Mais um petardo do Monstractor já pode ser conferido no canal oficial de YouTube da banda. Após o lançamento do disco “Back From the Junkyard” em todas as plataformas digitais, a faixa “Sasquatch” é mais uma que estreia na plataforma de vídeo.
quinta-feira, 27 de agosto de 2020
Slayer: aberta pré-venda da edição nacional da HQ Repentless
A Editora Estética Torta anunciou em seu site a pré-venda da versão nacional da HQ "Repentless", uma novela gráfica baseada nos videoclipes extraídos do álbum "Repentless" (2015), último disco de estúdio do SLAYER

A versão nacional compila em um único volume, as três edições em quadrinhos lançadas em 2017, em formato de luxo, com capa dura, acabamento especial, detalhes em verniz e impressa em papel couchê de alta gramatura.
Abaixo, nota de divulgação da editora.
"Baseada na brutal trilogia de vídeo clipes cinematográficos lançados para a promoção do último álbum da banda, SLAYER: REPENTLESS penetra profundamente no âmago mais obscuro dos Estados Unidos, apresentando uma violenta jornada em uma estrada manchada de sangue. Jon Schnepp (Metalocalypse, Venture Brothers) e Guiu Vilanova (Conan, Weird Detective) criaram uma história de condenados, destruídos... e pessoas sem arrependimento algum!"
A edição está em pré-venda com desconto de 30%, saindo por R$ 62,90. As postagens de envio serão feitas na semana do dia 02 de novembro.
Interessados podem fazer sua reserva no link abaixo.
TESTAMENT: ERIC PETERSON REFLETE SOBRE O PERÍODO MAIS “SOMBRIO” DA BANDA
Em uma nova entrevista para o Guitar World, o guitarrista do Testament, Eric Peterson, disse que o período “mais sombrio” da carreira da banda provavelmente ocorreu na época do álbum “The Ritual“, de 1992.
“Lembro-me da Atlantic Records nos dizendo que tínhamos vendido apenas cerca de 250.000 discos naquele ano — o que seria incrível agora [risos] — e estávamos desanimados com isso”, disse ele.
“Perdemos nosso empresário naquela época, Alex [Skolnick, guitarra] nos disse que esta seria sua última turnê com o Testament, e Lou [baterista Louie Clemente] saiu — então tudo estava meio que desmoronando naquela época, mas nós ainda estavam esperançosos.
“Então, mudamos algumas coisas, mudamos a forma como fazíamos negócios e formamos nossa própria gravadora e coisas assim — e exatamente quando parecia que tínhamos conseguido as coisas novamente, foi quando Chuck [Billy, vocal] adoeceu. [Em 2001, Billy foi diagnosticado com uma doença cancerosa conhecida como Seminoma de Células Germinativas.]
“Mas mesmo depois de tudo isso, continuamos e ficamos pesados de novo, e acho que foi o início do novo Testament. Desenvolvemos um som mais moderno e tínhamos mais influência do Black e do Death Metal, embora tenhamos ainda éramos uma banda de Thrash. Só não estávamos tentando ser politicamente corretos com nossas letras e tudo mais — quero dizer, vamos lá, lançamos um disco chamado ‘Demonic‘. [risos]
“Nesse ponto, tínhamos passado por dois guitarristas diferentes, muitos bateristas, estávamos tendo problemas com nosso baixista original [Greg Christian] — e não tínhamos certeza do que íamos fazer. Então acabamos fazendo um álbum chamado ‘First Strike Still Deadly‘ [2001], que continha versões regravadas de algumas de nossas canções mais antigas.
“Quando eu volto e ouço ‘The Legacy‘ [1987] ou ‘The New Order‘ [1988], não fico impressionado com a produção, mas as músicas soam modernas quando as tocamos hoje — soam muito bem, e era isso que pretendíamos com ‘First Strike Still Deadly‘.“
O último álbum do Testament, “Titans Of Creation“, foi lançado em abril pela Nuclear Blast. O disco foi produzido por Peterson e o cantor Chuck Billy, enquanto Juan Urteaga, do Trident Studios, cuidou da coprodução, gravação e engenharia. Andy Sneap foi o responsável pela mixagem e masterização do álbum. Eliran Kantor intensificou mais uma vez para criar uma nova arte para a capa deste lançamento.
No início do ano, o Testament completou a turnê europeia “The Bay Strikes Back 2020” com o Exodus e Death Angel.
Fonte: Roadie-metal.com
quarta-feira, 26 de agosto de 2020
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SEPULTURA: BANDA RECEBE ALEX SKOLNICK (TESTAMENT) NA SEPULQUARTA DESSA SEMANA
Na SepulQuarta dessa semana, o SEPULTURA dá as boas-vindas ao guitarrista principal do TESTAMENT, Alex Skolnick, para uma sessão de perguntas e respostas ao vivo e uma apresentação de “Vandals Nest”.
Andreas Kisser comenta:
“Alex Skolnick é um dos grandes mestres da guitarra, não só no mundo do Heavy Metal, mas também no mundo do Jazz, um músico verdadeiramente único e extraordinário. Estamos muito honrados em tê-lo conosco nessa SepulQuarta incrível. Conversaremos sobre sua carreira com TESTAMENT e seus projetos paralelos, e você poderá perguntar o que quiser! Após o bate-papo, iremos fazer nossa versão em quarentena ao vivo de “Vandals Nest”, de nosso álbum Machine Messiah, com nosso amigo Alex no violão. Você não pode perder isso! Nos vemos na quarta!”

articipe nesta quarta-feira da ‘SepulQuarta’, que terá início às 21h CET / 12h PST / 16h no Brasil em: https://www.sepultura.com.br/sepulquarta
Encomende agora sua versão importada do álbumQuadra, em vários formatos, aqui: https://nblast.de/Sepultura-Quadra, ou na loja oficial do SEPULTURA: http://smarturl.it/sepulturamerch
Ouça os novos lançamentos da banda e outras novas faixas nas listas de reprodução de lançamentos do NB:
http://nblast.de/SpotifyNewReleases
http://nblast.de/AppleMusicNewReleases
Fonte: Roade-metal.com
Metal: confira os lançamentos do mês de setembro
O website Metal Storm compilou uma lista dos lançamentos do mês de setembro, confira abaixo.
01.09 - Death Nöize - Rites, Curses And Spells
01.09 - Thurisaz - Re-Incentive
01.09 - Tourniquet - The Slow Cosmic Voyage To Wisdom
04.09 - Katavasia - Magnus Venator
04.09 - Serpent Omega - II
04.09 - Foretoken - Ruin
04.09 - Dead Lord - Surrender
04.09 - Legendry - Heavy Metal Adventure [EP]
04.09 - Cult Of Lilith - Mara
04.09 - Stryper - Even The Devil Believes
04.09 - Rising Steel - Fight Them All
04.09 - Desolator - Sermon Of Apathy
04.09 - Omega Diatribe - Metanoia
04.09 - Ghost Spawn - Recollected Dismemberment [EP]
04.09 - Noumena - Anima
04.09 - Oceans Of Slumber - Oceans Of Slumber
08.09 - Raventale - Planetarium II
08.09 - Cloudkicker - Solitude
09.09 - Körgull The Exterminator - Sharpen Your Spikes
09.09 - Venom Prison - Primeval [Compilation]
11.09 - Mastodon - Medium Rarities [Compilation]
11.09 - Neal Morse - Sola Gratia
11.09 - Uniform - Shame
11.09 - Winter's Verge - The Ballad Of James Tig
11.09 - Void Rot - Descending Pillars
11.09 - Putrid Offal - Sicknesses Obsessions
11.09 - Skeletal Remains - The Entombment Of Chaos
11.09 - Jupiterian - Protosapien
11.09 - Porcupine Tree - Pure Narcotic [EP]
11.09 - Messiah - Fracmont
11.09 - Ihsahn - Pharos [EP]
11.09 - Night - High Tides - Distant Skies
11.09 - Marilyn Manson - We Are Chaos
11.09 - Demolizer - Thrashmageddon
11.09 - Aborted Fetus - Pyramids Of Damnation
11.09 - Ordinance (FIN) - In Purge There Is No Remission
11.09 - Dephosphorus - Sublimation
12.09 - Frowning - Death Requiem
15.09 - Novae Militiae - Topheth
18.09 - Sumac - May You Be Held
18.09 - Varg - Zeichen
18.09 - Heathen - Empire Of The Blind
18.09 - Carnation - Where Death Lies
18.09 - Fawn Limbs - Sleeper Vessels
18.09 - The White Swan - Nocturnal Transmission [EP]
18.09 - Finntroll - Vredesvävd
18.09 - Raven - Metal City
18.09 - Plague Years - Circle Of Darkness
18.09 - Ancst - Summits Of Despondency
18.09 - Dynfari - Myrkurs Er Þörf
18.09 - Sunken - Livslede
18.09 - 1782 / Acid Mammoth - Doom Sessions Vol. 2 [Split] [EP]
18.09 - Gazpacho - Fireworker
18.09 - Raven Throne - Viartańnie
18.09 - Derek Sherinian - The Phoenix
18.09 - Fit For A King - The Path
18.09 - Napalm Death - Throes Of Joy In The Jaws Of Defeatism
18.09 - Evoke - Seeds Of Death
22.09 - Ayreon - Transitus
22.09 - Ossuary Anex - Obscurantism Apogee
23.09 - Undeath - Lesions Of A Different Kind
24.09 - Proscription - Conduit
24.09 - Empress - Premonition
25.09 - Hexx - Entangled In Sin
25.09 - Crépuscule D'Hiver - Par-Delà Noireglaces Et Brumes-Sinistres
25.09 - Dwarrowdelf - Evenstar
25.09 - Svalbard - When I Die, Will I Get Better?
25.09 - Memoira - Carnival Of Creation
25.09 - Lik (SWE) - Misanthropic Breed
25.09 - Vous Autres - Sel De Pierre
25.09 - Obsidian Kingdom - Meat Machine
25.09 - Lethian Dreams - A Shadow Of Memories
25.09 - Emyn Muil - Afar Angathfark
25.09 - Kat - The Last Convoy
25.09 - Marche Funèbre - Einderlicht
25.09 - Morta Skuld - Suffer For Nothing
25.09 - Orplid - Deus Vult
25.09 - Kataklysm - Unconquered
25.09 - Varathron - Glorification Under The Latin Moon [Live]
25.09 - Anna Von Hausswolff - All Thoughts Fly
25.09 - Lonewolf - Division Hades
25.09 - Elmsfire - Wings Of Reckoning
25.09 - Crystal Spiders - Molt
25.09 - Sapiency - For Those Who Never Rest
25.09 - Deftones - Ohms
25.09 - Uada - Djinn
25.09 - Just Before Dawn - An Army At Dawn
25.09 - The Ocean - Phanerozoic II: Mesozoic | Cenozoic
26.09 - Hateful - Set Forever On Me
27.09 - Second To Sun - Leviathan
30.09 - Serpent Column - Kathodos
30.09 - Skáphe - Skáphe³
Fonte: Whiplash.net
terça-feira, 25 de agosto de 2020
Iron Maiden Anuncia Relançamento De Primeiro Álbum Em Vinil
A Parlophone Records vai lançar uma edição super especial do primeiro e autointitulado álbum do Iron Maiden. O material vai sair no formato vinil picture de 12 polegadas e estará disponível no mercado a partir do dia 09 de outubro.
O relançamento é em comemoração aos quarenta anos de Iron Maiden, que alcançou a #4 posição nas paradas britânica na época de sua estreia – a saber 14 de abril de 1980.
O disco traz em seu repertório clássicos do quilate de Phantom Of The Opera, Running Free e Iron Maiden, faixas até hoje executadas ao vivo pelo grupo e celebradas pelos fãs, o que prova ter passado no implacável teste do tempo. A pré-venda está disponível aqui.
Fonte:rockbizz.com.br
segunda-feira, 24 de agosto de 2020
Behemoth: banda fará live proibida para menores com show "ofensivo" em igreja
O Behemoth realizará uma live diferente no próximo dia 5 de setembro, um sábado. A apresentação, chamada "In Absentia Dei" (em tradução livre, "Na ausência de Deus", será transmitida diretamente de uma igreja secreta, na Polônia, com exibição não recomendada para menores de 18 anos.

Bastante teatral, a livestream promete uma proposta imersiva, para que os fãs se sintam dentro do local onde o show do Behemoth vai rolar. A transmissão será feita em qualidade 4K e o fã poderá escolher os ângulos que irá acompanhar entre oito câmeras - ou a versão convencional, do diretor.
Além do Behemoth, a exibição online terá um show do Imperial Triumphant. A segunda banda se apresenta diretamente de Nova York.
"Esteja ciente de que o conteúdo desta apresentação pode ser ofensivo, especialmente àqueles com crenças religiosas. Se você decidir continuar, você o faz por sua própria vontade e renuncia a quaisquer demandas de compensação ou retratação da banda. Para maiores de 18 anos", avisa o Behemoth.
Para assistir, basta acessar o hotsite da transmissão, www.Behemoth.Live. A partir das 10 horas da manhã, será possível acompanhar a apresentação. Uma hora antes, será promovido um pré-show de uma hora no canal da banda no YouTube.
Assista a um trailer a seguir:
Fonte: Whiplash.net
SODOM FINALIZA A MIXAGEM DO ÁLBUM ‘GENESIS XIX’
Os veteranos do Thrash Metal alemão do Sodom terminaram de mixar seu novo álbum, “Genesis XIX“, no Woodhouse Studio em Hagen, Alemanha, com o produtor Siggi Bemm. O LP está previsto para o final do ano via SPV/Steamhammer.
Em janeiro passado, o Sodom recrutou Toni Merkel como seu novo baterista. Ele se juntou à banda como o substituto de Stefan “Husky” Hüskens, que anunciou sua saída da banda menos de duas semanas antes.
Em um comunicado explicando sua saída, Hüskens disse que “algumas mudanças” em seu emprego em tempo integral, “bem como alguns outros assuntos“, foram os culpados por sua decisão de sair.
Em novembro passado, o Sodom lançou um novo EP, “Out Of The Frontline Trench“, via SPV/Steamhammer. O esforço continha três novas faixas, bem como novas gravações (estúdio e ao vivo) de dois clássicos da banda.
Juntando-se ao frontman Thomas “Angelripper” Such no EP estavam os guitarristas Frank “Blackfire” Gosdzik (também ex-Kreator, Assassin) e Yorck Segatz (Beyondition), além de Hüskens.
Blackfire já tocou com Sodom nos primeiros álbuns da banda, “Persecution Mania“, “Mortal Way Of Live” e “Agent Orange“.
O ex-guitarrista do Sodom, Bernd “Bernemann” Kost e o baterista Markus “Makka” Freiwald divulgaram um comunicado conjunto em janeiro de 2018 alegando que foram demitidos da banda por Tom por meio da plataforma de mensagens WhatsApp antes mesmo de Tom ter a chance de ouvir qualquer parte do material da dupla estava trabalhando para o próximo álbum do grupo.
Fonte: Roadie-metal.com
Slayer: "Importante não é a melodia, mas a fúria na voz"
O Slayer concedeu uma entrevista para a revista Filter, em abril de 2009, e entre vários assuntos, a banda comentou sobre os albuns "Reign In Blood", "South Of Heaven" e "Seasons In The Abyss"

Sobre "Reign in Blood":
Kerry King (guitarra): "Foi a primeira vez em que você pôde realmente ouvir a ferocidade pura do Slayer, e isso fez uma grande diferença. O engraçado deste álbum é que se ele fosse lançado nos dias de hoje, ninguém daria a mínima. Diriam apenas ’Isso é legal’. Mas na época ele fez uma grande diferença. As pessoas ainda consideram esta, uma fase contundente da banda, a partir deste álbum as coisas mudaram".
Jeff Hanneman (guitarra): "'Angel of Death' foi o grande problema. Eu lembro de ter recebido um telefonema logo após o álbum ter sido finalizado e me disseram ’a Sony não vai lançá-lo’. Lembro que estava em casa, puto, atirando coisas. Merda! Eu não achava que havia algo de errado com ’Angel of Death’ ou com algo que tínhamos feito, era um documentário! Não há nenhum ’Hail Hitler", ou 'Pessoas brancas comandam', é um documentário, cresçam, povo. Demorou meses até eles avaliarem o álbum novamente. Finalmente conseguimos assinar a distribuição".
Sobre "South of Heaven" e "Seasons in the Abyss":
Dave Lombardo (bateria): "Eu acho que o 'Heaven' é mais lento. 'Reign in Blood' foi tocado bem rápido, mas essa era a cara do álbum. 'South of Heaven' é um registro totalmente diferente, ele é bem mais ’diversificado’".
Tom Araya: "Nós, propositalmente, não queríamos fazer outro álbum que fosse rápido. Mas existe um monte de pessoas que hoje em dia dizerm que ’South of Heaven’ é um álbum subestimado".
Kerry King: "Meu problema com o álbum é que eu nunca achei que o Tom deveria ter cantado da forma que ele cantou. Não é culpa dele, todos nós tomamos esta decisão. Após o ’South of Heaven’, eu disse a ele na época do ’Seasons’ - 'Eu não quero saber se você sabe a melodia, mas você não pode perder a fúria em sua voz'. Não havia muita raiva na sua apresentação. Eu acho que combinamos os dois com o ’Seasons’, como por exemplo 'É assim que deveria ser, é uma marca registrada do Slayer a partir de agora, assim foi escrito e assim foi feito!' (risos)"
"No fim dos anos 80, com o 'Reign' e o 'South', e com a gente trabalhando no 'Seasons', havia milhões de bandas fazendo a mesma coisa. É como um círculo vicioso, quando algo fica popular, as gravadoras assinam com qualquer coisa que seja parecida com isso, o que acaba com o gênero".
Fonte: Whiplash.net
sábado, 22 de agosto de 2020
Em 22 de agosto de 2006, o LAMB OF GOD lançava o seu quarto full-lenght. Bem, se considerarmos o primeiro play, lançado ainda sob o nome de BURN THE PRIEST, é o quinto. E “Sacrament” é nada mais do que o disco mais importante da carreira da banda.
Os caras vinham de um excelente álbum, “Ashes of the Wake“, que em minha opinião é o melhor disco da banda. E de uma extensa turnê, que culminou com o lançamento do vídeo “Killadelphia“. E a banda não deu muito espaço entre esses três lançamentos.
O disco foi gravado em três estúdios diferentes: a bateria foi gravada no “Spin Recording Studios“, na cidade de Long Island; as guitarras foram gravadas no “Sound of Music“, em Richmond, terra natal da banda; já os vocais foram gravados no “The Machine Shop“, na cidade de Hoboken. E sob a batuta do produtor Machine, nascia assim o álbum que colocou o LAMB OF GOD definitivamente entre as bandas mais importantes da cena Metal. A Epic Records lançou a bolacha.
A abertura se dá com a clássica “Walk With me in Hell“. Grooveada, pesada, sombria. Lembro me que quando eu trabalhava em um hotel que fica em frente da antiga sede do Rock in Rio e tive a honra de receber a banda e fazer amizade com os caras, a anfitriã do hotel quando soube que a banda se chama “Cordeiro de Deus”, perguntou-me se eles eram cristãos… Eu ri e mandei ela procurar exatamente essa música… A cara dela foi igual ao do pastor no clipe da música “Ruin“. Mas “Walk With me in Hell” é uma música soberba.
“Against We Rise” é outra quebradeira, cheia de mudanças em seu andamento, desde a introdução meio chatinha, que logo dá lugar às guitarras velozes e agressivas, até seu clima épico e sombrio durante as estrofes e voltando à velocidade no refrão. “Redneck” é o hino da banda, música obrigatória nos shows, sendo sempre a que encerra as apresentações da banda. Ela não é nem agressiva, mas o Groove dela é sensacional. E Chris Adler brilha aqui.
“Pathetic” é outra da série de quebradeira da banda. A velocidade que a banda imprime na introdução e nos refrãos aliada com a parte mais grooveada nas estrofes faz dela outra música gigante neste disco. Essa música é uma das poucas da carreira da banda que tem solo, já que não é comum Willie Adler e Mark Morton (que hoje é a dupla de guitarristas mais letais da cena) utilizarem deste recurso.
“Foot to The Throat” é uma música com influências mais core, por isso mais rápida. Excelente. E mais uma vez Chris Adler em companhia de Willie e Mark Morton são os destaques por aqui. Riffs cavernosos combinados com a melhor performance de bateria da carreira de Chris Adler são o resultado da música “Descending“. Que música maravilhosa. E que habilidade Chris demonstra em seu bumbo duplo, intercalando com as batidas na parte de cima de seu kit. Sonzera desgraçada e é por isso que eu amo essa banda. Uma pena que ele saiu. Mesmo que o bom baterista Art Cruz não comprometa, não é a mesma coisa.
“Blacken the Cursed Sun” já não é tão excelente quanto as seis primeiras. E eu não entendo o porquê de a banda insistir em incluir essa faixa nas apresentações ao vivo. Ela é até pesada, raivosa e densa, mas não é das minhas preferidas não. Uma virada de bateria sensacional anuncia “Forgotten (Lost Angels)”, uma música um pouco mais veloz que a anterior, mas com aquela quebrada para o Groove, que o ouvinte já espera no som do LAMB OF GOD.
“Requiem” tem alguns riffs interessantes e Chris Adler brilhando na bateria, acompanhando a dupla de guitarristas. “More Time to Kill” é pesada, agressiva e muito grooveada, enquanto que “Beatings on Deaths Door” encerra o disco de forma brilhante com riffs bem elaborados, com um belo timbre e a bateria precisa desta fera chamada Chris Adler.
E assim termina um disco relativamente curto, são apenas 46 minutos de muito peso e raiva em forma de música, mas é um álbum essencial na carreira da banda. E para quem ainda não conhece o som o LOG, é um disco que eu recomendo para uma primeira audição.
“Sacrament” foi um sucesso desde o seu lançamento: vendeu 63 mil cópias somente na primeira semana e estreou em 8º lugar na “Billboard”. Em 2010 havia batido a marca de 331 mil cópias vendidas somente nos Estados Unidos e em 2019 conquistou o Disco de Ouro pela RIAA, a Associação das Gravadoras estadunidenses. Além disso, a gaixa “Redneck” foi indicava ao Grammy na catehoria “Melhor Performance de Metal”, mas acabou desbancada por “Eyes of the Insane”, do SLAYER.
Terminamos a nossa homenagem, desejando que o LAMB OF GOD tenha ainda uma longa vida e que em breve possamos vê-los novamente em ação. Divulgando seu recém autointitulado álbum. Enquanto isso não acontece, continuemos a celebrar este maravilhoso álbum que é “Sacrament”.
Fonte: Roadie-metal.com
sexta-feira, 21 de agosto de 2020
U.D.O.: ESTREIA DO NOVO CLIPE “FUTURE IS THE REASON WHY”
Confira o novo clipe do vocalista Udo Dirkschneider com a Banda Militar das Forças Armadas Federais Alemãs. A faixa chama-se “Future Is the Reason Why”. Além deste clipe, outros três foram lançados anteriormente: “We Are One”, “Pandemonium” e “Neon Diamond”. Confira abaixo:
CARCASS: BANDA ANUNCIA NOVO EP, “DESPICABLE”, PARA O DIA 30 DE OUTUBRO
As lendas do metal inglês, CARCASS, retornarão com sua primeira coleção de novas músicas em 7 anos, “Despicable”.
O próximo EP traz 3 faixas inéditas, incluindo “The Living Dead At The Manchester Morgue”, que foi lançado hoje, bem como a música previamente revelada “Under The Scalpel Blade”. O EP está agendado para lançamento no dia 30 de outubro pela Nuclear Blast e estará disponível digitalmente, em CD e fita cassete e vinil de edição limitada, que podem ser pré-encomendados (versão importada) agora aqui: http://www.nuclearblast.com/carcass-despicable
Pré-salve o EP no Spotify e Deezer, pré-adicione no Apple Music e ouça em: https://nblast.de/CarcassDespicable
Veja o vídeo de “The Living Dead At The Manchester Morgue” aqui:
Fonte: Roadie-metal.com
Napalm Death: banda lança vídeo de "Amoral", faixa do novo álbum
A lendária banda britânica NAPALM DEATH lançou nesta sexta-feira (21 de agosto) o vídeo oficial de seu novo single, "Amoral". A música é faixa de "Throes of Joy in the Jaws of Defeatism", décimo sexto álbum do grupo, que será lançado no dia 18 de setembro.
O vídeo de "Amoral" foi disponibilizado no canal oficial da gravadora Century Media no Youtube e pode ser conferido no player abaixo.
Confira a seguir o tracklist e a arte da capa do próximo álbum do NAPALM DEATH.
"Fuck the Factoid"
"Backlash Just Because"
"That Curse of Being in Thrall"
"Contagion"
"Joie De Ne Pas Vivre"
"Invigorating Clutch"
"Zero Gravitas Chamber"
"Fluxing of the Muscle"
"Amoral"
"Throes of Joy in the Jaws of Defeatism"
"Acting in Gouged Faith"
"A Bellyful of Salt and Spleen

Fonte: Whiplash.net
quinta-feira, 20 de agosto de 2020
SIX FEET UNDER LANÇARÁ O ÁLBUM ‘NIGHTMARES OF THE DECOMPOSED’ EM OUTUBRO
No dia 2 de outubro, os veteranos do Death Metal do Six Feet Under, lançarão seu 17º álbum, “Nightmares Of The Decomposed“, pela Metal Blade Records. O primeiro single e a pré-encomenda do álbum serão lançados em 1º de setembro, mas, enquanto isso, os fãs já podem assistir a um teaser em vídeo de estúdio do LP abaixo.
O vocalista Chris Barnes comenta: “Trabalhar novamente após 25 anos escrevendo um álbum com meu antigo colega de banda do Cannibal Corpse, Jack Owen [guitarra], foi como voltar para casa… para uma sala cheia de cadáveres. A escrita e os riffs de Jack nesse álbum me deram o combustível para escrever algumas letras perturbadoras e realmente colocou minha mente criativa em chamas.“
Composto por 12 faixas, “Nightmares Of The Decomposed” é uma declaração definidora, deixando muito claro que após mais de 25 anos de carreira, o Six Feet Under permanece na vanguarda do gênero. Dinâmico, pesado como o inferno, cativante e intransigente, é tudo o que os fiéis de longa data da banda esperam da unidade mortal e é claramente o produto de muito trabalho árduo de Barnes, dos guitarristas Owen e Ray Suhy, do baixista Jeff Hughell e o baterista Marco Pitruzzella.
Rastreado em vários estúdios, incluindo o Criteria Studios em Miami, Flórida, que ao longo dos anos já hospedou nomes como AC/DC, Black Sabbath e Aerosmith, entre outros, foi produzido, projetado e mixado por Chris Carroll, que deixou uma sensação completa e robusta. A masterização do álbum foi feita por Chaz Najjar na Badlands Recording em Denver, Colorado. O produto final vem embalado com arte de Luke Hunter e vem com músicas que vão soar muito bem ao vivo e vão se encaixar confortavelmente ao lado dos clássicos que já estão preenchendo suas setlists, ajudando a levar a banda cada vez mais perto de sua quarta década de existência.
Six Feet Under é:
Chris Barnes – vocais
Jack Owen – guitarra
Ray Suhy – guitarra
Jeff Hughell – baixo
Marco Pitruzzella – bateria
Fonte: Roadie-metal.com
SEPTICFLESH: BANDA LANÇA TRAILER DE NOVO ÁLBUM
Os gigantes do Death Metal Sinfônico, SEPTICFLESH, liberaram no dia de hoje um trailer de seu novo álbum, que mostra a banda em estúdio trabalhando nas composições do sucessor do elogiado Codex Omega, de 2017. Seu 11º trabalho de estúdio, ainda sem nome anunciado, está programado para sair em 2021.
#Septicflesh #Newalbum2021
Confira o trabalho do SEPTICFLESH nas principais plataformas de streaming clicando aqui: https://geni.us/SepticfleshStreaming
SEPTICFLESH é:
Seth: (vocal gutural, baixo)
Christos Antoniou (Guitarra, parte orquestral)
Sotiris V. (guitarra, vocal limpo)
Kerim “Krimh” Lechnner (Bateria)
Visite SEPTICFLESH online:
http://www.septicflesh.com
http://www.facebook.com/septicfleshband
http://www.youtube.com/Septicfleshoffcial
http://www.instagram.com/septicflesh_band
https://twitter.com/septicfleshband
Fonte: Roadie-metal.com
Killswitch Engage: Seria "The End Of Heartache" o maior hino do metalcore?
"Obviamente era nosso primeiro álbum com Howard Jones e sabíamos o grande cantor que ele era. Então por que diabos não nos utilizarmos disso?". Assim, na seção "The Story Behind", entre as páginas 22 e 24 da edição 328 da Metal Hammer (novembro/19), o carismático Adam Dutkiewicz começa a contextualizar a chegada do sucessor de Jesse Leach para as gravações de The End Of Heartache (2004). Assinada por Stephen Hill, a matéria, que pode ser lida na íntegra aqui, pondera se a faixa-título seria o maior hino do metalcore.
Mas tudo em seu tempo, pois antes o guitarrista discorre sobre a facilidade para compô-la: "A música surgiu bem facilmente. Para ser sincero, não tive de mudar o modo como eu compunha para incorporar o Howard ou de pensar em encontrar uma sonoridade que fosse mais comercial. Apenas escrevi algo que achava que soava legal, ele veio e a fez voar. Sentíamos que era algo grandioso".
Conforme destacado pelo jornalista inglês, a ironia residia no fato de Adam não ter memórias de ela se destacar entre as outras onze (lembre-se que entre elas estão "Breathe Life" e "Rose Of Sharyn", primeiro single extraído do play), somente entendendo seu real potencial em sua estréia ao vivo: "Gostávamos dela, mas não tínhamos idéia de que ela viria ser a canção definitiva. Quando a tocamos pela primeira vez, a reação foi louca. Lá pelo segundo verso, a platéia inteira estava cantando junto. Ela parecia conseguir uma reação cada vez maior quanto mais longe íamos".
Indagado sobre o porquê de a sétima faixa do hoje clássico terceiro full length do grupo ter se conectado tão rapidamente com a base de fãs, Adam avaliou: "Amo as letras do Jesse, acho que elas são incrivelmente poderosas, mas quando Howard entrou na banda, ele trouxe uma energia nova. Era muito mais sobre sentimentos, amor perdido, escavando sua dor no coração. Não era tão esotérico quanto Jesse. O público começou a mudar muito: passamos a ver mais garotas vindo, o que era ótimo!".
Mas a discussão persiste, pois, para início de conversa, seria ela a faixa mais icônica do conjunto? O próprio músico reflete: "Não sei o quão influente ela foi para outras bandas. Mas com toda certeza penso que ela representou o passo adiante em nossa carreira. Foi meio que como uma placa de sinalização para onde estávamos indo. É nossa música mais importante? Certamente é uma delas. Fico imaginando como teria sido nossa carreira se a canção não tivesse decolado assim. Então, sim, talvez seja a música-chave".
Surpreendentemente, Adam admite que nem sempre gostou de executá-la: "Gosto de tocá-la ao vivo se as pessoas estão no clima. Se elas estiverem lá, em pé, dizendo: ‘Que merda é essa?’, não é tão divertido. Qualquer música é divertida de se tocar se você vê a plateia curtindo. E, de fato, nós a tiramos do setlist por um tempo alguns anos atrás. Todos sabíamos que ela retornaria, mas às vezes você precisa dar uma pequena pausa para uma abordagem renovada".
Quase encerrando o papo, Adam explora o regresso de Jesse, exatamente no lugar de quem o substituíra, e como um fez para interpretar letras do outro: "Uma música, sim, toma novas formas e significados quando cantada por outra pessoa. Jesse voltou e faz um ótimo trabalho (assim como fez Howard nas músicas de Jesse) ao interpretar "The End Of Heartache" à sua própria maneira. Foi ótimo ouvir Jesse cantá-la na primeira vez que a ensaiamos. Ele realmente detonou em todo o material, mas ele traz uma intensidade muito diferente para esta música em particular, o que é sensacional de ver".
A matéria se encerra citando um show especial ocorrido na O2 Arena, em Londres, em 10/08/18, com o Killswitch Engage abrindo para ninguém mais, ninguém menos do que o Iron Maiden e Howard Jones dando uma palhinha ao lado de seus ex-colegas justamente em... "The End Of Heartache"! Adam relembra: "Ele estava fazendo alguns shows com o Jasta [nota: projeto de Jamey Jasta, vocalista do Hatebreed] no Reino Unido e veio nos ver. Estávamos sentados no backstage, decidimos fazer uma música e ‘The End Of Heartache’ apenas pareceu ser a mais certa em fazermos. Adoramos tê-la tocado e foi, na verdade, algo bem comovente para mim. Tive todos os tipos de memórias voltando a me inundar e ver as reações, lá e online mais tarde, foi realmente lindo. Significa muito para todos nós que a música ainda signifique tanto para tantas pessoas após todos esses anos". O resto é história!
E para você? "The End Of Heartache" é o maior hino do metalcore?
Fonte: Whiplash.net
Kataklysm: lendas do death metal anunciam o 14º álbum
O peso pesado do death metal Kataklysm está prestes a lançar o 14º disco da carreira, Unconquered (25 de setembro, via Nuclear Blast), e acaba de disponibilizar o primeiro single ‘The Killshot’. A música, que também ganhou versão videoclipe, pode ser conferida a seguir.
A banda comenta sobre o single. "´The Killshot’ é uma música maquiavélica (alusivo a atos negativos, em negação a leis morais, de acordo com a doutrina de renascentista Nicolau Maquiavel). Trata sobre vingança e como aplicá-la. Escrevemos a canção de uma forma abrangente, para que cada pessoa possa interiorizar a mensagem de acordo com sua história de vida. No geral, o vindouro álbum fala de como superar dores e contratempos, uma mensagem pertinente aos dias atuais", enfatizam.
O vídeo foi produzido em fevereiro deste ano em Atlanta (Georgia, Estados Unidos), com o diretor Scott Hanson. "Assistimos a algumas de suas produções e optamos por tentar seu estilo junto ao Kataklysm. A experiência foi fantástica e nunca nos esqueceremos isso", eles destacam e lembram que tudo aconteceu no início do aumento dos casos de covid-19 no país. "Estávamos sentados no aeroporto e pela primeira vez vimos pela TV que os Estados Unidos enfrentaria um lockdown por causa da pandemia da covid-19".
Unconquered foi gravado e produzido pelo produtor de longa data do Kataklysm, o também guitarrista JF Dagenais, no JFD Studio, em Dallas (Texas). A mixagem ficou por conta do lendário Colin Richardson, com ajuda de Chris Clancy, que colocaram peso e modernizaram a sonoridade da banda. Eles garantem: Unconquered está entre os álbuns da extensa discografia com excelente produção.

O coração da besta, que também aparece nos discos The Arms Of Devastation (2006), Prevail (2008) e Heaven’s Venom (2010), reaparece na capa de Unconquered, concebida pelo artista Blake Armstrong.
Fonte: Whiplash.net

