A
banda de hardcore e metalcore Walls
of Jericho prepara seu retorno com o
álbum System Error:
Humanity, que será lançado em 13 de novembro de
2026 pela Napalm Records. O trabalho
chega na sequência de The
Ascent, primeiro single divulgado do
disco, e agora ganha uma nova prévia com Agency.
A
faixa combina velocidade e agressividade, partindo de uma abordagem
próxima ao thrash metal antes de desembocar em um breakdown de
grande impacto. A vocalista Candace
Buckingham conduz
a música com uma interpretação voltada à autonomia individual e à
defesa dos direitos humanos.
Sobre Agency, Buckingham declarou:
“Agency
é uma música sobre liberdade. O tipo de liberdade que vive dentro
de você, que ninguém pode tirar e pela qual você precisa lutar
todos os dias.”
Assista
ao videoclipe:
Nas
letras, o Walls
of Jericho aborda
temas relacionados à reivindicação, autodeterminação e direitos
humanos. Além de Agency,
músicas como Borrowed
Ground eLast
Judgement seguem
essa linha temática.
O
disco também conta com participações especiais. Randy
Blythe,
do Lamb
of God,
aparece em Broken
Mouths Can’t Speak,
enquanto Guy
Kozowyk,
do The
Red Chord,
participa de Humanity. A
Brighter Fire,
por sua vez, traz Patsy
Puopolo e Matthew
Ruby como
convidados.
A
produção ficou a cargo de Kurt
Ballou,
guitarrista do Converge e
produtor que já trabalhou com nomes como Nails, The
Dillinger Escape Plan, Code
Orange e Every
Time I Die.
A proposta foi registrar a intensidade das apresentações do grupo
sem abrir mão de uma produção definida.
O
álbum estará disponível em CD digipak e em diferentes versões de
vinil, incluindo edições limitadas em verde sólido, dourado
sólido, amarelo translúcido, splatter e uma versão com selo branco
acompanhada de livreto, cartão de capa e certificado.
Walls of
Jericho é formado por:
Candace
Buckingham – vocais
Aaron Ruby – baixo
Dustin Robert –
bateria
Bobby VaLeu – guitarra
Kyle Gailey –
guitarra
Chris Towning – guitarra
O
Queens of the Stone Age sempre se manteve duradouramente e
singularmente magnético. Não é apenas o seu som; é o seu
espírito. Eles são provocativos no sentido mais essencial: sem medo
de explorar o obscuro, o sexual, o surreal e o absurdo. É uma arte
que rosna e seduz em igual medida, e nunca tanto quanto no nono álbum
da banda, Perfecth, que será lançado no dia 30 de outubro pela
Matador Records.
Lançado
hoje, o mais recente single “Insignificant Other” pode ser
considerado a peça central do álbum. A faixa é a segunda de apenas
duas tomadas e captura o quinteto tocando de forma solta e
desprotegida, abrindo espaço um para o outro de forma improvisada.
“É uma música sobre distância”, diz o vocalista Joshua Homme.
“Sobre como alguém pode ser o seu mundo inteiro para simplesmente
desaparecer. E sobre a estranha vertigem de estar no lado receptor
disso”.
O
anúncio do álbum é acompanhado por um videoclipe dirigido por
Chapman Baehler, estrelado por Big Chongus como a personificação de
“perfecth”. Acompanhado pelos bons garotos e garotas Ruby Homme,
Max Homme, Pumpkin Van Leeuwen, Isabella Puppolini (Izzy) Van Leeuwen
e Reesa Shuman, o clipe revela se Big Chongus encontra ou não o lar
perfeito. Os fãs também podem assistir ao já infame teaser de
“Five Finger Filet” que anunciou a data em que o disco NÃO seria
lançado.
Assista
ao videoclipe:
Sobre
o álbum Perfecth:
Produzido
por Homme e pelo membro da banda Michael Shuman, o projeto extrai
inspiração do Kintsugi — a arte japonesa de consertar cerâmicas
quebradas preenchendo as suas rachaduras com ouro, defendendo que o
que foi despedaçado se torna mais bonito (e não menos) pelo ato de
consertar.
Este
é o espírito no qual Perfecth foi feito. Um álbum que só poderia
ter sido concebido agora, graças a Homme, Troy Van Leeuwen, Michael
Shuman, Dean Fertita e Jon Theodore dando passos evolutivos
significativos como um coletivo e chegando a uma clarez
a duramente
conquistada. As suas nove músicas mapeiam diferentes formas de amor:
de família, amigos e outros, tanto significativos quanto
insignificantes; os amores que te quebram além da sobrevivência e
os amores que te consertam.
Nascida
de sessões gravadas em vários lugares, de Nova Orleans a Los
Angeles, a música é destemida e sem limites, temperamental e
ameaçadora, gentil e estranha. Aqui, o Queens alinhou os pedaços
irregulares de uma carreira inteira. “Cada música soa como se
fosse de um mundo diferente”, diz Homme. “E isso é de propósito,
porque tenta costurar todas essas emoções que giram em torno do
amor, luxúria, tolice e o tipo de sabedoria que vem como um presente
de tudo isso”.
O
disco se chama Perfecth porque “perfeito” (“perfect”), como
palavra, nunca foi honesto. Não existe. Então, Homme quebrou a
palavra e a transformou em “perfecth”, uma grafia mais apropriada
para um termo que nunca pareceu certo desde o início. “Nada neste
mundo é perfeito, mas tudo parece ser ‘perfecth'”, ele explica.
“E esse título é engraçado quando você está em um grupo, mas
não é tão engraçado quando você está sozinho”.
O
Ministry fez Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, provar de
seu próprio veneno no clipe de We Hate, faixa presente no álbum
Hate To Go (Take Out Or Delivery). O disco, que sairá em 30 de
outubro pela Cleopatra Records, será o último registro de estúdio
do grupo, que irá pedir o chapéu após 45 anos de carreira.
Hate
To Go (Take Out Or Delivery), que será o décimo sétimo trabalho do
grupo, trará a última colaboração com o veterano Paul Barker na
faixa de encerramento do álbum, We’re Still Here, ao lado do
trabalho dos atuais integrantes da banda: os guitarristas Monte
Pittman e Cesar Soto, o baixista Paul D’Amour, o tecladista John
Bechdel e o baterista Pepe Clarke Magaña.
O
álbum estará disponível em versões como CD, vinil preto, vinil
colorido (verde, prata, roxo), cassete, boxset e digital (download e
streaming).
Track
listing de Hate To Go (Take Out Or Delivery):
01.
Crickets
02. Voices of Hate
03. Clown Car
04. We
Hate
05. Delete
06. Grifter
07. The White Man Lied
*
08. Singularity
09. Burned Out
10. We’re Still
Here (com Paul Barker)
O Angelus
Apatrida iniciou
oficialmente um novo capítulo de sua carreira ao anunciar contrato
com a Napalm
Records.
A parceria chega depois de mais de uma década e meia ligada
à Century
Media Records,
selo pelo qual o grupo espanhol lançou trabalhos como Clockwork, The
Call, Hidden
Evolution, Cabaret
de la Guillotine, Angelus
Apatrida e,
mais recentemente, Aftermath,
de 2023. Para marcar imediatamente essa mudança, os espanhóis
também confirmaram o lançamento do EP Reckoning,
que chegará em 19
de novembro de 2026.
Dessa
forma, o novo trabalho contará com apenas três faixas e funcionará
como a primeira amostra da fase do quarteto ao lado da nova
gravadora. Além de “Cycle
Of Ruin”,
o EP apresentará a outra inédita “Burn
It Down” e
uma versão de “Propaganda”,
clássico do Sepultura originalmente
lançado no álbum Chaos
A.D.,
de 1993. A releitura já se encontra disponível nas plataformas
digitais. O próprio Angelus
Apatrida produziu Reckoning,
enquanto Juanan
López ficou
responsável pelas gravações. A mixagem e a masterização
novamente ficaram nas mãos de Zeuss,
colaborador de longa data da banda.
Angelus
Apatrida celebra
nova fase com a Napalm
Records
Ao
comentar a assinatura, os integrantes revelaram que a aproximação
com a Napalm
Records não
começou agora. Segundo o quarteto, a gravadora tentava trabalhar com
eles havia anos, mas somente neste momento ambas as partes entenderam
que existiam as condições ideais para concretizar a parceria. Os
músicos destacaram principalmente o entusiasmo, a ambição e a
compreensão demonstrados pelo selo sobre a identidade do grupo e
seus próximos passos.
“Agora
é hora de virar a página”, declarou o Angelus
Apatrida,
acrescentando que continua “tão faminto quanto sempre” nesta
nova etapa. A banda também definiu a Napalm
Records como
sua nova casa e descreveu Reckoning como
um trabalho agressivo, pesado e sem concessões.
Formado
em Albacete,
na Espanha,
em 2000, o Angelus
Apatrida construiu
gradualmente uma posição de destaque dentro do Thrash
Metal europeu.
Atualmente, a formação permanece composta por Guillermo
Izquierdo nos
vocais e guitarra, David
G. Alvarez na
guitarra, José
J. Izquierdo no
baixo e Victor
Valera na
bateria. Assim, ao longo de mais de duas décadas, o quarteto também
passou por festivais de grande porte como Wacken, Hellfest, Graspop
Metal Meeting e Download
Festival.
Faixas
de Reckoning
Cycle
Of Ruin
Burn
It Down
Propaganda (Sepultura cover)
“Cycle
Of Ruin” apresenta
primeiro material da nova parceria
Junto
ao anúncio do acordo com a Napalm
Records,
o Angelus
Apatrida disponibilizou “Cycle
Of Ruin”,
primeiro single oficial dessa nova fase e faixa de abertura
de Reckoning.
A composição aposta em riffs certamente cortantes, vocais
agressivos e passagens conduzidas por grooves, antes de avançar para
um solo de guitarra mais explosivo. O lançamento também ganhou um
videoclipe oficial.
Para
a banda, a escolha da música como apresentação desta etapa não
aconteceu por acaso. Os espanhóis queriam que o primeiro lançamento
pela nova gravadora funcionasse como uma declaração clara de
intenções. Musicalmente, “Cycle
Of Ruin” combina
a velocidade e agressividade tradicionalmente associadas ao grupo com
uma leitura mais atual do Thrash
Metal clássico
que sempre esteve no centro de sua sonoridade.
O
videoclipe acompanha a mesma proposta de energia e espontaneidade. Em
vez de criar uma produção excessivamente elaborada, os músicos
organizaram uma verdadeira festa na piscina, reuniram amigos e
deixaram a situação se desenvolver diante das câmeras. Ao
apresentar a faixa, o quarteto resumiu o significado simbólico do
momento: “Um ciclo termina. Outro começa. Bem-vindos a Reckoning”.
O
lançamento do EP acontecerá três anos depois de Aftermath,
oitavo álbum de estúdio do Angelus
Apatrida,
que chegou em outubro de 2023 pela Century
Media Records.
Aquele disco sucedeu o autointitulado Angelus
Apatrida,
trabalho de 2021 que levou a banda ao primeiro lugar da parada
oficial de álbuns da Espanha e
inegavelmente ampliou sua projeção internacional.
A banda paulista de Hard Rock e AOR PARADISE INC. lança seu mais novo single, "Angel". A faixa dá continuidade à intensa e elogiada fase de retorno do grupo, servindo como mais um importante capítulo na preparação para o lançamento de seu novo álbum de inéditas - o primeiro registro de longa duração da banda desde o aclamado disco de estreia Time (2011).
Gravado e lapidado no Dharma Studios, com produção, mixagem e masterização de Rodrigo Oliveira (renomado baterista do Korzus), "Angel" traduz perfeitamente a proposta desta nova era do quinteto: uma ponte harmoniosa entre o peso e a elegância clássica do AOR tradicional e a clareza e potência exigidas pela produção musical contemporânea.
Em "Angel", a banda destaca toda a sua versatilidade e maturidade instrumental e composicional. O vocalista Ivan Martins entrega uma interpretação marcante, conduzindo as linhas melódicas com feeling, paixão e grande alcance vocal. O guitarrista e fundador Marcos Peres assina riffs memoráveis e um trabalho de solo expressivo e virtuoso, que ressalta a identidade sonora que consagrou o grupo
A sustentação rítmica traz a solidez precisa do baixista Renato Rush combinada ao groove contagiante e pegada enérgica do baterista Allan Juliano. Envelopando a faixa, o tecladista Collins Freitas adiciona camadas e texturas atmosféricas fundamentais para criar o clima envolvente e emocionante que define a canção.
O vocalista Ivan Martins comentou: "Essa música foi a minha primeira colaboração em termos de composição após me juntar ao projeto, o que a torna muito especial para mim. Ao mesmo tempo, ela tem um profundo significado lírico que coincide entre mim e o Allan."
O guitarrista Marcos Peres complementou: "Esse som tem um lugar especial para mim. A começar pela intro, que está super marcante e já chega dando aquele punch logo de cara. A gente apostou em uma estrutura simples e direta, sem enrolação, o que criou a combinação perfeita com a melodia de voz e a letra. Outro detalhe que faz toda a diferença para mim é a linha de baixo: ela vem toda desenhada e casa direitinho com o arranjo do refrão, dando uma pressão sensacional. E, para fechar com chave de ouro, o teclado entra amarrando tudo e dando o toque final que a música pedia. O som está pesado, envolvente e com uma energia incrível
O baixista Renato Rush adicionou: "Angel está oficialmente no ar! 🤘🔥 É muito bom finalmente poder compartilhar essa música com todos. Angel é daquelas faixas que foram ganhando personalidade a cada etapa da produção, e o resultado ficou exatamente com a energia que a gente queria para a Paradise Inc. Ela começa com carinha de balada, mas o arranjo vai crescendo sem perder a objetividade, deixando espaço para um peso marcante, para a melodia e para a voz conduzirem a história que a faixa conta. E há alguns detalhes que, para mim, fazem essa música funcionar de um jeito especial: o baixo trazendo o riff principal, o teclado preenchendo os espaços certos e toda a banda trabalhando para criar aquele clima intenso que é tão característico do nosso som."
O baterista Allan Juliano comentou: ""Angel" é uma música com as características do hard rock: guitarras fortes, enérgicas, e melodias e refrões bem marcantes, associados a elementos eletrônicos modernos. É muito importante destacar a parte vocal, a interpretação do Ivan e a letra, que marcam essa música como uma das melhores do nosso álbum."
O tecladista Collins Freitas concluiu: ""Angel" é uma faixa que remete ao contraste perfeito entre peso e leveza, características que o próprio nome traz. Acredito que a banda conseguiu unir o impacto que uma música deve ter sem perder suas nuances e detalhes. Não poderia deixar de citar o refrão, que traz uma emoção muito forte acompanhada de uma interpretação única. Assim, temos Angel como uma belíssima canção, mantendo o rock e a emoção juntos - ou melhor, vivos
A Butcher Babies confirmou o lançamento do seu quinto álbum de estúdio para o próximo dia 2 de outubro, via Judge & Jury Records. "Nightbloom" conta com 10 faixas e é o primeiro trabalho após a saída da vocalista Carla Harvey, ocorrida em 2024. Heidi Shepherd passou a cuidar da função sozinha desde então.
Em material promocional, a cantora revelou que a inspiração para as músicas partiu da decisão de fazer terapia pela primeira vez na vida. O processo a levou a encarar situações que nunca havia abordado antes, além de descobrir coisas sobre sua personalidade que nem imaginava existir
"Ao longo de um ano, fui inundada por lembranças de traumas e emoções que eu havia reprimido. Comecei a sentir que, naquela escuridão avassaladora, aquelas memórias precisavam de uma saída. Então, comecei a escrever. Escrevi sobre o fracasso do meu casamento 'perfeito' de mais de 20 anos. Escrevi sobre a estrada sinuosa e perigosa no cânion que nos levou ao divórcio. Escrevi sobre ver o amor da minha vida se apaixonar por outra pessoa bem na minha frente. Escrevi sobre uma aventura de uma noite que me assombrou por décadas. Escrevi sobre um ex-namorado que tirou a própria vida. Escrevi sobre como a religião mórmon me excluiu, enquanto seus membros - e meus vizinhos - envergonhavam minha família por me apoiar. E, mais recentemente, escrevi sobre o abandono de perder uma melhor amiga de 20 anos. Escrevi sobre momentos que eu não percebia que pesavam tanto no meu coração, até que os escancaramos na terapia."
O videoclipe para o single "Blame it on the Wind" pode ser conferido no player abaixo.
Fundado em Los Angeles no ano de 2009, o Butcher Babies tem no guitarrista Henry Flury o outro único membro presente desde o início além de Heidi. Completam a formação atual o baixista Sean Violet o baterista Dave Nickles – ambos realizando suas estreias em estúdio no novo trabalho.
Além do próximo álbum, a discografia da banda conta com "Goliath" (2013), "Take it Like a Man" (2015), "Lilith" (2017) e "Eye for an Eye... / ...'Til the World's Blind" (2023). As principais influências sonoras transitam entre o groove e o nu metal.
O DOWN nunca foi apenas uma banda. É uma irmandade enraizada em amizades de infância que já duram décadas. É uma homenagem à cidade de New Orleans, Louisiana. É uma música feita para qualquer pessoa que já balançou a cabeça, tocou guitarra no ar (air guitar) ou vestiu uma camiseta surrada de turnê como se fosse uma armadura. Por mais de três décadas, o quinteto - Philip H. Anselmo, Pepper Keenan, Kirk Windstein, Jimmy Bower e Pat Bruders - construiu silenciosamente um legado sem igual. Quando esses caras se reúnem, a mágica acontece: invocada por grooves avassaladores, vocais rasgados direto da alma e riffs altos o suficiente para despertar uma divindade ancestral.
Neste outono, o DOWN começa mais um capítulo com Volume V.
"Estávamos todos muito empolgados com isso", sorri Anselmo. "Havia uma sensação de leveza no ar. A atitude de todo mundo estava positiva e tínhamos mais foco do que nunca. Parecia algo novo de novo. Cada um de nós buscou dar o seu melhor individualmente, e acredito que alcançamos o que queríamos. O disco é uma verdadeira jornada. É o DOWN clássico, mas também com sua própria identidade."
"Todo mundo tocou com a alma, escreveu riffs incríveis, e o Philip está cantando demais", acrescenta Windstein. "Há muita energia quando nos reunimos. Para mim, tem a mesma vibe da nossa estreia com NOLA, mas agora com mais 35 anos de experiência como compositores."
"Nós cinco somos da mesma época, crescemos juntos e conquistamos muita coisa individualmente", observa Keenan. "Todos tínhamos sons diferentes, mas ainda somos do mesmo raio de 20 quarteirões. O que torna o DOWN especial é que já nos conhecíamos antes de qualquer um de nós ter conquistado algo. Existe uma história ali."
Os laços do DOWN são profundos. Os integrantes se cruzaram pela primeira vez ainda adolescentes, tocando em várias bandas locais de New Orleans. Ao longo dos anos, cada músico seguiu seu caminho e fez seu próprio nome: Anselmo se destacou à frente do Pantera, Keenan assumiu a guitarra e os vocais do Corrosion Of Conformity, Windstein liderou o Crowbar e Bower assumiu as guitarras no Eyehategod.
Duas sessões de composição renderam a maior parte do material de Volume V. Mantendo uma tradição que remonta a Down II, os membros se isolaram no estúdio caseiro de Anselmo - seu ponto de encontro oficial -, o Nodferatu's Lair. As músicas surgiram na hora, em jams cara a cara. Ao longo de 2025, o som foi ganhando forma naturalmente. Keenan e Windstein optaram por gravar as guitarras simultaneamente, garantindo ao álbum um peso e uma pegada atemporais
O disco abre com uma pedrada avassaladora, 'The Myth'. A faixa dá o tom da obra com vocais potentes, ritmos esmagadores e palhetadas precisas para baixo (down-picking). Em seguida vem 'Merciful Fate', com a participação de King Diamond. A música atinge o ápice em um duelo vocal entre Anselmo e King Diamond, além de solos alucinantes executados em um ritmo acelerado de 120 bpm. A esposa de King, Livia Zita, ainda abençoa a faixa com seus próprios detalhes sombrios. O encerramento fica por conta de 'Twice-Told Tales', que conclui a viagem com um desfecho pesado e hipnótico. "É um aglomerado de riffs afiados e blues rock misturado com o rigor do metal clássico", revela Anselmo. "É uma música muito importante para nós. Pude sentir a influência de Ozzy Osbourne em mim da forma mais curiosa."
O primeiro single, 'Blood Oath', é sustentado por um riff que alterna momentos de puro peso e melancolia marcante, culminando em um refrão poderoso e marcante. Com uma sutil reverência às suas origens, a faixa praticamente transborda as cores tradicionais de sua terra natal (ouro velho, preto e branco). "Qualquer pessoa de New Orleans vai se divertir com as referências à cidade", sorri Anselmo. "Musicalmente, tem um gancho enorme. É uma música típica do DOWN, mas que surpreende."
"Você vai saber que é o DOWN logo no primeiro segundo", acrescenta Keenan. "O ataque é pesado pra caralho.
O
Ghost informou que o longa-metragem 2 Big To Rig chegará às telas
de mais de 2.000 cinemas ao redor do mundo. O material foi registrado
em película de 16 mm durante os dois shows ‘sold out’ no Palacio
de los Deportes, na Cidade do México.
Sendo
o segundo longa-metragem do grupo, o filme transporta o espectador
através do tempo e do espaço para o meio da multidão de quase 40
mil pessoas que testemunharam aquelas noites de magia sombria em
setembro de 2025.
O
título 2 Big To Rig faz referência ao encerramento da Skeletour em
fevereiro de 2026, depois de 70 shows na América do Norte, Europa e
México.
O
longa chegará aos cinemas e em IMAX em todo o mundo a partir de
quarta-feira, 26 de agosto, por tempo limitado. Os ingressos já
estão oficialmente à venda. Para saber detalhes das exibições e
saber mais detalhes sobre a obra, basta acessar 2BigToRig.com.
Pelas
redes sociais, o grupo informou: “Queremos informar que a Skeletour
finalmente chegará às telas em mais de 2.000 cinemas de 52
territórios – incluindo aqueles onde o show foi… 2 Big to Rig.
De qual desses 52 locais você vai assistir?”
Em
entrevista a George Dionne, do Knac, o baixista e líder do Primal
Fear, Mat Sinner, revelou que o nome do novo álbum da banda se
chamará Shadow Riders e que sairá em abril de 2027. O disco será o
sucessor de Domination, que saiu em setembro de 2025 pela Reigning
Phoenix Music.
“O
novo álbum do Primal Fear será lançado em abril de 2027! No
entanto, antes disso, como sempre, nós teremos dois singles e
videoclipes, e isso pode começar já em janeiro. Estou muito ansioso
para lançá-lo”.
Ao
ser perguntado se já poderia revelar o título do próximo álbum do
grupo, Mat disse: “Sim. Vou contar. Não me importo. O álbum se
chamará Shadow Riders. Será bem Sombrio. Shadow Riders será uma
das faixas do álbum. Uma faixa excelente. Então, vamos começar a
gerar expectativa”.
Atualmente,
o Primal Fear conta com os trabalhos de Ralf Scheepers (vocal), Mat
Sinner (baixo e vocal), Magnus Karlsson (guitarra), Thalìa
Bellazecca (guitarra) e André Hilgers (bateria).
Em
uma nova entrevista para a Gear4music do Reino Unido, o guitarrista
Ryan Waste, dos metaleiros de Richmond, Virginia, MUNICIPAL WASTE,
falou sobre os planos da banda para os próximos meses. Ele disse:
“Estamos
trabalhando em um disco novo, sim. Nós praticamente temos um disco
escrito. Então vamos finalizar isso para um lançamento no ano que
vem. Vamos para a América do Sul com TESTAMENT e IMMOLATION no final
do ano… A América do Sul está atrasada. Não fazemos isso há
muito tempo. E depois temos alguns shows entre isso com CIRCLE JERKS
nos EUA. Então nós sempre tocamos com bandas de punk e bandas de
metal, e todos amigos também, então vai ser um bom momento.”
Em
relação ao processo de composição do MUNICIPAL WASTE, Ryan disse:
“Todos
nós contribuímos. Nós entramos em uma sala. Geralmente alguém
traz uma ideia para a sala de ensaio, tipo de um riff a três riffs.
Quer dizer, isso já é uma música ali mesmo, e você simplesmente
trabalha nas transições junto com Dave, conectando os pontos mais
ou menos, e todos nós sentamos em uma sala e mandamos ver. Quer
dizer, nós temos feito assim por anos, cara. No estúdio, é a mesma
coisa. Todos nós entramos lá. Todos nós tocamos juntos. Sem
metrônomo. Nós tocamos com a bateria, exatamente como no ensaio. É
assim que fazemos.”
Ouça Aqwui!
MUNICIPAL
WASTE - Electrified Brain 2022
Pergunta
sobre como a nova música do MUNICIPAL WASTE se compara
estilisticamente ao EP “Tango & Thrash”, que saiu em 2024,
Ryan disse:
“Bem,
‘Tango & Thrash’ é de 2002. Esse não é um álbum novo. E
as pessoas ficam confusas com isso. Então aquele foi um EP curto que
fizemos com nosso baterista, que é falecido, que lançamos antes do
‘Waste ‘Em All’. Então aquelas músicas nós escrevemos em,
tipo, cinco minutos e lançamos. E é engraçado, eu tenho que
corrigir as pessoas sobre isso porque aquilo foi um relançamento.
Nunca esteve disponível digitalmente. É uma homenagem a Kurt
Russell que era um lado B de um split de sete polegadas com a banda
BAD ACID TRIP, e ninguém realmente sabia sobre isso no panorama
geral. Então nós ficamos tipo, ‘Vamos relançar isso na pandemia
e ter algo apenas para manter as coisas em andamento.’ E nós
queríamos isso disponível para mais pessoas ouvirem, mas é apenas
uma homenagem divertida a Kurt Russell. Quer dizer, é bem ridículo
quando você pensa sobre isso.”
Sobre
se o próximo álbum do MUNICIPAL WASTE vai soar mais como
“Electrified Brain”, que saiu em 2022, Ryan disse:
“Eu
acho que ele eleva o nível ainda mais, sim. Então mais dinâmica,
mais coisas que você não esperaria de nós, sim, mas sempre a
fórmula direta ao ponto, no estilo WASTE.”
Desde
2001, o MUNICIPAL WASTE tem se mantido intransigente em suas posições
como porta-bandeiras festeiros e ainda mais marcantes do thrash metal
do século 21. O quinteto de Richmond, Virginia — Tony Foresta,
Ryan Waste, Philip “Landphil” Hall, Dave Witte e Nick Poulos —
se transformou de um favorito cult em pilares do metal para uma
geração. Ao longo do caminho, a Decibel exaltou “The Art Of
Partying” em seu cobiçado Hall Of Fame e afirmou que ele “renovou
o interesse no thrash e inspirou uma nova onda de bandas jovens.” A
Metal Hammer batizou “The Art Of Partying” como um dos 50
Melhores Álbuns de Thrash Metal de Todos os Tempos, enquanto a
Loudwire classificou “The Art Of Partying” como O Melhor Álbum
de Thrash de 2007 e “Hazardous Mutation” como O Melhor Álbum de
Thrash de 2005. Os caras esgotaram inúmeros shows em múltiplos
continentes e acumularam dezenas de milhões de reproduções no
processo. “Slime And Punishment” de 2017 estreou no Top 3 da
parada Heatseekers Albums da Billboard, e o EP “The Last Rager”
apenas acelerou seu ritmo em 2019.