terça-feira, 17 de janeiro de 2023

RESENHA: TANKARD – “PAVLOV’S DAWGS” (2022)

 



Após cinco anos do último lançamento chamado “One Foot In The Grave”, os mestres cervejeiros germânicos do Thrash estão de volta com uma nova receita sonora para os amantes da cevada original e do Metal. A nova borda branca da caneca recebeu a nomenclatura de “Pavlov’s Dawgs”, sendo um belo nome para se pronunciar durante aquela bebedeira de “responsa” com os amigos e compatriotas. Aproveitando a deixa, os “kings of beer” somam agora ao todo 18 álbuns de estúdio, isso sem contar os outros formatos e sem contar também com o álbum comemorativo, “Best Case Scenario: 25 Years in Beers”, de 2007. O novo caneco cheio de lúpulo e levedura foi lançado no dia 30 de setembro via Reaper Entertainment, marcando mais uma dose bem cheia em favor dos teutônicos. A produção ficou por conta de Martin Buchwalter, enquanto a arte da capa é assinada por Patrick Strogulski, que soube bem explorar a questão envolvendo Pavlov ao retratar os cães na imagem. A nova caneca musical foi gravada no Gernhard Studio, em Troisdorf, Nordrhein-Westfalen (Renânia do Norte-Vestfália), Alemanha. O novo elixir forjado no trigo da boa música, veio para consagrar ainda mais a história dos caras e, portanto, merecem tal prestígio. Resta averiguar se a cerveja é de qualidade ou se foi batizada, se está choca ou é versão sem álcool (vulgo, sem guitarra). Vamos nos embebedar agora mesmo!

Carregando a alcunha de faixa-título, porém de forma singular, “Pavlov’s Dawg” surge em primeiro lugar para guiar o ouvinte para o bar correto, onde estão todos os bravos e destemidos guerreiros, apreciando bebidas qualificadas. A questão referente ao som possuir o nome do disco no singular traz à tona o álbum do compatriota Kreator, “Extreme Aggression” (1989). A diferença é que no caso do Tankard, o nome da canção é escrita no singular e o nome do álbum no plural, enquanto a clássica faixa do Kreator é escrita no plural e o álbum no singular.

Dito tudo isso, vamos à bebedeira, digo, à sonzeira dos criadores do Alcoholic Metal!

Tankard 08.05.2022 Session Frankfurt – Doughhouse, germany/Photo by Axel Jusseit

Logo na entrada do boteco germânico temos aquela que gerou a pequena explicação um pouco acima do decorrer do manuscrito. Trata-se de “Pavlov’s Dawg”, faixa-título do disco que traz consigo o tema tradicional e central “tankardiano”: a cerveja. Cheers! A festa da cevada dá a cartada inicial com pleno acerto. Isso até pode indicar algo como “lá vem a melhor faixa do disco”, mas não é bem assim que o enredo musical funciona por aqui. As primeiras notas mostram a calmaria antes da fermentação. O cálculo do teor de sabores é feito pelo contrabaixo de Frank Thorwarth. A partir desse plano a canção toma forma e ganha um ritmo veloz como uma ventania ao percorrer por uma plantação de trigo. O Thrash está presente desde o kit imponente de Olaf Zissel até os vocais “cervejantes” de Gerre. Quando surgem os solos de Andy Gutjahr, estes se fazem presentes de forma cadenciada, mas logo pisam fundo, acelerando a canção. As onomatopeias na letra destacam o bom humor da banda ao compor e quem aprecia uma boa bebida, entende bem cada som característico e relacionado ao momento de refrescância e alegria. O autor alega não ser viciado, mas ao ouvir o barulho da tampa da garrafa sendo aberta, entra em completa hipnose, fazendo-o ficar ébrio gole após gole. E isso se agrava por gostar também de whisky e gin. Ou seja, a alegria está presente quando o copo, caneca ou taça estão cheios. São estes os sinais preditivos para atrair os cães de Pavlov que são ouvidos ao término da trilha.

“EU OUÇO O FIZZ, EU OUÇO O PLOPP
E ME OCORRE, EU SOU O FILHO DE PAVLOV
EU OUÇO O EFERVESCENTE, COMEÇO A BABAR
E ME OCORRE, EU SOU O TOLO DE PAVLOV”

Na sequência temos algo bastante atual. Seria um novo drink? “Ex-Fluencer” te envolve em uma nova trama com formato diferente, envolvente e condizente com a trama. A abertura lembra por certos momentos o nobre Nuclear Assault com todos os ingredientes da caneca germânica. Os pedais de Olaf Zissel ditam o ritmo mais Heavy Metal oitentista, contando com a presença de riffs cavalares marcantes e um baixo bem presente nas linhas demarcadas pelo tratado de “tomar todas” (parodiando Tordesilhas). Solos muito bem elaborados, indicando um misto de Heavy e Thrash da melhor qualidade. Dedilhados importantes e imponentes se sobressaem junto à canção. “Cliques, suor e lágrimas até um colapso nervoso / Morrendo de fome? Depressões? / Ela foi paga para funcionar de qualquer maneira / Rotina altamente viciante, lutando por reconhecimento / Cliques, suor e equipe até o colapso nervoso” – o influenciador que perde seu status e não consegue mais obter cliques e curtidas a se favor, se coloca em risco de queda, optando por produzir assuntos mentirosos com a nítida intenção de captar mais views e compartilhamentos em menor tempo, lhe rendendo uma bela bagatela frente às redes sociais. O mundo está um caos e você segue alimentando-o. Afinal, você gosta de ser influenciado por falsas notícias e aprendizado inútil. Basta ir com a cara do pseudo informante. Ainda há tempo de acordar e tornar o seu atual guru um ex-fluenciador.

Detalhe para o trecho em que é citada uma sigla:

“A cage of likes and dislikes, FOMO: fear of missing out” – Uma gaiola de curtidas e descurtidas, FOMO: medo de ficar de fora. Ou seja, o receio de não fazer parte da “tchurminha” ou “panelinha” o faz aceitar qualquer porcaria anunciada.


Os lendários bárbaros sempre foram e continuam sendo lembrados como grandes beberrões de seu tempo. Eis que os alemães adotaram a junção entre eles e a cerveja, ocasionando em “Beerbarians”. O som do cabo sendo plugado funciona como uma milimétrica introdução para os primeiros e robustos acordes serem executados com fervor. As linhas de bateria de Olaf Zissel alternam de acordo com as pontes e diferenciais da faixa. O ritmo por vezes fica próximo de sua irmã antecessora, o que resulta em um aprecio da bebida ainda maior. Os vocais de Gerre funcionam como o de um velho guerreiro beberrão em sua taberna preferida, curtindo a sua tankard cheia até a boca. O som mais cadenciado na parte intermediária serve de abertura para os solos de guitarra de Andy Gutjahr roubarem parte da cena, reduzindo a espuma do colarinho com maestria, enquanto as decolagens com velocímetro alcançando maiores números, conservam a temperatura, o sabor e o teor alcoólico do som. “Tivemos as festas que abalaram o mundo inteiro / Tenho festas cervejeiras toda semana / Mulheres bonitas de todas as tribos ao redor / Diversidade genética / Viva a cevada / Para água, fermento e lúpulo / Vá, levante sua caneca, não é a esperteza / Os amantes da cerveja levam o mundo ao topo” – desde a descoberta do fogo, da criação da roda, das autoestradas e aquedutos, os povos foram se empenhando e adquirindo cada vez mais conhecimento. A precariedade trouxe mais astúcia e aprendemos a nos virar. E tudo isso trouxe o desejo de fazer coisas das quais realmente amamos. Sejam festas grandes e convidativas ao mundo todo, sejam momentos mais simplórios, porém regados ao puro suco do malte e lúpulo.




Os seguidores de Nietzsche devem ter algum diário escondido embaixo do travesseiro ou até mesmo entre o colchão e o estrado da cama. Não é mesmo? A partir daí podemos notar a presença de “Diary Of A Nihilist” com todo o poder do German Thrash. A faixa começa de forma convidativa ao mosh banhado em cerveja e outras bebidas tão sensacionais quanto. Os riffs explêndidos provocados pelos encordoamentos ultra afiados, acrescentam mais pontos de insanidade ao álbum, demarcando seu território e passando por cima até da placa de endereço do vizinho. Os momentos mais viscerais podem ser associados ao conterrâneo Assassin, tornando o som verdadeiramente de assassinar os corações palpitantes e ávidos por boa “múzga”. O solo desce redondo, macio e reanima qualquer um que ouse experimentar a receita de sucesso com o toque especial germânico. Faixa descomunal e a mais agressiva até aqui. Cortesia dos riffs com amargor na medida certa e o frescor de grandes acordes construídos por Andy Gutjahr. “Atos demoníacos e sofrimento / Toda a esperança perdida para sempre / O inferno veio à terra, mas ninguém dá a mínima para o custo!” – os efeitos colaterais de seguir o niilismo se tornaram brinquedo para os piadistas modernos, sem se preocupar ou saber do que se trata. Muitos se converteram e você pode os encontrar na igreja ou galpão mais próximo da sua região. A conversão só serviu para concentrar os equívocos de uma sofrida e lobotomizada nação. O seu sangue são as águas que correm pelos rios, representando as veias de um organismo vivo. “Veins Of Terra” entrega ao ouvinte uma viagem pelos campos etílicos do elixir da boa vida boêmia. O baterista Olaf Zissel oferece linhas sonoras como uma maria fumaça trafegando de forma incessante com a intenção de chegar até a estação destinada para entregar as bebidas e abastecer a cidade do Metal. A sonoridade com mais barris cheios é mais presa à superfície e revela um plano distinto, servindo outro aperitivo para a tradicional algazarra sonora contida no menu. A alternância coloca em evidência a qualidade do quarteto alemão que demonstra viver grande fase. Os momentos repletos de variações rítmicas se assemelham ao cardápio oferecido pelos ingleses do Evile. Gerre também se sobressai e apresenta linhas vocais excelentemente produtivas à canção ao explanar, cantar, vociferar seus relatos e pensamentos de acordo com o tema. “A existência humana pesa em ouro azul / Demandas futuras aumentarão quando a população crescer / Mudança do clima, extremos climáticos / Seremos todos emigrantes quando não restar nada além da ganância” – conversas de bar levam a assuntos sérios como as preocupações sobre o futuro do planeta. A escassez de água potável cada vez mais intensa, o oxigênio cada vez mais rarefeito, o efeito estufa e tudo o que envolve o plano climático somado ao noticiário que explora o assunto sem dar trégua a ninguém. As veias da terra, secando diante dos seus olhos e abrindo espaço para o calor escaldante, sal e poeira, evidenciando os sinais sem vida nas veias da terra. O território ficando semelhante ao deserto do Saara.

Passamos da metade do cardápio e a bebedeira prossegue com “Memento”. Notas isoladas de baixo tocadas em sequência por Frank Thorwarth, são apresentadas junto a um leve agudo de guitarra, servindo de introdução para abrir as portas do boteco e chamar todo o bairro para a pancadaria sonora divertida e cheia de bebida. Os acordes de guitarra produzidos por Andy Gutjahr, oferecem um clima de suspense e ao mudarem para um caminho mais denso, apontam para o público indicando que vão acelerar novamente e que virá um breve solo vibrante de fazer tilintar as canecas sozinhas. O destaque dessa vez é para as partes isoladas do baixo de Frank Thorwarth em meio à pancadaria exemplar oferecida pelo competente Tankard. “Não deve esperar até que a vida passe / Queixo para cima! Peito para fora! Continue andando! / Bons velhos tempos, foda-se e adeus!” – por diversos motivos e acontecimentos envolvendo o passado, a pessoa acaba se tornando escrava dela mesma. Quando você passa a questionar sobre tudo e analisar o porquê de seu sofrimento, é quando você se predispõe a mudar o panorama e seguir em frente, recobrando sua sanidade e admitindo que não precisa remoer o que já passou. De volta ao controle, a motivação se faz presente e quem se julgava antes sem esperanças, se mostrará mais vivo e combativo do que nunca.

Antes de pedir a conta temos à mesa os seguintes pratos: “Metal Cash Machine”, “Dark Self Intruder” e “Lockdown Forever”.

A primeira das três garrafas sonoras é uma espetacular Dunkel com um teor massacrante de álcool pronto para te derrubar ao primeiro aprecio da cevada. O sinal verde foi dado e metralhadora sonora foi disparada. Siga o mosh insano, perdido nas entranhas da dança alemã de elementos viciantes e cultuados pelos senhores do peso metálico e da lâmina musical cortante. A dupla Andy/Frank entregam toda fúria e técnica abissais e seminais em prol de mais uma canção excepcional. No segundo plano temos a cadência e peso característicos, antecedendo os solos impactantes. Partes da estrutura sonora são semelhantes ao material pertencente ao Testament. Por serem partes, são perceptíveis aos ouvidos mais detalhistas em questão. Quanto ao tema ligado à canção, é uma sátira literal aos consumidores compulsivos, aqueles que consomem produtos e marcas por conta do puro e simples status, ignorando sua saúde e sua importância como ser humano pensante. “Justin e lady BlaBla também compraram nossos produtos / O saco de vômito auto-inflável, chocolate de cerveja, bebida rosa / Lançamos uma nova coleção, stinkers da Diaidas / É por isso que os fãs enlouquecem adorando apenas nós” – o tal do Justin você sabe quem é e a tal lady idem. Certo? A ideia é mostrar que o artista famoso pode lançar qualquer coisa que o ávido fã com memória de peixe morto irá babando sangue comprar. A próxima é uma grandiosa IPA com a acidez passando por uma inspeção assertiva, baseada no dedilhado calmo inicial, e que logo descamba para a cavalaria presa às carroças cheias de barris de carvalho para serem entregues à adega mais headbanger da região. Destaque para os dedilhados de guitarra de Andy Gutjahr, acobertados pelo contrabaixo robusto e energético de Frank Thorwarth. O conjunto de cordas recebe o devido apoio da potente voz de Gerre e das esplêndidas linhas de bateria que contornam toda a caminhada rumo ao abastecimento dos locais para degustação de boas bebidas. “Quem precisa de informações, quem precisa de fatos? / Espalhando boatos, espalhando mentiras / Isso é bom! É fácil! / Por que você simplesmente não polariza?” – é aí que a cegueira toma conta da mente e não percebe o tamanho do precipício que pode estar se sujeitando a cair. Quando a vanglória estiver crescendo, sua consciência estará bloqueada contra a realidade, onde o remorso é para os fracos. O remorso é feito para fracos. A liberdade é o seu Santo Graal, mas você está algemado como um tolo e jamais alcançará sua graça. Esse é o cidadão manipulado de hoje que se acha o maioral sem sequer saber o que acontece à sua volta.

A seguinte é uma magnífica Stout. Mas, o que é isso?! A bateria de Olaf Zissel se transformou numa metralhadora giratória com o poderio de um canhão, tamanho o peso e a timbragem do conjunto. Riffs eletrizantes proferidos por Andy Gutjahr complementam o enredo. A inspiração lírica demonstra o descontentamento total quanto à situação que se iniciou no fatídico ano de 2020. O incandescente e veloz baixo de Frank Thorwarth faz a festa daqueles que apreciam um amargor e um torrão na medida certa. “Primeiro eles nos disseram para saquear os estoques de alimentos / Esteja preparado, um vírus pode vir / Então eles fecharam as cidades e estradas / Sozinho em casa eu notei a diversão” – o Tankard nos conta o lado sarcástico dessa situação ao desfrutar da paralisação mundial. A nova onda é comer pizza todo dia, desfilar de short pela casa sem se preocupar com a taxa cambial, a coleção pessoal de discos de Metal colocando fogo na trilha sonora diária, o baile de máscaras bem na sua cara e totalmente natural, sexo virtual, filme pornô durante o dia, futebol na TV e cerveja gelada sempre. Esse é o lado bom de enxergar as coisas. Além de saquear o mercado como se fosse o último dia do planeta. Até que acabe a renda…



A saideira acontece sob a trilha de “On The Day I Die“, faixa esta que inicia a útima etapa de forma vagarosa, aproveitando bem o backing vocal para exercer o contraponto ideal para a voz principal de Gerre. A sonoridade amplia o desejo pelo vento batendo na cara através dos acordes seguintes. Os diferenciais agudos trazem o clima de despedida do álbum e mantém a última garrafa gelada e conservada para o bom aprecio de uma ótima Red Ale, regada a mais um excelente e comovente solo, que combina perfeitamente com o tom de final de disco que a música oferece. O que aconteceria se o seu médico te dissesse que estás prestes morrer? 24 horas são o seu tempo restante respirando. O Tarkard traz algumas soluções que podem coincidir com muitas ideias de mentes pensantes por aí afora: saltos de para-quedas, escala ao Everest, depilação com cera em câmera lenta e boquetes em abundância de rainhas jacaré. Gostou da ideia? Calma que tem mais: acerto de contas com professores odiados por você na escola, um passeio em foguete com destino até a Lua e até mesmo um surfe no calor de um vulcão. E aí? Pronto para festejar seu último dia nesse plano astral? Lembre-se desse cardápio especial quando chegada a hora.

Grande performance dos donos do botequim que enriqueceram o seu estoque de cevada sonora! Frankfurt está em festa!

OBSERVAÇÕES E CURIOSIDADES ALCÓOLICAS:

Ainda em 2022, mais precisamente no dia 1 de outubro, a banda da caneca cheia de grandes sabores lançou o segundo álbum comemorativo, “Alcoholic Metal 40 Years In Thrash – Extended Version”, sendo mais um compilação em favor dos beberrões.

É sabido por muitos, porém nem todos, que o Tankard honra o álcool e a cerveja em suas músicas desde 1986. Os apreciadores do elixir dourado e seus pares são patronos do chamado “Alcoholic Metal”. Em homenagem ao personagem folclórico Gambrinus, são considerados os “Kings Of Beer”.

Falando em Gambrinus, esse personagem possui duas situações a serem mencionadas:

A primeira é que Gambrinus é um lendário rei do povo de Flandres e o patrono não-oficial da cerveja, que possuía habilidades incríveis para produzi-la. A inspiração para tal parece ter sido real, já que o caso derivou de João, Duque da Borgonha, que alguns dizem ter sido o primeiro a produzir cerveja usando malte e lúpulo. Entretanto, como toda boa lenda, se confunde com outras histórias e, às vezes, Gambrinus aparece como cavaleiro medieval, ou um simples velhinho beberrão. Isso me fez lembrar de Chin Gentsai, icônico personagem da série de jogos de luta The King Of Fighters, embora este não beba cerveja, mas também é um velhinho beberrão.

A segunda situação é que Gambrinus vem a ser o nome da marca de uma das cervejas tchecas tipo Pilsen mais conhecidas do mundo. A linha pertence à Pilsner Urquell, umas das marcas mais saborosas com toda certeza. Já experimentou? Aproveite ao som do Tankard!

   

Sobre Pavlov e seus cães:

Ivan Petrovich Pavlov foi um fisiologista russo que ficou mais conhecido pelos seus estudos sobre os estímulos do sistema digestivo dos animais, embora tenha realmente entrado para a história por sua pesquisa em um campo que se apresentou a ele quase que por acaso: o papel do condicionamento na psicologia do comportamento.

Na década de 1920, ao estudar a produção de saliva em cães expostos a diversos tipos de estímulos palatares, Pavlov percebeu que com o tempo a salivação passava a ocorrer diante de situações e estímulos que anteriormente não causavam tal comportamento (como por exemplo o som dos passos de seu assistente ou a apresentação da tigela de alimento). Curioso, realizou experimentos em situações controladas de laboratório e, com base nessas observações, teorizou e enunciou o mecanismo do condicionamento clássico. A descoberta resumida trata referente aos acontecimentos que revelam uma ideia do que se fazer ou desejar de acordo com o que é visto ou sentido pelo animal. Parecido com a ideia de memória fotográfica, é como você passar por um bar e te dar vontade de tomar uma gelada, ou sentir o cheiro de café sendo preparado e te dar vontade de tomar um café quentinho feito na hora. Basicamente, são estímulos ligados a determinadas situações que podem te fazer desejar algo relacionado ao que foi visto e/ou sentido.

É como ouvir “Pavlov’s Dawgs” e automaticamente te dar vontade de tomar uma genuína Urquell.

“MEMENTO OF A BREAKDOWN WON’T LET IT SPOIL MY FUTURE PLANS
A TIDAL WAVE OF CHANGES WILL WASH AWAY MY OBVIOUS TRANCE
NO SENTIMENTAL SAD FROWN CAUSE I AIN’T DEAD, LONG LOST OR GONE
MOMENTO OF A BREAKDOWN, A FAITHFUL HEART HAS ALREADY WON
HAS ALREADY WON, HAS ALREADY WON”

Fonte: Mundometal.com 


Kreator, Sepultura e Death Angel farão tour pela América do Norte em maio e junho

 As bandas Kreator e Sepultura vão fazer uma turnê pela América do Norte nos próximos meses. A "Klash Of The Titans" vai acontecer entre os dias 12 de maio e 10 de junho e as bandas Death Angel e Spiritworld participarão da turnê. Confira abaixo as datas e locais das apresentações.



Antes de embarcar para a turnê na América do Norte, o Kreator passará pelo Brasil. O grupo liderado pelo guitarrista/vocalista Mille Petrozza é uma das atrações do festival Summer Breeze.


Fonte: Whiplash.net


segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Saxon lançará disco de covers em março; confira capa, tracklist e single

 A lendária banda inglesa de heavy metal Saxon anunciou que seu próximo trabalho de estúdio será lançado dia 24 de março. Intitulado "More Inspirations", o álbum apresenta versões para músicas originalmente gravadas por bandas como Kiss, Alice Cooper, Nazareth e The Who.



Produzido pelo vocalista/co-fundador Biff Byford, com Seb Byford ajudando a gravar a música ao lado do engenheiro de mixagem Jacky Lehmann, "More Inspirations" também inclui versões entusiásticas de Rainbow, ZZ Top, Cream e Uriah Heep.

O primeiro single do próximo álbum do Saxon é "The Faith Healer", cover da The Sensational Alex Harvey Band. Clique no player abaixo e confira o vídeo.


Confira a seguir o tracklist de "More Inspirations".


"We've Gotta Get Out Of This Place"

"The Faith Healer"

"From The Inside"

"Chevrolet"

"Substitute"

"Gypsy"

"Man On the Silver Mountain"

"Detroit Rock City"

"Razamanaz"

"Tales Of Brave Ulysses"


Fonte: whiplash.net

sábado, 14 de janeiro de 2023

Host, novo projeto dos membros do Paradise Lost, lança clipe "My Only Escape"

 Formada pelos integrantes do Paradise Lost, Nick Holmes e Greg Mackintosh, o Host lançou nesta sexta-feira, 13 de janeiro, uma nova música, intitulada "My Only Escape". A faixa traz um pouco mais do álbum "IX" que referencia uma das fases mais polêmicas do Paradise Lost, o álbum "Host", de 1999.


O vocalista Nick Holmes comentou: "Musicalmente, esta faixa tem um elemento repetitivo intencional que se constrói ao longo da música, isso também se reflete na ideia lírica, como numa repetição de uma vida cotidiana mal vivida. A sensação de realmente estar fisicamente assustado, funciona como um alívio justificável para o trabalho árduo do dia a dia."

"IX" será lançado no Brasil pela parceria Shinigami Records / Nuclear Blast Records no dia 24 de fevereiro. Confira abaixo a lista de faixas e capa do disco.



1. Wretched Soul

2. Tomorrow's Sky

3. Divine Emotion

4. Hiding From Tomorrow

5. A Troubled Mind

6. My Only Escape

7. Years of Suspicion

8. Inquistion

9. Instinct


Lista de faixas da versão digipak de "IX":


1. Wretched Soul

2. Tomorrow's Sky

3. Divine Emotion

4. Hiding From Tomorrow

5. A Troubled Mind

6. My Only Escape

7. Years of Suspicion

8. Inquistion

9. Instinct

10. I Ran (A Flock Of Seagulls cover)

11. Hiding From Tomorrow (Lustmord Remix)

12. Tomorrow's Sky (GosT Remix)



Fonte: Whiplash.net

Trivium grava cover de "Implore The Darken Sky", da banda Heaven Shall Burn

 A banda estadunidense Trivium lançou nesta sexta-feira (13 de janeiro) uma versão de "Implore The Darken Sky", música do grupo alemão Heaven Shall Burn. O cover foi disponibilizado nas plataformas digitais e pode ser conferido via Youtube no player a seguir.


As duas bandas acima citadas farão shows pela Europa em janeiro e fevereiro de 2023. Em dezembro de 2022, o Heaven Shall Burn lançou um cover de "Pillars Of Serpents", do Trivium.

Fonte: Whiplash.net

sexta-feira, 13 de janeiro de 2023

KAMELOT anuncia seu próximo álbum, “The Awakening”; assista o novo clipe, “One More Flag in the Ground”

 Após cinco anos do lançamento de The Shadow Theory, a banda americana Kamelot anunciou seu próximo álbum de estúdio. Intitulado The Awakening, o material será lançado no próximo dia 17 de março, através da Napalm Records. Confira o primeiro videoclipe do álbum, para o single One More Flag in the Ground:


O vocalista Tommy Karevik, disse: “O foco principal neste vídeo e música era ter uma metáfora para as lutas contra uma doença, seja física ou mental. Cada passo de cura e recuperação é outra bandeira no chão. A cada pequeno passo, mais uma vitória conquistada…”.

O guitarrista Thomas Youngblood completa falando sobre o álbum em si: “Com The Awakening, temos um dos nossos álbuns mais diversos em anos. Fundimos elementos do progressivo, power e gothic metal ao metal sinfônico e melódico neste. Trabalhar com incríveis artistas convidados de toda a indústria da música e ter o produtor Sascha Paeth e Jacob Hansen mixando nos deu mais um passo em frente no som geral. Este álbum oferece tudo aos fãs do Kamelot e também vai além das fronteiras para novas legiões de metal e hard rock.”


Tracklist de The Awakening:

01. Overture (Intro)
02. The Great Divide
03. Eventide
04. One More Flag In The Ground
05. Opus Of The Night (Ghost Requiem)
06. Midsummer’s Eve
07. Bloodmoon
08. Nightsky
09. The Looking Glass
10. New Babylon
11. Willow
12. My Pantheon (Forevermore)
13. Ephemera (Outro)

Fonte: RoadieCrew.com

Dissecando o Hellfest 2023: acompanhe o que vem por aí

 

Hellfest Open Air
15, 16, 17 e 18 de junho de 2023
Clisson, França

Antes do final de 2022, o Hellfest anunciou o tão esperado Line-Up para 2023, uma espera que já se tornou uma tradição entre os Bangers do mundo inteiro.  Alguns nomes já apareciam como obvios considerando os cartazes anunciados por festivais vizinhos e que acontecem no mesmo fim de semana do nosso apreciado Hellfest e facilitados pelo proximidade geográfica, como é o caso do Graspop na Bélgica e do Azkena da Espanha. 

Mas até que ponto o Hellfest nos surpreendeu ou nos emocionou com o cartaz?  Obviamente nenhum cartaz será comparado ao de 2022 aonde tivemos dois finais de semanas seguidos e ali vimos em sete dias de evento o que muitos demoram uma vida para fazê-lo.  

E para 2023, como vemos e opinamos desde dentro do evento?  O mesmo que frequentamos anualmente desde a edição de 2010 e que vimos anos após anos os erros e acertos, a evolução, o crescimento e o embelezamento do mesmo. Bem, como tivemos há pouco uma Copa do Mundo, podemos fazer uma comparação rasteira com a mesma.  

A cada fim de semana vemos e revemos os mesmos jogadores atuarem dentro das quatro linhas com seus clubes. Igualmente já assistimos em outras edições de Mundial atuarem por suas seleções, talentos que já jogaram 3, 4 ou até mesmo cinco Copas seguidas mas quando chega a esperada data Fifa, lá estamos para vê-los uma vez mais com a vontade de sempre.  

Pois assim vemos a edição do Hellfest em 2023, um desfile de craques que já passaram pelo mesmo duas, três ou até quatro vezes nessas ultimas doze edições em quatorze anos, lembrando que não tivemos festival em 2020 e em 2021. Lá em Clisson Rock City já vimos, revimos e fotografamos Kiss, Iron Maiden, Slipknot, Hollywood Vampires, Venom, Testament, The Cult, Rancid ou In Flames, apenas para citar um punhado de bandas que figuram no cartaz mas mesmo assim, lá estaremos um ano mais para curtir e cobrir o evento da melhor maneira possível. 

E aonde vem as surpresas?  Bem, assistir ao Pantera mesmo que essa não seja aquela banda de outrem e sim uma versão renovada da mesma devido as circunstâncias mas que para fãs que não puderam ver de perto a formação original já será um grande negócio.   

Um Slipknot que chega com disco novo debaixo do braço “The End, So Far” e também o Iron Maiden com sua The Future Past Tour prometendo tocar varias canções inéditas do disco mais recente “Senjutsu” projetadas sobre o emblemático “Somewhere in Time”.  

Teremos também Motley Crue tocando no festival após uma ausência de onze anos e que tocará no Brasil antes de embarcar para a Europa mas que por aqui as expectativas são enormes.   

Todas estas bandas são os destaques do palco MainStage 01 deixando o MainStage 02 com nomes como Tenacious D, Incubus, Sum 41, Parkway Drive, Papa Rocas, Powerwolf e muito mais. Ao chegar no Warzone, palco que originalmente tocavam bandas menores e habitualmente invadido por punks, hardcores e afins que se converteu no terceiro palco mais importante do evento.  Porém o que nos chama a atenção é a ausencia quase que completa de bandas Hardcore ou pelo menos de grandes nomes do estilo.  

Era esperado pelo menos o Biohazard que anunciou seu retorno recentemente e com a formação original mas que talvez tenha passado desapercebido ou deixado para a próxima edição em um cartaz com um perfil mais para o estilo.  O que não poderemos reclamar é da presença Punk Rock no WZ.  Rancid, Black Flag, Cockney Rejects são os nomes mais destacados.  

Nos surpreendeu ver Municipal Waste escalado para este palco mas não temos nenhuma duvida de será uma festa caótica quando pisarem no mesmo.  Também por ali circulará o Pro-Pain, Stray From The Path e Fishbone. 

No palco Valley os destaques ficam por conta de The Cult, Clutch e Melvins alem de Monster Magnet e Greg Puciato.  O palco Altar se tornou referencia das bandas Thrash Metal clássicas, bandas que anteriormente figuravam nos Mainstages em horarios sacrificantes e que agora estão no melhorado e melhor estruturado Altar que assim como o Temple em horários nobres.  

Palcos que aumentaram de tamanho e tiveram a pista asfaltada e não mais um gramado que se tornava terra e levantava uma poeira sufocante que nem mesmo as bandas aguentavam tocar por muito tempo.  

No Altar os destaques ficam por conta de Testament, Exodus, Schizophrenia e Dark Angel.  Sim, o Dark Angel já tocou no evento em 2014 mas ao que tudo indica tocarão o antológico Darkness Descendents na integra para o deleite dos fãs.  Também figuram Meshuggah, Voivod, Suffocation e As I Lay Dying.  Está aí um palco que não deixaremos para trás. Para finalizar mas sem perder a importância temos o palco Temple, habitualmente frequentado por “forças ocultas” com direito a trilha sonora de bandas como Dark Funeral, Behemoth, Gorgoroth, o já citado Venom além de 1349, Finntroll e um dia menos metal com The Field of Nephilim e Paradise Lost e The Hu que toca no dia anterior. 

Fonte: Rocbrigade.com.br

quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

KK’S PRIEST: PRIMEIROS SHOWS ANUNCIADOS E NOVO ÁLBUM À CAMINHO!

 



E o KK’s Priest, banda criada pelo notório ex-guitarrista do Judas Priest, KK Downing, parece que finalmente vai começar a turnê de divulgação de seu primeiro full lenght lançado em 2021 entitulado “Sermons Of The Sinner”. Apesar das boas críticas que o trabalho recebeu em todo o mundo, o KK’s Priest ainda não tinha começado a focar em shows ao vivo, tendo se apresentado esporadicamente.

O Time To Rock é um festival sueco que acontece na cidade de Knislige e este ano contará com a apresentação do KK’s Priest. A banda é formada por KK Downing, pelo guitarrista A.J Mills, Tim ‘Ripper’ Owens é o vocalista, e o baixista Tony Newton e o baterista Sean Elg compõe a parte rítmica.

Este é o primeiro show marcado pelo grupo em 2023, que também já confirmou sua participação no Alcatraz Festival que acontece na Bélgica, onde serão co-headliners, em agosto.

O novo disco de estúdio do KK’s Priest ainda não foi anunciado, porém, já está em processo de mixagem e deve ser lançado no primeiro semestre de 2023. Traremos mais novidades sobre o álbum em breve.

Fonte: Mundometalbr.com

 


Helena Kotina é anunciada como nova guitarrista da Nervosa

 Helena Kotina é uma jovem guitarrista nascida e criada na Grécia. Começou a tocar violão aos 14 anos, sendo suas principais influências bandas como Scorpions, Rainbow, Deep Purple.



A banda Nervosa anunciou na manhã desta quarta-feira (11 de janeiro) que a guitarrista Helena Kotina é a nova integrante do quarteto. O anúncio, que pode ser visto a seguir, foi feito através das redes sociais oficiais do grupo.

"No início a banda era formada por duas guitarristas, mas após a saída de Karen Ramos a banda decidiu permanecer como um trio por questões de logística. Isso ajudou a banda a fazer turnês de baixo custo por muitos anos.

Após a mudança completa da formação em 2020, Prika pensou em adicionar uma segunda guitarrista, mas decidiu fazê-lo mais tarde, havia muitas integrantes novas na banda para administrar sozinha e a formação já havia passado de 3 integrantes para 4, aumentando os custos de turnê da banda em geral, então a adição de uma segunda guitarrista teve que ser adiada.

Poucos meses após o lançamento de ‘Perpetual Chaos’, em março de 2021, Prika chamou Helena para se juntar a Nervosa, desde então, começaram a compor um novo álbum juntas.

No final de 2022, Mia [Wallace, baixista] não pôde fazer a turnê pela América Latina, então, Prika pensou em chamar Helena para tocar baixo e ter a primeira experiência em turnê com a Nervosa.

Helena Kotina é uma jovem guitarrista nascida e criada na Grécia. Começou a tocar violão aos 14 anos, sendo suas principais influências bandas como Scorpions, Rainbow, Deep Purple. Sua carreira profissional começou lançando o primeiro EP da banda grega Daffodil chamado ‘A Hope For Things That Never Come’. No verão de 2022, ela lançou seu primeiro trabalho solo chamado ‘One Of Those Days’ e mais tarde ela excursionou com Nervosa como baixista em sua turnê pela América Latina. Também no final do ano, Helena tocou ao lado de Paul Di'Anno e Gus G em sua turnê grega.

A Nervosa está finalizando as composições do disco novo e muito em breve entrará em estúdio para gravar o 5º álbum da carreira da banda".

O trabalho mais recente da Nervosa é "Perpetual Chaos", lançado em 2021.

Fonte: Whiplash.net

Schmier diz que o Destruction não vai tirar o pé do acelerador ou deixar de tocar thrash

 A banda alemã Destruction é um dos maiores e mais influentes nome da história do thrash metal. O veterano grupo tem 40 anos de carreira e lançou grandes trabalhos ao longo de sua respeitável trajetória, como "Infernal Overkill", "Eternal Devastation", "Metal Discharge" e "The Antichrist".


Pelo visto, o quarteto não vai abandonar tão cedo o thrash. Ao menos é o que o baixista/vocalista Schmier deu a entender durante entrevista concedida ao site chileno iRock, que foi ao ar em setembro de 2022.

Schmier foi questionado se ele e seus parceiros de banda já consideraram fazer um som diferente para atingir um público mais amplo. O músico respondeu de forma categórica.

"Na Alemanha, dizemos: ‘Não mude sua receita vencedora. Atenha-se às armas. Atenha-se ao que você pode fazer melhor’. E para mim, o que posso fazer de melhor é tocar thrash metal.Cada álbum que fazemos soa um pouco diferente, mas sempre soará como Destruction", disse o frontman.

Na sequência, Schmier deixou claro que nem a idade vai o fazer tirar o pé. "Quando você envelhece, é muito fácil desacelerar. Muitos músicos, quando ficam mais velhos, querem desacelerar; querem tocar blues; querem tocar música mais suave. Para mim, esse nunca foi o caso. Acho que quanto mais velho você fica, mais você fica louco por isso. Você ainda quer mostrar aos jovens como se faz. Quando vamos para os festivais, competimos... Para todas essas bandas jovens, eu poderia ser o pai [deles], então tenho que ser o papel modelo. Então, é assim que eu vejo as coisas. Desacelerar e mudar alguma coisa não é o que nós fazemos".

O trabalho mais recente do Destruction é "Diabolical", lançado em abril de 2022.


Fonte: Whiplash.net

terça-feira, 10 de janeiro de 2023

Max aponta álbum recente que poderia ter saído entre o "Beneath The Remains" e o "Arise"

 Max Cavalera foi entrevistado em dezembro de 2018 pelo programa de rádio Rock Mania, apresentado por Wander Verch. No meio da conversa, Vander pergunta sobre como foi a receptividade do "Psychosis": "Ele é meu disco preferido do Cavalera (Conspiracy)", responde Max. "(Antes) era o 'Inflikted' mas acho que este ("Psychosis") é mais legal até, porque ele pega aquela veia do Death/Thrash Metal que a gente (gosta). Acho que o 'Psychosis' poderia ter sido lançado entre o 'Beneath the Remains' e o 'Arise'. Seria perfeito, não teria problema nenhum, ele poderia ter saído naquela época".



"Psychosis" foi o quarto álbum do Cavalera Conspiracy, grupo formado por Max e seu irmão Iggor Cavalera. Lançado em novembro de 2017, o disco foi o último a contar com o guitarrista Marc Rizzo. Já "Beneath the Remains" é o terceiro álbum de estúdio do Sepultura, lançado em 1989. Seu sucessor, o "Arise", saiu em março de 1991.



Fonte: Whiplsh.net

segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

RAMMSTEIN: estátua comemorativa de TILL LINDEMANN é roubada menos de 24 horas após ser inaugurada

 Na última quarta-feira (04), Till Lindemann, completou 60 anos de vida. Para celebrar o aniversário do frontman do Rammstein, maior banda alemã de metal industrial de todos os tempos, uma estátua de bronze com a imagem do cantor, projetada pelo artista Roxxy, foi inaugurada na cidade alemã de Rostock, Evershagen, para ficar eternizada na frente da casa em que Lindemann viveu na infância. Entretanto, o que foi feito para ser comemorado, acabou tendo um triste desfecho. Em menos de 24 horas, a efígie foi roubada de sua localização.

De acordo com a NDR da Alemanha, o fato aconteceu por volta das 10h da manhã, e a polícia local busca qualquer informação que a ajude a encontrar a estátua de Lindemann.


Fonte: RoadieCrew.com

DESTRUCTION: MUDANDO SUA SONORIDADE PARA ALCANÇAR UM PÚBLICO MAIS AMPLO? (VEJA O QUE DISSE SCHMIER)

 


Bandas que mudam a sua sonoridade característica não são exceções no mundo da música pesada, mas é fato que algums poucos grupos se mantém firmes e trilhando seu caminho inicial sem qualquer abalo. Para estes, o passar dos anos não se torna um problema, para outros não podemos dizer o mesmo.

Não há nada de errado em experimentar, testar novas fórmulas ou mudar sua proposta, mas dependendo de como isso ocorre e dependendo da reação dos fãs, uma banda pode colocar todo um trabalho em cheque da noite para o dia.

 O líder do Destruction, Marcel Schmier, concedeu uma nova entrevista ao jornalista Felipe Canales, do IRock do Chile e foi questionado se a banda já pensou em mudar a sua sonoridade com o propósito de alcançar um público mais amplo. Sem pestanejar, Schmier disse o seguinte:

“NA ALEMANHA, DIZEMOS ASSIM: ‘NÃO MUDE SUA RECEITA VENCEDORA. ATENHA-SE AO CHAMADO ÀS ARMAS. ATENHA-SE AO QUE VOCÊ PODE FAZER MELHOR’. E PARA MIM O QUE POSSO FAZER DE MELHOR É TOCAR THRASH METAL. CADA ÁLBUM QUE FAZEMOS SOA UM POUCO DIFERENTE, MAS SEMPRE SOARÁ COMO DESTRUCTION.

QUANDO VOCÊ ENVELHECE É MUITO FÁCIL DESACELERAR. MUITOS MÚSICOS QUANDO FICAM MAIS VELHOS QUEREM DESACELERAR, QUEREM TOCAR BLUES, QUEREM TOCAR MÚSICA MAIS SUAVE. PARA MIM, ESSE NUNCA FOI O CASO. ACHO QUE QUANTO MAIS VELHO EU FICO, MAIS FICO LOUCO PELO SOM QUE FAÇO. EU AINDA QUERO MOSTRAR AOS JOVENS COMO É QUE SE FAZ. QUANDO VAMOS PARA OS FESTIVAIS, NÓS COMPETIMOS… PARA TODAS ESSAS BANDAS JOVENS EU PODERIA SER O PAI DELES, ENTÃO TENHO QUE ASSUMIR O MEU PAPEL DE MODELO. ENTÃO É ASSIM QUE EU VEJO. DESACELERAR E MUDAR ALGUMA COISA NÃO É O QUE FAZEMOS.”


Fonte: Mundometalbr.com 

Iron Maiden estaria negociando quatro shows no Brasil para o próximo ano

 Segundo o Iron Maiden Chile, informações obtidas com a produtora de Santiago que realizará os shows da banda no Chile, o Iron Maiden está com quatro datas marcadas para o Brasil em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e uma cidade ainda não informada. Os shows seriam realizados ainda nos primeiros meses de 2024, possivelmente no mês de março.



Oficialmente o Iron Maiden anunciou para esse ano de 2023 a "The Future Past Tour", com repertório focado nos álbuns "Senjutsu" e "Somewhere In Time", mas somente com datas no continente europeu. Portanto é de se presumir que 2024 será a mesma turnê que virá para a América Latina.

Fonte: Whiplash.net

quinta-feira, 5 de janeiro de 2023

Obituary lança "My Will To Live", música do próximo disco;

 A banda estadunidense de death metal Obituary divulgou nesta quinta-feira (5 de janeiro) "My Will To Live". A música é uma das faixas de "Dying Of Everything", próximo disco de estúdio do grupo, que será lançado dia 13 de janeiro. Clique no player a seguir e confira a música nova do Obituary.



"Dying Of Everything" é o décimo primeiro disco do Obituary e o sucessor do álbum que leva o nome do quinteto, lançado em 2017. "Nós não poderíamos estar mais animados para FINALMENTE lançar este novo álbum e colocá-lo nas mãos dos fãs!", declarou a banda, em comunicado.

A formação atual do Obituary conta com John Tardy (vocal), Trevor Peres (guitarra), Kenny Andrews (guitarra), Terry Butler (baixo) e Donald Tardy (bateria).


Fonte: Whiplash.net

quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

THE LUCID, do ex-MEGADETH DAVID ELLEFSON, lança o single “Mumps”, prévia do EP “Saddle Up and Ride”

 Após compartilhar Saddle Up and Ride – single com participação de Violent J., vocalista do Insane Clown Posse -, que fará parte do EP de mesmo, o The Lucid, banda que o baixista David Ellefson montou tão logo foi dispensado do Megadeth, apresenta mais uma nova música que estará no material que será lançado no próximo dia 27 de janeiro, via SpoilerHead Records. Trata-se da música Mumps, que você confere abaixo:



O EP Saddle Up and Ride foi produzido pelo próprio baterista do The Lucid, Mike Heller, músico que integra também o Fear Factory e o Raven. A mixagem ficou por conta de Lasse Lammert  e a capa foi criada por Alex Sarabia.

A pré-encomenda de Saddle Up and Ride já está disponível neste link. O EP está sendo lançado nos formatos CD e Vinil de edição limitada.

O guitarrista do The Lucid, Drew Fortier (Bang Tango), que se recuperou recentemente de um câncer, comentou: “No que diz respeito aos shows ao vivo, tivemos que cancelá-los em maio de 2021 devido à minha situação de câncer, resultando em uma cirurgia da qual me recuperei totalmente, mas com David (Ellefson) e Mike (Heller, baterista) procurando ter um 2023 agitado com (suas outras bandas) Kings of Thrash / Dieth e Raven / Fear Factory, respectivamente, parece que a rota mais pragmática seria se Vin (Vinnie Dombroski, vocalista) e eu nos uníssemos para alguns shows acústicos para promover o The Lucid, então fique atendo a isso”. 

Ouça o single anterior do The Lucid, Saddle Up and Ride:


Fonte: RoadieCrew.com

Cartaz mostra todas as datas e locais da turnê de Paul Di'Anno pela América Latina

 Paul Di'Anno fará uma longa turnê pela América Latina a partir do final deste mês de janeiro, que ganhou o nome "The Beast Resurrection Tour" e vai contar com a participação das bandas Noturnall e Electric Gypsy, informou o Blabbermouth. Todas as datas e locais de shows podem ser vistos no cartaz abaixo.



E um post feito nas redes sociais por Stjepan Juras, que vêm cuidando de Paul em seus recentes tratamentos de saúde, traz a seguinte informação: "Nos shows de São Paulo e Belo Horizonte vamos anunciar um convidado especial da grande família Maiden que deixará muitos fãs em êxtase. Essa turnê terá camisetas especiais com um novo visual e um book tour cuidadosamente elaborado. Em breve publicaremos uma relação completa das bandas que apoiarão a turnê fora do Brasil, assim como muitos outros detalhes".

Stjepan ainda emenda: "Paul agradece a todos pelo apoio e diz que essa turnê é uma vitória para ele e um grande apoio mental que lhe dará força extra para finalizar sua recuperação. Ou seja, ele ainda terá alguns meses de trabalho antes de poder ficar de pé sem apoio".


Fonte: Whiplah.net

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

NUCLEAR ASSAULT: DAN LILKER EXPLICA AS RAZÕES DO FIM

 


Dan Lilker, baixista do Nuclear Assault, em entrevista ao podcast “That Metal Interview”, confirmou que a apresentação na Inglaterra, UK Deathfest, em setembro, pode ter sido o último show.

ELE DISSE:

“ESTAMOS TENTANDO PARAR HÁ UM TEMPO, MAS AS PESSOAS NÃO NOS DEIXAM. EU SEI QUE AS PESSOAS QUEREM VER NUCLEAR ASSAULT E TUDO MAIS, É QUE… ESTAMOS FICANDO UM POUCO VELHOS, E – EU NÃO SEI – É DIFERENTE. EU SIMPLESMENTE NÃO GOSTO DE FAZER TURNÊS COMO COSTUMAVA. VOAR NÃO É MAIS O QUE COSTUMAVA SER. VOCÊ FICA FODIDO EM AEROPORTOS O TEMPO TODO TEMPO. E EU REALMENTE NÃO TENHO PACIÊNCIA. SE MEU VÔO ESTÁ ATRASADO OU SE MEU BAIXO NÃO TAVA LEGAL, POR ALGUM MOTIVO, NÃO TENHO MAIS PACIÊNCIA.”

 

QUESTIONADO SOBRE AS RAZÕES DO “FIM” DO NUCLEAR ASSAULT, ELE DISSE:

“É DIFÍCIL EXPLICAR, PORQUE ALGUMAS COISAS NÃO SÃO DISCUTIDAS FORA DA BANDA OU ALGO ASSIM. MAS É DIFÍCIL AGORA, PORQUE JOHN, NOSSO VOCALISTA, ELE É PROFESSOR DO ENSINO MÉDIO. ENTÃO É MUITO DIFÍCIL PARA ELE SAIR DE SUA ROTINA. OBVIAMENTE, ELE PODERIA TIRAR FÉRIAS ESCOLARES NO VERÃO, MAS ELE TAMBÉM TEM FAMÍLIA. SÓ PORQUE É VERÃO E ELE NÃO PRECISA ENSINAR, ISSO NÃO SIGNIFICA QUE ELE VAI FUGIR POR UM MÊS E NÃO PODERÁ SIMPLESMENTE TIRAR FÉRIAS NORMAIS COM SUA FAMÍLIA E TUDO MAIS. ENTÃO FICA MAIS COMPLICADO ASSIM. ELE JÁ FAZ ISSO HÁ ALGUM TEMPO. ENTÃO, OBVIAMENTE, ELE TEM UM HORÁRIO DE PROFESSOR E NÃO PODE FUGIR DISSO; ELES TÊM FÉRIAS MUITO RÍGIDAS COM O SISTEMA EDUCACIONAL DE NOVA YORK. PORTANTO, ESSE É UM GRANDE MOTIVO PELO QUAL FOI REALMENTE DIFÍCIL CONTINUAR.”

“ACHO QUE DISSEMOS QUE ACABAMOS DE FAZER O ÚLTIMO SHOW. O PROBLEMA É QUE, SE EU CONTINUAR DIZENDO: ‘OH, FAREMOS ISSO E AQUILO’ … NÓS REALMENTE TEMOS QUE TRAÇAR A LINHA … MAS NÓS BASICAMENTE DISSEMOS QUE TEMOS QUE APENAS COMEÇAR DIZENDO, ‘ VAI SER ISSO. E SE MUDAR NO FUTURO, MUDARÁ.”




Fonte: Mundometalbr.com