quarta-feira, 25 de março de 2026

Jungle Rot anuncia novo álbum “Cruel Face Of War”; ouça o single “Apocalyptic Dawn”

 

As lendas do Jungle Rot anunciaram recentemente o seu 12° álbum de estúdio “Cruel Face Of War”, que estreará em 15 de maio através do selo Unique Leader Records. O primeiro single, “Apocalyptic Dawn”, já está disponível. O vocalista/guitarrista Dave Matrise comenta:

Para começar, preciso dizer que é uma conquista incrível ter lançado 12 álbuns na minha carreira. Jamais imaginei que ainda estaria fazendo isso mais de 30 anos depois. Acho que é preciso ter cuidado com o que se deseja.

Sou muito grato a todos os nossos fãs que nos apoiaram por tantos anos e por nunca terem desistido de nós.

Aos meus companheiros de banda, por todo o trabalho árduo e dedicação a mim e ao JRot ao longo de todos esses anos.

‘Cruel Face Of War’ não irá decepcionar.

É repleto de grooves impactantes e riffs violentos que certamente vão quebrar o pescoço de qualquer um.”

Ele acrescentou:

“Resistimos ao teste do tempo. Ainda estamos aqui tocando nosso estilo característico de death metal old school, que nos rendeu um nome lendário na cena underground atual. ‘Cruel Face Of War’ dá continuidade a esse legado.”

Oriunda de Wisconsin, nos Estados Unidos, Jungle Rot apresenta em “Cruel Face Of War”, 12 faixas em seu estilo Old-School Death Metal característico. A produção ficou a cargo de Chris Djuricic, enquanto a mixagem/masterização ficaram por conta de Dan Swano no Unisound Studio.




Fonte: Mundometalb.com

Kerry King entrará em estúdio no mês de abril para gravar segundo álbum solo

 


O guitarrista do SlayerKerry King, já definiu os próximos passos de sua carreira solo e iniciará as gravações de seu segundo álbum em abril de 2026. O novo trabalho dará sequência ao elogiado “From Hell I Rise”, lançado em maio de 2024, e reforça a intenção do músico de manter um ritmo criativo constante após décadas à frente de uma das maiores bandas do Thrash Metal do mundo. Além disso, a agência Independent Artist Group confirmou que uma turnê mundial de divulgação deve começar no início de 2027.

Enquanto organiza a entrada no estúdio, Kerry King já acumula material suficiente para o disco. Em entrevistas recentes, ele revelou que começou a desenvolver as letras e até compartilhou composições iniciais com o vocalista Mark Osegueda, conhecido pelo trabalho no Death Angel. O cantor, por sua vez, demonstrou entusiasmo com o direcionamento das novas músicas, destacando o tom agressivo e direto das letras. Assim, a parceria criativa entre os músicos segue fortalecida, indicando que o próximo registro manterá a intensidade característica do guitarrista.

Além de Osegueda, a banda solo conta com nomes experientes da cena pesada, como o guitarrista Phil Demmel (Machine HeadVio-Lence), o baixista Kyle Sanders (Hellyeah) e o baterista Paul Bostaph, velho parceiro de Slayer. Com esse lineup sólido, Kerry King busca preservar a identidade sonora construída no debut, ao mesmo tempo em que abre espaço para pequenas evoluções musicais.


Novo disco deve expandir a sonoridade de “From Hell I Rise”

Em termos criativos, Kerry King não pretende realizar mudanças drásticas no estilo. Pelo contrário, o músico indicou que deseja expandir as ideias apresentadas em “From Hell I Rise”, explorando variações dentro do próprio universo. Elementos de punk rock, por exemplo, já apareceram no álbum anterior e podem retornar de forma pontual, já que fazem parte de sua formação musical. Dessa forma, o próximo trabalho tende a equilibrar consistência e pequenas experimentações.

Por fim, outro fator importante para o novo álbum envolve a possível retomada da parceria com o produtor Josh Wilbur. O profissional trabalhou com bandas como KornLamb Of GodAvenged Sevenfold e Bad ReligionKerry King destacou a importância do produtor no processo criativo, descrevendo-o como uma espécie de “sexto membro” da banda. Caso as agendas coincidam, a colaboração deve continuar, o que pode garantir novamente um resultado coeso, técnico e fiel à proposta intensa que marca essa nova fase do guitarrista.


Fonte: Mundometalbr.com

35 anos de “Arise”, o álbum que consolidou o SEPULTURA no cenário internacional

 Lançado em 1991, Arise marcou um momento de virada na trajetória do Sepultura. O disco não apenas ampliou o alcance internacional do grupo mineiro, como também ajudou a definir novos rumos para o thrash metal no início da década de 1990. Três décadas e meia depois, o trabalho segue sendo apontado como um dos registros mais importantes da história do thrash metal.

Gravado no Morrisound Recording, na Flórida — estúdio conhecido por lapidar nomes do death metal — o álbum foi produzido por Scott Burns em parceria com a própria banda. O resultado foi um som mais refinado do que em Beneath the Remains (1989), mas sem abrir mão da agressividade característica do quarteto. Pelo contrário: Arise elevou o nível técnico e trouxe uma abordagem mais madura nas composições.


Logo na faixa-título, Arise, o Sepultura apresenta um cartão de visitas direto: riffs velozes, bateria precisa e vocais que mesclam agressividade com maior clareza. A música se tornou um dos hinos definitivos da banda, presença constante em shows até hoje. Na sequência, Dead Embryonic Cells reforça essa identidade com mudanças de andamento e um refrão marcante, evidenciando uma evolução na construção das músicas.

Outro destaque é Desperate Cry, que ultrapassa os seis minutos e demonstra ambição estrutural, com passagens mais cadenciadas e um clima sombrio. Já Murder e Altered State exploram variações rítmicas e ajudam a compor a diversidade do álbum. O disco ainda inclui Under Siege (Regnum Irae), uma das faixas mais intensas do repertório, e Infected Voice, que reforça o caráter político e crítico presente nas letras.

Falando em temática, Arise apresenta um Sepultura mais atento a questões sociais, religiosas e existenciais. As letras abordam manipulação, opressão e conflitos internos, refletindo um período de amadurecimento não apenas musical, mas também ideológico da banda.

A formação — Max Cavalera (vocal e guitarra), Andreas Kisser (guitarra), Paulo Jr. (baixo) e Igor Cavalera (bateria) — atingiu aqui um entrosamento que se tornaria referência. A precisão de Igor (ainda com apenas um “g” na grafia) na bateria, combinada com os riffs afiados de Kisser e Max, resultou em um dos momentos mais coesos do grupo.


Rock in Rio 1991: afirmação diante de uma multidão

Pouco depois da conclusão das gravações, mas antes mesmo do lançamento oficial de Arise, o Sepultura já se preparava para o maior desafio de sua carreira até aquele momento: subir ao palco do Rock in Rio II.

Sem o álbum oficial ainda disponível ao público, a banda recorreu a uma versão prévia com versões preliminares das músicas, utilizando rough mixes. Essas versões apresentavam diferenças em relação ao resultado definitivo — timbres menos lapidados, mixagem em estágio inicial e ausência de alguns refinamentos de estúdio —, mas já evidenciavam a força do novo material.


Diante de um público massivo, o grupo apresentou faixas inéditas como Arise e Dead Embryonic Cells, oferecendo um primeiro contato com o repertório que seria lançado oficialmente pouco depois. Mesmo em estado ainda bruto, as músicas causaram impacto imediato e mostraram que o Sepultura havia dado um salto criativo significativo.

A performance no Rock in Rio II, onde o Sepultura dividiu palco com LobãoMegadethQueensrÿcheJudas Priest Guns N’ Roses, não apenas comprovou a potência do novo material, como também consolidou a reputação dos “jungle boys” como uma força ao vivo. O show marcou um momento simbólico: o grupo que havia emergido do underground de Belo Horizonte agora se afirmava diante de uma plateia global, dividindo espaço com nomes de grande alcance.

Em sua biografia My Bloody Roots, de 2013, Max Cavalera comentou sobre a experiência do Sepultura na histórica segunda edição do Rock in Rio:

“Quando tocamos no segundo Rock in Rio, em 23 de janeiro de 1991, Arise estava para ser lançado. Estávamos programados para a mesma noite que o Guns N’ Roses e o Megadeth. O local do evento era o maior estádio de futebol do mundo: o Maracanã. Subimos ao palco às das da tarde. O sol brilhava, fazia 49 graus, muito, muito quente, e estávamos todos de preto. O público se agitava: a galera ia à loucura, era uma reação inacreditável. Receberam aquilo que pediram.

Depois da nossa apresentação, me deitei atrás do palco e olhei para o céu. O público ainda gritava. Me sentia nas nuvens. Não tinha bebido e também não tinha droga alguma no meu corpo: estava completamente careta, mas ainda assim viajando. Pensei: “Está é a maior onda de todas, nenhum tipo de droga poderia provocar o efeito que estou sentindo agora. Esta provavelmente é a melhor sensação que vou ter na vida”. Era como se estivesse atingindo uma espécie de ápice.

Foi um momnto e tanto. Pensei: “É pra isso que vivo. Vou viver por isso e morrer por isso”. Tudo o que tínhamos feito, todo o trabalho que tivemos, todas as noties dorimindo debaixo do palco, todas as coisas pelas quais passamos, tudo tinha valido a pena por aquele único instante. O vazio dentro de mim tinha sido preenchido. Não dá para comprar uma sensação dessas.”

Max também contou sobre o encontro que teve após o show com o cantor Lobão, que havia sido execrado pelos headbangers no dia do metal no Rock in Rio:

“O mais engraçado foi que naquela noite acabei indo a uma festa na casa do Lobão. Pedi desculpas pelo meu público e ele respondeu: “Ah, fica tranquilo! Foi divertido! Tem uns arruaceiros do caralho na galera de vocês. São seus soldados: estão ali por vocês, cara. Eu não tenho isso. Tenho todos esses álbuns de ouro e sou um astro pop gigantesco, mas não tenho todo esse respeito. O dinheiro não compra esse respeito”.


Orgasmatron: o tributo ao Motörhead

Entre as faixas que complementam o universo de Arise, uma das mais lembradas é a versão de Orgasmatron, originalmente gravada pelo Motörhead no álbum homônimo de 1986.

Sepultura incorporou a música como lado B e também em edições posteriores do disco, apresentando uma releitura mais pesada e sombria em relação ao original. Mantendo a essência crítica da composição de Lemmy Kilmister, a banda brasileira intensificou a atmosfera densa da faixa, com guitarras mais encorpadas e uma abordagem vocal mais agressiva.

A escolha por Orgasmatron não foi por acaso. O Motörhead sempre foi uma das principais influências do Sepultura, especialmente na forma direta e crua de fazer metal. O próprio nome da banda foi extraído de uma música do MotörheadDancing On Your Grave (Dançando sobre sua sepultura). Ao revisitar a música, o grupo não apenas prestou homenagem, mas também reforçou a conexão entre o thrash metal e suas raízes mais tradicionais.

A versão acabou se tornando presença frequente no repertório ao vivo da banda nos anos seguintes e foi bastente executada na MTV e, no Brasil, em rádios de rock — algo surpreendente para a época, uma banda tão pesada tocando na programação regular das FMs da época —, ajudando a aproximar ainda mais o público do Sepultura de uma de suas maiores referências.


Henrique Portugal e os sintetizadores em Arise

Um detalhe menos lembrado, mas significativo em Arise, é a participação de Henrique Portugal, responsável por adicionar camadas de sintetizadores e efeitos em trechos específicos do álbum.

Conhecido por seu trabalho com o Skank, o músico contribuiu de forma pontual, inserindo texturas e ambientações discretas que ajudam a ampliar a atmosfera de algumas faixas. Em vez de assumir protagonismo, os sintetizadores aparecem de maneira sutil, quase imperceptível em uma audição desatenta, mas fundamentais para enriquecer o clima mais sombrio e denso do disco.

Essa colaboração mostra que, mesmo em uma fase marcada pela agressividade e pela precisão do thrash metal, o Sepultura já demonstrava abertura para experimentar elementos além do formato tradicional de guitarra, baixo e bateria. É um indicativo precoce da busca por novas sonoridades que a banda desenvolveria de forma mais evidente nos trabalhos seguintes.

A presença de Henrique Portugal também reforça a conexão da banda com músicos brasileiros de diferentes vertentes, ainda que de forma discreta neste momento da carreira.

(Under Siege) Live in Barcelona: o primeiro home video da banda

Lançado em 1991, (Under Siege) Live in Barcelona marcou o primeiro registro oficial em vídeo do Sepultura, capturando a banda em plena ascensão internacional durante a turnê de Arise. Gravado na cidade espanhola, o material apresenta o grupo em um momento decisivo, já com maior projeção fora do Brasil e diante de plateias cada vez mais expressivas na Europa.

O repertório mescla faixas de Arise e Beneath the Remains, refletindo a transição entre duas fases importantes da carreira. Músicas como AriseDead Embryonic CellsInner Self e Mass Hypnosis ajudam a traduzir a intensidade do quarteto ao vivo, com execuções rápidas e uma entrega energética que se tornaria marca registrada.

Mais do que um simples registro de show, o vídeo também tem valor histórico por documentar a consolidação do Sepultura fora do circuito underground. A performance evidencia o entrosamento entre Max CavaleraAndreas KisserPaulo Jr. e Igor Cavalera, além de destacar a força da banda diante de um público europeu já bastante receptivo.

Com estética crua e direta — típica dos registros ao vivo da época —, (Under Siege) Live in Barcelona funciona como um retrato fiel do impacto do Sepultura no início dos anos 1990, ajudando a pavimentar o caminho para a expansão global que viria nos anos seguintes.

Third World Posse: o EP que ampliou o alcance de Arise

Lançado em 1992, Third World Posse é um EP que ajudou a expandir o impacto de Arise fora do Brasil, especialmente no mercado europeu. Mais do que um simples complemento, o material reuniu versões ao vivo, remixes e faixas adicionais que reforçavam a presença do Sepultura naquele momento de ascensão internacional.

O EP traz Dead Embryonic Cells além de registros ao vivo gravados no show de Barcelona, evidenciando a intensidade da banda no palco e sua rápida conexão com o público europeu. Essas gravações mostram como músicas de Arise ganhavam ainda mais agressividade fora do estúdio, consolidando o grupo como uma força também ao vivo.

Outro destaque é a presença de Drug Me, cover do Dead Kennedys. O título do EP dialoga diretamente com o discurso de identidade e pertencimento que o Sepultura começava a explorar com mais clareza.

Embora nem sempre lembrado entre os principais lançamentos da banda, Third World Posse cumpre um papel importante na consolidação do Sepultura no início dos anos 1990, funcionando como uma extensão promocional de Arise.

Impacto e legado de Arise

Com Arise, o Sepultura atingiu um novo patamar. O álbum foi responsável por expandir a base de fãs da banda fora do Brasil e pavimentou o caminho para o sucesso ainda mais amplo que viria com Chaos A.D. (1993) e principalmente com Roots (1996).

A combinação de agressividade, técnica, premissas da música brasileira, e senso de composição fez do disco uma referência não apenas para o thrash metal, mas também para vertentes mais extremas. Bandas ao redor do mundo passaram a enxergar no Sepultura um exemplo de como unir peso e identidade própria.

Trinta e cinco anos depois, Arise permanece como um retrato fiel de uma banda em ascensão, capturando o momento em que o Sepultura deixou de ser promessa para se tornar protagonista no cenário global do metal.

Curiosidades  

  • O álbum alcançou a posição #119 na Billboard 200.
  • A imagem da capa é Yog-Sothoth, criação de H. P. Lovecraft, ilustrada por Michael Whelan.
  • A música Dead Embryonic Cells aparece no jogo Grand Theft Auto IV: The Lost and Damned, na rádio Liberty City Hardcore (L.C.H.C.), onde Max Cavalera atua como DJ.
  • Paulo Xisto é creditado como baixista no álbum, mas não gravou as linhas de baixo. As partes foram registradas por Andreas Kisser e Max Cavalera.
  • Scott Burns fez a mixagem original do álbum, mas Monte Conner (vice-presidente da Roadrunner Records na época) não ficou satisfeito com o resultado e solicitou uma nova mixagem a Andy Wallace — tudo isso sem o conhecimento da banda.


Fonte: RoadieCrew.com

Narnia anuncia "X", seu décimo disco de estúdio, que será lançado em maio

 A banda sueca de metal melódico Narnia anunciou nesta terça-feira (24) que seu décimo disco de estúdio, intitulado "X", será lançado no dia 29 de maio. O anúncio foi feito por meio de publicação veiculada nas redes sociais do grupo, reproduzida a seguir.


"Dando continuidade a 'Ghost Town' (2023), o novo álbum expande o som da banda, alternando entre refrões grandiosos, prontos para arenas, e elementos mais progressivos, mantendo-se fiel à identidade do Narnia."

Faixas como 'Oceanwide', 'Every Breath' e 'Heaven's Calling' destacam melodias e refrãos marcantes, enquanto 'Remedy (SOS)' e 'God Under Fire' trazem intensidade e profundidade."

"Vários vocalistas dividem os holofotes, com CJ Grimmark e Jonatan 'Jono' Samuelsson contribuindo ao lado de Christian Liljegren."

"'Este álbum representa tanto de onde viemos quanto para onde estamos indo', diz CJ Grimmark."

O primeiro single de "X" é "Oceanwide". A música tem lançamento previsto para 4 de abril.


Fonte: Whiplash.net

"Evolution", álbum clássico do Viper, é relançado em vinil

 "Evolution" (1992), terceiro álbum de estúdio da banda brasileira Viper, foi relançado em LP por meio da Fuzz On Discos. Sucessor de "Theatre of Fate" (1989), o trabalho é o primeiro registro do grupo a contar com o baixista Pit Passarell (in memoriam) nos vocais.



Limitada a 500 cópias, a edição especial de "Evolution" tem áudio remasterizado, arte exclusiva com capa dupla e está disponível nas versões picture, splatter e preto. Os LPs podem ser adquiridos no site da Fuzz On Discos.

"Mantendo a essência do heavy metal que marcou seus primeiros discos, 'Evolution' também incorporou elementos mais agressivos e diretos, refletindo as transformações do metal no início dos anos 1990. Faixas como 'Coming From the Inside', 'Rebel Maniac', 'Dead Light', 'The Shelter' e a própria 'Evolution' tornaram-se clássicos do repertório da banda e ajudaram a consolidar o disco como o mais vendido da história do Viper."

O Viper continua na ativa, e seu último disco é "Timeless" (2024). A atual formação da banda conta com Leandro Caçoilo (vocal), Felipe Machado (vocal), Kiko Shred (guitarra), Daniel Matos (baixo) e Guilherme Martin (bateria).


Fonte: Whiplash.net

Moonspell divulga detalhes do seu novo álbum, "Far From God"

 Pouco tempo após ter passado novamente pelo Brasil, o Moonspell divulgou os detalhes do seu próximo álbum de estúdio. "Far From God" é o 13º trabalho de inéditas da banda portuguesa. Ele sai dia 3 de julho, via Napalm Records. O trackist pode ser conferido ao final da matéria.




Pouco tempo após ter passado novamente pelo Brasil, o Moonspell divulgou os detalhes do seu próximo álbum de estúdio. "Far From God" é o 13º trabalho de inéditas da banda portuguesa. Ele sai dia 3 de julho, via Napalm Records. O trackist pode ser conferido ao final da matéria.

A produção ficou a cargo de Jaime Gomez Arellano (Ghost, Paradise Lost). A formação é a mesma do antecessor, "Hermitage" (2021), contando com o vocalista Fernando Ribeiro, o guitarrista Ricardo Amorim, o baixista Aires Pereira, o tecladista Pedro Paixão e o baterista Hugo Ribeiro

A faixa-título está disponível no player abaixo.


Sobre a sonoridade, Fernando destacou em material promocional: "Tem um pouco de tudo, devo dizer, da essência do Moonspell. Há músicas bastante sombrias e um pouco perturbadoras. Há outras mais animadas, mas acho que, na verdade, é o 'Irreligious' do século XXI. É um álbum que não tem nada além de gótico e metal."

Fundado em 1992 – inicialmente usando o nome Morbid God –, o Moonspell é a banda portuguesa de heavy metal mais conhecida em todo o planeta. Foi o primeiro grupo local a ganhar um disco de ouro no país, feito alcançado com "Memorial" (2006). Emplacou, até hoje, cinco trabalhos no topo da parada nacional.

01. Cross Your Heart

02. Far From God

03. Biblical

04. The Great Wolf In The Sky (feat. Alicia Nuhr/Strings)

05. Your Promise Of Light

06. For The Love Of Mortals

07. Our Freedom To Fall

08. Reconquista


Fonte: Whiplash.net

terça-feira, 24 de março de 2026

Armored Saint anuncia novo álbum, "Emotion Factory Reset"

 O Armored Saint confirmou o lançamento do seu próximo álbum de estúdio para o dia 22 de maio, via Metal Blade Records. "Emotion Factory Reset" é o nono trabalho de inéditas da carreira da banda e conta com 11 faixas no tracklist – que pode ser conferido ao final da matéria.


Assim como nos quatro anteriores, a produção ficou a cargo do baixista Joey Vera, com Jay Ruston (Anthrax, Stone Sour) se encarregando da mixagem. Inalterada desde 1990, a formação ainda conta com o vocalista John Bush, o baterista Gonzo Sandoval e os guitarristas Phil Sandoval e Jeff Duncan.

"Close to the Bone", faixa de abertura e primeiro single, está disponível no player abaixo.




Fundado em 1982, o Armored Saint não alcançou o mesmo sucesso de colegas de geração, mas manteve uma base de fãs fiel, adquirindo o status de cult. A única mudança no lineup após o início da carreira discográfica se deu por conta do falecimento do guitarrista Dave Prichard, vitimado por uma leucemia em 1990.


01. Close To The Bone

02. Every Man-Any Man

03. Not On Your Life

04. Hit A Moonshot

05. Buckeye

06. Compromise

07. It's A Buzzkill

08. Throwing Caution To The Wind

09. Ladders And Slides

10. Bottom Feeder

11. Epilogue


Fonte: Whiplash.net

Alissa White-Gluz conta por que decidiu montar sua própria banda; "A vida é curta"

 A musicista canadense Alissa White-Gluz integrou o Arch Enemy por mais de uma década. Ela se juntou ao grupo liderado pelo guitarrista Michael Amott em 2014 e gravou quatro álbuns de estúdio, o mais recente deles "Blood Dynasty" (2025).



De forma surpreendente, o Arch Enemy anunciou a saída de Alissa White-Gluz em novembro de 2025. A separação foi comunicada de maneira breve e não trouxe muitos detalhes sobre os motivos da ruptura.

Alissa falou sobre o novo momento da carreira em entrevista concedida ao Blabbermouth. A cantora explicou por que decidiu investir em um projeto próprio.

Segundo o depoimento, reproduzido a seguir, a artista destacou a grande quantidade de trabalhos dos quais participou ao longo dos anos. Apesar do orgulho pelas contribuições, ressaltou que essas obras não carregam seu nome como autora principal.

"Sou meio viciada em trabalho. Sempre tentei ocupar o tempo (...). Tenho feito tantas colaborações e participações especiais (...). Um amigo meu montou uma playlist pra mim com todos os trabalhos que já fiz, e acho que nem está completa. Acho que deixamos algumas coisas de fora, mas somou 15 horas de música. Então percebi: 'Não tenho nada disso em meu nome'. Pensei: 'Puta merda! São 23 anos me matando de trabalhar'. Tenho muito orgulho de tudo que fiz, mas nada disso é realmente meu."

Na sequência, Alissa afirmou que já vinha considerando essa mudança há algum tempo. A cantora também citou a brevidade da vida como um dos fatores que motivaram a decisão.

"Acho que já vinha pensando nisso há um tempo, mas não era algo que me incomodava. Era mais: 'Isso seria legal, seria divertido' (...). Chegou a um ponto em que pensei: 'A vida é curta. Tenho que fazer isso em algum momento.'."

O primeiro single do Blue Medusa é "Checkmate", lançado no dia 20 de março. Para mais informações sobre a música, acesse a nota a seguir.


Fonte: Whiplash.net

Jessica Falchi critica sexualização da mulher na guitarra: "Não me verão tocando de biquíni"

 A presença feminina no universo da guitarra - especialmente dentro do rock e do metal - tem crescido de forma significativa nos últimos anos. No entanto, junto com esse avanço, também surgem debates sobre imagem, exposição e a forma como mulheres ainda são percebidas dentro de um ambiente historicamente dominado por homens.



Esse foi justamente o tema abordado pela guitarrista Jessica Falchi em entrevista ao Amplifica. Durante a conversa, a musicista fez críticas diretas à sexualização de mulheres que tocam guitarra nas redes sociais, apontando que esse tipo de abordagem pode reforçar estereótipos em vez de combatê-los.

"Eu acho que as pessoas confundem muito esse lance de 'meu corpo, minhas regras' com a forma como você se apresenta tocando guitarra", afirmou. Para ela, quando a imagem se sobrepõe à música, o foco deixa de ser a performance. "Se você coloca uma menina sexualizada tocando, os caras nem vão ver se você está tocando bem ou não", disse.

Jessica também demonstrou preocupação com a influência desse comportamento em novas gerações. Segundo ela, muitas jovens acabam acreditando que precisam seguir esse padrão para serem aceitas no meio. "Vejo várias meninas super novas achando que para tocar guitarra, para ser 'metal', você precisa estar sexualizada", comentou.

A guitarrista reforçou que prefere adotar uma postura mais natural e focada na música. "Às vezes eu gravo vídeo sem maquiagem. Sou eu. Se você quer me ver de biquíni tocando guitarra, você não vai ver, porque eu não vou colaborar com esse tipo de conduta", declarou, deixando clara sua posição.

Apesar da crítica, Jessica ponderou que cada artista deve ter liberdade para se expressar como quiser. "Se a pessoa se sente bem fazendo isso, ela é livre", afirmou. Ainda assim, reiterou que, na sua visão, esse tipo de exposição pode ser prejudicial ao reforçar padrões machistas já existentes.

Ela também ampliou a discussão ao comentar que a sexualização não se limita às mulheres, embora seja mais evidente nesse caso. "Acho paia[também] tipo o cara tocando guitarra sem camisa aleatoriamente", disse, defendendo que o foco deveria estar na música e na capacidade técnica, não na aparência.




Fonte: Whiplash.net

Biografia oficial do Sodom ganhará versão em inglês nos próximos meses

 A Decibel Books disponibilizará em junho o livro "Sodom: The Official Authorized Biography" na sua versão em inglês. Como o título deixa claro, a obra fala sobre a história de uma das principais bandas do thrash metal alemão, tendo como centro a figura do baixista e vocalista Tom "Angelripper" Such, único presente em todas as formações.


Quase todos os músicos que passaram pelo grupo foram ouvidos pelo escritor Holger Schmenk, que se encarregou de compilar as informações e relatos. O material promocional ressalta que o texto "conta a história de um filho de mineiro de Gelsenkirchen-Buer, que ascendeu de operário braçal no subsolo a astro do metal aclamado internacionalmente, sem jamais esquecer suas raízes ou comprometer sua integridade."


O Sodom lançou o álbum "The Arsonist", seu 17º de estúdio, em 27 de junho do ano passado. O trabalho chegou ao 4º lugar na parada alemã, melhor resultado desde o 3º de "Tapping the Vein" em 1992. A banda não realizou turnê de divulgação devido a problemas de saúde de Angelripper. O próprio declarou que pretende diminuir o ritmo de estrada, fazendo shows esporádicos.


Fonte: Whiplash.net

sexta-feira, 20 de março de 2026

Próximo disco do Anthrax será lançado em setembro, afirma Charlie Benante

 Após anos de espera, o próximo disco de estúdio do Anthrax finalmente tem uma previsão de lançamento. Ao menos é o que afirmou Charlie Benante, baterista do quinteto, durante recente participação no podcast Everblack.

De acordo com o relato de Benante, reproduzido abaixo, o novo álbum da banda será lançado em setembro. O primeiro single, cujo nome ainda não foi revelado, chegará ao público ainda no primeiro semestre.


Vamos lançar nossa primeira música e vídeo em maio. O álbum só sai em setembro. Adiamos um pouco. Precisávamos fazer alguns ajustes. E aí, claro, tínhamos que definir uma data de lançamento. Então, foi adiado para setembro. E é isso. Vai sair em setembro, mas a primeira música e o vídeo serão lançados em maio."

O próximo disco do Anthrax é o décimo segundo trabalho de inéditas do quinteto. O álbum dá continuidade a "For All Kings" (2016).

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Fonte: Whiplash.net

Show do Machine Head no Resurrection Fest 2024 é disponibilizado no YouTube

 A organização do Resurrection Fest disponibilizou em seu canal do YouTube o show que o Machine Head fez na edição 2024 do festival. A apresentação aconteceu dia 26 de junho do referido ano, em Viveiro, na Espanha.

O show do Machine Head no Resurrection 2024, que pode ser visto a seguir, durou cerca de uma hora e meia. Robb Flynn e seus parceiros tocaram clássicos de diferentes fases da carreira da banda, como "Davidian", "Imperium", "Halo" e "Now We Die".



Lançado em abril de 2025, "Unatoned" é o último trabalho do Machine Head. A atual formação da banda conta com Robb Flynn (guitarra/vocal), Reece Scruggs (guitarra), Jared MacEachern (baixo) e Matt Alston (bateria).



Fonte: Whiplash.net

Exodus lança "Goliath", seu novo disco de estúdio

 A veterana banda californiana de thrash metal Exodus divulgou nesta sexta-feira (20 de março) seu novo disco de estúdio. Intitulado "Goliath", o trabalho - lançado pela Napalm Records - dá sequência a "Persona Non Grata" (2021).

Décimo segundo registro de inéditas do Exodus, "Goliath" marca o retorno do vocalista Rob Dukes, integrante do quinteto entre 2005 e 2014. O cantor reassumiu o posto após a saída de Steve "Zetro" Souza, cuja terceira passagem pelo grupo chegou ao fim no início do ano passado


A faixa que abre "Goliath" é "3111", lançada como single no dia 21 de janeiro. O título da música faz menção ao número de assassinatos registrados em Juárez, no México, apenas no ano de 2010.

O segundo single de "Goliath" é a surpreendente faixa-título. Trata-se de uma composição arrastada, que conta com arranjos de violino, executados por Katie Jacoby. Segundo nota oficial, essa é uma das músicas mais pesadas da carreira do Exodus.

"Pode muito bem ser a coisa mais pesada que já fizemos, e certamente a música mais lenta do nosso catálogo, é o mais próximo do doom metal que o Exodus já chegou! Pura maldade, tão sinistra quanto pode ser, e conta com a participação da nossa amiga Katie Jacoby, que gravou 18 faixas de cordas na seção de harmonia central, transformando a música de puro horror em uma obra de arte."

"Goliath" tem 10 faixas e aproximadamente 55 minutos de duração. O disco foi disponibilizado nas plataformas digitais



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Fonte: Whiplash.net