sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Korzus lança single/videoclipe "Blind Deaf Mute"

 Banda aposta em lançamento surpresa global e apresenta uma obra conceitual inspirada em Caravaggio e nas tensões sociais contemporâneas

Existem nomes que não apenas atravessam décadas, mas que moldam o próprio aço da história. O KORZUS é um desses pilares. Mantendo o ritmo avassalador de sua nova fase, a lendária banda paulistana de Thrash Metal surpreende o mercado mundial com o lançamento surpresa do single e videoclipe de "Blind Deaf Mute".



Acompanhando o marco do lançamento anterior, "No Light Within", a nova faixa atua como o contraponto perfeito na discografia da banda. Enquanto a música que abriu os caminhos da nova era trazia velocidade e uma estética predominantemente clara, "Blind Deaf Mute" mergulha em uma atmosfera cadenciada, densa e cheia de groove, acompanhada por uma produção audiovisual dramática com fundo escuro, explorando o claro-escuro e o dinamismo do Chiaroscuro clássico.

O clipe, idealizado, produzido e dirigido de forma independente pelos guitarristas Jean Patton e Jessica Falchi, traduz de maneira lúdica e conceitual as camadas de opressão e alienação presentes na letra. Inspirado pela profundidade visual do mestre da pintura italiana Michelangelo Merisi da Caravaggio, a estética do vídeo utiliza o contraste marcante para propor reflexões sobre o silenciamento, a manipulação social, a religião e a perda dos sentidos fundamentais no mundo moderno. A produção conta ainda com a participação especial do criador de conteúdo Cauê Moura, que interpreta a figura central opressora na narrativa.




O guitarrista Jean Patton detalha a busca estética e conceitual da produção:

"Buscamos construir uma imagem muito forte e dramática. Um quadro não vem com bula; ele te dá múltiplas óticas e deixa espaço para que cada pessoa interprete a partir da sua própria vivência. 'Blind Deaf Mute' fala sobre as diversas formas de opressão que vivenciamos diariamente, seja na sociedade, no trabalho, na política ou na religião, propondo o questionamento sobre estarmos cegos, surdos ou mudos para o que nos cerca. A arte tem o poder de propor reflexões, influenciar a realidade e enaltecer a revolução interior."

Para a guitarrista Jessica Falchi, a faixa reflete um momento de libertação e posicionamento:

"A letra aborda o sentimento de quem é oprimido e privado de sua liberdade e expressão. No clipe, construímos uma narrativa onde os personagens passam do automatismo e da dominação para o desespero e a busca pelo despertar. Cada elemento foi minuciosamente pensado para representar essas barreiras e a união necessária para superar o opressor. É uma mensagem forte, atual e muito alinhada com o papel do Metal como força transformadora."

Com uma estratégia de lançamento direto e sem avisos prévios nas plataformas digitais e redes sociais, o KORZUS reforça a intensidade da "Flesh Machine Era". Unindo o peso histórico de Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria) à virtuosidade e visão estética de Jean Patton e Jessica Falchi, o quinteto demonstra que sua longevidade é impulsionada por constante renovação e relevância artística.


Fonte: Whiplash.net

Benediction compartilha o videoclipe de Engines Of War

 

O Benediction compartilhou o videoclipe de Engines Of War. A faixa está no repertório do álbum Ravage Of Empires, o qual sairá no dia 04 de abril pela Nuclear Blast Records.

O novo disco será o nono full-length do grupo britânico, que começou as suas atividades na cidade de Birmingham, Inglaterra, em 1989.


Para os trabalhos de Ravage Of Empires, o Benediction contou com os trabalhos de Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Dave Ingram (vocalista), Giovanni Durst (bateria) e Nik Sampson (baixo).

Outra novidade sobre o grupo é que a Tales Of The Triple Death Tour será ao lado do Jungle Rot e Master. O quinteto também se apresentará em festivais como Wacken Open Air e Maryland Deathfest. 


 Fonte:  Mundometalbr.com




Benediction, com vocalista do Massacre, começará turnê brasileira no dia do Halloween

 

O Benediction, uma das bandas que estabeleceram a identidade do death metal britânico na virada dos anos 1980 para os 1990, retornará ao Brasil com Kam Lee, fundador do Massacre e personagem central na formação do death metal da Flórida (EUA).

São Paulo abrirá a tour em 31 de outubro, seguida por Belo Horizonte (1º/11), Rio de Janeiro (3/11), Porto Alegre (4/11) e Curitiba (5/11). O giro é dentro da turnê mundial do álbum Ravage of Empires.

Lee substitui Dave Ingram, afastado das apresentações por questões de saúde. A formação preparada para a América Latina junta músicos que participaram da consolidação do death metal nos Estados Unidos e na Inglaterra desde o fim dos anos 1980.

Antes do Massacre, Kam Lee tocou com Chuck Schuldiner e Rick Rozz no Mantas, banda que daria origem ao Death. Já em Birmingham, o Benediction surgiu em 1989, quando o metal extremo britânico ganhava projeção com Napalm Death, Carcass e Bolt Thrower.

O primeiro vocalista do Benediction foi Mark “Barney” Greenway, que deixou a banda para ingressar no Napalm Death. Dave Ingram assumiu o posto durante a gravação de Subconscious Terror, estreia lançada em 1990 pela Nuclear Blast.

No ano seguinte, o Massacre lançou From Beyond. Os dois discos registram respostas diferentes ao mesmo momento do metal extremo. O Benediction trabalhava riffs compactos, andamentos médios e elementos herdados do punk britânico. O Massacre seguia a sonoridade grave e sombria desenvolvida na Flórida, estado que se tornaria um dos centros mundiais do death metal.

Essa diferença também aparece na forma como cada banda construiu sua reputação. O grupo ganhou espaço com uma sequência de discos e turnês pela Europa, enquanto o Massacre se tornou referência principalmente pelo impacto de From Beyond e pela atuação anterior de seus integrantes na formação da cena da Flórida.

Após Subconscious Terror, a banda lançou The Grand Leveller (1991) e Transcend the Rubicon (1993), considerados trabalhos fundamentais do death metal britânico. Naquele período, a banda excursionou com Bolt Thrower, Nocturnus, Dismember e Massacra e ampliou sua presença fora do Reino Unido.

A discografia continuou ao longo das décadas seguintes, mesmo com mudanças na formação e longos intervalos entre alguns lançamentos. Ao contrário de parte das bandas surgidas na mesma época, o Benediction preservou a base de sua música: riffs pesados, vocais cavernosos, pouca ornamentação e alternância entre velocidade e cadência.

Kam Lee percorreu um caminho mais irregular com o Massacre, marcado por separações e retomadas. Sua voz, porém, permaneceu associada aos primeiros anos do death metal norte-americano e ao gutural grave que seria adotado por inúmeras bandas depois de “From Beyond”.

O encontro com o Benediction acontece quase quatro décadas após o início dessas duas carreiras. Lee cantará um repertório formado por diferentes fases da banda britânica, incluindo músicas de Ravage of Empires, nono álbum de estúdio, lançado em abril de 2025 pela Nuclear Blast.

Produzido por Scott Atkins, Ravage of Empires mantém o andamento pesado característico do Benediction e abre espaço para acelerações próximas ao thrash metal e ao d-beat. A Carrion Harvest, Engines of War e Crawling Over Corpses estão entre as faixas que sustentaram a recepção positiva do disco.

O álbum sucede Scriptures (2020), que encerrou um intervalo de 12 anos sem material inédito e marcou o retorno de Dave Ingram aos vocais. Os dois trabalhos recolocaram o Benediction em ciclos regulares de gravações e turnês, sem alterações bruscas na direção musical construída desde os anos 1990.


Fonte: Mundometalbr.com


Nergal, do Behemoth, rebate haters da internet: “Se não tem coragem de falar na minha cara, pode se f*”

 

Adam “Nergal” Darski, vocalista e guitarrista do Behemoth, criticou aqueles que usam a internet para atacar músicos sem coragem de confrontá-los pessoalmente. Em entrevista à rádio finlandesa Radio Rock, ao lado de Sven “Silenoz” Kopperud, guitarrista do Dimmu Borgir, o polonês também defendeu sua postura artística sem concessões, citando “The Shit Ov God” (2025), álbum mais recente da banda, e “I, Scvlptor” (2026), lançamento posterior que dá sequência à fase atual do grupo. Os músicos conversaram durante a turnê europeia conjunta In League With Satan.

Questionados sobre a possibilidade de suavizar suas composições para conquistar um público maior, Silenoz respondeu que nunca sentiu essa pressão. Para ele, o crescimento gradual tem seu lado positivo, já que o metal não se faz para agradar às massas. O guitarrista citou Iron Maiden e Judas Priest como exemplos de grandes nomes que, apesar do sucesso, não recebem espaço frequente nas rádios convencionais.

Nergal, por sua vez, apontou o título provocativo de “The Shit Ov God” como uma demonstração de sua disposição para desafiar expectativas.

“Isso diz tudo. Sempre fui assim, sem pedir desculpas, e nunca me importei muito com o que os outros pensam do meu trabalho. Na verdade, fiz questão de escolher esse título porque sabia que não havia provocação maior. Também sabia que as pessoas falariam muito sobre ele. Então pensei: ‘É isso’. Isso mostra o quanto posso ser intransigente. Gostem ou não, achem estúpido ou qualquer outra coisa, sei o que ele significa e sustento minha escolha. Ponto final.”






“As pessoas só são corajosas atrás dos teclados”

Ao comentar as críticas que Behemoth e Dimmu Borgir recebem nas redes sociais, Nergal afirmou que não há necessidade de ver opiniões polarizadas como algo negativo. Ele recorreu a uma metáfora para explicar sua postura:

“Alguém muito mais inteligente do que eu disse: ‘Se eu tivesse que prestar atenção em cada cachorro que late para mim, nunca conseguiria chegar em casa’. É exatamente assim que me sinto.”

O músico também defendeu que reações intensas, sejam positivas ou negativas, podem demonstrar honestidade artística.

“Você não pode fazer um disco ou uma pintura pensando: ‘Espero que todo mundo goste’. É claro que é ótimo quando mais pessoas apreciam o que faço, porque quero sair em turnê e não quero tocar para lugares vazios. Felizmente, pelos números de público nesta turnê, acho que nós dois estamos fazendo alguma coisa certa.”



Em seguida, Nergal direcionou sua crítica aos ataques virtuais.


“Hoje em dia, quando me perguntam quanto ódio encontro diariamente, a resposta é: nenhum. As pessoas só são corajosas atrás dos teclados. Nunca chegam até você para dizer: ‘Seu vendido do caralho’ ou ‘Seu covarde’. Nunca fazem isso. Então, se você não tem coragem de vir e dizer essas coisas na minha cara, pode simplesmente se foder.”

Silenoz concordou com o colega e acrescentou que a indiferença seria muito pior do que despertar amor ou ódio.

“Você quer que as pessoas amem você ou odeiem você. É assim que sabe que está fazendo alguma coisa certa. E nós estamos aqui; eles não estão. Isso fala por si só.”

Enquanto o Dimmu Borgir divulga “Grand Serpent Rising”, lançado em maio pela Nuclear Blast Records, o Behemoth segue sua trajetória internacional após décadas de crescimento desde o underground polonês. O álbum do Dimmu Borgir foi gravado em Gotemburgo com o produtor Fredrik Nordström, conhecido por trabalhos anteriores com a banda, como “Puritanical Euphoric Misanthropia” e “Death Cult Armageddon”. 


 Fonte: Mundometalbr.com





quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Faces of Death leva Thrash/Death Metal brasileiro a sete países europeus e registra turnê em série de vídeos

 

O Faces of Death, representante do Thrash/Death Metal paulista, está realizando sua primeira turnê europeia, intitulada Hellropean Tour 2026. Iniciada em 15 de outubro, a excursão segue até o próximo dia 31, com apresentações na Holanda, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, França, Espanha e Portugal, sob agenciamento da On Fire Agency.

Além dos shows, o quarteto começou a disponibilizar uma série de vídeos nas redes sociais, documentando diferentes momentos da viagem e das apresentações. Os registros foram divididos em atos, permitindo que o público brasileiro acompanhe os bastidores e as experiências dos músicos durante a passagem pelo continente europeu.

A turnê acontece em um momento importante da trajetória do Faces of Death, que também anunciou recentemente sua contratação pela Combat Records. Segundo o comunicado divulgado pela assessoria, o acordo prevê o lançamento de dois novos álbuns de estúdio e a distribuição internacional do catálogo da banda. O primeiro trabalho dessa parceria está previsto para o primeiro semestre de 2027.


Um sonho que começou antes da pandemia

O vocalista, guitarrista e fundador Laurence Miranda comemorou a realização da primeira excursão europeia. Ele revelou que os planos para levar o grupo ao continente já existiam havia vários anos.

“Viver nossa primeira turnê europeia é a realização de um sonho! Estávamos planejando essa excursão desde antes da pandemia, mas os planos acabaram sendo adiados. Agora, finalmente, deu certo, e estamos levando o Metal brasileiro a novos públicos, além de viver momentos inesquecíveis. Com a Combat Records e dois novos álbuns pela frente, temos certeza de que o melhor ainda está por vir.”

O Faces of Death retomou suas atividades em 2016, após um longo período de inatividade. Desde então, lançou trabalhos como From Hell (2018), Usurper of Souls (2020) e Evil (2023), consolidando uma proposta musical influenciada pela agressividade do Thrash Metal dos anos 1980 e pelo peso do Death Metal da década seguinte.

Em 2025, o grupo apresentou o single e videoclipe “Terror em Barbacena”, composição inspirada na história do Hospital Colônia de Barbacena, em Minas Gerais, instituição associada a graves violações de direitos humanos e milhares de mortes. Assim, a música marcou a estreia da atual formação em um registro inédito de estúdio.

Atualmente, a banda reúne Laurence Miranda (vocal e guitarra), Maurício Filho (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Igor Nogueira (bateria).

Com a Hellropean Tour 2026 entrando em sua reta final, o Faces of Death encerra uma etapa importante de sua internacionalização, mas se prepara para concentrar esforços no próximo álbum.

Confira os vídeos da turnê europeia nas redes sociais da banda e assista ao videoclipe de “Terror em Barbacena”.



Ouça Aqui ! 



Ultimo album do  Face Of Death - Evil 2023


Fonte: Mundometalbr.com


quarta-feira, 28 de outubro de 2026

NervoChaos anuncia retorno à Austrália em turnê de sete apresentações com o Bloodbath

 

O NervoChaos, veterano representante do Death Metal brasileiro, anunciou uma turnê pela Austrália ao lado dos suecos do Bloodbath. A excursão acontecerá entre 27 de fevereiro e 7 de março de 2027, com sete apresentações, incluindo participações em dois festivais dedicados ao Metal extremo.

O grupo brasileiro acompanhará o Bloodbath durante toda a programação, que marcará o retorno das duas bandas ao país após oito anos.

A última passagem do NervoChaos pela Austrália aconteceu em 2019, quando realizou uma turnê com os norte-americanos do Incantation.

Desta vez, a banda dividirá o palco com um dos principais representantes do Death Metal sueco, formado originalmente por músicos ligados ao Opeth, Katatonia e Paradise Lost.

A formação atual do Bloodbath tem como vocalista Nick Holmes, também conhecido por seu trabalho à frente do Paradise Lost.


Turnê percorrerá sete cidades australianas

A série de apresentações começará em 27 de fevereiro, no Perth Dethfest, seguindo por Adelaide (28/02), Hobart (02/03), Brisbane (04/03), Sydney (05/03) e Canberra (06/03).

O encerramento acontecerá em 7 de março, no Melbourne Dethfest, onde as duas bandas também ocuparão posições de destaque na programação.

Os ingressos começarão a ser vendidos em 29 de outubro.

NervoChaos mantém presença no cenário internacional

Formado em São Paulo, em 1996, o NervoChaos construiu sua trajetória através de uma intensa atividade de shows e turnês internacionais, levando sua mistura de Death Metal, Thrash Metal e influências do Black Metal a diferentes continentes.

Ao longo de três décadas, o grupo consolidou uma discografia extensa e estabeleceu relações com diferentes cenas underground, realizando apresentações pela Europa, Ásia e Américas.

A nova excursão australiana representa mais um capítulo dessa trajetória e reforça a presença de bandas brasileiras em circuitos internacionais tradicionalmente dominados por artistas europeus e norte-americanos.


fonte: Mundometalbr.com

Claustrofobia oficializa parceria com agência internacional e prepara novo álbum e retorno aos palcos brasileiros

 

O Claustrofobia, um dos nomes mais respeitados do Thrash/Death Metal brasileiro, anunciou uma parceria oficial com a agência norte-americana Continental Touring, responsável por representar artistas como David Ellefson, Moonspell, Krisiun e Deicide.

A empresa assumirá a representação da banda no mercado norte-americano, com planos de desenvolver novas oportunidades também na Europa. O acordo representa mais uma etapa da trajetória internacional do grupo, que está estabelecido nos Estados Unidos desde 2020.

O vocalista e guitarrista Marcus D’Angelo comemorou a novidade e explicou que o relacionamento com a agência já existia, mas agora foi formalizado.

“É uma honra oficializar a entrada do Claustrofobia para o casting da Continental Touring, uma das grandes agências de booking dos Estados Unidos.”

O músico destacou que a banda já havia trabalhado com a empresa em apresentações isoladas e durante uma turnê norte-americana. Para ele, a parceria permitirá ampliar as possibilidades de atuação internacional sem comprometer a independência artística do grupo.

Marcus também ressaltou que, mesmo após mais de três décadas de atividades, o Claustrofobia continua buscando oportunidades para levar o Metal brasileiro a novos públicos.


Novo álbum e retorno ao Brasil em 2027

Formado em 1994 pelos irmãos Marcus e Caio D’Angelo, o Claustrofobia construiu uma discografia que inclui trabalhos como Thrasher (2002), Fulminant (2005), Peste (2011) e Unleeched (2022).

Ao longo da carreira, a banda realizou turnês com artistas como Exciter, Exmortus, Crypta e Hatriot, além de participar da etapa norte-americana da turnê de despedida do Sepultura, em 2024, ao lado de Obituary e Agnostic Front.

Atualmente, a formação reúne Marcus D’Angelo nos vocais e guitarra, Caio D’Angelo na bateria e Garrett Davis no baixo.

O grupo também está trabalhando em seu oitavo álbum de estúdio, ainda sem data oficial de lançamento.

Outra novidade é o aguardado retorno aos palcos brasileiros. O Claustrofobia está confirmado no Bangers Open Air 2027, encerrando um longo período sem apresentações no país.

A combinação entre o novo contrato, o próximo trabalho de estúdio e o retorno ao Brasil coloca o grupo diante de uma nova etapa de sua trajetória internacional.  


Fonte: Mundometalbr.com