segunda-feira, 18 de março de 2024

RESENHA: ANUBIS – “DARK PARADISE” (2024)

 

“Dark Paradise” é o primeiro full lenght da banda californiana de Power/Thrash Metal, Anubis, o qual foi lançado no dia 23/2/2024, pelo selo M-Theory Audio. O debut do Anubis saiu, portanto, seis anos após a sua fundação na cidade de Los Angeles/CA, no ano de 2018. Nesse hiato, o quinteto disponibilizou quatro EPs, “Ashes” (2019), “Anubis” (2020), “Hurricane of Hate” (2020) e “Eternal Youth, Eternal Night” (2022).

   

Atualmente, Anubis conta com o seguinte line-up: Will Buckley (baixo), Paul Gehlhar (bateria), Devin Reiche (vocal), Justin Escamilla (guitarra) e Eleazar Llerenas (guitarra).

POWER THRASH

Embora pouca gente se atente ao híbrido Power/Thrash, temos aqui uma das mesclas mais fantásticas entre os subgêneros de Metal. Pois, nessa receita, se unem dois ingredientes que na grande maioria das vez são divergentes: a violência sonora do Thrash e a abundância melódica do Power. No entanto, essa união, na maior parte do tempo, acontece de maneira tão homogênea que nem nos damos conta que se trata de uma mistura de estilos que forma um único.

VIOLÊNCIA SONORA E ABUNDÂNCIA MELÓDICA DESDE O PRINCÍPIO

Assim que os primeiros segundos de “Venom and the Viper’s Kiss” vêm a luz, fica evidente a grandiosidade do trabalho do vocalista Devin Reiche. Além disso, é possível contemplar a precisa performance do baterista Paul Gehlhar, a qual oferece as canções o que elas necessitam com exatidão, juntamente com o baixista Will Buckley. A dupla de guitarristas, Justin Escamilla (base) e Eleazar Llerenas (solo), igualmente, oferecem riffs e solos que contribuem para a agradável sonoridade do Anubis. Como resultado, esse time pefeito faz com que tudo funcione na parte musical.

SINGLES

Em seguida, vem a composição “Heartless”, que foi um dos singles de adiantamento do álbum “Dark Paradise”. Eu até poderia dizer essa faixa tem o meu refrão preferido desse disco, mas essa impressão muda a cada audição que faço, já que o registro é pleno de refrãos acima da média. Em alguns momentos, o estilo do Anubis me faz lembrar do que já escutei do Iced Earth, mas em outros, eles me lembram, discretamente, Savage Blood, uma banda alemã que também abraça o Power/Thrash com louvor.

O outro single, “Priestess of Dark Paradise”, que faz menção ao título do full lenght, é levemente mais cadenciado que sua antecessoras, porém é tão avassalador quanto as mesmas. Em suma, temos um trinca inicial a qual não cabem críticas negativas.


MELODIA É A LEI

A canção “Fallen” começa lenta, com dedilhado e uma divina interpretação vocal de Reiche, mas a velocidade e o peso invadem poucos segundo depois. Temos aqui, também, um maravilhoso solo de Llerenas, assim como uma linha de baixo incrível de Buckley. Na sequência temos a regração da faixa “Devour”, a qual, originalmente, faz parte do EP “Ashes”, primeiro registro oficial da discografia do Anubis. Ela é, indubitavelmente, a canção mais agressiva do disco, inclusive alternando vocais guturais, fato que a torna ímpar no contexto da obra. Já “The Uncreated” inicia com uma breve narração inicial, se tornando, logo depois, uma dos melhores momentos da audição, com uma explícita influência em Iced Earth.

Enfim, chegou a hora da minha música favorita desse disco, Symbolic, que introduz com um riff “a la Iommi”, contando com um show de interpretação e feeling do frontman. Ainda que a voz de Reiche tenha o Power Metal como característica, em “Symbolic”, ela parece soar Thrash Metal do início ao fim, devido ao nível de agressividade que ele a impõe.

PARTE FINAL

Ao contrário da faixa que a antecede, “Strife” volta a assumir a pegada Power/Thrash usada a princípio, com o adendo de alguns guturais como back vocals e que dão a ela um pitada necessária de peso.

A fim de encerrar “Dark Paradise”, “Thy Frozen Throne” é o que chamamos aqui no Brasil de Power Metal “melodicuzinho” ou Power Metal de videogame. Na maioria das vezes, eu correria para as colinas para fugir de uma música desse tipo, mas, no caso do Anubis, que fez um disco de incontestável qualidade, até dessa música eu gostei.

Congratulations, Anubis!

   

Nota: 9,2


Fonte: Mundometalbr.com

sexta-feira, 15 de março de 2024

Spoiler: Chile anuncia seu novo mega festival com atrações que podem vir no Brasil

 O Mexico Metal Fest (MxMF) é um dos grandes festivais de metal do mundo, e anunciou sua chegada ao Chile sob o nome de CL.Rock, um novo festival chileno que será realizado no dia 10 de novembro, no estádio Santa Laura, na cidade de Santiago. O evento nasceu da união de Spider e Santiago Fusión com a Cacique Entertainment, produtora mexicana que desde 2016 realiza o Mexico Metal Fest. Enquanto o festival mexicano trouxe em sua última edição mais de 40 bandas em três palcos, o evento chileno, em sua primeira edição, deve ter apenas um dia, porém recheado de atrações.



Uma das atrações do evento, o Asphyx, já tem um show anunciado em São Paulo no dia 8 de novembro, e embora há alguns meses já tínhamos "informações de bastidores" sobre a vinda de nomes como Satyricon e Watain ainda este ano para a América do Sul, com ofertas para produtores brasileiros, este cast parcial, que segundo a produtora é apenas a metade das atrações, é um verdadeiro spoiler do que pode vir ao Brasil ainda este ano.

Confira abaixo as primeiras atrações do CL.Rock.


— The Pineapple Thief

— Satyricon

— Deicide

— At the Gates

— Katatonia

— Watain

— Unleashed

— Asphyx

— Incantation

— Belphegor

— Chelsea Grin

— Grá


Fonte: Whiplash.net

quinta-feira, 14 de março de 2024

Anders Colsefni, vocalista original do Slipknot, lança sua versão de Mate. Feed. Kill. Repeat.

 

O vocalista original do Slipknot, Anders Colsefni, acaba de lançar uma nova versão de Mate. Feed. Kill. Repeat., álbum que levou a banda norte-americana do underground aos maiores palcos do planeta.

Anders comentou (via Blabbermouth): “Este disco é dedicado a Joey [Jordison] e Paul [Gray], meus eternos irmãos. Este projeto completa seu legado para o Crowz original. Esta parte importante de sua herança agora pode ser ouvida pela geração Maggot da família Knot. Sinto muita falta deles todos os dias e espero que esta homenagem honre a memória deles e nossa amizade eterna. Viva o Knot”.

No Halloween de 1996, 600 cópias de Mate. Feed. Kill. Repeat. ganharam a luz do Sol. O disco tem sido um mito há 25 anos, com inúmeros bootlegs surgindo mas nunca apareceu oficialmente nas plataformas de streaming.

Em outubro de 2023, Colsefni fez parceria com a banda neozelandesa Kaosis para uma turnê pela Austrália e Nova Zelândia chamada Numetal Mayhem. O Kaosis também atuou como suporte principal e banda de apoio de Anders, tocando o álbum Mate. Feed. Kill. Repeat na íntegra.

Este disco não era tocado ao vivo desde 1996 e foi nessa turnê que decidiram disponibilizá-lo nas plataformas de streaming. A regravação de Mate. Feed. Kill. Repeat. começou imediatamente após o término da jornada. Kaosis gravou, produziu e mixou o projeto em Aotearoa (Nova Zelândia). Anders completou com os vocais em Iowa, Estados Unidos. A nova gravação permanece fiel ao original, mas inclui alguns novos arranjos.

Ouça abaixo


Fonte: Showbizz.com.br

terça-feira, 12 de março de 2024

THE TROOPS OF DOOM: programado para maio, novo álbum tem arte de capa de Dan Seagrave

 O The Troops of Doom revela que o artista gráfico britânico Dan Seagrave, responsável por artes icônicas da era de ouro do death metal, é o autor da capa do segundo full da banda, “A Mass To The Grotesque“, que será lançado no dia 31 de maio pelo selo português Alma Mater Records, cujo sócio é Fernando Ribeiro, vocalista do Moonspell. “Não haveria um artista mais perfeito para pintar a capa do disco senão o ilustre Dan Seagrave, que tem seus traços firmados no gênero e é autor de inúmeras capas de álbuns do death metal que foram escola e servem de inspiração direta na música do The Troops of Doom, como Morbid Angel, Dismember e Entombed”, afirma Marcelo Vasco. “Somos fãs inveterados do trabalho dele e é uma enorme honra ter uma arte dele como capa desse novo disco. É um sonho sendo realizado”, acrescenta o guitarrista, que também é artista gráfico.

O título “A Mass To The Grotesque” traz o simbolismo de uma verdadeira ode ao feio, ao mal e ao temido. “Um culto ao grotesco, sobre tudo e todos que não se encaixam nos moldes de uma dita sociedade “evoluída”, optando então por viver nas sombras. Uma liturgia obscura ao renegado e seus adeptos, que encontram abrigo e conforto na ausência de luz e de uma suposta ditadura da palavra divina, seja ela qual for. O grotesco é a resistência, onde nada é sagrado”, descreve o guitarrista Jairo “Tormentor” Guedz.

“A Mass To The Grotesque” foi gravado em um dos maiores estúdios do Brasil, o Audio Porto, em Porto Alegre (RS), e conta com produção de André Moraes, músico, autor de trilhas sonoras para cinema, teatro e televisão, além de diretor de filmes e videoclipes. Moraes já foi indicado a um Grammy Latino e um MTV Video Music Brasil, trabalhou como produtor do álbum “Dante XXI” (Sepultura), além de ter sido responsável pela trilha sonora do filme “Lisbela e o Prisioneiro”. “Estivemos no estúdio, produzindo e gravando juntos de verdade, já que nossos trabalhos anteriores foram feitos remotamente. Isso foi algo que trouxe uma riqueza ainda maior para a nossa música. O estúdio Audio Porto é considerado um dos melhores do Brasil e tivemos ainda o talento de André Moraes nos assessorando”, destaca o baterista Alexandre Oliveira.

O álbum foi mixado e masterizado por Jim Morris no lendário estúdio Morrisound, na Flórida, que originou verdadeiros clássicos do death metal no final dos anos 80 e início dos anos 90. “Ter o nosso álbum mixado e masterizado nesse patrimônio do death metal da velha guarda, de onde saíram discos como ‘Leprosy’ (Death), ‘Altars of Madness’ (Morbid Angel), ‘Deicide’ (Deicide) e ‘Arise’ (Sepultura), apenas para mencionar alguns, é fantástico”, conclui o vocalista e baixista Alex Kafer.


Confira o repertório de “A Mass To The Grotesque”:
01. Solve Et Coagula – Introduction
02. Chapels Of The Unholy
03. Dawn of Mephisto
04. Denied Divinity
05. The Impostor King
06. Faithless Requiem
07. Psalm 7:8 – God of Bizarre
08. Terror Inheritance
09. The Grotesque
10. Blood Upon The Throne
11. Venomous Creed

O The Troops of Doom será uma das atrações do festival Summer Breeze Open Air Brasil, tocando no dia 28 de abril (domingo), ao lado de bandas como Mercyful Fate, Anthrax, Amorphis, Death Angel, entre outras. Em agosto, a banda fará a sua primeira turnê europeia, onde será uma das atrações do festival Milagre Metaleiro 2024, que acontece em Pindelo dos Milagres, em Portugal. Em breve novas datas da primeira passagem pelo Velho Continente serão anunciadas.

PRÉ-SAVE do primeiro single: https://bfan.link/troops-chapels-of-the-unholy

PRÉ-VENDA do álbum físico em https://bit.ly/49LaD1x

Sites relacionados:
www.thetroopsofdoom.com
www.facebook.com/thetroopsofdoom
www.instagram.com/thetroopsofdoom
www.almamaterrecords.com

Contato: info@thetroopsofdoom.com

Novos produtos do merch em https://www.thetroopsofdoom.com/loja


The Troops of Doom Assessoria de Imprensa – ASE Music:
http://www.asepress.com.br/music/
www.instagram.com/ase_press/
music@asepress.com.br


Fonte: Roadiecrew.com

segunda-feira, 11 de março de 2024

SIX FEET UNDER anuncia novo álbum de estúdio, “Killing For Revenge”; disco traz cover do NAZARETH

 O Six Feet Under anunciou seu novo álbum, Killing For Revenge. O disco, 14° de inéditas, sucessor de Nightmares of the Decomposed, de 2020, será lançado no próximo dia 10 de maio, via Metal Blade Records.

A capa do disco ficou a cargo de Vincent Locke, artista conhecido por seu trabalho de longa data em parceria do Cannibal Corpse, ex-banda do vocalista do Six Feet Under, Chris Barnes. Confira: 




Confira o tracklist de Killing For Revenge: 

  1. Know-Nothing Ingrate
  2. Accomplice to Evil Deeds
  3. Ascension
  4. When the Moon Goes Down in Blood
  5. Hostility Against Mankind
  6. Compulsive
  7. Fit of Carnage
  8. Neanderthal (convidado – guitar solo- Jason Suecof)
  9. Judgement Day
  10. Bestial Savagery
  11. Mass Casualty Murdercide
  12. Spoils of War
  13. Hair Of The Dog (Nazareth cover – CD and digital only)

 

Six Feet Under: 

Chris Barnes – vocal

Jack Owen – guitarra

Marco Pitruzzella – bateria

Jeff Hughell – baixo

Ray Suhy – guitarra


Fonte: RoadieCrew.com


Nicko McBrain toca clássicos do Maiden ao vivo com orquestra

 O baterista do Iron Maiden, Nicko McBrain, tocou versões reimaginadas de alguns dos clássicos da banda com a banda Massed Bands of His Majesty’s Royal Marines na sexta-feira (8 de março) no 52º Festival Mountbatten de Música (MFM), no Royal Albert Hall, em Londres, Inglaterra. Nicko tocou em sua bateria, chamada “Legacy Of Royals”, na peça “The Maiden Legacy” – um medley dos sucessos mais populares da banda de heavy metal: “The Trooper”, “Wasted Years” e “Run To The Hills”.


Em 5 de março, durante os ensaios de McBrain com a Banda dos Royal Marines em HMS Temeraire, em Burnaby Road, Nicko contou ao The News como surgiu seu envolvimento com o evento: “Bom, 2020, o ano que não queremos mencionar, foi o 50º aniversário do Festival Mountbatten, e eu estava lá como convidado… E eu fiquei totalmente maravilhado. Pensei, ‘Esses caras estão tocando Prodigy. É incrível.’ Então foi daí que surgiu a ideia. E eles perguntaram, ‘Bem, o que você gostaria de fazer?’ Fiquei muito honrado e humilde, e concordei imediatamente.”

Perguntado sobre como os ensaios estavam indo até então, Nicko disse: “Os ensaios foram ótimos. Domingo foi um pouco… como dizer? Fiquei bem nervoso. Por causa das minhas condições, minha mão direita não funciona muito bem, então fiquei muito, super nervoso com isso. Passamos pelos ensaios muito bem, e então chegou a hora, é claro, de entrar ontem com a orquestra completa. E meu Deus, o vento norte sopra bem atrás de mim. Me surpreendeu. O poder e o som desses grandes músicos e de uma orquestra de 100 integrantes tocando Maiden foi uma alegria de se ver. Eu queria parar e realmente ouvi-los, mas não posso fazer isso. Foi maravilhoso.”

McBrain sofreu um pequeno derrame no início de 2023 e está se recuperando desde então. Quando Nicko tornou público o seu derrame pela primeira vez em agosto, o baterista disse em um comunicado que o episódio o deixou “paralisado” de um lado do corpo e “preocupado” que sua carreira com a banda tivesse acabado.

Há quatro anos, McBrain foi diagnosticado com câncer de laringe em estágio inicial e falou sobre isso em uma única entrevista em 2021, mas manteve o assunto em segredo. O músico recebeu o diagnóstico de câncer após uma endoscopia no Sylvester Comprehensive Cancer Center, parte do University Of Miami Health System e da Miller School of Medicine. Em uma semana, o câncer de McBrain foi removido cirurgicamente e agora ele faz check-ups para garantir que o câncer não tenha retornado.


Fonte: Rockbrigade.com.br

Death Angel: álbum de estreia ganha nova edição no Brasil

 ‘The Ultra Violence’ já está disponível nas principais lojas e online via Wikimetal Store



O disco de estreia do Death Angel, The Ultra-Violence ganhou uma nova edição no mercado brasileiro. Originalmente lançado em 1987, já está disponível nas principais lojas em uma edição especial em formato CD slipcase.

Quando gravaram o álbum, considerado um dos clássicos do thrash metal, nenhum dos integrantes da banda tinha mais de 20 anos; o baterista Andy Galeon era o mais novo, com apenas 14 anos. O guitarrista Rob Cavestany, que compôs a maior parte do disco, tinha 19 anos. O álbum ainda é considerado para muitos fãs o favorito da discografia do Death Angel, que hoje já lançou 9 discos de estúdio.

O lançamento foi possível graças a uma iniciativa do Wikimetal e Oporto, que vem trazendo mensalmente ao mercado brasileiro diversos títulos que não estavam mais disponíveis, e mesmo alguns que nunca haviam sido lançados no país. Os novos títulos se juntam a diversos discos já lançados pela parceria, de bandas como Rival Sons, Twisted Sister, Heaven & Hell, Metal Church, Deicide, entre muitos outros.

The Ultra Violence já está disponível nas principais lojas e online via Wikimetal Store.


Fonte: Wikimetal.vom.br


Marilyn Manson anuncia retorno aos palcos em turnê com o Five Finger Death Punch

 Após cinco anos afastado do meio musical, Manson anunciou a turnê conjunta através de suas redes sociais


Marilyn Manson esteve afastado dos holofotes desde 2020, após enfrentar vários processos judiciais, referentes a abusos e violência, dentre eles da atriz e também sua ex-namorada Evan Rachel Wood. Após o aparecimento de outras denúncias, Manson enfrentou problemas no mundo musical e teve contratos cancelados e prejuízos financeiros. Conforme o site Loudwire, sua última turnê foi em 2019 divulgando o álbum We Are Chaos, quando precisou se afastar da mídia.

Agora, Manson anunciou uma nova turnê em conjunto com a banda Five Finger Death Punch e a banda Slaughter to Prevail. O poster de divulgação está em suas redes sociais, juntamente com o link para compra de ingressos, via Ticketmaster. O poster não traz grandes explicações como os artistas costumam fazer quando retornam de um longo período de hibernação.

As datas da turnê já estão marcadas, exceto por algumas apresentações onde a banda Five Finger Death Punch, dividirá o palco com o Metallica, deixando Manson de fora dessas. O primeiro show acontecerá no dia 2 de agosto de 2024.


Fonte: Wikimetal.com.br

sábado, 9 de março de 2024

Pain lança em maio um novo disco após 8 anos: veja clipe

 O projeto sueco de industrial metal Pain vai lançar um novo álbum, “I Am”, no dia 17 de maio pela Nuclear Blast Records. Com o primeiro single “Go With The Flow”, o grupo define o tom para o seu nono disco. 

Acompanhado por um videoclipe de alta qualidade estrelando o ator Peter Stormare (conhecido por “Dancer In The Dark”, “Fargo”, “Prison Break” e “The Big Lebowski”) e Peter Tägtgren, o Pain faz um retorno triunfal.


Tägtgren comenta: “‘Go With The Flow’ me leva de volta ao synth pop dos anos 80. Compor nessa direção era uma ideia que eu tinha há um tempo, então comecei a pegar sintetizadores analógicos e pirar, e é claro, precisava voltar para um refrão marcante do Pain. A parte mais difícil foi escrever a letra da música e descobrir qual estilo usar para cantar… a letra fala sobre eu sempre ser negativo e precisar deixar as coisas pra lá quando elas não saem como planejado, pra seguir em frente.”


Fonte: Rockbrigade.com.br

Burton C. Bell, ex-vocalista do Fear Factory, lança primeiro single de sua carreira solo

 O músico estadunidense Burton C. Bell, ex-vocalista da banda de Metal Industrial Fear Factory, lançou nesta sexta-feira (8 de março) "Anti-Droid", primeiro single de sua carreira solo.

"Estou começando minha carreira solo. Estou trabalhando com diversos produtores e co-compositores, fazendo músicas que adoro, com total controle da música e direção criativa", afirmou Burton, que nota publicada pelo site Blabbermouth.


"‘Anti-Droid’ é uma declaração sobre como se libertar. Romper os laços do que eu sentia ser uma prisão em muitos aspectos. Não apenas financeiramente ou contratualmente, mas criativamente também (...). Ser escravo de uma forma de pensar estabelecida não é realmente liberdade. Estou seguindo em frente", complementou Bell, que no refrão de "Anti-Droid", canta a frase "I'd rather be dead than a slave to the factory" ("Prefiro estar morto do que escravo de uma fábrica").

O vídeo oficial de "Anti-Droid" pode ser visto no player a seguir.


Fonte: Whiplsh.net

Judas Priest lança vídeo oficial da música "Invincible Shield"

 A lendária banda britânica de Heavy Metal Judas Priest lançou nesta sexta-feira (8 de março) o vídeo de "Invincible Shield". A música é a faixa que dá nome ao novo disco de estúdio do grupo, que foi lançado no mesmo dia. O clipe pode ser assistido no player a seguir.



"Invincible Shield" é o décimo nono disco de estúdio do Judas Priest e o sucessor de "Firepower", de 2018. Para mais informações sobre o álbum, confira a nota abaixo.


Fonte: Whiplash.net

quinta-feira, 7 de março de 2024

Saxon libera o clipe da nova música Madame Guillotine



 O Saxon liberou o clipe da nova música Madame Guillotine; faixa presente no álbum Hell, Fire And Damnation, lançado em 19 de janeiro de 2024 via Silver Lining Music. O disco, que é vigésimo quarto trabalho de estúdio do conjunto, é o sucessor de Carpe Diem, lançado em 2022.

Hell, Fire And Damnation foi produzido por Andy Sneap (Judas Priest, Accept, Exodus, entre outros) e pelo vocalista Biff Byford; já a mixagem e a masterização ficaram na responsabilidade de Sneap.




Fonte:rockbizz.com.br

ENTOMBED A.D. – BOWELS OF EARTH (2019) LG PETROV (R.I.P)


Ainda na disputa pelo nome originário da banda, Entombed A.D. lançou o seu terceiro full-lenght, “Bowels Of Earth” em 2019, fazendo jus à tradicional escola sueca do subgênero Death Metal. Mais um álbum que não vai sair tão cedo da play list dos amantes do Metal da morte.

   

“Torment Remains”, que inicia o disco, tem um riff tão poderoso, que sozinha já teria feito com que a audição tivesse valido à pena. Ela, indubitavelmente, esteve entre as dez melhores canções de Death Metal de 2019, e é daquelas faixas que obrigatoriamente têm de fazer parte do set list nos shows.

“ELIMINATION” / “HELL IS MY HOME”

“Elimination” não tem um riff tão marcante, porém sua variação de andamento a faz quase tão especial quanto à primeira. Os guitarristas Nico Elgstrand e o mineiro Guilherme Miranda fazem, ao mesmo tempo, riffs e solos envolventes, com qualidade técnica. Em “Hell is my Home” é possível comprovar que a qualidade de absolutamente todos os músicos é evidente e inquestionável. L-G Petrov tem um gutural nítido e raivoso, enquanto Olle Dahlstedt impressiona, tocando com a mesma garra que os melhores bateristas de Death Metal.



A canção que intitula o disco tem uma pequena introdução de teclado, mas logo ganha uma pegada de Thrash Metal anos 80, no melhor estilo “Slayer, Postmorten”, o que a torna uma divisora de águas no contexto do disco.

“BOURBON NIGHTMARE”

Os guitarristas dão outro show à parte nessa música. “Bourbon Nightmare” persiste com a pegada Thrash/Death vinda já de sua antecessora, assim sendo, o álbum ganha uma dinâmica interessante com essa mudança, levando a audição para um universo inesperado.

“Fit For A King” começa novamente a trazer o Death à tona, porém ainda sem abandonar o Thrash por completo. Uma canção, em boa parte de sua duração, mais acelerada em relação às duas anteriores, assim como recheada de riffs sombrios. A faixa “Worlds Apart”, definitivamente, resgata a tônica inicial de peso e velocidade, assim como a próxima, “Through The Eyes Of The Gods”.

Entombed A.D ainda tinha cartas nas mangas. “I’ll Never Get Out Of This World Alive”, penúltima faixa do disco, tem uma pitada HC/Crossover que a diferencia das demais. O álbum finaliza com “To Eternal Night”, uma canção bem mais lenta, contudo com o gutural de Petrov mantendo a sua intensidade.

Essa faixa não chega a ser ruim, mas é totalmente desnecessária na sonoridade do full-lenght. Ela não compromete o álbum como um todo, porém teria sido melhor que encerrasse na música anterior.

Death Metal mostrou alguns valores em 2019. “Vltimas”, “Misery Index”, “Hate”, “Malevolent Creation”, “Possessed”, entre outros, lançaram discos, alguns bons, outros ótimos e incríveis. Os suecos do Entombed A.D. entraram pra esse seleto time e frequentaram as listas de melhores do ano na categoria Death Metal. Ouçam e comprovem a fim de confirmar essa minha afirmação.

“Bowels Of Earth” foi o último full lenght gravado por L-G Petrov antes de seu falecimento, que ocorrera em 7 de março de 2021, com apenas 49 anos.


Fonte: Mundometalbr.com

KK’S PRIEST: VEJA A ANIMAÇÃO DO CLIPE DE “KEEPER OF THE GRAVES”

 “Keeper Of The Graves” é o novo single da canção saiu em formato de animação e foi criação de Andy Pilkington. A faixa faz parte do seu segundo álbum, “The Sinner Rides Again”, cujo o lançamento ocorreu em 29/9/2023, pelo selo Napalm Records, sendo, portanto, o sexto single desse registro.

   


Anteriormente, já estavam disponíveis os videos oficiais: “One More Shot at Glory”, “Sons of the Sentinel”, “Hymn 66”, “Reap The Whirlwind” e Strike of the Viper”.

A fim de de checar todos os lançamentos de videoclipes do álbum “The Sinner Rides Again”, incluindo “Keeper Of The Graves”, clique nos links abaixo.


A história do KK’s Priest começou em 2019, a princípio como MegaPriest, e o debut “Sermons of the Sinner” chegou dois anos mais tarde. Atualmente, o line-up do quinteto conta com os seguintes músicos: KK Downing (guitarra), AJ Mills (guitarra), Tim “Ripper” Owens (vocal), Tony Newton (baixo) e Sean Elg (bateria).

“Uau, oh, ninguém será salvo / quem vingará o guardião dos túmulos? Uau, oh, eles não serão salvos / Quem vingará o guardião dos túmulos? Aterrorizado, não há lugar para se esconder / Siga o guardião, ele está do seu lado / Então, num instante, a faca o encontrou / Direto no coração, ele atingiu o chão.”


Fonte: Mundometalbr.com

DARK TRANQUILITY anuncia novo álbum, revela detalhes do mesmo e lança novo single

 Ícones do melodic death metal, o Dark Tranquility anuncia seu novo álbum, Endtime Signals. O 13° álbum de estúdio do grupo sueco será lançado em 16 de agosto pela Century Media Records – aliás, este é o 10° pela gravadora. 

A banda comenta sobre o novo álbum:

“Bem-vindo novamente ao mundo do Dark Tranquility. Passou um tempo desde Moment, e passamos por muitas experiências para chegar onde estamos hoje. Mas ao revelarmos o primeiro single do próximo álbum, Endtime Signals, o sentimento é de orgulho, realização e um pouco de alívio. The Last Imagination destaca uma das muitas facetas do que consideramos o nosso álbum mais diversificado até hoje.

Retornar ao que fundamentalmente sentimos ser o cerne do Dark Tranquility, com uma formação parcialmente nova, foi uma experiência tremenda. Isso nos deu a oportunidade de reavaliar e enxergar o que construímos de uma nova e empolgante perspectiva. Isso resultou em um período de escrita focado e intenso, onde descobrimos aspectos de nossa música de maneira renovada e levamos certos elementos a um nível mais avançado do que antes. Joakim Strandberg Nilson entregou mais do que esperávamos na bateria, com Christian Jansson seguindo de forma feroz e precisa. Isso tornou o processo de escrita e gravação desafiador, diferente e inspirador da melhor maneira possível.”


“Tematicamente, o álbum lida com para onde estamos indo, o que realmente e fundamentalmente mudou em nós e como encontramos maneiras de lidar com isso. Tem sido difícil encontrar aquela faísca de positividade ultimamente, e há um sentimento de luto percorrendo todo o álbum. Não apenas no sentido de lamentar o que perdemos em um nível pessoal, mas também em relação aonde nossos sacrifícios nos levaram. The Last Imagination, em particular, leva isso à sua conclusão lógica e fala sobre o que deixamos para trás e como é difícil para nós compreender que nossa importância pode não ser o que imaginávamos.

A amplitude do álbum é algo em que trabalhamos arduamente, e acreditamos que esta primeira música dá uma indicação, se não uma imagem completa, do que está por vir. Haverá velocidade feroz, brutalidade triturante e melodias assombrosas de perda devastadora. Isso representa nossa promessa a nós mesmos e nossa missão contínua.”


fonte: RoadieCrew.com

quarta-feira, 6 de março de 2024

Capa de The Mandrake Project foi inspirada no primeiro disco do Black Sabbath, segundo Bruce Dickinson

 Bruce Dickinson quebrou o jejum de sua carreira solo na última sexta-feira, dia 1 de março, com o lançamento de The Mandrake Project, disco sucessor de Tyranny of Souls, lançado em maio de 2005.

O trabalho está disponível em vários formatos como CD, CD deluxe, CD digisleeve, vinil duplo e digital (download e streaming).

O cantor concedeu uma entrevista ao canal Planet Rock para falar sobre o novo material e comentou que a capa de The Mandrake Project foi inspirada no primeiro disco do Black Sabbath, disco homônimo à banda britânica e que é considerado para muitas pessoas como o primeiro álbum de heavy metal.

Bruce disse: “Para a capa do disco, eu não queria algo feito no photoshop, queria algo oposto disso, na verdade. Se você olhar bem para a capa, você vai ficar intrigado; se você olhar dentro do material, ficará ainda mais intrigado, pois todas as imagens são fotografias verdadeiras, não tem manipulação”.

Dickinson continuou: “Para mim, isso é muito importante, porque a minha capa favorita de todos os tempos é a do primeiro disco do Black Sabbath, e ela é muito artística, você pode ficar horas olhando para aquela capa e se perguntando o que está acontecendo ali. Então, eu queria captar um pouco desse sentimento, ter um pouco de mistério”.

O cantor completou: “A arte da capa é tão importante quanto a música! Ela é uma expressão do som que está no disco”.




Fonte:Rockbizz.com.br

Ex-SLIPKNOT, JAY WEINBERG se junta ao SUICIDAL TENDENCIES, que cedeu GREYSON NEKRUTMAN ao SEPULTURA

 Será que estamos vivenciando uma dança das cadeiras entre as três bandas de letra “S”? O ex-baterista do Slipknot, Jay Weinberg, se juntou ao Suicidal Tendencies, que por sua vez perdeu recentemente o jovem Greyson Nekrutman para o Sepultura, que ficou desfalcado de Eloy Casagrande, após o mesmo deixar o grupo por conta de um até agora misterioso novo projeto musical. 

Sobre a entrada de Weinberg no Suicidal, o baterista compartilhou uma mensagem sob o título de You Can’t Bring Me Down (“Você não pode me derrubar”) – alusão ao título da música do Suicidal Tendencies, e que soa agora como um tapa com luva de pelica em seus ex-companheiros de Slipknot, que o demitiram.

Disse Weinberg em sua mensagem: 

“Quando penso na cultura e na comunidade da música pesada que amei e considerei meu lar criativo por 20 anos, penso no Suicidal Tendencies. Um pilar fundamental e fonte de inspiração desde que me apaixonei pelo punk, metal e hardcore. Tive a sorte de fazer turnês e tocar shows juntos pelo mundo todo, tornando-me amigo dos meus heróis musicais que fizeram parte da incrível história dessa banda. É uma honra e um privilégio absoluto tocar com o Suicidal Tendencies, mal posso esperar para começar este novo capítulo incrivelmente emocionante em apenas uma semana! Vejo todos vocês na roda!”.




A se confirmar em um futuro próximo as fortes especulações de que o tal projeto de Eloy Casagrande é, na verdade, o próprio Slipknot, sim, teremos tido então um episódio inédito de dança das cadeiras (podemos chamar de ritual dos três Ss?) no heavy metal. Aguardemos…


Fonte: Whiplsh.net