Os alemães do Exumer confirmaram o lançamento do seu novo álbum de estúdio para o dia 28 de agosto, via Metal Blade Records. "Death Mask Messiah" é o sexto trabalho de inéditas da banda de thrash metal e conta com 11 músicas no tracklist. O disco é conceitualmente inspirado na política dos EUA da última década, na pandemia, no uso de desinformação para acirrar divisões culturais e temas afins.
A formação conta com dois membros fundadores: o vocalista Mem von Stein e o guitarrista Ray Mensh. Completam o lineup atual o também guitarrista Marc Bräutigam, o baixista Alex Voß e o baterista Jerome Reil – os dois últimos mencionados fazem sua estreia no play.
O videoclipe da faixa-título pode ser conferido no player abaixo.
Formado em Frankfurt no ano de 1984, o Exumer se destacou com os dois primeiros álbuns, "Possessed By Fire" (1986) e "Rising From the Sea" (1987). As atividades foram interrompidas em 1991 e retomadas apenas em 2008 – com uma breve reunião para shows no ano de 2001.
Em 1988, o grupo veio ao Brasil, em uma época que atrações internacionais de metal ainda eram eventos esporádicos. A situação gerou um curioso choque cultural, já que o show em São Paulo aconteceu no mesmo local em que ocorria um jogo do Corinthians.
LEFT
TO DIE lançará seu álbum de estreia completo, “Initium Mortis”,
em 17 de julho via Relapse Records. O terceiro single do LP, “Legion
Of Doom”, já pode ser ouvido via streaming .
LEFT
TO DIE é a banda que conta com os membros clássicos do DEATH Terry
Butler (também ex-MASSACRE e atualmente no OBITUARY) e Frederick
“Rick Rozz” DeLillo (ex-MASSACRE) combinados com os fundadores do
GRUESOME Matt Harvey (EXHUMED) e Gus Rios (ex-MALEVOLENT CREATION).
LEFT
TO DIE toca a maioria das músicas do álbum clássico do DEATH,
“Leprosy”, junto com faixas do LP de estreia do DEATH, “Scream
Bloody Gore”.
“Initium
Mortis” presta homenagem aos primórdios brutais do DEATH com
versões recém-gravadas de músicas do catálogo inicial da banda,
incluindo faixas da banda MANTAS, anterior ao DEATH, do mentor do
DEATH, Chuck Schuldiner, que também contava com Rozz e o
vocalista/baterista Kam Lee.
Butler
comenta: “‘Legion Of Doom’ é pesada pra caramba. Um dos
melhores e mais antigos riffs arrastados que existem. Tão pesado, na
verdade, que o DEATH tirou o riff principal da aposentaria para a
música ‘Spiritual Healing’!”
Apresentando
faixas como “Archangel”, “Witch Of Hell” e “Legion Of Doom”
executadas com maestria na atualidade, “Initium Mortis” é um
item obrigatório tanto para fãs quanto para colecionadores do
DEATH. No fim das contas, o LEFT TO DIE celebra uma banda seminal e a
camaradagem do canto mais extremo do gênero musical.
Harvey
comenta: “Depois que Gus e eu tocamos ‘Spiritual Healing’ [do
DEATH] na íntegra com Terry e James [Murphy em um show de tributo a
Chuck em 2021], Rick se perguntou se as pessoas não gostariam de
ouvir algo semelhante, mas com ele se juntando a nós três para
tocar ‘Leprosy’. Claro, eu agarrei a chance de fazer isso, e
rapidamente organizamos uma turnê que superou as expectativas de
todos, especialmente em termos de quanto estávamos nos divertindo
tocando juntos. Conforme continuamos a fazer turnês pelos EUA,
Europa, América Latina, Austrália e Ásia, as pessoas continuavam
perguntando se iríamos gravar ou escrever alguma coisa. Depois de
idas e vindas sobre o assunto, sentimos que (cof, cof) exumar algumas
dessas faixas antigas fazia mais sentido para nós. Afinal de contas,
não vamos superar ‘Leprosy’. Eu examinei alegremente a miríade
de demos e ensaios do DEATH/MANTAS procurando por material que
fizesse sentido para um disco, e acabamos escolhendo músicas que
sentimos que formariam o álbum mais coeso, daí o motivo pelo qual
‘Skill To Kill’ e ‘Back From The Dead’ infelizmente ficaram
de fora.”
“Eu
vejo ‘Initium Mortis’ como uma espécie de versão de ‘universo
alternativo’ da lista de faixas de ‘Scream Bloody Gore’, já
que muitas dessas músicas estavam circulando pelas muitas formações
e ensaios do DEATH de 83 a 87. Na verdade, Chuck e Chris [Reifert]
gravaram uma versão de ‘Legion Of Doom’ para ‘Scream Bloody
Gore’ que nunca foi concluída. Ao revisitar essas canções, ficou
claro como cristal para mim que as impressões digitais de Rick estão
por todo o material do MANTAS e em músicas como ‘Slaughterhouse’,
então, com essa conexão, as músicas onde o estilo dele realmente
brilhava imediatamente fizeram sentido para serem incluídas em
‘Initium Mortis’.”
Butler
diz: “LEFT TO DIE passou de um pensamento para a realização de
uma turnê completa pelos EUA em cerca de três meses! Bastante
notável. Queríamos tocar o material antigo para os fãs que não
puderam ver os primeiros álbuns em um ambiente ao vivo. Há muitos
fãs jovens em nossos shows que estão ouvindo a base em que o DEATH
se apoia até hoje ao vivo pela primeira vez! Com Matt canalizando o
melhor Chuck Schuldiner que existe e Gus tocando o material de forma
perfeita e respeitosa, pegamos a estrada e não olhamos para trás!”
“Para
‘Initium Mortis’, queríamos que os fãs do DEATH que nunca
ouviram essas músicas de demo as ouvissem com uma boa produção. A
maioria dessas primeiras demos foi gravada em um gravador portátil,
então, quando alguém conseguia sua demo por meio de troca de fitas,
ela estava quase inaudível! Achamos que essas faixas são uma boa
representação do nascimento do MANTAS/DEATH. Este é o marco zero —
onde tudo começou: três garotos de 15 anos criando a história do
death metal, e mesmo dentro dessas faixas selecionadas dos dias de
demo você pode ouvir a evolução da música. ‘Archangel’ é uma
ótima maneira de introduzir este álbum. É o caos controlado em sua
melhor forma: cativante e cheio de riffs com uma seção
intermediária matadora de som maligno!”
Rozz
disse: “Primeiramente, eu gostaria de agradecer a Gus, Matt e Terry
por fazerem o LEFT TO DIE acontecer. Tem sido uma honra e um prazer
trabalhar com eles nos últimos anos e além. É muito legal poder
ouvir essas músicas de 1984 adequadamente! Os fãs de death metal
das antigas vão curtir este lançamento.”
Rios
disse: “A banda começou simplesmente porque o Rick me ligou e
perguntou se eu estaria a fim… Ao que respondi prontamente fazendo
referência a ursos, merda e florestas. Depois liguei para o Matt e
para o Terry e o resto é história. O disco ‘Leprosy’ do DEATH é
o meu álbum de death metal favorito, sem falar em ser meu álbum
favorito do DEATH. Receber essa oportunidade inacreditável de tocar
essas músicas com o Rick e o Terry ao redor do mundo é uma honra e
uma bênção que acho difícil expressar em palavras. Matt e eu
estamos vivendo a fantasia de death metal de nossos eus de 14 anos de
idade! E agora fazer um álbum com os caras é totalmente surreal.”
“Sou
um fã bastante sólido do DEATH, se é que posso dizer isso, e ainda
assim essas músicas eram todas novas para mim. Eu nunca dei muita
atenção ao material do MANTAS porque simplesmente não sou fã de
produção de ‘demo’. Ouvir essas músicas com uma produção
limpa e sólida, porém no estilo analógico clássico, para mim é
como ganhar músicas novas do DEATH… O que é demais!
A
Rock Brigade Records confirmou que já se encontra disponível uma
nova tiragem do álbum Deceivers, do Arch Enemy. A edição vem em
CD, acondicionada em caixa acrílica com obi, reproduzindo fielmente
a arte original, com áudio de alta qualidade e encarte completo,
reafirmando o compromisso do selo em oferecer edições caprichadas
voltadas ao público colecionador.
Deceivers
foi o décimo primeiro álbum de estúdio do Arch Enemy, lançado
originalmente em 12 de agosto de 2022, encerrando o maior intervalo
entre dois discos de estúdio da banda até então — cinco anos
após Will to Power (2017).
Produzido
por Jacob Hansen em parceria com Michael Amott e Daniel Erlandsson, o
trabalho consolidou a formação composta por Alissa White-Gluz,
Michael Amott, Jeff Loomis, Sharlee D’Angelo e Daniel Erlandsson,
sendo amplamente reconhecido como um dos registros mais inspirados da
fase atual do grupo.
Musicalmente,
o disco equilibra a agressividade do death metal melódico
característico da banda com refrães marcantes, solos virtuosos e
uma produção moderna, apresentando faixas que rapidamente se
tornaram favoritas dos fãs, como “Handshake with Hell”,
“Deceiver, Deceiver”, “The Watcher”, “House of Mirrors” e
“Sunset Over the Empire”.
O
supergrupo Iconic divulgou
o single Valley
of Lost Souls,
acompanhado de um lyric video, antecipando o lançamento de seu
segundo álbum de estúdio, II,
previsto para 31 de julho de 2026 pela Frontiers
Music Srl.
Formado
por Nathan
James (vocais), Michael
Sweet e Joel
Hoekstra (guitarras), Marco
Mendoza (baixo)
e Tommy
Aldridge (bateria),
o grupo aposta em uma sonoridade mais pesada e direta em seu novo
trabalho. O disco também conta com Antonio
Agate nos
teclados e Marco
Pastorino nos
backing vocals.
Michael
Sweet celebrou
a parceria entre os integrantes e a mensagem da nova canção. “É
emocionante criar e lançar música com essas lendas. Valley
Of Lost Souls é
mais uma música que consolida quem somos como banda e representa
perfeitamente nosso objetivo: lembrar as pessoas do poder do rock.”
Joel
Hoekstra também
fez questão de agradecer pela oportunidade de integrar o
projeto. “Um
grande ‘obrigado’ à Frontiers pela oportunidade de fazer música
com esses caras! Espero que vocês apreciem Valley of Lost Souls
tanto quanto eu gostei de tocá-la e gravá-la!”
Já Marco
Mendoza resumiu
o entusiasmo em torno do lançamento. “Aqui
está mais uma faixa matadora! Voando alto com a bandeira do Iconic,
grande banda! Aproveitem!”
Nesta
sexta-feira, dia 10 de julho, no Knebworth Park, Inglaterra, o Iron
Maiden vai fazer seu único show no Reino Unido em 2026, mas o evento
é de grandes proporções, o que é um presentão aos fãs.
Se
trata do Eddfest, que é uma imersão no fantástico mundo do Iron
Maiden, com direito a convidados especiais. O evento terá duração
de 48 horas, com áreas temáticas, bares, experiências, música ao
vivo e muito mais.
Pelas
redes sociais, Iron Maiden compartilhou algumas fotos do Eddfest. Na
legenda da postagem, a banda escreveu: “Bem-vindo ao EddFest! Onde
todos os seus sonhos infinitos se tornam realidade”
Dentro
do Eddfest, o público pode explorar o Museu Infinite Dreams, uma
exposição imersiva de adereços e relíquias de palco, inspirada no
livro best-seller do Sunday Times Infinite Dreams. Esta é uma
oportunidade inédita e completamente única de ver de perto
relíquias do Maiden.
O
público também vai encontrar o Maidenville, onde está o melhor
Eddie’s Dive Bar de todos os tempos, um segundo palco para música
e entretenimento, o Unfair Funfair com brinquedos e jogos temáticos
do Eddie, além do Eddie’s Emporium e muito mais para explorar em
todo o local.
O
Anthrax mostrou o poder sonoro do novo álbum com The Edge Of
Perfection, segundo single de seu tão aguardado 12º álbum de
estúdio, Cursum Perficio, que sairá em 18 de setembro pela Nuclear
Blast Records e Megaforce Records (América do Norte).
O
clipe transporta o herói de um sonho para uma noite mágica no qual
ele enfrenta o mal do submundo, intercalado com cenas da banda
tocando ao vivo. O vídeo conta com a participação do artista
marcial Wes Scarpias, da atriz Ashley Edner-Tancharoen e dos atores
Troy James, Rick Baker, Rod Maxwell e Fedor Steer.
Sobre
a faixa, o guitarrista Scott Ian disse: “É o predador alfa das
músicas do Anthrax. Acho que é a melhor música que já escrevemos
e a melhor coisa da qual já fiz parte criativamente. Qual é a
emoção mais poderosa que me move mais do que qualquer outra coisa?
Claro que é o amor.
Nada
me move tanto quanto o sentimento profundo que tenho pela minha
esposa e pelo meu filho. Viverei no limite desse sentimento pelo
resto da minha vida. Isso é meu, mas há muitas maneiras de estragar
tudo.
Eu
já estraguei tudo em fases passadas da minha vida, mas isso me
trouxe até onde estou hoje. O amor é a perfeição, e eu gosto de
estar no limite dele. Não quero que tudo seja sobre as mesmas merdas
de sempre. Este disco tem muito amor, muita diversão e um pouquinho
de ódio”.
As
gravações do novo trabalho aconteceram no Studio 606 em Los
Angeles, Estados Unidos, local que pertence a Dave Grohl (Foo
Fighters, ex-Nirvana). A produção da obra ficou nas mãos de Jay
Ruston (Stone Sour, Paul Gilbert, Motor Sister e outros).
Cursum
Perficio estará disponível em vários formatos como CD, vinil preto
duplo, vinil colorido duplo (vermelho, lilás, laranja e branco) e
digital.
Atualmente,
o Anthrax conta com os trabalhos de Joey Belladonna (vocal), Scott
Ian (guitarra e backing vocal), Frank Bello (baixo e backing vocal),
Charlie Benante (bateria) e Jon Donnais (guitarra).
Track
listing de Cursum Perficio:
01.
Persistence Of Memory
02. The Long Goodbye
03. It’s For
The Kids
04. Everybody’s Got A Plan
05. The Edge Of
Perfection
06. Infectious
07. NYC93
08. Cursum
Perficio
09. T.O.M.B
10. Watch It Go
11. My Victory
Com
mais de quatro décadas de estrada, cerca de 25 álbuns de estúdio e
um legado que ajudou a moldar a New
Wave Of British Heavy Metal,
o Saxon continua
sendo uma das maiores instituições da história do Heavy
Metal.
Longe de desacelerar, a banda britânica mantém uma frequência
impressionante de lançamentos. Inclusive, seus trabalhos mais
recentes, especialmente “Carpe
Diem” (2022)
e “Hell,
Fire And Damnation” (2024),
receberam elogios tanto da crítica especializada quanto dos fãs.
Agora,
o grupo se prepara para escrever mais um capítulo dessa trajetória.
O 25º álbum de estúdio do Saxon,
previsto para chegar em 22
de janeiro de 2027 pela Silver
Lining Music,
já está completamente finalizado. O disco sucede “Hell,
Fire And Damnation”,
novamente com produção, mixagem e masterização de Andy
Sneap,
assim como a participação de Brian
Tatler (Diamond
Head)
nas guitarras e no processo de composição. Em entrevista à
revista Classic
Rock,
o vocalista Biff
Byford revelou
que o trabalho já teve dois videoclipes gravados. Ele ainda admitiu
que precisa tomar cuidado para não antecipar detalhes antes da hora.
Álbum está
pronto e pré-venda começa em setembro
Falando
sobre o estágio atual do projeto, Biff
Byford comentou:
“Eu
me meti em encrenca por revelar a data de lançamento, então preciso
tomar muito cuidado com o que digo. Posso contar que o álbum está
pronto e que já gravamos dois videoclipes. A pré-venda começa em
setembro, mas eu não deveria ter contado isso… Vocês vão
descobrir o título muito em breve.”
Além
do novo disco, o Saxon também
anunciou a primeira etapa da turnê mundial “Gods
Of Thunder” pelo Reino
Unido e Irlanda.
A excursão marcará o retorno da lendária águia mecânica de 9
metros utilizada pela banda desde os anos 1980, além da clássica
produção de palco “Castles
& Eagles”.
“É
mais pesado do que qualquer outra coisa”
Durante
a mesma entrevista, Biff
Byfordfoi
questionado sobre uma declaração do baterista Nigel
Glockler,
que havia descrito o novo álbum como “muito mais voltado para o
groove”. O vocalista, no entanto, enxerga o material de outra
forma:
“Eu
não penso dessa maneira. Mas, para ele, como baterista, consigo
entender por que diria isso. Na verdade, ele é mais pesado do que
qualquer outra coisa. Talvez seja isso que o Nigel queira dizer.”
A
participação de Brian
Tatlerno
processo criativo também voltou ao assunto. Desde que
substituiu Paul
Quinnnas
turnês e posteriormente em estúdio, o guitarrista conquistou
rapidamente a confiança da banda e do público. Sobre sua
contribuição, Byfordexplicou:
“Sim.
Mas a composição ficou bem equilibrada entre o que chamamos de ‘os
caras das cordas’ — Brian e Doug
Scarratt.
O Brian agrega
muito à banda. Isso não significa que o Paul não
agregasse, mas os fãs adoram o Brian,
e ele é um músico muito respeitado.”
Após
enfrentar um delicado tratamento contra um câncer no intestino ao
longo de 2025 e superar outros problemas de saúde nos últimos
anos, Biff
Byford demonstra
estar plenamente recuperado e já prepara o retorno do Saxon com
um álbum que promete elevar ainda mais o peso da sonoridade da
banda. Se depender das palavras do vocalista, os fãs podem esperar
um dos registros mais pesados da carreira recente do grupo.
O Amon
Amarth decidiu
explorar um caminho inédito em sua carreira ao lançar Upphaf,
o primeiro single acústico de sua trajetória. Conhecida por
seu Melodic
Death Metal repleto
de peso e temáticas inspiradas na mitologia nórdica, a banda sueca
deixou as guitarras distorcidas em segundo plano. Sua intenção foi
apresentar uma composição mais intimista, sem abandonar a atmosfera
épica que caracteriza seu trabalho.
Em Upphaf,
o grupo troca a agressividade habitual por melodias hipnóticas,
arranjos acústicos e corais envolventes. A proposta busca
transportar o ouvinte para o ambiente de uma antiga casa comunal
viking, onde histórias passavam de geração em geração ao redor
da fogueira. Mesmo com uma instrumentação mais contida, a música
preserva o caráter solene e grandioso das narrativas ligadas à
mitologia nórdica e à figura de Odin.
O
lançamento também funciona como uma prévia do que a banda prepara
para seu próximo álbum de estúdio. Embora Upphaf apresente
uma abordagem completamente diferente da habitual, o Amon
Amarth descreve
a faixa como um momento de calma antes da intensidade que acompanhará
seu futuro trabalho.
A
produção ficou novamente nas mãos de Jacob
Hansen,
colaborador frequente da banda, enquanto Pavel
Trebukhin dirigiu
o videoclipe oficial. O single já está disponível nas principais plataformas digitais por meio da Metal Blade Records.
De
Tumba para o mundo
Fundado
em 1992, na cidade de Tumba,
na Suécia, o Amon
Amarth tornou-se
um dos maiores representantes do Melodic
Death Metal mundial.
Ao longo das últimas décadas, a banda dividiu palco com nomes
como Slayer, Guns
N’ Roses, Foo
Fighters e Pantera.
Além de comandar apresentações históricas em festivais
como Wacken
Open Air, Bloodstock
Open Air, Download
Festival e Summer
Breeze.
Além
do sucesso nos palcos, o grupo conquistou posições de destaque nas
paradas internacionais com álbuns como Jomsviking, Berserker e The
Great Heathen Army.
O Amon
Amarth também,
certamente, ajudou a popularizar o famoso “Viking Row”, tradição
em que o público se senta no chão e simula remar um drakar viking
durante os shows. A brincadeira nasceu nas apresentações da banda e
acabou se espalhando para festivais, shows de outros artistas e até
grandes eventos esportivos, consolidando ainda mais a influência
cultural dos suecos dentro e fora da cena do Heavy
Metal.