quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Sharon Osbourne admite conversas para retomada do Ozzfest

 Durante conversa com a Billboard, Sharon Osbourne admitiu estar em contato com a Live Nation visando a retomada do Ozzfest. O evento teve início em 1996, se tornando um festival itinerante nos anos seguintes. A edição mais recente foi realizada em 2018.



Era algo que Ozzy defendia com muita paixão: dar aos jovens talentos um palco para se apresentarem diante de um grande público. Nós realmente começamos os festivais de metal neste país. Eles foram replicados, mas nunca com o mesmo espírito do nosso, que era um lugar para novos talentos, um acampamento de verão para os jovens."

A empresária ainda destacou estar trabalhando em um projeto visando parcerias com orquestras de todo o mundo para executar músicas do Black Sabbath. Artistas visuais também participariam do espetáculo.

Além do Madman e da banda que o revelou, nomes clássicos como Iron Maiden, Judas Priest, Motörhead, Mötley Crüe e Megadeth participaram do cast. O festival também serviu como base de lançamento para grupos como Slipknot, System of a Down, Deftones, Mastodon e Killswitch Engage, entre vários outros. Fora dos Estados Unidos, o Ozzfest teve edições em vários países da Europa, Canadá e Japão.


Fonte: Whiplash.net

“Wake Up Calling” é o novo single do PAPA ROACH; confira

 Duas vezes indicado ao GRAMMY e com discos de Platina, o Papa Roach dá continuidade ao seu mantra “Rise of the Roach” com o novo single “Wake Up Calling”, já disponível via New Noize Records / ADA – Ouça AQUI. A faixa segue os passos de baladas rock de sucesso certificado do catálogo da banda, como “Scars” e “Leave A Light On (Talk Away The Dark)”, e destaca o lado melódico e emocionalmente vulnerável da composição do grupo, sem abrir mão da intensidade e da honestidade que definem sua carreira há mais de duas décadas.

“Wake Up Calling” foi apresentada pela primeira vez em uma performance surpresa em Nashville, na semana passada, para um público formado por artistas e profissionais da indústria durante a renomada Whiskey Jam, na Broadway. Produzida por Colin Brittain (Linkin Park, All Time Low, A Day To Remember), a música explora temas como conexão, autoavaliação e dependência emocional, conduzidos por refrões grandiosos que evoluem até um clímax intenso e carregado de emoção.

O vocalista Jacoby Shaddix comenta:
“‘Wake Up Calling’ é uma música sobre estar à beira do desastre, ser puxado de volta do abismo e, no fim, escolher o amor em vez da autodestruição”, descreve Shaddix. “É uma das canções mais cruas e emocionais que já escrevemos nesta nova fase.”

O lançamento em áudio vem acompanhado de um lyric video e dá sequência a uma série de sucessos que lideraram paradas em 2025, como “Even If It Kills Me” e “BRAINDEAD” (feat. Toby Morse), além dos melhores resultados de turnê da carreira da banda, que se apresentou para mais de um milhão de fãs em 2025. “The Rise of the Roach” é tanto um apelido para a banda quanto uma indicação clara do seu futuro.


Sobre o Papa Roach

Papa Roach, pioneiros do Alternative Hard Rock, duas vezes indicados ao GRAMMY e com discos de Platina, celebram em 2025 o 25º aniversário de seu álbum revolucionário INFEST. Conhecida por sua abordagem franca sobre saúde mental, a banda há muito utiliza sua visibilidade para conscientizar e apoiar a prevenção ao suicídio — começando com o clássico “Last Resort” e seguindo até a colaboração recente com Carrie Underwood em “Leave A Light On (Talk Away The Dark)”, que arrecadou mais de US$ 500 mil para a American Foundation for Suicide Prevention (AFSP).

Sempre em evolução, a banda já lançou onze álbuns de estúdio, incluindo o mais recente, Ego Trip, por seu próprio selo, New Noize Records. O catálogo do Papa Roach soma mais de 1 bilhão de streams globais, com Ego Trip rendendo quatro singles #1 e contribuindo para um total impressionante de 28 músicas no Top 10 e 14 #1s nas paradas Rock, Alternative e Hot AC. Após turnês esgotadas em arenas no Reino Unido, Europa e América do Norte, o Papa Roach levará seu eletrico show ao vivo para a Ásia e a Austrália nesta primavera. O novo single “WAKE UP CALLING” estará disponível em todas as plataformas em 28 de janeiro


Fonte: Roadiecrew.com

HANK LIN lança “One More Minute” com a banda AVIDIOUS e celebra abertura para o NAILBOMB nos EUA

 Chia-Hung “Hank” Lin, baterista e multi-instrumentista à frente do Avidious, lançou “One More Minute”, terceiro single que antecipa o álbum de estreia “Death Knows My Name”, com chegada prevista para 13 de fevereiro. A novidade vem na esteira de um momento importante na estrada: em 20 de janeiro, a banda se apresentou no 1720 Warehouse, em Los Angeles, como atração de abertura do Nailbomb, projeto de Max Cavalera.


“Essa música representa um momento muito importante para mim. Ela veio de um lugar de dúvida e angústia, mas também de beleza e catarse”, afirma Hank. “É sobre como, às vezes, é mais fácil se agarrar à dúvida do que encarar a esperança de frente. É intensa e vulnerável ao mesmo tempo.”

No aspecto musical, “One More Minute” aposta em uma combinação de vocais agressivos, riffs contundentes e um refrão melódico e melancólico, além de um solo de guitarra emocional e até um solo de bateria, reforçando o perfil detalhista de Hank no estúdio. A faixa foi composta por Hank, com letras escritas com o vocalista Isaac Jones, e recebeu produção, mixagem e masterização do produtor brasileiro Adair Daufembach. Hank gravou todos os instrumentos, com exceção do solo de guitarra, co-escrito com o guitarrista brasileiro Gabriel Franzese e executado por ele.



O show no 1720 Warehouse encerrou um período de agenda movimentada para o músico nos Estados Unidos. O local é conhecido por receber atrações de peso do heavy music, e a apresentação com o Nailbomb ampliou a visibilidade do Avidious em um momento-chave da campanha do novo álbum. Nos últimos meses, Hank também esteve em turnê com o Thrown Into Exile, participando de datas de abertura para o Cavalera (Chaos A.D.) e para o Fear Factory na mais recente passagem das bandas pelo país.

“Abrir para o Nailbomb, com Max Cavalera, é uma honra enorme. Foi uma noite que vamos lembrar para sempre”, diz Hank.


Fonte: Rockbrigade.com.br


Savage Lands lança ‘Army of the Trees’ mirando projetos ambientais

 


Após ouvirem em primeira mão como incorporadores imobiliários estão destruindo a floresta tropical da Costa Rica, dois metallers furiosos decidiram que não iriam ficar parados enferrujando em paz. O baterista do Megadeth, Dirk Verbeuren, e seu antigo guitarrista, Sylvain Demercastel, fundaram a Savage Lands, a primeira organização ambiental sem fins lucrativos da indústria musical dirigida por artistas. 100% dos royalties do álbum de estreia da Savage Lands, “Army of the Trees”, apoiam seus projetos de preservação contínuos na Costa Rica, França e outros países.


Hoje, a banda Savage Lands está anunciando uma nova parceria bruta e intransigente com a Insomnio, uma marca de mercadorias da Costa Rica forjada na cultura underground, suor e distorção. A primeira colaboração das organizações é a Pura Vida Motherfucker, uma nova marca que apoiará a proteção da biodiversidade local na Costa Rica.



Savage Lands e Insomnio estrearão novos designs exclusivos de mercadorias da Pura Vida Motherfucker esta semana durante dois eventos comunitários na Costa Rica.

“Savage Lands existe por um motivo: proteger a terra, as florestas e a vida – não os egos”, diz Demercastel. “Insomnio existe porque a cultura underground não pede permissão. Juntos, estamos construindo um modelo local, agressivo e financeiramente eficiente onde a venda de mercadorias financia a conservação, a cultura metal permanece radical e a biodiversidade da Costa Rica é defendida, não comercializada”.

O álbum de estreia da Savage Lands já está disponível pela Season of Mist. “Army of the Trees” conta com Alissa White-Gluz + membros do Obituary, Sepultura, Heilung, Benighted, Lord of the Lost e mais.

 

Fonte: Rokbrigade.com.br

Saxon finaliza mixagem de novo álbum que sai ainda neste ano

 



As lendas do heavy metal britânico SAXON concluíram o trabalho em seu vigésimo quinto álbum de estúdio para um lançamento previsto para o final de 2026.

O vocalista do SAXON, Biff Byford, publicou uma mensagem de vídeo através das redes sociais na qual ele disse: “Nós terminamos o álbum agora. O produtor de longa data do SAXON e guitarrista de turnê do JUDAS PRIEST, Andy Sneap, terminou de mixar o álbum, o novo álbum. Então, vocês ouvirão falar sobre isso durante o verão, eu tenho certeza”.

Byford também ofereceu uma atualização sobre sua luta contra o câncer de intestino, dizendo: “Eu tenho algumas novas notícias sobre a operação. Faz seis meses agora desde a minha operação de câncer, e eu fiz uma tomografia computadorizada e está tudo limpo. Então isso é uma boa notícia após a cirurgia, então nada voltou. Então isso é muito bom”.

O próximo LP do SAXON será o sucessor de “Hell, Fire And Damnation”, que saiu em janeiro de 2024 pela Silver Lining Music.

Em julho passado, Byford disse ao Metal XS do Riff X sobre o progresso das sessões de composição para o próximo trabalho do SAXON: “Bem, nós começamos a escrever o próximo álbum. Estou fazendo as letras agora. E eu tenho muitas ideias do guitarrista Doug Scarratt, do baterista Nigel Glockler também, e de Nibbs, o baixista Tim Carter. Então, sim, eu tenho muitas ideias, as quais estou compilando em casa no meu estúdio. Então eu acho que talvez estejamos prevendo — dedos cruzados — um novo álbum no outono do ano que vem, setembro ou outubro”.

 


Fonte: Rockbrigade.com.br

Resenha: Deathraiser – “Forged In Hatred” (2026)

 


Após 15 anos, o Deathraiser retorna com o visceral “Forged In Hatred”, segundo trabalho de estúdio do quarteto mineiro.

Na contramão das tendências

Quando o Thrash Metal surgiu no início dos anos 1980, com bandas pioneiras como MetallicaSlayerExodus e Kreator, o ouvinte de Metal mais convencional foi apresentado a um novo patamar de agressão sonora. Naquele momento, o gênero representava o ápice da brutalidade musical e, com o passar dos anos, passou por um processo natural de lapidação. Diversos grupos incorporaram novas camadas sonoras, adicionaram técnica e, consequentemente, aprenderam a produzir discos mais bem acabados, tornando-os mais acessíveis a um público mais amplo.

Ainda assim, apesar de alguns poucos seguirem empunhando a bandeira da música rápida, suja, ríspida, cortante e visceral, durante os anos 1990 grande parte dos nomes seminais suavizou suas propostas. Como resultado, o estilo enfrentou quase uma década de declínio. O Thrash Metal só voltou a impactar de forma realmente contundente com a chegada dos anos 2000. Nesse período, uma nova geração se misturou à velha guarda, promovendo uma renovação significativa. Já em 2026, o cenário se mostra forte, porém repleto de bandas que apostam em um Thrash permeado por influências modernas.

É justamente na contramão dessa tendência que o Deathraiser se posiciona. Lançado em 22 de janeiro pela Xtreem Music“Forged In Hatred” surge como um resgate visceral da essência furiosa dos anos dourados. Sem concessões ou artifícios contemporâneos, o segundo álbum de estúdio do quarteto de Leopoldina (MG) apresenta produção analógica e nove faixas que funcionam como um ataque direto e impiedoso aos ouvidos menos preparados.



Um retorno honesto as origens do Thrash

Com apenas 34 minutos de duração e absolutamente nenhum espaço para trégua, o novo registro promove um retorno honesto às origens do Thrash Metal. As composições soam cruas e diretas, sustentadas por riffs imponentes, linhas vocais raivosas e um constante senso de urgência, capaz de transportar o ouvinte diretamente para algum ponto entre 1983 e 1989.

Em diversos momentos, surgem referências claras ao Sepultura da fase “Beneath The Remains” (1989), ao Dark Angel do clássico “Darkness Descends” (1986) e, em outros trechos, ao Kreator dos álbuns “Pleasure To Kill” (1986) e “Terrible Certainty” (1987). Ainda assim, o Deathraiser consegue imprimir sua própria identidade ao trabalho, evitando que essas influências transformem o disco em uma simples coleção de clichês.

O tracklist enxuto apresenta destaques imediatos, começando pela impiedosa faixa de abertura “Severe Atrocity”, que evidencia a precisão da cozinha formada por William, nas baquetas, e Junior, no baixo. Em seguida, “Primitive Medicine” dá continuidade à devastação sonora e soa como um híbrido feroz entre “Schizophrenia” e “Persecution Mania”. Já “Everything Dies” aposta em um riff inicial extremamente pesado e em um andamento mais cadenciado nos primeiros momentos. Aqui, a influência de “Beneath The Remains” se torna ainda mais perceptível e, somada à identidade da banda, resulta em um dos grandes pontos altos do álbum.


Tracklist irretocável

“Corporation Parasite” e “Empire Of Ignorance” ocupam com inteligência o miolo do disco, permitindo que o álbum avance sem perder intensidade, ao mesmo tempo em que mantém o ouvinte completamente envolvido. As guitarras da dupla Ramon/Thiago despejam riffs afiados e demonstram competência tanto na construção das bases quanto nos solos, que, embora diretos, cumprem sua função com extrema eficiência. Essa característica se torna ainda mais evidente na instrumental “Symphony Of Violence”, cujo título já entrega boa parte das influências. Os solos remetem quase diretamente à performance de Andreas Kisser em “Iquisition Symphony”, enquanto a composição preserva o caos característico do Kreator em seus primeiros anos.

Na sequência, “Toxic Legacy” surge como mais uma arauta do caos, entregando exatamente tudo aquilo que o fã de Thrash Metal old school espera ouvir. O encerramento fica por conta da poderosa dobradinha “One Step To The Grave” e “Dead Generation”, que, diga-se de passagem, representa um dos momentos mais altos da audição, senão o mais impactante. O final da primeira praticamente se funde ao início da segunda e, apesar de serem faixas distintas, a sensação é de completa complementaridade. Um desfecho arrebatador para um álbum irretocável.


De Minas Gerais para o mundo

Vale destacar que a proposta do Deathraiser não passa por reinventar a roda. O objetivo aqui consiste em proporcionar ao fã de Thrash Metal contemporâneo uma verdadeira experiência de imersão em uma época em que o gênero buscava apenas ser brutal, rápido e impactante. Não há espaço para modismos, modernidades forçadas ou misturas enfadonhas em “Forged In Hatred”. O álbum funciona quase como uma cartilha sonora para a nova geração.

Mais de quatro décadas depois, a cena mineira continua exportando suas joias para o Brasil e — quem sabe — para o mundo. Além disso, passados mais de dez anos desde o disco de estreia “Violent Aggression” (2011), o Deathraiser se mostra afiadíssimo e pronto para ocupar a linha de frente do campo de batalha do Metal. Resta torcer para que o grupo não demore tanto para lançar o próximo trabalho e mantenha o nível elevado apresentado aqui.

Não recomendado para ouvidos sensíveis!

Nota: 9

Ouça o Album completo

 



Fonte: Munfometalbr.com

Obituary retorna ao Brasil com turnê especial celebrando 35 anos de Cause of Death

 


A lenda do Death Metal Obituary volta ao Brasil em fevereiro para uma série de shows comemorativos que destacam os 35 anos do álbum Cause of Death, um dos registros mais importantes da história do estilo. A banda norte-americana promete apresentações focadas nesse repertório clássico, além de outros momentos marcantes da carreira, reforçando a conexão histórica com o público brasileiro.

A turnê passa por quatro capitais e reúne produtores já conhecidos do cenário pesado. Em Belo Horizonte, o show acontece no Mister Rock no dia 20 de fevereiro. Logo depois, em 21 de fevereiro, o grupo sobe ao palco do Carioca Club, em São Paulo, integrando a programação do Overload Beer Fest 2026. Na sequência, a banda toca em Curitiba, no Tork n Roll, dia 22, e no Rio de Janeiro, no Agyto, dia 24. Os ingressos já estão disponíveis pela plataforma 101Tickets.

Além do Obituary, o público também poderá conferir nomes relevantes da cena extrema nacional. No festival paulistano, o lineup inclui Vulcano, com participação especial do vocalista Angel, além de SurraD.E.R. e Cemitério.


Bandas, datas e celebração histórica

Formado na Flórida pelos irmãos John Tardy e Donald Tardy, o Obituary construiu sua trajetória com uma sonoridade pesada, direta e facilmente reconhecível dentro do death metal. Ao longo dos anos, a banda manteve sua identidade baseada em riffs densos e climas sombrios, o que torna essa turnê comemorativa ainda mais significativa.

Lançado em 1990, Cause of Death inegavelmente representa um ponto central na discografia do grupo e segue como referência para músicos e admiradores do gênero. Por isso, os shows no Brasil ganham caráter especial ao resgatar esse momento histórico ao vivo, celebrando não apenas um álbum, mas toda uma era do metal extremo.

Com produção da Xaninho Discos e da Caveira Velha, a passagem do Obituary pelo país certamente reforça a força contínua do death metal no Brasil e evidencia a relevância de eventos que unem artistas consagrados e bandas atuais. A expectativa é de casas cheias e apresentações intensas, à altura da importância desse capítulo da música pesada.

Serviço – Obituary

Fonte: Mundometalbr.com

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Savatage lançará álbum ao vivo da turnê de "Gutter Ballett"

 Jon Oliva, líder do Savatage, fez uma publicação nas redes sociais revelando que um álbum ao vivo da banda será lançado em breve. O registro foi feito durante um show realizado em 1990, durante a turnê do álbum "Gutter Ballet", quinto da carreira do grupo.



O álbum triplo ao vivo com o Criss será entregue à gravadora nesta segunda-feira, dia 26, e será lançado em breve.

Este show é do Palace em Los Angeles, durante a turnê 'Gutter Ballet', e na minha opinião, é um dos melhores shows que já fizemos. Criss e eu estávamos absolutamente inspirados naquela noite - a performance dele foi incrível, meu canto estava ótimo e, sim… eu também estava bem engraçado.

Remixamos e remasterizamos o show inteiro, e o resultado está absolutamente incrível. A seleção de músicas é fantástica e a energia daquela noite transparece.

Este é um item indispensável para todo fã de Savatage. Mal posso esperar para que vocês ouçam.


City Beneath the Surface

White Witch

Of Rage and War

She's in Love

Mentally Yours

24 Hrs. Ago

Legions

Strange Wings

Hounds

Temptation Revelation

When the Crowds are Gone

The Dungeons Are Calling

Holocaust

Sirens

Power of the Night

Hall of the Mountain King

Gutter Ballet

Thorazine Shuffle

Devastation



Fonte: Whiplash.net

SODOM revisita “Get What You Deserve” com novo single e vídeo de “Jabba the Hutt”

 Lançado em 1994, Get What You Deserve representou uma ruptura consciente do Sodom com expectativas estéticas e sonoras da época. Em vez de seguir caminhos mais alinhados ao thrash tradicional, o grupo apostou em uma abordagem direta, ruidosa e propositalmente áspera, com produção crua e composições que flertavam com o punk e o caos deliberado. A intenção era simples: fazer música sem concessões, sem se preocupar com tendências ou com a recepção do público.

Esse espírito volta à tona com o lançamento da versão remixada de Jabba the Hutt, agora apresentada como single e acompanhada de um novo videoclipe. Apesar da associação imediata com o personagem da saga Star Wars, a faixa faz referência a uma pessoa real. Questionados sobre o assunto, Tom Angelripper e Andy Brings preferiram não esclarecer, limitando-se a dizer, em resposta conjunta: “Não vamos comentar isso.”

O videoclipe foi montado a partir de imagens de arquivo gravadas em 1994, durante as sessões de fotos que resultaram na capa original de Get What You Deserve e também do EP Aber Bitte Mit Sahne. O material, captado de forma informal em camcorders, revela bastidores daquele período e ajuda a contextualizar o clima interno da banda em uma de suas fases mais controversas. Confira:


Agora, três décadas depois, o álbum retorna em uma edição deluxe e expandida, com remasterização e novas mixagens realizadas por Andy Brings. O relançamento inclui também o EP Aber Bitte Mit Sahne em versão revisitada, além do primeiro show gravado com Atomic Steif, disponibilizado como LP duplo bônus, e um DVD com apresentações ao vivo adicionais.




O pacote traz ainda diferentes versões da arte gráfica: a capa original ambientada em um quarto de hotel, a edição censurada com foto da banda e o conceito visual inicialmente planejado, baseado em uma pintura de Andreas Marschall, artista conhecido por seu trabalho com bandas do metal extremo. Para Maik Weichert, guitarrista do Heaven Shall Burn, o disco mantém sua relevância histórica: “O melhor álbum punk dos anos noventa.”

A edição deluxe e expandida de Get What You Deserve será lançada em 27 de fevereiro de 2026 pela BMG e já está disponível para pré-venda. Os formatos incluem um box set com cinco LPs coloridos, livro, pôster e DVD; uma edição dupla em vinil translúcido com capa gatefold; e uma versão em CD triplo com encarte de 24 páginas.



Fonte: Roadiecrew.com

NERVOSA inicia sua nova era com o álbum “Slave Machine”; confira o clipe da faixa-título




 A Nervosa confirmou o lançamento de seu sexto álbum de estúdio, intitulado Slave Machine, previsto para chegar ao público em 3 de abril de 2026 pela Napalm Records. O trabalho marca mais um capítulo na trajetória da banda, que segue explorando o thrash metal com abordagem direta e atual.

Com presença constante em grandes festivais internacionais, a Nervosa construiu reconhecimento ao longo dos anos por suas apresentações ao vivo e por uma discografia focada em velocidade e agressividade. Slave Machine surge como continuidade desse caminho, agora com Prika Amaral definitivamente estabelecida também como vocalista, função assumida no álbum anterior, Jailbreak (2023).

O novo disco foi novamente produzido por Martin Furia, conhecido por seu trabalho como guitarrista da banda alemã Destruction. A parceria reforça a combinação entre elementos do thrash metal tradicional e uma sonoridade alinhada aos tempos atuais. Ao todo, o álbum apresenta 12 faixas inéditas e já se encontra disponível para pré-venda.

Junto com o anúncio, a Nervosa revelou a faixa-título, Slave Machine, que antecipa a direção do disco. A música aposta em andamento acelerado, riffs diretos e inclui uma ponte com abordagem diferente dentro do repertório habitual da banda, apontando nuances que devem aparecer ao longo do álbum.

Sobre a canção Slave Machine, a Nervosa declarou em comunicado: “Essa música é tudo o que queremos dizer e tocar, com várias camadas vocais e melodias de guitarra que soam como um grito, para dizer que todos nós fazemos parte da ‘máquina escrava’.”

Assista ao videoclipe de Slave Machine:


O lançamento de Slave Machine está programado para abril de 2026 e dá início a uma nova fase criativa da Nervosa, que segue ativa no circuito internacional do metal extremo.

Nervosa surge como um vulcão em erupção com seu novo álbum. Sempre em movimento e aberta à experimentação, a banda apresenta Slave Machine como uma declaração direta, construída riff após riff, reforçando sua identidade dentro do metal extremo.

Nervosa comenta sobre Slave Machine:
Slave Machine é o álbum mais agressivo e melódico da Nervosa, e temos orgulho de dar esse passo adiante, mantendo nossas raízes.”




Slave Machine na visão da gravadora:

“Doze faixas inéditas mostram o quinteto explorando seu estilo pesado de forma mais elaborada. A abertura, Impending Doom, cresce de maneira ameaçadora, apoiada em riffs densos e bateria marcada, estabelecendo o clima do álbum. A faixa-título, Slave Machine, acelera logo de início e incorpora uma ponte com abordagem alternativa ao refrão direto, revelando uma faceta um pouco diferente da banda.

Na sequência, Ghost Notes apresenta uma sucessão de riffs fortes e facilmente identificáveis, conduzidos por uma bateria constante e pelos vocais intensos de Prika Amaral, além de um solo de guitarra que se destaca na composição. Em Beast Of Burden, a Nervosa evidencia seu lado mais agressivo, enquanto You Are Not A Hero aposta em um refrão amplo, funcionando como um dos momentos mais diretos do disco.

Hate se desenvolve com crueza, e The New Empire segue por um caminho de peso aliado a linhas melódicas bem definidas. 30 Seconds amplia a dinâmica do álbum, enquanto Crawl For Your Pride combina a crítica social recorrente da banda com uma construção direta. Já em Learn Or Repeat e The Call, surgem elementos de groove moderno mesclados a referências mais tradicionais do thrash metal, antes de o disco se encerrar com Speak In Fire, faixa de atmosfera sombria e tensa.”

Slave Machine tracklisting:

  1. Impending Doom
  2. Slave Machine
  3. Ghost Notes
  4. Beast Of Burden
  5. You Are Not A Hero
  6. Hate
  7. The New Empire
  8. 30 Seconds
  9. Crawling For Your Pride
  10. Learn Or Repeat
  11. The Call
  12. Speak In Fire


Suicidal Tendencies anuncia Xavier Ware como seu novo baterista

 

As lendas do crossover thrash e hardcore punk da Califórnia, SUICIDAL TENDENCIES, recrutaram Xavier Ware como seu novo baterista após a recente saída de Jay Weinberg.

O SUICIDAL TENDENCIES compartilhou a seguinte declaração por meio das redes sociais: “Estamos empolgados em apresentar a vocês X, o novo baterista do SxTx! Breedxdrums. X já gravou algumas faixas para o novo álbum Cyco Miko e está pronto para entrar oficialmente a bordo com o ST começando com o cruzeiro ShipRocked. Esta será a terceira vez do ST fazendo o ShipRocked e cada vez continua ficando melhor. Ansiosos para ver vocês lá e em qualquer um dos shows ou festivais que virão este ano. Então, por favor, deem as boas-vindas ao X e fiquem atentos a muitos novos anúncios que virão em breve do ST e da Cyco Family para 2026 e além!”

Além de Ware, a formação atual do SUICIDAL TENDENCIES consiste no vocalista Mike Muir, o guitarrista solo Dean Pleasants, o guitarrista rítmico Ben Weinman (THE DILLINGER ESCAPE PLAN) e o baixista Tye Trujillo (filho do baixista do METALLICA, Robert Trujillo).

Vindo de Beaufort, Carolina do Norte, Xavier toca bateria desde os dois anos de idade. Ele explicou: “Eu comecei na igreja e passei a me apresentar em igrejas em minha área local e arredores. Com a igreja, veio a escola. A escolaridade me permitiu desenvolver minhas habilidades de leitura musical, aperfeiçoar minha habilidade em dinâmica e fortalecer técnicas musicais. Eu fiz shows durante o ensino médio com diferentes músicos e aprendi a tocar bateria de jazz. Isso criou a oportunidade de fazer um teste e entrar para a banda de jazz do estado na Carolina do Norte três de quatro vezes. Na faculdade, aprendi um pouco de teoria musical e aprimorei meu toque de jazz. Desde a faculdade, minha execução e toque se expandiram, e não foram os mesmos desde então! Fora da faculdade, fiz shows pela área do triângulo da Carolina do Norte com colegas e professores. Espero que meu som possa continuar a tocar cada coração, alma e mente. Sou muito grato pela oportunidade de tocar bateria em qualquer ambiente, e espero poder fazer isso para sempre.”

 

Fonte: Rockbrigade.com.br

Torture Squad lança vídeo de música que tem a participação de Andreas Kisser

 Torture Squad lançou no último sábado, 24 de janeiro, “Buried Alive”, o 9° videoclipe do álbum ‘Devilish’, lançado em setembro de 2023 pelo selo italiano Time to Kill.

Neste trabalho, a banda traduz visualmente a intensidade e fortes influências de crossover hardcore como forma de resistência e sobrevivência do cenário underground. Ambientado em um espaço simbólico desta subcultura da música pesada paulista: a Pista de Skate da Saúde, em São Paulo.


Filmado e dirigido por Rodrigo Borrero, da Agência Brasília, o vídeo reforça e completa o significado da música e esporte como válvulas de escape e expressão para enfrentar a ansiedade, a depressão e as pressões do cotidiano, reforçando a ideia de movimento e coletividade.

A vocalista Mayara Puertas comenta sobre a composição da letra: “Escrevi a letra de ‘Buried Alive’ enquanto estava tendo uma crise de pânico real, então foi um desabafo. As pessoas tendem a minimizar o sofrimento de quem enfrenta essas doenças, muitas vezes acreditando que tomar a medicação é suficiente, que é falta de esforço ou até mesmo falta de ‘Deus’, como já ouvi algumas vezes. É uma luta constante, e nessa música eu relato como foi passar por tudo isso.”

A Pista da Saúde também possui um significado especial para a história do Torture Squad, banda formada na Zona Sul ,entre os bairros do Ipiranga e Vila das Mercês. O baterista Amílcar Christófaro comenta sobre essa conexão: “Skate e o metal sempre andaram lado a lado, e continua sendo assim. A pista da Saúde veio como um presente para os skatistas do bairro, aliás quando ela foi inaugurada em 1994 eu já estava parando de andar por causa da banda. Só fui curtir mesmo depois. Lembro de ver os clipes do Suicidal Tendencies e pirava querendo fazer um vídeo do Torture Squad com skate. E esse é o momento perfeito pois além da mensagem poderosa da May tem a participação mais do que especial do Andreas, que junto com o Sepultura, não nos influenciou só musicalmente e sim nos mostrou o caminho que queríamos e poderíamos ser na vida. Ultra especial.”

Contando com a participação de skatistas locais, Torture Squad cria uma fusão visceral entre som, movimento e atitude, em um videoclipe que faz parte da celebração da atitude underground.

Torture Squad segue divulgando o recente disco ‘Devilish’, disponível nas plataformas digitais e na versão física, com distribuição nacional pela Sound City Records e Valhall Music.


Fonte: Rockbrigade.com.br