sexta-feira, 6 de março de 2026

Com cantor novo, Nevermore fará show solo em São Paulo após apresentação no Bangers

 O Nevermore confirmou um show solo em São Paulo para o dia 28 de abril de 2026, dois dias depois de sua participação no Bangers Open Air. A apresentação acontecerá no Carioca Club, em Pinheiros, e amplia a passagem da banda pelo Brasil em um momento que marca seu retorno aos palcos com nova formação.


Formado após o fim do Sanctuary, o Nevermore construiu sua reputação com discos que ajudaram a definir uma linguagem própria dentro do metal, unindo técnica, peso e sofisticação. Trabalhos como "Dead Heart in a Dead World" e "This Godless Endeavor" consolidaram a banda como uma das mais respeitadas de sua geração

Nesta nova fase, o grupo é liderado por Jeff Loomis e Van Williams. A formação atual conta ainda com Jack Cattoi nas guitarras, Semir Özerkan no baixo e Berzan Önen nos vocais. O retorno vinha sendo especulado há algum tempo, mas agora passa a ganhar forma concreta com shows já anunciados.

Em declaração divulgada no material de apresentação, Van Williams resumiu o espírito do reencontro: "Isso vem sendo gestado há bastante tempo e agora começou a se concretizar. Então que momento melhor para dar início a tudo do que agora?" A fala indica que a retomada não foi improvisada, mas fruto de um processo amadurecido ao longo dos últimos anos.

Antes do side show, o Nevermore sobe ao palco no segundo dia do Bangers Open Air 2026, festival marcado para 25 e 26 de abril no Memorial da América Latina, em São Paulo. A apresentação deve funcionar como uma espécie de cartão de visitas dessa nova encarnação da banda diante do público brasileiro, historicamente receptivo ao grupo.

Já o show de 28 de abril promete uma experiência mais concentrada e próxima, em ambiente de casa fechada. Para os fãs, será a oportunidade de observar com mais atenção a química da nova formação e medir, ao vivo, como o repertório clássico do Nevermore se comporta nesta nova etapa. Se o festival oferece impacto, o side show tende a entregar contato mais direto.

O anúncio deixa claro que o Nevermore não pretende tratar o retorno como um gesto nostálgico passageiro. A mensagem é de retomada efetiva, com respeito ao passado e disposição para reocupar espaço no presente. E, nesse recomeço, o Brasil foi colocado logo na linha de frente.

Serviço – Nevermore em São Paulo

O show acontece em 28 de abril de 2026, terça-feira, no Carioca Club, na Rua Cardeal Arcoverde, 2899, em Pinheiros, São Paulo.

A abertura dos portões está marcada para as 19h.


Fonte: Whiplash.net



Sobre críticas recebidas, Rob Dukes disparou: “Não importa. Podem continuar falando merda. Não me incomoda.”

 

Vocalista comenta recepção dos fãs e fala sobre sua relação com opiniões na internet

O vocalista Rob Dukes afirmou que não se preocupa com críticas direcionadas a ele após seu retorno ao Exodus. Em entrevista ao canal canadense The Metal Voice, o cantor comentou a reação do público desde que reassumiu os vocais da lendária banda de thrash metal, substituindo novamente Steve “Zetro” Souza.

Segundo Dukes, a recepção tem sido extremamente positiva durante os shows. Ele destacou que os fãs demonstram entusiasmo e cantam as músicas com energia. “Ninguém chegou em mim para dizer que eu sou ruim. Na internet falam, mas pessoalmente nunca disseram isso”, comentou o vocalista, acrescentando que o público tem demonstrado alegria e empolgação nas apresentações.

Internet amplifica opiniões, mas não muda sua postura

Apesar do burburinho online, Rob Dukes deixou claro que evita ler comentários na internet. De acordo com ele, pessoas próximas acabam resumindo o que está sendo dito. Ainda assim, o cantor reforçou que esse tipo de discussão não influencia sua vida ou carreira.

Ele explicou que entende por que fãs são apaixonados e opinam tanto sobre música. Para ilustrar, citou sua própria relação emocional com bandas como Pink Floyd, Queen, Clutch e Slayer, lembrando que certos álbuns ficam ligados a momentos específicos da vida. Um exemplo marcante para ele é “News Of The World”, do Queen, disco que comprou com o próprio dinheiro quando era jovem após juntar grana limpando neve das calçadas.

Para Dukes, essa conexão emocional ajuda a explicar por que fãs têm opiniões fortes sobre mudanças de integrantes. “Quem cresceu ouvindo Exodus com diferentes vocalistas tem seu momento específico com cada fase da banda”, observou.

“Isso não muda quem eu sou”

Mesmo reconhecendo o direito dos fãs de opinar, Rob Dukes deixou claro que críticas não o afetam. O vocalista afirmou que a maioria das pessoas que falam mal dele sequer o conhecem pessoalmente e que isso não interfere na forma como vive ou trabalha. Em suas palavras, “Não importa. Podem continuar falando merda. Não me incomoda”.

A história recente do Exodus inclui várias mudanças de vocalista. Steve “Zetro” Souza entrou na banda em 1986 após sair do Legacy — grupo que mais tarde se tornaria o Testament — e participou de diferentes fases do grupo ao longo das décadas. Já Rob Dukes assumiu os vocais em 2005 e gravou quatro álbuns de estúdio com a banda, incluindo “Shovel Headed Kill Machine”, “The Atrocity Exhibition… Exhibit A”, “Let There Be Blood” e “Exhibit B: The Human Condition”.

O retorno de Dukes aos palcos com o Exodus aconteceu em 5 de abril de 2025, durante o Decibel Magazine Metal & Beer Fest: Philly, na casa Fillmore, na Filadélfia. Agora, a banda se prepara para lançar seu próximo álbum, “Goliath”, previsto para chegar em 20 de março pela Napalm Records.


Fonte: Munfometalbr.com


quinta-feira, 5 de março de 2026

Evergrey lança o vídeo animado da nova música Architects Of A New Weave

 

O Evergrey lançou o vídeo animado da nova música Architects Of A New Weave. O som é a faixa-título do vindouro álbum, o décimo quinto registro de estúdio da carreira da banda sueca, que chegará ao mercado no dia 5 de junho pela Napalm Records.

O frontman Tom Englund falou sobre a música: “Architects Of The New Weave é o primeiro single arrasador do nosso décimo quinto álbum de estúdio, Architects Of A New Weave. Bem, ele é o segundo ataque feroz, se você considerar nosso poderoso Oxygen como um sucesso à parte.

Não tenho receio de afirmar que esta é uma música de metal excelente, fácil de cantar junto e simplesmente fantástica! Ela surgiu do riff matador de teclado do Rikard Zander, que transformamos em um hino curto, porém poderoso, som para bater cabeça”.


Architects Of A New Weave teve produção de Tom S. Englund e Vikram Shankar, com a mixagem estelar de Adam “Nolly” Getgood.

Track listing de Architects Of A New Weave:

01. Welcome To The Pattern
02. The Shadow Self
03. Architects Of The New Weave
04. The World Is On Fire
05. Heaven
06. The Script
07. Leaving The Emptiness
08. Longing
09. A Burning Flame
10. Call Off Your Lions
11. Chains Of Shame
12. The Prophecy



Fonte: Rockbizz.com.br


quarta-feira, 4 de março de 2026

Edu Falaschi anuncia “Mi’Raj”, álbum que conclui a trilogia épica iniciada em “Vera Cruz”

 

Retomada, superação e uma carreira solo consolidada

Depois de enfrentar anos difíceis marcados por problemas, especialmente relacionados ao refluxo gástrico que afetou sua voz, Edu Falaschi precisou reavaliar sua trajetória e reconstruir sua carreira com calma e estratégia. O período de recuperação foi desafiador, mas também acabou se transformando em um ponto de virada. Aos poucos, o vocalista retomou sua confiança e voltou aos palcos com uma nova perspectiva artística.

Essa retomada se mostrou extremamente bem-sucedida. A carreira solo de Edu Falaschi ganhou força rapidamente, impulsionada por álbuns inegavelmente ambiciosos e por turnês que passaram por diversas cidades com ingressos esgotados. Longe de lançar trabalhos apenas para manter atividade, o cantor apresentou discos com identidade própria e composições que rapidamente conquistaram os fãs.

Nesse contexto surgiram obras importantes como “Vera Cruz” (2021) e “Eldorado” (2023), dois discos que marcaram profundamente essa nova fase. Ambos apresentaram produções grandiosas, forte caráter conceitual e músicas que rapidamente se tornaram favoritas do público, consolidando a nova etapa da carreira do artista.

Carreira solo segue firme mesmo

Nos últimos meses, o nome de Edu Falaschi também voltou a ser associado ao Angra, especialmente por conta de apresentações anunciadas em eventos como o Bangers Open Air, bem como o show no Espaço Unimed. Embora esses reencontros tenham gerado enorme expectativa entre os fãs, é igualmente positivo perceber que a carreira solo do músico segue como prioridade criativa.

O anúncio de um novo álbum mostra que Edu Falaschi continua expandindo seu próprio universo artístico. Assim, em vez de colocar seus projetos autorais em segundo plano, o cantor reforça sua identidade como compositor e produtor, mantendo vivo o projeto conceitual iniciado nos últimos anos.


“Mi’Raj”: o capítulo final de uma saga conceitual

Agora, Edu Falaschi revela oficialmente “Mi’Raj”, álbum que encerra a trilogia iniciada com “Vera Cruz” e continuada em “Eldorado”. O novo disco, previsto para junho, conclui a narrativa fictícia criada em parceria com o escritor e músico Fábio Caldeira, desenvolvendo uma história que atravessa temas espirituais, históricos e filosóficos.

A trama se passa em 1519, em territórios do Império Otomano, acompanhando o protagonista Jorge em sua jornada final. Enquanto “Vera Cruz” abordava a descoberta e “Eldorado” explorava ambição e conquista, “Mi’Raj” se concentra na revelação interior e na busca por propósito após atravessar um profundo deserto espiritual. No enredo, o personagem retorna ao berço espiritual da humanidade para compreender que a verdadeira jornada é interna.

Conceito visual e atmosfera narrativa

A capa do álbum foi criada pelo renomado artista gráfico Carlos Fides e apresenta uma vidente como figura central da composição. A personagem atua como guardiã do chamado Portal dos Doze Véus, assim como uma guia simbólica da jornada do protagonista. A arte certamente explora a dualidade entre luz e sombra, representando os conflitos entre a Ordem de Cristo e a Cruz de Nero.

Elementos naturais também têm papel importante na simbologia do disco. Terra, água, fogo e ar aparecem como forças que moldam a jornada espiritual, enquanto a constelação de Órion surge no céu como um símbolo de orientação ancestral para aqueles que buscam um caminho além das batalhas externas.


Sonoridade diversa e abordagem cinematográfica

Musicalmente, “Mi’Raj” promete ser o álbum mais diverso da trilogia. O disco mistura a base tradicional do heavy metal e do power metal com influências de rock progressivo, rock fusion e elementos étnicos inspirados na musicalidade da região do Oriente Médio.

Escalas modais, texturas atmosféricas e timbres característicos aparecem integrados às composições, dessa forma criando uma sonoridade cinematográfica. Curiosamente, algumas dessas influências dialogam até mesmo com características presentes na música nordestina brasileira, herança cultural de elementos ibéricos e andaluzes.

Entre os momentos mais simbólicos do álbum está a faixa “Intuição”, que marca a primeira música inédita em português lançada por Edu Falaschi em 24 anos.

Produção, banda e equipe criativa

A produção de “Mi’Raj” acontece no Fusão Estúdio, com coprodução de Thiago Bianchi, parceiro de longa data do cantor e também responsável pela produção de “Vera Cruz”. A mixagem e masterização ficarão novamente a cargo de Dennis Ward, conhecido por trabalhos com Helloween, Unisonic e Angra.

As orquestrações foram compostas por Pablo Greg, reforçando o caráter épico e cinematográfico do projeto. A formação do álbum conta com Edu Falaschi nos vocais, Victor Franco e Diogo Mafra nas guitarras, Raphael Dafras no baixo, Jean Gardinalli na bateria e Fábio Laguna nos teclados.

Tracklist e edição especial

O novo álbum contará com nove faixas:

  1. Watchers Of The Light
  2. Here I Stand
  3. Mi’raj
  4. Echoes Of Vows
  5. Unchained
  6. Intuição
  7. Circle Of Dust
  8. On Your Own
  9. Wrath Into The War

Além do lançamento tradicional, Edu Falaschi também disponibilizou um box exclusivo e limitado contendo o álbum em formato digibook, camiseta, caneca personalizada, um brinde surpresa e um conjunto de 12 Mystic Cards colecionáveis.


Compre a box de MI’RAJ: https://www.lojaedufalaschi.com.br/boxmiraj

Com “Mi’Raj”, Edu Falaschi encerra uma das fases mais ambiciosas de sua carreira. A trilogia formada por “Vera Cruz”, “Eldorado” e agora “Mi’Raj” reafirma sua capacidade de criar narrativas épicas dentro do heavy metal, combinando maturidade artística, diversidade musical e produção de grande escala.


Fonte: Mundometalbr.com

Twisted Sister anuncia shows com Sebastian Bach no lugar de Dee Snider, provocando a ira dos fãs

 

Substituição acontece após saída de Dee Snider por questões de saúde

A ideia parece improvável à primeira vista: Twisted Sister nos palcos sem Dee Snider. Ainda assim, é exatamente isso que deve acontecer em algumas apresentações selecionadas no segundo semestre. Os guitarristas Jay Jay French e Eddie Ojeda confirmaram que Sebastian Bach, ex-vocalista do Skid Row, assumirá o microfone da banda em uma série limitada de shows.

A participação de Sebastian Bach não interfere em sua agenda solo, que continua normalmente. O cantor já começou a ensaiar com a banda, e um pequeno vídeo dos ensaios circula entre fãs nas redes sociais, aumentando ainda mais a curiosidade — e também a discussão — sobre como essa nova formação funcionará ao vivo.

Essa mudança ocorre depois que Dee Snider deixou o projeto de reunião da banda em fevereiro de 2026. O vocalista anunciou sua saída citando problemas de saúde, o que levou o Twisted Sister a cancelar todos os shows que aconteceriam entre abril e o início do verão no hemisfério norte. A notícia pegou muitos fãs de surpresa, já que a reunião contaria com alguns dos principais nomes da história do grupo.

A benção de Dee Snider — mas também muitas perguntas

Apesar do impacto da notícia, Dee Snider não demonstrou ressentimento em relação à ideia de outro cantor assumir seu lugar. Em entrevista ao podcast “Beardo & Weirdo”, apresentado por Chris Kael do Five Finger Death Punch e pelo comediante Craig Gass, o vocalista comentou que espera que a banda consiga continuar.

Segundo ele, sempre existiu a possibilidade de um substituto temporário. Ainda por volta de 2014, quando o grupo fazia poucos shows por ano, os integrantes chegaram a discutir a ideia de ter um “reserva” caso algum membro não pudesse se apresentar. Curiosamente, um dos nomes cogitados na época foi justamente Sebastian Bach — que inicialmente recusou o convite, considerando ingrata a tarefa de substituir um frontman tão marcante.

Hoje, porém, a situação mudou. Snider afirma que sabe dos ensaios com Bach e garante que não se opõe à decisão. O cantor deixou claro que o colega tem sua aprovação e afirmou que nunca criticaria alguém por querer manter o rock vivo nos palcos.


Respeito ou risco de descaracterização?

Mesmo com a benção do vocalista original, a escolha levanta uma pergunta inevitável: o Twisted Sister funciona sem Dee Snider?

A identidade da banda sempre esteve profundamente ligada à presença teatral e à voz inconfundível de Snider, especialmente em clássicos como os do álbum Stay Hungry. Substituir esse elemento central é um desafio considerável — mesmo para um cantor experiente como Sebastian Bach, dono de um dos timbres mais reconhecíveis do hard rock.

Por outro lado, Bach nunca escondeu sua admiração por Snider. Em 2020, os dois trocaram elogios publicamente após um debate nas redes sociais sobre o rótulo hair metal. O ex-Skid Row chegou a afirmar que considera Dee Snider um dos maiores frontmen e vocalistas da história do rock.

Entre homenagem e cover de luxo

Resta saber como o público reagirá quando as luzes se acenderem e Sebastian Bach assumir o posto diante da plateia. Será uma celebração do legado da banda ou um experimento difícil de aceitar?

Quando um grupo associado a uma figura grande resolve seguir sem ela, surge uma linha tênue entre manter viva a história e virar um cover. Nos próximos shows, os fãs terão a resposta. E talvez descubram se o espírito do Twisted Sister consegue sobreviver mesmo sem a presença de seu líder mais emblemático no palco.

O que você acha? Deixe sua opinião no espaço destinado aos comentários.




Fonte: Mundometalbr.com

The Troops Of Doom anuncia Frank “Blackfire” do Sodom como seu novo guitarrista

 


O The Troops Of Doom, banda liderada pelo ex-guitarrista do Sepultura, Jairo Guedz, acaba de anunciar que sofrerá uma mudança na sua formação. O guitarrista Marcelo Vasco está deixando o grupo, mas um substituto já está escalado para assumir o posto na próxima turnê do grupo. E ele é ninguém menos que o guitarrista alemão Frank “Blackfire” Gosdzik, do Sodom. Em um comunicado oficial nas redes, a banda declarou:

“Troops of Doom anuncia oficialmente uma importante mudança em seu line-up para a próxima turnê europeia de 2026.

O guitarrista Marcelo Vasco não faz mais parte do grupo. A decisão foi tomada em comum acordo, em um clima de respeito e admiração mútua. Marcelo é um excelente profissional, um grande ser humano e amigo, e será sempre lembrado e respeitado como o guitarrista que ajudou a pavimentar os primeiros cinco anos de história do The Troops of Doom, ao lado de seus companheiros Jairo Guedz, Alex Kafer e Alexandre Oliveira. Sua contribuição foi fundamental na consolidação da identidade musical da banda e na construção de sua trajetória internacional.

Para assumir as guitarras já na próxima turnê, a banda dá as boas-vindas ao renomado músico alemão Frank “Blackfire” Gosdzik, conhecido mundialmente por seu trabalho com o Sodom 86′-89′ / Kreator 89′-96′ / Sodom 2018′-2026′. A entrada de Blackfire marca um novo capítulo na história do The Troops of Doom, reforçando ainda mais sua conexão com a cena europeia e trazendo ao grupo a experiência e a agressividade de um dos nomes mais respeitados do thrash metal mundial.

Em 2026, o The Troops of Doom realizará uma extensa turnê pela Europa, incluindo participações em tradicionais festivais de verão e diversos side-shows pelo continente. Paralelamente, a banda dará início ao processo de composição de seu próximo álbum de estúdio, com lançamento previsto para 2027. Ao longo do ano.

A banda ainda realiza dois shows no Brasil antes de embarcar para a próxima turnê europeia, que inclui apresentações em alguns dos festivais mais icônicos do metal mundial, como o Wacken Open Air e o Headbangers Open Air, na Alemanha, o Alcatraz, na Bélgica, e o Vagos Metal Fest, em Portugal, entre outros.

Antes de cruzar o Atlântico, a banda se apresenta em abril no Wacken Warm Up Party, em São Paulo, com a participação de Guilherme Costa (@guilhermecostagt), guitarrista de Belo Horizonte, ao lado de Korzus, The Mist e Krisiun. Já em maio, sobe ao palco do CDM Fest, em Campo do Meio/MG, último show com nosso amigo e companheiro Marcelo Vasco.”

O mais recente álbum do The Troops Of Doom, “A Mass To The Grotesque”, estreou em 31 de maio de 2024 via Alma Mater Records. No canal do Mundo Metal, você encontra nossa resenha em vídeo.






 
Fonte: Mundometalbr.com

terça-feira, 3 de março de 2026

Emphuria lança videoclipe com participação de Charles Gama do Black Pantera

 Uma das principais representantes do metal moderno no Brasil, a Emphuria lançou o single e videoclipe de "Sem Perdão", que conta com a participação de Charles Gama, vocalista e guitarrista do Black Pantera. A música se destaca como uma das mais rápidas, pesadas e agressivas da trajetória do grupo. O lançamento também marca o anúncio do segundo álbum de estúdio da banda, Inevitável, previsto para 19 de março de 2026.



A banda destaca: "Todos nós sabemos que passamos por períodos conturbados nos últimos anos em relação à situação social e política do país, mas a luta está longe de acabar. Eles continuam lá, à espreita, esperando a primeira oportunidade para impor suas visões distorcidas da realidade sobre o povo. Não podemos esquecer o que aconteceu, para não repetirmos os mesmos erros. Poderíamos nos aprofundar mais sobre a música, mas a letra é tão direta que diz tudo por si só. Quando estávamos compondo, queríamos que ela soasse bem punk justamente por isso: é crua, visceral e não precisa de nuances para ser compreendida. Convidar o Charles, do Black Pantera, foi uma ideia que surgiu já no primeiro acorde, porque não conseguíamos imaginar ninguém melhor para fortalecer a mensagem da faixa. Não poderíamos estar mais felizes com o resultado e com a oportunidade de explorar novos sons neste álbum que está por vir".


Fonte: Whiplash.net

NERVOSA lança clipe de “Ghost Notes”, segundo single do aguardado álbum “Slave Machine”

 A Nervosa revelou mais um capítulo de seu próximo trabalho de estúdio, um novo single que chega acompanhado de videoclipe oficial antecipando o lançamento do novo álbum.

A faixa Ghost Notes já está disponível nas plataformas digitais e integra o repertório de Slave Machine, sexto álbum da carreira do Nervosa, com lançamento marcado para 3 de abril de 2026 pela Napalm Records.

Pesada e direta, a música apresenta riffs marcantes, bateria pulsante e os vocais intensos de Prika Amaral, que consolidou sua posição como vocalista principal desde o álbum Jailbreak (2023).

Sobre a nova faixa, o grupo declarou: “Riffs fortes e pesados com muito groove, mostrando sentimentos profundos de forma muito poética. Essa música é definitivamente especial de várias maneiras.”

Confira videoclipe de Ghost Notes:


O novo álbum volta a contar com a produção de Martin Furia, guitarrista do Destruction, reforçando a conexão entre a agressividade do thrash clássico e uma abordagem moderna.

Com 12 faixas inéditas, Slave Machine apresenta diferentes nuances da banda. A abertura com Impending Doom estabelece um clima ameaçador, enquanto a faixa-título Slave Machine acelera o andamento e traz variações inesperadas. Além de Ghost Notes, o repertório inclui momentos de peso extremo em Beast Of Burden, refrãos marcantes em You Are Not A Hero e investidas diretas como Hate e The New Empire. O disco ainda explora groove e crítica social em músicas como Crawl For Your Pride, encerrando com a atmosfera tensa de Speak In Fire.

Sobre o novo trabalho, o Nervosa afirma: “Slave Machine é o álbum mais brutal e melódico da Nervosa, e estamos orgulhosas de dar esse próximo passo, mantendo nossas raízes.”

Adquira o álbum aqui.

Após passagens por grandes festivais como Wacken Open Air e Hellfest, o grupo segue ampliando sua presença no cenário internacional e preparando terreno para essa nova fase.

Slave Machine tracklisting:

  1. Impending Doom
  2. Slave Machine
  3. Ghost Notes
  4. Beast Of Burden
  5. You Are Not A Hero
  6. Hate
  7. The New Empire
  8. 30 Seconds
  9. Crawling For Your Pride
  10. Learn Or Repeat
  11. The Call
  12. Speak In Fire

 


Slave Machine estará disponível nos seguintes formatos:

  • 2LP Gatefold Splatter Cristallo/Preto + Preto, incluindo vinil preto de 12” + livreto de 12” – estritamente limitado a 300 cópias em todo o mundo

  • 1LP Gatefold Marbled Black Smoke – estritamente limitado a 100 cópias (exclusivo da América do Norte)

  • 1LP Gatefold preto

  • 1MC – estritamente limitado a 100 cópias em todo o mundo

  • 1CD Digipak + combo com camiseta





Fonte: Rockbrigade.com.br

Sepultura apresenta ‘The Place’, 1º single do EP de despedida da banda

 


À medida que a cortina cai sobre uma carreira extraordinária que se estende por mais de quatro décadas, o Sepultura se prepara para encerrar seu último capítulo no final deste ano. Com mais de 40 anos de história, 14 discos de ouro e apresentações em mais de 80 países, o Sepultura se destaca como o emissário incondicional do Brasil no cenário global e uma das bandas de metal mais influentes da atualidade. Depois de anunciar o EP de despedida “The Cloud of Unknowing”, o grupo apresenta o primeiro single do projeto, “The Place”, que chegou em todas as plataformas digitais via ONErpm no dia 26 de fevereiro.




“Essa música trata de imigrantes que vieram para um lugar em busca de refúgio e para começar uma nova vida. Uma vez assimilados por uma falsa sensação de segurança e propaganda implacável, eles começaram a agir contra o que odiavam em si mesmos. A transição começa a escapar do ódio próprio e da agressividade contra pessoas que acreditavam nas mesmas ideias. Sinto que a letra realmente acompanha as transições da música. Começando com decepção e chegando à raiva”, esclarece o vocalista Derrick Green.

Atualmente levando seu som pioneiro para públicos em todo o mundo na turnê de despedida “Celebrating Life Through Death”, surgiu a pergunta: como o Sepultura deveria marcar o fim de uma jornada tão monumental? A resposta veio naturalmente: capturando um momento criativo final e preservando-o para a posteridade.

O resultado é o EP “The Cloud of Unknowing”, com lançamento previsto para 24 de abril, um dos lançamentos mais diversificados e emocionalmente ressonantes do Sepultura. Com quatro faixas, incluindo “The Place”, o EP serve como uma despedida agridoce, mostrando todo o espectro da criatividade da banda, refletindo tanto a ferocidade quanto a profundidade que definiram o legado do Sepultura.


Fonte: Rockbrigade.com.br

Iced Earth: “O coletivismo, quando imposto pelo Estado, é mais perigoso para nossas liberdades do que um exército invasor”

 


Jon Schaffer, o cérebro criativo do Iced Earth, Demons & Wizards,Sons of Liberty, Jon Schaffer’s Purgatory eSchaffer/Barlow Project, volta aos trabalhos revisitando uma de suas fases mais afiadas e provocativas.

Em “Sons Of Liberty – Thought Crimes (Volumes 1 e 2)”, ele reapresenta esse material com uma nova roupagem sonora, mais encorpada e direta, unindo o peso visceral de “Brush-fires Of The Mind” (2009) com a urgência de “Spirit Of The Times” (2011). O resultado é uma versão repaginada, mais intensa e atual, que reacende uma mensagem que, com o passar dos anos, soa menos como teoria e mais como previsão desconfortavelmente certeira em meio às turbulências do mundo moderno.

Veja o que disse o fundador do Iced Earth (via Blabbermouth):

“Sons Of Liberty sempre teve a intenção de ser mais do que música; era um alerta e uma tentativa de acender a chama da liberdade nas mentes daqueles que têm ouvidos para ouvir.

Quem me conhece sabe que não estou aqui para agradar a todos; nem com a minha música, nem com os meus ideais e princípios. Respeito o direito dos outros de discordar e de se expressarem livremente. Defenderei os seus direitos, especialmente se discordar veementemente deles. Este é o alicerce da liberdade. Não é tão impressionante defender as pessoas que partilham das suas crenças e concordam consigo. Será que você valoriza a liberdade o suficiente para permitir que os outros vivam como quiserem, desde que não agridam? Esta é uma questão legítima sobre a qual todos devemos refletir.

Meu desejo com o primeiro álbum do Sons Of Liberty em 2009 era inspirar as pessoas a se informarem. Quando essas músicas foram lançadas pela primeira vez, eu queria expor os sistemas financeiros e políticos que prosperam através da agressão e subjugam nossa liberdade individual. 17 anos depois, a mensagem só se tornou mais relevante e a situação mais urgente.

A adição da bateria de Mark Prator e a nova mixagem de Jim Morris finalmente deram a essas faixas a potência sonora que elas merecem. Ambos arrasaram. Não soa mais como uma demo. A arte da capa também é um grande avanço em relação às originais. Em 2009, eu não tinha ideia de como seria a capa de ‘Brush-fires’ . Foi a primeira e única vez na minha carreira que isso aconteceu. No entanto, desta vez a ideia surgiu, e acredito que seja uma das melhores capas de todo o meu catálogo. Roy Young e David Newman Stump fizeram um trabalho fantástico.

O sistema tentou silenciar e cancelar esta música porque ela expressa verdades incômodas, mas não se pode cancelar o espírito da liberdade. Ainda não. Os agressores estão trabalhando arduamente para destruir nossa capacidade de discernimento, nos distrair, nos dividir e, no fim, nos conquistar. Esta coletânea musical é para todos aqueles que se recusam a ser meros espectadores na luta pela sua própria soberania.

Estou sempre aprendendo e sempre disposto a ser convencido de que outro ponto de vista representa um caminho melhor. Apresente um argumento razoável e eu o ouvirei atentamente. Ao longo dos anos, cresci e mudei minhas opiniões à medida que aprendia, mas meus princípios permanecem. Não consigo enxergar outro caminho viável para a paz senão através da liberdade. Reflito frequentemente sobre essas questões e as discuto profundamente com meus amigos. Acredito firmemente que o coletivismo, quando imposto pelo Estado, em qualquer forma, é mais perigoso para nossas liberdades do que um exército invasor. Trocar nossa liberdade por ‘segurança’ nunca deu certo. Nunca.

No futuro, pretendo escrever um novo capítulo da música do Sons, focando no que acredito ser a solução. Até lá, como diz um grande amigo e mentor… Não seja agressivo. Seja um ser humano excelente. Viva e deixe viver.

Paz. Jon”



Fonte: Mundometalbr.com