terça-feira, 14 de julho de 2026

WALLS OF JERICHO anuncia primeiro álbum de estúdio em 10 anos e lança o single “The Ascent”



Walls of Jericho está de volta ao estúdio. Um dos nomes mais influentes da história do metalcore anunciou o lançamento de System Error: Humanity, primeiro álbum de inéditas da banda em 10 anos. O trabalho chegará ao mercado em 13 de novembro de 2026 pela Napalm Records e tem como primeiro single a faixa The Ascent, acompanhada de um videoclipe oficial.

Conhecido por álbuns como The Bound Feed the Gagged (1999), All Hail the Dead (2004), With Devils Amongst Us All (2006), The American Dream (2008) e No One Can Save You From Your Self (2016), o grupo de Detroit promete manter a agressividade que marcou sua trajetória.

A vocalista Candace Buckingham definiu o novo trabalho como o mais pesado da carreira da banda.

System Error: Humanity é um disco cru, sem concessões e o mais agressivo que já fizemos. Nossa intenção foi capturar o caos, a intensidade e a energia bruta dos nossos shows ao vivo, em vez de buscar a perfeição. Liricamente, ele é uma rebelião contra as forças modernas que fragmentam nossa identidade: comparação, conformismo, distração e a pressão constante para representar um papel em vez de viver. No centro de tudo está a ideia de recuperar sua atenção, assumir suas escolhas e voltar a ser quem você era antes de o mundo dizer quem deveria ser. Elimine o ruído. Recupere a si mesmo.”

Sobre o primeiro single, The AscentBuckingham explicou que a música aborda o processo de enfrentar as próprias limitações.

The Ascent combina riffs dissonantes, breakdowns massivos e uma intensidade crua. A letra fala sobre confrontar a si mesmo, uma verdade difícil de cada vez, abandonar o ego, silenciar o ruído e descobrir que a verdadeira força não está no topo da montanha, mas na disciplina e na honestidade necessárias para chegar até lá. Porque o crescimento começa onde termina o conforto.”

Confira o videoclipe:



Produzido por Kurt Ballou, guitarrista do Converge e responsável por trabalhos de bandas como Nails, The Dillinger Escape Plan, Code Orange e Every Time I Die, o álbum também contará com participações especiais de Randy Blythe (Lamb Of God) na faixa Broken Mouths Can’t Speak e Guy Kozowyk (The Red Chord) em Humanity.



Tracklist de System Error: Humanity

  1. True Til’ Death

  2. Beginning

  3. The Flame

  4. The Ascent

  5. Broken Mouths Can’t Speak (feat. Randy Blythe)

  6. Untouchable

  7. Rise

  8. Agency

  9. Unchained

  10. The End Before

  11. Humanity (feat. Guy Kozowyk)

  12. Borrowed Ground

  13. Last Judgement

  14. A Brighter Fire (feat. Patsy Puopolo e Matthew Ruby)

  15. The Reckoning


A formação atual do Walls Of Jericho reúne:

Candace Buckingham — vocal

Aaron Ruby — baixo

Dustin Robert — bateria

Bobby VaLeu — guitarra

Kyle Gailey — guitarra

Chris Towning — guitarra


Fonte:  Roadiecrew.com


Líder da Nervosa reclama do apelido de Prika Mustaine e explica o troca-troca de integrantes na banda

 



Prika Amaral, guitarrista e vocalista da banda Nervosa, concedeu uma entrevista à revista Roadie Crew e reclamou do apelido de Prika Mustaine, devido a uma suposta personalidade forte a qual ninguém suporta conviver e trabalhar. Ela também explicou o troca-troca de integrantes na banda de thrash metal.

É tudo muito complexo, porque existe vida fora da banda e nem sempre podemos explicar tudo para não invadir a privacidade de quem saiu. Cada ex-membro teve um motivo diferente; é sempre um conjunto de coisas, nunca um fator só”.

Prika continuou: “As pessoas mudam de opinião, e isso faz parte. O pessoal precisa parar de inventar teorias e me culpar por tudo. Me chamam de Prika Mustaine e coisas do tipo, mas isso é muito raso.

É um trabalho como qualquer outro: ninguém tem o mesmo emprego ou o mesmo parceiro a vida toda, então por que na música seria diferente? Esse estigma de ser sempre a culpada já deu”.

Todo mundo ali abre mão de muita coisa e faz sacrifícios pessoais, então se uma pessoa não entrega o que deve, isso vira desrespeito com as outras. Como somos um grupo, todo mundo precisa estar no mesmo nível de dedicação”, concluiu a guitarrista.

E por falar em Prika Amaral, a Nervosa lançou seu novo álbum, Slave Machine, em 03 de abril pela Napalm Records. O trabalho está disponível em diversos formatos como 2LP colorido, 1LP preto, 1LP colorido, 1CD Digipak + camiseta, 1CD Digipak e digital.

A formação da Nervosa traz Prika Amaral (vocal e guitarra), Helena Kotina (guitarra), Hel Pyre (baixo), Emmelie Herwegh (baixo) e Michaela Naydenova (bateria).


Ouça aqui!

Ouça 


Track listing de Slave Machine:

Impending Doom”
“Slave Machine”
“Ghost Notes”
“Beast Of Burden”
“You Are Not A Hero”
“Hate”
“The New Empire”
“30 Seconds”
“Crawling For Your Pride”
“Learn Or Repeat”
“The Call”
“Speak In Fire”

Black Pantera lança o clipe de Start The Game com inspiração em jogos famosos

 

O Black Pantera lançou Start The Game, primeiro single do quinto álbum de estúdio da banda, Continental. Com sonoridade que transita entre o neo metal e o rock dos anos 90, a música inaugurou essa nova fase, que se materializa no álbum.

A música chegou também com um clipe de animação, que leva o trio mineiro a cenas inspiradas em jogos de videogame já conhecidos e queridos pelo público como GTA, Tomb Raider, Homem-Aranha, Mortal Kombat, Jujutsu Kaisen (anime), The Sims, Sim City, The Legend of Zelda, Alex Kidd, Metal Slug, War, Guitar Hero, Need for Speed, FIFA, Pac-Man, entre outros.

Algumas cenas inclusive são inspiradas por um jogo inédito, nacional, que ainda será lançado, chamado Saci Filho do Vento.

Todos esses jogos permeiam o imaginário da nossa infância, da nossa geração, tem algumas coisas mais novas também, como o Jujutsu Kaisen”, disse o baixista e vocalista Chaene da Gama.

A ideia de usar os jogos foi uma forma de falar sobre como viver tá sendo difícil, como a gente tá sempre pulando de fase e passando de fase, mas às vezes temos que voltar atrás, descobrir alguma outra camada e abrir uma outra porta”, completou.

Na letra, a banda constrói uma analogia entre a vida contemporânea e um jogo de videogame, usando referências da cultura pop, gamer e nerd para tecer críticas sociais e refletir sobre os paradoxos do mundo atual.

Tem uma frase da música que eu gosto muito, que é ‘Fim do mundo é só uma fase, final boss é a humanidade’. No final desse jogo que a gente vive, a humanidade acaba sendo o grande vilão de si mesma”, contou Chaene.

Start The Game marca o primeiro passo do Black Pantera rumo à nova era, do álbum Continental, e já está disponível em todas as plataformas digitais pela gravadora Deck.


Fonte: Rockbizz.com.br

segunda-feira, 13 de julho de 2026

Com nova formação, MASTODON anuncia novo álbum e apresenta single com JOSH HOMME

 

                             



Os gigantes do metal progressivo de Atlanta, Mastodon, confirmaram o lançamento de seu aguardado nono álbum de estúdio, Marrow Deep, no dia 28 de agosto pela Loma Vista Recordings. A novidade chega acompanhada do single Snakes for Dinner, que conta com participação especial de Josh Homme, vocalista do Queens of the Stone Age, marcando sua primeira colaboração com a banda desde Colony of Birchmen em 2006.

Um álbum marcado pela dor e reinvenção

Cinco anos após o expansivo Hushed and Grim, o novo trabalho reflete a jornada de Brann Dailor (bateria e vocais), Troy Sanders (baixo e vocais) e Bill Kelliher (guitarra) em meio a perdas pessoais e mudanças profundas. Inspirado nas Três Parcas da mitologia grega, Marrow Deep explora os frágeis fios que conectam vida, destino e luto, resultando em algumas das composições mais emocionais e ambiciosas da carreira da banda. O álbum marca a estreia oficial do guitarrista Nick Johnston e traz colaborações do tecladista brasileiro João “Rasta” Nogueira, além da produção realizada no estúdio próprio da banda, West End Sound, com Patrik Berger e Kurt Ballou, e a mixagem de Andrew Scheps.

O peso de Snakes for Dinner

O single Snakes for Dinner sucede Your Ghost Again, já considerado um dos destaques de 2026. A faixa reflete sobre a ausência de Brent Hinds, guitarrista fundador que deixou o grupo em março de 2025 e faleceu meses depois em um acidente de moto. Em entrevista, Brann Dailor revelou: “Quando estávamos no estúdio gravando, eu continuava vendo Brent. Eu o via à minha direita segurando a guitarra, porque era ali que ele sempre estava. É o mesmo com minha mãe: eu continuo vendo ela. Eu estava apenas cantando sobre o que estava vendo, e eu estava vendo fantasmas.” Já Troy Sanders acrescentou: “A ponte da música são duas linhas de pura gratidão ao Brent. É importante que incluamos isso, porque todo o presente que ele nos trouxe permanece, sempre permanecerá.”



Sobre o novo álbum, Bill Kelliher comentou: “Queríamos escolher uma música que soasse como Mastodon, que tivesse todos os elementos, porque é a primeira impressão do que as pessoas vão ouvir. Fala sobre coisas que aconteceram recentemente e sobre pessoas que se foram.” Já Brann Dailor destacou: “Espero que este álbum ajude todo mundo. Sei que Brent não está aqui e isso é estranho e difícil, mas significa muito para mim, e espero que consiga falar também com nossos fãs que estão de luto.”

Turnê e celebração

Para celebrar o lançamento, o Mastodon embarca na turnê The Poisonous Weapons Tour, com início em 16 de setembro em Orlando e encerramento em 24 de outubro em Dallas, acompanhado por Deafheaven e Alcest.


Tracklist de Marrow Deep:

  1. Barbarians Blood

  2. Poisonous Weapons

  3. Your Ghost Again

  4. Snakes For Dinner

  5. Out Like A Lamb

  6. In The Ruins

  7. They’re Coming For You

  8. Golden Spires

  9. Moth And Bone

  10. A Vampire’s Demeanor

  11. The Vanishing

  12. The Three Fates

 

Mastodon:

Brann Dailor – bateria e vocais

Troy Sanders – baixo e vocais

Bill Kelliher – guitarra

Nick Johnston – guitarra

João “Rasta” Nogueira – teclados




Fonte: Roadiecrew.com

Autopsy lança em agosto edição especial de 35 anos de ‘Mental Funeral’

 

Mental Funeral” foi o segundo álbum de estúdio do AUTOPSY, originalmente lançado em 1991, e é justamente aclamado como um dos maiores álbuns de death metal de todos os tempos com sua coleção desequilibrada e inflexível de odes à brutalidade e depravação, envolta em sua produção crua e orgânica altamente distinta.

Para celebrar o 35º aniversário do álbum seminal, a Peaceville lançará duas novas edições em 14 de agosto, apresentando áudio recém-remasterizado cortesia do atual baixista do AUTOPSY, Greg Wilkinson, em seu Earhammer Studios.

Mental Funeral” foi gravado no Different Fur Studios no final de 1990, com o trabalho de engenharia conduzido por Ron Rigler. A arte icônica apareceu cortesia de Kev Walker, que já havia fornecido a capa controversa (na época) para a estreia do AUTOPSY, “Severed Survival”.



Fonte: Rockbrigade.com.br

sábado, 11 de julho de 2026

Exumer anuncia novo álbum, "Death Mask Messiah"

 Os alemães do Exumer confirmaram o lançamento do seu novo álbum de estúdio para o dia 28 de agosto, via Metal Blade Records. "Death Mask Messiah" é o sexto trabalho de inéditas da banda de thrash metal e conta com 11 músicas no tracklist. O disco é conceitualmente inspirado na política dos EUA da última década, na pandemia, no uso de desinformação para acirrar divisões culturais e temas afins.


A formação conta com dois membros fundadores: o vocalista Mem von Stein e o guitarrista Ray Mensh. Completam o lineup atual o também guitarrista Marc Bräutigam, o baixista Alex Voß e o baterista Jerome Reil – os dois últimos mencionados fazem sua estreia no play.

O videoclipe da faixa-título pode ser conferido no player abaixo.


Formado em Frankfurt no ano de 1984, o Exumer se destacou com os dois primeiros álbuns, "Possessed By Fire" (1986) e "Rising From the Sea" (1987). As atividades foram interrompidas em 1991 e retomadas apenas em 2008 – com uma breve reunião para shows no ano de 2001.

Em 1988, o grupo veio ao Brasil, em uma época que atrações internacionais de metal ainda eram eventos esporádicos. A situação gerou um curioso choque cultural, já que o show em São Paulo aconteceu no mesmo local em que ocorria um jogo do Corinthians.


Fonte: Whiplash.net

Left to Die, com ex-membros do Death, lança o single ‘Legion Of Doom’: ouça


 LEFT TO DIE lançará seu álbum de estreia completo, “Initium Mortis”, em 17 de julho via Relapse Records. O terceiro single do LP, “Legion Of Doom”, já pode ser ouvido via streaming .

LEFT TO DIE é a banda que conta com os membros clássicos do DEATH Terry Butler (também ex-MASSACRE e atualmente no OBITUARY) e Frederick “Rick Rozz” DeLillo (ex-MASSACRE) combinados com os fundadores do GRUESOME Matt Harvey (EXHUMED) e Gus Rios (ex-MALEVOLENT CREATION).

LEFT TO DIE toca a maioria das músicas do álbum clássico do DEATH, “Leprosy”, junto com faixas do LP de estreia do DEATH, “Scream Bloody Gore”.

Initium Mortis” presta homenagem aos primórdios brutais do DEATH com versões recém-gravadas de músicas do catálogo inicial da banda, incluindo faixas da banda MANTAS, anterior ao DEATH, do mentor do DEATH, Chuck Schuldiner, que também contava com Rozz e o vocalista/baterista Kam Lee.

Butler comenta: “‘Legion Of Doom’ é pesada pra caramba. Um dos melhores e mais antigos riffs arrastados que existem. Tão pesado, na verdade, que o DEATH tirou o riff principal da aposentaria para a música ‘Spiritual Healing’!”

Apresentando faixas como “Archangel”, “Witch Of Hell” e “Legion Of Doom” executadas com maestria na atualidade, “Initium Mortis” é um item obrigatório tanto para fãs quanto para colecionadores do DEATH. No fim das contas, o LEFT TO DIE celebra uma banda seminal e a camaradagem do canto mais extremo do gênero musical.



Harvey comenta: “Depois que Gus e eu tocamos ‘Spiritual Healing’ [do DEATH] na íntegra com Terry e James [Murphy em um show de tributo a Chuck em 2021], Rick se perguntou se as pessoas não gostariam de ouvir algo semelhante, mas com ele se juntando a nós três para tocar ‘Leprosy’. Claro, eu agarrei a chance de fazer isso, e rapidamente organizamos uma turnê que superou as expectativas de todos, especialmente em termos de quanto estávamos nos divertindo tocando juntos. Conforme continuamos a fazer turnês pelos EUA, Europa, América Latina, Austrália e Ásia, as pessoas continuavam perguntando se iríamos gravar ou escrever alguma coisa. Depois de idas e vindas sobre o assunto, sentimos que (cof, cof) exumar algumas dessas faixas antigas fazia mais sentido para nós. Afinal de contas, não vamos superar ‘Leprosy’. Eu examinei alegremente a miríade de demos e ensaios do DEATH/MANTAS procurando por material que fizesse sentido para um disco, e acabamos escolhendo músicas que sentimos que formariam o álbum mais coeso, daí o motivo pelo qual ‘Skill To Kill’ e ‘Back From The Dead’ infelizmente ficaram de fora.”

Eu vejo ‘Initium Mortis’ como uma espécie de versão de ‘universo alternativo’ da lista de faixas de ‘Scream Bloody Gore’, já que muitas dessas músicas estavam circulando pelas muitas formações e ensaios do DEATH de 83 a 87. Na verdade, Chuck e Chris [Reifert] gravaram uma versão de ‘Legion Of Doom’ para ‘Scream Bloody Gore’ que nunca foi concluída. Ao revisitar essas canções, ficou claro como cristal para mim que as impressões digitais de Rick estão por todo o material do MANTAS e em músicas como ‘Slaughterhouse’, então, com essa conexão, as músicas onde o estilo dele realmente brilhava imediatamente fizeram sentido para serem incluídas em ‘Initium Mortis’.”

Butler diz: “LEFT TO DIE passou de um pensamento para a realização de uma turnê completa pelos EUA em cerca de três meses! Bastante notável. Queríamos tocar o material antigo para os fãs que não puderam ver os primeiros álbuns em um ambiente ao vivo. Há muitos fãs jovens em nossos shows que estão ouvindo a base em que o DEATH se apoia até hoje ao vivo pela primeira vez! Com Matt canalizando o melhor Chuck Schuldiner que existe e Gus tocando o material de forma perfeita e respeitosa, pegamos a estrada e não olhamos para trás!”

Para ‘Initium Mortis’, queríamos que os fãs do DEATH que nunca ouviram essas músicas de demo as ouvissem com uma boa produção. A maioria dessas primeiras demos foi gravada em um gravador portátil, então, quando alguém conseguia sua demo por meio de troca de fitas, ela estava quase inaudível! Achamos que essas faixas são uma boa representação do nascimento do MANTAS/DEATH. Este é o marco zero — onde tudo começou: três garotos de 15 anos criando a história do death metal, e mesmo dentro dessas faixas selecionadas dos dias de demo você pode ouvir a evolução da música. ‘Archangel’ é uma ótima maneira de introduzir este álbum. É o caos controlado em sua melhor forma: cativante e cheio de riffs com uma seção intermediária matadora de som maligno!”

Rozz disse: “Primeiramente, eu gostaria de agradecer a Gus, Matt e Terry por fazerem o LEFT TO DIE acontecer. Tem sido uma honra e um prazer trabalhar com eles nos últimos anos e além. É muito legal poder ouvir essas músicas de 1984 adequadamente! Os fãs de death metal das antigas vão curtir este lançamento.”

Rios disse: “A banda começou simplesmente porque o Rick me ligou e perguntou se eu estaria a fim… Ao que respondi prontamente fazendo referência a ursos, merda e florestas. Depois liguei para o Matt e para o Terry e o resto é história. O disco ‘Leprosy’ do DEATH é o meu álbum de death metal favorito, sem falar em ser meu álbum favorito do DEATH. Receber essa oportunidade inacreditável de tocar essas músicas com o Rick e o Terry ao redor do mundo é uma honra e uma bênção que acho difícil expressar em palavras. Matt e eu estamos vivendo a fantasia de death metal de nossos eus de 14 anos de idade! E agora fazer um álbum com os caras é totalmente surreal.”

Sou um fã bastante sólido do DEATH, se é que posso dizer isso, e ainda assim essas músicas eram todas novas para mim. Eu nunca dei muita atenção ao material do MANTAS porque simplesmente não sou fã de produção de ‘demo’. Ouvir essas músicas com uma produção limpa e sólida, porém no estilo analógico clássico, para mim é como ganhar músicas novas do DEATH… O que é demais!



Fonte: Rockbrigade.com.br