Enquanto nada é dito oficialmente pelo Slipknot, o TMZ apurou novos detalhes sobre a recente expulsão de Sid Wilson da banda. O artista foi informado pelo próprio grupo na última sexta-feira que seu ciclo havia se encerrado após quase três décadas de parceria.
De acordo com informações obtidas a fontes próximas, a saída era algo que já vinha sendo preparado há muito tempo. A decisão "ocorreu depois que o grupo finalmente se cansou do comportamento de Sid... especificamente, da maneira como ele tratava seus colegas de banda".
Segundo o TMZ, o vazamento da informação e a consequente reação dos fãs fez com que o Slipknot adiasse o anúncio oficial. Jim Root, guitarrista do grupo, publicou uma mensagem pedindo aos fãs que não acreditem em tudo que leem. A esposa do guitarrista Mick Thomson seguiu a mesma linha.
Em se confirmando, o grupo passará a ter menos da metade do lineup que gravou o álbum autointitulado, de 1999. O baixista Paul Gray e o baterista Joey Jordison já faleceram, enquanto o guitarrista Josh Brainard, o sampler Craig Jones e o percussionista Chris Fehn já não fazem parte da formação.
Em março deste ano, Sid e Kelly Osbourne encerraram o relacionamento. Os dois têm um filho, Sydney. Wilson havia pedido a filha de Ozzy em casamento nos bastidores do show "Back to the Beginning", que marcou a despedida do Madman, 17 dias antes de seu falecimento.
Vinte anos e 10 álbuns em uma das carreiras de hard rock mais bem-sucedidas da era moderna, o Five Finger Death Punch lança hoje 'Legacy', o disco que a banda considera a declaração definitiva de tudo o que são. A versão digital já está disponível em todas as plataformas de streaming, enquanto os formatos físicos (CD, vinil e cassete) têm previsão de lançamento no mercado internacional para o dia 18 de setembro. Poucas bandas chegam a um 20º aniversário, e menos ainda chegam a ele no auge de seu poder comercial.
O álbum chega na esteira do aclamado single "Eye Of The Storm"", que rendeu ao grupo o seu 18º número 1 na parada Mainstream Rock da Billboard, ampliando o seu próprio recorde de maior número consecutivo de primeiros lugares nos 45 anos de história da parada. A revista Revolver elogiou a mistura de riffs avassaladores e melodia da faixa, impulsionada pela performance vocal introspectiva de Ivan Moody, enquanto a Loudwire a chamou de "uma declaração de abertura para o novo ciclo do álbum".
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O guitarrista fundador Zoltan Bathory não deixou dúvidas sobre onde o novo projeto se situa no catálogo da banda: "Este álbum é nossa resposta em alto e bom som à pergunta sobre se uma banda pode se manter fiel ao som característico que se tornou a trilha sonora da vida cotidiana de milhões de fãs e ainda assim escrever algo novo e empolgante. 'Legacy' é um monstro, um monumento ao quão longe chegamos e um sinal claro de que não estamos nem pensando em desacelerar. Se você me pedisse para escolher o único disco que melhor representa a essência desta banda, eu lhe entregaria este."
Junto com o álbum, a banda também destaca o lançamento da inédita "Nails In The Coffin". Bathory ofereceu a sua perspectiva sobre a faixa: "Ivan nunca define o significado de suas letras. Ele não quer roubar dos fãs sua própria interpretação, então uma canção significa o que quer que deva significar para cada ouvinte. Isso é de propósito, e eu adoro isso nele. Mas, para mim, 'Nails In The Coffin' é sobre enterrar as coisas que tentaram nos enterrar. Cada dúvida, cada previsão de que não duraríamos, cada catástrofe que deveria ser o último prego em nosso caixão. Vinte anos depois, ainda estamos aqui e somos nós que estamos segurando o martelo."
A
banda sueca de melodic death metal anunciou nesta segunda-feira (3 de
agosto) o cancelamento da turnê que realizaria na América do Norte
ao longo deste mês. De acordo com o anúncio veiculado nas redes
sociais e abaixo reproduzido, o giro de shows foi cancelado por conta
de problemas com vistos.
Devido
a problemas com vistos que estão fora do nosso controle, não
poderemos realizar a turnê norte-americana. Estamos devastados e
pedimos sinceras desculpas - fizemos tudo o que podíamos."
"Não
vamos desistir. Continuaremos trabalhando para resolver isso e chegar
até vocês o mais rápido possível! Agradecemos a paciência, a
compreensão e o apoio de todos."
Atualmente, o
Hypocrisy conta com Peter Tägtgren (guitarra/vocal/teclado) e Mikael
Hedlund (baixo). O guitarrista Thomas Elofsson é membro de estúdio
desde 2013. Em 2022, o baterista de estúdio Henrik Axelsson também
se juntou à banda.
Um
momento de tensão marcou o encerramento da apresentação
do AC/DC em
Las Vegas, nos Estados Unidos, no último sábado (1º). Um dos
tradicionais canhões utilizados no palco
perdeu a estabilidade
durante o espetáculo e caiu a poucos metros de Brian
Johnson,
que se afastou rapidamente, evitando um possível acidente.
O
incidente ocorreu durante a execução de For
Those About to Rock (We Salute You),
faixa que tradicionalmente encerra os shows da banda e é acompanhada
pelos famosos disparos de canhões cenográficos, marca registrada
das apresentações do grupo há mais de quatro décadas.
Vídeos
registrados pelo público mostram o momento em que um dos
equipamentos tomba logo após um dos disparos. Ao notar a
movimentação, Brian
Johnson reage
instintivamente e dá alguns passos para trás, enquanto a estrutura
permanece caída sobre o palco. Apesar do susto, o vocalista não foi
atingido e a performance seguiu até o fim sem interrupções.
Até
o momento, a banda não comentou oficialmente o ocorrido nem revelou
o que provocou a queda do equipamento. Também não há informações
sobre feridos ou danos além do próprio canhão utilizado na
produção.
O
show fazia parte da turnê mundial de divulgação de Power
Up,
que passou pelo Brasil no primeiro semestre e segue percorrendo a
América do Norte antes de novas datas previstas para os próximos
meses
O Kamelot apresentou seu novo single, Godlike Alchemy, acompanhado de um videoclipe oficial. A faixa sucede Ashen World e reforça a proposta mais cinematográfica e atmosférica da atual fase da banda, combinando passagens orquestrais grandiosas, refrão marcante e o contraste entre momentos melódicos e pesados.
Com arranjos de cordas em destaque e a interpretação intensa do vocalista Tommy Karevik, Godlike Alchemy também evidencia o trabalho do guitarrista Thomas Youngblood, que entrega solos e passagens melódicas que reforçam a identidade do grupo. A composição explora uma atmosfera quase bíblica, sustentada por um refrão de caráter épico.
Sobre a nova música,Tommy explicou que ela sintetiza a mensagem central do álbum.
“Esta música resume o tema principal de Dark Asylum. E se você não precisasse procurar fora de si mesmo para encontrar paz e felicidade? E se você já possuísse o poder necessário para se curar e criar a realidade que deseja viver? E se todos nós fôssemos seres mágicos e poderosos, com potencial ilimitado? É um pensamento que realmente faz a mente viajar.”
O videoclipe transporta o espectador para o universo sombrio de RavenHill Asylum, cenário neovitoriano que serve de pano de fundo para a narrativa conceitual do álbum. O ambiente mistura elementos de religião, ciência e loucura, reforçando o clima teatral característico da banda.
Assista ao videoclipe:
Produzido por Sascha Paeth, com mixagem e masterização de Jacob Hansen, Dark Asylumtambém contará com participações especiais de Tobias Sammet(Avantasia), Clémentine Delauney(Visions of Atlantis), Ignacia Fernández,Lea-Sophie Fischer(Eluveitie), Rannveig Sif Sigurðardóttir, Sólveig Sara Leupolde Billy King.
O Airbourne apresentou
o novo single Here
She Comes,
quinta prévia de seu próximo álbum de estúdio, que será lançado
no dia 4 de setembro via Spinefarm.
A novidade ganha destaque pela parceria da banda australiana com o
cantor canadense Bryan
Adams e
o lendário produtor Robert
John “Mutt” Lange (AC/DC, Def
Leppard),
que assinam a composição da faixa junto ao grupo australiano.
Here
She Comes aposta
na fórmula que consagrou o Airbourne:
riffs diretos, refrão explosivo e um solo de guitarra pensado para
grandes festivais. A gravação também reuniu uma equipe de peso,
com produção de Brian
Howes,
engenharia de Mike
Fraser,
mixagem de Zakk
Cervini e
masterização de Ted
Jensen.
Embora
a letra pareça falar sobre uma mulher, a inspiração para a música
veio de um episódio inusitado durante as gravações do novo álbum.
Uma forte tempestade tropical atingiu o Music
Farm Studio,
em Byron Bay, na Austrália, deixando marcas na produção do disco.
“Foi
como se um furacão tivesse passado”,
relembrou o baterista Ryan
O’Keeffe. “Lembro-me
de gritar: ‘Afastem-se das janelas!’. Streetie [o baixista Justin
Street] estava dormindo em um ônibus velho do lado de fora, e uma
árvore caiu bem ao lado e quase o esmagou!”
Joel
O’Keeffe explicou
que o fenômeno acabou servindo de inspiração para o título da
canção.
“Foi
assim que a música surgiu. Todo mundo estava sentado lá dizendo:
‘Aí vem ela!’. Então nós invertemos e virou um duplo sentido.
É muito divertido.”
Here
She Comes é
o quinto single extraído de Airbourne,
sexto álbum de estúdio da banda. O trabalho já havia sido
antecipado por Gutsy, Christmas
Bonus, Kid
In A Candy Store e Alive
After Death (Last Plane Out),
faixa que alcançou o primeiro lugar nas rádios de rock da Alemanha.
Segundo
os integrantes, o novo disco representa a essência do Airbourne e
sintetiza tudo o que a banda construiu desde sua formação.
“Este
disco destila tudo o que representamos em um só lugar. Tudo o que
amamos. É o melhor álbum que poderíamos ter feito”,
afirmou Ryan
O’Keeffe.
O
irmão Joel
O’Keeffe completou:
“Tudo
o que somos como banda, nosso coração e alma, está neste disco.”
Após
sete anos sem lançar material de estúdio, o Exumer confirmou
a chegada de seu sexto álbum, Death
Mask Messiah,
que será lançado em 28 de agosto pela Metal
Blade Records.
Para marcar o anúncio, a veterana banda alemã de thrash metal
disponibilizou a faixa-título como primeiro single do trabalho.
Produzido
por Dominic
Paraskevopoulos (Kreator, Caliban)
e mixado e masterizado por Arthur
Rizk (Soulfly, King
Diamond), Death
Mask Messiah reúne
11 faixas inéditas e, segundo a banda, apresenta uma sonoridade mais
agressiva e direta em comparação ao antecessor, Hostile
Defiance,
de 2019.
O
vocalista e cofundador Mem
V. Stein explicou
que o objetivo foi intensificar a abordagem musical do grupo sem
perder a identidade construída desde os anos 1980.
“Estamos
muito mais agressivos do que em Hostile Defiance e estamos retornando
a um estilo mais ‘na cara’ em Death Mask Messiah. Estamos dando
continuidade ao processo iniciado com nosso primeiro álbum pela
Metal Blade, Fire & Damnation, de 2012, quando queríamos soar
como uma banda contemporânea, mas mantendo o espírito e nossa
herança musical dos anos 1980.”
Gravado
entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, o álbum também marca a
estreia do baterista Jerome
Reil e
do baixista Alex
Voss em
um disco de estúdio do Exumer.
“Eles
se integraram de forma extraordinária ao Exumer, tanto como músicos
quanto como amigos. É possível sentir a energia jovem deles,
combinada com nossa agressividade característica e nossa
experiência. A banda soa mais focada e, ao mesmo tempo, mais crua
graças à chegada deles.”
O
disco ainda traz duas surpresas: a participação especial de Nasty
Ronnie,
vocalista da veterana banda norte-americana Nasty
Savage,
na releitura de Unchained
Angel,
e uma forte temática inspirada por acontecimentos políticos e
sociais da última década nos Estados Unidos.
“O
Exumer é uma potência lendária, com uma história capaz de
destruir qualquer palco em que toque. Há uma grande história desde
1988, quando o Nasty Savage excursionou pela Europa, e é uma honra
fazer parte deste projeto!”,
diz Nasty
Ronnie.
Segundo Mem,
o conceito do álbum aborda temas como a pandemia, a disseminação
de desinformação e o aumento da polarização cultural. Um dos
principais pontos de inspiração foi o cerco a Waco, no Texas, em
1993.
“David
Koresh era um falso profeta e usava uma máscara da morte,
manipulando e conduzindo seus seguidores para uma morte certa. Cada
música de Death Mask Messiah desenvolve individualmente esses dois
eixos temáticos.”
A
faixa-título sintetiza esse conceito ao retratar Koresh como
personagem central, mas também como símbolo de líderes
manipuladores movidos pela sede de poder.
“Escolhemos
deliberadamente essa faixa como primeiro single porque o ataque
sonoro de seu riff principal e seu conceito lírico representam a
totalidade de nossas intenções para este álbum. Ela marca um passo
claro para elevar a banda ao próximo nível de nossa carreira, sem
deixar nada para a imaginação e reforçando nosso lugar como uma
das forças mais poderosas de todo o gênero.”
Confira
o videoclipe de Death
Mask Messiah:
Tracklist
de Death
Mask Messiah:
Death
Mask Messiah
Blinding
Skies
Sin
Bleeder
Eradication
Ravishing
Waste
Allocated
Savagery
Serpent
Fratricide
Scorcher
Frozen
Ground
Unchained
Angel
A
arte de capa e o projeto gráfico de Death
Mask Messiah ficaram
a cargo de Björn
Gooßes,
do estúdio Killustrations,
conhecido por trabalhos com Sodom e Vomitory.