sexta-feira, 29 de maio de 2026

“Percebemos que estávamos criando algo realmente especial”, diz Alissa White-Gluz sobre como entrou para o Dragonforce

 

Em entrevista concedida ao canal Local Band Smokeout, a vocalista Alissa White-Gluz falou sobre sua entrada oficial no Dragonforce. Da mesma forma, comentou o processo de composição com a banda e também atualizou os fãs sobre a saúde de Marc Hudson.

Segundo a cantora, a colaboração realizada em 2025 para uma versão alternativa de “Burning Heart abriu naturalmente o caminho para sua integração definitiva ao grupo.

“Mais ou menos. Acho que todos nós sentimos que havia uma química muito boa trabalhando juntos e que a música poderia ficar incrível combinando tudo pelo qual o Dragonforce é conhecido com aquilo pelo qual eu sou conhecida, aproveitando os pontos fortes de cada um. Só que não tínhamos certeza se realmente conseguiríamos fazer isso funcionar.”

 Na sequência, Alissa refletiu sobre a decisão de entrar de vez na banda.

“Na vida, você nunca está realmente pronto para fazer alguma coisa; você simplesmente precisa fazer e descobrir o resto depois. Então pensamos: ‘Agora ou nunca. Vamos simplesmente fazer isso acontecer’. E foi o que fizemos. Já estamos trabalhando nisso há bastante tempo, nos preparando para tocar esses shows juntos e também criando músicas novas.”

Ao comentar sobre sua ingressão ao grupo, a vocalista demonstrou ainda mais entusiasmo com os resultados alcançados até agora.


“Tem sido muito bom. Você nunca sabe exatamente como as coisas vão soar até começar a tocar junto de verdade. Você pode praticar sozinho e escrever independentemente, mas quando começamos a ensaiar na mesma sala, trabalhar nas letras, estruturas de acordes, arranjos, conceitos e títulos, percebemos rapidamente que aquilo estava soando muito bem. Estávamos confiantes, mas quando ouvimos o resultado pensamos: ‘Ok, realmente temos algo especial aqui’. Foi ótimo.”

Durante a conversa, a cantora também comentou a situação do vocalista Marc Hudson. O vocalista precisou se afastar de alguns shows recentes devido à perda auditiva e problemas de tinnitus.

“Eu converso com o Marc com bastante frequência. Ele está bem. É um cantor incrível e a técnica dele é muito interessante para mim porque é completamente diferente da minha. Ele canta com uma mistura mais voltada para a voz de cabeça, enquanto eu uso uma abordagem mais focada na voz de peito.”

 Ela ainda demonstrou solidariedade ao colega de banda.

“Eu sei o quanto é frustrante tentar cantar sem conseguir ouvir direito. E tinnitus… bem, até onde eu sei, não existe cura. Conheço muitos músicos que sofrem com isso. Espero sinceramente que ele melhore logo, porque deve ser muito frustrante tentar ouvir a própria voz nessas condições. Mesmo assim, ele é extremamente profissional e continua trabalhando.”

Questionada sobre o próximo álbum do Dragonforce, sucessor de “Warp Speed Warriors”, lançado em 2024, Alissa preferiu manter segredo, mas deixou claro que o processo tem sido positivo.

“Eu gostaria de poder contar mais, mas não posso. O que posso dizer é que estamos nos divertindo muito trabalhando nesse material. É um prazer enorme trabalhar com todo mundo dessa equipe.”

Por fim, a vocalista comentou a expectativa para a turnê comemorativa dos 20 anos de “Inhuman Rampage”, o clássico álbum do Dragonforce que revelou o hit “Through The Fire And Flames”. Além desta, Alissa também citou “Fury Of The Storm” como outra favorita.

“Obviamente estou ansiosa para cantar todas as músicas, principalmente ‘Through The Fire And Flames’, porque o público simplesmente explode quando essa música começa. Mas uma faixa que me surpreendeu bastante foi ‘Storming The Burning Fields’. É extremamente divertida de cantar. Existe algo muito satisfatório nela.”

Eu gosto de músicas desafiadoras, mas que também sejam satisfatórias de apresentar ao vivo e que o público realmente curta. Existe um equilíbrio delicado nisso. Se a música é fácil demais, acaba ficando um pouco entediante depois de várias noites. Mas, se for difícil demais, você fica nervoso o tempo inteiro e nem consegue aproveitar direito.”


Fonte: Mundometalbr.com 

Kamelot confirma lançamento do novo álbum ‘Dark Asylum’ para o fim de agosto

 

As lendas internacionais do metal sinfônico KAMELOT—renomadas por suas melodias contagiantes, narrativa cinematográfica e performances ao vivo eletrizantes—retornam com seu novo e assombrado álbum “Dark Asylum”, que chega em 28 de agosto de 2026 via Napalm Records. Agora com 14 álbuns em uma carreira que define o gênero—incluindo “Haven” (primeiro lugar na Billboard Hard Rock), “The Shadow Theory” (segundo lugar na Billboard Hard Rock, primeiro lugar na Amazon Hard Rock & Metal) e, mais recentemente, “The Awakening” (segundo lugar na Billboard Hard Rock e Top 10 nas paradas alemãs)—a banda continua a se destacar como uma força dominante no metal moderno após mais de três décadas.


Situado em um sombrio mundo da era neo-vitoriana, “Dark Asylum” convida os ouvintes a passarem pelos portões do RavenHill Asylum—uma imponente instituição outrora construída como uma grande catedral, agora reaproveitada em um lugar onde a ciência, a fé e a loucura coexistem de forma inquieta.

O fundador e guitarrista do KAMELOT, Thomas Youngblood, sobre o disco: “Dark Asylum segue uma alma presa dentro de um mundo de máscaras, memórias fraturadas e tormento psicológico, vagando pelos corredores intermináveis de RavenHill em busca de verdade, identidade e redenção. O que começa como uma descida à escuridão gradualmente se transforma em uma jornada de despertar, onde abaixo do medo, da ilusão e do caos reside a possibilidade de cura, esperança e, fundamentalmente, um caminho para fora das sombras em direção ao Santuário. O álbum explora a dualidade entre o desespero e a salvação, borrando as linhas entre a realidade e a loucura através de uma narrativa teatral, atmosferas assombradas e temas profundamente emocionais.”

O vocalista Tommy Karevik adiciona: “Dark Asylum convida os ouvintes para as câmaras ocultas da mente humana. Uma jornada onde cada porta revela uma história diferente, mas todas permanecem profundamente conectadas. Em sua essência, o álbum explora a dualidade da natureza humana: a tensão constante entre o medo e a esperança, o caos e a quietude, a destruição e a cura. Dark Asylum reflete a luta para permanecer lúcido dentro de um mundo frio e estéril, enquanto finalmente descobrimos que a salvação não é algo encontrado externamente, mas algo que já existe dentro de todos nós. Através da autoexploração, da consciência e da paz interior, a cura se torna possível. Esse conceito abriu as portas para uma paisagem sonora mais cinematográfica e assombrada, permitindo-nos experimentar com temas musicais mais sombrios e misteriosos.”

O produtor de longa data do KAMELOT, Sascha Paeth, retorna para comandar o álbum, ao lado de Jacob Hansen, que supervisiona a mixagem e a masterização.

Karevik conclui: “As imagens foram intencionalmente pintadas com pinceladas delicadas, capturando a linha tênue entre a beleza e a desordem, e a maneira como o caos e a tranquilidade coexistem no mesmo espaço. O resultado é uma experiência imersiva que parece tanto perturbadora quanto profundamente humana. Uma descida à escuridão que, em última análise, busca a luz.”

 

Fonte: Rockbrigade.com.br

Narnia lança "X", o seu décimo disco de estúdio

 A banda sueca Narnia divulgou oficialmente nesta sexta-feira (29 de maio) seu novo disco de estúdio. Intitulado "X", o trabalho é o décimo álbum da discografia e dá continuidade a "Ghost Town" (2023).


"O novo álbum expande o som da banda, alternando entre refrões grandiosos, prontos para arenas, e elementos mais progressivos, mantendo-se fiel à identidade do Narnia. Faixas como 'Oceanwide', 'Every Breath' e 'Heaven's Calling' destacam melodias marcantes, enquanto 'Remedy (SOS)' e 'God Under Fire' trazem intensidade e profundidade", diz comunicado publicado nas redes sociais do grupo.

"X" tem 10 músicas e aproximadamente 43 minutos de duração. O álbum foi disponibilizado nas plataformas digitais e pode ser ouvido via Spotify no player a seguir


Ouça Aqui!



Fonte: Whiplash.net

O disco do Testament pelo qual Chuck Billy gostaria de ser lembrado

 Surgido nos anos 1980, o thrash se notabilizou como uma das vertentes mais longevas do metal. Caracterizado por composições agressivas, aceleradas e intensas, o gênero consagrou diversas bandas, com destaque para as que surgiram no estado da Califórnia, localizado nos Estados Unidos.


Entre as bandas californianas de thrash metal, temos o Testament. Com uma sonoridade pautada por peso, melodia e técnica, o grupo tem como uma de suas características mais marcantes a voz de Chuck Billy.

Integrante do Testament há quatro décadas, Chuck gravou todos os discos do quinteto, incluindo trabalhos clássicos como "The Legacy" (1987), "The New Order" (1988) e "The Gathering" (1999). O último desses álbuns é aquele pelo qual o cantor gostaria de ser lembrado, como revelou durante entrevista concedida à Metal Hammer.

Ao comentar sua escolha, Chuck pontuou que "The Gathering" ajudou o Testament a se encontrar. Para o vocalista, esse álbum sintetiza a proposta da banda.

"Acho que esse disco foi… não quero dizer uma virada, mas foi onde encontramos uma direção, considerando o rumo que nossa história inicial nos levou a tomar. Adicionamos alguns estilos e elementos extras que não tínhamos usado antes, como blast beats, então foi meio que o ápice de tudo que tínhamos feito até então. Esse é provavelmente o disco que realmente nos define."

Sucessor de "Demonic" (1997), "The Gathering" é o oitavo álbum de estúdio do Testament. O trabalho foi gravado por Chuck Billy (vocal), Eric Peterson (guitarra), James Murphy (guitarra), Steve DiGiorgio (baixo) e Dave Lombardo (bateria).

Ouça Aqui! 


Fonte: Whiplash.net

Eminence lança "Silent March" com participação de Andreas Kisser

 Novo single da banda mineira foi produzido por Tue Madsen e antecipa EP marcado por agressividade musical e crítica social

A banda mineira Eminence, formada por Bruno Paraguay (vocal), Alan Wallace (guitarra e synths), Davidson Mainart (baixo) e Thiago Caeiro (bateria), apresenta o single e videoclipe "Silent March", inaugurando a fase mais pesada e agressiva de sua trajetória. A faixa-título do novo EP, previsto para este ano, conta com participação especial de Andreas Kisser (Sepultura).



"Uma inspiração para cada solo vem naturalmente com a própria música, com a parte rítmica, a harmonia, onde eu posso me sentir mais à vontade. Existem elementos que sempre uso, como velocidade, algumas coisas mais elaboradas também, oitavas, enfim, alavancadas... Tenho essas características, vamos dizer assim. E, dependendo do que a música pede, faço alguns testes até montar um solo que possa fazer parte e ajudar, de alguma forma, a música de uma maneira geral", explica Andreas Kisser sobre a construção do solo. "Estou muito feliz de fazer parte desse novo lançamento do Eminence. Além de ser fã, somos amigos, né? A gente admira o trabalho um do outro, e foi muito legal ter recebido esse convite do Alan Wallace. Me sinto honrado e vejo que o metal nacional está mais forte do que nunca. Acho que o Eminence representa muito bem isso", acrescenta.


Gravado no AntFarm Studios, na Dinamarca, sob produção de Tue Madsen, "Silent March", que teve a arte criada pelo designer brasileiro Rafael Moco, marca um momento importante nos quase 30 anos de carreira do Eminence, combinando identidade do metal brasileiro, peso contemporâneo e produção internacional. O processo de criação do novo EP começou no fim de 2024, a partir de riffs desenvolvidos pelo baixista Davidson Mainart para "Silent March". Segundo a banda, a composição da faixa foi concluída em apenas duas semanas. No início de 2025, o grupo iniciou a pré-produção no Audio One Studios, em Belo Horizonte, trabalhando remotamente com Madsen na definição da sonoridade do material.

Musicalmente, "Silent March" mescla metal industrial, thrash metal, metalcore e death metal, com abordagem moderna e marcada por grooves pesados desenvolvidos a partir das composições de Alan Wallace e da dinâmica coletiva da banda. "Sinto que capturamos a essência do Eminence enquanto adicionamos uma atmosfera mais pesada e moderna. As guitarras estão especialmente intensas desta vez", comenta Alan Wallace.

Liricamente, "Silent March" aborda temas como fé corrompida, obediência cega e violência transformada em sistema. A composição retrata uma marcha silenciosa conduzida por estruturas de poder construídas sobre mentiras, sofrimento e manipulação. "O tema do EP expõe estruturas, questiona símbolos e confronta a ideia de que fé, poder e verdade caminham lado a lado. Aqui não existem reis. Não existem deuses. Apenas o som constante da humanidade marchando, em silêncio, rumo à própria ruína", detalha o guitarrista.

Confira o videoclipe de "Silent March", digirido e editado por Davidson Mainart, com codireção de Bruno Paraguay.


Na ativa desde 1995, o Eminence acumula reconhecimento nacional e internacional em quase três décadas de atividade e mais de 30 turnês internacionais realizadas pela Europa, Ásia, Oceania, Oriente Médio e Américas. A banda de Belo Horizonte (MG) já passou por países como Colômbia, Nova Zelândia, EUA, Suriname, China, Emirados Árabes Unidos, Suíça, Suécia e Alemanha. Entre os grandes festivais em que se apresentou estão o Skol Rock (1997), Rock in Rio (2015, 2019 e 2022), Summer Breeze Open Air Brasil (2024) e Knotfest Brasil (2024), além de dividir palco com nomes como Motörhead, Amon Amarth, Mercyful Fate, Immolation, Krisiun e Nervosa.


Fonte: Whiplash.net

Slayer assume o controle do Metrô de São Paulo em ação promovendo show

 Uma ação da Move Concertss e da 30e promovendo a volta do Slayer ao Brasil tomou conta do Metrô de São Paulo nesta quarta-feira, 27 de maio. Reproduções do logotipo da banda foram espalhados pelo local em projeções de telas. O resultado pode ser conferido nesta postagem









Fonte: Whiplash.net

Slayer marca show com Kreator e Korzus em São Paulo com "Reign in Blood" na íntegra

 O Slayer voltará ao Brasil em 2026 para uma apresentação única no Allianz Parque, em São Paulo. O show será realizado em 17 de dezembro, uma quinta-feira, e celebrará os 40 anos de Reign in Blood, álbum lançado em 1986 e considerado uma das obras centrais da história do thrash metal. A banda tocará o disco na íntegra. A informação é da Live Pass.


A apresentação brasileira faz parte de um formato especial de aniversário. Segundo a organização, será o único show no País com Reign in Blood executado integralmente. As aparições do Slayer em festivais ao longo do ano terão repertórios diferentes. A realização é da Move Concerts em parceria com a 30e, com apresentação da Itaú Live, plataforma de música do Itaú Unibanco.

A noite também terá duas atrações convidadas. O Korzus, um dos nomes mais importantes do thrash metal brasileiro, abre a programação. Em seguida, sobe ao palco o Kreator, banda alemã que ajudou a definir o thrash europeu. A abertura dos portões está marcada para 17h. O Korzus toca às 19h, o Kreator às 19h50 e o Slayer às 21h05.

A pré-venda para clientes Itaú Personnalité e Private começa em 1.º de junho de 2026, às 10h, e termina em 2 de junho, às 9h59. A pré-venda para todos os clientes Itaú começa em 2 de junho, às 10h, e vai até 3 de junho, às 9h59. A venda geral começa em 3 de junho, às 11h, pelo site da Livepass, e às 12h na bilheteria. Os ingressos da pré-venda são limitados.

Os valores variam de R$ 180 a R$ 890, conforme o setor e o tipo de ingresso. A cadeira superior custa R$ 360 a inteira, R$ 180 a meia-entrada e R$ 252 para cliente Itaú. A pista sai por R$ 490 a inteira, R$ 245 a meia e R$ 343 para cliente Itaú. A pista premium custa R$ 890 a inteira, R$ 445 a meia e R$ 623 para cliente Itaú.

Também haverá ingressos para cadeiras do Nível 1. A Cadeira Nível 1 Lateral custa R$ 650 a inteira, R$ 325 a meia-entrada e R$ 455 para cliente Itaú. A Cadeira Nível 1 Central sai por R$ 600 a inteira, R$ 300 a meia e R$ 420 para cliente Itaú. Nos setores Cadeira Nível 1 Lateral e Cadeira Nível 1 Central, os lugares são marcados, com fila e número indicados no ingresso.

O evento terá limite de seis ingressos por CPF, com no máximo dois de meia-entrada. A classificação etária é de 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos poderão entrar apenas acompanhados dos pais ou de responsável legal. A classificação está sujeita a alteração por decisão judicial. A Livepass informa que não se responsabiliza por compras feitas em canais não oficiais.

A organização também oferecerá pacotes VIP. O pacote "You Against You" Superfan Package terá opções para Pista Premium e Cadeira Nível 1 Lateral. Na Pista Premium, os preços são R$ 2.038,94 na inteira, R$ 1.593,94 na meia-entrada e R$ 1.771,94 para cliente Itaú. Na Cadeira Nível 1 Lateral, os valores são R$ 1.798,94 na inteira, R$ 1.473,94 na meia e R$ 1.603,94 para cliente Itaú.

O "You Against You" inclui ingresso com entrada antecipada, item exclusivo de merchandising VIP do Slayer, crachá comemorativo com cordão, acesso a um posto oficial de merchandising antes da abertura dos portões ao público geral, check-in VIP, atendimento personalizado e fila prioritária para entrada no estádio.

O pacote "Postmortem" Rockstar for a Day Experience será vendido para Pista Premium. Os preços são R$ 3.844,41 na inteira, R$ 3.399,41 na meia-entrada e R$ 3.577,41 para cliente Itaú. O pacote dá acesso a uma plataforma privativa localizada à frente das torres de delay e também ao setor de pista premium.

O "Postmortem" inclui ainda tour em grupo pelas áreas de produção, com oportunidade individual de foto no palco, pôster autografado de edição limitada da turnê do Slayer, item exclusivo de merchandising VIP, crachá comemorativo com cordão, acesso antecipado ao posto oficial de merchandising, check-in VIP, atendimento personalizado e fila prioritária. O pôster é previamente autografado.

Clientes Itaú poderão parcelar a compra em até três vezes sem juros. Os demais clientes terão opção de parcelamento em até dez vezes com juros, apenas em compras online. Na bilheteria física, o parcelamento será exclusivo para cartões Itaú. Também será cobrada taxa de administração de R$ 22,25 em todos os canais de venda.

A bilheteria oficial funcionará no Allianz Parque. Em 1.º de junho, a pré-venda Itaú Personnalité e Private será na Bilheteria A, na Rua Palestra Itália, 200, Portão A, em Perdizes, das 11h às 17h. A pré-venda para todos os clientes Itaú e a abertura da venda geral ocorrerão na Bilheteria B, na Avenida Francisco Matarazzo, 1705, Portão B, na Água Branca. Em 3 de junho, a bilheteria abre excepcionalmente às 12h. A partir de 4 de junho, a Bilheteria A funcionará de terça a sábado, das 10h às 17h, fechada em feriados, emendas, dias de jogos ou eventos de outras empresas.



Fonte: Whiplash.net

quarta-feira, 27 de maio de 2026

DEATH ANGEL relançará em vinil o álbum “The Evil Divide” que celebra 10 anos

 As lendas do thrash metal da Bay Area, Death Angel, vão celebrar o 10º aniversário de seu aclamado oitavo álbum de estúdio, The Evil Divide, com uma reedição especial em vinil que chega no dia 24 de julho pela Nuclear Blast Records.

Lançado originalmente em 27 de maio de 2016, The Evil Divide marcou mais um capítulo triunfante na consagrada trajetória do grupo, capturando a ferocidade, a precisão e a energia implacável que definem o Death Angel há mais de quatro décadas. Sob o comando do renomado produtor Jason Suecoff nos estúdios AudioHammer, o álbum consolidou ainda mais a posição da banda na elite do gênero, sendo amplamente elogiado por suas composições explosivas, intensidade técnica e performances carregadas de emoção.


A edição comemorativa em LP trará a faixa bônus “Wasteland”, a poderosa versão do Death Angel para o clássico de 1986 originalmente gravado pelo The Mission. Antes disponível apenas em edições limitadas de CD digipak fora dos Estados Unidos (lançado em formato acrílico no Brasil pela parceria Shinigami Records/Nuclear Blast AQUI), a música agora faz sua estreia em vinil e também chega às plataformas de streaming do mundo todo pela primeira vez.

Aproveite para revisitar The Evil Divide assistindo ao videoclipe do single “Lost“.

Este relançamento chega em um momento especial, enquanto o Death Angel segue celebrando outro marco histórico de sua carreira com uma turnê norte-americana que comemora os 35 anos do emblemático álbum Act III, de 1990.




O DEATH ANGEL é uma banda pioneira de thrash metal norte-americana formada em 1982 em Daly City, Califórnia, sendo uma das forças vitais do lendário movimento de thrash da Bay Area. Tendo surgido como prodígios na adolescência, o grupo rapidamente construiu sua reputação baseada na velocidade avassaladora, precisão técnica, composições destemidas e apresentações ao vivo ferozes — qualidades que continuam a defini-los mais de quatro décadas depois.

Formado pelos primos Rob Cavestany (guitarra), Dennis Pepa (baixo) e Andy Galeon (bateria), ao lado do vocalista Mark Osegueda e do guitarrista Gus Pepa, o Death Angel começou a mostrar a que veio em clubes locais antes de estourar no cenário internacional com seu álbum de estreia, The Ultra-Violence, de 1987. Gravado quando Galeon tinha apenas 14 anos, os arranjos complexos e a energia explosiva do disco os destacaram imediatamente na cena da Bay Area. Na sequência, lançaram Frolic Through the Park (1988), que trouxe o single de sucesso “Bored”, um dos favoritos da MTV que chegou a render à banda o papel de apresentadora do icônico programa Headbangers Ball. Em 1990, a estreia em uma grande gravadora com Act III (Geffen Records) revelou uma dimensão mais dinâmica e melódica do grupo, sem perder a intensidade do thrash. Com videoclipes em alta rotação na MTV para “Seemingly Endless Time” e “A Room With A View”, além de uma matéria na revista People, o álbum consolidou o status do quinteto como um dos atos musicalmente mais ousados do gênero.

Após se reunirem em 2001, o Death Angel deu início a um poderoso segundo capítulo — um período que se tornaria uma das fases mais sólidas de sua carreira. Em vez de se apoiarem na nostalgia, eles entregaram uma sequência de lançamentos aclamados que fundiram a agressividade clássica da Bay Area com composições mais maduras e uma produção moderna. Começando com The Art of Dying (2004) e passando por Killing Season (2008), Relentless Retribution (2010), The Dream Calls for Blood (2013), The Evil Divide (2016) e Humanicide (2019), a banda refinou seu ataque enquanto expandia sua dinâmica musical. Ao longo desses discos, riffs intrincados, andamentos acelerados e letras de forte conscientização social tornaram-se marcas registradas de sua era moderna. Inclusive, Humanicide rendeu ao Death Angel uma indicação ao Grammy de Melhor Performance de Metal, solidificando ainda mais sua posição entre as forças mais relevantes e respeitadas do thrash metal contemporâneo.

Em 2025, a banda revelou dois singles inéditos, marcando seu primeiro material novo em vários anos e sinalizando a próxima fase de sua evolução. “Wrath (Bring Fire)” trouxe uma avalanche de alta velocidade firmemente enraizada na ferocidade clássica da Bay Area, enquanto “Cult of the Used” surgiu como um hino afiado e socialmente carregado, impulsionado por riffs precisos, uma cozinha rítmica estrondosa e vocais imponentes. Juntos, os lançamentos reafirmaram o momento criativo e a intensidade intransigente do grupo.

Para celebrar o 35º aniversário de Act III, o Death Angel deu início a uma turnê comemorativa especial tocando o álbum na íntegra. A série de shows combinou a execução completa do disco com clássicos selecionados de todo o seu catálogo, oferecendo aos fãs de longa data uma experiência rara e imersiva. A turnê passou pelos principais mercados dos EUA e contou com diversas apresentações na terra natal da banda, a Bay Area — incluindo dois shows esgotados com antecedência no lendário The Fillmore —, reforçando o impacto duradouro do álbum. A Act III Anniversary Tour continua ao longo de 2026 e 2027, com novas datas a serem anunciadas.

A formação atual — Mark Osegueda (vocal), Rob Cavestany (guitarra), Ted Aguilar (guitarra), Damien Sisson (baixo) e Will Carroll (bateria) — permanece intacta há quase duas décadas, constituindo uma das configurações mais estáveis e formidáveis da história da banda. Essa longevidade se traduz de forma poderosa nos palcos, onde o Death Angel continua excursionando intensamente por América do Norte, Europa, América do Sul, Ásia e Austrália, participando dos maiores festivais do planeta e liderando shows em clubes e teatros, mantendo firme sua reputação como um dos shows ao vivo mais eletrizantes do metal.
Siga DEATH ANGEL:


fonte: RoadieCrew.com

“Não é estranho, depois de 25 anos de carreira, que ninguém soe como o Lamb of God? Por quê?”, questiona Mark Morton

 

Mark Morton, guitarrista do Lamb Of God, concedeu uma entrevista a Sam Dunn, da Banger TV, para discutir sobre o mais novo trabalho da banda, o álbum “Into Oblivion”, lançado em 13 de março de 2026 pela Century Media Records. Perguntado se ele acha que o novo material enveredou por um caminho diferente dos discos anteriores ao experimentar uma nova sonoridade, Mark Morton respondeu:

“Vou ser bem direto com você, Sam. É muito estranho ter que falar sobre o nosso processo criativo a cada poucos anos. E essas publicações, pelas quais eu aprecio a plataforma, o tempo e o investimento que dedicam para divulgar nossa música, mas a verdade é que ter que caracterizar isso de uma nova maneira, com novos pontos de discussão, a cada três anos, é um pouco como bater a cabeça contra a parede. E eu sei por que esses escritores, jornalistas e plataformas querem que façamos isso: porque facilita a comunicação do que está acontecendo de forma concisa, rápida e eficiente, para que possam dizer: ‘O novo álbum tem esse caráter e essa personalidade.

Agora eles estão fazendo isso. Isso é o que torna o novo álbum empolgante. Mas a verdade é que, para mim, o que é empolgante no novo disco, desta vez, é que realmente não sentimos nenhuma pressão ou obrigação de fazer nada além de compor músicas juntos e decidir quais gostamos. E este conjunto é o que escolhemos

 E soa pretensioso dizer isso, mas não há nenhuma história por trás, além de ser o nosso décimo disco. Quando você acumula uma obra como a nossa, se existe alguma responsabilidade, é com essa obra. Se eu me sinto responsável perante alguém, é perante a obra do Lamb Of God, porque não quero corrompê-la. Então, será que acho que todas as músicas que já lançamos, todos os álbuns que lançamos, são tão bons quanto este? Claro que não. Mas se vamos fazer algo agora, precisa parecer honesto e importante para nós, e este realmente parece.”

Para Mark, a banda não se distanciou tanto da produção musical que vinha apresentando em outros trabalhos:

“Estou completamente satisfeito, aliás, mais do que satisfeito, estou muito feliz que possa simplesmente soar como Lamb Of God. Vamos deixar que soe como Lamb Of God. E soa. E quem mais consegue?”


 Mark acrescentou:

“Não é estranho, depois de 25 anos de carreira, que ninguém simplesmente soe como o Lamb of God ? Por quê? Parece que deveriam. E quero dizer isso sem parecer arrogante. É só algo que tenho pensado, tipo, por que ninguém nunca simplesmente nos copiou descaradamente? Porque, sejamos sinceros, tivemos bastante sucesso e vendemos muitos discos. Não somos a maior banda de heavy metal do mundo, mas somos uma banda grande. É incrível. Estou me divertindo muito. Ainda assim, eu adoro. Sou muito grato. Digo isso com a maior gratidão. Mas ninguém soa como nós. Por quê? Não sei. Ou talvez ninguém queira. Não sei. Então, quando penso nisso, é nisso que penso. Claro, agora o som é um pouco retrô, de uma época específica. Mas houve épocas, 10 anos atrás, em que eu ficava tipo, como assim… Ninguém nos roubou descaradamente?”

Fonte: Mundometalbr.com 

Bruce Dickinson anuncia “The Mandrake Project: Year Two” e mergulha ainda mais no surrealismo fantástico



A primeira parte da saga em quadrinhos criada por Bruce Dickinson para acompanhar o lançamento de seu mais recente álbum solo, The Mandrake Project”, conquistou fãs de música e HQs ao unir horror psicológico, ficção científica e elementos sobrenaturais em uma narrativa intensa e provocativa. O projeto rapidamente se transformou em um dos trabalhos paralelos mais ambiciosos do vocalista do Iron Maiden, com foco no universo conceitual apresentado no disco.

Enquanto cruzava a América do Norte durante sua turnê solo de 2025, Bruce Dickinson também mergulhava na produção da continuação da história. Em parceria novamente com a editora Z2, o músico desenvolveu “The Mandrake Project: Year Two”, novo capítulo que promete expandir drasticamente os eventos apresentados no primeiro volume.



Enquanto cruzava a América do Norte durante sua turnê solo de 2025, Bruce Dickinson também mergulhava na produção da continuação da história. Em parceria novamente com a editora Z2, o músico desenvolveu “The Mandrake Project: Year Two”, novo capítulo que promete expandir drasticamente os eventos apresentados no primeiro volume.

Uma continuação mais sombria e alucinante

De acordo com as informações divulgadas pela Z2, a nova HQ leva a trama para um território ainda mais surreal. A narrativa acompanha o personagem Necropolis após uma experiência de quase morte que o transporta para uma realidade paralela. Nesse cenário, ele descobre segredos obscuros ligados à própria linhagem familiar, enquanto tenta entender se conseguirá escapar de um ciclo de autodestruição alimentado pela ambição ou se apenas faz parte de uma engrenagem cósmica manipulada por forças sobrenaturais.

O próprio Bruce Dickinson antecipou o tom da nova fase da história com entusiasmo. “Segurem seus chapéus proverbiais… porque dessa vez a coisa fica REALMENTE estranha!”, comentou o cantor. Já o roteirista Tony Lee entrou na brincadeira e afirmou que, se o primeiro livro já parecia controverso, a continuação elevará tudo a outro nível.

Equipe criativa reforça o peso do projeto

Além de Tony Lee, o novo volume conta novamente com o trabalho artístico de Piotr Kowalski, ilustrador conhecido por títulos como “The Witcher”“Wolfenstein” e “Marvel Knights: Hulk”. A publicação também reúne contribuições do artista Bill Sienkiewicz, vencedor de múltiplos prêmios Eisner e responsável por obras icônicas como “Moon Knight” e “Elektra: Assassin”.

Outro nome envolvido é John Devilman, artista multifacetado que estreia no universo dos quadrinhos ao lado da equipe de “The Mandrake Project”. A combinação desses profissionais reforça o caráter experimental e visualmente agressivo da obra, algo que já havia marcado o primeiro lançamento da saga.

Livro terá edições luxuosas e material extra

Com 184 páginas, “The Mandrake Project: Year Two” também funcionará como um registro da turnê solo de Bruce Dickinson em 2025. O material inclui entrevistas, ensaios e bastidores sobre o desenvolvimento da HQ e do álbum, oferecendo uma visão aprofundada do processo criativo por trás do universo de Necropolis e Dr. Lazarus.

A publicação ainda ganhará versões deluxe e platinum em formato 12″x12″, acompanhadas por slipcase especial, acabamento metálico nas páginas, cartões colecionáveis e um medalhão inspirado no artefato utilizado por Dr. Lazarus na trama. Já uma edição menor em capa dura será distribuída em lojas parceiras e grandes varejistas. Muitas das edições especiais autografadas por Bruce Dickinson já aparecem como esgotadas em pré-venda, sinalizando a enorme procura dos fãs e colecionadores. Quem pretende garantir uma cópia das versões limitadas terá que correr antes que o restante do estoque desapareça. Clique AQUI para comprar.

Equipe criativa reforça o peso do projeto

Além de Tony Lee, o novo volume conta novamente com o trabalho artístico de Piotr Kowalski, ilustrador conhecido por títulos como “The Witcher”“Wolfenstein” e “Marvel Knights: Hulk”. A publicação também reúne contribuições do artista Bill Sienkiewicz, vencedor de múltiplos prêmios Eisner e responsável por obras icônicas como “Moon Knight” e “Elektra: Assassin”.

Outro nome envolvido é John Devilman, artista multifacetado que estreia no universo dos quadrinhos ao lado da equipe de “The Mandrake Project”. A combinação desses profissionais reforça o caráter experimental e visualmente agressivo da obra, algo que já havia marcado o primeiro lançamento da saga.

Livro terá edições luxuosas e material extra

Com 184 páginas, “The Mandrake Project: Year Two” também funcionará como um registro da turnê solo de Bruce Dickinson em 2025. O material inclui entrevistas, ensaios e bastidores sobre o desenvolvimento da HQ e do álbum, oferecendo uma visão aprofundada do processo criativo por trás do universo de Necropolis e Dr. Lazarus.

A publicação ainda ganhará versões deluxe e platinum em formato 12″x12″, acompanhadas por slipcase especial, acabamento metálico nas páginas, cartões colecionáveis e um medalhão inspirado no artefato utilizado por Dr. Lazarus na trama. Já uma edição menor em capa dura será distribuída em lojas parceiras e grandes varejistas. Muitas das edições especiais autografadas por Bruce Dickinson já aparecem como esgotadas em pré-venda, sinalizando a enorme procura dos fãs e colecionadores. Quem pretende garantir uma cópia das versões limitadas terá que correr antes que o restante do estoque desapareça. Clique AQUI para comprar.



Influências místicas e teorias controversas

Seguindo a tradição estabelecida no primeiro volume, a continuação também explora referências filosóficas e ocultistas que ajudaram a moldar o universo da série. Um dos destaques será um extenso artigo sobre Wilhelm Reich, sociólogo e místico cuja trajetória controversa terminou de maneira trágica após perseguições do FBI nos anos 1950.

Segundo o editor-chefe da Z2Rantz Hoseley, o novo livro deixa claro que não existem limites para a imaginação de Bruce Dickinson dentro desse universo. O executivo afirmou que a sequência amplia radicalmente o alcance da narrativa e conduz a saga para caminhos ainda mais imprevisíveis.

Embora seja mundialmente conhecido como vocalista do Iron MaidenBruce Dickinson construiu ao longo das décadas uma trajetória artística e profissional extremamente diversificada. Além da carreira musical, o cantor atuou como piloto de avião comercial, apresentador de rádio, escritor, roteirista, podcaster, empresário e até competidor internacional de esgrima.

Segundo o material promocional divulgado pela editora, o conceito de “The Mandrake Project” começou a ser desenvolvido por Bruce Dickinson há mais de dez anos, o que ajuda a explicar o nível de detalhamento e profundidade do universo criado pelo artista.








Fonte: Munfometalbr.com