terça-feira, 15 de novembro de 2016
Aerosmith: banda anuncia turnê de despedida para 2017
Bem, agora parece que é oficial mesmo, já que partiu da própria banda: o Aerosmith anunciou que fará a turnê de despedida de sua carreira no próximo ano, sob o nome "Aero-Vederci", que terá, além do show anunciado no Rock In Rio, apresentações em festivais europeus como o Hellfest, o Sweden Rock e o Download. Veja no vídeo abaixo o hilário anúncio feito pelo Aerosmith, onde no final aparecem as datas e locais da parte europeia da turnê.
Fonte: Whiplash.net
segunda-feira, 14 de novembro de 2016
System Of A Down: Banda vai lançar um novo álbum
O System Of A Down confirmou que irá lançar um novo álbum, o primeiro desde "Hypnotize" de 2005.
Em entrevista concedida para revista Kerrang, o baterista John Dolmayan garantiu que o próximo álbum da banda está muito próximo de ser finalizado.
"Nossas habilidades como músicos, estão melhores do que nunca. Estamos experimentando elementos novos, não queremos fazer um novo ‘Toxicity’. Não queremos nos acomodar ou repetir fórmulas de sucesso. Esse novo álbum está sendo feito para conquista uma nova geração de fãs".
O baterista completa:
"Estamos trabalhando no álbum há 6 meses e já temos 15 músicas finalizadas".
A expectativa é de que o novo álbum do System Of A Down seja lançado no primeiro semestre de 2017.
Fonte: Whiplash.net
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Max Cavalera: ele tentou turnê comemorativa do "Roots" com o Sepultura
Max Cavalera revelou ter tentado fazer uma turnê comemorativa dos 20 anos de "Roots" ao lado de Andreas Kisser e Paulo Xisto, remanescentes da formação do Sepultura que gravou o álbum. A revelação foi feita em entrevista ao G1.
Questionado se tentou falar com Kisser e Xisto, Max Cavalera afirmou: "A gente tentou muitas vezes, mas não rola nada. Eles não querem fazer, são muito fechados. Acho que que nunca vai rolar, se depender deles".
Agora, Max e Iggor Cavalera fazem uma turnê com o mesmo conceito, só que com Marc Rizzo (guitarra) e Johny Chow (baixo). As apresentações acontecem no Rio de Janeiro (14/12), Belo Horizonte (15/12) e São Paulo (16/12).
Fonte: Whiplash.net
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Black Sabbath: a polêmica capa do primeiro álbum
No livro “Almanaque do Rock”, o autor KID VINIL comenta a capa do debut do SABBATH:
“O primeiro álbum `Black Sabbath´ já causou polêmica pela capa, que traz a foto de uma mulher sinistra em frente de uma casa ainda mais macabra. Até hoje a banda não sabe nada sobre o fotógrafo, que apenas foi creditado como KEEF. Para piorar, os caras ainda foram tachados de anticristos, pois na capa interna aparece uma grande cruz invertida e um texto que evoca espíritos e bruxaria, fazendo referência à mulher da capa”.
A foto foi manipulada a partir do registro do moinho de Mapledurham Watermill, localizado a beira do Rio Tâmisa em Oxfordshire, Inglaterra. Sobre a estranha figura feminina – adivinhe - ninguém sabe nada.
O moinho foi também palco de uma cena no filme de guerra britânico The Eagle Has Landed ("A Águia Pousou", no Brasil).
Fonte: Whiplash.net
Sepultura: arte da capa do novo CD tributo brasileiro
O referido material foi composto pelo designer brasileiro Carlos Fides (Almah, Noturnall, Kamelot, Evergrey, entre outros).
O álbum será lançado no segundo semestre do ano vigente, nos formatos físico (Brasil, Japão e Europa) e digital, e contará com muitos dos principais artistas do Metal brasileiro, além de bandas emergentes deste mesmo cenário.
Confira a lista dos primeiros artistas confirmados:
Supersonic Brewer: Choke
Machinaria: Mindwar
Aneurose: Sepulnation
Bloodwork: Mask
Apoteom: Kairos
Ódio ao Extremo: Reza
Pagan Throne: Impending Doom
Hollow: Convicted in Life
No Way: The Age of the Atheist
Tribal: Conform
Degola: Trauma of War
Trieb: We’ve Lost You
Outlanders: No One Will Stand
Ynys Wydryn: Ostia
Machinaria: Mindwar
Aneurose: Sepulnation
Bloodwork: Mask
Apoteom: Kairos
Ódio ao Extremo: Reza
Pagan Throne: Impending Doom
Hollow: Convicted in Life
No Way: The Age of the Atheist
Tribal: Conform
Degola: Trauma of War
Trieb: We’ve Lost You
Outlanders: No One Will Stand
Ynys Wydryn: Ostia
Fonte: Whiplash.net
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Sepultura: clássicos da banda sumiram dos serviços de streaming
Quem tentou ouvir os clássicos do Sepultura nas plataformas de streaming nas últimas semanas encontrou a discografia da banda incompleta. Isso porque os serviços de música retiraram do catálogo álbuns originalmente lançados pela gravadora holandesa Roadrunner.
Nem o Sepultura nem a gravadora se pronunciaram oficialmente sobre a retirada dos álbuns do catálogo dos serviços de streaming. Beneath the Remains (1989), Arise (1990), Chaos A.D. (1993), Roots (1996), Against (1998), Nation(2001) e Roorback (2003) simplesmente sumiram de serviços populares como o Spotify, provocando muitas reclamações dos fãs nas redes sociais.
Fonte: Whiplash.net
Six Feet Under: Tocando o álbum Haunted na íntegra
Os veteranos do Death Metal SIX FEET UNDER irão celebrar o vigésimo-primeiro aniversário de seu disco de estréia, "Haunted", tocando-o na íntegra na vindoura turnê "X-Mas in Hell Tour 2016" na Alemanha em Dezembro.
Chris Barnes comenta: "É difícil acreditar que já se passaram 21 anos desde o lançamento de Haunted. Queríamos fazer algo especial ao longo do último ano para celebrar o lançamento do nosso épico primeiro álbum, fazer algo especial para os fãs. Além disso, é uma coisa que nunca tentamos antes – tocar um álbum inteiro ao vivo do início ao fim. Certamente será algo desafiador e bastante divertido!"
"Se você estiver por perto, corra, pule, rasteje, faça qualquer coisa que seja necessária para assistir a esses shows, seus desgraçados. Será doentio."
A X-Mas in Hell Tour 2016 terá abertura das bandas ACID DEATH, DEATH BED CONFESSION e FROM THE SHORES.
Fonte: Whiplash.net
Sabaton: banda passou o tanque de guerra em São Paulo
A entrada na casa foi bastante tranquila, sem atrasos ou correria. Não demorou muito para que a casa ficasse lotada. O Via Marquês sofreu uma boa repaginada recentemente, com mudança na disposição do local, ampliação do camarote. A visão do público na pista também melhorou, apesar de duas colunas continuarem barrando algumas áreas da visão. O camarote, o maior destaque, ficou muito bom, circundando toda a área da pista em um mesanino, com uma boa proximidade do palco.
Com alguns minutos de atraso, a introdução começou a tocar no som da casa. “The March to War” sinaliza sempre o começo do show, com a abertura já clássica de Brodén dando boa noite ao público e anunciando “Ghost Division”. Esta é A música para abrir o show da banda, virou marca registrada tanto pelo seu áudio extremamente agressivo nas baterias quanto por sua temática, que marca o início da invasão à França pelas tropas alemãs - e o início, óbvio, da invasão do Sabaton ao palco de São Paulo.
A banda seguiu o show apresentando algumas músicas do seu último disco, “The Last Stand”. Abriu com “Sparta”, que eu sinto cheiro que será figura carimbada nos shows da banda por muito tempo. A música tem o poder do ao vivo: no disco ela é boa, mas ao vivo, com o comando performático de Brodén, é outro nível. Punhos erguidos, o público gritando com vontade, como uma grande tropa de gregos marchando para a morte inevitável, torna-se uma apresentação arrepiante, especialmente com a pegada firme de van Dahl e as linhas saltadas de baixo de Pär.
Brodén também se mostrou simpático ao público, agradecendo ao apoio e elogiando a animação dos fãs. Apresentou ao público Tommy Johansson, novo guitarrista da banda. Um piadista, fez Tommy dizer “pica das galáxias” no lugar de um “eu amo vocês”. A banda então tocou “Swedish Pagans”, outra música que já se tornou clássica nos setlists da banda. Após “Carolus Rex”, Brodén disse ainda com todas as letras que estava arrepiado pela excelente performance dos fãs. Tenho certeza que eles estavam igualmente.
Gostaria de destacar a qualidade do som da casa. O equipamento e a técnica responderam muito bem ao nível da banda. A bateria esteve sensacional durante o show inteiro, as guitarras soaram lindas em todos os solos, e a voz de Brodén estava na medida certa. A apresentação marcou um novo nível para o Via Marquês, sem sombra de dúvidas, com o ótimo destaque da produção da Liberation.
“40:1”, um dos grandes destaques do show, foi extremamente bem recebida pelo público, commuita gritaria, cantoria e um moshpit nervoso aberto no centro da pista. O público ainda fez o coro junto com Brodén. Outra também muito bem recebida foi “To Hell and Back”, que fez a casa tremer com os pulos de todos os fãs presentes. Foi também uma das melhor executadas pela banda. “Shiroyama”, a música seguinte, foi sem dúvidas a música do novo disco que mais animou o público.
A grande surpresa - se é que, com essa internet ainda dá para ter surpresa em algum show - foi “The Lion From the North”, uma das melhores músicas do “Carolus Rex” e que não andou trilhando o setlist da banda nos últimos anos. Com direito a abertura orquestrada “Dominium Maris Baltici” na introdução, a banda apresentou uma verdadeira pancada, puxada pelas guitarras de Rörland e Johansson. Foi uma grata surpresa.
No bis, a banda voltou afiada. Não demorou muito para as sirenes tocarem, anunciando “Night Witches”, em mais um bate cabeça. Em seguida, a banda apresentou novamente “Smoking Snakes”, que não pode faltar nunca mais em qualquer show que venham fazer por aqui, afinal é uma parte da história do Brasil que não se vê nem nos livros nem nas aulas de história. O público cantou com prazer o refrão, e se emocionou com o excelente solo de guitarra.
A banda fechou o show com “Primo Victoria”, um dos grandes clássicos da banda e também já marca registrada dos shows, com o Sabaton prometendo se lembrar por muito tempo deste show. Desde que eles se lembrem de voltar aqui na próxima turnê, já vai ter valido tudo.
Sabaton é:
Joakim Brodén — vocal (1999–present)
Pär Sundström — baixo (1999–present)
Chris Rörland — Guitarra (2012–present)
Tommy Johansson — Guitarra (2016—present)
Hannes van Dahl — Bateria (2013–present)
Joakim Brodén — vocal (1999–present)
Pär Sundström — baixo (1999–present)
Chris Rörland — Guitarra (2012–present)
Tommy Johansson — Guitarra (2016—present)
Hannes van Dahl — Bateria (2013–present)
Setlist:
Intro: In the Army Now (cover Bolland & Bolland) / The March to War
Ghost Division
Sparta
Blood of Bannockburn
Swedish Pagans
Carolus Rex
40:1
Intro: Diary of an Unknown Soldier
The Lost Battalion
To Hell and Back
Shiroyama
Resist and Bite
Far from the Fame
Intro: Dominium Maris Baltici
The Lion From the North
Winged Hussars
Bis:
Night Witches
Smoking Snakes
Primo Victoria
Outro: Dead Soldier's Waltz / Masters of the World
Intro: In the Army Now (cover Bolland & Bolland) / The March to War
Ghost Division
Sparta
Blood of Bannockburn
Swedish Pagans
Carolus Rex
40:1
Intro: Diary of an Unknown Soldier
The Lost Battalion
To Hell and Back
Shiroyama
Resist and Bite
Far from the Fame
Intro: Dominium Maris Baltici
The Lion From the North
Winged Hussars
Bis:
Night Witches
Smoking Snakes
Primo Victoria
Outro: Dead Soldier's Waltz / Masters of the World
Fonte: Whiplash.net
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
Promoções exclusivas Revolution Rock 2016
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sábado, 29 de outubro de 2016
Sepultura: novo álbum sai em janeiro, veja detalhes
O Sepultura vai lançar seu novo álbum, 14º da carreira, no dia 13 de janeiro pela Nuclear Blast, sob o título "Machine Messiah", que a banda descreve como sendo inspirado "pela robotização da humanidade". A capa do álbum foi feita pela artista filipina Camille Della Rosa, e o tracklist segue abaixo.
Machine Messiah
I Am The Enemy
Phantom Self
Alethea
Iceberg Dances
Sworn Oath
Resistant Parasites
Silent Violence
Vandals Nest
Cyber God
I Am The Enemy
Phantom Self
Alethea
Iceberg Dances
Sworn Oath
Resistant Parasites
Silent Violence
Vandals Nest
Cyber God
Kreator: confira capa e track-list do novo álbum!
Os alemães do KREATOR acabam de divulgar em suas mídias sociais a capa e track-list do novo álbum intitulado 'Gods of Violence'. O vocalista/guitarrista da banda, Mille Petrozza, comentou: "A capa é um reflexo perfeito da minha visão lírica. Acho que este é o melhor trabalho de Jan Meininghaus (ilustrador da capa) até agora."
O disco será lançado em 27 de Janeiro de 2017 via Nuclear Blast Records.
01. Apocalypticon
02. World War Now
03. Satan Is Real
04. Totalitarian Terror
05. Gods Of Violence
06. Army Of Storms
07. Hail To The Hordes
08. Lion With Eagle Wings
09. Fallen Brother
10. Side By Side
11. Death Becomes My Light
02. World War Now
03. Satan Is Real
04. Totalitarian Terror
05. Gods Of Violence
06. Army Of Storms
07. Hail To The Hordes
08. Lion With Eagle Wings
09. Fallen Brother
10. Side By Side
11. Death Becomes My Light
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
Slayer: "Tocar com orquestra é masturbação", diz Kerry King
Em entrevista à Soundwave TV, em março de 2011, Kerry King, do Slayer, soltou a língua, como de costume.
Acho que quando você toca com uma orquestra, está apenas se masturbando, dizendo ‘somos os reis do mundo, vamos tocar com uma orquestra’. Desculpe, Metallica, mas infelizmente vocês fizeram isso (risos). Tantas bandas fazem isso atualmente que virou pura masturbação. Antes até que era legal.
Como tem sido tocar com Gary Holt no lugar de Jeff Hanneman?
Ele é demais, estou muito feliz. Foi minha primeira opção. Não sei o que faria se tivesse que escolher outro.
Se houvesse um Big 5, o Exodus seria a outra banda?
É difícil dizer, pois tem o Testament. Com menos história tem o Machine Head, que é demais. Na verdade, acho que termo Big 4 está ultrapassado. Apesar de fazer parte disso, não concordo.
Fonte: Whiplash.net
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Phil Anselmo: "ele é uma vítima", diz membro do Down sobre gesto nazista
Jimmy Bower, baterista do Down e guitarrista do Superjoint Ritual, disse, em entrevista ao Classic Metal Show, que Phil Anselmo não deveria ter sido tão criticado após o incidente em que fez uma saudação nazista, em janeiro deste ano. O fato ocorreu durante o show-tributo "Dimebash", em Hollywood, Estados Unidos.
"Não nego que tenha sido errado, mas ele é uma boa pessoa. Ele estava chapado. Não havia rede social há 10 ou 15 anos, e você precisa entender o senso de humor que temos - é pesado", afirmou.
Bower também aproveitou para atacar Robb Flynn, frontman do Machine Head que fez duras críticas a Phil Anselmo após o incidente. "Phil é meu irmão e foi apenas algo infeliz que aconteceu. Agora você tem redes sociais, onde todos são guerreiros com teclados. E o p*rra do Robb Flynn não ajudou. Ele excursionou com o Pantera antigamente e provavelmente 50% do sucesso da banda foi por isso", disse.
O baterista do Down afirmou que Phil Anselmo é uma vítima, no fim das contas. "Phil não é tudo o que dizem e muitos sabem disso. Ele é intenso. Pessoas intensas são muito visadas pela opinião pública e ele é apenas uma vítima de tudo isso. O legal é que ele não dá a mínima para isso. Apenas não lê muito sobre o assunto", afirmou.
Fonte: Whiplash.net
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Testament: Violência e pancadaria dão o tom em um disco sólido
"Brotherhood of the Snake" é o décimo-primeiro álbum do Testament e traz a banda norte-americana mantendo praticamente a mesma formação de "Dark Roots of Earth" (2012) - a única alteração é a entrada do baixista Steve DiGiorgio no lugar de Greg Christian. E o acerto começa por aí, já que oTestament atual conta com um dos melhores line-ups de sua história. Chuck Billy é um vocalista sensacional. A dupla de guitarristas conta com a técnica acima da média de Alex Skolnick e com a solidez de Eric Peterson, principal compositor do grupo e autor de todas as faixas do novo disco. E a cozinha, além de agora ter DiGiorgio, uma das referências quando pensamos nobaixo dentro do universo do heavy metal, conta com o fenômeno que é Gene Hoglan, um baterista para o qual faltam adjetivos para qualificar o monstruoso trabalho realizado.
Mas tudo isso de nada adiantaria se os cinco não funcionassem como uma banda. Mas eles funcionam, e muito bem. "Dark Roots of Earth" já havia sido um disco muito sólido, e "Brotherhood of the Snake" mantém a qualidade no mesmo patamar. O ataque de Hoglan aproxima algumas músicas do death metal, como fica claro no início da faixa-título, e parece que essa agressividade adicional contagiou os demais integrantes, já que o nível de violência apresentado no disco é um dos mais altos de toda a trajetória doTestament. E aqui entra um ponto bem interessante: equilibrando a pancadaria, doses onipresentes de melodia marcam presença por todas as faixas, resgatando uma das principais tradições e influências do thrash metal: a inspiração na New Wave of British Heavy Metal. Explico: quando surgiram, as bandas pioneiras do thrash norte-americano nunca esconderam que suas principais influências eram nomes como Venom, Motörhead, Sabbath, Iron Maiden e Judas Priest, ingredientes que se uniram na forma de sonoridades cativantes e marcantes através de nomes como Metallica,Slayer, Megadeth e o próprio Testament.
Produzido novamente por Andy Sneap, "Brotherhoof of the Snake" vem com dez faixas, nenhuma acima de 6 minutos de duração. São canções diretas, com muito peso e riffs fortes, com uma predominância de andamentos rápidos que em alguns momentos levam a banda a flertar com o death e em outros aproximam a sua música do próprio hardcore - “Stronghold" é um bom exemplo.
Há um equilíbrio no protagonismo durante todo o trabalho. Em alguns momentos são os vocais de Chuck Billy que brilham - o cara está cantando muito bem! Em outros, é dupla de guitarras que faz o queixo cair. A entrada de Steve DiGiorgio parece que colocou o baixo alguns degraus acima, com o instrumento bem na cada durante todo o play. E Gene Hoglan é matemática pura, com andamentos criativos que criam ritmos pulsantes e complexos.
Fazendo um paralelo com "Dark Roots of Earth", há algumas diferenças bastante perceptíveis. O disco de 2012 passava a sensação de ser mais bem acabado, com canções que foram melhores desenvolvidas, como “Native Blood” e a música que deu nome ao álbum. Em "Brotherhood of the Snake" a sensação é de urgência geral, com uma pancada atrás da outra. São propostas diferentes, inegavelmente eficazes nos dois casos, mas que agradarão mais um tipo do público do que outro, tenho a impressão.
Há grandes canções em "Brotherhood of the Snake", e isso fica claro principalmente nas primeiras quatro faixas. Com o desenvolvimento do disco há uma pequena queda, mas nada que comprometa o resultado final.
No fim das contas, "Brotherhood of the Snake" é mais uma adição contundente no catálogo do Testament. Outro trabalho sólido e pra lá de competente de uma banda dona de uma trajetória com muito mais pontos altos do que baixos, e que, colocando na balança, possui uma discografia tão forte - ou até melhor, você escolhe - que seus conterrâneos do chamado Big 4.
Fonte: Whiplash.net
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
RoadieCrew mês de Outubro 2016
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
Slayer: placa comemorativa dos 30 anos de "Reign In Blood"
Fonte: Whiplash.net
Grave Digger: novo álbum sai em janeiro, veja capa e tracklist
"Healed By Metal" é o novo álbum do Grave Digger, agendado para sair em 13 de janeiro pela Napalm Records, trazendo as seguintes músicas:
01. Healed By Metal
02. When Night Falls
03. Lawbreaker
04. Forever Free
05. Call For War
06. Ten Commandments Of Metal
07. The Hangman's Eye
08. Kill Ritual
09. Hallelujah
10. Laughing With The Dead
02. When Night Falls
03. Lawbreaker
04. Forever Free
05. Call For War
06. Ten Commandments Of Metal
07. The Hangman's Eye
08. Kill Ritual
09. Hallelujah
10. Laughing With The Dead
bônus para a versão digipack:
11. Kingdom Of The Night
12. Bucket List
11. Kingdom Of The Night
12. Bucket List
Fonte: Whiplash.net
Lollapalooza Brasil: Confira line-up completo do festival
O festival rolará nos dias 25 e 26 de março no Autódromo de Interlagos, São Paulo. Seguem os preços dos ingressos.
LOLLA PASS (2 DIAS) R$400 MEIA/ R$800 INTEIRA
LOLLA LOUNGE PASS (2 DIAS) R$1400 MEIA/ R$1800 INTEIRA
LOLLA LOUNGE PASS (2 DIAS) R$1400 MEIA/ R$1800 INTEIRA
Fonte: Whiplash.net
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Kerry King: ele não entende como alguém pode gostar de Limp Bizkit
Fonte: Whplash.net
Tarja Turunen: Vocalista voltará ao Brasil em novembro de 2017
Segundo publicado no jornal Destak, a cantora voltará ao Brasil em novembro de 2017, em datas e cidades ainda a serem divulgadas.
Fonte: Whiplaash.net
Fonte: Whiplaash.net
Sepultura: Max Cavalera dispara contra Andreas Kisser e Paulo Jr.
Em recente entrevista para o site americano Metal Insider, Max Cavalera falou sobre sua decisão de formar o SOULFLY após sua saída do Sepulturaem Dezembro de 1996.
"Bem, olhando para trás agora, foi um momento muito difícil na minha vida, um período muito difícil, porque eu nunca pensei que eu ia deixar a banda", disse. "No primeiro mês, eu nem sequer queria tocar mais, eu estava, tipo, 'foda-se isto!' Eu só queria ficar alto e ficar bêbado e não dava a mínima. Mas então, pouco a pouco, comecei a escrever algumas coisas e a vontade de tocar começou a vir de novo, e foi legal, porque o Soulfly realizou e resgatou os mesmos elementos que eu tinha construído. Riffs, estruturas, refrões, tudo era muito semelhante, mas foi um momento difícil e eu estou feliz que acabou - Eu nunca quero voltar àquele tempo."
Max continua: "Um monte de gente realmente gostou do primeiro álbum doSOULFLY. Um monte de gente disse que é o seu favorito, talvez seja porque houve um pouco de desespero naquele registro (risos). É uma espécie de como você pode perder tudo e começar de novo com o que você tem."
"O Sepultura estava em meu coração. Era como se fosse meu bebê e agora, depois que passou todo esse tempo eu penso sobre isso, Igor (irmão de Max e baterista do Sepultura na época) e eu deveríamos ter apenas demitido aqueles dois idiotas [Max evidentemente referindo-se ao guitarrista Andreas Kisser e o baixista Paulo Jr.] e mantido o nome, mas não fizemos isso, eu não sei, naquela época, nós não tivemos a visão para tal, então eu simplesmente desisti."
Max também falou sobre o recém-lançado "Return to Roots" tour, que mostra Max e Igor comemorando o vigésimo aniversário do clássico álbum doSepultura "Roots" tocando o LP todo nos shows. Eles estão acompanhados no palco por seus companheiros do Cavalera Conspiracy, Marc Rizzo (guitarra) e Johny Chow (baixo).
Max disse: "Eu acho que o que faz dessa tour tão especial é que eu tenho que voltar ao tempo onde eu estava muito envolvido com as ideias daquele álbum, aquelas eram quase todas, minhas próprias ideias, de modo que ''Roots'' está muito perto de meu coração agora, vinte anos mais tarde, e voltar e fazer isso com Igor novamente é incrível. E a melhor coisa para finalizar esta história é um final feliz, embora nós tenhamos passado por todas aquelas dificuldades para chegar onde estamos agora."
Em uma entrevista de 2013, Kisser falou sobre a separação dos irmãos Cavalera da banda: "Para os fãs do Sepultura, há muitos Sepulturas em suas cabeças, Não é só porque Max e Igor. Se você escutar os álbuns que fizemos juntos, de 'Squizophrenia' a 'Roots' , eles soam como bandas totalmente diferentes, mas com a mesma formação.
Nós todos crescemos, a escolha de deixar a banda foi deles, nós nunca demitimos qualquer músico no grupo, nós só dispensamos nossa gerente após a tour de 'Roots' e Max optou por sair e ficar com ela e iniciar uma carreira solo. Ele não se importava com o nome durante aqueles dias e ele não lutou pelo nome, ele simplesmente virou as costas e disse: 'Fodam-se vocês'. Igor nos deixou dez anos mais tarde, ele não se importava tanto para brigar, foi como muitos pais que têm filhos e tem que deixá-los a certa altura da vida."
"Para os Cavalera, o Sepultura é como uma criança abandonada. Eles realmente viraram as costas para nós. Mas é ótimo estar aqui e manter o nome do Sepultura forte, trazendo coisas novas para os álbuns. O espírito nunca mudou e é por isso que ainda estamos aqui como Sepultura.", finaliza o guitarrista.
Fonte: Whiplash.net
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Soilwork: Em primeira vez no Brasil, um ótimo público em SP
Para uma estreia, um belíssimo show! Mas não era de se esperar algo diferente dos suecos do Soilwork. Uma das potências do death metal escandinavo, a banda sempre prezou, em seus mais de 20 anos de carreira, pela potência das guitarras, a base sólida e as excelentes melodias. O Soilwork era uma das joias do gênero que nunca pisaram em terras brasileiras. Até, obviamente, este último sábado.
O local escolhido para a apresentação foi a já conhecida do público paulista Clash Club. É um local já conhecido por alguns problemas, desde a construção do local – que não é dos mais gostosos para se ver um show – quanto pelo áudio. A casa, em grande lotação como estava neste show, deixa o público muito distante, e seu palco baixo dificulta que muitas pessoas consigam ver o show, especialmente quem esta longe.
O show teve abertura da banda HATEMATTER, que agradeceu ao público por terem sido escolhidos para a abertura do show dos suecos em São Paulo. Sem dúvidas era um belo momento para divulgar o lançamento do último disco da banda, “Foundation”, afinal a influência do Soilwork no som destes caras é mais que clara. Sou sincero em dizer que já havia ouvido estes caras anteriormente em algum show, e que eles não tinham chamado minha atenção no momento. “Foundation”, porém, tem um som potente, com uma bateria bastante forte, e a qualidade do show dos caras foi digna do gênero. Eles claramente evoluíram muito e estão no seu melhor momento, pois a banda ao vivo mostrou toda sua qualidade. Vale muito a pena dar uma ouvida no último disco dos caras.
Pouco depois, o Soilwork veio ao palco para sua apresentação. O público estava claramente ansioso, muitos fãs, muita espera. O show começou na hora marcada, e não demorou muito para estes caras pegarem o público pelo colarinho e lançar eles no teto. Abriram o show com “The Ride Majestic”, do último álbum da banda, e o público estava afiado e cantando muito com Strid. O som da banda e da casa corresponderam à altura, a bateria estava linda e as guitarrasextremamente polidas.
Strid foi sem dúvidas o grande destaque do show. Ele se mostrou extremamente animado com o público, se aproximando, subindo nos retornos e chamando os fãs para o bate cabeça. Parecia, nestes momentos, que plateia e músico já haviam se encontrado anteriormente, tão boa era a ligação entre ambos, belíssima sinergia. “Desculpem-nos por demorar mais de 20 anos para vir para cá”, disse ele. Não preciso dizer que ele claramente foi mais que perdoado.
O setlist foi no geral muito bom. A banda fez um setlist que passou por toda a sua carreira e trouxe quase todos os seus álbuns ao vivo, e também se focou em seu último disco, “The Ride Majestic”, lançado em 2015 e ainda em turnê. Dentre o que foi tocado, gostaria de dar um destaque para as músicas “Death in General”, com seu tom macabro e seus lindos solos de guitar; e “Overload”, que fez a Clash ficar pequena de tanta animação do público.
Tudo parecia tão perfeito até então, a qualidade do som deixou a desejar em torno da metade do show. O som da casa, que estava às mil maravilhas, estava tão potente e alto que acabou se embolando no centro da casa. Parecia que havia fluxos de som colidindo uns com os outros, e o vocal acabou bastante prejudicado (mais que o resto da banda, mas o problema claramente afetou todo o som do Soilwork). Isso ocorreu na metade do show, e foi bastante notório em músicas como “Petrichor” e “Bastard Chain”. A qualidade do som voltaria melhorar na parte final do show, e no bis ele retornaria ao nível das primeiras músicas.
Sobre o bis, difícil não apontar ele como a melhor parte do show. Além de o som estar ótimo e extremamente potente, a banda trouxe três grandes sucessos para coroar a apresentação em São Paulo. Não há nem muito que dizer, além de que a banda deu o seu melhor e o público se emocionou demais. Já em “Follow the Hollow”, o mosh pit se abriu no centro da pista da Clash e levantou todo o público. “Momentary Bliss” e “Stabbing the Drama” levaram o público ao êxtase. Senti a Clash Club tremer, como se ela própria estivesse no ritmo do Soilwork.
No final do show, Strid agradeceu uma vez mais ao público, especialmente pela hospitalidade dos brasileiros que muito bem os receberam. Espero que todo este clima seja mais um motivo para que retornem, afinal não é todo o dia que temos um show deste nível de qualidade. Como um adendo, gostaria de parabenizar a LiberationMC pela ótima aposta em ouvir os anseios do público brasileiro, afinal a casa cheia mostra que realmente estes caras eram esperados pelos brasileiros há muito tempo por estas bandas, o que ressalta que nesta maré de bandas vindo todo o ano ao país há muito espaço e demanda por shows diferentes e bandas novas. Que sirva de exemplo.
Setlist:
1. The Ride Majestic
2. Nerve
3. The Chainheart Machine
4. The Crestfallen
5. Death in General
6. Tongue
7. Overload
8. Petrichor by Sulphur
9. The Living Infinite I
10. Bastard Chain
11. Rejection Role
12. Whirl of Pain
13. Late for the Kill, Early for the Slaughter
Bis:
14. Follow the Hollow
15. This Momentary Bliss
16. Stabbing the Drama
Fonte: Whiplash.net
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