A cantora finlandesaTarjadisponibilizou nesta quarta-feira (22) seu novo single,I Don’t Care, acompanhado de um videoclipe oficial. A faixa conta com a participação deDani Filth, vocalista doCradle Of Filth, e integra o repertório do próximo álbum de estúdio da artista,Frisson Noir.
Apontada pela gravadora como uma das principais apostas para impulsionar o novo trabalho, a música chega também em formato voltado ao rádio, reforçando a estratégia de ampliar o alcance do disco antes de seu lançamento completo. Este é o segundo single extraído do álbum.
No aspecto musical, I Don’t Care evidencia o contraste entre dois estilos vocais distintos. Enquanto Tarja conduz a faixa com sua interpretação lírica e melodias expansivas, Dani Filth adiciona camadas mais agressivas com seus vocais rasgados e abordagem teatral. O resultado é uma composição que transita entre o metal sinfônico e uma estética mais sombria, explorando nuances entre intensidade e atmosfera.
O videoclipe oficial, lançado junto com o single, reforça essa dualidade estética, apostando em uma abordagem visual que dialoga com o clima da música e amplia a proposta conceitual do trabalho. Assista:
I Don’t Care dá sequência à divulgação de Frisson Noir, álbum que marca mais um passo na trajetória de Tarja ao explorar diferentes facetas dentro do metal. O disco será lançado no dia 12 de junho, através da earMUSIC.
O Slayer
segue ativo de forma pontual após anunciar seu retorno aos palcos,
ainda que sem qualquer intenção de retomar uma agenda intensa. A banda
já deixou claro que não pretende lançar novos discos nem embarcar em
longas turnês mundiais. Ainda assim, apresentações esporádicas surgem
como um caminho natural — especialmente para um grupo que, vale lembrar,
já havia se despedido oficialmente do público.
Nesse cenário, o lendário nome do Thrash Metal confirmou mais duas apresentações especiais nos Estados Unidos. Desta vez, o foco recai sobre a celebração dos 40 anos de “Reign In Blood”,
terceiro álbum da banda e frequentemente citado como uma verdadeira
“bíblia” da música extrema. Os shows prometem algo ainda mais especial: a
execução do disco na íntegra.
Shows especiais e detalhes das apresentações
As
duas performances acontecerão em datas e locais bastante estratégicos.
No dia 4 de setembro, o grupo sobe ao palco do Mystic Lake Amphitheater,
em Shakopee, Minnesota. Já em 13 de novembro, a banda retorna à
Califórnia para um show no Kia Forum, em Inglewood — marcando,
inclusive, a primeira apresentação em Los Angeles em sete anos.
Além disso, essas serão as únicas datas como headliners nos Estados Unidos em que “Reign In Blood”
será tocado do começo ao fim. Ao longo do restante do ano, as
participações em festivais contarão com repertórios diferentes, o que
torna esses eventos ainda mais exclusivos para os fãs.
O show em Minnesota contará com a presença de Down, Suicidal Tendencies e Hatebreed como atrações de abertura. Já a apresentação na Califórnia terá um peso ainda maior no line-up, reunindo Cannibal Corpse, Cavalera e Crowbar.
Informações de ingressos e pré-venda
Para quem pretende garantir presença, haverá uma pré-venda especial organizada pelo Blabbermouth.
Em ambos os casos, ela começa no dia 23 de abril às 10h (horário local)
e segue até as 22h do mesmo dia. O código para acesso antecipado é
“BLOOD26”.
Na sequência, as vendas gerais serão abertas no dia 24
de abril, também às 10h, respeitando o fuso horário de cada cidade.
Diante da exclusividade dos shows e da importância histórica do álbum, a
expectativa é de alta procura.
O retorno do Slayer e apresentações recentes
Desde que voltou à ativa, o Slayer
tem selecionado cuidadosamente suas aparições ao vivo. Em 2025, por
exemplo, o grupo realizou performances marcantes em eventos como o Louder Than Life, além de apresentações no Reino Unido e no Canadá. Outro destaque foi a participação no show de despedida do Black Sabbath, em Birmingham, onde executaram um set especial.
A formação atual mantém a base da última turnê de 2019, reunindo Kerry King, Tom Araya, Gary Holt e Paul Bostaph — uma combinação que continua entregando a agressividade e precisão que consagraram a banda
“Reign In Blood”: um marco absoluto do Thrash Metal
Lançado em 7 de outubro de 1986 pela Def Jam Recordings, “Reign In Blood” representa um divisor de águas não apenas para o Slayer, mas para todo o universo do Thrash Metal e do Speed Metal. Produzido por Rick Rubin, o disco trouxe uma sonoridade mais direta, veloz e brutal, elevando o nível de intensidade do gênero.
Com apenas cerca de 29 minutos de duração, o álbum redefine o conceito de agressividade musical. Faixas como “Angel Of Death” e “Raining Blood” se tornaram referências absolutas, influenciando gerações de bandas dentro e fora do metal extremo.
Apesar do impacto artístico, o disco também enfrentou controvérsias. A temática lírica, especialmente em “Angel Of Death”,
gerou acusações equivocadas de apologia ao nazismo — algo que a banda
sempre negou, reforçando o caráter histórico e narrativo das
composições. O guitarrista Jeff Hanneman, inclusive, defendeu a música como um retrato documental, não ideológico.
Com o tempo, “Reign In Blood” conquistou reconhecimento massivo. O álbum alcançou a Billboard 200 e recebeu certificação de ouro pela RIAA
em 1992. Mais importante do que números, no entanto, é seu legado: até
hoje, ele permanece como uma das obras mais influentes e respeitadas da
música pesada.
Quatro décadas depois, o Slayer retorna aos palcos para celebrar esse clássico de forma direta e visceral — exatamente como sua música sempre foi.
O Fear Factory está fora do Bangers Open Air. A informação veio do
guitarrista e líder do grupo, Dino Cazares, em sua conta oficial X. O
músico comentou que os fãs latino-americanos poderão curtir os shows da
banda em julho. No entanto, até o momento do fechamento desta matéria, o
Brasil está de fora da nova agenda.
Ele escreveu: “Tivemos que reagendar todas as nossas datas de shows
principais na América do Sul para julho. Infelizmente, não nos
apresentaremos no festival Bangers Open Air. Acesse
http://fearfactory.com para as datas de shows reagendadas”.
O Fear Factory está fora do Bangers Open Air. A informação veio do
guitarrista e líder do grupo, Dino Cazares, em sua conta oficial X. O
músico comentou que os fãs latino-americanos poderão curtir os shows da
banda em julho. No entanto, até o momento do fechamento desta matéria, o
Brasil está de fora da nova agenda.
Ele escreveu: “Tivemos que reagendar todas as nossas datas de shows
principais na América do Sul para julho. Infelizmente, não nos
apresentaremos no festival Bangers Open Air. Acesse
http://fearfactory.com para as datas de shows reagendadas”.
Apesar do contratempo, o festival informou que o Torture Squad
assumirá o lugar dos gringos. O show será no Sun Stage no sábado (25) em
celebração aos seus 33 anos de carreira, portanto, será uma festa com
os maiores sons do grupo.
“É uma honra ser convidado para assumir esse espaço. Estamos
totalmente preparados por conta da turnê europeia e vamos entregar um
show à altura dos headbangers”, disse o baterista Amilcar Christófaro.
Na tarde do último Domingo (19 de abril, dia do 1º show do ano na cidade de Nova Friburgo - interior do Rio de Janeiro), através de uma postagem no seu perfil oficial do Instagram, a banda CRYPTA confirmou em um anúncio formal que Victória Villarreal é a mais nova integrante efetiva do quarteto.
A posição que originalmente foi ocupada pela holandesa Sônia Anúbis (presente durante a fase do 1º álbum, "Echoes of the Soul"), em seguida pela brasileira Jéssica Falchi (presente durante a fase do 2º álbum, "Shades of Sorrow") é agora ocupada pela estadunidense, fazendo com que uma vez mais a CRYPTA conte com uma integrante internacional na sua formação.
A partida de Jéssica Falchi (FALCHI, IRON LADIES) em março do ano passado veio como repentina, afetando parte do processo de composição do terceiro álbum de estúdio. Desde então, com uma leva de shows marcada até o final de 2025 ao redor do globo, a CRYPTA contou com as participações especiais da brasileira Helena Nagagata (SHAMANGRA) e com a própria Victória Villarreal (SEREBRYS, BOW BEFORE NONE) preenchendo esta vaga.
A natural de Los Angeles também participa do projeto CHAOS RISING, uma iniciativa internacional de musicistas femininas interessadas em tocar Metal, o qual também possui a participação da co-fundadora e baterista Luana Dametto.
Desta forma, Victória deve participar também da criação do sucessor de "Shades of Sorrow" (largamente aceito pelo público e pela crítica), previsto para ser lançado no final do ano corrente ou no começo de 2027.
Além do show de hoje, a CRYPTA também irá se apresentar na cidade de Curitiba (capital do Paraná) no dia 22 de abril, no BANGERS OPEN AIR em São Paulo capital, no dia 25 de abril e em mais um show na capital paulista, no dia 28 de abril, em uma apresentação mais intimista dentro do icônico Hangar 110, sendo até agora os únicos shows confirmados em território nacional da banda.
A estadunidense se junta a formação presente desde que a CRYPTA foi fundada: Fernanda Lira (co-fundadora, vocal e baixo), Luana Dametto (co-fundadora, baterista) e Tainá Bergamaschi (guitarra).
A veterana banda Jungle Rot confirmou o lançamento de seu mais novo disco de estúdio para o próximo dia 15 de maio, através da Unique Leader Records. Intitulado “Cruel Face Of War”, o trabalho marca o décimo segundo álbum da carreira do grupo e reforça sua identidade dentro do Death Metal mais direto, cru e fiel às raízes old school
Ao longo de mais de três décadas de estrada, o Jungle Rot construiu uma sonoridade sólida e reconhecível. Agora, com este novo registro, a banda promete entregar mais uma vez uma combinação brutal de riffs marcantes, grooves cadenciados e agressividade sonora — características que sempre definiram seu estilo dentro do underground extremo.
Novo álbum mantém tradição e peso característico
Dando continuidade à sua trajetória, “Cruel Face Of War” apresenta 12 faixas que seguem a linha clássica do chamado Old School Death Metal (OSDM). Além disso, o disco traz a produção de Chris Djuricic, realizada no Bell City Sound Company, enquanto a mixagem e masterização ficaram por conta de Dan Swano, no Unisound Studio.
Entre os destaques do tracklist estão músicas como “Apocalyptic Dawn”, “Suffer In Silence” e a própria faixa-título “Cruel Face Of War”. Além disso, a participação especial de David Ingram, da banda Benediction, na faixa “Horrors Vile”, é altamente marcante.
Nesse sentido, o vocalista e guitarrista Dave Matrise reforça a longevidade do grupo ao afirmar que a banda continua fiel à sua essência. O Death Metal do Jungle Rot é direto, eficiente e com identidade própria, o que sempre ajudou a consolidar o nome no cenário underground.
“Maniacal”: groove, agressividade e impacto imediato
Como prévia do novo trabalho, o grupo lançou o single “Maniacal”, acompanhado de um videoclipe que evidencia toda a energia da banda. A faixa se destaca pelo equilíbrio entre peso e groove, algo que sempre foi uma marca registrada do som do Jungle Rot.
Sobre a música, Dave Matrise explica que a intenção foi criar uma composição impactante desde a primeira audição. Segundo ele, “Maniacal” traz uma sequência intensa de riffs e uma batida envolvente, capaz de fazer qualquer ouvinte entrar no ritmo instantaneamente.
Além disso, o músico destaca sua preferência por estruturas mais grooveadas, o que contribuiu diretamente para a construção da faixa. Ainda de acordo com o vocalista, a ideia era desenvolver uma música mais “enxuta”, com uma levada natural e contagiante.
Um momento sólido e ativo na carreira
Atualmente, o Jungle Rot vive uma fase consistente e produtiva. Mesmo após mais de 30 anos de atividade, a banda segue relevante e fiel à sua proposta sonora, sem recorrer a excessos técnicos ou tendências passageiras.
Para complementar o lançamento de “Cruel Face Of War”, o quarteto também já confirmou uma extensa turnê europeia. A agenda inclui apresentações como headliner na “Back to the Old School Tour”, além de participações em importantes festivais do continente.
O Amorphis compartilhou o videoclipe da música The Lantern para seguir com a promoção de seu novo álbum Borderland. O disco saiu no dia 26 de setembro de 2025 pelo selo alemão Reigning Phoenix Music.
“A atmosfera em The Lantern é dramática e evocativa”, explicou o guitarrista Esa Holopainen. “Da profundidade sonora à energia ao vivo, você consegue ouvir os arcos emocionais e vê-los no palco em cada fotograma. As imagens ao vivo reforçam esse pulso cinematográfico, transformando a performance crua em uma odisseia visual”.
O trabalho musical do grupo finlandês, que é o seu décimo quinto registro de estúdio, teve a gravação no Hansen Studios em Ribe, Dinamarca, com a produção de Jacob Hansen, profissional que já assinou obras de bandas como Epica, Primal Fear e Evergrey.
Além de Esa Holopainen, o Amorphis tem em sua formação Tomi Joutsen (vocal), Santeri Kallio (teclado), Tomi Koivusaari (guitarra), Jan Rechberger (bateria) e Olli-Pekka Laine (baixo).
Track listing de Borderland:
01. The Circle 02. Bones 03. Dancing Shadow 04. Fog To Fog 05. The Strange 06. Tempest 07. Light And Shadow 08. The Lantern 09. Borderland 10. Despair
Os recentes shows de John Bush, revisitando sua fase no Anthrax, reacenderam discussões sobre uma das eras mais controversas da banda. Ao longo de dezembro de 2025, o vocalista, também conhecido por seu trabalho com o Armored Saint, apresentou o espetáculo “Celebrating The Songs Of Anthrax”, focado nos álbuns “Sound Of White Noise”, “Stomp 442”, “Volume 8: The Threat Is Real” e “We’ve Come For You All”.
Apesar das críticas recebidas na época de seus lançamentos, esses discos conquistaram, com o passar dos anos, uma base fiel de admiradores. Muitos desses fãs aguardavam há décadas pela oportunidade de ouvir esse repertório ao vivo novamente — algo que, finalmente, se concretizou com entusiasmo e forte carga emocional.
Segundo o próprio músico, a recepção foi extremamente positiva, reforçando o valor dessas composições dentro da história do gênero.
Shows celebram uma era subestimada
Durante entrevista ao The Metal Voice, John Bush destacou o impacto dessas apresentações tanto para ele quanto para o público. O cantor descreveu a experiência como algo marcante e até inesperadamente emotivo:
“Os shows foram incríveis. Foi muito divertido… havia muita emoção no público ao ouvir aquelas músicas. Muitas pessoas achavam que nunca mais escutariam aquilo ao vivo.”
Além disso, ele ressaltou a qualidade dos músicos envolvidos, incluindo integrantes do Category 7, que serviram como banda de apoio. A performance, segundo Bush, trouxe uma nova vida às canções e reafirmou a relevância daquele período.
O desejo de unir três vocalistas no palco
Com o Anthrax voltando a ser tema constante em entrevistas, surgiu uma ideia que rapidamente chamou atenção dos fãs: a possibilidade de reunir três vocalistas históricos da banda — John Bush, Joey Belladonna e Neil Turbin — em um mesmo show.
Bush revelou entusiasmo com o conceito, inspirado em iniciativas semelhantes de bandas como Helloween:
“Acho muito legal o que o Helloween fez… é algo criativo. Eu gostaria de fazer isso.”
No entanto, ele deixou claro que a realização do projeto dependeria principalmente da vontade dos envolvidos:
“Provavelmente quem precisaria ser convencido seria o Joey… e também a banda. Todo mundo teria que estar dentro da ideia.”
A proposta, embora ainda hipotética, já desperta curiosidade, especialmente por representar um verdadeiro panorama da história do grupo.
Entre nostalgia e realidade
Mesmo empolgado, John Bush mantém uma visão realista sobre o projeto. Ele reconhece que, além da logística, há questões pessoais e artísticas que precisam ser alinhadas:
“Se alguém não quiser fazer, então não deve ser feito de jeito nenhum.
Essa postura reforça o respeito entre os músicos, mesmo após décadas marcadas por mudanças de formação e diferentes direções musicais dentro do Anthrax.
Novo capítulo com o Armored Saint
Enquanto o futuro dessa possível reunião segue indefinido, John Bush mantém o foco em sua banda principal. O Armored Saint lançará seu novo álbum de estúdio, “Emotion Factory Reset”, no próximo dia 22 de maio, via Metal Blade Records.
Para aquecer os fãs, o primeiro single, “Close To The Bone”, já se encontra disponível, indicando mais um capítulo sólido na trajetória do grupo dentro do Heavy Metal.
Com isso, Bush equilibra nostalgia e atualidade, celebrando o passado sem deixar de avançar criativamente — e mantendo viva a possibilidade de um encontro histórico que muitos fãs ainda sonham em presenciar.
O termo superbanda vem sendo amplamente explorado ao longo das décadas dentro do universo do Hard Rock e do Metal. Enquanto alguns projetos conseguem alcançar status lendário, outros acabam se perdendo em meio às altas expectativas. Ainda assim, sempre que um novo supergrupo surge, é impossível ignorar o burburinho entre os fãs. Nesse contexto, o Iconic aparece como um desses encontros raros que reúnem músicos consagrados e entregam exatamente o que prometem: peso, técnica e identidade.
Formado por nomes de peso como os guitarristas Michael Sweet (Stryper) e Joel Hoekstra (Whitesnake), o baterista Tommy Aldridge (Ozzy Osbourne e Whitesnake), o baixista Marco Mendoza (Thin Lizzy) e o vocalista Nathan James (Inglorious), o grupo rapidamente chamou atenção desde sua estreia. Agora, eles elevam ainda mais a aposta com o anúncio de seu segundo trabalho, “II”, com lançamento marcado para 31 de julho via Frontiers Music Srl.
Um novo capítulo mais pesado e definido
Dando sequência à trajetória iniciada no debut, o álbum “II” não apenas continua o caminho do grupo — ele redefine sua essência. Desde o início, o projeto demonstra uma sonoridade mais direta, pesada e confiante, evidenciando uma evolução natural na química entre os integrantes.
Além disso, a parceria entre Michael Sweet e Joel Hoekstra se destaca como um dos grandes pilares do disco. Juntos, eles entregam riffs encorpados, solos incendiários e melodias marcantes, equilibrando virtuosismo técnico com a atitude crua do Hard Rock clássico. Ao mesmo tempo, a base rítmica formada por Tommy Aldridge e Marco Mendoza imprime uma força quase esmagadora, sustentando cada faixa com precisão e intensidade.
“Cry No More” abre os trabalhos com energia máxima
Para celebrar o anúncio, o Iconic lançou o single “Cry No More”, acompanhado de um lyric video. A faixa já deixa claro o direcionamento do álbum: trata-se de um ataque direto de energia, com guitarras pulsantes, bateria explosiva e um refrão feito para ecoar nos palcos.
Em declaração, Michael Sweet destacou o entusiasmo com o lançamento, afirmando que a música representa perfeitamente a identidade da banda e resgata a essência dos melhores momentos do rock. Na mesma linha, Joel Hoekstra ressaltou o caráter cru e autêntico da produção, reforçando o compromisso do grupo com uma sonoridade real e poderosa.
Por sua vez, Nathan James celebrou a oportunidade de gravar mais um álbum ao lado de músicos tão experientes, enquanto Marco Mendoza não escondeu a empolgação, descrevendo o projeto como uma honra e um verdadeiro prazer artístico.
Entre peso e emoção: a dinâmica do álbum
Embora “Cry No More” funcione como um cartão de visitas explosivo, o álbum também explora outras nuances. Um exemplo disso é “Tears Keep On Falling”, uma poderosa balada que combina emoção, atmosfera e intensidade, demonstrando a versatilidade do grupo.
Acima de tudo, a performance de Nathan James merece destaque. Sua interpretação transita com naturalidade entre momentos mais agressivos e passagens melódicas, adicionando profundidade e personalidade a cada faixa.
Com riffs mais marcantes, grooves mais profundos e uma identidade sonora mais sólida, “II” apresenta um Iconic plenamente consciente de seu potencial — uma banda que já não precisa se apresentar, mas sim reafirmar sua força dentro do cenário do Hard Rock contemporâneo.
Abaixo você pode conferir a arte de capa e o tracklist de “II”:
O segundo single do próximo álbum do Venom, Into Oblivion, é a avassaladora Kicked Outta Hell, uma faixa ferozmente thrash que, embora traga elementos do Venom clássico, também apresenta uma abordagem moderna e brutal. Destinada a ser mais um sucesso ao vivo, é sem dúvida uma das músicas mais pesadas que o Venom já compôs. Cronos comenta com um sorriso: “Essa aqui sou eu me divertindo. Estou me colocando acima do Diabo na letra, o que acho um toque interessante. O Diabo está irritado com a gente!”. Dante acrescenta: “Você não vai ficar no inferno, cai fora!”. Rage completa: “É uma das músicas mais pesadas do álbum, direta e esmagadora.”
Into Oblivion é o décimo sexto álbum de estúdio do Venom e conta com a formação de longa data: Cronos (baixo/vocais e membro fundador), Rage (guitarra) e Dante (bateria). O disco marca o primeiro material inédito desde Storm The Gates (2018). Into Oblivion reúne treze faixas que trazem a assinatura do Venom: pesadas, malignas e cativantes. O álbum combina o som clássico dos anos 80 com uma abordagem mais moderna e progressiva, sem perder a essência incendiária e sombria da banda.
Para celebrar o lançamento de Into Oblivion, o Venom realizará diversas audições do álbum ao redor do mundo, inclusive no Brasil, em São Paulo. O evento será na véspera do lançamento, quinta-feira, 30 de abril, a partir das 18h – a entrada é gratuita, e os fãs receberão brindes e a chance de ganhar discos de vinil test pressings autografados em cada evento. Venha curtir uma noite de puro metal nesses locais!
THE METAL BAR, SAO PAULO, BR
R.Artur De Azevedo, 637 – Cerqueira Cesar, São Paulo – SP 05404-011
HELGI’S BAR, LONDON UK
177 Mare Street, London, E8 3RH
HEADBANGERS PUB, MILAN, IT
Via Tito Livio 33/A, 20137 Milano
DR FEELGOOD: ROCK BEER TEMPLE, PARIS, FR
34 Rue Keller, 75011 Paris
DUFF’S, BROOKLYN NEW YORK, USA
168 Marcy Avenue, Brooklyn, NY 11211
BALLROOM KAPERFAHRT, HAMBURG DE
Landungsbrücken – Brücke 6, 20359 Hamburg
Into Oblivion será lançado em 1º de maio de 2026 via Noise/BMG, já está disponível para pré-venda e poderá ser encontrado nos seguintes formatos:
Vinil duplo “smoke” com capa gatefold
Vinil duplo “clear, black & red splatter” com capa gatefold (Edição Limitada)
A Nuclear Blast Records tem o prazer de anunciar a edição remasterizada de Over The Under, do supergrupo americano de heavy metal DOWN.
Lançado originalmente no segundo semestre de 2007, o terceiro álbum de estúdio do DOWN foi produzido por Warren Riker. O disco é um verdadeiro retrato de sua época, entregando mais de 60 minutos intensos de “frustração sonora” com letras que abordam as sequelas do Furacão Katrina e turbulências pessoais. A MetalSucks definiu a obra como “o registro de uma banda fazendo o que sabe de melhor, com honestidade e sinceridade, impulsionada por uma catástrofe infeliz”, enquanto a Punk News elogiou o lançamento por abranger “tudo o que os fãs admiram nesses músicos e na influência do Sul dos EUA no metal e no rock. A atmosfera é tensa, provocativa e, ao mesmo tempo, melancólica e introspectiva”. O álbum figurou no topo das listas de melhores do ano em veículos renomados como Revolver, Metal Hammer e Rolling Stone.
A edição de 2026 de Over The Under traz áudio remasterizado por Eric Koondel (Soilwork, Cynic, Malevolent Creation, Death) e marca a primeira vez que o LP estará oficialmente disponível no mercado americano. Além disso, as versões em CD e digital incluem a faixa bônus ‘Invest In Fear’ (disponível pela primeira vez em formato físico nos EUA e em plataformas de streaming mundialmente).
Para celebrar o lançamento, o DOWN disponibiliza a versão remasterizada de ‘N.O.D.’ [AQUI].
A remasterização de Over The Under estará disponível em CD, LP e formatos digitais no dia 19 de junho.
Tracklist Over The Under:
1. Three Suns And One Star 2. The Path 3. N.O.D. 4. I Scream 5. On March The Saints 6. Never Try 7. Mourn 8. Beneath The Tides 9. His Majesty The Desert 10. Pillamyd 11. In The Thrall Of It All 12. Nothing In Return (Walk Away) 13. Invest in Fear * (CD/Digital Bonus Track)
Você reconhece o DOWN assim que os ouve. Contando atualmente com o vocalista Philip H. Anselmo, os guitarristas Pepper Keenan e Kirk Windstein, o baterista Jimmy Bower e o baixista Pat Bruders, não há como confundir esses riffs colossais, solos de swamp blues, baterias estrondosas e uivos hipnóticos com absolutamente ninguém mais sob o sol. A banda mantém uma tradição celebrada por inúmeros fãs, expandindo seu próprio mito musical enquanto mantém seus pilares intactos e intocados. Com um currículo coletivo que abrange Pantera, Corrosion Of Conformity, Crowbar e EyeHateGod, o quinteto soltou sua primeira fumaça sonora diretamente das entranhas da velha e rústica New Orleans no clássico de platina de 1995, NOLA. Naquele momento, eles naturalmente invocaram algo semelhante a um ritual, participando dele continuamente com lançamentos aclamados pela crítica — Down II: A Bustle In Your Hedgerow (2002), Down III: Over The Under (2007), Down IV – Part One (2012) e Down IV – Part Two (2014). Seus shows construíram um folclore ao vivo com turnês inesquecíveis ao lado de Metallica e Heaven & Hell, além de vagas cobiçadas em festivais icônicos como Download, Soundwave, Ozzfest e tantos outros, entregando para sempre uma música pesada apaixonada, poderosa e pura que você pode sentir no fundo da alma.