terça-feira, 16 de junho de 2026

CHUCK BILLY: “O novo álbum do Testament não seria o mesmo com Dave Lombardo”

 Nem sempre o músico mais famoso acaba sendo a escolha definitiva. O Testament descobriu isso durante o processo de gravação de seu novo álbum, Para Bellum. Embora Dave Lombardo tenha sido inicialmente recrutado para assumir a bateria da banda, foi Chris Dovas quem acabou registrando o trabalho — e, segundo Chuck Billy, sua participação foi tão determinante que o resultado final provavelmente seria diferente com o lendário ex-integrante do Slayer.


Durante a conversa com o repórter Valtemir Amler, publicada na nova edição da ROADIE CREW, #292, Chuck Billy falou sobre a chegada de Dovas.

“Quando estávamos fazendo audições porque Gene (Hoglan) não estaria disponível, vimos o vídeo do Chris e gostamos do jeito que ele tocava. Mas, no último minuto, Lombardo ligou dizendo: ‘Ei, soube que estão procurando um baterista’. Como já tínhamos trabalhado com ele antes, dissemos: ‘OK, paramos de procurar, você está dentro’”, contou o vocalista.

A chegada de Lombardo encerrou imediatamente as buscas. O plano era que o ex-Slayer acompanhasse o grupo tanto na estrada quanto em estúdio. No entanto, a situação mudou durante a turnê.

“Fizemos uma turnê com ele e deveríamos gravar o disco com ele, mas Dave não conseguiu se comprometer com o álbum. Durante a primeira turnê americana, não pôde fazer os primeiros cinco ou seis shows, então chamamos Chris para cobrir”, explicou.

Foi justamente nesse momento que Chris Dovas começou a impressionar seus futuros companheiros de banda. Segundo Chuck, o jovem músico chegou aos ensaios demonstrando uma preparação que surpreendeu até mesmo os integrantes veteranos do Testament.

“Quando ele apareceu para os ensaios, ele sabia mais músicas do que nós! Ele tocou tudo sem erros. Ficamos tipo: ‘Caramba, esse garoto sabe tocar e está pronto!’ Ficamos tão confiantes que nem precisamos praticar mais”, relembrou


A apresentação foi tão convincente que a banda não teve dúvidas sobre quem deveria assumir a vaga quando Lombardo confirmou que não conseguiria participar das gravações.

“Quando chegou a hora de gravar e Dave não pôde assumir o compromisso, chamamos Chris. Ele estava ansioso, pronto e faminto. Ele e Eric começaram a trabalhar imediatamente”, afirmou o cantor.

O resultado, na visão de Chuck Billy, acabou justificando completamente a escolha. Embora reconheça toda a importância de Dave Lombardo para a história do metal, o vocalista acredita que a participação de Chris Dovas ajudou a moldar a identidade do álbum de uma maneira única.

“Não acho que seria o mesmo disco se Lombardo estivesse nele. Não acho que Dave faria o que Chris fez neste álbum. Sem desmerecê-lo, mas são estilos diferentes”, concluiu.


Fonte: RoadieCrew.com.br

Avrak, nova banda de Ted Skjellum, do Darkthrone, lança primeiro álbum

 

Em uma nova entrevista com Dev Gohil, Ted “Nocturno Culto” Skjellum do Darkthrone falou sobre seu projeto emergente de heavy rock, Avrak, no qual ele se junta a Anders Hegna do Nød, El Kayenne e Svidd Grevling. O Avrak fez sua estreia ao vivo em abril passado na Noruega, com a dupla apoiada pelos irmãos Kråbøl, Terje Kråbøl (bateria) e Stian Kråbøl (baixo).

Sobre como surgiu a ideia para o Avrak, Skjellum disse (conforme transcrito pelo Blabbermouth.net): “Na verdade, eu conheço esse cara [Anders] há — não sei — 12 anos ou algo assim. E eu sabia que ele estava em outras bandas. E nós conversamos sobre talvez fazermos algo uma vez e testar para ver no que dava. Nós vínhamos de ângulos ligeiramente diferentes ao olhar para a música, mas temos muito em comum. Eu ouvi Kreator até 87 no máximo, e ele gosta de ouvir coisas de 88 em diante. Então eu tenho um caminho um pouco mais old-school. Mas é divertido. Quando decidimos tocar juntos pela primeira vez, nós nos trancamos em uma cabana nas montanhas por, tipo, cinco dias”, ele adicionou.

“Nós tínhamos um monte de equipamentos conosco, e nós nunca tínhamos tocado juntos antes, e vamos ver como isso funciona. E poderia ser que após a primeira noite nós apenas disséssemos, ‘Ok, isso não funciona. Nós vamos ficar sentados aqui por mais cinco dias.’ Mas nós estávamos no caminho de algo bem cedo. E são muitas coincidências sobre como isso está funcionando.”

No assunto da direção musical do Avrak, Skjellum disse: “No álbum que gravamos em fevereiro, [Anders] tem o tipo de, vamos dizer, um som de guitarra um pouco mais rock, e eu tenho o som de guitarra mais metal, e eles meio que se misturam. A música é muito… Quero dizer, nós tocamos duas coisas diferentes quase o tempo todo neste álbum, e parece realmente caótico, mas esta é a parte difícil para nós trabalharmos. Para acertar isso, leva muito tempo, e também nossos arranjos e pequenos detalhes.”

Ele continuou: “Eu acho que o álbum do Avrak vai sair neste outono em algum momento. E estamos ansiosos por isso. Para nós, é como um marco por causa de todas as horas que colocamos neste projeto, e nós também tocamos de fato um show agora no final de abril. Então, o objetivo para o Avrak é tocar mais ao vivo. Quero dizer, nós temos uma ótima banda juntos. Então, nós tivemos essa confirmação em abril de que, sim, claro que podemos tocar ao vivo. Não é problema.”

Perguntado como sua abordagem de composição para o Avrak é diferente daquela para o Darkthrone, Skjellum disse: “Bem, é diferente, especialmente da maneira mais óbvia, que é que eu e o outro guitarrista estamos fazendo tudo juntos. Ele não mora longe de mim, então temos um espaço de ensaio aqui perto, e estamos trabalhando de perto em todos os detalhes desta música. E a música em si definitivamente difere do Darkthrone porque… É um pouco mais de heavy metal clássico, hard rock. Pode haver algumas coisas de doom lá e talvez alguns elementos de black metal, mas é mais uma coisa clássica de — o que eu deveria dizer? — heavy metal pesado. E eu acho que essa é uma das coisas que torna isso interessante para mim porque eu sou um grande fã do heavy metal clássico dos anos 80 e coisas assim, a década mais otimista de alguma forma, algo assim. Quero dizer, o heavy metal nos anos 80 era muito diferente porque o heavy metal europeu versus o heavy metal americano era… Estava muito, muito distante um do outro porque os europeus, claro, têm mais história. E então a música deles é mais sombria de alguma forma. Então a coisa do heavy europeu era — não como aquela coisa de festa, mas era uma coisa diferente. Sim, eu gosto.”

O último álbum de estúdio do Darkthrone, “Pre-Historic Metal”, saiu em 8 de maio via Peaceville Records. O LP foi gravado no Chaka Khan Studios, em Oslo, com o trabalho de produção conduzido por Ole Øvstedal, Silje Høgevold e Mads Luis. A masterização foi realizada por Jack Control no Enormous Door e Maor Appelbaum Mastering.


Fonte: Rockbrigade.com.br

Kind Diamond: “Só precisamos compor mais algumas músicas antes de começarmos a gravar”, diz Andy La Rocque sobre o novo disco

 

Andy La Rocque, guitarrista do King Diamond, foi novamente questionado sobre o andamento da trilogia de terror da banda dinamarquesa, que começará com “Saint Lucifer’s Hospital 1920”. Veja o que disse Andy La Rocque em uma nova entrevista com Sakis Fragos do Hard Rock Greece quando perguntado sobre o que está acontecendo com este tão aguardado novo álbum:

“[Risos] É, o que está acontecendo com isso? Não posso dizer muita coisa porque já temos algumas músicas. Escrevi algumas músicas, tipo, uns quatro ou cinco anos atrás, que teremos para o próximo álbum. E já comecei com as faixas de guitarra certas. Acho que o Matt [Thompson] até tocou bateria em uma das minhas músicas. E a gente tem tocado ‘Electro Therapy’ ao vivo também, na verdade, há um tempo. Tocamos essa ao vivo por um tempo. E só precisamos compor mais algumas músicas antes de começarmos a gravar. E, bem, na verdade, já temos as músicas, então não sei. Não posso dizer quanto tempo vai levar para fazer isso. Ninguém sabe. [Risos] Ninguém sabe. Veremos. Mas tudo o que posso dizer é que… Estamos trabalhando nisso.”

La Rocque também falou sobre a extensa pela Europa em 2025:

Ah, foi ótimo. Fizemos uma turnê pelos EUA em 2024, e foi um pouco difícil, na verdade, porque tivemos muitos problemas. Tínhamos muita gente nova na banda. Tudo era meio novo depois da situação da COVID. Então, tudo era novidade. Os custos aumentaram bastante e muitas coisas aconteceram naquela turnê. Mas a turnê europeia no verão passado, em 2025, foi muito melhor em todos os sentidos, porque já tínhamos feito uma turnê com praticamente as mesmas pessoas. Nos divertimos muito fazendo isso. Acho que fizemos uns 30 shows, algo assim, por toda a Europa — Reino Unido, Grécia, Turquia, Finlândia. E nos divertimos muito fazendo isso. Foi ótimo. Foi muito bom.”

Assista a entrevista completa com Andy La Rocque:




Fonte: Mundometalbr.com

Nervosa anuncia a “Slave Machine Tour 2026” na América do Sul

 

A banda brasileira de Thash Metal, Nervosa, acaba de anunciar a “Slave Machine Tour 2026” pela América do Sul para promover o novo álbum lançado em 3 de abril de 2026 pela Napalm Records.

Em um comunicado nas redes sociais, a banda informou:

“Finalmente Brasil! Estamos super felizes em anunciar a primeira parte da nossa turnê que passará por cidades que há muito tempo não tocamos. Mas fiquem tranquilos que a turnê “Slave Machine” terá parte 2 no Brasil no próximo ano. A ideia é expandir para todo o território nacional.

Mas atenção! Informamos que os 50 primeiros ingressos de cada cidade terá um benefício extra, cujos detalhes deverão ser divulgados nas próximas semanas.”

No Brasil, a Nervosa passará pelo Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Piracicaba, Catanduva, Goiania, Brasília, Teresina, Fortaleza, Natal, Aracajú e Recife, além de uma data cujo local ainda não está definido.



Fonte: Mundometalbr.com

terça-feira, 9 de junho de 2026

Câmera da bateria mostra Anika Nilles na íntegra do 1º show com o Rush

 O canal TapeheadToo no YouTube enviou um vídeo de câmera focada na bateria de todo o concerto de 7 de junho do Rush no Kia Forum em Los Angeles, Califórnia. A apresentação foi o show de abertura da turnê “Fifty Something”, que marca a primeira do Rush com a formação reformulada da banda, contando com os membros clássicos Geddy Lee (vocal, baixo) e Alex Lifeson (guitarra) ao lado de Anika Nilles, uma baterista alemã que excursionou com o lendário guitarrista Jeff Beck em 2022, e o recém-adicionado tecladista Loren Gold, que é mais conhecido como membro de turnê do The Who e Chicago.


Em suas notas que acompanham o vídeo, que pode ser visto abaixo, TapeheadToo escreveu: “Eu só consegui um assento na lateral do palco. Shows completos com visão lateral são meio ruins, então decidi fazer uma câmera focada na Anika. Ela absolutamente arrasou! Você também pode usar esta página para ouvir o áudio completo; eu não cortei nada. Divirtam-se!”


Fonte: Roackbrigade.com.br

Dimmu Borgir trará a Grand Serpent Rising Tour ao Brasil no final do ano, segundo jornalista

 

O norueguês Dimmu Borgir trará a Grand Serpent Rising Tour ao Brasil no final do ano, segundo o jornalista José Norberto Flesch, que é uma espécie de Mãe Dináh da cena musical brasileira, visto que antecipa muitas das atrações que passarão pelo nosso país.

De acordo com o comunicador, o giro será entre novembro e dezembro, o que fará a alegria dos fãs de black e death metal.

A tour será em promoção ao novo álbum Grand Serpent Rising, que saiu em maio pela Nuclear Blast. É o primeiro lançamento de inéditas dos caras em oito anos, desde Eonian.

A gravação de Grand Serpent Rising aconteceu mais uma vez em Gotemburgo, Suécia, ao lado do produtor de confiança Fredrik Nordström. O profissional trabalhou nos famosos discos Puritanical Euphoric Misanthropia e Death Cult Armageddon.

Track listing de Grand Serpent Rising:

01. Tridentium
02. Ascent
03. As Seen In The Unseen
04. The Qryptfarer
05. Ulvgjeld & Blodsodel
06. Repository Of Divine Transmutation
07. Slik Minnes En Alkymist
08. Phantom Of The Nemesis
09. The Exonerated
10. Recognizant
11. At The Precipice Of Convergence
12. Shadows Of A Thousand Perceptions
13. Gjǫll

Fonte: Rockbizz.com.br

Dimmu Borgir desafia a era dos vídeos curtos e lança Grand Serpent Rising sem concessões artísticas

 


Com o lançamento mundial de seu novo álbum nesta sexta-feira (22), o Dimmu Borgir também trouxe à tona um debate cada vez mais presente na indústria musical: a pressão para adaptar composições ao comportamento de consumo acelerado das plataformas digitais. Em entrevista ao Chaoszine, o guitarrista Sven ‘Silenoz’ Kopperud revelou que a banda recebeu sugestões da gravadora para encurtar algumas músicas do disco, mas recusou qualquer alteração.

Segundo o músico, a proposta envolvia reduzir ou até eliminar trechos introdutórios mais longos das faixas, sob o argumento de que o público atual possui menor capacidade de retenção, influenciada pelo consumo de conteúdos curtos em redes sociais e aplicativos de vídeo. A resposta da banda, porém, foi imediata.

“Esta foi a primeira vez que a gravadora nos perguntou se consideraríamos editar ou remover algumas partes das introduções, mas dissemos não. Não é assim que fazemos as coisas. A música foi feita dessa forma e permanecerá dessa forma”, afirmou Silenoz.

O guitarrista reconheceu que o mercado musical mudou significativamente nos últimos anos, mas destacou que o Dimmu Borgir não pretende moldar sua identidade artística às exigências de algoritmos ou tendências de consumo rápido. Para ele, a experiência proposta pela banda exige envolvimento e atenção por parte do ouvinte.

“Estou totalmente ciente do curto tempo de atenção das pessoas hoje em dia, até mesmo de adultos. Mas se você não tem paciência para sentar e ouvir alguns segundos de uma introdução, então talvez esta música não seja para você”, declarou.

Silenoz comparou a audição de um álbum do Dimmu Borgir à forma como muitos fãs consumiam música nas décadas passadas, dedicando tempo para absorver letras, conceitos e elementos visuais que compõem a obra. Na visão do músico, o público do metal extremo continua disposto a mergulhar em trabalhos mais elaborados e não deve ser subestimado pelas estratégias de mercado.

“Acho que o fã geral do Dimmu está interessado o suficiente para ouvir uma música inteira, e talvez fazê-lo várias vezes. Não estamos preocupados com o que o chamado ‘mainstream’ pensa de nós. Não somos para todo mundo, de qualquer forma”, concluiu.

Lançado hoje em todo o mundo, o novo trabalho reforça a postura histórica do grupo norueguês de priorizar sua visão artística acima das tendências comerciais, mantendo estruturas complexas, atmosferas cinematográficas e composições extensas que se tornaram marcas registradas da banda ao longo de sua trajetória.

Junto ao novo trabalho a banda ainda lançou o videoclipe para a faixa “As Seen in the Unseen”, que você confere logo abaixo. Adquira agora a sua versão do álbum junto a uma infinidade de títulos disponíveis, além de bonés, camisetas e acessórios, clicando aqui!



Fonte: Mundometalbr.com

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Novo álbum do ACCEPT traz releituras com grandes nomes do heavy metal

 O ACCEPT anunciou um lançamento especial para celebrar seus 50 anos de carreira. Intitulado Teutonic Titans 1976–2026, o álbum reúne grandes nomes do rock e do metal em releituras de clássicos do grupo.

O disco chega ao público em 4 de setembro de 2026, pelo selo Napalm Records, e traz 19 faixas reimaginadas com a participação de cerca de 50 músicos convidados. Liderado pelo guitarrista Wolf Hoffmann, responsável pela identidade sonora da banda ao longo das décadas, o trabalho é descrito como o mais ambicioso da trajetória do ACCEPT.

Segundo Hoffmann, a proposta do disco é celebrar o legado da banda ao lado de colegas e influências do cenário musical. “Não há maneira melhor de comemorar esses 50 anos do que reunir amigos e parceiros para regravar essas músicas clássicas”, afirmou o músico.

O álbum percorre cronologicamente diferentes fases do ACCEPT, com releituras de faixas originalmente lançadas entre 1980 e 1989. Cada música apresenta uma formação distinta de convidados, resultando em novas interpretações para composições consagradas.


Entre os destaques, Tobias Forge (Ghost) participa da faixa Save Us, enquanto Fast As A Shark ganha uma versão com Philip Anselmo, Kirk Hammett, Mikkey Dee e Billy Sheehan. Já o clássico Balls To The Wall conta com os vocais de Rob Halford, acompanhado por Matthias Jabs (Scorpions) na guitarra. Outra releitura, Love Child, traz contribuições de Billy Corgan e David Ellefson.

O disco também inclui participações de artistas como K.K. Downing, Bobby “Blitz” Ellsworth, Hansi Kürsch, Chris Jericho, Ralf Scheepers, Ola Englund e Jeff Loomis. Além disso, há uma nova gravação de Hellhammer, interpretada pela formação atual do ACCEPT, com participação de Jason McMaster nos vocais.

A faixa Fast As A Shark, com a participação de Anselmo, Hammett, Dee e Sheehan, você confere abaixo.




Fonte: extremesoundrecords.com.br

EVANESCENCE lança o aguardado álbum “Sanctuary


Sexto álbum de estúdio do grupo liderado por Amy Lee foi antecipado pelos singles "Who Will You Follow" e "Afterlife"



Uma das maiores e mais influentes forças do rock mundial no século 21, o Evanescence lança oficialmente seu aguardado sexto álbum de estúdio, intitulado Sanctuary. O projeto, que já está disponível globalmente, chega para coroar um processo de produção minucioso e apresenta a banda em seu estado mais potente e visceral.





Composto por 12 faixas, Sanctuary foi lapidado cuidadosamente. O processo de gravação reuniu um time de produtores de elite do rock moderno, incluindo Zakk Cervini  (Bring Me The Horizon, Spiritbox, Bad Omens, YUNGBLUD), Nick Raskulinecz (Korn, Foo Fighters) e  Jordan Fish (Bring Me The Horizon, Poppy, House of Protection, Architects). O resultado é um equilíbrio primoroso entre os arranjos orquestrais e os vocais confessionais de Amy Lee com guitarras densas e beats eletrônicos.

Uma das grandes surpresas para os fãs está na versão física deluxe em CD: o projeto traz um Blu-ray contendo o registro histórico Live in São Paulo, show gravado no Brasil em 2023, que consagrou a maior apresentação solo de toda a história do Evanescence; além de um documentário sobre a turnê na América Latina e bastidores do clipe de “Who Will You Follow”. As edições regulares em CD e vinil estão disponíveis para pré-venda no Brasil através da Universal Music Store.

“Este álbum levou mais de três anos para ser feito e estou orgulhosa demais de cada segundo dele. É avassalador. Trabalhar nele foi a minha válvula de escape para tanta coisa que parece errada e fora de controle, e um lugar para acender a esperança através do poder da música e da conexão”, conta Amy Lee.



                                         Ouça aqui!!

Fonte: RoadieCrew.com

Sanctuary confirma apresentação única no Brasil em agosto

 

A icônica banda norte-americana Sanctuary vêm pela primeira vez so Brasil para uma apresentação especial e única na Burning House, em São Paulo no próximo dia 30 de agosto. O evento é uma realização da Dark Dimensions e ingressos já disponíveis pelo Clube do Ingresso.

O show faz parte da turnê mundial que celebra os 40 anos de carreira do Sanctuary, nome fundamental na construção do heavy/power metal norte-americano, especialmente por sua contribuição na cena de Seattle no final dos anos 1980. Com uma trajetória marcada por álbuns cultuados, a banda consolidou seu nome com Refuge Denied (1988), produzido por Dave Mustaine (Megadeth), e Into the Mirror Black (1990), até hoje reverenciados como dois clássicos absolutos do gênero.

Vivendo um novo capítulo em sua história, o Sanctuary apresentou recentemente o single “Not Of The Living”, material inédito após o album de retorno The Year of the Sun Died (2014), e também o primeiro lançamento desde o falecimento do lendário vocalista Warrel Dane, em 2017. A nova faixa simboliza um momento de renovação para a banda, mantendo sua essência sombria, técnica e intensa, ao mesmo tempo em que aponta para o futuro.

A formação atual conta com Joseph Michael (vocais), ao lado dos membros originais Lenny Rutledge (guitarra) e Dave Budbill (bateria), além de William Wallner (guitarra) e George Hernandez (baixo), lineup que vem conduzindo a banda nesta nova fase e também na turnê comemorativa. Desde sua estreia ao vivo com o Sanctuary, Joseph vem sendo elogiado pela segurança de palco e fidelidade às composições clássicas, ao mesmo tempo em que acrescenta nova energia às apresentações.

Paralelamente às atividades ao vivo, o grupo trabalha em um novo álbum de estúdio, provisoriamente intitulado Transmutation, ainda sem data oficial de lançamento. Faixas como “We Are The Fallen”, “Not Of The Living” e “Blind” já foram mencionadas como parte do repertório do novo material, aumentando a expectativa dos fãs por um trabalho inédito que deve marcar definitivamente essa nova fase da banda.

Será também a primeira passagem do Sanctuary pela América do Sul, incluindo shows no Peru, Chile e Argentina. O guitarrista Lenny Rutledge, um dos membros fundadores da banda, celebra o momento: “Mal podemos esperar para nos apresentarmos para todos os fãs apaixonados dessa parte linda do mundo. Junte-se a nós para celebrar os 40 anos do Sanctuary”.

Já o vocalista Joseph Michael, que integra a banda desde 2018, também demonstra grande entusiasmo: “Os últimos cinco anos foram uma montanha-russa de emoções e nós estamos muito entusiasmados com o retorno do Sanctuary! Não podemos esperar para tocar a música nova e apresentar todos os clássicos aos fãs!”.

A turnê de 40 anos vem sendo marcada por setlists abrangentes, que percorrem todas as fases da carreira, incluindo clássicos indispensáveis, faixas cultuadas e novidades recentes. A apresentação em São Paulo será uma oportunidade exclusiva para os fãs brasileiros presenciarem de perto esse momento histórico da banda.



Fonte: Rockbrigade.com.br

Banda mainstream não tem a obrigação de pegar na mão de quem está começando a carreira, de acordo com Marcello Pompeu (Korzus)

 

É comum vermos os músicos de rock n’ roll e heavy metal de nosso país usarem as redes sociais para lamuriar sobre o mercado fonográfico doméstico. Pleitear e desfrutar de uma cena saudável e pujante é absolutamente justo e pertinente, no entanto, terceirizar a culpa de sua falência artística à falta de apoio de bandas grandes e mídias, por exemplo, é uma desonestidade comum na cena nacional.

Em entrevista ao canal Lado A Podcast, o vocalista do Korzus, Marcello Pompeu, refletiu sobre o assunto. Ele comentou que banda mainstream não tem a obrigação de pegar na mão de quem está começando a carreira.

“Você tem que fazer um som com a verdade e ter perseverança no que faz”, começou Marcello. “Macaco que pula de galho em galho não consegue nada, não vai conseguir fazer seu público de base. Você tem que ser fiel aos seus princípios”.

“Tem que tocar em tudo quanto é lugar! Tem que parar com mimimi e choradeira de que é desunido, que ninguém dá força”, observou. “Você tem que se tornar o seu produto. Você tem um mecanismo [mostrando o celular] que transforma a sua carreira em produto”.

Pompeu acrescentou: “Você não pode cobrar da banda mainstream que ela desça, venha pegar na sua mão e caminhe com você tudo o que ela já fez. Você tem que lutar para estar lá, porque ninguém volta. Todo mundo tem que tentar progredir e saber o principal de tudo, que vai ter mais perdas do que ganhos até a hora em que você se estabelece. Você vai perder muito, meu amigo, para um dia você começar a ganhar”.




Fonte: Rockbizzz.com.br

Avatar lança o novo single e videoclipe "Crying Fire"

 A faixa inédita é um lançamento surpresa retirado das sessões do álbum "Don't Go in the Forest".


Os visionários do heavy metal coletivamente conhecidos como AVATAR - o vocalista Johannes Eckerström, os guitarristas Jonas Jarlsby e Tim Öhrström, o baixista Henrik Sandelin e o baterista John Alfredsson - lançaram a sua mais recente obra-prima, Don't Go in the Forest, no ano passado, no Halloween. Hoje, o grupo revela o videoclipe para o novo single independente, "Crying Fire".



"Crying Fire" não é um "lado B" descartável. Este é o Avatar. A banda intencionalmente reteve a faixa e decidiu atacar quando fosse o momento certo. Felizmente para os fãs, esse momento é agora.


"'Crying Fire' é muito especial para todos nós. Ela foi escrita e gravada como parte das sessões de Don't Go In The Forest. Ao fazer a seleção final para as faixas do álbum, esta era uma certeza. Mas então começamos a nos perguntar algo: E se guardarmos o melhor para depois? E se mantivermos essa joia longe do mundo por um tempo?", explica Eckerström.


Ele continua: "A faixa certamente se sustenta sozinha. Eu ouço uma tempestade de fogo implacável de emoções nela. Ela me atinge em um lugar profundamente escondido, e espero que faça o mesmo por você. Eu poderia falar muito sobre o significado da música, mas aprendi que às vezes é melhor sair do caminho e simplesmente deixá-la ser ouvida pelo que é. O melhor que posso dizer hoje é que é sobre suportar a dor e amar apaixonadamente."


Sobre o Avatar: Tempos estranhos exigem uma banda estranha. Com um compromisso de toda a vida com as artes dos desajustados, o Avatar mergulha fundo no subconsciente coletivo. Formado por John Alfredsson e Jonas Jarlsby na adolescência, e logo acompanhados por Johannes Eckerström, Henrik Sandelin e Simon Andersson (posteriormente substituído por Tim Öhrström), o grupo iniciou uma evolução que os veria sempre buscando conectar o que você ouve com o que você vê. Mais do que uma banda, o Avatar evoluiu para arte conceitual.


Don't Go in the Forest mais uma vez estica, dobra e quebra os limites do que o Avatar é e pode ser, proporcionando tanto os seus momentos mais introspectivos quanto os mais explosivos. Tudo se resume a tentar coisas novas, dentro e fora do palco: corais, instrumentos de sopro, sintetizadores Moog, piano, violoncelos e violas. Contanto que tudo venere no altar do riff, as possibilidades são tão vastas quanto o universo.


Embora a experiência no estúdio seja uma ferramenta cada vez mais poderosa para a autoexpressão, é no palco que o Avatar verdadeiramente ganha vida, tornando-se uma experiência obrigatória. Cada ciclo de álbum proporcionou marcos recordes para a banda, incluindo o recente sucesso na América Latina - com destaque para os shows esgotados no Brasil e no México. Da Austrália à Escandinávia, o seu impacto é demonstrado com sucessos no topo das paradas, levando as rédeas do próprio destino com a sua gravadora independente, Black Waltz Records



Fonte: Whiplash.net

Graspop Metal Meeting anuncia 152 atrações em 4 dias de festival

 O Graspop Metal Meeting 2026 divulgou o line-up completo de sua edição de 2026. O festival acontece entre os dias 18 e 21 de junho em Dessel, na Bélgica, e reúne 152 atrações distribuídas por seis palcos ao longo de quatro dias.


A programação cobre praticamente todos os subgêneros do metal, como thrash, heavy, death, black e doom. O thrash norte-americano aparece com Megadeth e Anthrax; o rock com Def Leppard, Alice Cooper e Foreigner. No lado mais moderno, Bring Me The Horizon e Knocked Loose encerram as noites.


Mais de 60 bandas pisarão no Graspop pela primeira vez. Entre os estreantes estão Bad Omens, Faetooth, Feuerschwanz, Gaerea, Harakiri for the Sky, Periphery, Venom e Wind Rose.

O line-up completo por dia é o seguinte:

Quinta-feira (18/6): Accept, A Day to Remember, Ankor, Anthrax, BLACKGOLD, Bloodywood, Combichrist, Cult of Luna, Danko Jones, Deaftones, Distant, Dying Wish, Ego Kill Talent, Gatecreeper, Grade 2, John Coffey, Korn Again, Lakeview, Limp Bizkit, Magnolia Park, Mantah, Megadeth, NIN UK, Pennywise, Powerslave, President, Septicflesh, Slay Squad, Sleep Theory, Snot, Spouky Kids, The Dillinger Escape Plan, The Funeral Portrait, The Offspring, Thrown, Tom Morello, Wind Rose, Within Temptation e Wolves In The Throne Room.

Domingo (21/6): Alice Cooper, Battle Beast, Black Label Society, Bury Tomorrow, Carpenter Brut, Decapitated, Def Leppard, Electric Callboy, Europe, Evergrey, Extreme, Foreigner, Future Palace, Gaerea, Kanonenfieber, Killus, King 810, Kuazar, Lagwagon, Life of Agony, Mastodon, Periphery, Rain City Drive, Return To Dust, Rock The Fox, Sabaton, Set It Off, Sólstafir, The Gathering, The Plot In You, Venom, Vltimas, Wargasm e Zetra.


Com apresentações em múltiplos dias: AmÆzing Snäke, DJ Carl, DJ Nathachelet, ROLR e Thrash Attack.


Ingressos e informações no site oficial do festival.


Acompanhe as atualizações pelo Instagram e Facebook do evento.




Fonte: Whiplash.net


quarta-feira, 3 de junho de 2026

Six Feet Under: sai Marco Pitruzzella, entra Ruston Grosse, do Master

 

Os veteranos do death metal SIX FEET UNDER se separaram do baterista Marco Pitruzzella e o substituíram por Ruston Grosse (MASTER, SKELETAL REMAINS).

No dia 28 de maio, o SIX FEET UNDER divulgou o seguinte comunicado por meio das redes sociais: “Apenas queríamos que todos os nossos fãs, no mundo inteiro, saibam que estamos mais do que empolgados para começar nossa turnê europeia na próxima semana, e dando o pontapé inicial em nossa intensa agenda de turnês de verão que vai durar até o outono e terminar na América do Sul em outubro/novembro. Nós também gostaríamos que vocês nos ajudassem a dar as boas-vindas ao nosso novo baterista!! Ruston Grosse, que já trabalhou anteriormente com o MASTER e outros! Nós estamos trabalhando junto com Ruston há alguns meses nos preparando, e formalmente desde o início de maio, após nos separarmos de Marco Pitruzzella.”

“Todos na banda estão muito empolgados com este novo capítulo do SIX FEET UNDER e com o groove pesado que Ruston está trazendo para a seção rítmica!! Ele é um destruidor! E um ótimo sujeito.”

Ruston acrescentou em uma publicação separada: “Estou absolutamente empolgado pra caramba para golpear as massas com os caras nestes próximos ataques!!! É uma honra compartilhar o palco com Chris, Jack, Ray e Jeff, bem como substituir o Lord Marco.”

“Levem suas bundas para o show ou festival e preparem-se para ser esmagados porque deixem-me dizer uma coisa… A GUERRA ESTÁ CHEGANDO!!!”

Grosse é um baterista versátil conhecido por sua precisão e adaptabilidade que desafia gêneros. Baseado no sul da Flórida, ele se apresentou e gravou com atrações como MASTER, BRUTALITY, WOE, INHUMAN CONDITION, KULT OV AZAZEL, e notavelmente substituiu ao vivo no INCANTATION. Um multi-instrumentista e compositor, Ruston também lidera o projeto experimental AMESA SPENTAS e traz anos de experiência de estúdio, turnê e criatividade em estilos como metal, jazz, world music e fusion.



O SIX FEET UNDER está em turnê em apoio ao seu álbum “Next To Die”. As produtoras Venus Concerts e Caveira Velha apresentam no Brasil, entre outubro e novembro de 2026, a inédita turnê da clássica banda norte-americana Six Feet Under. A turnê passará por quatro capitais: Belo Horizonte (MG), no dia 30 de outubro, no Mister Rock; Recife (PE), no dia 31 de outubro, no Lounge Music; São Paulo (SP), no dia 1º de novembro, no Hangar 110; e Curitiba (PR), no dia 2 de novembro, no Tork N’ Roll.

A passagem pelo país, como parte de uma extensa turnê pela América Latina, acontece em uma fase de retomada criativa e atividade internacional do Six Feet Under, que acaba de lançar o álbum Next to Die, que sai no Brasil pela Rock Brigade Records em parceria com a Heavy Metal Rock.

Vale lembrar: “Killing For Revenge” foi lançado em maio de 2024 pela Metal Blade Records e teve lançamento simultâneo no Brasil via Rock Brigade Records, Voice Music e Rapture Records. O LP marcou o segundo trabalho que Barnes e Owen (ex-CANNIBAL CORPSE) criaram juntos desde que se reuniram para “Nightmares Of The Decomposed”, de 2020. Owen também produziu “Killing For Revenge”.


Fonte: Rockbrigade.com.br

KAMELOT anuncia novo álbum “Dark Asylum” e revela conceito sombrio ambientado em manicômio neovitoriano

 Após mais de três décadas de carreira e 14 álbuns de estúdio lançados, o Kamelot retornará no dia 28 de agosto com um novo trabalho de inéditas. Intitulado Dark Asylum, o disco será lançado pela Napalm Records e promete expandir ainda mais a faceta cinematográfica e conceitual que marcou os trabalhos recentes da banda.

O novo álbum apresenta uma narrativa ambientada em um universo de inspiração neovitoriana, tendo como cenário central o RavenHill Asylum, uma instituição originalmente construída como uma grandiosa catedral e posteriormente transformada em um local onde ciência, fé e loucura coexistem de maneira inquietante.

Segundo o guitarrista e fundador da banda, Thomas Youngblood, a história acompanha uma alma aprisionada em um mundo de máscaras, memórias fragmentadas e sofrimento psicológico. Ao percorrer os corredores do asilo em busca de identidade, verdade e redenção, o protagonista embarca em uma jornada que parte da escuridão em direção à possibilidade de cura e esperança.

O vocalista Tommy Karevik explicou que o álbum mergulha nos aspectos mais profundos da mente humana, explorando o conflito constante entre medo e esperança, destruição e recuperação. De acordo com o cantor, o conceito permitiu que o grupo experimentasse uma sonoridade mais sombria, atmosférica e cinematográfica, sem abandonar os elementos melódicos que caracterizam sua identidade.

A produção ficou novamente a cargo de Sascha Paeth, colaborador de longa data do grupo, enquanto a mixagem e a masterização foram conduzidas por Jacob Hansen.

Além do conceito elaborado, Dark Asylum contará com uma série de participações especiais. Entre os convidados estão Tobias Sammet, Clémentine Delauney, Lea-Sophie Fischer, Ignacia Fernández, além de Rannveig Sif Sigurðardóttir, Sólveig Sara Leupold e Billy King.

Musicalmente, o trabalho promete equilibrar passagens orquestrais grandiosas, melodias sombrias e narrativa teatral. Faixas como Ashen World, Ivy, My Dear e Sanctuary são apontadas pela banda como peças centrais da trama, que aborda temas como identidade, sanidade, manipulação e transformação pessoal


Faixas de “Dark Asylum”

  1. Sanctorium
  2. Ashen World (feat. Ignacia Fernández)
  3. Dark Asylum
  4. Sanctuary (feat. Clémentine Delauney e Ignacia Fernández)
  5. Nocte Veritas
  6. One Last Masquerade (feat. Tobias Sammet)
  7. Ivy, My Dear
  8. Godlike Alchemy
  9. The Sleeping Mind (Orphic Paradigm)
  10. Kaleidoscope
  11. Enigma (Think of Me)
  12. Cassandra’s Disease
  13. Beneath the Moon (Tunglið) (feat. Rannveig Sif Sigurðardóttir, Sólveig Sara Leupold e Lea-Sophie Fischer)
  14. The Puppet King
  15. Sanctum Requiem

O lançamento estará disponível em diversos formatos, incluindo CD digipak, edição earbook com dois discos e versão instrumental, fita cassete, vinis coloridos e variantes de colecionador, incluindo uma edição especial preenchida com líquido vermelho simulando sangue.



Atualmente, o Kamelot é formado por Tommy Karevik (vocais), Thomas Youngblood (guitarras), Oliver Palotai (teclados), Sean Tibbetts (baixo) e Alex Landenburg (bateria).

KAMELOT Online:
WEBSITE
FACEBOOK
INSTAGRAM
TIKTOK
NAPALM RECORDS


Fonte: RoadieCrew.com