O músico também defendeu que reações intensas, sejam positivas ou negativas, podem demonstrar honestidade artística.

“Você não pode fazer um disco ou uma pintura pensando: ‘Espero que todo mundo goste’. É claro que é ótimo quando mais pessoas apreciam o que faço, porque quero sair em turnê e não quero tocar para lugares vazios. Felizmente, pelos números de público nesta turnê, acho que nós dois estamos fazendo alguma coisa certa.”



Em seguida, Nergal direcionou sua crítica aos ataques virtuais.


“Hoje em dia, quando me perguntam quanto ódio encontro diariamente, a resposta é: nenhum. As pessoas só são corajosas atrás dos teclados. Nunca chegam até você para dizer: ‘Seu vendido do caralho’ ou ‘Seu covarde’. Nunca fazem isso. Então, se você não tem coragem de vir e dizer essas coisas na minha cara, pode simplesmente se foder.”

Silenoz concordou com o colega e acrescentou que a indiferença seria muito pior do que despertar amor ou ódio.

“Você quer que as pessoas amem você ou odeiem você. É assim que sabe que está fazendo alguma coisa certa. E nós estamos aqui; eles não estão. Isso fala por si só.”

Enquanto o Dimmu Borgir divulga “Grand Serpent Rising”, lançado em maio pela Nuclear Blast Records, o Behemoth segue sua trajetória internacional após décadas de crescimento desde o underground polonês. O álbum do Dimmu Borgir foi gravado em Gotemburgo com o produtor Fredrik Nordström, conhecido por trabalhos anteriores com a banda, como “Puritanical Euphoric Misanthropia” e “Death Cult Armageddon”. 


 Fonte: Mundometalbr.com