Mostrando postagens com marcador VIDEOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador VIDEOS. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Korzus lança single/videoclipe "Blind Deaf Mute"

 Banda aposta em lançamento surpresa global e apresenta uma obra conceitual inspirada em Caravaggio e nas tensões sociais contemporâneas

Existem nomes que não apenas atravessam décadas, mas que moldam o próprio aço da história. O KORZUS é um desses pilares. Mantendo o ritmo avassalador de sua nova fase, a lendária banda paulistana de Thrash Metal surpreende o mercado mundial com o lançamento surpresa do single e videoclipe de "Blind Deaf Mute".



Acompanhando o marco do lançamento anterior, "No Light Within", a nova faixa atua como o contraponto perfeito na discografia da banda. Enquanto a música que abriu os caminhos da nova era trazia velocidade e uma estética predominantemente clara, "Blind Deaf Mute" mergulha em uma atmosfera cadenciada, densa e cheia de groove, acompanhada por uma produção audiovisual dramática com fundo escuro, explorando o claro-escuro e o dinamismo do Chiaroscuro clássico.

O clipe, idealizado, produzido e dirigido de forma independente pelos guitarristas Jean Patton e Jessica Falchi, traduz de maneira lúdica e conceitual as camadas de opressão e alienação presentes na letra. Inspirado pela profundidade visual do mestre da pintura italiana Michelangelo Merisi da Caravaggio, a estética do vídeo utiliza o contraste marcante para propor reflexões sobre o silenciamento, a manipulação social, a religião e a perda dos sentidos fundamentais no mundo moderno. A produção conta ainda com a participação especial do criador de conteúdo Cauê Moura, que interpreta a figura central opressora na narrativa.




O guitarrista Jean Patton detalha a busca estética e conceitual da produção:

"Buscamos construir uma imagem muito forte e dramática. Um quadro não vem com bula; ele te dá múltiplas óticas e deixa espaço para que cada pessoa interprete a partir da sua própria vivência. 'Blind Deaf Mute' fala sobre as diversas formas de opressão que vivenciamos diariamente, seja na sociedade, no trabalho, na política ou na religião, propondo o questionamento sobre estarmos cegos, surdos ou mudos para o que nos cerca. A arte tem o poder de propor reflexões, influenciar a realidade e enaltecer a revolução interior."

Para a guitarrista Jessica Falchi, a faixa reflete um momento de libertação e posicionamento:

"A letra aborda o sentimento de quem é oprimido e privado de sua liberdade e expressão. No clipe, construímos uma narrativa onde os personagens passam do automatismo e da dominação para o desespero e a busca pelo despertar. Cada elemento foi minuciosamente pensado para representar essas barreiras e a união necessária para superar o opressor. É uma mensagem forte, atual e muito alinhada com o papel do Metal como força transformadora."

Com uma estratégia de lançamento direto e sem avisos prévios nas plataformas digitais e redes sociais, o KORZUS reforça a intensidade da "Flesh Machine Era". Unindo o peso histórico de Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria) à virtuosidade e visão estética de Jean Patton e Jessica Falchi, o quinteto demonstra que sua longevidade é impulsionada por constante renovação e relevância artística.


Fonte: Whiplash.net

Benediction compartilha o videoclipe de Engines Of War

 

O Benediction compartilhou o videoclipe de Engines Of War. A faixa está no repertório do álbum Ravage Of Empires, o qual sairá no dia 04 de abril pela Nuclear Blast Records.

O novo disco será o nono full-length do grupo britânico, que começou as suas atividades na cidade de Birmingham, Inglaterra, em 1989.


Para os trabalhos de Ravage Of Empires, o Benediction contou com os trabalhos de Darren Brookes (guitarra), Peter Rew (guitarra), Dave Ingram (vocalista), Giovanni Durst (bateria) e Nik Sampson (baixo).

Outra novidade sobre o grupo é que a Tales Of The Triple Death Tour será ao lado do Jungle Rot e Master. O quinteto também se apresentará em festivais como Wacken Open Air e Maryland Deathfest. 


 Fonte:  Mundometalbr.com




quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Faces of Death leva Thrash/Death Metal brasileiro a sete países europeus e registra turnê em série de vídeos

 

O Faces of Death, representante do Thrash/Death Metal paulista, está realizando sua primeira turnê europeia, intitulada Hellropean Tour 2026. Iniciada em 15 de outubro, a excursão segue até o próximo dia 31, com apresentações na Holanda, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, França, Espanha e Portugal, sob agenciamento da On Fire Agency.

Além dos shows, o quarteto começou a disponibilizar uma série de vídeos nas redes sociais, documentando diferentes momentos da viagem e das apresentações. Os registros foram divididos em atos, permitindo que o público brasileiro acompanhe os bastidores e as experiências dos músicos durante a passagem pelo continente europeu.

A turnê acontece em um momento importante da trajetória do Faces of Death, que também anunciou recentemente sua contratação pela Combat Records. Segundo o comunicado divulgado pela assessoria, o acordo prevê o lançamento de dois novos álbuns de estúdio e a distribuição internacional do catálogo da banda. O primeiro trabalho dessa parceria está previsto para o primeiro semestre de 2027.


Um sonho que começou antes da pandemia

O vocalista, guitarrista e fundador Laurence Miranda comemorou a realização da primeira excursão europeia. Ele revelou que os planos para levar o grupo ao continente já existiam havia vários anos.

“Viver nossa primeira turnê europeia é a realização de um sonho! Estávamos planejando essa excursão desde antes da pandemia, mas os planos acabaram sendo adiados. Agora, finalmente, deu certo, e estamos levando o Metal brasileiro a novos públicos, além de viver momentos inesquecíveis. Com a Combat Records e dois novos álbuns pela frente, temos certeza de que o melhor ainda está por vir.”

O Faces of Death retomou suas atividades em 2016, após um longo período de inatividade. Desde então, lançou trabalhos como From Hell (2018), Usurper of Souls (2020) e Evil (2023), consolidando uma proposta musical influenciada pela agressividade do Thrash Metal dos anos 1980 e pelo peso do Death Metal da década seguinte.

Em 2025, o grupo apresentou o single e videoclipe “Terror em Barbacena”, composição inspirada na história do Hospital Colônia de Barbacena, em Minas Gerais, instituição associada a graves violações de direitos humanos e milhares de mortes. Assim, a música marcou a estreia da atual formação em um registro inédito de estúdio.

Atualmente, a banda reúne Laurence Miranda (vocal e guitarra), Maurício Filho (guitarra), Sylvio Miranda (baixo) e Igor Nogueira (bateria).

Com a Hellropean Tour 2026 entrando em sua reta final, o Faces of Death encerra uma etapa importante de sua internacionalização, mas se prepara para concentrar esforços no próximo álbum.

Confira os vídeos da turnê europeia nas redes sociais da banda e assista ao videoclipe de “Terror em Barbacena”.



Ouça Aqui ! 



Ultimo album do  Face Of Death - Evil 2023


Fonte: Mundometalbr.com


terça-feira, 27 de outubro de 2026

Gloria Cavalera festeja vitória de Lula e publica vídeo de Max tocando Territory, do Sepultura

 

No concorrido pleito presidencial brasileiro deste ano, o mineiro Max Cavalera (Killer Be Killed, Nailbomb, Cavalera Conspiracy, ex-Sepultura) foi firme em sua posição e declarou apoio a Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

Na campanha, ele publicou em suas redes sociais: “Poder pro povo lutando contra o fascismo. Vamos proteger a Amazônia. Protejam as tribos. A vida e pra todos não somente pros ricos com poder”. A postagem ainda tem uma foto do músico segurando uma placa com os dizeres: “Contra o racismo, contra os fascistas; Refuse/Resist, vote Lula”.

Com a vitória esmagadora de Luiz Inácio, cuja diferença de votos foi superior a 4,4 milhões, a galera que o apoiou está em festa, como é o caso justamente de Max e sua esposa, a americana Gloria.

Em publicação nas redes sociais, a empresária festejou a vitória de Lula e publicou um vídeo de Max tocando Territory, do Sepultura.

O músico tocou guitarra e cantou o primeiro verso do clássico do metal nacional, que é uma crítica aos conflitos armados, à manipulação política e religiosa, ao racismo e à intolerância. “Unknown man/Speaks to the world/Sucking your trust/A trap in every word” – “Homem desconhecido/Fala para o Mundo/Sugando sua confiança/Uma armadilha a cada palavra”, em tradução livre.

Já na legenda da publicação, Gloria escreveu: “Parabéns, Brasil! Estados Unidos, vocês são os próximos”, se referindo à extinção da extrema-direita no país.

Territory

Territory é a segunda canção de Chaos A.D., quinto trabalho de estúdio do quarteto brasileiro – Andreas Kisser (guitarra), Iggor Cavalera (bateria) e Paulo Xisto Júnior (baixo) -, o qual saiu em setembro de 1993.

O disco foi a consagração do Sepultura no mercado internacional e estabeleceu a banda como uma força da cena heavy metal noventista. Grupos como Korn, Slipknot, Deftones e Coal Chamber beberam na fonte de Chaos A.D. para criar as suas respectivas obras musicais.




 Fonte: Rockbizz.com.br

Angela Gossow explica como Laurent Hart se tornou a nova vocalista do Arch Enemy

 


Depois de muito suspense o sueco Arch Enemy encerrou a novela de sua nova frontwoman ao assumir Lauren Hart como sua vocalista. O anúncio oficial saiu em 19 de fevereiro deste ano, na companhia do novo single To The Last Breath.

A norte-americana, que chegou a cantar no Once Human e Divine Heresy, passou a ocupar a vaga da canadense Alissa White-Gluz que desistiu do trabalho de frontwoman do grupo, após doze anos de parceria.

Agora, durante participação no podcast She’s With The Band, a empresária Angela Gossow, que também ocupou o posto de forntwoman na banda entre os anos de 2000 e 2014, explicou como Laurent Hart se tornou a nova vocalista do Arch Enemy.

“Conheço a Lauren desde que ela surgiu com o Once Human, no primeiro e segundo álbuns que eles lançaram. E eu a notei porque havia muitas semelhanças entre nós duas, principalmente vocalmente. Além disso, ela é uma pessoa muito enérgica no palco.

Ela deu uma entrevista em que disse que Wages Of Sin [do Arch Enemy, de 2001] basicamente a inspirou a fazer esse tipo de vocal gutural. Então, obviamente, isso apareceu no meu feed também, e eu achei muito interessante e legal de ver”.

“Sempre acho interessante quando as pessoas dizem: ‘Você é minha influência’, mas o resultado é completamente diferente”, continuou. “Elas seguem por outro caminho com essa influência. Acho que é o que todos nós fazemos, mas é interessante acompanhar.

E não havia tantas mulheres no metal, então eu meio que acompanhei cada uma delas. E, sim, acho que começamos a conversar casualmente há um tempo, porque o Once Human não estava acontecendo, e a Lauren estava procurando algo novo para fazer, e eu gostei muito de alguns covers que ela estava fazendo.

Então, um dia, eu simplesmente disse a ela: ‘Acho que você deveria estar em algum tipo de híbrido entre Arch Enemy, Dimmu Borgir e Machine Head’, vocalmente falando. E ela disse: ‘Sim, se alguma coisa surgir, se você pudesse…’ Eu estava pensando em abordar músicos, do ponto de vista de gerenciamento, montar algo, um novo grupo, porque você não se candidata a vagas que já estão preenchidas”.

“Tive a ideia de fazer isso com ela ou para ela, e fiquei perguntando por aí, pensando em quem eu poderia convidar. Isso foi há um tempo. Acho que foi bem chocante quando um dia eu perguntei se ela toparia fazer um cover do Arch Enemy, só para testar, ver como ela reagiria. Ela nem sabia do que se tratava.

Ela se saiu muito bem. Ela tinha suas preocupações e medos, mas conseguiu. E eu acho que se alguém simplesmente vai lá e faz, é porque tem muita coragem. É disso que você precisa. Além disso, eu sabia que ela tinha experiência em turnês. Aconteceu tudo muito depressa, ficamos meio que sem vocalista em dezembro de 2025 e pensamos: ‘Caramba, a gente só quer continuar em turnê e quer continuar com a banda’. Então ela teve que ser muito rápida. Ela teve que se adaptar rapidamente”, concluiu Angela.




Fonte: Rockbizz.com.br

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Deicide lança vídeo pro de festival realizado na Espanha, em agosto último

 

Um vídeo filmado profissionalmente da apresentação do DEICIDE em 8 de agosto de 2026 na edição deste ano do festival Leyendas Del Rock no Polideportivo Municipal de Villena em Villena, Alicante, Espanha, pode ser visto abaixo.

Músicas em destaque:

  • 00:00 “Scars Of The Crucifix”

  • 03:18 “Dead By Dawn”

  • 07:36 “Homage For Satan”



O DEICIDE fez seu primeiro show com o novo guitarrista Jadran “Conan” Gonzalez (EXMORTUS) em setembro de 2025 no show de abertura da turnê latino-americana da banda com o BEHEMOTH no Tork N’ Roll em Curitiba, Brasil.

Gonzalez entrou no DEICIDE como substituto do guitarrista de longa data Kevin Quirion, que deixou a banda na primavera de 2025.

Quando a adição de Jadran ao DEICIDE foi anunciada pela primeira vez em setembro de 2025, ele disse em um comunicado: “Estou muito feliz e honrado em tocar ao lado de lendas como Glen [Benton, baixo/vocal] e Steve [Asheim, bateria] e de conviver com o restante da equipe. Agradeço a eles por me receberem a bordo.”

Quirion saiu do DEICIDE em abril de 2025, explicando em uma publicação nas redes sociais: “Então, depois de 15 anos, decidi deixar a banda. Principalmente, estou cansado de fazer turnês e gostaria de passar esse tempo extra com minha família. Ainda estarei escrevendo músicas e já enviei algumas para Derek Roddy e Sean Baxter para lançarmos sob o nome COUNCIL OF THE FALLEN. Não haverá gravadoras ou shows, apenas lançaremos EPs sempre que tivermos vontade. Foi muito bom conhecer vários fãs, bandas, promotores etc. e desejo o melhor a todos.”

Quirion apareceu nos últimos três álbuns do DEICIDE: “In The Minds Of Evil” (2013), “Overtures Of Blasphemy” (2017) e “Banished By Sin” (2024).

O álbum mais recente do DEICIDE, “Banished By Sin”, foi disponibilizado em abril de 2024 via Reigning Phoenix Music.


Fonte: Rockbrigade.com.br

sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Immolation anuncia a rápida e iminente autodestruição da humanidade no ótimo "Descent"

  



O death metal possui bandas que você escuta poucos segundos e já consegue identificar quem é graças a sua singularidade: assim acontece com os vocais do Obituary, o clima carregado do Morbid Angel, a violência do Krisiun e por aí vai. Se tem um grupo nesse meio que possui uma marca própria, sem dúvidas, é o nova-iorquino Immolation.


Mesmo sem estar muitas vezes associado aos grandes nomes do death metal como os citados acima - injustiça histórica - o grupo não abaixa a guarda e continua lançando bons discos atrás de bons discos. A história se repete com seu décimo segundo e assombroso "Descent" (2026), quinto lançamento do grupo no Brasil graças à parceria Shinigami Records com a Nuclear Blast Record


Constância continua sendo para mim uma das palavras que melhor se encaixam ao que o Immolation faz: sua brutalidade, técnica e temáticas permanecem inabaladas, mas há um elemento a mais em "Descent" (2026): a afirmação de que o homem falhou e que isso irá lhe custar em breve, muito caro. "Quando olhamos para a história e vemos como as coisas eram no passado, pensamos: 'Nossa, como isso aconteceu? Como é possível?' E agora vemos isso acontecendo bem diante dos nossos olhos, então é uma sensação muito frustrante, mas também de pânico. Acho que o mundo inteiro está sob esse manto de medo e incerteza."


 A mensagem do disco é clara: guerras, cobiça, avareza, fanatismo religioso, imposição e dominação de povos sobre outros povos estão levando o homem a sua rápida e iminente autodestruição. Adicione tudo isso a música extrema feita pelo grupo e você terá a sensação desconfortante de que não adianta, dias melhores não virão. "A humanidade está fadada ao fracasso, e é uma situação muito triste ter esse sentimento. Acho que esse é o espírito da época que predomina no momento, essa sensação avassaladora de desespero e falta de esperança, e acho que a arte da capa transmite isso perfeitamente", disse Robert Vigna. A imagem, que pode até remeter a alguma obra antiga no estilo John Martin, foi criada especialmente para esse disco pelo israelense Eliran Kantor. O medo e terror estampado no olhar do anjo atinge em cheio quem o encara.


O sempre elegante Vigna, ao lado de Alex Bouks, faz com que as guitarras sigam afiadíssimas. Ross Dolan impõe seus vocais guturais. Mas o maior destaque é Steve Shalaty: extremamente habilidoso, o baterista fez uso de tempos diferentes, ritmos quebrados e dos tom-tom, deixando as músicas mais dinâmicas, fora do caminho válido, mas comum, do blast beat indiscriminado.



"Descent" (2026) é outro degrau que o Immolation supera e eu continuo me perguntando, disco após disco: como é que uma banda desse quilate é frequentemente esquecida, mesmo lançando trabalhos muitas vezes acima dos seus pares mais famosos? "These Vengeful Winds", "God's Last Breath", "Bend Towards The Dark", "False Ascent" e "Descent" nos lembram porque o death metal é um estilo pouco amigável para boa parte do público metal: violentas, intensas, ameaçadoras.


O disco não coloca o Immolation no rol dos grandes nomes do death metal, ele ratifica seu lugar ali, pobres das almas que ainda ignoram o que essa seminal banda faz. Uma pontinha de luz no fim do túnel: o Immolation retornará ao Brasil em dezembro desse ano junto do Testament e Municipal Waste. Não perca, afinal, estamos a caminho do fim...


Ouça Aqui !



Fonte: Whiplash.net

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

Soilwork lança o novo single Night Whispers & Shining Lights

 

O sueco Soilwork lançou o novo single Night Whispers & Shining Lights, coroando um ano monumental em celebração aos 30 anos da banda. O lançamento chegou em pleno andamento da grandiosa turnê europeia do grupo ao lado de Amon Amarth e Orbit Culture.

Trazendo a fusão característica de riffs afiados, melodias marcantes e refrãos épicos, Night Whispers & Shining Lights prova que os gigantes suecos continuam entregando uma energia avassaladora e definidora do gênero, mesmo após três décadas de uma trajetória lendária.

O líder e vocalista da banda, Björn “Speed” Strid, comentou: “Night Whispers & Shining Lights é uma joia escondida que ficou guardada por alguns anos, mas que celebra nossos 30 anos e o início da turnê com o Amon Amarth e o Orbit Culture em grande estilo. Esperamos que vocês curtam tanto quanto nós! Nos vemos nos palcos em breve”.




Formada originalmente no final de 1995 sob o nome Inferior Breed, a banda mudou seu nome para Soilwork em 1996. Originários da pequena cidade de Helsingborg, eles rapidamente cavaram seu próprio espaço no cenário do metal sueco, fundindo com maestria os elementos fundamentais do melodic death metal com riffs de power groove e ganchos melódicos marcantes.

Para celebrar este grande marco de 30 anos, Björn e a banda vêm promovendo uma retrospectiva especial ao longo de todo o ano de 2026. A cada mês, o grupo mergulha em sua extensa discografia, destacando dois álbuns por vez para compartilhar registros inéditos de estúdio, raridades da mídia e histórias bastantes íntimas dos bastidores com fãs de todo o mundo.

Night Whispers & Shining Lights funciona tanto como uma celebração dessa rica história quanto como um olhar firme e potente em direção ao futuro.

Além de Björn “Speed” Strid, o Soilwork conta com os trabalhos de Simon Johansson (guitarra), Sven Karlsson (teclado), Sylvain Coudret (guitarra), Bastian Thusgaard (bateria) e Rasmus Ehrnborn (baixo)


Fonte: Rockbizz.com.br

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Obituary anuncia relançamentos remasterizados de “Xecutioner’s Return” e “Darkest Day”

 

A banda americana de Death Metal Obituary lançará versões remasterizadas dos álbuns “Xecutioner’s Return” (2007) e “Darkest Day” (2009) em 11 de dezembro, pela Relapse Records. Os discos voltarão ao mercado em formatos físicos e chegarão às plataformas de streaming pela primeira vez. Em comunicado, o grupo celebrou a oportunidade de disponibilizar novamente os trabalhos. Além disso, homenageou dois músicos importantes de sua história: o baixista Frank Watkins e o guitarrista Ralph Santolla.

“Estamos muito empolgados com os relançamentos remasterizados de ‘Xecutioner’s Return’ e ‘Darkest Day’. Esses álbuns não estão disponíveis há muitos anos, e é ótimo saber que em breve os fãs finalmente poderão adquiri-los. Isso dará a todos a oportunidade de apreciar e recordar Frank Watkins e as últimas gravações do Obituary com ele, além de permitir que os fãs celebrem os solos incríveis e cheios de técnica que Ralph Santolla gravou nesses discos durante seu período conosco.

Descansem em paz, nossos dois irmãos… vocês se foram, mas não foram esquecidos.”

Os relançamentos estarão disponíveis em LP, álbum duplo em vinil (2LP), CD e fita cassete. Os fãs já podem fazer a pré-venda pelo site oficial da Relapse Records. Além da remasterização de “Xecutioner’s Return”, originalmente lançado em 2007, a nova edição de “Darkest Day” trará duas faixas bônus: “Dethroned Emperor”, cover do Celtic Frost, e uma versão de “Slowly We Rot” gravada em 2008. Ambas apareceram originalmente no EP “Left To Die”, lançado naquele mesmo ano.

Dois capítulos da trajetória do Obituary

Batizado em referência ao nome original da banda, Xecutioner, “Xecutioner’s Return” marcou o retorno do grupo em 2007 com riffs pesados, andamento agressivo e o groove característico de sua sonoridade. Na época, o disco foi uma demonstração de Death Metal old-school com uma pegada orgânica e uma atmosfera sombria.

Lançado posteriormente, “Darkest Day” deu continuidade a essa abordagem, com destaque para os riffs cadenciados e o peso que ajudaram a consolidar a identidade do Obituary dentro do Death Metal. Os dois trabalhos também registram a participação de Frank Watkins e Ralph Santolla, cuja contribuição a banda faz questão de celebrar nos novos relançamentos.

Em 2022, a Decibel Books publicou “Turned Inside Out: The Official Story Of Obituary”, biografia oficial autorizada do grupo escrita por David E. Gehlke, autor de livros sobre Chuck Schuldiner, do Death, e a gravadora Noise Records, entre outros nomes importantes da música pesada.




 fonte: Mundometalbr.com

Fear Factory prepara álbum diverso e amplia reflexões sobre inteligência artificial, diz Dino Cazares

 

O guitarrista Dino Cazares, do Fear Factory, afirmou que o próximo álbum de estúdio da banda explorará diferentes caminhos musicais sem abandonar os elementos que definem sua identidade. Em entrevista ao GRIMM Gent, o músico comentou o single “Roboticist”, lançado no fim de agosto pela Nuclear Blast. Do mesmo modo, antecipou que o restante do disco também apresentará novas abordagens. A faixa marca a estreia em gravações de Milo Silvestro nos vocais e Pete Webber na bateria integrantes da formação de turnê há mais de três anos e meio.

Cazares explicou que a composição surgiu originalmente como uma faixa instrumental, criada três anos antes para demonstrar os recursos de seu plugin Toneforge Disruptor. A música explorava timbres limpos, texturas lo-fi, diferentes distorções e afinações mais graves. A entrada de Milo Silvestro, porém, deu ao material o impulso necessário para chegar ao público.

“Quando Milo entrou e cantou sobre a música, e fez o refrão, pensei: ‘É isso. É isso’. Ela precisava ser lançada. Também fizemos alguns pequenos rearranjos. A parte intermediária costumava ser o trecho final da música, mas mudamos isso. No vídeo original que fiz três anos atrás para a versão instrumental, eu tocava duas guitarras diferentes, uma de sete cordas e outra de oito. Agora, uso apenas uma guitarra de oito cordas, um modelo de assinatura da Kiesel. Fizemos alguns ajustes para os vocais, e o resultado ficou ótimo.”

O guitarrista também comentou as reações divergentes à nova formação, principalmente as comparações entre Silvestro e o antigo vocalista Burt Burton C. Bell.



Não entendo por que as pessoas precisam dizer isso, porque o Fear Factory é basicamente o meu estilo. Já li muitos comentários dizendo: ‘É parecido demais com o Fear Factory’, ‘Não parece o suficiente com o Fear Factory’, ‘Ele é parecido demais com Burt’ ou ‘Não é parecido o suficiente com Burt’. Você não consegue vencer. Então você lança a música e espera pelo melhor.”

Próximo disco terá outras facetas do Fear Factory

Apesar das opiniões divididas, Dino afirmou estar satisfeito com o novo material e ansioso para que os fãs conheçam o álbum completo.

“Eu, pessoalmente, adoro a música nova. Adoro o disco que está por vir e mal posso esperar para que as pessoas ouçam o restante. Ele é diverso. Tem muitos elementos do Fear Factory que as pessoas conhecem, mas também explora outras coisas. E, claro, Milo introduz diferentes estilos vocais. Queríamos lançar algo direto, uma música curta e matadora. Acho que a próxima faixa que lançaremos também será um pouco diferente. Mas você ainda vai dizer: ‘Certo, isso continua sendo Fear Factory’. A fórmula ainda estará lá, sim, mas haverá novos elementos.”





Inteligência artificial e a relação entre humanos e máquinas

As letras também darão continuidade à reflexão sobre tecnologia e à relação entre seres humanos e máquinas, tema presente desde “Soul Of A New Machine”, álbum de estreia lançado em 1992. Cazares explicou que não pretende revelar todo o conceito do novo trabalho. Todavia, adiantou que as composições abordarão questões que ganharam ainda mais relevância com o avanço da inteligência artificial.

Para o guitarrista, a IA já está profundamente integrada ao cotidiano, dos celulares e aplicativos aos algoritmos e processos de criação. Ele reconheceu que a tecnologia apresenta vantagens e desvantagens, mas criticou a falta de controle dos usuários sobre o uso de seus dados. Além dos recursos naturais necessários para manter grandes centros de processamento. Também apontou uma contradição nas críticas publicadas na internet: muitas pessoas usam as próprias plataformas digitais para reclamar de uma tecnologia presente nesses ambientes.

Ao recordar o álbum “Obsolete”, lançado em 1998, Dino citou exemplos de mudanças que a banda já abordava naquela época, como o declínio das revistas impressas de música e a transformação das rádios tradicionais em serviços cada vez mais digitais. Para ele, a relação entre humanidade e tecnologia continua mudando, e o Fear Factory pretende explorar os novos desdobramentos desse cenário nas próximas composições.


Turnês e nova formação

Produzida, gravada, mixada e masterizada por Damien Rainaud, “Roboticist” chegou acompanhada de um videoclipe cinematográfico dirigido por Vincente Cordero e produzido por Arion Csihar. O lançamento coincidiu com a turnê europeia Cybernetic Domination, que contou com Crystal Lake, Hate e The Nocturnal Affair e terminou em 10 de outubro, em Londres.

A banda também anunciou uma turnê pelos Estados Unidos em novembro de 2026, com Darkest Hour e Brotality, após uma série de shows em conjunto com o Mushroomhead. A entrada de Milo Silvestro foi anunciada oficialmente em fevereiro de 2023, e ele e Pete Webber fizeram seu primeiro show como atração principal do Fear Factory em 5 de maio daquele ano, no Whisky A Go Go, em West Hollywood, na Califórnia.




 Fonte: Mundometalbr.com