segunda-feira, 27 de abril de 2026

A opinião de Fernanda Lira sobre Jessica Falchi como nova guitarrista do Korzus

 A entrada de Jéssica Falchi no Korzus virou um dos assuntos mais comentados do metal brasileiro nas últimas semanas. Anunciada na nova formação da banda, a guitarrista resumiu o peso desse momento com uma frase que chamou atenção nas redes: "Existe um abismo de diferença entre ser vista e ser respeitada."



Ao apresentar a nova fase, Jéssica também destacou o significado de passar a integrar um grupo com mais de 40 anos de estrada e agradeceu pelo tratamento recebido. "Obrigada, Korzus, por me respeitarem enquanto guitarrista e pessoa. É especial demais fazer parte dessa nova era", escreveu.


Em entrevista anterior, a própria musicista explicou que a entrada no grupo teve relação direta com a sintonia com Jean Patton, novo parceiro nas guitarras. Segundo ela, a afinidade pessoal e profissional foi decisiva. "A gente viu que bateu muito a forma como a gente trabalha", disse. "Eu acho que é um ponto muito importante essa sinergia entre a banda, entre os membros." A integração foi rápida: além de assumir o posto na formação, Jéssica participou da composição e da direção do clipe de "No Light Within", novo single do Korzus.


Fernand Lira e Jessica Falchi

Quem também celebrou a mudança foi Fernanda Lira, da Crypta, que falou sobre o assunto em entrevista ao Hora do Rock Web. Para a vocalista e baixista, ver Jéssica ocupar esse espaço numa instituição do thrash brasileiro é sinal de renovação real e saudável. "Eu acho esse intercâmbio fantástico", afirmou. "Antes de ser a 'Fernanda da Crypta', eu sou uma headbanger. Como fã, o que eu mais quero é ver o metal bem, se perpetuando e com a chama mais do que acesa."


Fernanda tratou a chegada da guitarrista como um movimento importante não só para o Korzus, mas para toda a cena. Na avaliação dela, há um ganho concreto quando uma banda veterana incorpora músicos de outra geração e volta a se projetar com energia nova. "Ver esse gás novo vindo do Jean e da Jéssica, que são de uma outra geração, trazendo essa energia para uma banda veterana e colocando-a no front de novo, é algo incrível, necessário e muito gratificante", disse.


A líder da Crypta também ressaltou a dimensão simbólica da escolha. Para ela, a presença de Jéssica numa banda historicamente masculina amplia a representatividade feminina dentro do metal extremo e tradicional. "Além disso, tem o fato de ser mais um espaço ocupado por uma mulher indiscutivelmente talentosa", afirmou. "Ver uma mulher ocupando esse posto em uma banda que historicamente sempre teve homens é um passo muito importante para a representatividade."


Na leitura de Fernanda, esse tipo de movimento tem efeito direto sobre o público. Ela acredita que a presença de mais mulheres em posições de destaque ajuda a criar identificação e pertencimento para novas gerações de fãs e musicistas. Por isso, vê a mudança como algo maior do que uma simples troca de formação. "Isso vai significar muito para as meninas que estiverem na plateia do Korzus", declarou.


No fim, a conclusão da cantora é clara: a entrada de Jéssica Falchi no Korzus fortalece todos os lados envolvidos. "Para mim, são apenas vitórias: todo mundo ganha. A Crypta segue seu caminho, o Korzus ganha esse novo fôlego e quem sai ganhando de verdade é a cena brasileira e os fãs."


Fonte: Whiplash.net

Há exatos 50 anos, o Ramones lançava seu icônico primeiro álbum

 

Cinquenta anos atrás, em 23 de abril de 1976, os RAMONES acenderam a revolução punk rock com o lançamento de seu álbum de estreia autointitulado: “Ramones”. Velozes, barulhentos e implacáveis, Joey Ramone (vocal), Johnny Ramone (guitarra), Dee Dee Ramone (baixo) e Tommy Ramone (bateria) cortaram o excesso da era com uma atitude impetuosa e um conjunto de canções — “Blitzkrieg Bop”, “Judy Is A Punk” e uma dúzia de outras explosões curtas, combustíveis, despojadas, mas inovadoras — que eram como nada mais na época. 

“O punk rock começou em 1976 no Bowery de Nova York, quando quatro cretinos do Queens criaram uma linhagem mutante de blitzkrieg bubblegum”, disse a Rolling Stone, ao nomear “Ramones” como o número 1 em “Greatest Punk Album Of All Time” (mais tarde nomeando-o como o número 1 em “Best Debut Album Of All Time”). “Mas mesmo que o punk rock tenha começado como uma espécie de negação — um chamado à simplicidade austera e brutal — sua variedade musical e poder emocional transformador foram imediatos e permanecem impressionantes.”


Nas cinco décadas que se passaram, “a influência do álbum tem sido incalculável” (The New York Times), e a música dos RAMONES atinge mais ouvidos hoje do que nunca. Para marcar a ocasião, os RAMONES e a Rhino estão iniciando uma série de festividades de um ano para não apenas celebrar o legado geracional do disco, mas para honrar o nascimento de um gênero e o impacto duradouro dos membros do Rock And Roll Hall Of Fame neste movimento popular global. Do punk ao pop ao perenemente descolado, a música e o estilo nunca mais foram os mesmos desde então.

Organizada e curada pela The Punk Foundation em colaboração com Linda Ramone e Ramones Productions Inc., a única exposição autorizada dedicada aos RAMONES fará sua estreia mundial no The Punk Rock Museum em Las Vegas em 4 de julho de 2026. Estruturada em torno do 50º aniversário do álbum de estreia da banda de 1976, ela reúne a música, materiais e o legado cultural da banda dentro de um programa público ao vivo mais amplo. Ancorada por um verão de apresentações públicas e exclusivas para membros, conversas com artistas, experiências interativas, passeios guiados por artistas, workshops comunitários e muito mais, a exposição conecta o público ao legado, impacto cultural e ao choque contínuo dos RAMONES através da música, arte, design e memória pública.

Entre agora e o final de 2026, os RAMONES e a Rhino também anunciarão lançamentos físicos e relançamentos, apresentações de tributo e muito mais, com vídeos recém-remasterizados e aprimorados de “I Wanna Be Sedated”, “Psycho Therapy”, “Rock N Roll High School”, “Sheena Is A Punk Rocker”, “Merry Christmas (I Don’t Want To Fight Tonight)”, “We Want The Airwaves”, “Time Has Come Today”, “I Wanna Live”, “Something To Believe In”, “Howling At The Moon” e “Do You Remember Rock And Roll Radio?” agora disponíveis no YouTube oficial dos RAMONES.


Fonte: Rockbrigade.com.br

Nirvana ganha edição em capa dura do livro ‘The Complete Scores’

 


A editora Hal Leonard anunciou o lançamento de “Nirvana – The Complete Scores”, uma nova edição de luxo de colecionador em capa dura celebrando a música do Nirvana. Projetado para fãs, músicos e colecionadores, este volume premium apresenta uma luva protetora, produção de alta qualidade e uma apresentação elevada digna de uma das bandas mais influentes do rock.

Abrangendo todos os três álbuns de estúdio marcantes da banda — “Bleach”, “Nevermind” e “In Utero” — junto com o icônico álbum “MTV Unplugged In New York”, a coleção inclui 51 transcrições nota por nota extraídas diretamente das gravações originais. Cada parte de guitarra, linha de baixo, groove de bateria, melodia vocal e letra é capturada meticulosamente, oferecendo um olhar sem precedentes sobre as canções que definiram uma geração.

“The Complete Scores” proporciona uma oportunidade única de estudar a música do Nirvana em detalhes, seja para performance, educação ou apreciação profunda. Com sua combinação de precisão musical e design premium, a edição serve tanto como um recurso abrangente quanto como uma lembrança colecionável.

As músicas apresentadas incluem “Smells Like Teen Spirit”, “Come As You Are”, “Heart-Shaped Box”, “All Apologies”, “About A Girl”, “The Man Who Sold The World” e muitas outras.

Este lançamento dá continuidade à aclamada série “Complete Scores” da Hal Leonard, que também inclui coleções para artistas como Queen, Rush, Pearl Jam e The Beatles.

“Nirvana – The Complete Scores” está disponível agora em lojas de música, livrarias e no site halleonard.com, com um preço de varejo sugerido de 89,99 dólares.

Fundada em 1947, a Hal Leonard, uma empresa da Muse Group, é a maior fornecedora mundial de publicações musicais e materiais de instrução musical. Em seu catálogo de mais de um milhão de títulos disponíveis de forma impressa e digital, a Hal Leonard representa muitos dos editores, artistas, compositores e arranjadores mais conhecidos e respeitados do mundo. Sua sede global fica em Milwaukee, Wisconsin, e suas instalações de distribuição e impressão ficam em Winona, Minnesota. Além disso, possuem escritórios no exterior na Austrália, Bélgica, China, Alemanha, Holanda, Índia, Itália, Suíça, bem como em Londres e Bury St. Edmunds no Reino Unido.


Fonte: Rockbrigade.com.br

Johnny Ramone não suportava a disco music: “É uma conspiração comunista para deixar nossos cérebros lisos”

 

É perfeitamente normal não gostar deste ou daquele estilo musical, grupo ou artista. Isso é do jogo! E em casos como assim, o mais indicado é passar longe, não gastar energia com algo que não lhe agrada, e focar no que lhe dá prazer e felicidade.

No entanto, dando de ombro a tal máxima, muita gente já usou a mídia e as redes sociais para expressar seu respectivo descontentamento com alguns colegas de profissão e gêneros musicais.

Em 1979, por exemplo, quando o Ramones atingiu o auge de sua produção, logo após o lançamento de Road to Ruin, os caras foram entrevistados pela revista Sweet Potato. Na entrevista, o guitarrista Johnny Ramone fez questão de desdenhar da popularidade da disco music.

“Eu odeio a disco music”, disparou o músico. “É repugnante. É algum tipo de conspiração comunista para deixar nossos cérebros lisos, para eliminar suas fissuras. Todos os artistas soam iguais. Tudo soa igual. É tudo fabricado. É uma idiotice”.

Em apoio ao amigo de banda, o baixista Dee Dee Ramone acrescentou transbordando ironia e deboche: “É só um monte de música alta e malucos pulando sem parar”.

Gostando ou não da disco music, Johnny Ramone e Dee Dee Ramone foram importantes para o rock n’ roll, em especial para consolidação do punk rock. O guitarrista infelizmente morreu em 15 de setembro de 2004, aos 55 anos, devido um câncer de próstata

O baixista, todavia, nos deixou antes de Johnny, no dia 05 de junho de 2002, 50 anos, por conta de uma overdose de heroína.


Fonte:  Rockbizz.com.br

Primeiro dia de Bangers Open Air provoca catarse coletiva com atrações do alto escalão do rock e metal

 

Pontualmente ao meio-dia, Lucifer abria os trabalhos no Palco Sun. Não se trata de um festival de magia negra, mas sim, de uma banda sueca que se destaca pelo rock n’ roll de pegada setentista, básico e direto, e performance cirúrgica da vocalista Johanna Sadonis.

Com sol baixo e o palco surpreendentemente lotado para o horário, o som provocativo e contagiante surpreendeu os curiosos que não conheciam a banda, fazendo muita gente requebrar o esqueleto com Fallen Angel, California Son e Maculate Heart. Ao final de uma hora de show, a curiosidade virou garantia de novos fãs.

A fila do lado de fora ainda era imensa e muitos fãs só conseguiram entrar a tempo para conferir outra banda sueca, mas diametralmente oposta: o prog metal reflexivo do Evergrey, uma das bandas mais subestimadas da paróquia.

Quem pensa que um som mais introspectivo não combina com festival open air precisava ver o numeroso público do Palco Hot botando a alma para fora com as “antêmicas” Weightless e Where August Mourns, ou vibrando com King of Errors.

Só deu pena do vocalista Tom Englund de macacão preto no calor de São Paulo. A banda também apresentou seu vindouro álbum Architects of a New Weave, cuja faixa-título demonstrou grande potencial ao vivo, embora o show pudesse ser ainda melhor com alguns clássicos como Recreation Day e Passing Through.

Mas nesse momento, mal eram 14h e o ingresso já tinha valido o preço. Enfim, momento de fazer um rápido almoço e vasculhar o merchandising, tudo perto do palco. Enquanto isso, o Feuerschwanz mostrava por que o folk metal é sempre divertido e muito bem-vindo em festivais, mesmo que ninguém conheça a fundo a banda que está tocando.

Os alemães trouxeram gaita de fole, violino, dançarinas coreografadas e brincaram bastante com o público, que respondia em uníssono.

Entretanto, de olho no relógio, às 15:20 seria hora de centrar o foco em uma verdadeira força bruta do metal atual: o furacão ucraniano Jinjer, gol de placa da produção do evento. E o espetáculo foi à altura do nome, com a estrelada vocalista Tatiana Shmayluk entregando provavelmente o que será a melhor performance individual de todo o festival, com um domínio de palco hipnotizante.

A banda conquistou o Memorial com um setlist centrado no álbum novo, o primoroso Duél (2025), mas claro que o mega hit Pisces não poderia ficar de fora.

Em seguida, enquanto o Killswitch Engage trazia um som ensurdecedor ao Palco Ice, o metal brasileiro era representado no Palco Sun por Torture Squad e Crypta, ao passo que o tributo nacional ao Ozzy rolava no Palco Waves.

Criado ao modelo dos grandes festivais globais, o Bangers permite o intercâmbio do público entre os shows simultâneos, o que cria uma atmosfera fantástica e torna tudo mais agradável, garantindo que ninguém vai ficar sem música.

Apesar de que, na edição 2026, a multidão de camisas pretas tornou o deslocamento entre os palcos mais árduo desde as primeiras horas do evento, com um nível de lotação fora do comum nos palcos principais.

Falando em Ozzy, outra grande homenagem viria logo em seguida do Palco Hot. Por volta das 18h, o guitar hero Zakk Wylde já mandava seus riffs mais pesados que o ar com o Black Label Society, em pedradas como Suicide Messiah, Set You Free, Fire It Up e a novíssima Name In Blood.

O grande público presente já estava atento a cada solo de Zakk, mas foi ao delírio mesmo com as homenagens ao Madman: o cover de No More Tears e a inédita balada Ozzy’s Song, que provocou uma catarse coletiva no Memorial.

O momento emotivo foi importante para preparar os incautos perante o massacre que viria pelas mãos dos co-headliners da noite. In Flames e Arch Enemy, que estiveram entre as mais pedidas pelo público desde a primeira edição, duas potências inquestionáveis do primeiro escalão do metal, duas bandas no auge e acostumadas a fechar festivais para mais de 80 mil pessoas na Europa.

Poder assistir a bandas dessa estirpe em seu habitat natural, ao invés de segregadas para palcos secundários ao meio-dia ou para shows solo em biroscas, é outro grande trunfo que torna o Bangers tão positivamente diferenciado no cenário brasileiro.

E o In Flames já dominou o Palco Ice na primeira música, nada menos que Pinball Map. A banda vem priorizando o lado mais pesado da sua fase moderna, apoiada no desempenho vocal renovado de Anders Fridén, que, além de agitar constantemente o público, parece ter redescoberto o amor pelos gritos e guturais.

Assim, não poderiam faltar Only For The Weak, State of Slow Decay e a devastadora sequência The Mirror’s Truth, I Am Above e Take This Life, fechando o show em um gigantesco mosh com direito a sinalizadores.

Mas algumas das melhores faixas cadenciadas da carreira da banda, como Alias, Cloud Connected e The Quiet Place, também marcaram presença e foram muito bem recebidas. Alguns fãs antigos talvez tenham sentido falta de algo da fase pré-Clayman (2000), embora seja difícil negar que o show dos suecos foi impecável.

Após 10 minutos de descanso, no palco logo ao lado, os conterrâneos do Arch Enemy iniciaram com o clássico Yesterday Is Dead And Gone. Todas as atenções estavam voltadas para a vocalista Lauren Hart (ex-Once Human), que acabou de entrar no time em substituição a Alissa White-Gluz, embora não pareça ter sentido a pressão.

Além de não parar um segundo, a moça canta como se estivesse possuída e prestes a extinguir a raça humana. Lauren foi aprovadíssima e muito bem recebida, chegando a desabar de emoção. Repensando, talvez o título de melhor performance individual do evento não esteja definido ainda.

Outra fonte de expectativas vinha do fato de que o brasileiro Kiko Loureiro (Angra) acusara o Arch Enemy de plágio por conta da música To The Last Breath, recém-lançada pelos suecos. Esse caso, todavia, não gerou repercussões no festival.

A banda tocou a música sem fazer comentários sobre o caso, a plateia reagiu bem, e tudo seguiu nos conformes. O setlist ainda teve pedradas como War Eternal, No Gods No Masters e Bury Me An Angel.

Assim, entre efeitos pirotécnicos, bandeiras tremulando e uma energia tão caótica quanto ameaçadora, a banda entregou tudo que se espera de um headliner e um pouco mais, fazendo valer seu lema de pure fuckin’ metal.

O público, claro, respondeu com moshs ininterruptos e um barulho pandemônico, em especial na icônica Nemesis, que encerrou a primeira noite do festival aos brados de “One for all, all for one”. De fato, não poderia existir sentimento melhor para definir a família heavy metal, que segue sendo a marca do Bangers Open Air.


Fonte: Rockbizz.com.br

 

Demorou um bocado, mas finalmente o Angra reuniu a formação do álbum Rebirth para alegria dos fãs saudosistas. Para quem não sabe ou não lembra, a formação da época se trata de Edu Falaschi (vocal), Kiko Loureiro (guitarra), Rafael Bittencourt (guitarra), Felipe Andreoli (baixo) e Aquiles Priester (bateria).

A volta triunfal da segunda encarnação da banda foi no festival Bangers Open Air, com uma apresentação no último domingo, dia 26 de abril.

Com isso, o Angra escreveu um novo capítulo no metal brasileiro, pois foram anos de rusgas, acusações e farpas entre os músicos da banda e Falaschi. Como o tempo tudo cura, os desentendimentos ficaram lá no passado e momento presente se firma na amizade, respeito e em mais música do que falatório.

Pelas redes sociais, o grupo ainda afirmou que bateu o recorde de público no Bangers Open Air. O evento contou com shows de Arch Enemy, In Flames, Within Temptation e muitos outros, mas foi a nossa prata da casa que reuniu mais fãs.

“Obrigado Bangers Open Air por uma noite que vai ficar na nossa história! Foi incrível ver tantos rostos emocionados e ouvir vocês cantando com a gente. Pra coroar esse momento, ficamos sabendo que o Angra bateu o recorde de público do festival”, escreveu a banda.


Além do Bangers Open Air, o Angra fará um show em celebração aos 25 anos do Rebirth no dia 29 de abril no Espaço Unimed. Os ingressos estão à venda via Clube do Ingresso.



Fonte: Rockbizz.com.br

 


Nevermore está oficialmente de volta à ativa e já começa essa nova fase com força total. A lendária banda retorna com uma formação renovada, trazendo Jeff Loomis (guitarra) e Van Williams (bateria) ao lado dos novos integrantes Jack Cattoi (guitarra), Semir Özerkan (baixo) e o vocalista Berzan Önen, que assume uma das posições mais emblemáticas da história do grupo.

Logo após esse aguardado retorno, o grupo realizou seu primeiro show no dia 1º de abril, no IF Performance Hall Beşiktaş, em Istambul, na Turquia. A apresentação marcou a estreia da nova formação nos palcos, mas também o início de um novo capítulo para a banda, que rapidamente conquistou o público presente com uma performance intensa e carregada de energia.

A recepção extremamente positiva — especialmente em relação ao desempenho de Berzan Önen — motivou o Nevermore a compartilhar registros oficiais desse show. Após divulgar anteriormente a faixa “Born”, a banda agora apresenta vídeos das músicas “Sentient 6” e “Dead Heart In A Dead World”, ambas executadas na histórica apresentação em Istambul.




Nova fase ganha força com repercussão positiva

Desde o primeiro momento, a nova formação mostrou entrosamento e respeito ao legado do grupo. O público turco respondeu com entusiasmo, cantando junto e criando uma atmosfera memorável. Esse retorno não apenas reafirma a relevância do Nevermore dentro do Metal, como também evidencia sua capacidade de se reinventar e manter sua essência intacta.

Além disso, a escolha de Berzan Önen como vocalista se mostrou acertada. Em vez de tentar replicar o estilo único de Warrel Dane, o cantor apresenta identidade própria, algo que contribui para dar uma nova personalidade à banda sem descaracterizá-la.

Os vídeos recém-lançados destacam músicas do clássico álbum “Dead Heart In A Dead World”, um dos trabalhos mais emblemáticos da discografia do Nevermore. Ao mesmo tempo, a banda já sinaliza planos para novas composições, indicando que esse retorno não se limita apenas à nostalgia.

Com isso, os fãs podem esperar não só revisitações de grandes sucessos, mas também material inédito em um futuro próximo, mantendo viva a proposta criativa que sempre definiu o grupo dentro do Metal contemporâneo.

Shows no Brasil estão confirmados

Para alegria dos fãs brasileiros, o Nevermore já tem compromissos marcados em São Paulo. A banda se apresenta neste final de semana no festival Bangers Open Air, um dos principais eventos do gênero no país. Em seguida, retorna aos palcos paulistanos no dia 28 de abril, no Espaço Unimed, prometendo performances intensas e recheadas de clássicos.

Serviço – Nevermore em São Paulo (Carioca Club)

  • Data: 28 de abril de 2026 (terça-feira)
  • Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SP)
  • Abertura dos portões: 19h
  • Realização: Bangers Open Air
  • Produção: Honorsounds
  • Ingressos disponíveis em: https://www.clubedoingresso.com/evento/nevermore-saopaulo





Fonte: Mundometalbr.com



sexta-feira, 24 de abril de 2026

At the Gates lança "The Ghost of a Future Dead", seu novo disco de estúdio

 A banda sueca At the Gates, pioneira do melodic death metal, lançou nesta sexta-feira (24 de abril) seu oitavo disco de estúdio, "The Ghost of a Future Dead". O álbum sucede "The Nightmare of Being" (2021).



"The Ghost of a Future Dead" é o primeiro trabalho do At the Gates lançado após a morte do vocalista Tomas Lindberg. Um dos fundadores da banda, o músico faleceu em setembro de 2025, aos 52 anos, vítima de câncer

Conforme aponta nota oficial, o álbum foi concluído há mais de dois anos. O comunicado traz ainda uma declaração dos integrantes remanescentes - os guitarristas Anders Björler e Martin Larsson, o baixista Jonas Björler e o baterista Adrian Erlandsson - reproduzida abaixo.


"Nos últimos anos, trabalhamos em estreita colaboração com Tomas, discutindo e refinando cada detalhe para garantir que nada fosse deixado ao acaso."


"De acordo com os desejos do Tomas, incluindo o título do álbum, a mixagem de som, a ordem das faixas, a arte e a apresentação geral, 'The Ghost of Future Dead' permanece fiel ao seu estilo. Combina a energia feroz e as melodias poderosas e contundentes que são a essência do At The Gates. Este álbum é o legado do Tomas."

O primeiro single do novo trabalho é "The Fever Mask". Segundo os integrantes, trata-se de uma composição que reúne os elementos que consagraram o grupo.


"Foi uma das últimas músicas escritas para o álbum e rapidamente se destacou como a escolha natural tanto para a faixa de abertura quanto para o primeiro single de 'The Ghost of a Future Dead'. Captura perfeitamente a essência do At The Gates, misturando energia bruta, melodia forte e belas letras de Tomas."


Composto por 12 faixas, "The Ghost of a Future Dead" tem cerca de 42 minutos de duração. O disco já está disponível nas plataformas digitais e pode ser ouvido via Spotify.




Fonte: Whiplash.net

Sepultura lança "The Cloud of Unknowing", último EP de sua carreira

 A banda brasileira Sepultura divulgou nesta sexta-feira (24 de abril) o EP "The Cloud of Unknowing". Composto por quatro faixas, o trabalho coloca um ponto final na discografia do grupo, que encerrará as atividades após a turnê "Celebrating Life Through Death", cuja última data ainda não foi anunciada.


"The Cloud of Unknowing" é o único registro do Sepultura com o baterista Greyson Nekrutman. Ele se juntou ao grupo em fevereiro de 2024 para ocupar a vaga anteriormente preenchida por Eloy Casagrande, que passou a integrar o Slipknot.

Duas das músicas do EP foram lançadas previamente como singles. A primeira é "The Place", divulgada em fevereiro. Segundo Derrick Green, a letra aborda a experiência de imigrantes em busca de um recomeço. Em nota oficial, o vocalista explicou:

"Essa música fala sobre imigrantes que chegam a um lugar em busca de refúgio e para começar uma nova vida. Uma vez assimilados a uma falsa sensação de segurança e à propaganda implacável, eles começam a se rebelar contra aquilo que odeiam em si mesmos. A transição começa com a tentativa de escapar do auto-ódio e dos ataques direcionados às pessoas que acreditavam nas mesmas ideias. Sinto que a letra realmente acompanha as transições da música, começando com decepção e chegando à raiva."

A outra faixa divulgada antecipadamente é "Beyond the Dream", escrita em parceria com Tony Bellotto e Sérgio Britto (integrantes dos Titãs). De acordo com o grupo liderado pelo guitarrista Andreas Kisser, a balada soturna "realiza um antigo desejo de explorar o formato de balada, mesclando a identidade do Sepultura com a sensibilidade melódica de colaboradores renomados".


Com pouco mais de 16 minutos de duração, "The Cloud of Unknowing" já está disponível nas plataformas digitais. O EP pode ser ouvido via Spotify no player abaixo.



Ouça Aqui !


Fonte: Whiplash.net

Raimundos mostra a energia positiva dos fãs nos shows com o Guns N’ Roses: “De arrepiar”

 

O veterano Guns N’ Roses está no Brasil com a nova etapa da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. O grupo estrangeiro fará ao todo nove shows em nosso país.

Seguindo o esquema de 2025, o qual contou com o apoio do Raimundos, o giro deste ano tem o reforço do conjunto brasiliense. O quarteto fará o esquenta em sete shows do Guns N’ Roses no Brasil – São José do Rio Preto, Campo Grande, Cariacica, Salvador, Fortaleza, São Luís e Belém.

E é um case de sucesso! Pelas redes sociais, o Raimundos mostrou a energia positiva dos fãs nos shows com o Guns N’ Roses.

Na postagem sobre o espetáculo em Fortaleza, a banda afirmou que “foi de arrepiar” e que os fãs “são demais”.

Os caras fizeram questão de destacar o entusiasmo da galera em outra publicação: “Olha isso Fortaleza! Vocês estão aqui! Se chegou em você, é só seguir Nóiz. Obrigado por esse mar de braços espalhando energia positiva. Já estamos com saudades”.

O público de São Luís também fez seu show à parte a ponto do grupo escrever: “Um ULA ULA gigantesco na terra do reggae brasileiro”.


Fonte: Rockbizz.com.br

Com o fim do Sepultura se aproximando, Derrick Green está formando uma nova banda.

 


O Sepultura está na reta final da Celebrating Life Through Death Tour, que é – até o momento – a sua derradeira turnê. Com o fim do Sepultura se aproximando, Derrick Green está formando uma nova banda.

O vocalista falou sobre os projetos futuros em conversa com o canal Heavy Matters: “Há tantas possibilidades, infinitas possibilidades. Sempre gostei de fotografia e continuarei gostando. Tenho me dedicado bastante ao mundo fitness, saúde e a esse mundo baseado em plantas, e continuarei me dedicando a isso. E continuarei fazendo música. Com certeza adoraria ter outra banda. E estou trabalhando nisso agora mesmo”.

“Tentar me conectar com certas pessoas é como começar do zero! Bem, não necessariamente do zero, mas definitivamente é um desafio formar essa conexão com as pessoas novamente, com pessoas diferentes”, ressaltou.

“Depois de estar em uma banda por tanto tempo, especialmente com Andreas [Kisser – guitarra] e o Paulo [Xisto Pinto Jr. – baixo] por tantos anos, desde 1998. É interessante pensar no passado e agora estar onde estamos, onde é tipo, ‘Vou tentar encontrar outras pessoas para tocar junto’. É empolgante, tenho que dizer”, acrescentou.




E falando em Derrick Green, o Sepultura acabou de lançar um novo EP The Cloud Of Unknowing pela Nuclear Blast Records.

The Cloud Of Unknowing está disponível em vários formatos como vinil (vermelho, azul, cristal), vinil preto, CD e digital (streaming e download).

Track listing de The Cloud Of Unknowing:

01. All Souls Rising
02. Beyond the Dream
03. Sacred Books
04. The Place


Fonte: Rockbizz.com.br

Pioneiros do Death Metal melódico serão homenageados pela Orquestra Sinfônica de Gotemburgo


Nas redes sociais, o At The Gates que ainda sofre a dor da perda recente do fundador Tomas “Tompa” Lindberg, declarou:

“É uma grande honra finalmente anunciar que a Orquestra Sinfônica de Gotemburgo fará uma homenagem ao ‘Som de Gotemburgo’

Este projeto já estava em desenvolvimento há algum tempo, e ouvir nossa música, junto com canções do Dark Tranquillity e do In Flames, adaptadas para uma orquestra completa é algo que jamais poderíamos ter imaginado quando tudo começou.

A GSO é a orquestra nacional da Suécia e uma das principais orquestras da Europa, por isso ser reconhecida desta forma pela nossa cidade natal é verdadeiramente especial.”

O maestro o Josef Rhedin conduzirá as apresentações com rearranjos para orquestra de por Johan Lindström e o compositor John Metcalfe.

Os concertos são dedicados ao lendário Tomas Lindberg, fundador do At The Gates que faleceu aos 52 anos em setembro passado, após uma dura batalha contra um carcinoma adenoide cístico, diagnosticado em dezembro de 2023.




Fonte: Mundometalbr.com

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Sem prévio aviso, Korn lança nova música "Reward the Scars"

 O Korn lançou uma nova música nesta quinta-feira, 23 de abril. "Reward the Scars" faz parte da trilha da edição expandida do game "Diablo IV: Lord Of Hatred", que será disponibilizado no próximo dia 28 em diversas plataformas. É o primeiro material inédito da banda desde o álbum "Requiem", que saiu em 2022.


O grupo conta com 14 álbuns de estúdio em sua discografia. Destes, 10 alcançaram premiação de platina nos Estados Unidos. No total, vendeu em torno de 40 milhões de discos em todo o mundo. Recentemente, o guitarrista Brian "Head" Welch colocou a possibilidade de um novo disco em dúvida, 

O Korn vem ao Brasil dia 16 de maio, para show no Allianz Parque, em São Paulo. Spiritbox, Seven Hours After Violet – projeto do baixista Shavo Odadjian (System of a Down) – e Black Pantera serão as atrações de abertura. O concerto será o penúltimo da turnê latino-americana da banda. Colômbia, Peru, Chile, Paraguai e México também fazem parte do itinerário. Ingressos estão à venda através do site da Eventim.


Fonte: Whiplash.net


Leia mais em: https://whiplash.net/materias/news_672/378616-korn.html

Blaze Bayley (ex-Iron Maiden) fala abertamente sobre sua decisão de parar de beber

Blaze Bayley, ex-vocalista do Iron Maiden, falou abertamente sobre sua decisão de parar de beber.

Em entrevista exclusiva à revista Metal Hammer, o músico de 62 anos, que liderou a banda britânica de heavy metal de 1994 a 1999, revelou que está sóbrio desde junho de 2019 e que abandonou o álcool para se concentrar em sua saúde mental.

“Fui diagnosticado com depressão há 25 anos e nem sabia o que era”, disse o cantor. “No fim, decidi que não queria mais tomar antidepressivos. Eu já havia parado de beber nos dias de show ou na véspera, mas quando estava fora de turnê, recaía no hábito de beber – fazendo coisas que não se deve, como beber sozinho, então decidi parar de vez.”

E acrescentou: “Não sou um alcoólatra inveterado que consegue beber uma garrafa de vodca por dia, mas não existe uma parte de mim que pense: ‘Ah, não me importo de não beber hoje’, o que é um problema.”

Bayley aconselha as pessoas que possam ter problemas com álcool a “tentarem parar e darem seis meses”.

“No primeiro ano, eu meio que não dei muita importância, mas no segundo ano, olhando para trás, vi o rastro de destruição que deixei e não era nem de perto tão grande quanto quando eu bebia”, continuou ele. “Eu não conseguia parar de pensar em todas as decisões ruins que tomei enquanto bebia.”

Após parar de beber, o cantor disse que se sente mais livre e explicou: “Posso subir na minha moto e pilotar a qualquer hora do dia ou da noite. Posso ir a qualquer lugar porque não estou bêbado, então nunca estou numa situação em que não possa pilotar. Tenho gasolina em vez de bebida. Para qualquer pessoa com problemas de saúde mental que sofra de depressão – experimente. Gostaria de ter parado de beber anos antes.”

Por sua trajetória no Iron Maiden, Blaze Bayley será introduzido no Rock and Roll Hall of Fame em novembro deste ano, ao lado dos membros atuais da banda, além do ex-guitarrista Dennis Stratton, do falecido ex-vocalista Paul Di’Anno e do falecido ex-baterista Clive Burr.


Fonte: Rockbizz.com.br

Resenha: Biohazard – “Divided We Fall” (2026)

 


O tempo voa e ainda por cima, rápido. Foram treze anos desde “Reborn In Defiance” (2012) até que o Biohazard enfim voltasse a lançar um disco novo. E sabe do melhor? Valeu a pena esperar.

Com cada um seguindo sua vida, a volta do grupo inegavelmente começou de forma acidental: Richie Schuler, irmão do baterista Danny, encontrou por acaso Evan Seinfeld no aeroporto e conversa vai, conversa vem, Evan decide dar um alô para Danny após anos sem se falarem. A fagulha foi acesa, mas as coisas caminharam devagar: muitas conversas, lavagem de roupa suja e graças ao amadurecimento de todos, sobretudo ao processo de aprendizado e cura interior de Evan, aí sim chegou a hora de voltarem. Dar tempo ao tempo, já diziam os antigos.

Da volta oficial no Milwaukee Metal Fest, em 26 maio de 2023, até “Divided We Fall” (2025), aí sim as coisas correram rápido: em pouco mais de dois anos, a formação clássica Seinfeld, Schuler, Graziadei e Hambel, que cá entre nós é certamente a única que funciona como Biohazard, criou seu décimo disco, lançado no Brasil pela parceria Shinigami Records com a BLKIIBLK Records.

Um álbum intenso e sem concessões

A capa, apenas com o nome, seu símbolo e título estampados na cor laranja, marca registrada do grupo novaiorquino, já passa o recado: o foco aqui é o Biohazard, sem distrações. As onze músicas duram pouco mais do que trinta e oito minutos. Sendo assim, se fosse um show, seria daqueles que você sai exausto tamanha intensidade por conta de faixas como “Eyes On Six”“Word To The Wise” que ao vivo vai abrir uma roda monstra; a grooveada “War Inside Me”, que depois cai na pancadaria; “S.I.T.F.O.A.” com vocais mais rap, ritmo mais quebrado por conta da bateria e solos de Booby e a peso pesada “I Will Overcome”. Pausa para respirar.


O som está exatamente o que os fãs do Biohazard esperaram esses anos todos: metal e hardcore juntos, letras disparando contra uma sociedade falida, sobre desabafos pessoais, bem como falando de coragem e união para superação das adversidades da vida. Impressão que fica é que o tempo não parou para o grupo, que se tudo tivesse se mantido numa boa lá atrás, teríamos esse mesmo disco. Assim, o Biohazard mostra que, quem sabe fazer o que faz, não precisa inventar para impressionar.

A produção, mixagem e masterização de Matt Hyde (Behemoth, Slayer, Terror, Soufly) deixou tudo bem pesado. Os timbres das guitarras estão mais para o metal do que para o hardcore, porém, sem perder o groove, característica que fez o grupo conseguir uma verdadeira proeza desde seu surgimento: a de conseguir transitar bem entre o público hardcore e do metal, sem problemas.

Bem-vindo de volta Biohazard e não se esqueçam nunca do sonho daqueles quatro jovens punks do Brooklyn/NY iniciado em 1987. Vocês realmente fizeram e fazem algo especial.

Nota: 8