sexta-feira, 10 de abril de 2026

At The Gates lança segundo single do novo álbum ‘The Ghost Of A Future Dead’

Os pioneiros suecos do death metal melódico AT THE GATES revelaram um segundo single para seu próximo álbum “The Ghost Of A Future Dead”, com lançamento previsto para 24 de abril de 2026 via Century Media Records.



Ouça a música “The Dissonant Void” através do seu provedor de serviços digitais de preferência ou confira abaixo em um vídeo dirigido pelo colaborador de longa data do AT THE GATES, Costin Chioreanu (Twilight 13 Media).

AT THE GATES comenta: “Estamos orgulhosos de revelar a segunda faixa de ‘The Ghost Of A Future Dead’: ‘The Dissonant Void’. Originalmente considerada para ser a faixa-título — é uma faixa poderosa, melódica e direta com o som clássico do estilo AT THE GATES.”

O sucessor de “The Nightmare of Being” de 2021, “The Ghost Of A Future Dead” marca uma homenagem especial ao vocalista do AT THE GATES, Tomas Lindberg, que faleceu tragicamente em setembro de 2025.



“The Ghost Of A Future Dead” foi gravado e mixado por Jens Bogren no Fascination Street Studios em Örebro, Suécia, e vem com arte criada por Robert Samsonowitz.

O vídeo de “The Dissonant Void” serve como o primeiro vislumbre de um projeto conceitual massivo que apresenta pintura, filmagem, edição e produção de Costin Chioreanu para um enredo visual que aprimora todo o álbum “The Ghost Of A Future Dead”, que será lançado na íntegra para expandir o lançamento do álbum em breve.

Chioreanu comenta: “‘The Dissonant Void’ é o topo do iceberg, pois todo um universo visual nasceu do vazio escrito de forma tão magistral nas letras por Tomas e expresso magicamente pela banda através de sua abordagem única de heavy metal. Este vídeo, junto com todo o filme ‘The Ghost Of A Future Dead’, representa minha última homenagem ao gênio que permanecerá para sempre como Tomas Lindberg. Foi uma tarefa colossal expressar visualmente a profundidade e a escuridão destas letras e músicas para um álbum inteiro, que também é provavelmente o disco mais sombrio em que já trabalhei.”

Fonte: Rockbrigade.com.br

Behemoth transforma “The Return Of Darkness And Evil” do Bathory em hino do Mystic Festival 2026

 

Ao aceitar o convite para criar o hino do Mystic Festival 2026, o Behemoth entregou uma releitura poderosa que também trouxe à tona uma história pessoal de seu líder, Adam “Nergal” Darski. A escolha da faixa “The Return Of Darkness And Evil”, clássico do Bathory, não surgiu por acaso: ela carrega um peso emocional e simbólico que atravessa décadas na trajetória do músico.

Segundo o próprio Nergal, a música sempre ocupou um lugar especial em sua formação artística e espiritual. “Essa canção sempre foi particularmente importante para mim”, afirmou. No entanto, um episódio recente acabou reforçando ainda mais essa ligação, transformando a faixa em uma escolha inevitável para o projeto.

Uma escolha marcada por frustração e redenção

Durante sua participação no projeto tributo Blood Fire DeathNergal tentou dividir os vocais da música com Erik Danielsson, do Watain. O pedido, no entanto, foi negado. “Pedi para cantar ao menos um verso, mas percebi imediatamente que ele tinha uma conexão tão forte quanto a minha — e não iria compartilhar”.

Diante disso, quando surgiu a oportunidade de criar o hino do festival, Nergal viu a chance perfeita de finalmente interpretar a faixa à sua maneira. Ele impôs apenas uma condição: não queria compor algo inédito, mas sim revisitar um clássico que já carregava a essência do evento.

A decisão se consolidou rapidamente. Conforme explicou, “a música tem tudo — caráter de hino, groove fantástico, letras com as quais me identifico completamente e um refrão extremamente marcante”. Assim, o Behemoth moldou sua versão mantendo a aura original, mas adicionando camadas modernas de produção e intensidade sonora típicas do Black Metal e do Death Metal contemporâneo.

A composição originalmente gravada no álbum The Return…… (1985) destaca-se por sua estrutura direta, riffs repetitivos e atmosfera crua. Na releitura, a banda polonesa adicionou peso às guitarras, reforçou a dinâmica rítmica e trouxe uma execução mais precisa, sem perder o espírito primitivo idealizado por Quorthon.


Behemoth e sua importância para a cena polonesa

Desde os ensaios em porões escolares em Gdańsk até o posto de headliner no maior festival de música pesada da Polônia, o Behemoth construiu uma trajetória que espelha a evolução do Metal extremo no país.

Ao longo de mais de três décadas, o grupo se consolidou como o maior nome do Rock polonês, alcançando relevância global. Seus álbuns figuraram nas paradas da Billboard, enquanto suas apresentações se tornaram destaques em festivais internacionais. Recentemente, inclusive, a banda levou sua sonoridade ao prestigiado palco da Philharmonie de Paris, com transmissão pela Arte TV — um feito raro para artistas do gênero.

Nos últimos anos, o Behemoth manteve uma produção consistente, explorando novas texturas sem abandonar sua identidade extrema. Trabalhos recentes reforçaram sua capacidade de equilibrar agressividade e sofisticação, elevando ainda mais o alcance do trabalho. Assumindo o hino do Mystic Festival 2026, o grupo presta tributo aos pioneiros que moldaram o gênero.

Em um movimento simbólico, a banda retorna a Gdańsk com a missão de ecoar a “volta da escuridão e do mal” como uma espécie de conecção entre passado e presente. A releitura de “The Return Of Darkness And Evil” não parece ser apenas um simples cover — ela certamente representa mais do que isso para Nergal e o Behemoth. Assista o vídeo abaixo e tire suas conclusões:






Fonte: Mundometalbr.com

Six Feet Under lança novo single “Mutilated Corpse In The Woods”

 


A veterana banda de Death Metal Six Feet Under prepara o terreno para mais um lançamento brutal com o anúncio de seu novo álbum, “Next To Die”, que chega ao público no dia 24 de abril via Metal Blade Records. O trabalho foi produzido pelo guitarrista Jack Owen ao lado do vocalista Chris Barnes, enquanto a mixagem e masterização ficaram sob responsabilidade de Mark Lewis, no MRL Studios, em Nashville. O disco sucede “Killing For Revenge” (2024) e marca mais um capítulo consistente na trajetória do grupo dentro do death metal.

O novo registro apresenta uma divisão criativa entre faixas mais rápidas e agressivas e outras mais cadenciadas. Tais elementos chegam para resgatar elementos clássicos do início do Six Feet Under e são vistos com bons olhos pelos fãs. Com 12 músicas no repertório, o álbum promete agradar tanto ouvintes antigos quanto conquistar novos.

Novo single aposta em brutalidade e narrativa sombria

Dando sequência à divulgação, o grupo lançou recentemente o single “Mutilated Corpse In The Woods”, após a já conhecida “Unmistakable Smell Of Death”. A nova faixa mergulha em uma atmosfera densa e violenta, característica marcante do Death Metal. A narrativa é inspirada em histórias reais de crimes, reinterpretadas sob uma ótica ainda mais sombria.

Segundo Jack Owen, a música surgiu de uma situação inusitada: “Essa canção começou quando minha esposa encontrou um pingente de quartzo rutilado em uma loja de antiguidades. A partir disso, veio o título e as ideias líricas. O refrão surgiu rapidamente, enquanto os versos possuem inspiração em um programa de crimes reais”. O guitarrista ainda explica que a história aborda o ataque brutal a uma vítima, que, diferentemente da vida real, não sobrevive na narrativa da música.

Owen também destacou que compôs toda a parte musical do zero, guiado pelas ideias líricas, o que reforça o caráter orgânico da criação. Assim, a faixa combina riffs intensos, mudanças dinâmicas e uma execução técnica. Tudo isso evidencia a experiência do músico, consolidando o single como um dos momentos mais impactantes do novo álbum.


Parceria criativa e momento atual da banda

A colaboração entre Chris Barnes e Jack Owen, ambos ex-integrantes do Cannibal Corpse, segue inegavelmente sendo um dos pilares criativos do Six Feet Under desde a reunião em 2017. “Next To Die” representa o terceiro trabalho conjunto da dupla nesse retorno, inclusive, evidenciando uma sintonia artística cada vez mais refinada.

Nos últimos anos, a banda também retomou sua força nos palcos, com turnês bem-sucedidas pelos Estados Unidos em 2025, bem como participações em festivais internacionais. Assim, a formação atual conta ainda com Ray SuhyJeff Hughell e Marco Pitruzzella, o grupo se mantém sólido e relevante dentro do cenário extremo, mostrando que continua disposto a explorar novos caminhos sem abandonar suas raízes brutais.

Abaixo você pode conferir a arte de capa e o tracklist de “Next To Die”:


  • 01 Approach Your Grave
  • 02 Destroyed Remains
  • 03 Mister Blood And Guts
  • 04 Mutilated Corpse In The Woods
  • 05 Unmistakable Smell Of Death
  • 06 Wrath And Terror Takes Command
  • 07 Skin Coffins
  • 08 Mind Hell
  • 09 Naked And Dismembered
  • 10 Grasped From Beyond
  • 11 Next To Die
  • 12 Ill Wishes

Fonte: Mundometalbr.com

sábado, 4 de abril de 2026

DOGMA: novo vídeo, nova era

 A banda Dogma apresenta Fate Unblinds, um novo single cinematográfico e provocador que marca o início de uma nova fase para a banda. Com uma intensidade emocional crescente e uma identidade sonora cada vez mais definida, o lançamento reforça a expansão internacional do grupo e antecipa um dos momentos mais importantes de sua evolução.

Impulsionada pela voz dominante de LilithFate Unblinds avança entre atmosferas tensas, guitarras contundentes e percussões ritualísticas que culminam em um refrão imponente. A música explora a revelação, o confronto com a verdade e o instante em que as ilusões começam a se romper, consolidando a estética provocadora e filosófica que define o Dogma.

Confira:


Sobre o novo lançamento e o retorno à região, Lilith comenta:

Fate Unblinds vive em um momento que todos conhecemos… mesmo quando decidimos ignorá-lo. É aquele instante em que algo deixa de parecer certo, quando a realidade começa a rachar… e ainda assim você decide permanecer. Não porque você não veja, mas porque não tem a vontade de enfrentar. Isso não é confusão. É fraqueza.

A maioria das pessoas vive aí. Protegem a ilusão, defendem, repetem… porque isso permite evitar a responsabilidade pelo que já sabem.

O destino não chega para te confortar. Chega para te testar. Esses momentos são inevitáveis. Você pode usá-los para evoluir… ou permanecer onde é seguro. E essa decisão… é tudo.

A América Latina sempre fez parte desses momentos para o Dogma. Lá encontramos intensidade, convicção e uma energia que não se esconde atrás de ilusões. Voltar com Fate Unblinds não é apenas uma turnê. É um reencontro com aqueles que estão dispostos a encarar a verdade.

Dogma… seu destino revela a verdade.”

O lançamento de Fate Unblinds chega em um momento crucial para o Dogma, após uma rápida expansão internacional e um crescimento constante de audiência em nível global. Com uma identidade visual inconfundível e uma presença de palco cada vez mais consolidada, a banda continua se posicionando como uma das propostas mais provocadoras do metal contemporâneo.

Como parte deste novo capítulo, o Dogma anuncia também seu retorno à América Latina com a turnê “Time To Rise – Latin American Tour 2026”, levando sua experiência ao vivo para México, Colômbia, Chile, Argentina, Uruguai e Brasil.

TIME TO RISE – LATIN AMERICAN TOUR 2026

13 de maio — Guadalajara, México — Foro Independencia
14 de maio — Monterrey, México — Café Iguana
16 de maio — Cidade do México, México — Circo Volador
17 de maio — San Luis Potosí, México — San Luis Metal Fest
20 de maio — Bogotá, Colômbia — Capital Music
22 de maio — Santiago, Chile — Epicentro
26 de maio — Buenos Aires, Argentina — Uniclub
27 de maio — Montevidéu, Uruguai — Live Era
29 de maio — Porto Alegre, Brasil — Opinião
30 de maio — Curitiba, Brasil — Belvedere
3 de junho — São Paulo, Brasil — Manifesto



Sobre o DOGMA

Conhecidos por misturar hard rock, metal e teatralidade, os shows do DOGMA são mais do que apresentações — são experiências que levam o público a confrontar seus desejos e verdades mais íntimas. Sua música, carregada de riffs poderosos e sensualidade sem concessões, convida os ouvintes a um mundo onde a autoexpressão é a mais alta forma de liberdade.

Junte-se ao DOGMA nesta jornada provocadora enquanto a banda destrói as barreiras entre o sagrado e o profano.

Ajoelhe-se se ousar. Mas sabemos que não é para rezar.

Para consultas mundanas, entre em contato pelo e-mail:
info@officialdogma.com


DOGMA

Lilith – vocal
Lamia – guitarra
Rusalka – guitarra
Nixe – baixo
Abrahel – bateria


Fonte: RoadieCrew.com

NERVOSA lança “Slave Machine” e apresenta novo capítulo de sua trajetória


 A Nervosa está lançando nesta sexta-feira (3) seu novo álbum, Slave Machine, já disponível via Napalm Records — no Brasil em parceria com a Valhall e a Sound City. O disco marca mais um passo na evolução do grupo dentro do thrash metal, reforçando sua abordagem agressiva e contemporânea.

Sexto trabalho de estúdio da banda, Slave Machine dá continuidade à fase iniciada com Jailbreak (2023), que consolidou a guitarrista fundadora Prika Amaral também nos vocais. Desde então, a Nervosa tem intensificado sua identidade sonora, equilibrando referências clássicas com uma pegada moderna.

Mais uma vez com produção de Martin Furia, o álbum reúne 12 faixas que exploram diferentes nuances do estilo. A abertura com Impending Doom constrói uma atmosfera tensa, enquanto a faixa-título Slave Machine aposta em velocidade e variações estruturais. Já Ghost Notes se destaca pelos riffs marcantes e pela condução intensa, acompanhando os vocais agressivos de Prika Amaral.

O repertório alterna momentos de maior peso com composições mais diretas. Beast Of Burden evidencia o lado mais extremo do grupo, enquanto You Are Not A Hero apresenta um refrão mais acessível. Em faixas como Hate e The New Empire, a banda combina brutalidade e elementos melódicos, e Crawl For Your Pride reforça a presença de críticas sociais nas letras.

Completam o disco músicas como Learn Or RepeatThe Call e Speak In Fire, mantendo a proposta de unir o thrash tradicional a elementos modernos, incluindo passagens com groove.

Após passagens por festivais como Wacken Open Air Hellfest, a Nervosa chega a Slave Machine ampliando sua presença internacional e reforçando sua consistência dentro do gênero.






Fonte: RoadieCrew.com

Sai a edição nacional de ‘Night Eternal, do Moonspell, com faixas bônus

 


Em Night Eternal o Moonspell não poupou esforços neste lançamento e criou o que pode ser resumido como um dos melhores trabalhos de sua carreira! Com este trabalho, a banda adotou um estilo musical mais agressivo.

Night Eternal apresenta um som muito mais pesado, mais voltado para o death metal, em comparação com os trabalhos anteriores.

Simplesmente não há outra maneira de descrever a música: ela é pesada e impactante.


Músicas como “Shadow Sun” definitivamente dão momentos para respirar e para o vocalista cantar um pouco, mas não muito, enquanto faixas como “At Tragic Heights” e “Night Eternal” simplesmente esmagarão seu crânio repetidamente até você ceder e começar a fazer mosh no seu quarto, e além.

Embora muitas das músicas que compõem este lançamento sejam as mais agressivas que a banda já fez, há algumas faixas mais lentas que se encaixam no som característico do Moonspell.

Músicas como “Scorpion Flower” e “Dreamless (Lucifer And Lilith)” mostram que a banda não se esqueceu de como criar canções que também podem soar belas.


O belo acompanhamento vocal feminino nas músicas também contribui para destacá-las neste lançamento. De fato, não há um único defeito neste álbum.

A produção é soberba, a música é excelente e, embora algumas faixas alternem entre momentos lentos e melódicos e outros mais rápidos e agressivos, isso funciona perfeitamente com a música.

  • Edição Remasterizada
  • Com 3 Bônus Tracks!
  • Participação de: Anneke van Giersbergen Ex-The Gathering
  • Gravadora: Cold Art Industry


Fonte: Rockbrigade.com.br

Membros da formação clássica do King Diamond lançam o Lex Legion

 


LEX LEGION, a nova banda que conta com quatro quintos da formação clássica do final dos anos 80 do KING DIAMOND, lançou o videoclipe oficial de seu single de estreia, “Sleep Eternally”. O clipe foi dirigido por Patric Ullaeus da rEvolver Film Company e pode ser visto abaixo.



Contando com Mikkey Dee, Andy La Rocque, Pete Blakk e Hal Patino — ao lado do vocalista Nils K. Rue (PAGAN’S MIND) — LEX LEGION reúne décadas de experiência abrangendo MOTÖRHEAD, SCORPIONS e, claro, KING DIAMOND.

Formada por Dee e Blakk e completada por colaboradores e amigos de longa data, LEX LEGION é construída tanto sobre o legado quanto sobre a longevidade. O que começou como uma ideia longamente discutida entre músicos muito próximos evoluiu para um projeto sério, alimentado por mais de 40 anos de história compartilhada e um foco criativo renovado, livre das restrições de suas carreiras anteriores.

A estreia autointitulada da LEX LEGION chega em junho de 2026 através do MNRK Music Group, canalizando um retorno deliberado às raízes da banda enquanto soa fresca e imediata. Construído sobre arranjos enxutos, melodias fortes e performances virtuosas, o álbum reflete o compromisso da banda em escrever música em seus próprios termos.

O primeiro single “Sleep Eternally” define o tom instantaneamente, enquanto o sucessor “Gypsy Tears” mantém o ímpeto com uma mistura de atmosfera e energia. Com um som moldado por influências clássicas, mas refinado por décadas de experiência, LEX LEGION visa preencher uma lacuna no metal moderno — e sinalizar que sua chegada há muito esperada valeu a espera.


Fonte: Rockbrigade.com.br

LEX LEGION é uma banda novinha em folha composta por velhos amigos com um pedigree incrível de heavy metal. Composta por quatro quintos da formação clássica do KING DIAMOND do final dos anos 1980 infundida com os vocais de cair o queixo de Nils K. Rue, o álbum de estreia homônimo da LEX LEGION é uma alquimia de mente única e voltada para o futuro de música hard rock/metal de classe mundial, distinguida por arranjos elegantes e enxutos, musicalidade virtuosa e melodia e harmonia incessantes.

Em 2026, os membros da LEX LEGION se encontram mais realizados musicalmente do que nunca, ao mesmo tempo em que estão mais confortáveis consigo mesmos e uns com os outros do que nunca. Além do vocalista Rue, LEX LEGION é composta pelo ex-guitarrista do KING DIAMOND, Pete Blakk, e pelo baixista Hal Patino, o guitarrista e produtor Andy La Rocque, uma constante no KING DIAMOND desde 1985 que também tocou no seminal “Individual Thought Patterns” do DEATH, e o extraordinário baterista Mikkey Dee, que esteve no MOTÖRHEAD por mais de duas décadas e está no SCORPIONS há 10 anos. Todos permaneceram próximos e discutiram por muito tempo a reunião, com todos conhecendo Rue de projetos anteriores e de seus cinco álbuns aclamados com o PAGAN’S MIND. Adicione a isso o peso da esperança e da expectativa dos fãs de KING DIAMOND, e fica claro que a hora da LEX LEGION é agora.

Esta é música para fãs do auge de IRON MAIDEN, QUEENSRŸCHE, ACCEPT e, sim, KING DIAMOND (os quatro instrumentistas da LEX LEGION apareceram juntos nos álbuns “Them” e “Conspiracy” do KING DIAMOND), mas com um frescor e uma sensação de empolgação que apenas álbuns de estreia capturam. Nos primeiros segundos da faixa de abertura do álbum e primeiro single “Sleep Eternally”, LEX LEGION confirma esse fato de forma inequívoca.

“Existem elementos de tudo no álbum”, disse La Rocque. “O tempo certo e o tipo certo de vocais, ambos começando como um soco na sua cara!” Os vocais potentes e harmonias sinistras de Rue são emoldurados pela inconfundível bateria poderosa de Dee, uma série de solos criativos de ambos os guitarristas e mudanças de ritmo e tempo que irão satisfazer os fãs de KING DIAMOND. A segunda faixa e single seguinte “Gypsy Tears” sela o acordo; misteriosa e extasiante, sobrenatural e propulsiva, evocativa e um autêntico headbanger que não deixa o ouvinte com dúvidas sobre os tesouros estrondosos em seu interior.

O orgulho que a LEX LEGION tem no disco é feroz e inequívoco.

“Isso é totalmente único. Ninguém está escrevendo esse tipo de música e há um grande buraco para preenchermos”, afirma La Rocque. “O álbum é uma jornada e cada música é como a batida de um filme. Eu quero que os ouvintes viajem de volta.”

“O estilo das músicas é diferente (do KING DIAMOND), mas ainda da mesma era”, refletiu La Rocque de seu estúdio em Varberg, Suécia. “Os riffs são diferentes e os arranjos são um pouco menos progressivos e um pouco mais diretos.”

“LEX LEGION é totalmente escrita da maneira que pensávamos nos anos 80”, diz Dee. “Escrevemos o que queríamos e, se você gostasse, isso era um ótimo bônus. Se você não gostasse, tudo bem para nós também!”

“Lex Legion” será lançado pelo MNRK Music Group em junho de 2026, com a turnê começando no ano seguinte.

Alice Cooper apresenta Anna Cara, de 22 anos, como nova guitarrista de sua banda

 


A cena do Rock ganha um novo destaque com a chegada de Anna Cara, guitarrista britânica de apenas 22 anos, anunciada como a nova integrante da banda de Alice Cooper. A jovem musicista assume o posto deixado temporariamente por Nita Strauss, que se afastou para viver a maternidade. Desde já, Anna chama atenção não apenas pela idade, mas também pela técnica afiada e presença de palco promissora.

Natural de Newcastle, na Inglaterra, Anna Cara construiu sua trajetória colaborando com nomes como Marc Storace, vocalista da banda suíça Krokus, e também com Tommy Henriksen, guitarrista que atua tanto com Alice Cooper quanto com o supergrupo Hollywood Vampires. Além disso, ela conquistou uma base sólida de fãs nas redes sociais, onde compartilha performances que evidenciam sua habilidade e carisma.

Um novo capítulo na banda de Alice Cooper

Enquanto isso, Alice Cooper não perdeu tempo em integrar a nova guitarrista à sua agenda intensa de shows. A estreia de Anna Cara acontece entre os dias 2 e 4 de abril, em apresentações especiais intituladas “Welcome To Our Nightmare”, realizadas em Las Vegas em parceria com o ilusionista Criss Angel, no teatro do Planet Hollywood. A proposta une música e ilusionismo, criando uma experiência imersiva para os fãs.

Logo depois, a banda embarca na turnê norte-americana “Alice’s Attic”, que ocorre entre abril e maio. Em seguida, o grupo retorna a Las Vegas para mais apresentações do espetáculo especial. Posteriormente, a agenda segue com uma série de shows pela Europa, demonstrando que Alice Cooper mantém sua energia e ritmo de trabalho característicos.


Declarações reforçam entusiasmo com a nova fase

Ao comentar a novidade, Alice Cooper destacou o talento da nova integrante e fez questão de elogiar sua personalidade musical. Segundo ele, Anna Cara apresenta uma abordagem dinâmica e técnica comparável à de Nita Strauss, porém com identidade própria. Além disso, o cantor afirmou que a guitarrista se encaixará perfeitamente no espírito da banda, reforçando a expectativa positiva para essa fase.

Por sua vez, Anna Cara revelou entusiasmo ao integrar o grupo. Ela contou que, desde os 14 anos, assistia a shows de Alice Cooper no YouTube e sonhava em fazer parte da banda. Agora, diante dessa oportunidade, a guitarrista reconhece o desafio de suceder Nita Strauss, mas demonstra confiança e gratidão pelo apoio recebido, especialmente da própria antecessora.

Apoio e legado dentro da banda

Inclusive, Nita Strauss não poupou elogios à sua substituta temporária. Em entrevistas anteriores, ela já apontava Anna Cara como uma das guitarristas mais promissoras da nova geração. Segundo Nita, a precisão técnica e a expressividade emocional da jovem representam um grande acréscimo para a turnê de Alice Cooper, garantindo que os fãs continuarão desfrutando de performances de alto nível.

Por fim, vale lembrar que Nita Strauss integra a banda desde 2014, quando substituiu Orianthi, conhecida por seu trabalho com Michael Jackson. Sua entrada ocorreu durante uma grande turnê ao lado do Mötley Crüe, após recomendação de Kip Winger, líder do Winger. Agora, com Anna Cara assumindo os palcos, a história da banda segue em movimento, provando que o legado do rock continua se renovando.



fonte: Munometalbr.com

Korzus apresenta nova dupla de guitarristas — Jessica Falchi e Jean Patton — no single “No Light Within”

 


Korzus inicia um novo capítulo em sua trajetória ao revelar uma formação renovada, agora impulsionada pela dupla de guitarristas Jessica Falchi e Jean Patton. A entrada dos músicos injeta energia ao grupo, trazendo uma combinação entre experiência e renovação que surge como o motor criativo desta nova 

fase.Musicalmente, o single “No Light Within” evidencia esse momento de transição. A faixa preserva alguns elementos clássicos do Korzus, como riffs rápidos e agressividade direta, mas incorpora camadas mais densas e modernas, aproximando-se do Metal moderno. Além disso, nuances que flertam com o Metalcore aparecem de maneira estratégica, criando uma sonoridade mais atual, mas sem abandonar completamente as raízes.

Ainda assim, essa aproximação com vertentes mais recentes pode dividir opiniões. Enquanto fãs mais antigos do Thrash Metal podem estranhar essas influências, a banda demonstra consciência ao explorar novos caminhos. Ao mesmo tempo, essa escolha abre portas para alcançar um público mais jovem, ampliando o alcance do grupo e fortalecendo sua relevância no cenário contemporâneo.



Nova fase aponta para álbum inédito e consolida processo de reestruturação

“No Light Within” não funciona como um lançamento isolado, mas como o primeiro vislumbre de um novo álbum que se encontra em desenvolvimento. O baterista Rodrigo Oliveira destaca a química com os novos integrantes, enquanto Jean Patton e Jessica Falchi ressaltam o equilíbrio entre respeito ao legado e liberdade criativa. Paralelamente, o vocalista Marcello Pompeu reforça que a banda vive um momento de reencontro com suas raízes, porém com uma abordagem mais atual e intensa.

Consequentemente, o lançamento do single marca também o início de um período de reestruturação e renascimento para o Korzus. Após mudanças internas e um foco renovado em composição, o grupo se reposiciona com força total, mirando apresentações importantes como o Bangers Open Air e o Party On Wacken 2026 | Edição Brasil. Assim, a banda reafirma sua capacidade de se reinventar ao mesmo tempo em que tenta não perder sua identidade.

Por fim, ao olhar para trás, fica evidente que o Korzus construiu uma carreira sólida dentro do Metal brasileiro, tornando-se referência no Thrash Metal desde os anos 1980. Ao longo das décadas, o grupo enfrentou mudanças, explorou diferentes direções sonoras e manteve sua relevância por meio da consistência e da paixão pela música pesada. Agora, com uma nova formação e um direcionamento atualizado, a banda mostra que sua história continua em evolução, pronta para conquistar novas gerações.


fonte: Mundometalbr.com

quarta-feira, 1 de abril de 2026

Hibria apresenta “Undying” e inaugura nova fase com álbum e show histórico no Japão

 


Hibria inicia um novo capítulo de sua trajetória com o lançamento de “Undying”, primeiro single do aguardado álbum “On the Shortness of Life”, previsto para 8 de agosto de 2026. A faixa surge como um cartão de visitas dessa nova etapa criativa, equilibrando peso, melodia e uma abordagem contemporânea. Ao mesmo tempo, a banda gaúcha reforça sua relevância no cenário internacional ao anunciar um show especial no festival Full Metal Japan, marcado para 25 de outubro, em Yokohama.

Além disso, a apresentação no Pia Arena MM contará com participações marcantes de Iuri Sanson e Renato Osorio, nomes fundamentais em uma das formações mais icônicas do grupo. Atualmente, o Hibria segue com Abel CamargoVellesAngelo ParisottoWilliam Schuck e Benhur Lima. Estes músicos conduzem essa nova fase com identidade própria e energia renovada. Essa união entre passado e presente promete um espetáculo memorável para os fãs japoneses.

Musicalmente, “Undying” estabelece o tom do novo trabalho ao explorar reflexões sobre existência, escolha e intensidade de vida. A letra, assinada por Angelo Parisotto, dialoga com conceitos filosóficos inspirados em Sêneca, enquanto a composição de Abel Camargo conduz a faixa com dinâmica envolvente. Dessa forma, o single não apenas introduz o álbum, mas também convida o ouvinte a mergulhar em uma experiência mais profunda e conceitual.


Novo álbum amplia horizontes e aprofunda identidade sonora

Nesse contexto, “On the Shortness of Life” se apresenta como uma obra que vai além de um simples registro musical. O disco traz uma proposta que valoriza a intensidade da existência em vez de sua duração, explorando diferentes atmosferas ao longo de suas faixas. A presença de títulos como “Fire Away”, “Pulse” e “Persist” sugere um trabalho coeso, porém multifacetado, capaz de transitar entre diferentes nuances do Heavy Metal.

A estrutura do álbum também chama atenção ao incluir uma suíte dividida em partes, como “Adiaphora”, “Prohairesis”, “Apatheia”, “Ataraxia” e “Eudaimonia”. Essa escolha evidencia uma abordagem conceitual mais elaborada, reforçando o interesse da banda em expandir suas possibilidades criativas. Assim, o novo trabalho não apenas reafirma o DNA do Hibria, mas também aponta para caminhos inovadores dentro do gênero.

Nos bastidores, o álbum reúne uma equipe que conhece profundamente a identidade do grupo. A produção ficou nas mãos de Renato Osorio, no Dry House Studio, enquanto a mixagem e masterização foram realizadas por Benhur Lima, no Angry Pick Studio. Além disso, o lyric video contou com o trabalho visual de Gaby Vessoni e arte de Carlos Fides, elementos que complementam a experiência estética do projeto.

Trajetória sólida e conexão duradoura com o Japão

Ao olhar para sua carreira, o Hibria construiu uma relação consistente com o público japonês, tornando o país um dos pilares de sua trajetória internacional. Ao longo dos anos, a banda realizou diversas turnês por lá, incluindo uma marcante passagem em 2024, consolidando uma base fiel de fãs e presença constante no circuito local. Esse vínculo fortalece ainda mais o significado do show anunciado para 2026.

Por fim, ao unir o lançamento de “Undying”, a chegada de “On the Shortness of Life” e a reunião simbólica com Iuri Sanson e Renato Osorio, o Hibria transforma 2026 em um marco de renovação e celebração. Entre revisitar suas raízes e explorar novas direções, a banda reafirma sua relevância no metal mundial e demonstra que sua história segue em constante evolução.



Fonte: Mundometalbr.com