sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

Nile retorna ao Brasil em março para três apresentações: DF, CE e SP

 

O gigante do death metal mundial Nile retorna ao Brasil em março de 2026 para três apresentações, agora com Adam Roethlisberger como novo baixista e vocalista e trazendo na bagagem seu trabalho mais recente, The Underworld Awaits Us All (2024), décimo álbum de estúdio da banda.

A turnê, uma realização da LBN Agency, também contempla shows no México, Panamá, Honduras, Colômbia, Chile e Argentina.

No Brasil, o primeiro show é em Brasília, dia 20/03 (Toinha), seguido de Fortaleza/CE, dia 21/03 (como headliner de um festival a ser anunciado em breve), e São Paulo/SP, dia 22/03 (Burning House, com realização da Vênus Concerts junto à Caveira Velha).

Formado em 1993, nos Estados Unidos, o Nile construiu uma trajetória singular ao combinar brutalidade técnica, velocidade extrema e rigor composicional com referências históricas ligadas ao Antigo Egito e a culturas do Oriente Médio e da África. A banda usa o rótulo “Ithyphallic Metal” para se autodefinir.

A entrada de Roethlisberger, que substitui Dan Vadim Von, trouxe novo fôlego à dinâmica ao vivo, segundo o fundador e guitarrista Karl Sanders.

A boa recepção às primeiras apresentações da nova formação, incluindo um registro completo da performance no Rock Hard Festival 2025, na Alemanha, confirma esse momento.

No setlist desse show, que deve ser reproduzido na nova vinda ao Brasil, estiveram músicas clássicas como “Stelae Of Vultures”, “To Strike With Secret Fang”, “Sacrifice Unto Sebek”, “Defiling The Gates Of Ishtar”, entre outras.

A discografia do Nile reúne títulos amplamente reconhecidos pela crítica, como Black Seeds of Vengeance (2000), In Their Darkened Shrines (2002), Annihilation of the Wicked (2005) e Those Whom the Gods Detest (2009), obras que consolidaram sua reputação dentro do death metal técnico.

O lançamento mais recente, The Underworld Awaits Us All, repercute bem na crítica mundial. Alicerçado na fórmula habitual, o álbum demonstra o domínio absoluto da banda com o que faz com maestria: riffs avassaladores, ritmo frenético, e atmosfera épica e brutal. O site Loudersound afirma que o disco “reafirma que ninguém soa como o Nile”. Já a revista britânica Kerrang! afirma que o álbum “captura o Nile no seu melhor”.

 

Fonte: Rockbrigade.com.br

Epica versa sobre verdade e a pureza no novo single Avatar – The Final Incarnation

 

A banda holandesa Epica lançou o single Avatar – The Final Incarnation, que aborda a encarnação final de Avatar para livrar o mundo da injustiça e restaurar a verdade e a pureza. O single chegou junto de um visualizador impressionante, cuja as artes tiveram inspiração no conjunto de cartas do grupo, o Epica Oracle Card Set, que sairá no dia 07 de janeiro.

O guitarrista Mark Jansen explicou a inspiração por trás da música: “Na filosofia hindu, Kalki representa o Avatar final que restaura o equilíbrio no fim dos tempos. Essa ideia de se libertar dos ciclos através da auto realização, do desapego aos desejos e da transformação interior ressoa profundamente em mim. Avatar canaliza essa jornada rumo à libertação, algo poderoso e universal”.

A vocalista Simone Simons acrescentou: “Estamos muito ansiosos para começar a turnê europeia. Compartilhar o palco com nossos fãs incríveis noite após noite é a essência do que fazemos, e essa nova música com certeza vai aquecer vocês para a jornada que estamos prestes a embarcar juntos”.

Curta Avatar – The Final Incarnation no player logo abaixo:





O full length mais fresco do Epica se chama Aspiral. Ele saiu em abril deste ano pela Nuclear Blast Records.

O título do disco deriva da escultura de bronze homônima criada pelo escultor e pintor polonês Stanisław Szukalski em 1965 e representa renovação e inspiração — palavras-chave que definem o Epica em 2025.

O álbum, que apresenta arte de capa de Hedi Xandt, teve gravação no Sandlane Studios. Além disso, a mixagem e a produção ficaram sob a responsabilidade de Joost Van Den Broek (ex-After Forever).

Track listing de Aspiral:

01. Cross The Divide
02. Arcana
03. Darkness Dies In Light – A New Age Dawns Part VII
04. Obsidian Heart
05. Fight to Survive – The Overview Effect
06. Metanoia – A New Age Dawns Part VIII
07. T.I.M.E.
08. Apparition
09. Eye Of The Storm
10. The Grand Saga Of Existence – A New Age Dawns Part IX
11. Aspiral


Fonte: Rockbizz.com.br

Megadeth divulga trailer do filme Megadeth: Behind The Mask

 

O Megadeth divulgou o trailer do filme Megadeth: Behind The Mask. O longa, que teve produção em parceria com a Trafalgar Releasing, chegará aos cinemas de todo mundo no dia 22 de janeiro, véspera do lançamento do último álbum de estúdio da banda.

De acordo com o grupo de thrash metal, o filme terá exibição em mais de mil salas de cinema em mais de 35 países. Confira o trailer:


Em Megadeth: Behind The Mask, o CEO da empresa, Dave Mustaine, promete revelar os bastidores do grupo, compartilhar histórias inéditas do passado da banda e contar qual é a chama criativa que o impulsiona.

Ao longo da apresentação, o público terá a oportunidade de ouvir na íntegra o novo álbum do Megadeth, com uma entrevista que abrange toda a carreira da banda. Mustaine também fará reflexões sobre cada faixa do novo trabalho.

O evento de audição proporcionará uma primeira oportunidade para ouvir este projeto histórico. Megadeth: Behind The Mask tem o objetivo de ser uma celebração imersiva em uma das bandas mais influentes da história do metal, capturando seu legado e anunciando um novo e poderoso capítulo.

“Este evento de audição vai ser incrível”, declarou Dave. “Mal posso esperar para compartilhá-lo com milhares dos meus amigos ao redor do mundo. Sou muito grato a todos que ajudaram a dar vida a este filme, especialmente a vocês, os fãs! Preparem a pipoca”.


Fonte: Rockbizz.com.br

Dream Theater inicia venda de ingressos para turnê brasileira de 2026

 

Os ingressos para a turnê brasileira do gigante da música progressiva Dream Theater, que acontece em maio de 2026, já estão à venda. Serão seis shows: Porto Alegre (03/05 – Auditório Araújo Vianna), Curitiba (05/05 – Live Curitiba), Brasília (07/05 – Dois Ipês), São Paulo (09/05 – Vibra São Paulo), Rio de Janeiro (10/05 – Vivo Rio) e Belo Horizonte (12/05 – BeFly Hall).

Na Fastix (fastix.com.br) estão à venda os ingressos para os shows em Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre, enquanto os de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília podem ser adquiridos no Clube do Ingresso (clubedoingresso.com).

Após a bem-sucedida celebração de 40 anos na América Latina, os vencedores do Grammy retornam ao país no formato An Evening With Dream Theater, um espetáculo de aproximadamente três horas que destaca o álbum Parasomnia, tocado na íntegra, celebra 30 anos de A Change Of Seasons e toca outros clássicos da carreira.

Lançado em fevereiro de 2025, Parasomnia consolidou mais um marco na trajetória da banda ao estrear no topo das paradas Billboard Top Hard Rock Albums, Hard Music Albums e Current Rock Albums, somando mais de 18 mil unidades vendidas na primeira semana.

Com 71 minutos, o trabalho reafirma a força criativa do Dream Theater e aprofunda sua abordagem conceitual sobre distúrbios do sono, contando com produção de John Petrucci, engenharia de James “Jimmy T” Meslin, mixagem de Andy Sneap e arte de Hugh Syme.

Com milhões de discos vendidos, mais de um bilhão de streams e uma carreira marcada por feitos históricos — como o Grammy por The Alien e clássicos que figuram entre os maiores álbuns da música pesada — o Dream Theater segue como referência central do metal progressivo. A banda atualmente reúne James LaBrie, John Petrucci, John Myung e Jordan Rudess novamente ao lado de Mike Portnoy, retomando a formação que moldou alguns dos capítulos mais importantes da discografia.

Com Parasomnia e uma nova fase criativa, o grupo reforça sua relevância após quatro décadas de trajetória e chega ao Brasil em 2026 com um espetáculo especial, de formação clássica e repertório de celebração.

Pioneiro do metal progressivo
Além de terem vendido milhões de discos em todo o mundo e acumulado mais de um bilhão de streams, o Dream Theater evoluiu discretamente para se tornar um pioneiro do metal progressivo ao longo de uma jornada sem precedentes, marcada por uma realização inesquecível após a outra.

O segundo álbum de lançamento da carreira, Images & Words, figurou na lista dos “100 Maiores Álbuns de Metal de Todos os Tempos” da Rolling Stone, enquanto Awake alcançou o primeiro lugar na lista “Superunknown: 50 Álbuns Icônicos Que Definiram 1994” da Guitar World.

Além de ser considerado o “15º Maior Álbum Conceitual” pela Classic Rock, Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory liderou uma pesquisa de fãs da Rolling Stone como o “Álbum de Rock Progressivo
Número Um de Todos os Tempos.”

Eles agitaram as paradas com três estreias no Top 10 da Billboard 200 e lotaram shows em locais como o Radio City Music Hall e o Red Rocks Amphitheatre.

A banda ganhou um Prêmio Grammy na categoria “Melhor Performance de Metal” por “The Alien”, do álbum A View From The Top of the World (2021). Sobre este último, a PROG exclamou: “Não é apenas Dream Theater de verdade, mas algo ainda maior e melhor,” e a Consequence atestou: “A View From the Top of the World mostra que o quinteto ainda oferece música que está facilmente no mesmo nível de seus trabalhos anteriores.”

Agora, o Dream Theater voltou às suas raízes, com James LaBrie (vocais), John Petrucci (guitarra), John Myung (baixo) e Jordan Rudess (teclados) se reunindo com Mike Portnoy (bateria) durante seu quadragésimo aniversário.

Simultaneamente, esses cinco velhos amigos iniciam uma nova e audaciosa era, alimentada por algumas das músicas mais focadas, formidáveis e vibrantes de suas carreiras. Eles estão aproveitando as memórias do passado e a promessa do futuro para tirar o máximo proveito do presente. Em última análise, o décimo sexto álbum completo do grupo, Parasomnia [Inside Out Music/Sony Music], representa tanto de onde vieram quanto para onde estão indo, não apenas como colegas de banda, mas como irmãos.


Fonte: Rockbizz.com.br

Iron Maiden trará a turnê de celebração de 50 anos para o Brasil; veja data e valor dos ingressos

 

O Iron Maiden acaba de anunciar as datas da etapa da América Central e do Sul da aclamada Run For Your Lives World Tour.

Em comemoração aos 50 anos da banda, os shows acontecerão em estádios por toda a região, permitindo que os fãs vejam a nova e avançada produção no formato para o qual foi concebida: palcos gigantes em arenas ao ar livre, acompanhando um setlist único, com músicas dos nove primeiros álbuns que marcaram a trajetória do grupo.

No Brasil, a banda se apresentará no Allianz Parque, em São Paulo, no domingo, 25 de outubro de 2026. Haverá pré-venda Santander para clientes Private e Select a partir da próxima terça-feira, 16 de dezembro de 2025, e outra para os demais clientes Santander a partir de quarta-feira, 17 de dezembro de 2025. A venda para o público em geral acontece a partir da quinta-feira, 18 de dezembro de 2025 – tudo pela Livepass. Todos os detalhes podem ser encontrados no serviço mais abaixo.

Steve Harris comenta: “Estamos muito animados por levar a Run For Your Lives Tour para a América Latina no ano que vem. Não é segredo que alguns dos nossos fãs mais apaixonados estão na América Central e na América do Sul, e nossa relação com eles é algo muito especial. Adoramos tocar aí e sabemos que todos nesses shows vão se divertir muito – incluindo todos nós da banda, com certeza.

Temos uma longa história nessa parte do mundo, que começa em 1985, e voltar com esse setlist e essa produção é realmente empolgante, especialmente porque conseguiremos visitar tantos países nesta etapa da turnê. Mal podemos esperar para ver todos vocês no ano que vem!”

Bruce Dickinson acrescenta: “Essa turnê inteira tem sido muito divertida. Eu realmente gosto de cantar todas essas músicas antigas incríveis, e toda a banda está adorando tocá-las também! Temos todos os grandes clássicos daquele período inicial, incluindo Hallowed, Run To The Hills, Phantom, Trooper, Number Of The Beast, Killers, Powerslave, 2 Minutes, Wasted Years… e algumas delas não tocamos aí há mais de 20 anos.

Além disso, há verdadeiras canções épicas, incluindo minhas favoritas Rime of the Ancient Mariner e Seventh Son… Estamos fazendo todas elas e mais. Quero dizer, quem não faria isso em uma festa de 50 anos?”

O empresário Rod Smallwood completa: “Era especialmente importante para todos nós que, desta vez, visitássemos o maior número possível de países na América Central e do Sul. Então, depois do nosso show na Cidade do México, voltar também a El Salvador, Costa Rica, Equador, Colômbia e Peru com essa produção é muito empolgante para todos nós e uma forma de agradecer aos nossos fãs dedicados nesses lugares. E o que dizer de Argentina, Chile e Brasil?! Eles estão no centro das nossas visitas à América do Sul há 40 anos, e temos tantos amigos nesses países que sempre parece uma verdadeira volta para casa quando tocamos aí. Na verdade, nosso show em São Paulo no ano que vem será nossa 46ª apresentação no Brasil, e nós adoramos todas elas!”

“A paixão dos nossos fãs na América Central e do Sul faz com que eles realmente vivam o momento e aproveitem cada segundo do show, geralmente sem usar muito os celulares, o que evita atrapalhar a experiência uns dos outros.

Mas, como comentamos antes, foi muito especial em nossas datas europeias deste ano ver que a grande maioria dos fãs entendeu e respeitou nosso pedido para limitar drasticamente o uso dos telefones nos concertos, idealmente mantendo-os no bolso o tempo todo, especialmente nas áreas em pé diante do palco.

A compreensão e a colaboração dos fãs fizeram uma diferença enorme na atmosfera de cada show e aumentaram muito a diversão para a banda e para o público. Portanto, pedimos a todos os nossos fãs na América Central e do Sul que façam o mesmo e aproveitem o show ‘no momento’, em vez de filmar com seus celulares. Por favor, mantenham-nos nos bolsos. Após essa turnê, o Iron Maiden fará uma merecida pausa na estrada em 2027.”

A abertura ficará por conta de Alter Bridge, banda americana de hard rock e metal alternativo de Orlando, Flórida.

DATAS DA TURNÊ RUN FOR YOUR LIVES – AMÉRICA CENTRAL E DO SUL:
2/10 – Cidade do México, MÉXICO – Estadio GNP Seguros (já anunciado)
5/10 – San Salvador, EL SALVADOR – Estadio Jorge “Mágico” González, com participações especiais de THE RAVEN AGE e SOULS OF STEEL
8/10 – San José, COSTA RICA – Estadio Nacional, com participação especial de THE RAVEN AGE
11/10 – Bogotá, COLÔMBIA – Vive Claro, com participação especial de THE RAVEN AGE
14/10 – Quito, EQUADOR – Estadio Atahualpa, com participação especial de THE RAVEN AGE
17/10 – Lima, PERU – Estadio Nacional, com participação especial de THE RAVEN AGE
20/10 – Buenos Aires, ARGENTINA – Estadio Huracán, com participação especial de LA H NO MURIÓ
25/10 – São Paulo, BRASIL – Allianz Parque, com participação especial de ALTER BRIDGE
31/10 – Santiago, CHILE – Estadio Nacional, com participações especiais de MAMMOTH e NUCLEAR

SERVIÇO

SÃO PAULO
Data: 25/10/2026
Local: Allianz Parque
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca – São Paulo – SP
Alter Bridge: 19h10
Iron Maiden: 20h50
Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.

Vendas: LIVEPASS
Limitação: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.
A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais.

Pré-venda (*):

Pré-venda Santander, Clientes Private e Select começa**: Dia 16 de dezembro (terça-feira) de 2025, às 10h
Pré-venda Santander, Clientes Private e Select termina**: Dia 17 de dezembro (quarta-feira) de 2025, às 09h59
Pré-venda para os Demais clientes Santander começa***: Dia 17 de dezembro (quarta-feira) de 2025, às 10h
Pré-venda para Demais clientes Santander termina***: Dia 18 de dezembro (quinta-feira) de 2025, às 08h

*Os ingressos disponíveis para a pré-venda são limitados.

Venda para o Público Geral: Dia 18 de dezembro (quinta-feira) de 2025, às 10h

** Cartões Válidos para a Pré-venda Santander, Clientes Private e Select: Santander Unique Infinite; Santander Unlimited Infinite; Decolar Santander Infinite; GOL Smiles Santander Infinite; American Express Gold Card Santander; American Express Platinum Card Santander; American Express Centurion Card Santander; Santander Unique Black; Santander Unlimited Black; Santander / AAdvantage Black.
*** Cartões Válidos para a Pré-venda Santander, Demais Clientes: Todos os cartões Santander.

SETORES E PREÇOS (*)

Pista Premium – R$1.200,00 (inteira) / R$600,00 (meia-entrada)
Pista – R$585,00 (inteira) / R$292,50 (meia-entrada)
Cadeira Nível 1 Lateral (Assentos marcados) – R$690,00 (inteira) / R$345,00 (meia-entrada)
Cadeira Nível 1 Central (Assentos marcados) – R$650,00 (inteira) / R$325,00 (meia-entrada)
Cadeira Superior – R$425,00 (inteira) / R$212,50 (meia-entrada)

(*) Sujeito à disponibilidade.
Nos setores Cadeira Nível 1 Lateral e Cadeira Nível 1 Central, os lugares são marcados. Isso significa que você deverá ocupar o assento exato informado no seu ingresso (fila e número).

Condições de parcelamento:
Clientes Santander podem parcelar em até 9 vezes (6 vezes sem juros e de 7 a 9 vezes com juros).
Portadores de outros cartões podem parcelar em até 6 vezes (3 vezes sem juros e de 4 a 6 vezes com juros).

BILHETERIA OFICIAL (SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO)
ALLIANZ PARQUE
Bilheteria A – Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca
Terça a sábado das 10h às 17h. Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira aqui as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.



Fonte: Rockbizz.com.br

Dave Mustaine revela por que chegou a hora de Megadeth encerrar sua jornada

 


O guitarrista e vocalista Dave Mustaine voltou a surpreender os fãs ao detalhar em entrevista a Eddie Trunk, no programa Trunk Nation, os motivos que levaram o Megadeth a decidir que seu próximo álbum e a futura turnê marcarão o fim da banda. Mustaine falou com franqueza sobre o peso dos anos na estrada e explicou que sua decisão nasce de um profundo respeito pela própria história e pelo público que o acompanha há quatro décadas.

Durante a conversa, Mustaine destacou que muitos artistas veteranos continuam tocando mesmo quando já não conseguem entregar o que o público espera. Em seguida, ele afirmou que não quer seguir esse caminho e prefere concluir a trajetória do Megadeth enquanto ainda se sente pleno musicalmente. Segundo ele, manter a integridade artística sempre guiou suas decisões, e essa postura continua valendo agora.

Uma despedida planejada e consciente

Mustaine explicou que, embora se prepare para pendurar a guitarra no contexto de grandes turnês, não pretende abandonar a música. Ele reforçou que continuará criando — mas de maneiras diferentes — porque não deseja substituir sua ligação com o Megadeth por outros projetos que não representem seu “primeiro amor”. Essa escolha, segundo ele, preserva tanto sua identidade quanto o legado da banda.

Além disso, o músico comentou sobre o longo ciclo da turnê de despedida, que poderá se estender por vários anos. Ele brincou ao lembrar que, ao final desse período, já estará próximo de completar 70 anos. No entanto, Mustaine afirmou que não se prende à ideia de longevidade musical a qualquer custo e prefere reconhecer seus limites físicos com lucidez.

Por fim, Dave Mustaine ressaltou que sua decisão também leva em conta sua saúde, especialmente após superar dependência química e enfrentar um câncer na garganta. Ele afirmou que deseja encerrar sua jornada com dignidade, enquanto cuida de si e honra a importância do thrash metal, do Megadeth e de álbuns marcantes como Rust In Peace para os fãs e para a história do gênero.

Veja a declaração completa:

“Eu não acho que exista qualquer razão [para nós] [continuarmos tocando quando não somos capazes de entregar cem por cento]”, ele disse. “Quer dizer, a menos que você esteja em uma situação financeira ruim e precise continuar tocando — o que, pela graça de Deus, não é o meu caso. Eu consegui pagar todas as minhas contas. Todos os caras da banda recebem seus pagamentos em dia. Nós fazemos tudo da maneira certa, seguindo as regras. Então, algumas pessoas, como eu disse, talvez precisem continuar tocando porque não têm outra coisa para fazer. Agora, quando eu penso sobre o que vou fazer depois que eu pendurar a guitarra, isso se refere às turnês, e eu acredito que vou continuar fazendo música de alguma forma ou de outra. Mas não do jeito que eu fazia com o Megadeth, porque, se eu não puder mais fazer isso e precisar parar de tocar com meu primeiro amor, eu não vou sair por aí tentando fazer de novo com outra pessoa.”

No mês passado, Mustaine disse à revista Kerrang! que a turnê de despedida do Megadeth pode durar bastante tempo. “Estamos falando facilmente de mais três a cinco anos de turnê”, disse Dave. “E, se vamos fazer isso por tanto tempo, então, droga, vou encarar um aniversário que eu nem quero pensar a respeito”, ele acrescentou, mencionando o fato de que completará 70 anos em 2031.

Como alguém que superou o vício em drogas e álcool e venceu um câncer na garganta, Mustaine acrescentou: “Eu não estou preso a essa coisa de longevidade e tal, de ser um daqueles caras que conseguem tocar até os 80 anos. Eu preciso lembrar que as pessoas vivem e morrem. E eu preciso cuidar bem de mim.”


Fonte: Mundometalbr.com 

Nergal demonstra preocupação sobre futuro do Metal: “Não sei o que é Parkway Drive. Não sei o que é Avenged Sevenfold. Eu não sei — quem é Sleep Token?”

 

A recente reflexão de Nergal, líder do Behemoth, ao portal australiano Jaimunji, reacendeu um debate necessário sobre o futuro do Heavy Metal e o fim inevitável da era dos medalhões. Em entrevistas recentes, o músico apontou que nomes gigantes do gênero — como Guns N’ Roses, AC/DC, Metallica e Iron Maiden — estão se aproximando de uma fase de encerramento, seja pela idade, seja pela longa trajetória que já entregou décadas de história.

Segundo ele, esse esvaziamento do panteão clássico abre um vazio difícil de preencher, sobretudo quando observa a ascensão de novas bandas que, embora enormes, não dialogam com o DNA sonoro que moldou tantos fãs pelo mundo. Nergal argumenta que grupos contemporâneos capazes de lotar arenas, como Parkway Drive, Avenged Sevenfold e Sleep Token, não despertam a mesma conexão estética que caracterizou as lendas do passado.

Ele não critica a competência dessas bandas, reconhece suas produções grandiosas e o mérito de conquistarem o mainstream, mas revela que simplesmente não encontra nelas a mesma essência que o fez se apaixonar pelo metal tradicional. A partir dessa constatação, podemos questionar para onde irão os fãs que buscam visceralidade, força e identidade artística quando os medalhões deixarem os palcos.

Além disso, o problema não está em haver novas bandas enormes — algo que ele próprio considera fundamental para a renovação do público —, mas na distância que essas bandas mantêm das sonoridades mais clássicas. A porta de entrada precisa existir, mas deveria servir como uma ponte para universos musicais mais autorais e profundos. Quando essa ponte não se constrói, surge o receio de que uma geração inteira não entenda o que tornou o Metal um fenômeno cultural duradouro.


O Novo Mainstream e o Risco da Desconexão

Essa reflexão ganha ainda mais peso quando consideramos o impacto das bandas do novo mainstream na formação dos ouvintes iniciantes. Fãs que chegam ao metal por meio de grupos como Sleep Token ou Avenged Sevenfold podem, naturalmente, trilhar caminhos distintos daqueles percorridos por quem descobriu o gênero com Black Sabbath, Judas Priest ou Slayer. A questão levantada por Nergal é se essa trilha moderna realmente leva às raízes ou se termina em um universo estilístico paralelo.

Enquanto isso, o próprio Nergal avalia os próximos anos do Behemoth com lucidez. Aos 48 anos, ele reconhece o desgaste físico exigido pelo Black Metal e pelo Death Metal, estilos que demandam energia muito superior. Ainda assim, ele afirma que sua banda vive um momento de plena maturidade artística, capaz de entregar shows intensos e coerentes com o legado construído. Mesmo assim, ele projeta apenas mais uma década de atividade intensa antes de considerar o encerramento.

Essa entrega total à sua própria identidade contrasta diretamente com o ponto levantado por Nergal. Afinal, não basta existir um novo mainstream; é preciso que ele dialogue com a essência do gênero que pretende representar. No fim das contas, a preocupação de Nergal não é com o sucesso alheio, mas com a continuidade cultural do Heavy Metal.

A renovação precisa acontecer, e bandas modernas devem, sim, ocupar arenas e atrair novos públicos — caso contrário, o gênero se torna estagnado. No entanto, quando essa renovação se distancia demais das sonoridades que fundamentaram o movimento, surge uma dúvida inevitável. Será que os novos fãs conseguirão compreender, valorizar e perpetuar o metal clássico? A resposta ainda está sendo construída, mas o debate, sem dúvida, já começou.


Veja a declaração de Nergal completa:

“Toda vez que o Guns N’ Roses está na cidade, eu me animo e sempre vou conferir. Com todas essas bandas históricas, seja o Guns, seja o AC/DC, seja o fucking Metallica, Iron Maiden, antes de tudo eu sou fã da música deles. Eu coleciono os discos deles. Eu sempre fui fã [dessas bandas], pelo que me lembro. E eu sempre digo para quem quer que eu converse: cara, vá ver essas bandas. Compre ingressos e vá vê-las tocar, porque o tempo está voando. E num piscar de olhos o Metallica não vai mais estar aí, o fucking Maiden não vai mais estar aí. E você vai pensar: ‘Ah, merda. Eu deveria ter ido vê-los.’ É, você deveria mesmo. Então, toda vez que essas bandas passam pela Polônia ou por onde quer que eu esteja, eu vou lá e aproveito, porque essa era está chegando ao fim.”

Ele continuou:
“Vai durar mais alguns anos, espero que bons anos para essas bandas mencionadas e outras — existem mais, mas cada vez menos. A lista das grandes bandas de rock de arena que eu admiro está diminuindo. Quero dizer, eu sei que o Parkway Drive provavelmente é uma banda de arena agora, mas isso não significa nada para mim. Eu não sei o que é Parkway Drive. Eu não sei o que é Avenged Sevenfold. Eu não sei — quem é Sleep Token? Isso não sou eu. Não faz parte do meu DNA. Quero dizer, eu simplesmente não entendo. Provavelmente é boa música. Tudo é bem tocado, grandes produções e tal, mas quando esses gigantes deixarem a terra, saírem do palco, digamos assim — eu fico sozinho. Não tenho para onde ir.”

Olhando para o futuro, Nergal falou sobre o futuro do Behemoth e a possibilidade de sua banda continuar quando ele estiver perto dos 70 anos. Ele disse:
“Tenho apenas 48 anos. Mas, por outro lado, o metal extremo não é realmente heavy metal. É, de certo modo. É uma forma de heavy metal, só que turbinado. Obviamente exige muito mais energia e resistência e vitalidade física, ou como você quiser chamar. E não é fácil. Não está ficando mais fácil.”

“[Na próxima turnê australiana], vocês verão o Behemoth em seu auge, o que significa que sabemos exatamente como fazer. Sabemos como equilibrar nosso potencial físico ao longo do set. E ainda conseguimos fazer um show de 75 minutos que é muito dinâmico e intenso, e você não vai ficar entediado. Você não vai pensar: ‘É uma banda de death ou black metal old-school só tirando vantagem do próprio legado.’ Não, não — nós colocamos toda a força ali, estamos totalmente entregues.”

“Quando olho para bandas — sei lá — como o Klaus Meine do Scorpions, o cara tem quase 80 anos, acrescentou Nergal. “Ei, minha mãe faz 80 anos este ano, acho, ou 79. E o cara, ele está bem. Ele mal anda [no palco], mas a voz dele está fucking impecável. E eu penso: ‘Caralho.’ Eu tenho 48, e fico contando. Tenho 32 anos pela frente. Sem chance! Mas, enfim, você nunca sabe. Mas eu diria mais uns 10 anos. Dez bons anos de turnês e talvez fazer outro disco, mesmo que eu esteja questionando o sentido de gravar música nova. Quem caralho liga para música nova hoje em dia? Mas, de qualquer forma, acho que o Behemoth ainda tem pelo menos uns bons 10 anos, e estamos muito ansiosos para voltar aí [à Austrália].”


Fonte: Mundometalbr.com 

As denúncias de abuso de Sonia Anúbis contra a banda Burning Witches e a face oculta da indústria musical

 

As recentes declarações da guitarrista Sonia Anúbis abriram uma discussão necessária sobre a forma como artistas continuam sendo tratados nos bastidores da indústria da música. Durante uma sessão de perguntas e respostas em seu Instagram, ela relatou que sua saída do Burning Witches ocorreu em circunstâncias que qualificou como abusivas e exploratórias. Segundo afirmou, “eu nunca fui paga pelo Burning Witches como membro oficial e nunca soube a razão”. Tal comentário deu início a uma série de revelações que escancaram práticas antigas e recorrentes.

Conforme detalhou seus relatos, Sonia revelou episódios de controle e imposição que ultrapassavam questões profissionais. Entre os exemplos citados, ela destacou: “eu não tinha permissão para me apresentar sem maquiagem; o empresário delas dizia que eu ficava feia sem ela” e “eu era proibida de dar entrevistas porque diziam ser ruim falar das minhas influências”. Essas restrições mostram uma dinâmica de trabalho marcada por arbitrariedades e ausência de autonomia criativa.

Além disso, a guitarrista relatou comportamentos que, segundo ela, extrapolaram o limite do aceitável: “eu era tratada de uma forma muito rude e ofensiva – ao ponto de passar muitos momentos chorando nos bastidores”. Em seu relato, também mencionou impedimentos profissionais, como não poder usar seu próprio nome artístico ou receber por gravações de álbuns dos quais participou. Esses episódios reforçam a distância entre a imagem pública da banda e o que, de fato, acontecia por trás do palco.

A Estrutura que Permite o Abuso

O caso relatado por Sonia Anúbis não representa um fenômeno isolado, mas sim um sintoma de um mecanismo maior. A indústria musical, historicamente marcada por contratos nebulosos, empresários oportunistas e relações assimétricas de poder, continua permitindo que situações de exploração se repitam. A guitarrista afirma, “cada parte única que me fazia brilhar era uma ameaça para elas – sempre encontravam um jeito de me quebrar e me diminuir”. E esta é uma declaração que constata como a pressão psicológica também integra esse ambiente.

A popularização das redes sociais tornou mais fácil expor esse tipo de dinâmica, já que artistas podem falar diretamente ao público sem depender de intermediários. No entanto, apesar da rapidez com que tais relatos viralizam, pouco muda na estrutura que os permite. Sonia afirmou que ainda hoje lida com os efeitos da experiência: “estou lutando diariamente para recuperar isso. E eu vou à terapia por isso”. O fato de buscar tratamento mostra a profundidade das consequências deixadas por um ambiente profissional disfuncional.

Quando perguntada se sua vivência seria comparável aos recentes acontecimentos envolvendo a banda Dogma, Sonia foi categórica: “Burning Witches é pior. As integrantes do Dogma ao menos foram pagas e tinham um contrato… Eu não tinha nada”. Segundo ela, sua única posse era “uma guitarra Jackson que comprei com o dinheiro que juntei do meu trabalho de desenvolvedora web e uma quantidade infinita de paixão e motivação”. O contraste entre dedicação pessoal e ausência de retorno evidencia uma relação de exploração direta, segundo ela.


Um Problema Antigo em Novos Holofotes

Esses relatos expõem mais uma camada de uma indústria que, apesar de glamurizada, funciona de m

aneira frequentemente predatória. A própria guitarrista resumiu sua visão ao afirmar: “isso não era uma banda ‘novata’ que ‘não tem como pagar’. Isso era uma banda corrupta que trata músicos sensíveis como lixo”. A contundência da frase revela que, para além de conflitos internos, existe um sistema que permite e normaliza esse tipo de conduta.

No fim, o caso de Sonia Anúbis reforça que a música, mesmo cercada por discursos de criatividade e paixão, continua dependendo de engrenagens movidas por interesses, vaidades e má fé. E embora a exposição pública dessas situações gere discussões momentâneas, poucas medidas concretas impedem que episódios semelhantes se repitam. Assim, permanece a constatação de que a roda da indústria gira independentemente das vítimas que deixa pelo caminho — e de que a verdade só vem à tona quando alguém decide romper o silêncio.



A passagem de Sonia na Crypta

Nos momentos finais da sessão de perguntas, Sonia também foi questionada sobre sua passagem pela banda brasileira Crypta, e seu relato apresentou um contraste absoluto em relação ao que viveu no Burning Witches. A guitarrista afirmou que a Crypta foi a banda mais profissional com a qual já trabalhou, dizendo que suas integrantes “trabalham duro, são inspiradoras e extremamente talentosas”. Sonia explicou ainda que deixou o grupo não por conflitos internos, mas porque sentiu que não estava pronta, já que sua experiência anterior havia danificado algo dentro dela.

Apesar de sua saída precoce, Sonia afirmou sentir orgulho de ter sido uma das fundadoras da Crypta e de ter gravado o primeiro álbum da banda. Ela reforçou seu respeito pelo profissionalismo do grupo e pediu aos fãs que continuem apoiando a banda sempre. Esses comentários mostram que, em meio a ambientes conflituosos, também existem experiências positivas que demonstram como uma banda pode operar com seriedade, organização e respeito.



Fonte: Mundometalbr.com

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Tempestade criativa e turbulência interna: O desafio do novo álbum do Death Angel

O novo disco do Death Angel segue em processo de criação, mas o caminho até ele está longe de ser tranquilo. Enquanto a banda se dedica à escrita do material que marcará seu décimo álbum de estúdio, os holofotes também recaem sobre as dificuldades internas provocadas pela agenda cada vez mais intensa de Mark Osegueda. Desde que o vocalista assumiu as vozes da banda de Kerry King (Slayer), sua rotina mudou drasticamente — e isso se reflete no Death Angel.

Em 2025, a banda liberou dois novos singles, “Wrath (Bring Fire)” e “Cult Of The Used”, mantendo viva a expectativa por um futuro lançamento. No entanto, o grupo ainda não sabe quando conseguirá entrar em estúdio para gravar o álbum completo. Mesmo assim, Osegueda garante em nova entrevista concedida a Radioactive MikeZ, apresentador do programa “Wired In The Empire”, da rádio 96.7 KCAL-FM, que o processo criativo avança de forma orgânica, com ideias sendo moldadas e demos surgindo conforme a banda encontra brechas na agenda. Ainda assim, os bastidores mostram que o ritmo poderia ser mais sólido caso o vocalista não estivesse tão comprometido com seu outro projeto.

A tensão aumentou quando o Death Angel precisou cancelar uma turnê ao lado do W.A.S.P., resultado direto dos compromissos de Osegueda com sua outra banda. Para muitos fãs, esse episódio simbolizou um ponto de virada na relação do vocalista com o grupo que o projetou mundialmente. A situação ficou ainda mais delicada quando ele revelou, em entrevistas, que só comunicou sua participação no novo projeto de King aos colegas após o anúncio oficial ao público.

                                                 

O futuro incerto do Death Angel

Apesar das turbulências, o guitarrista Rob Cavestany insiste que a banda segue unida e focada. Segundo ele, a convivência forçada com esses desafios fortaleceu o grupo, mesmo que o período tenha sido marcado por frustrações e readaptações constantes. Como ele explica, parar não é uma opção — especialmente agora que o Death Angel se aproxima de marcos históricos, incluindo os 40 anos de “The Ultra-Violence”.

Ainda que o novo álbum não tenha previsão de lançamento, a banda trabalha para equilibrar celebrações de datas importantes com a composição do próximo registro. Cavestany reforça que a ideia de interromper o ciclo criativo nunca entrou em pauta e que o décimo disco acontecerá “por bem ou por mal”. Os músicos já acumulam demos e ideias suficientes para um capítulo sólido na discografia, mas aguardam o momento ideal para entrar em estúdio e dar forma final ao trabalho.

Enquanto isso, os fãs se dividem. Parte do público compreende que Osegueda vive uma fase excepcional de sua carreira ao lado de Kerry King, o que inevitavelmente impacta sua disponibilidade. No entanto, muitos enxergam seu distanciamento como uma traição ao legado do Death Angel, alimentando debates acalorados nas redes e fóruns de música. Entre expectativas, críticas e entendimentos, a verdade é que o próximo álbum da banda carrega consigo não apenas riffs inéditos, mas também a história de superação e reinvenção de um grupo que se recusa a ficar parado.


Fonte: Mundometalbr.com