segunda-feira, 25 de maio de 2026

Dimmu Borgir lança o vídeo de ‘As Seen In The Unseen’ do novo álbum

 


s noruegueses do black metal sinfônico DIMMU BORGIR lançaram um videoclipe cinematográfico para “As Seen In The Unseen”, o single mais recente de seu novo álbum, “Grand Serpent Rising”, que chegou na sexta-feira (22 de maio) através da Nuclear Blast Records.



Gravado em Gotemburgo, Suécia, com o aclamado produtor Fredrik Nordström — o arquiteto por trás dos álbuns marcos do DIMMU BORGIR “Puritanical Euphoric Misanthropia” e “Death Cult Armageddon” — o novo disco entrega treze faixas punitivas, mas incrivelmente diversas, que elevam a extremidade sinfônica da banda a novas alturas imponentes.

O vocalista do DIMMU BORGIR, Stian “Shagrath” Thoresen, comenta sobre o lançamento do álbum: “‘Grand Serpent Rising’ captura tudo o que o DIMMU BORGIR foi e se tornou — é mais sombrio, mais brutal, mas melódico e diverso. Ele resume todas as nossas fases; algumas músicas são fortemente inspiradas por nossos primeiros anos, enquanto outras avançam. Nós tornamos o álbum mais dinâmico, com a orquestração usada de forma mais deliberada. O resultado é um disco mais intenso e impactante.”


O guitarrista do DIMMU BORGIR, Sven “Silenoz” Kopperud, acrescenta: “Com ‘Grand Serpent Rising’, nós deliberadamente revisitamos o espírito e a atmosfera que moldaram nossa identidade nos primeiros anos. Nós queríamos que este álbum parecesse uma jornada através da ruína, renascimento e transcendência. Depois de todos esses anos, o fogo ainda queima mais forte do que nunca — Este álbum é tanto uma reflexão quanto um novo despertar para o DIMMU BORGIR.”


Fonte: Rockbrigade.com.br

“Não quero morrer no palco”: Gary Holt reflete sobre o futuro do Exodus e aposentadoria das turnês

 

O guitarrista Gary Holt, do Exodus, abriu o jogo sobre o futuro da veterana banda de Thrash Metal durante entrevista à revista Fistful Of Metal. Além de comentar a possibilidade de um eventual encerramento das atividades do grupo, o músico também relembrou momentos emocionantes ao lado do Slayer. Ainda assim, falou sobre sua visão atual da vida e da carreira.

Durante a conversa com Oran O’Beirne, Holt comentou sobre a chance de o Exodus seguir um caminho semelhante ao do Megadeth. Esta que, recentemente, anunciou sua turnê de despedida. O guitarrista respondeu de forma sincera e bem-humorada, além de ter refletido sobre a própria mortalidade:

“Bem, eu não quero morrer no palco (risos). Passei muito tempo pensando sobre minha própria mortalidade, mas preciso de pelo menos mais vinte e cinco anos ao lado dos meus filhos e netos. Estou fazendo tudo o que posso para chegar a esse ponto, já que estou sóbrio há cinco anos. E, se o Exodus chegar naquele momento em que soubermos que é hora, talvez sigamos o caminho que nossos amigos tomaram ou estão tomando, ou talvez simplesmente encerremos tudo. Quem sabe?”

Gary Holt sobre passagem no Slayer e peso emocional da música em sua carreira

Além disso, Gary Holt relembrou sua longa trajetória com o Slayer, banda com a qual toca desde 2011, inicialmente substituindo Jeff Hanneman nos shows e assumindo oficialmente a posição de guitarrista em 2013. O músico revelou o impacto emocional do último show da banda, realizado em novembro de 2019, em Los Angeles.

“Com o Slayer, eu vi homens adultos desabarem em lágrimas no show final. Eu também comecei a chorar enquanto tocava os momentos finais do meu solo em ‘Angel Of Death’ naquele último grande show em Los Angeles.”



 Por fim, Holt destacou o peso emocional que a música carrega em sua vida e deixou claro que ainda não pensa em parar tão cedo.


“Isso é uma parte enorme das nossas vidas. Quando chegar o dia em que eu não puder mais fazer isso, terei muitas grandes memórias. Tenho certeza de que vamos celebrar da maneira certa quando esse dia chegar, a menos que aconteça algo drástico, como eu perder os dois braços em algum acidente agrícola absurdo. Mas, por enquanto, o Exodus está mais forte do que nunca, e este álbum prova que ainda temos muito combustível no tanque.”

Enquanto a banda desfruta de seu novo álbum “Goliath“, com direito a resenha na nave-mãe AQUI, o Exodus continua como um dos nomes mais respeitados da história do Thrash Metal. Especialmente a sua grande influência direta sobre a cena da Bay Area e por clássicos que ajudaram a moldar a agressividade e velocidade do gênero desde os anos 1980.


Fonte: Mundometalbr.com

Segundo Ian Hill, novo álbum do Judas Priest será mais tradicional e direto que “Invincible Shield”

 

O Judas Priest já trabalha oficialmente em seu próximo álbum de estúdio, sucessor do aclamado “Invincible Shield” (2024). A primeira confirmação pública surgiu através do guitarrista Richie Faulkner, mas agora o baixista e membro fundador Ian Hill trouxe novas atualizações sobre o andamento das gravações em entrevista ao Metal Journal.

Segundo Hill, a banda praticamente concluiu toda a base instrumental do trabalho e atualmente concentra esforços na gravação dos vocais de Rob Halford. O músico revelou:

“Nós já fizemos a maior parte da música, ou pelo menos todas as bases; já gravamos isso. Talvez ainda tenha mais uma [música] para fazer. Mas a grande maioria já está pronta, as bases foram concluídas. Os caras estiveram em Phoenix trabalhando nos vocais com Rob [Halford, vocalista do Priest] nas últimas semanas, acredito eu. Então ele está no processo de gravar os vocais.”

Um Priest mais tradicional, mas ainda próximo de “Invincible Shield”

Ao comentar sobre a sonoridade do novo material, Ian Hill explicou que o álbum seguirá um caminho um pouco diferente do antecessor, embora sem abandonar completamente a linha recente adotada pela banda.

“O estilo é um pouco diferente do último álbum. É — não sei — um pouco mais tradicional, talvez um pouco mais peculiar em algumas coisas. E, sim, deve ficar bom. Como eu disse, eu só ouvi em uma forma bem crua até agora — basicamente guitarra, baixo e bateria. Isso é tudo que ouvi até o momento. Mas, sim, está se moldando para ser um grande álbum clássico do Priest. Deve sair em algum momento do ano que vem. Provavelmente em março, abril, algo assim, imagino eu. Isso depende da gravadora.”

Naturalmente, muitos fãs associaram imediatamente o termo “tradicional” aos clássicos absolutos da banda, como “British Steel”, “Screaming For Vengeance” e “Defenders Of The Faith”. No entanto, Hill tratou de conter um pouco a empolgação:

“Não, não tão tradicional assim. [Risos] Está mais na linha de ‘Invincible Shield’, mas muito mais direto, digamos assim.”

A declaração indica que o grupo deve continuar explorando a fórmula pesada e moderna apresentada nos últimos anos, porém com composições talvez mais objetivas e menos trabalhadas estruturalmente.


Richie Faulkner também confirmou avanço das gravações

As falas de Ian Hill reforçam informações divulgadas recentemente por Richie Faulkner. O guitarrista revelou que o grupo se reuniu próximo de Nashville para gravar bateria, baixo e guitarras, repetindo um método semelhante ao utilizado em “Firepower”.

Faulkner ainda comentou que registrou diversos solos em seu próprio estúdio caseiro e afirmou que o disco “está soando muito legal”. Tudo indica que o processo de produção ocorre de forma bastante adiantada, algo impressionante considerando a intensa agenda de shows do grupo.

Enquanto trabalha no novo álbum, o Judas Priest também segue celebrando sua trajetória histórica. A coletânea “The Best Of Judas Priest” chegará ao mercado em junho, enquanto o documentário The Ballad Of Judas Priest, dirigido por Tom Morello e Sam Dunn, também deve estrear oficialmente ainda este ano.

As declarações do Judas Priest nem sempre refletem o resultado final

Vale lembrar que o Judas Priest costuma comentar bastante sobre a musicalidade de seus futuros lançamentos, mas nem sempre as descrições feitas pelos músicos acabam refletindo exatamente a percepção dos fãs e da crítica especializada.

Antes do lançamento de “Invincible Shield”, por exemplo, Richie Faulkner afirmou que o álbum teria uma abordagem “mais progressiva”. Já Rob Halford chegou a citar “Turbo” ao comentar o direcionamento do disco, sugerindo uma obra mais ousada e diferente dentro da discografia da banda.

No fim das contas, quando “Invincible Shield” chegou às lojas e plataformas digitais, ficou claro que o trabalho possuía muito pouco — ou praticamente nada — da atmosfera de “Turbo”. Talvez a única conexão realmente forte esteja na introdução de “Panic Attack”. Da mesma forma, o álbum também não era exatamente progressivo; apenas apresentava arranjos um pouco mais elaborados do que aqueles encontrados em “Firepower”.

Portanto, talvez seja melhor manter as expectativas na temperatura certa e evitar imaginar mudanças radicais. Dificilmente o Judas Priest irá conceber algo extremamente diferente daquilo que vem apresentando nos últimos anos. Neste estágio da carreira, parece muito mais provável que os músicos estejam concentrados em encerrar sua trajetória em altíssimo nível do que em assumir riscos realmente revolucionários


Fonte: Mundometalbr.com

Jon Schaffer lança videoclipe de “Full Spectrum Dominance” do projeto Sons Of Liberty

 

Depois de todos os acontecimentos que envolveram Jon Schaffer nos últimos anos, o líder do Iced Earth começa, enfim, a dar sinais de que um retorno mais consistente à música pode acontecer antes do que muitos imaginavam. Em entrevista recente, o guitarrista inclusive confirmou que segue escrevendo material inédito e trabalhando em novas composições. Embora tenha deixado claro que essas músicas serão gravadas e lançadas apenas “no momento apropriado”, podemos considerar um ponto de partida.

Enquanto esse novo capítulo não chega, Schaffer concentra seus esforços na divulgação de “Sons Of Liberty – Thought Crimes (Volumes 1 & 2)”, relançamento que reapresenta o álbum “Brush-fires Of The Mind” (2009) e o EP “Spirit Of The Times” (2011) em versões completamente atualizadas.

Nova edição traz remixagem, bateria inédita e formatos especiais

A nova coletânea já está disponível nas plataformas de streaming e reúne material remasterizado do projeto Sons Of Liberty, iniciativa criada por Jon Schaffer paralelamente às atividades de bandas como Iced Earth, Demons & Wizards, Jon Schaffer’s Purgatory e Schaffer/Barlow.

O lançamento físico acontecerá em 4 de julho de 2026 através da gravadora The Circle Music, data escolhida por coincidir com o aniversário de 250 anos da assinatura da Declaração de Independência dos Estados Unidos. Assim, a edição contará com vinil duplo gatefold em cinco cores diferentes — incluindo uma tiragem limitada de apenas 100 cópias exclusivas da loja oficial de Iced Earth — além de CD em caixa de couro de luxo, edição digipak e fita cassete.

Originalmente, os registros de “Brush-fires Of The Mind” e “Spirit Of The Times” utilizaram bateria programada como forma de reduzir custos de produção. Segundo o próprio músico, o objetivo nunca foi transformar o projeto em um produto comercial tradicional, mas sim disponibilizar as canções livremente para compartilhamento e disseminação de suas ideias.

A proposta conceitual de Sons Of Liberty

Desde o início, o Sons Of Liberty surgiu como um projeto centrado em temas políticos, sociais e filosóficos primordialmente ligados à liberdade individual, críticas ao autoritarismo e questionamentos sobre sistemas financeiros e governamentais. As letras exploram conceitos relacionados à soberania individual, vigilância estatal, manipulação midiática e direitos civis.

A nova divulgação do projeto enfatiza que a proposta não busca alinhamento partidário específico, mas sim provocar reflexão sobre liberdade, autonomia e responsabilidade individual. Dentro desse contexto, Schaffer descreve o trabalho como uma defesa de princípios pró-liberdade e anti-autoritarismo.

Além da nova mixagem assinada por Jim Morris, o material recebeu baterias inéditas gravadas por Mark Prator, músico certamente conhecido por suas colaborações clássicas com Iced Earth em discos como “The Dark Saga” e “Something Wicked This Way Comes”, além do debut de Demons & Wizards.

“Full Spectrum Dominance” ganha videoclipe oficial

Como parte dessa nova fase, Jon Schaffer lançou o videoclipe oficial de “Full Spectrum Dominance”, produzido pela DazVideos. A faixa integra “Sons Of Liberty – Thought Crimes (Volumes 1 & 2)” e, dessa forma, aparece como uma das músicas centrais do repertório atualizado.

Na edição em CD, “Full Spectrum Dominance” ocupa a segunda posição do tracklist:

  1. Jekyll Island
  2. Full Spectrum Dominance
  3. False Flag
  4. Our Dying Republic
  5. Molon Labe
  6. Indentured Servitude
  7. Feeling Helpless?
  8. Don’t Tread On Me
  9. The Cleansing Wind
  10. Mind Control
  11. Alive
  12. Tree Of Liberty
  13. Spirit Of The Times
  14. We The People
  15. Jekyll Island (Full Version)

Já na edição em vinil, a música aparece na terceira face do álbum, acompanhada de “Alive”, “Molon Labe”, “Mind Control” e “Spirit Of The Times”.


Jon Schaffer declarou:

“Sons Of Liberty sempre foi pensado para ser mais do que música; era um chamado ao despertar e uma tentativa de acender fagulhas de liberdade nas mentes daqueles que têm ouvidos para ouvir.

Aqueles que me conhecem sabem que não estou aqui para agradar a todos — nem com minha música, nem com meus ideais e princípios. Respeito o direito dos outros de discordarem e de se expressarem livremente. Defenderei os direitos deles, especialmente quando eu discordar fortemente do que pensam. Essa é a pedra fundamental da liberdade. Não é tão impressionante defender pessoas que compartilham das suas crenças e concordam com você. Você valoriza a liberdade a ponto de permitir que os outros vivam como escolherem, desde que não agridam ninguém? Essa é uma pergunta legítima sobre a qual todos deveríamos refletir.

Meu desejo com o primeiro álbum do Sons Of Liberty, em 2009, era inspirar as pessoas a se informarem. Quando essas músicas foram lançadas pela primeira vez, eu queria expor os sistemas financeiros e políticos que prosperam através da agressão e subjugam nossa liberdade pessoal. Dezessete anos depois, a mensagem se tornou ainda mais relevante, e a situação ainda mais urgente.

A adição da bateria de Mark Prator e a nova mixagem de Jim Morris finalmente deram a essas faixas a força sonora que elas merecem. Ambos detonaram completamente. Não soa mais como uma demo. A arte também representa um enorme avanço em relação às originais. Lá em 2009, eu não tinha nenhuma visão de como seria a capa de ‘Brush-fires’. Foi a primeira e única vez na minha carreira em que isso aconteceu. Desta vez, porém, a ideia veio claramente para mim, e acredito que seja uma das melhores capas de todo o meu catálogo. Roy Young e David Newman Stump fizeram um trabalho fantástico.

O sistema tentou silenciar e cancelar essa música porque ela fala verdades desconfortáveis, mas não se pode cancelar o espírito da liberdade. Ainda não. Os agressores estão trabalhando duro para destruir nossa capacidade de discernimento, nos distrair, nos dividir e, no fim, nos conquistar. Esta coleção de músicas é para todos aqueles que se recusam a ser meros espectadores na luta pela própria soberania.

Estou sempre aprendendo, e sempre disposto a ser convencido de que outro ponto de vista é um caminho melhor a seguir. Traga um argumento razoável, e estarei disposto a ouvir. Ao longo dos anos, amadureci e mudei minhas opiniões à medida que aprendo, mas meus princípios permanecem. Não consigo enxergar outro caminho viável para a paz além da liberdade. Penso muito sobre essas questões e as discuto profundamente com meus amigos. É minha convicção firme que o coletivismo, quando imposto pelo Estado, em qualquer forma, é mais perigoso para nossas liberdades do que um exército invasor. Trocar nossa liberdade por ‘segurança’ nunca terminou bem. Nunca.

No futuro, minha intenção é escrever um novo capítulo da música do Sons focado no que acredito ser a solução. Até lá, como um grande amigo e mentor costuma dizer… Não agrida. Seja um excelente ser humano. Viva e deixe viver.

Paz. Jon”



Fonte: Mundometalbr.com 

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Malevolent Creation e Mystic Circle anunciam show exclusivo no Brasil

 O Malevolent Creation anunciou oficialmente seu retorno ao Brasil para uma apresentação exclusiva em São Paulo no dia 24 de outubro de 2026. O grupo americano de death metal, que agora conta com três guitarristas, terá a banda alemã Mystic Circle como convidada especial.


A vinda ao país ocorre em meio aos preparativos para o 14º álbum de estúdio da banda, intitulado "Return Fire". Embora o disco ainda não possua uma data de lançamento oficial, o grupo confirmou que já está trabalhando nas novas composições.

O local da apresentação na capital paulista ainda não foi revelado. Além do show no Brasil, a turnê latino-americana já tem passagens confirmadas pelo México, Costa Rica, Colômbia, Peru, Chile e Argentina. O veterano Mystic Circle, que retomou as atividades em 2021, vem divulgar o álbum Hexenbrand 1486", lançado em 2025.



Fonte: Whiplash.net

Dimmu Borgir lança seu novo disco, "Grand Serpent Rising"

 A banda norueguesa de black metal Dimmu Borgir lançou de forma oficial nesta sexta-feira (22 de maio) seu novo disco de estúdio, "Grand Serpent Rising". O álbum dá continuidade a "Eonian" (2018).



O Dimmu Borgir uniu forças novamente com o aclamado produtor Fredrik Nordström, a mente por trás de algumas das obras mais reverenciadas do grupo, como "Puritanical Euphoric Misanthropia" (2001) e "Death Cult Armageddon" (2003). O resultado é um disco que captura a assinatura da banda - a fusão entre a grandiosidade sinfônica e a agressividade implacável -, enquanto eleva seu som a territórios ainda mais sombrios e imponentes.

Divulgado em abril, "Ascent" é um dos singles de "Grand Serpent Rising". Sobre a faixa, o vocalista Shagrath comenta:

"Musicalmente, 'Ascent' é mais feroz e direta que o primeiro single, 'Ulvgjeld & Blodsødel'. Juntas, as duas faixas demonstram perfeitamente a amplitude musical do álbum. Desde o início, dissemos que 'Grand Serpent Rising' seria um de nossos discos mais diversos até hoje, e essas músicas reforçam exatamente isso."

"Grand Serpent Rising" tem 13 faixas. O álbum foi disponibilizado nas plataformas digitais e pode ser conferido.


Ouça Aqui !




Fonte: Whiplash.net



Armored Saint lança seu novo disco de estúdio, "Emotion Factory Reset"




 A banda californiana de heavy metal Armored Saint lançou nesta sexta-feira (22 de maio) seu novo (e nono) disco de estúdio, "Emotion Factory Reset". O álbum dá sequência a "Punching the Sky" (2020).

De acordo com release publicado no site oficial da Metal Blade Records, "Emotion Factory Reset" representa "uma espécie de ressurreição, uma desconstrução e reconstrução em 11 canções de musicalidade e temas líricos diversos (...). Canções como 'Close to the Bone', 'Hit a Moonshot' e 'Every Man-Any Man' mostram o Saint honrando seu passado como uma das bandas mais respeitadas e reconhecidas da música pesada, ao mesmo tempo que cria música inovadora com raízes no presente".

"'Close to the Bone' é uma música de hard rock/heavy metal impactante, mas diversa tanto na vibe quanto no arranjo. Parece uma música do Armored Saint lançada em 2026, e acho isso muito importante. A letra surgiu da minha tentativa de descobrir como trabalhar com pessoas com quem talvez eu não concorde", comentou Bush, que também falou sobre "Hit a Moonshot":

"É como se você tivesse acertado em cheio. Eu uso muitas analogias esportivas porque adoro esportes. 'Hit A Moonshot' foi inspirada nas pessoas que sempre se dão bem. Tipo, não importa o que essa pessoa faça… Algumas pessoas simplesmente têm sorte. Isso se aplica a qualquer um. E se dar bem é louvável."

"Emotion Factory Reset" tem 11 faixas e aproximadamente 48 minutos de duração. O álbum foi disponibilizado nas plataformas digitais e pode ser conferido via Spotify no player a seguir.



Ouça aqui!!

Fonte: Whiplash.net

Nova geração do Death Metal alemão: confira a brutalidade old school do Belligerence

 


O trio alemão de Death Metal, Belligerence, é uma das daquelas bandas novas que ainda estão nos seus primeiros passos, mas que já demonstram muita competência, talento e uma sonoridade incrível. Esses três jovens, Johan Pastoor (baixo), Richard Bartsch (bateria) e Carlos von Bismarck (vocal, guitarra), formaram o Belligerence em 2022 e lançaram a primeira demo, “The Wretched” em 2023.

Em 2024, veio o primeiro EP, “Eschaton Foretold”, que conquistou muitos fãs na cena underground de Berlim. Agora, em 2026, o trio irá lançar o segundo EP, “Liturgies of the Vile Ones”, cujo primeiro single, “Self-Mutilation Adjured”, você pode ouvir abaixo.

Inspirando-se em bandas como Behemoth, Morbid Angel e Decapitated, esses garotos combinam a brutalidade old school com elementos modernos, criando um som único. Passagens intensas de blast beats se unem a riffs densos e grooveados, além de toques atmosféricos sombrios, criando uma paisagem sonora dinâmica de destruição.

“Liturgies Of The Vile Ones” será lançado via Lycanthropic Chants em 29/05/2026


Faixas:

1 Self-Mutilation Abjured
2 The Travesty
3 Reign Through Defilement
4 Vengeful Slaughter
5 Liturgies of the Vile Ones


Fonte: Mundometalbr.com.br


quinta-feira, 21 de maio de 2026

Bruce Dickinson lança nova versão do clipe de Tears Of The Dragon

 


O vocalista Bruce Dickinson lançou uma nova versão do clipe de Tears Of The Dragon. O vídeo teve direção de Leo Liberti e Antoine De Montremy; já o som ganhou uma nova roupagem com as linhas de guitarra de Philip Naslund, arranjos de Antonio Teoli e produção, remixagem e masterização de Brendan Duffey.


A balada Tears of the Dragon, que é o maior hit solo de Dickinson, está no track listing de Balls to Picasso, segunda aventura solo do cantor inglês, cujo lançamento original foi em junho de 1994. O som entrou nas paradas de sucesso dos Estados Unidos, Inglaterra e Finlândia, e ajudou alavancar a carreira do cantor fora do Iron Maiden.

Tempos atrás, durante bate-papo com a revista Revolver, Bruce elegeu Tears of the Dragon como a melhor música que já compôs.

O músico explicou: “Eu diria que a minha melhor música é Tears of the Dragon, porque eu não sei o significado dela. Mas eu sei que ela significa alguma coisa. É uma canção que tem um efeito muito grande nas pessoas. E ela tem um efeito em mim, também”.


Fonte: Rockbizz.com.br

Bruce Dickinson anuncia “The Mandrake Project: Year Two” e mergulha ainda mais no surrealismo fantástico

 


A primeira parte da saga em quadrinhos criada por Bruce Dickinson para acompanhar o lançamento de seu mais recente álbum solo, “The Mandrake Project”, conquistou fãs de música e HQs ao unir horror psicológico, ficção científica e elementos sobrenaturais em uma narrativa intensa e provocativa. O projeto rapidamente se transformou em um dos trabalhos paralelos mais ambiciosos do vocalista do Iron Maiden, com foco no universo conceitual apresentado no disco.

Enquanto cruzava a América do Norte durante sua turnê solo de 2025, Bruce Dickinson também mergulhava na produção da continuação da história. Em parceria novamente com a editora Z2, o músico desenvolveu “The Mandrake Project: Year Two”, novo capítulo que promete expandir drasticamente os eventos apresentados no primeiro volume.

Uma continuação mais sombria e alucinante

De acordo com as informações divulgadas pela Z2, a nova HQ leva a trama para um território ainda mais surreal. A narrativa acompanha o personagem Necropolis após uma experiência de quase morte que o transporta para uma realidade paralela. Nesse cenário, ele descobre segredos obscuros ligados à própria linhagem familiar, enquanto tenta entender se conseguirá escapar de um ciclo de autodestruição alimentado pela ambição ou se apenas faz parte de uma engrenagem cósmica manipulada por forças sobrenaturais.

O próprio Bruce Dickinson antecipou o tom da nova fase da história com entusiasmo. “Segurem seus chapéus proverbiais… porque dessa vez a coisa fica REALMENTE estranha!”, comentou o cantor. Já o roteirista Tony Lee entrou na brincadeira e afirmou que, se o primeiro livro já parecia controverso, a continuação elevará tudo a outro nível.

Equipe criativa reforça o peso do projeto

Além de Tony Lee, o novo volume conta novamente com o trabalho artístico de Piotr Kowalski, ilustrador conhecido por títulos como “The Witcher”, “Wolfenstein” e “Marvel Knights: Hulk”. A publicação também reúne contribuições do artista Bill Sienkiewicz, vencedor de múltiplos prêmios Eisner e responsável por obras icônicas como “Moon Knight” e “Elektra: Assassin”.

Outro nome envolvido é John Devilman, artista multifacetado que estreia no universo dos quadrinhos ao lado da equipe de “The Mandrake Project”. A combinação desses profissionais reforça o caráter experimental e visualmente agressivo da obra, algo que já havia marcado o primeiro lançamento da saga.

Livro terá edições luxuosas e material extra

Com 184 páginas, “The Mandrake Project: Year Two” também funcionará como um registro da turnê solo de Bruce Dickinson em 2025. O material inclui entrevistas, ensaios e bastidores sobre o desenvolvimento da HQ e do álbum, oferecendo uma visão aprofundada do processo criativo por trás do universo de Necropolis e Dr. Lazarus.

A publicação ainda ganhará versões deluxe e platinum em formato 12″x12″, acompanhadas por slipcase especial, acabamento metálico nas páginas, cartões colecionáveis e um medalhão inspirado no artefato utilizado por Dr. Lazarus na trama. Já uma edição menor em capa dura será distribuída em lojas parceiras e grandes varejistas. Muitas das edições especiais autografadas por Bruce Dickinson já aparecem como esgotadas em pré-venda, sinalizando a enorme procura dos fãs e colecionadores. Quem pretende garantir uma cópia das versões limitadas terá que correr antes que o restante do estoque desapareça. Clique AQUI para comprar.

Equipe criativa reforça o peso do projeto

Além de Tony Lee, o novo volume conta novamente com o trabalho artístico de Piotr Kowalski, ilustrador conhecido por títulos como “The Witcher”, “Wolfenstein” e “Marvel Knights: Hulk”. A publicação também reúne contribuições do artista Bill Sienkiewicz, vencedor de múltiplos prêmios Eisner e responsável por obras icônicas como “Moon Knight” e “Elektra: Assassin”.

Outro nome envolvido é John Devilman, artista multifacetado que estreia no universo dos quadrinhos ao lado da equipe de “The Mandrake Project”. A combinação desses profissionais reforça o caráter experimental e visualmente agressivo da obra, algo que já havia marcado o primeiro lançamento da saga.

Livro terá edições luxuosas e material extra

Com 184 páginas, “The Mandrake Project: Year Two” também funcionará como um registro da turnê solo de Bruce Dickinson em 2025. O material inclui entrevistas, ensaios e bastidores sobre o desenvolvimento da HQ e do álbum, oferecendo uma visão aprofundada do processo criativo por trás do universo de Necropolis e Dr. Lazarus.

A publicação ainda ganhará versões deluxe e platinum em formato 12″x12″, acompanhadas por slipcase especial, acabamento metálico nas páginas, cartões colecionáveis e um medalhão inspirado no artefato utilizado por Dr. Lazarus na trama. Já uma edição menor em capa dura será distribuída em lojas parceiras e grandes varejistas. Muitas das edições especiais autografadas por Bruce Dickinson já aparecem como esgotadas em pré-venda, sinalizando a enorme procura dos fãs e colecionadores. Quem pretende garantir uma cópia das versões limitadas terá que correr antes que o restante do estoque desapareça. Clique AQUI para comprar.

Influências místicas e teorias controversas

Seguindo a tradição estabelecida no primeiro volume, a continuação também explora referências filosóficas e ocultistas que ajudaram a moldar o universo da série. Um dos destaques será um extenso artigo sobre Wilhelm Reich, sociólogo e místico cuja trajetória controversa terminou de maneira trágica após perseguições do FBI nos anos 1950.

Segundo o editor-chefe da Z2, Rantz Hoseley, o novo livro deixa claro que não existem limites para a imaginação de Bruce Dickinson dentro desse universo. O executivo afirmou que a sequência amplia radicalmente o alcance da narrativa e conduz a saga para caminhos ainda mais imprevisíveis.

Embora seja mundialmente conhecido como vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson construiu ao longo das décadas uma trajetória artística e profissional extremamente diversificada. Além da carreira musical, o cantor atuou como piloto de avião comercial, apresentador de rádio, escritor, roteirista, podcaster, empresário e até competidor internacional de esgrima.

Segundo o material promocional divulgado pela editora, o conceito de “The Mandrake Project” começou a ser desenvolvido por Bruce Dickinson há mais de dez anos, o que ajuda a explicar o nível de detalhamento e profundidade do universo criado pelo artista.











Fonte: Mundometalbr.com